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PRONAC 232932Autorizada a captação total dos recursosMecenato

A Cor da Chuva: Montagem e circulação de espetáculo teatral acessível

CALEIDOSCOPIO ACESSIBILIDADE, EDUCACAO E PRODUCAO CULTURAL LTDA
Solicitado
R$ 200,2 mil
Aprovado
R$ 200,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Linha do tempo

  1. 01/01/2023
    Cadastro PRONAC
    Ano 23
  2. 07/08/2023
    Início previsto
  3. 06/05/2026Captando
    Autorizada a captação total dos recursos
  4. 24/08/2026
    Término previsto

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
PB
Município
João Pessoa
Início
2023-08-07
Término
2026-08-24
Locais de realização (5)

Resumo

O projeto se refere à montagem e circulação do espetáculo teatral "A Cor da Chuva" e realização do Workshop "Produção de Acessibilidade Cultural".

Sinopse

A concepção do espetáculo “A cor da chuva” tem como ponto de partida a audiodescrição, a multisensorialidade, a performatividade e o texto homônimo de autoria da alagoana Daniela Beny. Seu enredo traz dois irmãos como personagens que, abrigados em uma biblioteca após um dilúvio, se alimentam e alimentam suas memórias por meio de jornais. A trama se adensa à medida que ambos buscam “construir sentidos para suas vidas partindo de memórias – reais ou não – que surgem ao folhearem os jornais” (Beny, 2008, p. 42). O conflito se estabelece no questionamento do irmão mais novo sobre o que há lá fora, ou seja, fora daquele refúgio – a biblioteca. Repleta de metáforas e possibilidades cênicas, A Cor da Chuva é uma dramaturgia inicial, pois, em colaboração com a autora, serão realizadas as adaptações necessárias à obra conforme a concepção artístico-estética e acessível para o espetáculo. Workshop: Produção de acessibilidade cultural (Contrapartida social)O Workshop será realizado nas cinco cidades contempladas pelo projeto. O principal objetivo é o de sensibilizar o público alvo - artistas, produtores e gestores culturais - para a necessidade de acessibilizar as produções, além de proporcionar conhecimentos sobre os processos de acessibilidade e inclusão. Público alvo: Artistas, produtores e gestores culturais. Carga horária: 2 horas Vagas: 25 Conteúdo: Apresentar e debater os conceitos de acessibilidade e acessibilidade cultural, relacionando as barreiras com as dimensões da acessibilidade; expor as etapas de pré-produção, produção e pós-produção da acessibilidade, com ênfase no planejamento, na equipe, nas atribuições de cada profissional, na divulgação, no cronograma, na planilha orçamentária e na elaboração de relatórios.

