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Montagem e temporada, na cidade do Rio de Janeiro, do espetáculo infantil "Santos Dumont: Um Sonho Brasileiro", que comemora os 150 anos do inventor. A presente proposta conta ainda com uma oficina formativa cultural totalmente gratuita.
Da infância na fazenda à conquista dos céus com o 14-Bis, a peça “Santos Dumont: Um Sonho Brasileiro” é um espetáculo musical infantil, que promove um voo por alguns momentos marcantes da trajetória deste grande inventor. Através da narração de sua amiga Marie Volant, vamos conhecer um pouco dessa história de superação e persistência, recheada de aventura, brincadeiras, poesia e desejo de liberdade. Vamos acompanhar sua trajetória relembrando momentos como a emoção de pilotar um trem aos 13 anos de idade, de trazer o primeiro carro para o Brasil e construir o primeiro balão dirigível a dar uma volta pioneira em torno da Torre Eiffel. No aniversário de 150 anos de seu nascimento, falar em Santos Dumont é reacender a chama do sonho de voar, como gesto maior de superação e afirmação da coragem de ser e estar no mundo. A dramaturgia passeia por diversas áreas do saber e campos de conhecimento fundamentais na trajetória de Santos Dumont. A partir de uma encenação viva e das músicas originais, a peça leva o público a refletir e compreender a importância da imaginação, experimentação e a conhecer melhor a história desse brasileiro que transformou e foi transformado pela arte e pelo conhecimento.. Classificação indicativa etária: Livre
OBJETIVO GERAL: Esta proposta tem como objetivo estrear o espetáculo infantil "Santos Dumont: Um Sonho Brasileiro", para fomentar o enriquecimento cultural dos espectadores com uma peça inédita para mostrar que é possível sonhar, inventar realizar aquilo que se almeja e vamos conhecer a história de superação e persistência deste grande inventor, através da narração de Marie Volant, recheada de aventura, brincadeiras, poesia e desejo de liberdade. .Além disso, a aproximação com o público será maior devido ao projeto de acessibilidade e democratização do acesso. Assim, incentivamos a formação do novo público teatral, literário e musical, tornando perpétuo, também, o amor pela arte entre as gerações. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Realizar 8 (oito) apresentações na cidade do Rio de Janeiro;- Realizar 2 (duas) apresentações com tradução simultânea em LIBRAS a fim de contemplar o público com deficiência auditiva no Rio de Janeiro- Destinar 20% do total de ingressos para distribuição gratuita à população (para alunos da rede pública de ensino, ONGs, associações de crianças e de portadores de necessidades especiais);- Como contrapartida social, realizar 4 (quatro) oficinas sobre o sonhos a partir do teatro ( projeto pedagógico em anexo) em escolas da rede pública de ensino e 1 (um) ensaio aberto
Resgatar a memória de um personagem como Santos Dumont é compartilhar com o público um olhar direcionado ao passado que aponta para possibilidades de futuro. Ressaltando a criatividade e o pioneirismo, o espetáculo é uma verdadeira celebração da inventividade do povo brasileiro e a valorização da ciência e pesquisa também abre diálogo com a contemporaneidade. A proposta brincante, com características do teatro de rua/ teatro popular, amplia e horizontaliza a comunicação com o público, convidando-o a interagir mais intimamente com o teatro. O projeto dialoga com referências culturais oriundas de vários lugares do Brasil, da cultura francesa, apresentando ao jovem público a história com grandes referências e pluralidade cultural, como com Júlio Verne, o mito de Ícaro e a