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Circulação do espetáculo teatral de comédia "Xuxeta, a Caça-Treta", de Lindsay Paulino, por 8 cidades do Brasil: São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba, Salvador, Recife, Fortaleza e Belém. Com classificação indicativa de 16 anos, o espetáculo traz aos palcos as origens desta icônica personagem criada para a TV por Caike Luna e Lindsay Paulino, sucesso nas 4 temporadas de "Xilindró", do canal Multishow. Município de Ciriguela. Após ser presa pela vigésima quarta vez, Xuxeta recebe a notícia de que será transferida para o presídio de segurança máxima Xilindró. Neste intervalo, ela irá se despedir de suas amigas e companheiras de cela: Boquinha e Tomtom. Compartilhando momentos marcantes de suas vidas, elas transformam a prisão em um picadeiro de circo, enquanto celebram a cultura queer, com muita música, humor e emoção.
Município de Ciriguela. Após ser presa pela vigésima quarta vez, Xuxeta recebe a notícia de que será transferida para o presídio de segurança máxima Xilindró. Neste intervalo, ela irá se despedir de suas amigas e companheiras de cela: Boquinha e Tomtom. Compartilhando momentos marcantes de suas vidas, elas transformam a prisão em um picadeiro de circo, enquanto celebram a cultura queer, com muita música, humor e emoção.
OBJETIVO GERAL O projeto tem como objetivo principal a remontagem e a Circulação do espetáculo teatral de comédia "Xuxeta, a Caça-Treta", de Lindsay Paulino, por 8 cidades do Brasil: São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba, Salvador, Recife, Fortaleza, Manaus e Belém. OBJETIVOS ESPECI´FICOS - Facilitar a circulaça~o de produtos culturais. A circulação terá duração de 8 (oito) semanas, com 4 (quatro) apresentações por cidade em 8(oito) cidades do Brasil, com um total de 32 (trinta e duas) apresentações ao final da circulação; - Contribuir para a formação artística e acesso à cultura da população LGBTQIAPN+ de todo o país; - Facilitar e apoiar a inclusão artística e o debate público de questões desta comunidade através do teatro; - Promover entretenimento e felicidade atrave´s da arte com essa comédia de sucesso; - Formar novas plateias. Ao circular por 8 cidades, o projeto pretende levar o espetáculo para, além de algumas capitais, locais que ainda não se apresentou; - Destinar cota de ingressos a preços populares, a fim de divulgar o teatro para todas as classes sociais, incentivando o acesso a cultura; - Promover o desenvolvimento e a difusa~o de produço~es nacionais. Com uma média de público de 400 (quatrocentas) pessoas, por apresentação, o espetáculo pretende receber um público de aproximadamente 13.000 (treze mil) pessoas pelo país em sua circulação; - Gerar empregos, incentivar, manter, ampliar e valorizar o mercado de trabalho para artistas, te´cnicos e muitos outros profissionais . A produtora, através de seu espetáculo, terá em seu projeto mais de 50 (cinquenta) profissionais e empresas envolvidas direta ou indiretamente na circulação do espetáculo (vide planilha financeira).
Conforme incisos do Art. 1º do Programa Nacional de Apoio à Cultura o Projeto aqui exposto se propõe a através de seu trabalho: Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; e priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por objetivo,conforme exposto no Art. 3º da referida norma, a realização de espetáculo de artes cênicas. A cultura é instrumento de formação do cidadão e serve para desenvolver o senso crítico e possibilitar reflexões. Por este motivo, os direitos culturais são resguardados pela Constituição Federal. No art. 215 da Magna Carta, temos que a garantia do pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional é dever do Estado, que deverá, inclusive, apoiar e incentivar a valorização e a difusão das manifestações culturais. O Estado, portanto, não é apenas um órgão incentivador, cabendo também a ele, em todas as esferas os papéis de proteger, fomentar e ainda de regular os projetos implementados no país. A importância da concessão de incentivos fiscais transcende os benefícios financeiros das empresas incentivadoras, aproximando-se mais do verdadeiro valor dos direitos culturais. A importância social das políticas de incentivos, gera uma verdadeira cadeia de fomentos das atividade culturais e financeiras por onde passa. Um segmento social que é fomentado tende a crescer e, com isso, gerar mais empregos e renda, profissionalizar os agentes que nele atuam e impulsionar o uso de novas tecnologias e ferramentas culturais. O crescimento do setor cultural, portanto, implica diretamente no desenvolvimento econômico e também tecnológico do país. Da mesma forma, os incentivos impulsionam o desenvolvimento social ao proporcionar a facilidade de acesso à cultura e um maior intercâmbio e diversidade culturais. Cultura é patrimônio comum do povo e deve ser acessível, plural e precisa ser protegido. Com o fomento das atividades de pequenos produtores culturais, em diferentes regiões do país, contribui-se para a redução das desigualdades regionais e evita-se a perpetuação de um monopólio cultural, no qual apenas algumas regiões do Brasil ditam o que deve ser consumido em termos de cultura. O fomento ao setor cultural, baseado em uma isonomia, que garanta a diversidade, a descentralização dos projetos e o pleno acesso à cultura é essencial para o desenvolvimento socioeconômico do país. Incentivar a cultura é incentivar o progresso do país.