Objetivos

Objetivo Geral Realizar a montagem e circulação do espetáculo teatral acessível "A Cor da Chuva", com previsão de 10 apresentações em 05 cidades da região nordeste do país, associado a estratégias de acessibilidade como exploração tátil e multissensorialidade que contemplem pessoas com e sem deficiência, de modo a minimizar as desigualdades no acesso e fruição teatral, conscientizar o público sobre a necessidade de combater o capacitismo, a importância de estratégias de acessibilidade e inclusão, como também oferecer um espetáculo de qualidade artística para todos. Objetivos específicos Criação de um espetáculo teatral acessível em que o recurso da audiodescrição seja pensado e regulado juntamente com os demais elementos da encenação durante todo o processo de criação; Circulação do espetáculo com os recursos de acessibilidade comunicacional (Audiodescrição e Libras) em 5 cidades de 3 estados do Nordeste, considerando que é a região do país que apresenta maior índice de pessoas com deficiência de acordo com IBGE (2019); Realização de 10 (dez) apresentações teatrais gratuitas, buscando incentivar às pessoas a usufruírem de produtos artísticos; Oferecer um total de 5 (cinco) workshops sobre Produção de acessibilidade cultural (um em cada cidade contemplada pelo projeto), com objetivo de capacitar artistas, produtores e gestores culturais com vistas a ampliar e difundir conhecimentos acerca desse campo de atuação; Realizar 05 (cinco) registros fotográficos e audiovisuais, um em cada cidade contemplada pelo projeto. Implementação de divulgação acessível: 01 site; 01 rede social (Instagram); 100 Cartazes; 250 Folders em Braille/tinta/ampliado; 2.500 Folders/Programa; 02 Banners. Assegurar os recursos de acessibilidade comunicacional - Audiodescrição (AD) e Língua Brasileira de Sinais (Libras) - nas 10 apresentações; Desenvolvimento de estratégias de acessibilidade incorporadas ao espetáculo teatral, como a exploração tátil dos elementos de cena e a instalação de uma caixa multissensorial; Sensibilizar a sociedade e as instituições para a necessidade de elaboração de estratégias inclusivas; Acessibilizar bens artísticos-culturais a toda comunidade, de modo inclusivo, atendendo aos objetivos expostos no Art. 1 da Lei n.º 8.313/1991, em específico o inciso I, que visa "contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais"; Valorizar a atuação de profissionais majoritariamente nordestinos, com protagonismo feminino e atuação de indígenas, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+, ressaltando o objetivo exposto no Art. 1 da Lei n.º 8.313/1991, em específico o inciso II, que visa "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais"; Estabelecer contato com instituições de/para pessoas com deficiência nas 05 (cinco) cidades contempladas pelo projeto garantindo acesso prioritário e possibilidade de fruição artística; Garantir o exercício da cidadania, assegurando o direito de acesso e o respeito à diversidade de toda sociedade, em consonância com a Lei Brasileira de Inclusão (LBI) 13.146/2015, que objetiva "assegurar e promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania".

Justificativa

Conforme o IBGE, em dados divulgados pela Pesquisa Nacional em Saúde (PNS), em 2019, o Brasil tinha 17,3 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência. Na notícia veiculada, podemos ler: "Na população do país com 2 anos ou mais de idade, 3,4% (ou 6,978 milhões) tinham deficiência visual; 1,1% (ou 2,3 milhões) tinham deficiência auditiva e 1,2% (ou 2,5 milhões) tinham deficiência mental [sic]" (IBGE, 2021). Ainda em acordo com a notícia divulgada pelo IBGE "O maior percentual de pessoas com deficiência era do Nordeste (9,9%)".A estes dados podemos somar algumas informações preliminares a partir da legislação brasileira para pessoas com deficiência, como a própria Lei n. 13.146, de 6 de julho de 2015 (LBI), também chamada de Estatuto da Pessoa com Deficiência que, em seu Art. 1º, define seu objetivo como "destinada a assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania". Além desta, também o Decreto n. 6.949/2009, que promulga a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, assevera a necessidade de elaboração de políticas públicas como prioridade. Estes dados preliminares nos ajudam a pensar as políticas de acessibilidade e de inclusão em todas as esferas e, particularmente, no tocante ao acesso e fruição de bens artísticos e culturais em nosso país.Ao propormos a criação e circulação do espetáculo "A cor da chuva", cuja concepção se dá a partir de diretrizes de acessibilidade, buscamos não apenas minimizar as desigualdades no acesso e fruição teatral, mas também conscientizar o público, de modo geral, sobre a necessidade de rever as vigentes concepções de "normalidade", combater o capacitismo e, ao mesmo tempo, oferecer um espetáculo de qualidade artística a todos. Esta perspectiva se pauta nos princípios de uma sociedade justa, ética, cidadã e inclusiva e do direito de acesso à arte e à cultura. De tal modo, consideramos fundamental o incentivo e fomento à produção cultural e artística, como a produção de espetáculos de artes cênicas (alínea e, Inciso II, Art. 3º da Lei 8.313/91), para poderem ser atingidos os objetivos de "contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais" e de "apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores", conforme preconizado pelo Art. 1º da Lei 8.313/91. Neste sentido, podemos indicar que a equipe deste projeto é composta, majoritariamente, por nordestinos, com protagonismo feminino e atuação de indígenas, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+.Em relação à proposta de encenação, destaca-se a temática a ser trabalhada que, repleta de metáforas, questiona o lugar das memórias, a veiculação de informações e sua ação sobre a construção dos sujeitos e a percepção do mundo - o mundo interno e o mundo externo. A poética dramatúrgica nos leva a pensar, sobretudo após o impacto do isolamento social ocasionado pela COVID-19, acerca da necessidade dos momentos de encontro, da construção das relações interpessoais e do reconhecimento de si e do outro como agentes para a construção de um mundo de paz, justo e solidário.