obra de Dias Gomes. O sonho de voar surge como metáfora para a superação de dificuldades e afirmação da vida em todos os sentidos, dialogando com os desafios de inclusão e acessibilidade. As narrativas de infância na peça apontam a importância do resgate da própria memória. Trazer esse tema, especialmente para crianças e adolescentes, é de suma importância já que a peça busca criar um maior envolvimento do público com uma passagem importante da história de seu país, tornando o espectador pertencente e atuante nas conquistas coletivas do Brasil, através dessa figura inspiradora, ainda com pouca representação no teatro, principalmente para o público infanto-juvenil. A peça "Santos Dumont: Um Sonho Brasileiro" atinge especialmente as novas gerações, intensificando o reconhecimento de sua própria capacidade criadora. Além disso, com a ação formativa cultural, a criança será diretamente tocada pelo tema central do espetáculo: a busca pelos seus sonhos. Por se tratar de uma oficina gratuita para alunos da rede pública de ensino, alunos que nunca tiveram contato com o fazer teatral, poderão ter essa experiência, trabalhando na formação de um novo potencial de público e de trabalhadores da cultura. Esta montagem contará com plano de divulgação, democratização e acessibilidade visando alcançar o grande público, não sendo possível sua realização com recursos próprios. Assim, incentivando a economia criativa nacional, colabora para a valorização da arte para crianças nas novas gerações, além de fomentar a geração deempregos diretos e indiretos.. Dessa forma, seguindo as diretrizes do Art.1 da Lei 8313/91, a presente proposta irá: IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Se enquadrando ainda nos seguintes incisos do Art. 3 da mesma: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Não se aplica.
Não se aplica.
De acordo com o Art. 25 da IN n°1 de 2023, a proposta cultural tem Plano de Acessibilidade que garante: Produto principal - ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade física: A escolha do teatro para execução deverá seguir as normas de acessibilidade para pessoas com deficiência física e idosos, com rampas de acesso, banheiros com acessibilidade, assim como local apropriado para a sua acomodação na plateia, portas com largura adequada para passagem de cadeira de rodas e funcionários capacitados para atender adequadamente os portadores de necessidades especiais (conforme a Lei nº 13.146, de 2015). Acessibilidade para deficiente visuais: Disponibilidade para visita tátil guiada ao palco. Além disso, em todas as publicações nas redes sociais, serão incluídas legendas descritivas das imagens contendo a hashtag "#pracegover" ou similares. Acessibilidade para deficientes auditivos: Sessões com tradução simultânea em LIBRAS e fornecimento do roteiro do espetáculo para melhor acompanhamento. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: A escolha das escolas para execução deverá seguir as normas de acessibilidade para pessoas com deficiência física, com rampas de acesso, banheiros com acessibilidade, assim como local apropriado para a sua acomodação na sala da oficina, portas com largura adequada para passagem de cadeira de rodas e funcionários capacitados para atender adequadamente os portadores de necessidades especiais (conforme a Lei nº 13.146, de 2015). Acessibilidade para deficientes visuais: Material descritivo e elaboração das atividades incluindo experiência tátil e sonora com instrumentos musicais e objetos de cena. Acessibilidade para deficientes auditivos: Intérprete de LIBRAS. Medidas de acessibilidade já estão incluídas no orçamento do projeto.