Após grande sucesso na TV, personagem chega aos palcos para contar sua história jamais exibida nas telas “Xuxeta, a Caça Treta" traz aos palcos as origens desta icônica personagem criada para a TV por Caike Luna e Lindsay Paulino, sucesso nas 4 temporadas de “Xilindró”, do canal Multishow. Na peça, o público é transportado para a intimidade de Xuxeta e acompanha os momentos que antecedem sua transferência para o presídio de segurança máxima homônimo à série de TV, após ter sido detida pela vigésima quarta vez. A trama se passa no município de Ciriguela: uma cidadezinha conservadora, parada no tempo. Ali, Xuxeta cumpre pena e divide cela com as amigas Boquinha, Tomtom e com a gata Sula Miranda, protetora da chave mestra do presídio e comparsa da protagonista. Durante a despedida, as três amigas irão compartilhar momentos marcantes e divertidos de suas vidas, transformando a prisão em um picadeiro de circo, enquanto celebram a cultura queer, sua luta e resistência, com muita música e humor. Elas também mergulham no universo fantástico do “faz de conta” para encenar histórias, despertando o imaginário do público e ressignificando tanto o espaço da cela quanto o rótulo de “criminosas” das personagens. Do ponto de vista da encenação, a relação dos atores em cena se dá por meio de jogos e gags típicos do universo dos clowns, uma linguagem da palhaçaria com referências significativas no imaginário popular. Por isso, “Xuxeta, a Caça-Treta” promete entregar ao público muita diversão e emoção, na medida em que estes brinquedos e brincadeiras, além de resgatar as memórias da infância, também nos fazem saborear a lembrança dos laços afetivos, seus doces e seus amargos. “Este é o segundo texto para o teatro que escrevo, mas é a primeira vez que me arrisco numa dramaturgia a partir do texto, diferente de “Rose, a Doméstica do Brasil”, que surgiu de improvisações com a personagem e situações reais que já vivi. Depois de quatro temporadas na TV com o programa humorístico Xilindró, fazendo a personagem Xuxeta, senti a necessidade de contar como ela foi parar ali, atrás das grades. Então tive a ideia de criar um espetáculo, já que na TV essa história dependeria de um outro programa, só dela, para ser contada.” “Para compor os momentos lúdicos do espetáculo, eu pesquisei jogos, brincadeiras, programas de TV e comerciais que marcaram os anos 80 e 90. Claro, a peça é para os fãs e o público de todas as gerações, mas quem viveu as décadas de 80 e 90 vai se identificar muito, em vários momentos. O espetáculo é, sobretudo, uma grande homenagem às décadas de ouro da cultura pop. Propositalmente, repeti o que deu tão certo em “Rose”. Lindsay Paulino, autor do espetáculo e intérprete de Xuxeta. Além do sucesso de crítica e ibope na TV, Xuxeta ganhou as redes sociais com diversas contas dedicadas a ela e fã clubes no Instagram, onde os fãs postam conteúdos relacionados à personagem, trechos do programa Xilindró e comentam episódios e cenas marcantes. A temporada de estreia do espetáculo, em Belo Horizonte, foi um grande sucesso de público e crítica, com sessões esgotadas. Este sucesso se repetiu no Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo, cidades por onde o espetáculo passou. Em São Paulo, o tradicional Teatro Procópio Ferreira recebeu o espetáculo para uma temporada de um mês de sucesso. Agora com a circulação, nas cidades onde fez sucesso e outras mais distantes, o projeto pretende alcançar um público ainda maior.
