| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 89674782000158 | JOHN DEERE BRASIL LTDA | 1900-01-01 | R$ 300,0 mil |
| 06016348000153 | VENTOS DO SUL ENERGIA S/A | 1900-01-01 | R$ 95,0 mil |
| 90627332000193 | Distribuidora Meridional de Motores Cummnis S/A | 1900-01-01 | R$ 25,0 mil |
| 92691609000172 | Navegação Aliança Ltda. | 1900-01-01 | R$ 20,0 mil |
Realizar a terceira edição do Festival de Teatro para Crianças - FESTECRI com apresentações deespetáculos para crianças de teatro, oficinase bate papos formativos.
Os espetáculos que irão compor o 3º Festival de Teatro para Crianças terão sua curadoria finalizada quando da aprovação do projeto. Encaminhamos abaixo, 03 espetáculo já pré-selecionados, ainda aguardando confirmação: AS AVENTURAS DE JOÃO, A PRINCESA E O TAPETE VOADOR Lá depois da curva, subindo e descendo o morro moravam Dona Cotinha e seus dois filhos: Pedro e João. Um convite e uma bolsinha mágica mudam completamente o destino dos irmãos. Tem cigana, cavalheiro e princesa nessa história, até um tapete voador. De maneira lúdica, com canções inéditas e cantigas de roda bem conhecidas de nossas crianças os protagonistas e o público vão descobrindo que ser diferente é muito legal. Autor: Guilherme FerrêraDireção: Suzi MartinezElenco: Clarissa Siste, Henrique Gonçalves e Guilherme FerrêraClassificação Etária: Livre para todos os públicos.Duração: 55 minutos ANDARILHO Andarilho é um espetáculo onde o público é convidado a compartilhar de um acontecimento, buscando no fundo da memória suas lembranças mais queridas. O enredo permeia entre histórias, causos, cantos, versos e danças inspiradas na cultura interiorana. A luz desenha de forma muito sutil as mudanças de clima. O cenário é simples... e se transforma. Um tapete, inspirado no mapa do Rio Grande do Sul, acolhe e também dá a perspectiva de quem trilha por todos os cantos do estado, acumulando poucas bagagens e muitas histórias. Assim também são os adereços. Os viajantes carregam apenas o necessário, e cada coisa serve para muitas outras. Os figurinos, feitos artesanalmente pelos mesmos que contam essas histórias, vêm carregados de lembranças, fazendo com que reconheçamos esses personagens por coisas que estão no nosso imaginário. Andarilho é um espetáculo para todas as idades. O enredo ocorre em solo gaúcho, mas pertence a todos os cantos do mundo. Direção: Alex LimbergerDramaturgia: Lú EndressElenco: Gustavo Dienstmann, Philipe Philippsen e Valquíria CardosoTrilha sonora: Germano Reis, Gustavo Dienstmann, Philipe Philippsen e Valquíria CardosoDireção musical: Germano Reis Iluminação: Ricardo VivianFigurino: Gustavo Dienstmann e Valquíria CardosoCenário: Alex Limberger, Gustavo Dienstmann e Valquíria Cardoso Produção: Valquíria Cardoso Classificação Etária: Livre para todos os públicos. Duração: 45 minutos DE LA MANCHA: O CAVALEIRO TRAPALHÃO Livremente inspirado no Clássico Dom Quixote, de Miguel Cervantes comemora o quinto aniversário da Rococó Produções Artísticas e Culturais, um grupo gaúcho que desenvolve pesquisa cênica com o enfoque no hibridismo, buscando resultados que dialoguem com a pluralidade de públicos. Um trabalho autoral que mescla através do seu jogo de linguagens, as técnicas de Teatro, Contação de Histórias, Teatro de Sombras, Canto, Dança, Música e Manipulação de Bonecos, aprofundando o estudo sobre as potências na narrativa épica no teatro para infância e juventude. ADAPTAÇÃO E DIREÇÃO: Guilherme Ferrêra ELENCO: Guilherme Ferrêra e Henrique Gonçalves TRILHA SONORA ORIGINAL: Pedro Borghetti e Guilherme Ceron PRODUÇÃO MUSICAL: Guilherme Ceron | Toca do Graxaim Classificação Etária: Livre para todos os públicos. Duração: 40 minutos
