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Juntamente com a Sociedade Musical Beneficente Campesina Friburguense, proponho a realização do Projeto "O SOM DA SERRA". Ações de Concertos a serem cumpridos em cidades brasileiras. Uma Instituição de Confissão Republicana a 153 anos tocando o coração da gente!
O Brasil, nos dias atuais, vive uma expressiva mudança em sua cultura musical, fato notoriamente constatado na popularização de ritmos não brasileiros. Essa, geradapelos grandes veículos de comunicação nacional. A introdução dos novos ritmos, muitas das vezes de maneira altiva, sobrepõe, portanto, aos genuinamente nacionaisque, no Exterior, são muito respeitados e admirados. Por outro lado, também não menos importante, nota-se a degradação das bandas de música, geralmente encontradas no interior dos Estados, que são autênticos conservatórios de qualidade, os quais, durante décadas, abasteceram as bandas e orquestras profissionais do Brasil. Comprovando esta realidade, basta observar o reduzido quantitativo de Instituições Musicais existentes hoje na região sudeste e/ou o pequeno número de bandas centenárias em pleno gozo de suas atividades cotidianas. Nova Friburgo agregou seis bandas em sua História, existindo na atualidade, apenas três. Causa primeira desse evento, permeia-se na falta de investimento neste setor cultural.Radicado nos fatos acima mencionados é que nasce o Projeto “O Som da Serra”. Ele eclode num momento em que a Campesina Friburguense, sempre muitopreocupada com a disseminação da música erudita e popular brasileira e seu futuro, observa atentamente esse novo quadro e busca alternativas para manter vívida sua tradição. Aliados as ocorrências acima, o aprimoramento da Campesina, levando-a conquistar outros públicos com independência e dinamismo, público de classificação etária livre. Crianças, jovens, adultos e idosos são nosso público alvo.
OBJETIVO GERAL: I. Realizar concertos em cidades da Região Sudeste e Nordeste do Brasil. Sendo uma apresentação na cidade de Nova Friburgo no Rio de Janeiro, 01 apresentação na cidade de São Paulo em São Paulo e uma apresentação na Cidade de Natal no Rio Grande do Norte. Será realizado um total de três (03) apresentações da orquestra com entrada gratuita agraciando a população destas três cidades brasileiras para a divulgação da Banda Sinfônica como também da música erudita e popular brasileira, aproximando a população da cultura musical. OBJETIVOS ESPECIFICOS:I. Divulgar a Logomarca do MINISTÉRIO DA CULTURA _ GOVERNO FEDERAL, mostrando o seu total apoio a Cultura Nacional Brasileira, através de um plano de mídia específico para cada localidade;II. Difundir a Música de Banda, promovendo, também, o nome da Banda Campesina, mediante a divulgação local, bem como, a elaboração de concertos de alto nível técnico;III. Propagar, dentre outras, principalmente, a Música Erudita e Popular Brasileira por meio da escolha criteriosa do repertório;IV. Atrair novos públicos. Os concertos terão a classificação etária livre. Todavia os menores de idade deverão ser acompanhados de um responsável. Espera-se atingir um público compreendido de 600 a 2000 expectadores por espetáculo;V. Manter viva a tradição das Bandas Sinfônicas Civis Brasileiras, mostrando todo seu trabalho social de formação musical;VI. Realizar ensaios técnicos para elaboração do repertório desses espetáculos;VII. Elaborar dados comprobatórios alusivos a execução das ações do projeto.