CIRCULAÇÃO - Espetáculo Xuxeta, a Caça Treta Ciculação período de 2 (dois) meses por 8 cidades: São Paulo, Brasília, Salvador , Recife, Fortaleza, Belem, Manaus e Rio de Janeiro. 4 apresentações por cidade = 32 apresentações (de Sexta a Domingo, sendo Sábado com sessão dupla) 1 sessão acessivel, com libras e audio descrição, por cidade = 8 apresentações acessíveis. OFICINAS “A força do acreditar”Oficina de teatro/corpo da Circulação “Xuxeta, a Caça-Treta” A oficina de “A força do acreditar” propõe a vivência de uma oficina de teatro e corpo, para pessoas LGBTQIAPN+ na cidade onde o espetáculo irá se apresentar, com o ator profissional, produtor e professor Paulo Victor, também LGBTQIAPN+. É preciso que se desenvolvam ações específicas a fim de favorecer a promoção e inclusão de pessoas LGBTQIAPN+ usando a arte e o teatro como fortalecedor. O teatro como instrumento de educação é um recurso de grande potencial para atingir tais metas, contribuindo para a construção pessoal e artística. Através de exercícios dinâmicos e lúdicos, vamos trabalhar a concentração, interpretação, improvisação, corpo, voz, jogos teatrais, presença de palco, trabalho em grupo e jogos criativos. Além de usar o teatro como ferramenta de empoderamento. Objetivos específicos: • Promover a autoestima; • Desenvolver talentos artísticos; • Favorecer relações interpessoais e comunitárias; • Propiciar alívios de tensões emocionais; • Valorizar e ampliar experiência cultural; • Desenvolver aspectos cognitivos, como a memória, e a concentração; • Desenvolver a comunicação oral; • Favorecer o desenvolvimento físico, mental e emocional; • Agregar valores éticos despertando o senso crítico. Capacidade: até 20 pessoas por oficina; Duração: 4 horas; 4 Oficinas nas cidades da Circulação: Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador e Belém; Público: Pessoas trans, pessoas da comunidade LGBTQIAPN+ e ou pessoas em situação de vulnerabilidade social, que sejam atrizes ou estudantes de teatro; Caso o número de inscritos ultrapasse a capacidade da equipe de receber todos os solicitantes, será feita uma seleção de participantes, com base na avaliação das capacidades técnicas de interpretação, canto e dança/expressão corporal e, sobretudo, o discurso pessoal e artístico de cada um destes.
No que se refere à acessibilidade física, para pessoas portadoras de necessidades especiais, além de idosos, é de nosso conhecimento que todo(s) o(s) locais onde o espetáculo será apresentado deverão possuir os devidos equipamentos e instalações que facilitam o livre acesso deste público, de modo a possibilitar-lhe o pleno exercício dos seus direitos culturais, oferecendo: acesso por meio de rampas, banheiros adaptados, lugares adaptados/ reservados para PNE na platéia, dentre outras condições de acessibilidade. Para acessibilidade de conteúdo, ofereceremos no minimo 1 (uma) sessão acessível, por semana, com intérprete de libras e audiodescrição, por cidade onde o projeto passar, com o intuito de levar o espetáculo também aos portadores de deficiência auditiva e visual. Esta data será destacada em todo material de divulgação.