OBJETIVO GERAL Realizar a terceira edição do Festival de Teatro para Crianças, no ano de 2024, no Theatro São Pedro, um dos mais importantes espaços culturais da cidade de Porto Alegre, além de outros espaços na capital e 01 espaço em uma cidade próxima, do interior do estado do Rio Grande do Sul, com um amplo programa de acessibilidade e democratização. Com foco nos estudantes do ensino fundamental da rede pública e entidades que trabalham com públicos de vulnerabilidade social, será adotada gratuidade total em 70% dos ingressos. Para o público em geral, serão destinados 30% dos ingressos, à venda a preços populares. Os espetáculos teatrais terão receptivo para as crianças com performances, além da presença de intérprete da LIBRAS. Também serão realizadas 03 atividades formativas para a classe artística, professores, orientadores e estudantes da área. A contrapartida social estabelece uma oficina de teatro que será ministrada para 500 estudantes e professores de escolas públicas, de forma gratuíta, conforme plano de distribuição. OBJETIVOS ESPECIFICOS Realizar a terceira edição do Festival de Teatro para Crianças repleta de atividades acessíveis aos mais diferentes e diversos públicos, com foco nos estudantes do ensino fundamental da rede pública e instituições com crianças em estado de vulnerabilidade social; 24 sessões de apresentações de espetáculos de teatro, para crianças; Oferecer 70% dos ingressos de forma gratuita e os outros 30% dos ingressos vendidos a preços populares; Realizar 5 mesas de debates para a professores, educadores, classe artística e estudantes, atividade formativa gratuita; Realizar oficina de teatro para estudantes de escolas públicas, formativa gratuita; Incluir ações de promoção do acesso ao conteúdo cultural nos termos do Art.42 da Lei n°13.146/15, nas formas de comunicação previstas no Art.3º da referida Lei, oferecendo apresentações com intérprete da Língua Brasileira de Sinais _ LIBRAS e audiodesrição.
O desejo de interpretar, sonhar e viver diferentes personagens faz parte do imaginário infantil desde a mais tenra idade. É na infância que construímos aptidões, gostos e desejos que nos formam enquanto cidadãos. Gerar oportunidade de contato com as artes na infância deve ser prioridade quando trabalhamos com os eixos de formação de plateia e formação de uma sociedade crítica. É deste entendimento que nasceu o Festival de Teatro para Crianças, aproximando o público infantil gaúcho dos espetáculos realizados especialmente para ele, com grande sucesso. Em 2023, com ainda mais aderência das escolas, repetiu-se o sucesso da primeira edição, sendo cerca de 5.000 crianças contempladas. Inspirados no sucesso das duas primeiras edições, apresentamos a terceira edição deste Festival. Para assegurar o atendimento prioritário às instituições públicas de ensino municipal e estadual, orfanatos, casas lares e instituições não governamentais, novamente 70% de todos os ingressos das apresentações serão destinados gratuitamente a este público, privilegiando crianças de diferentes origens sociais e das mais diversas regiões da cidade. Sendo o transporte um dos empecilhos para os gestores dos espaços de acolhimento infantil trazerem seu público, o projeto prevê uma cota de tansfers para privilegiar estas crianças. Através da realização do 3º Festival de Teatro para Crianças no Theatro São Pedro e em outros espaços, propicia-se a presença do público infantil num espaço que é referência para as artes cênicas no Brasil, uma vivência única para grande maioria deste público. Também nesta edição, visa-se ampliar o alcance, somando apresentações em novos aparelhos culturais da capital e em mais uma cidade do interior do Estado. Com foco na criação de novas experiências e práticas de socialização, o Festival de Teatro para Crianças apresentará ações de cênicas de receptivo às crianças a este novo e lúdico universo, além das apresentações dos espetáculos. O Festival de Teatro para Crianças é destinado para crianças em fase pré-escolar e escolar, entre a faixa etária de 05 a 12 anos. Os espetáculos que integram esta edição a partir da representatividade da peça teatral na cena cultural do Rio Grande do Sul nos últimos anos. A formação de nossa sociedade se faz a partir do estímulo que nós, produtores culturais, formadores de opinião, empresários e órgãos governamentais damos a ela. Independente do segmento que for _ político, social ou cultural _ o importante é podermos oferecer-lhe argumentos consistentes para seu desenvolvimento humano comportamental. O FESTECRI, se adequa a projetos culturais com financiamento do Mecanismo Incentivo apresentando o enquadramento nos incisos do Art. 1º da Lei 8313/9, bem como quais objetivos do Art. 3º. Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais.
