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PRONAC 232939Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

XXII FESTIVAL DE ÓPERA DO THEATRO DA PAZ

ACADEMIA PARAENSE DE MUSICA
Solicitado
R$ 1,21 mi
Aprovado
R$ 1,21 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ópera
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais
Ano
23

Localização e período

UF principal
PA
Município
Belém
Início
2023-08-10
Término
2026-08-24
Locais de realização (1)
Belém Pará

Resumo

Produção/realização de um espetáculo operístico durante a 22a. versão do FESTIVAL DE ÓPERA DO THEATRO DA PAZ, com três apresentações e, como contrapartida social,ensaio geral aberto, gratuito ao público.

Sinopse

SINOPSE DE LUCIA DI LAMMERMOOR "Lucia di Lammermoor" é uma ópera trágica em três atos composta por Gaetano Donizetti, com libreto de Salvadore Cammarano baseado no romance "The Bride of Lammermoor" de Sir Walter Scott. A ópera estreou em 1835 e é ambientada na Escócia do século XVII. A história gira em torno do trágico amor entre Lucia Ashton e Edgardo di Ravenswood, membros de famílias rivais. Aqui está uma sinopse da trama: 1º Ato: A casa Ashton está enfrentando dificuldades financeiras e deseja restaurar sua fortuna através da aliança entre Lucia Ashton e Arturo Bucklaw. No entanto, Lucia está secretamente apaixonada por Edgardo di Ravenswood, membro da rival família Ravenswood. Ela e Edgardo reafirmam seu amor, mas os conflitos entre as famílias começam a crescer. 2º Ato: Enrico Ashton, irmão de Lucia, conspira para separar o casal, forjando uma carta que faz Lucia acreditar que Edgardo a traiu. Lucia é forçada a se casar com Arturo, enquanto Edgardo acredita que Lucia o traiu e se envolveu com outro homem. 3º Ato: No dia do casamento de Lucia e Arturo, Edgardo confronta Lucia e acusa-a de traição. Ela, no auge da angústia e instabilidade mental, concorda em se casar com Arturo, enquanto Edgardo a amaldiçoa e parte para o exílio. Na noite de núpcias, Lucia, em um estado de confusão mental, mata Arturo. No último ato, Lucia, à beira da insanidade, canta a famosa "Mad Scene", revelando a tragédia de seu estado mental e o assassinato que cometeu. Edgardo retorna, e no dueto final, eles expressam seu amor mútuo antes de Edgardo tirar sua própria vida. "Lucia di Lammermoor" é uma história de amor impossível, rivalidade entre famílias e tragédia, com belas composições musicais que capturam as intensas emoções dos personagens. A ópera é conhecida por sua famosa "Mad Scene" e pelo poderoso dueto final entre Lucia e Edgardo.

Objetivos

OBJETIVO GERAL - Realizar um espetáculo operístico, no contexto do Festival de Ópera do Theatro da Paz, em sua 22a. edição. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Produzir a Ópera "Lucia di Lammermoor" de Gaetano Donizetti, com 03 apresentações dentro do XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz, com público máximo de 2346 lugares no teatro. - Fomentar a geração de empregos da economia criativa local com criação de empregos diretos e indiretos. - Oportunizar a jovens e adultos de área de maior vulnerabilidade o acesso a politicas públicas de cultura, através de espetáculos operísticos com parceria do projeto territórios pela paz (TERPAZ), fomentando assim a criação de platéia.

Justificativa

O projeto, com suas duas atividades, adequa-se perfeitamente aos objetivos do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, como se especifica a seguir. O projeto enquadra-se nos seguintes incisos do Art.1º da lei 8.313: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. e, Art. 3° - Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV a) - distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; O Festival de Ópera do Theatro da Paz, a despeito da grande visibilidade e notoriedade que vem alcançando ao longo dos anos, necessita de apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura por representar grande investimento em diversos setores da economia. A ópera possui uma das maiores cadeias produtivas das artes. Gera emprego e renda para a população de Belém e do Pará, garantindo novas oportunidades de ocupação. A economia criativa tem sido um dos grandes motores do século 21 e o Festival de Ópera do Theatro da Paz, que tem mais de 21 anos de realizações, é um projeto que já está no calendário nacional de grandes eventos .

