| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 00000000000191 | BANCO DO BRASIL SA | 1900-01-01 | R$ 498,8 mil |
Trata-se da temporada teatral de "Fausto". A peça retrata a trágica história do doutor Fausto que representa o homem renascido, apropriado da ideia de que podia ser quem ou o que quiser; ter tudo o que for possível ter, fazer tudo, desejar tudo, buscar e viver com intensidade e com prazer; ser livre. O conhecimento _ a Ciência _ dava a ele este poder. Será realizada também a ação de contrapartida social.
O ambicioso Fausto chega aos 60 anos insatisfeito com a vida que leva, apesar do reconhecimento por sua sabedoria nas ciências. Ele quer mais. Decide mergulhar nas artes ocultas. Conclama o diabo e lhe propõe um pacto: todas as vontades de Fausto deverão ser realizadas nos 24 anos restantes de sua vida e, em troca, depois de morto, o demônio será dono de sua alma.
OBJETIVOS GERAIS Partindo da belíssima linguagem de Christopher Marlowe (1564 _ 1593), limpa e direta, a peça ganhará uma versão adaptada ao português corrente para dar-lhe mais agilidade, mantendo certamente a fidelidade ao conteúdo do dramaturgo inglês. A estética do espetáculo, com direção de arte, cenário e figurinos, também será enquadrada no que é o mundo de hoje para que tenha atualidade. Pretende-se, com esta montagem, valorizar o teatro brasileiro, apresentando para quem ainda não tem conhecimento dessa grande obra, e para as novas gerações, questões pertinentes à condição humana. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Pretende-se realizar: - Espetáculo de Artes Cênicas: Realizar 12 apresentações da peça intitulada "Fausto" na cidade de Salvador no teatro Salesiano. - Espetáculo de Artes Cênicas: Realizar 6 apresentações da peça intitulada "Fausto" na cidade de São Paulo em espaço a ser definido. - Contrapartida Social: Realizar um bate-papo, ou talk show, com um artista do projeto, podendo ser diretor, ator/atriz, coordenadores etc., sobre carreira profissional e montagem teatral. Ressalte-se que os 50% dos beneficiários desta contrapartida social serão de estudantes e professores de instituições públicas de ensino, atendendo, assim, o disposto no § 2º do art. 22 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania.
A lenda alemã Doutor Fausto circulou na Europa durante a Idade Média através da oralidade e foi tão difundida que há quem acredite que Fausto realmente existiu. Conhecedor dos segredos da Alquimia, Astrologia, Magia e Vidência sua curiosidade o levou à lugares inimagináveis, à ponto de invocar o demônio Mefistófeles para que atendesse todos os seus desejos em troca de sua alma. Após o célebre pacto de sangue, Fausto segue seu destino e passa por transformações, sendo auxiliado por poderosas entidades em sua busca pelo conhecimento oculto. A Trágica História do Doutor Fausto, escrita por Christopher Marlowe trata de subjetividades do ser humano, a partir do personagem que se encontra dividido entre as crenças e saberes medievais e o conhecimento humano do período renascentista. A tensão e a tragédia presentes no texto produziram efeitos que possibilitaram a introdução de clowns que vão se entrelaçando à trama e criam um ambiente tragicômico; técnica amplamente adotada por Shakespeare. É a partir desta obra elizabetana que José Celso Martinez Corrêa e Fernando de Carvalho adaptam e encenam Fausto. O espetáculo se mantém fiel aos textos originais e à estrutura de Marlowe, mas também é impactada pela antropofagia do Teatro vivo e quente de Zé Celso e Fernando Carvalho. Uma Tragikomédiaorgia que trata da busca incessante do desejo de conhecimento, mostrando ainda como a sociedade contemporânea vem lidando com temas que a atravessam. Assim, o espetáculo vai pincelando temas como Multiversos, Virtualidade da Alma, Imaginário Popular do Demônio e Mundos Além Vida. A proposta atende aos seguintes incisos do art. 1º da Lei Rouanet: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Quanto às finalidades do art. 3º, atende-se as que se encontram abaixo: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;