CONTRAPARTIDA SOCIAL: AULÃO AULÃO SOBRE TEATRO. Carga horária: 2h Público alvo: Professores e alunos de escolas públicas. Ministrante: Guega Peixoto Tido como uma das mais antigas manifestações culturais da humanidade, o teatro abre espaço para que pessoas se desenvolvam nos seus potenciais criativos e se expressem por meio de interpretações de roteiros e improvisações. Esta arte caracterizou-se como uma atividade artística que desenvolve o corpo e o intelecto, auxiliando no aprimoramento de relacionamento entre as pessoas, em diferentes fases da vida. O teatro também se mostra como uma importante ferramenta educacional. Por meio dele, é possível ajudar o jovem estudante a se desenvolver melhor em uma série de aspectos de alta importância no seu desempenho social, escolar e acadêmico. Um desses pontos importantes é a possibilidade que os jogos teatrais oferecem de melhorar os níveis de expressividade e criatividades dos jovens, proporcionando um verdadeiro salto nesses quesitos. A melhora no modo de falar, no pensamento e na maneira de formular ideias é clara e crescente.Há, também, o forte apelo em relação ao contato com outras pessoas. O participante melhora significativamente a relação social, conhecendo novas ideias e fazendo novos amigos, o que é fundamental para o desenvolvimento dos jovens. A pessoa se desenvolve dentro de instituições que prezam pelo respeito e, estimulam intelectualmente o pensamento, ajudando seus membros a desenvolverem um senso crítico acerca de tudo o que os cerca no dia a dia. O teatro favorece a atividade física, a partir da consciência e expressão corporal, que são fundamentais para a formação equilibrada do indivíduo. Afinal, o homem é um ser social e dinâmico, o que significa que não pode ficar isolado e sem se movimentar, porque isto faz parte de sua constituição física e emocional. O Aulão sobre Teatro propicia um encontro com professores e/ou alunos vivenciando estas experiências. O Aulão consiste em vivenciar técnicas da teatralidade e performatividade artística, usados para exercitar a expressividade da encenação. Os participantes passarão por exercícios práticos e teóricos, a fim de fazer emergir outras possibilidades de leituras sobre si e sobre as ações. Mergulhando na potencialidade de vivências pessoais, geram-se narrativas abstratas e subjetivas, criando improvisações de figuras e personagens para a composição de cenas performaticas curtas. PROGRAMAÇÃO DO ENCONTRO: - apresentação, - dinâmicas com exercícios básicos de percepção, - linha narrativa, - jogos de atuação e criação coletiva. OBJETIVOS: Exercitar de corporeidade, dos campos do teatro e da dança, a fim de provocar estados de jogos para a criação de material físico e cênico. Desenvolver a sensibilidade; Desenvolver a criatividade; Desenvolver a percepção do espaço e relação de possibilidades para a criação. Criar repertório pessoal de ações performáticas e vivenciais para jogos com elenco e com plateia. PROFESSORA: Guega Peixoto Atriz, professora, produtora cultural e diretora, mestranda do Programa de Pós-Graduação Em Educação Na Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS), formada no curso de Graduação em Teatro: Licenciatura na Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (Uergs) e no Teatro Escola de Porto Alegre - TEPA. Idealizadora e professora da OPA Escola de Artes Cênicas. Professora da disciplina de Arte do Primeiro Ano do Ensino Fundamental ao Primeiro Ano do Ensino Médio na Escola Cesi Zona Sul, Entre os anos de 2010 e 2021 compôs o corpo docente da Escola Casa de Teatro de Porto Alegre. Ministrou oficinas de teatro nos projetos: Oficina Online de Teatro do Coletivo Errática, 1º Festival de Teatro Para Crianças, Descentralização Em Cena do Festival Internacional de Teatro Porto Alegre em Cena, Projeto Crescer em Montenegro, Teatro para Crianças no Teatro Novo DC, OffAção: Fluxos Erráticos na Circulação Nacional do Palco Giratório SESC 2018, Laboratório de Percepção: Narrativa da Memória na Penitenciária Modulada Estadual de Montenegro, Oficina de Teatro na FASE CASE POA1 e Colônia de Férias do Colégio Pan American. Integrante do COLETIVO ERRÁTICA desde sua fundação em 2012, tendo participado como atriz e produtora dos espetáculos: Hipergaivota (2020) direção de Francisco Gick, Dispositivo-Gaivota (2019), direção Francisco Gick, Plugue: um desvio imaginativo (2017), direção de Jezebel De Carli, Ramal 340: sobre a migração das sardinhas ou porque as pessoas simplesmente vão embora (2015).