Seguindo o Artigo 27° da IN n°1 de 2023, o Plano de Distribuição conta com 20% (vinte por cento) do total de ingressos destinados exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social por meio do contato com ONGs ou projetos sociais e mínimo de 10% (dez por cento) para comercialização divulgada nas redes sociais a preços populares que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura. A produção não adotará limite para comercialização de ingressos de meia entrada e será realizado 1 (um) ensaio aberto gratuito antes da estreia do espetáculo. PRODUTO CADASTRADO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS De acordo com o Artigo 28° da IN Nº1 de 2023, a proposta cultural prevê: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); II - ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; PRODUTO CADASTRADO: CONTRAPARTIDA SOCIAL VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;
Nome: Rômulo Sá (Rômulo Rodrigues Costa e Sá) Função: Coordenação geral, roteirista e ator (proponente) OBSERVAÇÃO: As rubricas destinadas ao proponente são as de número 1, 3 e 5 da planilha financeira. O proponente é o idealizador e responsável pela gestão do processo decisório do projeto. CURRÍCULO: Ator, educador e produtor cultural. Graduando em Artes Cênicas pela Unirio, atuou em diversas peças e realizou diversas performances nos espaços públicos - Ciberfagia (2017), Sociedade Secreta dos Palhaços Sagrados (2018), O que Sobrou do Céu (2019), Conselho de Classe (2022), País Gambiarra (2022), entre outros. Atuou como idealizador, produtor e educador nos projetos: Teatro na Praça (Aldir Blanc - 2020) - projeto de oficinas de teatro, gratuitas e continuadas, realizadas em espaços públicos, com turmas de adolescentes, adultos e idosos; Ativação Cultural São Carlos (FOCA 2021) - projeto de oficinas artísticas, saraus e roda de conversa voltada para as comunidades São Carlos e Mineira (Estácio - RJ), especialmente para crianças e jovens. Atuou também como assistente de produção no projeto Sopa de Letras (2015 a 2018) e no I Festival Estudantil de Teatro do Colégio Pedro II (2022). Como oficineiro já atuou em diversos espaços (escolas e cursos, centros culturais, ocupações, espaços públicos) e com variados públicos (todas as faixas etárias; diversos cortes socioeconômicos e geográficos). Participou como bolsista de pesquisa no projeto NEPAA (Unirio), sob orientação do professor Zeca Ligiéro. Tem interesse pelo teatro enquanto processo pedagógico e terapêutico e enxerga as artes e as culturas como possibilidades de transformação pessoal e social. Atualmente, integra a Cia Teatro de Busto, coordena as atividades do Núcleo de Teatro do Círculo Laranja (ONG voltada para a educação popular e a sustentabilidade no Grande Méier - RJ), é membro do Fórum Carioca de Arte Pública e atua como professor de teatro em escolas do Rio de Janeiro. Nome: Gustavo Kaz (Gustavo Weikersheimer) Função: Diretor de produção Currículo: Produtor, diretor, ator, cenógrafo e roteirista, começou a estudar teatro na Casa do Teatro Célia Helena (2010-2014), em São Paulo. No Rio de Janeiro, fez aulas no Teatro O Tablado (2015-2019), onde participou de festivais e diversas montagens de espetáculos e Bacharelado em Atuação Cênica na UNIRIO (2019 - ). Frequentou cursos livres na Casa das Artes de Laranjeiras (CAL), além de diversos cursos de dramaturgia, cenografia, produção e direção teatral. Fez a peça “O Ateneu” no Teatro Casa Grande como ator. Apresentou a esquete “Pra Falar a Verdade” (2020), vencedora de prêmios por festivais no estado do Rio. Foi assistente de preparação de elenco de “Turma da Mônica - a série” (2022, dir. Daniel Rezende), confeccionou os adereços e estagiou em “PinóQuio”, da cia. PeQuod (2021, dir. Miguel Vellinho, de Tim Rescala). Foi assistente de produção do Museu do Amanhã (2022, RJ) e de “Pluft, o fantasminha” da cia. PeQuod (2022, dir. Miguel Vellinho, de Maria Clara Machado). Recebeu o prêmio de melhor ator no 3º FESTAR, com a peça “Conselho de