Estratégia de execução

Informamos que na planilha orçamentária para o produto secundário - Workshop Produção de acessibilidade cultural/ contrapartida social, vinculamos apenas a elaboração do planejamento do Whorkshop (pré-produção) e a execução do workshop (produção/execução). Os custos de intérprete de Libras, o transporte, a hospedagem e alimentação são custos vinculados à planilha do produto principal (espetáculo).

Especificação técnica

Espetáculo A Cor da Chuva: Estrutura: palco à italiana. Equipamentos: 01 ciclorama; instrumentos musicais; iluminação e cenografia a definir. Construção de réplicas dos figurinos e dos elementos de cena para exploração tátil. Equipamento para audiodescrição: 1 transmissor e 25 receptores. Workshop: Produção de acessibilidade cultural Modalidade: Presencial Carga horária: 02 horas Estrutura: Sala em espaço fechado Público-alvo: Artistas, Produtores e Gestores Culturais. Número de vagas: 25 Formadora: Larissa Hobi Martins JUSTIFICATIVA A proposta do tema Produção de acessibilidade cultural para este workshop justifica-se pela relevância do papel social e educativo dos equipamentos culturais, dos artistas, dos produtores e gestores culturais na construção de ações de equidade que assegurem o acesso e fruição por pessoas com deficiência na perspectiva da inclusão. A acessibilidade cultural viabiliza o acesso à cultura por meio da remoção de barreiras, promovendo a participação social e permitindo que cidadãos historicamente invisibilizados circulem pelos mais diversos ambientes, produzam e consumam com autonomia e de forma plena. OBJETIVO GERAL Fomentar a sensibilização, mobilização e instrumentalização de artistas, produtores e gestores culturais para construção de práticas inclusivas por meio de ações de acessibilidade. OBJETIVOS ESPECÍFICOS ● Promover a discussão sobre a necessidade da inclusão de pessoas com deficiência nos equipamentos culturais; ● Contribuir para a aquisição de conhecimentos relativos à acessibilidade cultural; ● Compreender o processo da produção de acessibilidade cultural. CONTEÚDO Apresentar e debater os conceitos de acessibilidade e acessibilidade cultural, relacionando as barreiras com as dimensões da acessibilidade; expor as etapas de pré-produção, produção e pós-produção da acessibilidade, com ênfase no planejamento, na equipe, nas atribuições de cada profissional, na divulgação, no cronograma, na planilha orçamentária e na elaboração de relatórios. METODOLOGIA O workshop presencial terá duração de 02 horas. O encontro está organizado em exposição dialógica, apresentação de produtos acessíveis, realização de atividade prática e sugestão de leituras.