O Festival de Teatro para Crianças terá ações de promoção do acesso ao conteúdo cultural nos termos do Art.42 da Lei Brasileira de Inclusão n°13.146/15, nas formas de comunicação previstas no Art.3º da referida Lei, oferecendo a apresentação de um intérprete da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, em uma apresentação de cada espetáculo. As apresentações do Festival de Teatro para Crianças estão de acordo com o Art.48, para fins de cumprimento das medidas de acessibilidade – determinadas pelo Art.27 do Decreto nº5.761, 27 de abril de 2006; pelo Art.47 do Decreto nº3.298, de 20 de dezembro de 1999; pelo Art.2º do Decreto 5.296, de 2 de dezembro de 2004; e pelos Arts.42 a 44 da Lei nº13.146, de 6 de julho de 2015 –, e pelo §3º do Art.2º da Lei nº8.313 de 1991, em que toda proposta cultural apresentada com vistas ao financiamento do PRONAC, deverá incluir previsão de custos com ações de acessibilidade em seu orçamento analítico. E o material de divulgação do Festival de Teatro para Crianças terá informações sobre a acessibilidade. PRODUTO FESTIVAL DE TEATRO PARA CRIANÇAS ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA: O evento ocorrerá em espaços sem restrição de acesso físico. ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: O evento contará com intérprete de LIBRAS em uma apresentação de cada espetáculo. ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: O evento contará com audiodescrição, em uma apresentação de cada espetáculo, sempre que detectada a necessidade de pessoas com essa deficiência na sessão. ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA COGNITIVA: Os assistentes de produção irão recepcionar e acompanhá-los durante as atividades. PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAIS ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA: O evento ocorrerá em espaços sem restrição de acesso físico. ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: O evento contará com intérprete de LIBRAS em uma apresentação de cada espetáculo. ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA COGNITIVA: Os assistentes de produção irão recepcionar e acompanhá-los durante as atividades.