O Brasil, nos dias atuais, vive uma expressiva mudança em sua cultura musical, fato notoriamente constatado na popularização de ritmos não brasileiros. Essa, gerada pelos grandes veículos de comunicação nacional. A introdução dos novos ritmos, muitas das vezes de maneira altiva, sobrepõe, portanto, aos genuinamente nacionais que, no Exterior, são muito respeitados e admirados. Por outro lado, também não menos importante, nota-se a degradação das bandas de música, geralmente encontradas no interior dos Estados, que são autênticos conservatórios de qualidade, os quais, durante décadas, abasteceram as bandas e orquestras profissionais do Brasil. Comprovando esta realidade, basta observar o reduzido quantitativo de Instituições Musicais existentes hoje na região sudeste e/ou o pequeno número de bandas centenárias em pleno gozo de suas atividades cotidianas. Nova Friburgo agregou seis bandas em sua História, existindo na atualidade, apenas três. Causa primeira desse evento, permeia-se na falta de investimento neste setor cultural. Radicado nos fatos acima mencionados é que nasce o Projeto "O Som da Serra". Ele eclode num momento em que a Campesina Friburguense, sempre muito preocupada com a disseminação da música erudita e popular brasileira e seu futuro, observa atentamente esse novo quadro e busca alternativas para manter vívida sua tradição. Aliados as ocorrências acima, o aprimoramento da Campesina, levando-a conquistar outros públicos com independência e dinamismo, recairá na demanda por Patrocínios que visam um entendimento abrangente e integral sobre o apoio a cultura nacional. O apoio a Cultura Nacional dado pela empresa, por exemplo, tem relação direta com o esforço e determinação de seus funcionários e do povo brasileiro que muito a apoiou. Guardadas as devidas proporções, a Campesina tem a mesma raiz, fruto de lutas emancipatórias em bases soberanas, esteadas nos valores mais nobres e justos. Dessa forma, a combinação dessas duas identidades ideológicas auxiliará, profundamente, no fortalecimento desse setor da cultura musical do País, resgatando o prestígio das imponentes Bandas de Música do Brasil. O Projeto "O Som da Serra" foi idealizado pela Campesina Friburguense, a primeira Banda Republicana do Brasil. Esta Instituição com 153 anos mantém uma Escola de Música acolhendo em seus cursos, anualmente, cerca de 200 jovens que, em sua maioria, são de origem humilde. De sua Banda Sinfônica centenas de músicos atuam profissionalmente no Brasil e no Exterior. Exemplo disso é o intenso intercâmbio e parcerias, feitos há décadas, com o conjunto das maiores bandas militares do Brasil: Força Aérea, Exército e, em especial, com a Banda Sinfônica do Corpo de Fuzileiros Navais. Nelas, muitos dos músicos campesinistas são incorporados através concurso publico que atingem, por inúmeras vezes, as primeiras classificações. Ainda, a Campesina torna-se referência no Estado do Rio de Janeiro, dada a sua infraestrutura e sendo ela a única Banda a representar o Brasil, oficialmente, no Exterior por quatro ocasiões. A vista disso, o Projeto em análise firma-se em toda uma experiência e notoriedade conquistados pela Entidade durante todos esses anos que, somente poderá ter êxito, sendo apoiado pelo Ministério da Cultura. Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;
Se o patrocinador encontrado na captação pedir para que seja em outro Estado que não o sugerido, solicitaremos readequação ao MINC conforme normas e regras deste Ministério.
Apresentação de espetáculos de música de várias esferas como: Música popular brasileira, música erudita etc... Todas as apresentações da orquestra serão de exaltação à música que está sendo colocada de lado. Serão feitos panfletos de propaganda, folders de apresentação com ficha tecnica e repertório fotografias e filmagens das apresentações somente para serem entregues aos patrocinadores e ao MINC conforme exigências, mas nada será vendido. Será apenas para divulgação
A Campesina Friburguense se compromete a adaptar as casas de espetáculos, as quais forem contratadas para a apresentação da orquestra, para todas as necessidades especiais de seus espectadores. Para os cadeirantes, terá que ter rampas de acesso e banheiros especiais para atender estes públicos e assim será com os portadores de outras necessidades especiais. Nas casas onde já tiver as condições de acessibilidade, aprimorará ainda mais o atendimento a este público. Para deficientes visuais e intelectuais teremos lugares reservados alem de um recepcionista para guia-los até o lugar reservado em cada apresentação da orquestra. Alem disso o roteiro impresso para os deficientes visuais será em braille (estes serviços serão executados se por ventura pessoas com esta deficiência comparecerem para assistir a apresentação da orquestra, mas os lugares reservados ficaram disponíveis por toda a apresentação). Para os deficientes auditivos, colocaremos um interprete em libras para traduzir a apresentação da orquestra para os portadores desta deficiência. (Se por ventura comparecer algum espectador com esta deficiência).