Acessibilidade

Este projeto objetiva a produção de um espetáculo com Audiodescrição, cuja encenação contemple o recurso de acessibilidade comunicacional pensado e regulado juntamente com os demais elementos da encenação durante todo o processo de criação, diferenciando-se das produções usuais que, em geral, incorporam estratégias de acessibilidade e mediação acessível após a finalização do trabalho artístico. O espetáculo “A Cor da Chuva”, voltado para pessoas com e sem deficiência, busca potencializar o acesso de pessoas com deficiência a equipamentos culturais, transformando-os em um lugar de construção de saberes e fruição, atuando, ainda, na construção de uma sociedade inclusiva, que não diferencie ou limite as experiências culturais, comunicacionais, sociais e educacionais por meio de barreiras. Este projeto visa garantir os recursos de acessibilidade comunicacional - AD e Libras em todas as apresentações do espetáculo A Cor da Chuva. Além disso, serão implementadas Legendas para Surdos e Ensurdecidos (LSE) em vídeos e VTs, caso exibidos durante as apresentações. Também o Workshop a ser realizado, além de tratar da Produção de acessibilidade cultural, contará com AD, Libras e será realizado em espaços acessíveis. Em relação a acessibilidade arquitetônica: estão previstos recursos como rampas, banheiros adaptados, espaço para cadeirantes, em acordo com cada espaço de apresentação. Todos os materiais de divulgação serão acessibilizados em Audiodescrição, Libras e LSE, de acordo com a necessidade de cada material produzido. Em redes sociais, nossa proposta volta-se à confecção de 35 publicações entre imagens e vídeos que contarão com audiodescrição alojada no texto alternativo (imagens), além de Audiodescrição, Libras e LSE para os vídeos. No site, serão realizadas publicações com Audiodescrição, além da incorporação de ferramentas de tradução automática de Português para Libras (VLibras). Os Folders/programas do espetáculo terão um QR code que dará acesso à versão acessível do conteúdo em Libras e AD. Também os Banners e os cartazes do espetáculo contarão com QR code. Serão, ainda, produzidos 250 folders em Braille, tinta e ampliado que contemplarão espectadores cegos e com baixa visão. A cada apresentação do espetáculo será organizada uma exploração tátil, estratégia de mediação que objetiva a exploração sensorial e reconhecimento dos elementos cênicos do espetáculo. Neste sentido, também a caixa multissensorial, dispositivo que será instalado nos espaços de apresentação, permitirá ao público uma experiência sensorial e interativa. Ambas as ações poderão ser usufruídas por pessoas com e sem deficiência, se assim desejarem. Por fim, em cada cidade contemplada com o projeto, a produção local contatará centros/instituições/fundações de/para pessoas com deficiência, buscando assegurar o acesso desse público ao espetáculo. Será, também, desenvolvida uma campanha para arrecadação de alimentos não perecíveis, os quais serão doados para as instituições voltadas para PCDs.

Democratização do acesso

As 10 apresentações propostas neste projeto serão realizadas de forma gratuita no intuito de contemplar maior diversidade de públicos e como caminho efetivo para concretização das estratégias de acessibilidade. Será realizado um Workshop voltado para produtores e artistas locais com o objetivo de sensibilizar e instrumentalizar esse público para a necessidade de medidas de acessibilidade e de inclusão em produtos artísticos/culturais.