O Festival de Teatro para Crianças corresponde ao que estabelece os princípios da Lei n°8.313/91, com o Programa Nacional de Apoio à Cultura – PRONAC, nos seguintes itens do Art.1º, Art.3º e Art.28º, relacionadas abaixo: Art.1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art.3º Para cumprimento das finalidades expressas no Art.1° desta Lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Art. 28. I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); II - ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Sabe-se que nem todos os indivíduos têm o costume de frequentar espaços que promovam atividades artísticas. A dificuldade do acesso à eventos culturais é um problema em nosso país e, por esse motivo, são importantes as Leis de Incentivo à Cultura. Por meio delas, é possível oferecer, de forma crescente, programações artísticas com acesso democratizado e para públicos diversificados. PRODUTO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS E FESTIVAL/MOSTRA: - 24 apresentações de teatro para crianças com 70% de gratuidade para instituições públicas; - 24 apresentações de teatro para crianças com 30% de de ingressos a preço popular; - 05 encontros de bate papo gratuítos com 3 horas cada um; PRODUTO CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: - Serão ministradas oficinas de teatro para professores e alunos de escolas públicas (500 pessoas);
PRIMEIRA FILA PRODUÇÕES – GESTÃO ADMINISTRATIVA FINANCEIRA A Primeira Fila Produções surge no ano de 2013 com uma proposta diferenciada: agregar múltiplos parceiros, profissionais qualificados e com atuação destacada nas mais diferentes áreas da cultura, desenvolvendo um rico portfólio em termos de planejamento cultural, produção e realização de produtos e projetos artístico-culturais. A Primeira Fila é responsável pela produção da “Mostra Cinema e Direitos Humanos – MDH” na cidade de Porto Alegre desde o ano de 2013, evento organizado nacionalmente pelo Ministério dos Direitos Humanos. Tendo realizado a exibição de mais de 200 sessões cinematográficas, em diferentes espaços culturais da cidade e com a articulação de diferentes atores sociais regionais relacionados à temática de cada Mostra executada ao longo deste período. De 2017 a 2021, assinou como agente cultural do “Porto Alegre em Cena”, um dos mais importantes festivais de artes cênicas da América Latina. Em seu histórico, a produção local de espetáculos nacionais como: “Hell”, escrito pela francesa Lolita Pille e adaptado por Hector Babenco e Marco Antônio Braz, com Bárbara Paz no elenco; “Incêndios”, com direção de Aderbal Freire-Filho, e no elenco Marieta Severo, Felipe de Carolis, Keli Freitas, Marcio Vito, KelzyEcard, Fabianna de Mello e Souza, Julio Machado e Isaac Bernat; “Bem Vindo Estranho”, com adaptação e atuação de Regina Duarte, Mariana Loureiro e Kiko Bertholini, e direção de Murilo Pasta; “Pluft, o Fantasminha”, montagem do Teatro Tablado com Cláudia Abreu no elenco, direção de Cacá Mourthé; “Perdas e Ganhos”, adaptado do texto de Lya Luft, com direção de Beth Goulart, e Nicette Bruno no elenco; “Tribos”, com direção de Ulysses Cruz e Antonio Fagundes e Bruno Fagundes no elenco; “Opera do Malandro”, texto de Chico Buarque e direção de João Falcão; “Eu Não Dava Praquilo”, direção de Elias Andreato com atuação de Cassio Scapin; “Galileu Galilei”, com direção de Cibele Forjaz e atuação de Denise Fraga; “Cassia Eller o Musical”; e “O Impecável”, com Luiz Fernando Guimarães. Na produção de espetáculos de teatro, realizou "Até o Fim" (2016) de João Carlos Castanha e "Só Para Mulheres" (2019) ambos direção de Zé Adão Barbosa. Em 2018, assinou sua primeira coprodução internacional, o espetáculo “Fremde Heimat Ç€ Pátria Estrangeira”, em parceria com Goethe Institut, Ato Cia Cênica e Staats Theater Karlsruhe, realizando temporada em Porto Alegre e na Alemanha. Em 2020 realizou a montagem, junto a Cia Incomodete, do espetáculo "Palácio do Fim" de Judith Thompson. Na área de teatro para crianças, produziu o musical “A Arca de Noé”, de Vinicius de Moraes e Adivinha o que é, de Juliana Barros. Desde 2015, em parceria com a Mais Produções Artísticas, coproduz o projeto “Acústicos RS”, circulando por algumas cidades do interior do