Não serão vendidos bilhetes. As apresentações serão gratuitas. O público alvo serão todos e quaisquer pessoas que quiserem assistir um grande espetáculo de música o qual propomos fazer. Crianças, jovens, adultos e idosos serão muito bem recebidos no evento. Os concertos terão a classificação etária livre. Todavia os menores de idade deverão ser acompanhados de um responsável. Espera-se atingir um público compreendido de 600 a 1500 expectadores por espetáculo; inciso/medida do art. 28 da IN nº 01/2023 abaixo será adotada no projeto: Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;
Produtor: Carlos Magno da Silva. Ele será o Diretor Geral e o captador de recursos para o evento Carlos Magno da Silva, união estável com Rozilaine Sartorio de Azevedo, pai de duas filhas, iniciou seus estudos musicais ns S.M.B. Campesina Friburguense nos idos de 1968, quando tinha exatamente sete anos de idade, seguindo o caminho artístico do seu irmão mais velho, Luiz Carlos da Silva (Cachandock) que, também, foi orientado enfaticamente pelo pai, Sr. Manoel Lopes da Silva (Nequinha - falecido), antigo militante desta Sociedade. Em 1979, começou preparar-se para as provas da Marinha Brasileira (Corpo de Fuzileiros Navais). Em todos os exames, passou com mérito conseguindo formar-se como Soldado Fuzileiro Naval em maio de 1980. No ano imediatamente subseqüente, fez um requerimento ao Comandante Geral do CFN solicitando-lhe uma dispensa temporária para viajar com a Campesina à Suíça cujo deferimento foi-lhe concedido. No final deste ano, 1981, prestou concurso para Sargento Músico (naipe de clarineta em sib). Obtendo sucesso nesta pretensão, iniciou um curso específico em maio de 1982 e formando-se a 3º Sg-FN-MU em dezembro do mesmo ano. Daí em diante, suas experiências foram sempre adquiridas num crescendo constante, fato que lhe granjeou ascender, com muita propriedade, os degraus da carreira militar. Mesmo dedicando-se integralmente, como profissional, à Marinha Brasileira, nunca se esqueceu da extremada Banda Campesina Friburguense, comparecendo sempre que possível aos seus ensaios, concertos, concursos, encontros e apresentações de importância relevante.Assumiu, em 1997, o cargo de Vice-Presidente Social da S. M. Campesina Friburguense. A frente da gerencia até os dias atuais, ministra a Centenária Agremiação com extremado zelo, amor e consideração, fazendo com que ela se destaque ainda mais no Estado do Rio de Janeiro. Desde sua posse, com idéias novas e irreverentes, fomentou, nobremente, um novo traçado ao histórico da Campesina. Organizou ele, vários eventos. destaca-se o feito nas dependências do SESC-NF, onde aproximadamente 1000 expectadores friburguenses assistiram estarrecidos sob as regências do Mestre Marcus Almeida e o Maestro Alemão Walter Michael Vollhardt um belo espetáculo. Concerto este, que certamente estreitou ainda mais o vínculo cultural existente entre Nova Friburgo e a Alemanha. Não obstante, no ano de 2006, de maneira audaciosa e brilhante, promoveu, no mês de setembro, o Concerto da Independência. RELAÇÃO DOS MÚSICOS - Adriano Marques da Fonseca, Alexandre Gil dos Santos,Anderson L. dos S. Souza, André Garcia Pereira, André Luiz de Araújo Costa, André Luiz dos Santos (Sax) , Beatriz S. Menezes da Cunha, Beatriz Gomes Marins, Carlos Alberto de S.Júnior, Carlos Magno da Silva, Carlos J. dos Santos Valente, Cláudio P.da Silva Júnior , Clóvis Cordeiro Aparício, Dalmir Lopes Pinheiro, Damião Menezes Gomes, Diego Andrade Pinto, George Elias de S.Miranda, Gilson da Silva Gomes, Fábio Silva Alves, Fábio de Mattos Klein, Henrique Passos de Oliveira , Heitor Hugo Barcelos, João Carlos Correa Lima, João Victor Moraes, João V. Caetano de Aguiar, José Victor Zebende Fragoso, Karoline Ferreira Lamblet, Lukas Braga dos Santos, Leonan da Cunha, Luiz Carlos da C. F.Neto, Luiz G. de Souza Vieira, Luiz Henrique Folly Motta, Manoel Faustino de Oliveira, Marcelo Freitas Moreira, Mauro H. Vasconcellos, Matheus Felisberto Dias, Márcio Vieira Ouverney, Marcos R. Campos (Trajano), Marcus Vinícius Marchetti, Nayara Boy Lopes, Nathália Pinho Oliveira, Paulo Cesario de Lima Rosa, Paulo Cesar Moreira da Silva, Priscila Leandro Moreira, Rafaela Felizardo Alves, Raphael Santos Cardoso, Renato