Ficha técnica

Larissa Hobi - Função no projeto: Proponente/coordenadora; coordenação de acessibilidade/audiodescritora Aartistaudiodescritora-professora–pesquisadora. Doutoranda em Educação (UFRN); Mestra em Artes Cênicas (UFRN); Especialista em Audiodescrição (UFJF) e Licenciada em Artes Cênicas (UFPB). Integra o Projeto de pesquisa Audiodescrição nas artes cênicas: a construção de um olhar estético considerando a não vidência (CE/UFRN), o Grupo de Pesquisa Teatro: Tradição e Contemporaneidade (CNPq/UFPB) e é colaboradora no Ciclo de Estudos e Debates em Artes Cênicas (DAC/UFPB). Foi colaboradora nos Projetos de extensão Aulas-espetáculos (DAC/UFPB) e Cobogó Núcleo de Produção (UFPE/UFPB). Professora de Teatro (Sedec - JP). Foi professora substituta do DAC/UFPB (2017-2019); professora de Teatro da FUNAD (2010-2015); audiodescritora e pesquisadora do NPE-LAVID/UFPB; além de atuar como audiodescritora roteirista, narradora e formadora na área da audiodescrição. Tem se dedicado aos estudos sobre a interface audiodescrição e a cena teatral contemporânea, acessibilidade cultural, interseção teatro/tecnologias, pedagogia teatral e formação docente. Márcia Chiamulera - Função no projeto: Encenadora Atriz, encenadora e professora. Doutora em Cinema, Música e Teatro pela Università di Bologna (UNIBO - 2014); Mestre em Ciências Sociais (UFSM/2010); Graduada em Artes Cênicas - Interpretação Teatral (UFSM 2008). Docente na UFPB; fundadora do grupo Ciclo Artes Cênicas com o qual produziu os eventos: “Festival Somos Muites: Diversidades em Cena” (2021); “Ciclo de Debates e estudos em Artes Cênicas: Diálogos Entrelaçados na Paraíba” (2021); XI Jornada de Pesquisa em Artes Cênicas e II Colóquio de Estudos em Artes (2022); participou do I Festival de Inverno Universitário (Bananeiras/UFPB) com a “Mostra Cênica: Projeto Ciclo Artes Cênicas” (2021); experimento “Movimento para o Nada”; montagem “Reencontros: Ciclos em Movimento” (2021). Em 2022 produziu a performance “Reencontros na Rua” apresentada no II Festival de Inverno Universitário de Bananeiras (Bananeiras/PB). Atua no espetáculo "Maremoto" (2023); faz parte do Coletivo Aruã de Teatro, co-dirigindo o espetáculo “Arranjos para Realejo”, Atuou em diversas companhias teatrais, como o Grupo Vagabundos do Infinito (2005 - 2009); Companhia Retalhos de Teatro (2006-2008); assistente de direção na Companhia Cà Luogo d'Arte (Parma/IT – 2014-15). Daniela Beny - Função no projeto: Dramaturga Doutora em Artes Cênicas (UFBA), Mestra em Artes Cênicas (UFRN), Licenciada em Teatro (UFAL). É dramaturga, atriz, produtora, iluminadora e diretora - Invisível Companhia de Teatro e assistente de produção - Patacuri - Cultura, Formação e Comunicação Afro-Ameríndio. Atuou como professora de Arte na educação básica; professora contratada da UNEAL; professora substituta de Teatro (IFRN) e professora substituta de Artes (IFAL). Desenvolve treinamento de atores/atrizes, é atriz e artista circense. Principais montagens: “Volta à Seca” – Invisível Companhia de Teatro. Função: Preparadora de elenco (2016/2019); “Romeu e Julieta” e “A Árvore dos mamulengos” – Curso Básico de Formação de Atores (UNEAL) - Função: Diretora e iluminadora (2014); “Rosas, carroças e dramas” – Invisível Companhia de Teatro (Programa de Cultura Banco do Nordeste/BNDES-2012); “A Cor da Chuva” – Invisível Companhia de Teatro - Prêmio de Incentivo à Produção e Circulação de Projetos em Artes Cênicas em Alagoas, 2010, com dramaturgia e encenação de Daniela Beny; “Voo ao Solo” – Invisível Companhia de Teatro, com dramaturgia e atuação de Daniela Beny (2009/14). Cida Leite - Função no projeto: Audiodescritora consultora Graduada em História (UFRJ) e em Direito (UNESA). Iniciou os estudos em Audiodescrição no ano de 2013 no Instituto Benjamin Constant (IBC); fez os cursos: Imagens que Falam (2014/UFPE); Audiodescrição de Imagens Estáticas; treinamento com Dr. Joel Snyder com certificação pela Audio Description Associates LLC (2015/2016); Aperfeiçoamento em Audiodescrição na Escola (UFJF-2018/19). Atua como