A lenda alemã Doutor Fausto circulou na Europa durante a Idade Média através da oralidade e foi tão difundida que há quem acredite que Fausto realmente existiu. Conhecedor dos segredos da Alquimia, Astrologia, Magia e Vidência sua curiosidade o levou à lugares inimagináveis, à ponto de invocar o demônio Mefistófeles para que atendesse todos os seus desejos em troca de sua alma. Após o célebre pacto de sangue, Fausto segue seu destino e passa por transformações, sendo auxiliado por poderosas entidades em sua busca pelo conhecimento oculto. A Trágica História do Doutor Fausto, escrita por Christopher Marlowe trata de subjetividades do ser humano, a partir do personagem que se encontra dividido entre as crenças e saberes medievais e o conhecimento humano do período renascentista. A tensão e a tragédia presentes no texto produziram efeitos que possibilitaram a introdução de clowns que vão se entrelaçando à trama e criam um ambiente tragicômico; técnica amplamente adotada por Shakespeare. É a partir desta obra elizabetana que José Celso Martinez Corrêa e Fernando de Carvalho adaptam e encenam Fausto. O espetáculo se mantém fiel aos textos originais e à estrutura de Marlowe, mas também é impactada pela antropofagia do Teatro vivo e quente de Zé Celso e Fernando Carvalho. Uma Tragikomédiaorgia que trata da busca incessante do desejo de conhecimento, mostrando ainda como a sociedade contemporânea vem lidando com temas que a atravessam. Assim, o espetáculo vai pincelando temas como Multiversos, Virtualidade da Alma, Imaginário Popular do Demônio e Mundos Além Vida BREVES ANOTAÇÕES PARA UMA ALQUIMÍTICA DO FAUSTO (...) Um dos grandes méritos do texto de Marlowe foi o de ter canalizado para o patamar de uma dramatização profissional, competente e elegante, uma poderosa fórmula, onde se combinavam as narrativas orais do fantástico (sobrenatural) e as tradições também medievais ligadas ao teatro popular. Esse teatro, era em geral encenado sobre modestos palcos-carroças e, também, em grandes e elaborados carros cênicos, semelhantes (e de um nível técnico às vezes superior) às alegorias das escolas de samba atuais. Assim as representações, moralidades, autos e mistérios medievais se apoiavam numa estética circense, mesclando, sem discriminação, elementos das comédias e tragédias da Antiguidade (semelhante ao imaginário d’A Comédia de Dante e das telas de Bosch). Por isso, era natural que entre todos os carros-palcos (que funcionavam simultaneamente em grandes espaços ou praças) os que mais faziam sucesso “de público” eram as dramatizações do inferno. As Bocas e as Barcas do Inferno eram diversão garantida: à vista do público, eram julgados, com direito a “defesa” e, invariavelmente devorados ou conduzidos, os pecadores condenados – praticamente todos: avaros, gananciosos, invejosos, adúlteras sensuais, prepotentes, fofoqueiros, hipócritas, etc. - para o seu incandescente destino final. (...) O orixá Exú é análogo ao Espírito Santo na liturgia católica e ambos correspondem a Toth - Hermes ou Mercúrio - das tradições que circularam na Antiguidade entre o Oriente Médio e o Mediterrâneo. É ele que como Lúcifer faz com que as linguagens sejam possíveis e que através delas (do seu logos) possamos perceber a codificação secreta que fala conosco incessantemente a partir da desconexa sucessão de fatos que aparentemente é a vida.(...) Evoé Maestro! Paulo Dourado -Diretor e Professor da Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia O proponente informa que no momento não é possível afirmar qual a rubrica que irá se remunerar. No entanto, estima-se que seja a de Direção de produção e outra, sendo ainda certo desde já que poderá se remunerar por outras rubricas, estando restrito aos serviços que forem prestados no Projeto.
Não se aplica.
INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024, CAPÍTULO IV DA ACESSIBILIDADE E DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO À CULTURA Seção I Das Medidas de Acessibilidade - Art. 27. O projeto opta por: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Espetáculo Teatral Acessibilidade física: A produção se responsabiliza em garantir o espaço de realização do projeto atendimento preferencial a idosos e portadores de deficiência, disponibilizando, ainda, rampas de acesso, espaço e assentos adequados que permitam o gozo e o pleno exercício de seus direitos culturais Planilha Orçamentária: Locação de Teatro Acessibilidade para PcD VISUAIS: Os direitos garantidos no local de apresentações, 1 (uma) apresentação gratuita por praça gratuita com acessibilidade, traduções simultâneas (fones de ouvido) possibilitando o acesso à PcD visuais. Planilha Orçamentária: Planilha Orçamentária: Audiodescrição Acessibilidade para PcD auditivos: Os direitos garantidos no local de apresentações, 1 (uma) apresentação gratuita por praça com acessibilidade, com intérprete de libras possibilitando o acesso à PcD auditivos. Planilha Orçamentária: Planilha Orçamentária: Interprete de Libras Contrapartida Social Acessibilidade física: A produção se responsabiliza em garantir o espaço de realização da contrapartida social e atendimento preferencial a idosos e portadores de deficiência, disponibilizando, ainda, rampas de acesso, espaço e assentos adequados que permitam o gozo e o pleno exercício de seus direitos culturais Planilha Orçamentária: Locação de Teatro Acessibilidade para PcD VISUAIS: Os direitos garantidos no local de apresentações, 1 (uma) apresentação gratuita por praça gratuita com acessibilidade, traduções simultâneas (fones de ouvido) possibilitando o acesso à PcD visuais. Planilha Orçamentária: Planilha Orçamentária: Audiodescrição Acessibilidade para PcD auditivos: Os direitos garantidos no local de apresentações, 1 (uma) apresentação gratuita por praça com acessibilidade, com intérprete de libras possibilitando o acesso à PcD auditivos. Planilha Orçamentária: Planilha Orçamentária: Interprete de Libras ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Buscamos ter um olhar atento para abordar questões relativas às pessoas com deficiências e ver como as políticas de inclusão têm mudado ao longo dos anos, e como avanços de representatividade têm sido conquistados, fruto de um trabalho incansável das leis, para isso estamos em evolução e o projeto conta com consultores, presentes e atuantes na equipe no período de pré-paração e apresentações, para o atendimento e divulgação especifica para o atendimento, a equipe contratada de recepcionistas também terá atenção ao atendimento, e sobre as questões de linguagens ou idiomas, através dos consultores vamos locar os equipamentos necessários para a realização da acessibilidade. Planilha Orçamentária item: 34 (recepcionistas).
Para atender à democratização da cultura, art. 28 da IN nº 01/2023 do Ministério da Cultura. ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS - Disponibilizar 100% dos ingressos e serão divididos da seguinte forma: - 10% das apresentações para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; - Disponibilizar 10% dos ingressos para o(s) patrocinador(es); - Disponibilizar 10% dos ingressos para divulgação; - Disponibilizar 20% de ingressos ao público no valor promocional de R$ 30,00; - Disponibilizar 50% de ingressos ao público no valor (inteira) a partir de R$ 30,00 até R$ 250,00; *O projeto prevê atender um público total de aproximadamente 12.000 pessoas - (média de 500 pessoas por apresentação). II - ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27; IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC). Além da disponibilização gratuita de 10% de ingressos; Acesso Palestras/Workshop, voltada prioritarimente para grupos de adolescentes de rede pública e professores. *sendo 50% do quantitativo de beneficiários voltados para estudantes e professores de instituições públicas de ensino, crianças em orfanatos ou idosos em casas de repouso. (V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;) - 2 encontros com até 2 horas de duração; - Total em horas: 4 horas. - A divulgação para inscrição será realizada através de assessoria de produção local e redes sociais do projeto. A estimativa de público para a oficina/palestras: 800 pessoas (400 pessoas por encontro)