Mello Silva, Regina de A. Maial, Rhian Marquete Pinho, Ricardo Almada Cardoso, Ricardo Catarcione, Rodrigo Medeiros Oliveira, Samuel de Souza Mothé, Sebastião Gomes de Moraes, Sérgio de Souza Reis, Silvio Lamego, Suzane Erthal H.da Silva, Tiago Neves, Tiago Gomes Mello, Thales Romão Silva, Vanderlei dos S. Gonçalves, Victor Mateus de B.Santana, Victor Debossan, Vinícius Soares Gomes Andre Cunha é bacharel em violino pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro na classe do Mestre Paulo Bosísio e integra a Orquestra Sinfônica Brasileira. Premiado no Concurso Nacional de cordas "Paulo Bosísio" e no II Concurso de violino da Escola de Música de Brasília. Estudou na Escola de música de Brasília com Marena Salles e na Universidade de Brasília com Ludmila Vineska. Foi spalla e solista da Orquestra Jovem de Brasília, Orquestra de Camara da UnB e Orquestra da UniRio. Já se apresentou com diversos conjuntos no Brasil e no exterior como a Wollongong Symphony (Australia) e Orquestra Artave (Portugal). Convidado pelo Itamaraty, representou o Brasil em concertos no Vietnan e Cingapura com a Cia Bachiana Brasileira. Atuou também como bailarino na Cia Ana Andrea Arte Contemporânea. Atualmente cursa pós-graduação em Música de Câmara no Conservatório Brasileiro de Música. Marcus Aurélio de Almeida de Lima - 1971 - Iniciou seus estudos de música aos 10 anos no Colégio Industrial Henrique Lage, com o Tenente Antônio Alcides de Mello, onde foi Clarinetista da Banda de Música por 12 anos. 1977 - Cursou harmonia e estudou saxofone com o Professor Paulo Moura na Escola de Música Villa-Lobos. 1978 - Aos 17 anos, foi Regente precoce da Banda de Música da Ilha da Conceição, hoje extinta. 1981 - Ingressou na Uni-Rio para estudar Clarineta com o Professor José Botelho. 1984 - Ingressou na Banda Sinfônica do Corpo de Fuzileiros Navais, como Clarinetista, onde foi Spalla e Arranjador. 1987 - Ingressou na Escola de Música da UFRJ para fazer o curso de graduação em Clarineta com o Professor José Carlos de Castro. 1991 a 1994 - Foi Clarinetista da Orquestra Filarmônica do Rio de Janeiro. Em 2010, retorna à Alemanha com a Banda Sinfônica Campesina Friburguense para fazer 06 concertos em várias cidades, com destaque para a apresentação no Europa-Park, o 2º maior parque temático da Europa. Renato de Mello Silva - Musico- Brasileiro, solteiro, natural de Nova Friburgo RJ - Residente no Loteamento dos Silveira, S/N, Campo do Coelho, Nova Friburgo RJ 2º grau completo – Tel.: 22-99854-7280 Sou um homem simpático, aplicado, determinado, disciplinado, responsável que busca o comprometimento com as funções determinadas da melhor forma possível. Gosto de trabalhar em equipe onde consigo absorver o maior grau de experiências e conhecimentos passados pelos superiores e colegas de trabalho. TriunphInternetional Filo S/A06/092004 a 13/06/2006 Na empresa exerci a função de auxiliar de depósito, estoquista e armazenista, auxiliar de escritório e brigada de incêndio. Eduardo Guimarães - Iniciou seus estudos de Trombone no ano de 1986 autodidata . E em 1988 ingressou para a Banda da Marinha como Sargento Músico, autodidata hoje é um dos renomados Trombonistas do Rio de Janeiro possui os Seguintes Cursos de Graduação: Curso de Bacharel em Música instrumento Trombone, Escola de Música da UFRJ, 1995 - Curso de Bacharel em Música instrumento Tuba, Escola de Música da UFRJ, 1998 . É professor na Escola de Música Villa Lobos, RJ, desde 1995. Foi Professor Substituto na UFRJ no Departamento de Sopros lecionando nas seguintes Matérias e anos: Trombone 1996 e 1997, Tuba 2004 e 2005 No ano de 2005 foi aprovado no concurso de professor Auxiliar de Trombone na UniRio.Membro da Associação Brasileira de Trombonistas e também Membro da International Trombone Association ( ITA ), com varias participações no exterior podemos destacar: - Selecionado para participar da semi final do Concurso promovido pela United State Army Band’s erastern trombone workshop, Ft. Myer VA, 1998.- Convidado a participar da Competição de trombones “ Pretige dês Cuivres” – Conseil Departamental pour la Musique et la culture de Hauter – Alsace, Guebwille, 1999.
Projeto paralisado porque o proponente está INADIMPLENTE junto ao Ministério da Cultura.