audiodescritora consultora em formações no IBC, na UFAC, no SESC-Arsenal (MT), Instituto Moreira Sales (IMS), Produtora Luzes da Cidade (Juiz de Fora - MG), Escola do Poder Judiciário do Tribunal de Justiça (RO) e Ministério Público do Estado do RJ (MP-RJ). Tem sua assinatura em roteiros de audiodescrição de produções e eventos científico-acadêmicos, espaços museais, espetáculos teatrais, produções audiovisuais para TV, cinema e canais de streaming. Trabalhos recentes: Série Percursos Mediados (2020/2022) e as exposições O Rio dos Navegantes, Casa Carioca e Crônicas Cariocas (2019, 2020 e 2022) do Museu de Arte do Rio (MAR). A Experiência Sonora Descritiva da Exposição Nise da Silveira – A Revolução pelo Afeto – CCBB-RJ (2021). Rute Prazim - Função no projeto: Atriz Artista do teatro e da performance, licencianda em Teatro (UFPB). Integra o grupo Ciclo Artes Cênicas desde 2019. Fundadora do Coletivo Porta Adentro. Alguns trabalhos: Espetáculo “Joanas do Brasil”, adaptação da obra “Gota D’água” (Funesc/2018-2020). No Coletivo Porta Adentro produziu: “Festival Interartes: #PORTADENTRO” (2020); performance “Cada Cabeça é Um Mundo”, LAB/PB (2020); Sarau Buliçoso (Funjope/PB, 2021) e “Sarau Buliçoso - 2ª edição” (2022). Junto ao Grupo Ciclo Artes Cênicas atuou no experimento em vídeo “Raízes” (2021/Festival de Inverno Universitário, Bananeiras); experimento “Reencontros: Ciclos em Movimento” (2021); performance “Reencontros na Rua” (II Festival de Inverno Universitário/PB, 2022) e produziu o “Festival Somos Muites: Diversidades em Cena” (LAB/2021), o evento “Ciclo de Debates e estudos em Artes Cênicas: Diálogos Entrelaçados na Paraíba” (LAB/PB/2021) e XI Jornada de Pesquisa em Artes Cênicas e II Colóquio de Estudos em Artes (2022). Atuou ainda na performance “Modus Vivendi” (LAB/PB, 2021); curta metragem “Saulo e Gabriel” (17º Fest Aruanda/2022) e espetáculo “A Concha e a Sopeira” (II Festival de Inverno Universitário, Bananeiras/PB, 2022). Guilherme Munir – Função no projeto: Ator Ator e contador de histórias, bacharelando em teatro/UFPB. Intehrante do Ciclo de Artes Cênicas. Entre os seus trabalhos estão: cenas curtas do Festival de Teatro Estudantil do estado da Bahia (FEST): "Eu Não Sou Louco" (2018) e "Marias" (2019); curta "Eu, o Tempo", exibido na Mostra Visoaudio pelo Coletivo Atuador (2021); participou da semana InterArtes com os espetáculos "Sequestro na Vila" e "Eu Não Sou Louco" (2022); e na produção da XI Jornada de Pesquisa em Artes Cênicas e II Colóquio de Estudos em Artes (Ciclo Artes Cênicas - 2022). Miguel Segundo - Função no projeto: Ator Ator, dançarino, encenador, performer, produtor e professor. Mestre em Artes Cênicas (UFRN-2023); Bacharel em Teatro (2019) e Licenciando em Teatro (UFPB). Realizou intercâmbio na Universidade de Évora - Portugal (2019). Participou do Cia de Teatro Encena (2015-2022), com os espetáculos Fuzuê (2016) e Festa de Contos (2016-2017), com destaque ao Festival Internacional de Teatro e Artes para a Infância e Juventude - FITIJ (Santarém-Portugal). Participou do Coletivo de Dança Redemoinho como bailarino-interprete, participação no festival A_Ponte (Itaú Cultural, 2019). Cofundador do Coletivo de Teatro Aruã, encenador do espetáculo Deus te Faça Feliz (2019) e ator em “Arranjos para Realejo. Integra o Ciclo de Debates e Estudos em Artes Cênicas como artista-produtor. Encenador do espetáculo Maremoto aprovado pela LAB/PB (2021-atual). Colaborador da Caleidoscópio Acessibilidade como mixador de áudio para audiodescrição. Ressaltamos que a proponente Larissa Hobi Martins atuará como responsável por toda a coordenação administrativa-financeira do projeto, garantindo toda a execução dos objetivos propostos, além da atividade de produtora da acessibilidade, responsável por planejar, organizar e coordenar a equipe das ações da acessibilidade, desempenhando ainda o papel de audiodescritora roteirista e narradora.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

Fortaleza CearáJuazeiro do Norte CearáJoão Pessoa ParaíbaSousa ParaíbaNatal Rio Grande do Norte