Proponente irá exercer e receber pela função de Diretor de Produção: LUQUE DALTROZO = LUÍS HENRIQUE DALTROZO ALVES Ficha Técnica Baseado no texto “A trágica história do Dr. Fausto” de Christopher Marlowe Tradução e Recriação: Fernando de Carvalho e José Celso Martinez Corrêa Direção: José Celso Martinez Corrêa Co-Direção: Fernando de Carvalho Elenco: Leona Cavalli - Ricardo Bittencourt - Marcelo Drumond - Gui Calzavara - Wilson Feitosa - Sylvia Prado - Roderick Himeros - Tony Reis - Gabriel Frossard - Beatriz Id - Felipe Botelho - Ito Alves Direção Musical e Trilha Original: Felipe Botelho Canções Originais: Felipe Botelho, Gui Calzavara, Beatriz Id e Wilson Feitosa Vídeo Arte: Ciça Lucchesi, Igor Marotti e Renato Pascoal Direção de Palco: Nietzsche Cenotécnicos: Nietzsche e Murilo Carraro Efeitos Mágicos: Tatá Trivério Desenhos das Cartas de Tarot: Beatriz Id Logomarca do Espetáculo: Igor Marotti Produção Executiva: Camila Bevilacqua Direção de Produção: Luís Henrique Luque Daltrozo Produção: Daltrozo Produções José Celso Martinez Corrêa - Diretor É um dos nomes mais importantes ligados ao teatro brasileiro. Destacou-se como um dos principais diretores, atores, dramaturgos e encenadores do Brasil. Seu trabalho, encarado às vezes como orgiástico e antropofágico, iniciou-se no fim da década de 1950, e se definiu na década de 1960 quando Zé Celso liderou a importante Teatro Oficina − grupo formado quando integrava a Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo − onde apresentava sua inquietude e irreverência, realizando trabalhos de caráter inovador. Nessa época, destacam-se as encenações de Pequenos Burgueses (1963) − peça que enfoca a Rússia às vésperas de sua Revolução e evidencia numerosos pontos de contato com a realidade nacional anterior ao golpe militar de 1964 −, O Rei da Vela (1967), de Oswald de Andrade − espetáculo-manifesto tornado emblema do movimento tropicalista − e Na Selva das Cidades (1969), obra de Bertolt Brecht que trata da profunda crise que atravessava o país e a equipe artística. Pequenos Burgueses, embora suspenso em abril de 1964 por autoridades militares que acabavam de tomar o poder, rendeu a José Celso todos os prêmios de melhor direção do ano e as críticas colocaram a produção como a mais perfeita encenação do teatro brasileiro; a apresentação retornou aos palcos no mês seguinte. Interessado em eventos culturais, artísticos e políticos, Zé Celso atualmente se intercala entre o cinema e o teatro. Trabalhou em Encarnação do Demônio (2007), de José Mojica Marins (lançado em 2008), dirige e atua em inúmeras peças teatrais, ainda comandando o Teatro Oficina, mesmo depois de cinquenta anos − como em Santidade (2007). Por experimentar formas ousadas de se realizar uma peça teatral, Zé Celso já se viu entre críticas sensacionalistas. Num caso mais recente, sua peça Os Sertões, quando montada em 2005 em Berlim, Alemanha, causou polêmica na capital pelo fato dos atores ficarem nus em determinadas cenas. Trabalhando − seja dirigindo, adaptando, ou realmente numa colaboração − com nomes que vão de Augusto Boal, Henriette Morineau, Fernanda Montenegro, Sérgio Britto, Raul Cortez, Bete Coelho e Flávio Império a Chico Buarque, William Shakespeare, Nelson Rodrigues, Max Frisch, Bertolt Brecht e Máximo Gorki, Zé Celso