Conforme art. 28 da IN nº 01/2023 o incisos/medidas de ampliação do acesso, adotadas no projeto, serão as que seguem abaixo: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; Disponibilizamos uma apresentação do espetáculo na íntegra, via plataformas digitais no formato audiovisual, em um dia específico do período da circulação, de forma gratuita, para ONGs que possuem um trabalho voltado a jovens artistas e à comunidade LGBTQIAPN+ e para escolas de teatro de cidades pelo Brasil. E VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Realizaremos 04 (quatro) oficinas livres e gratuitas voltada para pessoas trans, pessoas da comunidade LGBTQIAPN+ e ou pessoas em situação de vulnerabilidade social, que sejam atrizes ou estudantes de teatro, nas quatro das oito cidades da circulação, uma em cada cidade, com capacidade para até 20 pessoas por cidade, com 4 horas de duração. Caso o número de inscritos ultrapasse a capacidade da equipe de receber todos os solicitantes, será feita uma seleção de participantes com base nas capacidades técnicas de interpretação, canto e dança/expressão corporal e, sobretudo, no discurso pessoal de cada um destes. Essa seleção acontecerá através de avaliação de currículo e carta de intenção enviados à produção. O projeto se propõe, ainda, em fazer uma seleção, através de avaliação de currículo e proposta artística enviados à produção, de esquetes teatrais ou performáticas autorais, de até 5 minutos, de artistas da comunidade LGBTQIAPN+ que queiram apresentar na abertura do espetáculo "Xuxeta, a Caça-Treta" na cidade de São Paulo. A seleção não tem número mínimo de selecionados, pois estará diretamente relacionada à capacidade técnica e compatibilidade artística da proposta com o espetáculo.
Texto: Lindsay Paulino Elenco: Lindsay Paulino, Augusto Portes e Paulo Victor Direção: Moacir Prudêncio Jr. Assistência de direção: Jota Cardoso Luz: Marina Arthuzzi e Rodrigo Marçal Trilha Sonora: Simon Reis Cenografia: Diego Benicá Cenotécnica: Gilson Amador Arranjos vocais: Henrique Moretzsohn Coreografia: Gu Machado Figurino: Danny Maia Bonecos e adereços: Paulo Vianna Bonecos fantoche: Will de Carvalho Voz em off: Suzy Brasil Orientação e revisão de texto: Renata Carvalho Design gráfico: ‘Calma Joana’ Design de créditos: Marcus Vinícius Fotografia: Thiago Misan Produção executiva: Pedro Reis Realização: LP Produções Lindsay Paulino é mineiro e se formou ator no Centro de Formação Artística do Palácio das Artes (CEFAR), em Belo Horizonte. Atuou em mais de 20 espetáculos com diretores mineiros renomados, como Eid Ribeiro, Lenine Martins, Antônio Araújo e Fernando Bustamante. É protagonista dos espetáculos “Rose, a Doméstica do Brasil” e “Xuxeta, a Caça-Treta”. É criador e intérprete de vários personagens cômicos de sucesso na internet, com destaque para Rose, que foi sucesso no quadro “Famosos da Internet” do Programa da Eliana (SBT). Na rádio, o ator trabalhou como apresentador do Programa Absurdo, da Rádio Extra (BH). Na TV, integrou o elenco da série “A vida de Rafinha Bastos”, produzida pela FOX, e, no canal Multishow, trabalhou em diversos programas, com destaque para “Baby e Rose“ e “Treme Treme”, com a personagem Rose, “Xilindró”, com a personagem Xuxeta, e “Tô De Graça”, com Vilso. Em 2022, foi vencedor do reality show humorístico LOL Brasil, da Amazon Prime Video, e participou do Especial de Fim de Ano e da série 5X Comédia, da mesma plataforma de streaming. Paulo Victor é ator, professor e produtor com formação pelo T.U – Teatro Universitário/ UFMG, curso de teatro musical / CAMA, curso de dança no CEFAR / Fundação Clóvis Salgado e Circo Olímpico. Coordenação e realização do “Diversão em cena Vespasiano/MG. Professor de teatro no Colégio Claretiano BH, professor