Classe”, do Grupo Teatro de Busto, que é um dos integrantes. Dirigiu, escreveu e produziu a peça "Na Minha Época", com Pedro Motta e Savio Moll, em duas temporadas na cidade do Rio de Janeiro (2022 e 2023, Teatro Gláucio Gill e Teatro Cândido Mendes) Nome: Dilma Mesquita (Dilma Mesquita de Lacerda Loureiro) Função: Atriz e Roteirista Currículo: Atriz, educadora, jornalista, escritora e produtora. Doutora em Teoria Literária pela UFRJ; graduada em Comunicação Social (Jornalismo); autora dos livros Shopping Center: a cultura sob controle (2001) e Decepção e Erro: caminhos críticos da contemporaneidade (2016); professora titular de Língua Portuguesa e Literatura do Colégio Pedro II (em exercício); autora e coordenadora dos projetos Sopa de Letras (15 anos), Roda de Leitura (16 anos), Teatro das Histórias (4 anos) e Narrar é Resistir (3 anos); criadora e diretora dos grupos de teatro Fazendo o Quê? (2015) e Abaporus - teatro de rua (2012); professora do Espaço Cultural do Colégio Pedro II (em exercício), onde trabalha com curadoria, montagem e mediação estética das exposições e eventos em cartaz; coordenadora do Nupart (Núcleo de Pesquisa e Arte da Tijuca - Colégio Pedro II); experiência em gestão cultural como Coordenadora de Projetos e Cursos na Diretoria de Culturas do Colégio Pedro II (2019 - 2023); escreveu, dirigiu e produziu as peças Tubarões Voadores (2015), Ciberfagia ou Tempo de Areia (2016); Linha de Crédito (2017) e Relendo Os Saltimbancos (2018); Diretora do Departamento Cultural da ONG Círculo Laranja (em exercício); membro do Fórum Carioca de Arte Pública; criadora e coordenadora do projeto Semana de Saúde Mental do CPII (em suas três edições); atuou como atriz e pesquisadora no Teatro de DyoNises (2019 - 2021), sob direção de Vitor Pordeus;.idealizadora e coordenadora do I Festival de Teatro do Colégio Pedro II; pesquisadora de pós - doutorado com o projeto aprovado Teatro e Literatura: arte e cidadania na escola de Ensino Básico, sob supervisão do professor emérito da UFRJ, prof. Dr. Ronaldo Lima Lins; atuação na peça A Morte Não Aceita Visitas, sob direção de Theotônio de Paiva (2022); criadora, coordenadora e produtora do sarau Sopa na Praça, com 15 anos de execução; atriz formada nas oficinas do grupo de teatro Tá Na Rua, sob orientação de Amir Haddad. Nome: Jefferson Santi (Jefferson Santos Costa) Função: Direção Artística Currículo: Produtor cultural, graduado em direção teatral pela UFRJ. Integra o grupo Teatro de Busto (RJ), possui espetáculos teatrais dentro e fora do Rio de Janeiro. Dirigiu as montagens "País Gambiarra" e "Conselho de Classe" em que, além de vencer a escolha do público do Festar, em Araruama-RJ, ganhou o prêmio de Melhor Direção pelo trabalho. Atuou em trabalhos como: “Matilda: o musical”, “A bela e a Fera: o musical”, todos com direção de Josué da Luz. Assinou a direção de arte dos seguintes espetáculos: “Morte Acidental de um Anarquista” – direção Fernanda Arrabal; “Negrar-se” – direção Mayara Tenório; “Alice&Baltazar ou INDEVASSÁVEL” – direção de Homero Ferreira; “Ubu Presidente” – direção de Jota Trindade; “Que Parte de Nós” – direção de Fernanda Arrabal. No que tange a comunicação, coordena o setor de produção do Pontão de Cultura Digital (ECO/UFRJ). Desde 2019, compõe a produção do Laboratório de Inovação Cidadã - LABIC, que já mapeou, sistematizou e impulsionou mais de 200 iniciativas sociais da cidade do Rio de Janeiro. Entre 2018 e 2020, esteve no Ponto de Cultura Palavras Visíveis, onde realizou pesquisas voltadas ao teatro e surdez. Nome: Cleiton Almeida (Cleiton França de Almeida) Função: Diretor de arte Currículo: natural de Rondônia e residente no Rio de Janeiro. Doutorando em Artes Visuais/PPGAV/UFRJ, mestre em Estudos Contemporâneos das Artes/PPGCA/UFF, bacharel em Artes Visuais - Escultura/EBA/UFRJ e graduando em Artes Cênicas - Cenografia/EBA/UFRJ. Tem participação em exposições de artes visuais e experiências nos setores criativos de escolas de samba e de peças teatrais.
PROJETO ARQUIVADO.