construiu um dos mais originais percursos dos palcos brasileiros. Com a realização de Vento Forte Para um Papagaio Subir (2008) − de sua própria autoria e montada primeiramente em 1958 − Celso prova que, mesmo com oitenta anos, ainda está com a criatividade e disposição em vigor. Concomitantemente ao processo de nosso Fausto, Zé Celso foi distinguido com o (seu primeiro) título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal da Bahia. Ricardo Bittencourt - Ator Nascido na Bahia, mora em São Paulo desde 2000, quando passou a integrar o elenco do Teatro Oficina, sob a direção de José Celso Martinez Corrêa, na montagem de “Os Sertões” de Euclides da Cunha. Na Bahia, criou e atuou na Cia Teatral Los Catedrásticos com o espetáculo NPB – Novíssima Poesia Baiana, em cartaz por 15 anos. Participou de dezenas de montagens teatrais, entre elas de Nelson Rodrigues e Samuel Beckett. Na TV baiana, ganhou fama como apresentador do Em Off e O Repórter. Em São Paulo, esteve em cartaz com o monólogo O Homem da Tarja Preta, direção de Bete Coelho. Em 2015, estreou Boca a Boca no Instituto Camões de Lisboa. O espetáculo foi apresentado em São Paulo nas unidades dos CÉUs, Sesc Pinheiros e Biblioteca Mario de Andrade. Leona Cavalli - Atriz Atriz e diretora. Ganhadora de vários prêmios, incluindo um Prêmio APCA, dois Prêmios Qualidade Brasil, um Prêmio Shell, e um Prêmio Guarani, além de ter recebido indicações para três prêmios Grande Otelo. Leona fez sua estreia no teatro profissional aos 16 anos participando de uma montagem de Valsa n° 6. Após estudar teatro na PUC em São Paulo, ela fez parte de outras montagens de peças clássicas, como Farsa de Inês Pereira e Auto da Barca do Inferno. Ela recebeu aclamação da crítica por sua performance no filme Um Céu de Estrelas (1996), onde interpretou a cabeleireira Dalva, que vive um relacionamento sombrio e violento com seu marido. Por seu trabalho, ela venceu o Prêmio APCA de Melhor Atriz em Cinema, o Candango de Melhor Atriz pelo Festival de Brasília, além de ter recebido sua primeira de quatro indicações ao Prêmio Guarani. Em 2000 passou a interpretar Geni na peça Toda Nudez Será Castigada, uma peça teatral escrita por Nelson Rodrigues em 1965, pela qual ela venceu o Prêmio Shell de Melhor Atriz. Em 2002 foi elogiada por seu retrato de Blanche DuBois na peça Um Bonde Chamado Desejo, vendendo o Prêmio Qualidade Brasil de Melhor Atriz em Peça de Drama. Cavalli sua estreia na televisão em uma participação especial na série Os Normais, na TV Globo, em 2002. No mesmo ano, ela atuou no filme Amarelo Manga, dirigido por Cláudio Assis. Por seu desempenho, ela recebeu novamente aclamação da crítica, vencendo o Prêmio Guarani de Melhor Atriz Coadjuvante e sendo indicada ao Grande Otelo de Melhor Atriz.[1] Suas atuações nos filmes Carandiru (2003) e Contra Todos (2004) lhe renderam indicações da Academia Brasileira de Cinema ao Grande Otelo de Melhor Atriz Coadjuvante e Melhor Atriz, respectivamente. Luís Henrique Daltrozo (PROPONENTE) – Coordenador de Produção / Coordenação geral de Produção Produtor cultural desde 1982, realizou inúmeros trabalhos com teatro, música, dança, literatura e televisão. No teatro, produziu em 2016 A tragédia e a comédia latinoamericana que recebeu os prêmios Shell, Bravo e Governador do Estado), direção Felipe Hirsch - Teatro Sesc Consolação, Teatro Sesc Vila Mariana SP, Teatro Coliseu Santos. Produziu ainda Avenida Dropsie, direção Felipe Hirsch, Teatro do Sesi SP. Foi também produtor de A senhora de Dubuque, direção Leonardo Medeiros, Teatro Crowne Plaza SP, dentre outros. Em 2019 produziu os espetáculos Fim, direção de Felipe Hirsch no Teatro Sesc Consolação, Mãe Coragem com direção de Daniela Thomas no Ginásio do Sesc Pompéia SP e Erêndira, direção de Marco Antônio Rodriguesno Teatro do Sesi SP.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.