de teatro da Escola ELO / Vespasiano, professor de teatro na Escola Santa Maria, professor de teatro do projeto “Minas de Sonhos” Infraero / aeroporto de Confins – MG, professor de teatro do SESC – MG, professor de teatro para alunos do “Bolsa família” e projeto “Bem Viver” de Confins – MG e professor de teatro na Escola declares Capitão Carambolo. Ator da Cia. do Circo SESI e Sesi em cena. No audiovisual, trabalhos como o filme “Balé da utopia”, novela da Unibanco, série “Pílulas para o coração” da Arcelor Mittal, vídeo para Hotmart e trabalhos publicitários. Prêmio de melhor ator pelo espetáculo “Sonho das Pérolas”. Indicado a ator coadjuvante do espetáculo “Mandioca Brava”, “Romeu e Julieta na era dos Recicláveis” e “Moana, o musical”. Espetáculos como: “Xuxeta, a Caça-Treta”, direção de Moacir Prudêncio, “Sonho das pérolas”, direção de Leonardo Fernandes e “Dois Perdidos numa Noite Suja”, direção de Marcelo do Vale. Além de trabalhar com vários diretores renomados de Minas Gerais, como Wilson de Oliveira,Yuri Simon, Ana Taglianett, Rita Clemente e Raimundo Farinell. Augusto Portes é formado pelo Conservatório de Valinhos e é radialista formado pela Universidade Anhembi Morumbi, Universidad Europea De Madrid e SENAC. A mais de 14 anos na área artística, já trabalhou como ator, diretor, dublador e locutor. Interpretou Jesus Cristo em “ A Paixão de Cristo “ por 3 anos realizado pela prefeitura municipal de Vinhedo; Foi jurado do FESTEVI( Festival de teatro de Vinhedo); Trabalhou por dois anos na Cia Teatro de Tábua, a Cia já foi conhecida por ser uma das maiores em teatro itinerante. Lá ele protagonizou o musical “ O Auto da Semeadura do mundo” dirigido por Jorge Braz e coreografado por Zeca Rodrigues; Fez parte do elenco do musical “ Amor, Mar e Fúria” ; Atuou no espetáculo “Os saltimbancos” realizado pela cia Trempa Gerais; Trabalhou com Lumax Produções nos espetáculos “ Dengue, o fim da picada” ; Fez parte do elenco “Turnê oficial da Galinha Pintadinha” produzido pela Bromélia Produções com o Grupo Téspis de campinas; Onde trabalhou com Edgar Rizzo, um dos grandes diretores de Campinas; Atuou no espetáculo “Miranda” de Vladmir Capella dirigido por Rafael de Castro; Dublador em Christmas Wedding Planner (NETFLIX) Dublador em RuPaul's Drag Race- convidado especial 10°Temporada (NETFIX) Dublador na Série "Mandou Bem!" ( NETFLIX); Dublador na novela Mr.Sunshine ( NETFLIX); Dublador de Alex personagem em Zoe & Raven ( NETFLIX) Todos por direção de Carla Martelli; Atualmente integra o elenco de “Xuxeta, a Caça-Treta”, direção de Moacir Prudêncio. Moacir Prudêncio Jr. é paulista, formado em Direção Teatral pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). Possui especialização em Produção Audiovisual, pela Escola Livre de Cinema (ELC-BH), e em Publicidade e Propaganda, pelo SENAC – Ribeirão Preto/SP. Há 10 anos atua como Analista de Políticas Públicas em Artes Cênicas na Diretoria de Promoção das Artes da Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte. Foi editor-chefe na FISH TV, em Novo Hamburgo/RS, além de roteirizar vídeos institucionais para empresas multinacionais, como a NBS-LATAM/Nestlé. No cinema, dirigiu Teuda Bara, emblemática atriz do Grupo Galpão, no curta-metragem “Olho Mágico”. Foi produtor, pela Rubim Produções, do Festival Internacional de Cinema Infantil, realizado em parceria com Complexo Cinemark de Belo Horizonte. Foi um dos fundadores do OBSCENA – Agrupamento Independente de Pesquisa Cênica, no qual atuou como pesquisador da linguagem da performance, desenvolvendo intervenções cênicas na GRUTA!, importante espaço cultural da capital mineira, e no Teatro Marília. Nas Artes Cênicas, seus trabalhos mais recentes, além da direção de “Xuxeta, a Caça-Treta”, foram “Bernarda, por detrás das paredes” do Grupo Repertório Artes Cênicas & Cia, selecionado pelo projeto Palco Giratório do SESC, no qual atuou como Preparador de Elenco, e “Mordaça”, seu primeiro texto dramatúrgico, vencedor do prêmio de Melhor Espetáculo no Festival de Cenas Curtas de Juiz de Fora. Jota Cardoso, ou João Cardoso, formado em Publicidade e Propaganda pelo UNIBH em 2005, trabalha há 19 anos no setor de comunicação e gerência de projetos audiovisuais, imagem e arte de marcas regionais a multinacionais. Além disso produziu e dirigiu webséries e clipes musicais para internet. Nos últimos, como membro de um Núcleo de experimentação cinematográfica, desenvolveu trabalhos de criação de roteiro, coordenação de produção, direção de arte, assistência de direção e direção. No teatro como ator passou por grupos mineiros como Cia. Móvel de Teatro e Oficina Multimédia. Desenvolveu vídeos teaser e cenográficos para espetáculos como Efêmero da Cia Mamãe tá na platéia. Em 2022 fez Assistência de direção no espetáculo Xuxeta, a Caça-Treta. Rodrigo Marçal é graduando em Engenharia de Produção (conclusão em dezembro de 2023). Formado em Teatro pelo CEFART (2005) exerce as funções de iluminador, técnico de luz e diretor técnico. Ganhou diversos prêmios dos quais tem maior destaque o Usiminas/SINPARC de 2009 e 2010, o COPASA/SINPARC de 2012, o Prêmio Cenym de 2020 e o Prêmio Seminaluz de iluminação Cênica de 2021. Trabalhou como iluminador e lighting manager com diversos grupos e artistas como a Mimulus Cia de Dança, Primeiro Ato, Grupo Galpão, Lenine, Gilberto Gil, Corpo Cidadão, 4los5 Teatro do Comum, Cobra Coral, Pigmalião Escultura que Mexe, no Brasil e em outros países (Estados Unidos, França, Espanha, Bélgica, Canadá, México, Colômbia, Finlândia, Portugal, Itália e outros). Atualmente é coordenador técnico do Grupo Galpão de teatro (desde 2013) e ministra aulas de iluminação em diversos cursos em MG. Fundador da PRISMA Soluções Cênicas, trabalha com cia´s de dança, grupos de teatro, músicos, performers e artistas plásticos, instalações arquitetônicas e projetos de iluminação para estúdios, auditórios, museus, teatros e outros. Marina Arthuzzi é graduada em Teatro pela Universidade Federal de Minas Gerais e Mestranda em Artes da Cena pela Universidade Federal de Ouro Preto. Exerce as funções de atriz, diretora, produtora e iluminadora. Atualmente é Coordenadora operacional do Galpão Cine Horto e sócia-fundadora da Prisma Soluções Cênicas. Foi co-fundadora do grupo Primeira Campainha, é integrante dos grupos Pigmalião Escultura que Mexe, Mayombe Grupo de Teatro, Teatro 171, e do coletivo de técnicos das artes Multicabo MG. Simon Reis é nascido em Montes Claros (Minas Gerais), músico e produtor musical desde 1996. Durante 10 anos atuou como tecladista e técnico de som com o cantor “Carlão”. No mesmo período montou seu Home Estúdio onde gravou 12 discos somente para seu pai, e vários outros cantores da sua região, onde atua até os dias de hoje. Em 2007 atuou como músico na “Banda Stigma”, banda baile de renome na sua região por 10 anos, e, mais tarde, como técnico de som e produtor musical. Entre 2018 a 2019 atuou como músico freelancer nas noites de Montes Claros. Em 2019 foi convidado pelo ator Lindsay Paulino a gravar toda a trilha do espetáculo “Baby e Rose”. Em 2020 e 2021 durante a Pandemia atuou como produtor e diretor de lives, onde foram realizadas mais de 60 lives em sua região. Em 2021 Remasterizou a trilha do espetáculo “Rose a doméstica do Brasil”, e em 2022 produziu e gravou o espetáculo “Xuxeta, a Caça-Treta”. E nesse mesmo período viajou com Lindsay trabalhando como Técnico de de som e Trilha nos respectivos espetáculos, e por último, como assistente de iluminação no espetáculo “Xuxeta, a Caça-Treta”. Em 2023 atuou, no período de carnaval, com a banda “Fuguetão Baiano” como Técnico em Timecode. Atualmente é Técnico de som, Trilha, Projeção e Assistente de luz nos espetáculos da LP Produções. Diego Benicá é formado em comunicação social - habilitação Jornalismo - pelo centro universitário Newton Paiva. Apresentou os programas "Fuzarka" e "Descolado" - ambos exibidos na Band Minas voltados ao público jovem. Já atuou na área jornalística como editor da Revista Nova Lima Perfil. Trabalha há mais de 17 anos com teatro, atuando como autor, ator, diretor, cenógrafo, figurinista, iluminador e produtor. De 2004 a 2009, trabalhou com produção executiva na Cia WM e Cyntilante Produções. Desde 2010 é proprietário da Empresa Copas Produções Artísticas, uma das maiores empresas de teatro para crianças de Minas Gerais, acumulando vasta experiência em Produção Cultural. Nesta empresa desenvolve todos os trabalhos relacionados a área, desde a criação e produção de espetáculos à desenvolvimentos e execução de projetos. Henrique Moretzsohn é ator, cantor, bacharel em Atuação Cênica pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) e professor de canto especializado na técnica Belting Contemporâneo. Sua carreira conta com mais de 20 espetáculos profissionais, incluindo grandes musicais da Broadway em São Paulo: “West side story” (M&B 2022) como Glad Hand e Tony u/s; “O Fantasma da Ópera” (T4F 2018/19) , como Raoul Visconde de Chagny u/s e ensemble; “A Pequena Sereia” da Disney (IMM-EGG 2018), como Príncipe Eric u/s; e “Les Misérables” (T4F 2017) como Marius u/s. No audiovisual participou da série “Hebe” da TV Globo (2020) como Xororó e foi apresentador dos programas on-line “Música para a Cura” e “Festival da Juventude pela Paz” da MMTV. Foi o protagonista, ao lado de Tânia Alves, no musical brasileiro “Eu não Sou Cachorro Não – um musical brega” em 2012. Em 2023 foi o intérprete das músicas do Príncipe Hans no “Frozen in Concert”, show da Disney em comemoração aos 10 anos do filme Frozen. Henrique é tenor solista do show "Amazing Tenors in concert” que está em turnê pelo Brasil. Gustavo Machado, com mais de 20 anos de carreira consolidada, foi o primeiro homem graduado em DANÇA no estado de Minas Gerais. Iniciou seus estudos em teatro em 1993 e, desde então, vem atuando em várias linguagens artísticas como a dança, teatro musical, circo, dentre outras. Realizou projetos como Circo Sesi, espetáculos no Rio Quente Resorts, projetos de teatro musical com a Cyntilante Produções, dançarino do Grupo Sarandeiros e produção do Festival Internacional de Teatro de Belo Horizonte. Atualmente atua como produtor cultural, ator, dançarino, diretor e preparador de elenco. Danny Maia é Bailarina profissional; Professora de dança contemporânea; Girokinesis® (licenciada); Coreógrafa; Figurinista e Professora de Yoga (adultos e infantil). Possui vasta experiência, como: Bailarina profissional Grupo de dança Primeiro Ato – de 2005 a 2017; Assistente de figurino e manutenção - Grupo de dança Primeiro Ato – 2005; Corpo de baile Cia Palácio das Artes – dançou em 2018; Centro de dança Primeiro Ato; Berenice e Soriano-Figurinista nas seguintes instituições; Escola Ballet e Class; Escola de Danças Knesis Dança e expressão; Escola Estadual Dona Augusta – Projeto Social PrimeiroAto; Academia BodyTech; Centro Cultural SESIMinas; Cia de Dança Grupo Luna – Montes Claros; • DiTarso Cia de Dança – Montes Claros; • Estúdio Jaqueline Pereira – Montes Claros; • Instituto Hahaha; Espetáculo de teatro ‘“Xuxeta, a Caça-Treta” (Lindsay Paulino); Manutenção de Figurino - Berenice e Soriano. Júnior Procópio é mineiro e se formou como administrador, em Brasília/DF. Atuou como produtor de eventos em Montes Claros, em