Especificação técnica

Lucia di Lammermoor, é uma ópera em 3 atos de Gaetano Donizetti, com libreto de Salvatore Cammarano, baseada no romance "The Bride of Lammermoor" (A Noiva de Lammermoor), de Walter Scott, dividida em 3 atos com duração total de duas horas e vinte e cinco minutos. A Montagem é composta por: 50 coralistas, 7 solistas,uma orquestra de 70 músicos e 4 figurantes.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE FÍSICA O Theatro da Paz, onde o Festival acontecerá, já dispõe de todas as facilidades de acesso físico para idosos e cadeirantes, incluindo rampas, elevador especial, e banheiro especial. Não haverá, portanto, aumento de despesas para este projeto. Haverá também uma equipe (Receptivo) para atendimento humano à pessoas com dificuldades de locomoção, assim como serão disponibilizados 38 lugares especiais, gratuitos, na plateia, para idosos, PCD e outros. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO Descrição em áudio no início e em momentos especiais ao longo dos espetáculos. Distribuição de folhetos na entrada do Theatro e divulgação em mídias sociais e site oficial do Theatro, com informações sobre os espetáculos. Apresentações em linguagem de libras em momentos especiais. Legendas serão exibidas ao longo do espetáculo na parte superior do pano de boca do palco.

Democratização do acesso

O projeto adotará o inciso VI, do Art. 28, da IN 01/2023, que tem a seguinte redação: Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas. O Festival terá ensaios abertos ao público limitado à capacidade do teatro. De acordo com a Portaria Estadual 830 1994 - o Theatro disponibiliza, gratuitamente, 5% da sua lotação total, o que representa 38 lugares, específicos na plateia, para idosos, PCD, e outros. São também disponibilizados ingressos de meia entrada para estudantes, idosos, profissionais de educação de baixa renda e crianças de 3 a 12 anos.