Rio Grande do Sul, apresentando shows acústicos de reconhecidos artistas como Tonho Crocco, Nei Lisboa, Duca Leindecker, Bebeto Alves, Antonio Villeroy, Chimarruts entre outros. Em 2018, o projeto foi também realizado em cidades de Santa Catarina, como Chapecó, Ijuí e Florianópolis. LETÍCIA VIEIRA – COORDENADORA GERAL Diretora da Primeira Fila Produções, atua, desde 1993, no mercado de produção cultural, tendo produzido inúmeros shows, espetáculos de teatro locais e nacionais, eventos culturais e projetos especiais. Na produção de eventos e espaços culturais de referência da cidade, desempenhou atividades na programação artística do Theatro São Pedro por mais de cinco anos (incluindo seus dois períodos de atuação); no Fundo Municipal de Apoio à Produção Artística e Cultural – FUMPROARTE durante quatro anos; em dez edições do Porto Alegre em Cena; na Feira do Livro de Porto Alegre por quatro edições; e no Clube de Cultura por um período de cinco anos. Desde 2008, ministra o curso de “Produção Cultural e Formatação de Projetos de Leis de Incentivo e Editais” na Casa de Teatro de Porto Alegre, tendo realizado anteriormente o mesmo curso no Teatro Escola de Porto Alegre – TEPA por um período de cinco anos. Iniciou trabalhando na direção de produção e produção executiva do grupo teatral Cia das Índias, realizando mais de 20 espetáculos teatrais dirigidos por Zé Adão Barbosa: O Sortilégio da Mariposa, de Federico Garcia Lorca; Todo Amor que houver nessa Vida, de Arnaldo Jabor; Passagem das Horas, de Fernando Pessoa; O Rei da Vela, de Oswald de Andrade; entre outros. Com outros diretores, trabalhou em espetáculos como Do Outro Lado da Cerca, de Hermes Mancilha, direção de Fernando Ochôa; Crucial Dois Um, de Paulo Scott, direção Gilson Vargas; Praga de Unicórnio, direção de Sílvia Medeiros; Tapete Mágico, direção de Hermes Bernardi Jr; Os Amantes da Rua da Praia, direção de Ubiratan Vieira. DANIELA LOPES – COORDENADORA GERAL Daniela Lopes é Bacharel em Comunicação - Habilitação em Relações Públicas, fundadora da Cardápio Cultural, há quinze anos atua em produção, planejamento e administração de projetos culturais. Em sua trajetória produziu inúmeros projetos e temporadas em Porto Alegre, interior e em diversos estados brasileiros, tais como Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Sergipe, Alagoas, Paraíba, Rio Grande do Norte, Piauí, Brasília, Goiânia, Tocantins e também na Argentina.No teatro foi produtora executiva dos espetáculos e projetos: “Sobre Anjos & Grilos - O Universo de Mario Quintana”; “Histórias de Um Canto do Mundo - Memórias de Porto Alegre e do Rio Grande do Sul”; “Pois é, Vizinha...”; “Um Certo Capitão Veríssimo” e “GPS GAZA”, todos da Companhia da atriz Deborah Finocchiaro (2008 A 2016); “Ópera na UFRGS/ Tempos de Solidão - Missa do Orfanato (W. A. Mozart)”; “Sobre Anjos & Grilos - Turnê RS” (financiamento da Lei Rouanet e patrocínio da Sulgás), da Companhia de Solos & Bem Acompanhados; “Alice no País das Maravilhas” (prêmio FUMPROARTE/2014 para montagem e temporada) do Grupo Signatores – Teatro com Surdos; “Frida Kahlo, à Revolução!” da Cia Dramática; “Nós Por Nós”, do Grupo Teatro Sarcáustico; “Moacyr Scliar - 80 anos”; “Bernarda”, do Grupo de Teatro Meráki; “Arena Selvagem”, Grupo Cerco, com direção de Inês Marocco (Selecionado no Edital Teatro de Arena 50 Anos – Pró-Cultura RS FAC), Prêmio Açorianos de Melhor Direção, Prêmio Braskem de Melhor Espetáculo (Júri Oficial e pelo Júri Popular); “Trago Sorte Mentira & Morte”, Grupo Cerco, com direção cênica de Inês Marocco e Kalisy Cabeda, direção musical de Simone Rasslan, realizado através do prêmio FAC Teatro Hoje, da Secretaria de Estado do Rio Grande do Sul.Desde 2010 é produtora de projetos para o Grupo Signatores – Teatro com Surdos, cujo trabalho foca nas demandas contemporâneas de acessibilidade e inclusão de pessoas com necessidades especiais.Atualmente administra e dirige a produção (2018, 2019 e 2023) do FIDPOA - Festival Internacional de Dança de Porto Alegre, faz parte da coordenação geral do FESTECRI - Festival de Teatro para Crianças e gestora dos projetos Nossa Biblioteca I e II e Biblioteca Porto Alegre 250 anos.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.