shows como Emerson Nogueira, Lulu Santos e Ana Carolina. Em 2017, começou a trabalhar na LP Produções como técnico de palco, no espetáculo “Rose, a doméstica do Brasil”, com Lindsay Paulino, e no espetáculo Baby e Rose, com os atores Lindsay Paulino e Caike Luna. Atualmente é diretor de palco, cenotécnico e assistente de produção no espetáculo “Xuxeta, a Caça-Treta”, da mesma produtora. Wesler Gomes é formado em Direito e, em 2019, começou a trabalhar na LP Produções como Técnico de Palco no espetáculo “Rose, a doméstica do Brasil”, com Lindsay Paulino. Atualmente é técnico de palco e assistente de produção no espetáculo “Xuxeta, a Caça-Treta”, da mesma produtora. Pedro Reis é ator formado pelo CEFAR - Centro de Formação Artística do Palácio das Artes e pela PUC-Minas e comunicólogo graduado pela UFMG - Universidade Federal de Minas Gerais, com formação complementar em Teatro. Especializou-se em Teatro Musical pela TeenBroadway. No cinema, protagonizou os curta-metragens "Concerto Para Um Só" (2020), "Um Filme" (2016) e "Não Consagrados" (2016) e atuou em outros curtas e longas, como "Os Sonâmbulos" (2015) e "Escrito Para Sempre" (2011). No teatro, protagonizou os musicais “O Musical Mamonas” (2018), com direção de José Possi Neto, “West Side Story” (2017), "Ópera do Malandro" (2016) e "Aladdin" (2014) e integrou o elenco de diversos outros espetáculos, como a ópera "Rigoletto" (2019), com direção de Jorge Takla, “ABBA Experience In Concert” (2019), “Fora Desse Mundo” (2017), “Estranhas Ocupações” (2014), "Esta Não É Uma Peça Infantil” (2013), "Zoo Story” (2010) e “Romeu e Julieta” (2009). Pedro foi co-fundador da produtora LP Produções em 2016 e, desde então, é o responsável pela direção de produção e produção executiva dos espetáculos da produtora, entre eles "Rose, a Doméstica do Brasil", "Baby e Rose" e "Xuxeta, a Caça-Treta". Renata Carvalho (DRT 32.948 SP), é atriz, diretora, dramaturga e transpóloga brasileira. Graduanda em Ciências Sociais. Fundadora da Cia Ohm de Teatro (2002 - 2012, Santos/SP). Em 2017, funda o MONART - Movimento Nacional de Artistas Trans criando o “Manifesto Representatividade Trans" (que visa que artistas trans interpretem personagens trans e sejam incluídes nos espaços de criação e produção artística) e do "Coletivo T" (1º Coletivo Artístico formado integralmente por Artistas Trans em SP) Como Diretora: (2002) “...” (reticências); (2004) “Lei 5.536”, “Pelo Buraco da Fechadura” (2005 a 2009), “Prólogo para o Diletante” (2009), “Quando as máquinas param” (2009); “O Último suspiro” (2011). Como atriz: do grupo “O Coletivo” (2013 a 2016) de Santos/SP “Projeto Bispo – tratados como bichos, comportam-se como um” (2013) e “ZONA!” (2016); (2012) “Dentro de mim mora outra”; (2010) “Nossa vida como ela é...”; (2018) Domínio Público entre outros. Está em cartaz com “O evangelho segundo Jesus, Rainha do céu” e "Manifesto Transpofágico". Na TV e Cinema: Séries: (2022) Pico da Neblina (2ª Temporada); (2021) Impuros (3ª temporada) Starplus; (2020) “Nós” (Canal Brasil) direção: Anne Guimarães Pinheiro e Gigi Soares (2019) "Pico da Neblina" (HBO) Dir. Quico e Fernando Meirelles, Rodrigo Pesavento e Luis Carone; (2019) “Toda forma de amor” (canal Brasil) dir. Bruno Barreto. Curta "Geni" Dir. Cecilia Engels; Longa: (2021) “Os primeiros soldados” direção Rodrigo de Oliveira (Prêmio especial do júri atriz no 52ª International Film Festival of India Goa e no Festival do Rio; (2020) “Vento Seco” direção Daniel Nolasco ; (2020) “Para onde voam as feiticeiras” direção Eliane Caffé; (2020) “Vou sair pra catar gente” direção Cibele Appes; Média: (2020) “Corpo sua autobiografia” direção Renata Carvalho e Cibele Appes; “Vulgar” direção André Medeiros e Renata Carvalho.
PROJETO ARQUIVADO.