Ficha técnica

A Academia Paraense de Música, como proponente, será responsável por toda a parte administrativa, contratação de pessoal artístico, técnico, de produção e direção. Será remunerada pelos valores dos custos vinculados de administração. Será responsável também pela contratação de projetos de peças de comunicação, publicidades em diversas mídias e a coordenação geral de todos os eventos. Essa divulgação será bancada pela verba vinculada de divulgação. Presidente da APM - HUMBERTO AZULAY Pianista membro da Academia Paraense de Música onde ocupa a cadeira 17, iniciou seus estudos com Glória Caputo, concluindo em 2003 o Curso Técnico no Instituto Estadual Carlos Gomes e em 2005 o Bacharelado em Piano, sob a orientação da mesma. Concluiu em 2010 a Especialização em Fundamentos da Criação Musical e em 2012 o Mestrado em Artes, ambos pela UFPA. Participou de diversos máster-classes com os professores Miguel Proença ( BRA ), Daniel Schenne ( USA ), Elzibieta Sternlicht ( ALE ), Dália Ouziel ( BLG ), Achille Picci ( BRA ) e Anne Borg (ALE ). Tomou parte em 5 Concursos Nacionais de Piano, sendo sempre premiado entre os 3 primeiros. Apresentou-se como correpetidor, camerista e solista em diversas edições do Festival Internacional de Música do Pará, Encontro de Violoncelos da Amazônia, Encontro de Cordas do Pará, Congresso da ANPOM, Festival “Villa Lobos” (RJ) e Festival de Ópera da Amazônia nas óperas “O Guarani”, “Gianni Schicchi”, “Dom Pasquale”, “La Boheme” e “Carmina Burana”. Atuou como pianista da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz no período de 2005 a 2008, tendo trabalhado com Mateus Araújo, Helena Herrera, Richard Markson, Gabrielle Bellini e Roberto Duarte. Atuou como Professor e Correpetidor no curso de Bacharelado em Música da Universidade do Estado do Pará e no Instituto Estadual “Carlos Gomes” entre 2006 a 2020. Atualmente é correpetidor e professor de piano da Escola de Música da UFPA e Vice – Presidente da Academia Paraense de Música. Diretor Geral - Daniel Araujo Daniel Araujo é um renomado barítono paraense, com uma carreira eclética que abrange tanto o campo erudito quanto o popular.Se formou em canto lírico pela Universidade Estadual do Pará, sob a orientação de Malina Mineva. Posteriormente, completou seu mestrado na Universidade do Missouri, nos Estados Unidos, sob a tutela de Jo Ella Todd. Nos Estados Unidos, além de suas atividades como professor na Universidade do Missouri também se destacou como solista em óperas e oratórios. Participou de produções como "O Messias" de Handel, "The Consul" de Gian Carlo Menotti e a ópera inédita "The Corps of Discovery" de Michael Ching e Hugh Moffatt. No Brasil, participou como solista na Cantata Profana "Carmina Burana" e na Missa Cubana apresentada no Festival Internacional de Música do Pará. Além disso atuou na ópera "Madame Butterfly" no Festival de Ópera do Teatro da Paz, colaborou com músicos populares paraenses, como Walter Bandeira e Iza Felipe em diversos shows e apresentações. No campo do canto coral se destacou como solista em obras como o "Réquiem" de G. Fauré, o "Magnificat" de J. S. Bach, a "Missa da Coroação" de W. A. Mozart , entre outros, fez parte do Coro Carlos Gomes que foi premiado em competições e olimpíadas internacionais na Itália e Áustria.Como vocalista do Grupo Vocal AMA, gravou CDs como "Santo És" e "É Natal!", é presença marcante na cena do jazz, sendo um dos principais solistas da Amazônia Jazz Band, interpretando clássicos de artistas como Frank Sinatra, Nat King Cole, entre outros. Sua carreira abrangente e suas habilidades versáteis o destacam como um talento musical notável, tanto no Brasil quanto internacionalmente. Desde 2019 exerce o cargo de diretor do Theatro da Paz, um dos espaços culturais mais importantes do Brasil, sua posição como diretor implica uma grande responsabilidade na coordenação das atividades artísticas, na preservação do patrimônio cultural e na promoção das artes na região. Isso demonstra seu profundo envolvimento e compromisso com a cena cultural e artística local, bem como sua capacidade de liderança em um ambiente tão significativo para a vida cultural da região e do país. Diretora Artística - Jena Vieira Jena Vieira é uma renomada Produtora Cultural, Empresária, Cantora Lírica, Diretora Cênica, Professora de Inglês e de Canto, além de atuar como Diretora Artística do Festival de Ópera do Theatro da Paz desde 2019.Possui graduação e mestrado em canto lírico pela Universidade de Missouri, EUA, onde estudou com a soprano Jo Ella Todd. Sua busca por excelência a levou a prosseguir com estudos de doutorado em canto lírico na University of Oklahoma, EUA, onde teve o privilégio de aprender com artistas renomados , como a mezzo-soprano Marilyn Horne. A paixão pela ópera também a conduziu ao campo da direção, tendo estudado com William Ferrara, renomado diretor de ópera, e trabalhado como assistente de direção em companhias de ópera. O reconhecimento de seu talento e dedicação a levou a receber uma bolsa de estudos do MINC para realizar um Curso de Direção de Ópera na Accademia Europea di Firenze, na Itália. De volta a Belém, contribuiu substancialmente para a cena artística local, ministrou cursos, dirigiu óperas e fundou projetos, incluindo o Ópera Estúdio FCG e o ENCANTA. Com uma vasta experiência, ela exerceu cargos importantes, como Diretora Técnica da Fundação Carlos Gomes, onde idealizou projetos como o Música nos Museus e dirigiu festivais renomados. No Festival de Ópera do Theatro da Paz, dirigiu óperas de diversos compositores e consolidou seu papel como diretora cênica de destaque. Sua influência ultrapassa fronteiras, participando de concursos de canto lírico como jurada e sendo convidada para dirigir importantes festivais de ópera , como o Festival Amazonas de Ópera. Seu compromisso com a excelência artística e a formação cultural continua a impactar e enriquecer a cena musical e operística, tanto regional quanto internacionalmente. Diretora de Produção -Nandressa Nunez Nandressa Nunez é originária de Linhares, no Espírito Santo, e possui uma formação em Artes Plásticas pela UEMG (Universidade do Estado de Minas Gerais), iniciou sua carreira como assistente de cenografia sob a orientação do cenógrafo e figurinista Raul Belém Machado no Palácio das Artes, em 1998, durante a produção da ópera "La Traviata". Desde então, acumulou um currículo impressionante, tendo trabalhado em mais de 45 óperas, incluindo produções como "Don Giovanni", "O Barbeiro de Sevilha", "Aida", "Il Guarany", "Turandot", "Lohengrin", "Andrea Chenier", "Carmen", "Madame Butterfly", "Rigoletto", "Gianni Schicchi", "La Bohème", entre outras. Nandressa também exerceu funções de Diretora de Palco no Festival de Ópera do Theatro da Paz, começando em 2003 com a ópera "A Flauta Mágica", dirigiu todas as produções de palco do festival até 2006, bem como as óperas "Il Guarany" em 2007 e "Don Pasquale" em 2008. Além disso, atuou como assistente de produção de Eliane Lax no Theatro Municipal de São Paulo, onde também se destacou como produtora executiva de diversas óperas, incluindo "Olga", "João e Maria" e "A Italiana em Argel". Assumiu a Direção de Produção do Festival Internacional de Ópera da Amazônia de 2007 a 2010. Em 2011, foi uma das produtoras convidadas para as óperas de reabertura do Theatro Municipal de São Paulo, atuando como Produtora Executiva da ópera "O Menino e os Sortilégios". Essa produção recebeu várias indicações e prêmios, incluindo o Prêmio Carlos Gomes de "Melhor Espetáculo de Ópera". Pelo seu relevante trabalho na cultura do estado do Pará, ela foi agraciada em 2012 com a Comenda "Cidadão Pará" pela Assembleia Legislativa do Pará.Em 2019, Nandressa Nunez reassumiu a posição de Diretora de Produção no Festival de Ópera do Theatro da Paz, consolidando seu papel fundamental na promoção e no desenvolvimento da ópera no Brasil. Suas conquistas notáveis e sua dedicação à cena cultural e artística são evidentes em seu percurso profissional.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.