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Esta proposta consiste na realização da 5ª edição do Festival Panela do Jazz, que tem como objetivo principal a fruição e a difusão da música instrumental brasileira, com ampliação de espaço para atuação de músicos nordestinos, formação de público e intercâmbio cultural, fortalecendo e estimulando a vivência da música instrumental na região do Nordeste brasileiro. Conta com a realização de shows, intervenções artísticas, encontro de palhaços, ações formativas e uma feira de economia criativa local, promovendo o livre acesso às fontes de cultura e o pleno exercício dos direitos culturais.
O Panela do Jazz é um festival de música instrumental concebido para reunir ações artísticas e educativas de naturezas distintas, mas complementares sob o prisma da diversidade cultural brasileira e da arte do improviso como conceitos criativos, com valorização de nossos patrimônios culturais imateriais e lastreado na ocupação consciente, democrática e produtiva do espaço público.A curadoria do Panela do Jazz carrega como linha curatorial a temática: “O regionalismo e o improviso como conceitos criativos”, e toma como base as sonoridades rítmicas originais e ligadas às matrizes tradicionais da cultura regional por meio de sua fusão com o jazz brasileiro, como, por exemplo: o forró, o frevo e a afrobrasilidade – estéticas sonoras mundialmente reconhecidas como vertentes do jazz contemporâneo desenvolvidas no Brasil. As questões de igualdades de gêneros e o intercâmbio cultural também fazem parte dos propósitos conceituais da curadoria, e, tendo isso em vista, buscamos montar uma grade artística composta por, pelo menos, 50% das apresentações musicais com mulheres protagonistas e artistas/grupos de fora de Pernambuco, buscando criar um link direto de intercâmbio entre Recife e outras regiões brasileiras, com a representatividade de um evento na luta pela equidade de gêneros no Brasil.Com realização prevista para o ano de 2024, a 5ª edição do Festival Panela do Jazz promoverá 10 (dez) shows gratuitos de música instrumental para um público de todas as idades, divididos em 2 (dois) dias de evento, recebendo nomes prestigiados no circuito nacional e dando visibilidade aos artistas e grupos da nova geração. Os shows serão intercalados por intervenções artísticas-musicais, com performances que refletem a riqueza da cultura de matrizes africana e indígena nas mais distintas linguagens, da percussão à dança, do canto ao louvor, com o objetivo de promover a inclusão das linguagens artísticas de origens étnico-raciais e a valorização da pluralidade e diversidade de nossas expressões e bens culturais dentro do Panela do Jazz.O evento conta com uma Feira Livre, expondo produtos oriundos da economia criativa local e cardápio diversificado da gastronomia regional, como, também, conta com a realização de um “Encontro de Palhaçadas” – um polo alternativo criado especialmente para o público infanto-juvenil e concebido para interagir as linguagens circenses que flertam diretamente com o mundo da arte do improviso como conceito criativo de interação direta com o público: “o/as palhaço/as e suas palhaçadas”.Paralelamente ao festival acontecerão atividades formativas para alunos e alunas da rede pública de ensino e público em geral. Serão ofertadas 2 (duas) masterclass de música, sendo uma em harmonia funcional e outra em improvisação – esta ação formativa busca favorecer a ampliação e a diversificação dos repertórios artísticos e culturais de músicos pernambucanos. Também será promovida uma mesa redonda para a realização de uma roda de diálogos e troca de conhecimentos em memória aos 120 anos e aos 80 anos de nascimento dos mestres Capiba e Naná Vasconcelos, abordando temas sobre a musicalidade de matrizes tradicionais africanas, e a sua fusão com o jazz brasileiro, e sobre a singularidade das estéticas sonoras e artísticas do frevo instrumental pernambucano que mais dialogam com o jazz tradicional dos EUA. Contaremos com a participação de convidados especiais, músicos e pesquisadores – esta ação busca homenagear esses nossos ícones e promover a salvaguarda de nossos bens culturais imateriais na música instrumental brasileira.O Panela do Jazz também contará com uma estrutura de transmissão online, em audiovisual, de todos os shows do palco principal pelo canal de YouTube, num formato de programa roteirizado, que terá espaços para entrevistas, comentários e depoimentos — através dos quais os músicos, artistas e grupos poderão desfrutar de mais uma fonte de difusão e aproximação com o público de fora, beneficiando-se, também, da atemporalidade posterior dos vídeos nas redes sociais (Instagram e Facebook) e no engajamento da audiência.O sítio histórico do Poço da Panela, Zona Especial de Preservação do Patrimônio Histórico do Recife, é o bairro sede e “mãe” do Panela do Jazz. Com seu patrimônio arquitetônico e cultural, o bairro respira ares libertários, sintetizados no monumento de bronze com o busto do abolicionista José Mariano e a representação de um homem escravizado com os grilhões rompidos (liberto). Este patrimônio arquitetônico representa o principal local de acolhimento de escravizados que fugiam pelo Rio Capibaribe ou que ganhavam cartas de alforria para sua liberdade. Ou seja, o Panela do Jazz é a junção de um ambiente que inspira cultura e história de luta com uma linguagem musical que expira arte e criatividade, oferecendo conteúdos exclusivos, em formato híbrido, distribuído em diversas plataformas e promovendo uma experiência de entretenimento cultural e fruição da música instrumental no Nordeste brasileiro.
OBJETIVO GERAL: Realizar a 5ª edição do Festival Panela do Jazz, com acesso gratuito para o público e transmissão online, promovendo a fruição e a difusão da música instrumental brasileira, com ampliação de espaço para atuação de músicos nordestinos, formação de público e intercâmbio cultural, fortalecendo e estimulando a vivência da música instrumental na região do Nordeste brasileiro. De modo a contribuir para facilitar, a todos e todas, os meios de livre acesso às fontes de cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, através da realização de shows, intervenções artísticas, encontro de palhaços e uma feira de economia criativa local, com promoção e inclusão das linguagens culturais de origens étnico-raciais e a valorização da pluralidade e diversidade de nossas expressões e de nossos bens culturais dentro do Panela do Jazz. ESPECÍFICOS (Metas): ● Efetuar implementação do projeto: pré-produção, produção e pós-produção; ● Implementar Plano de mídia e divulgação: redes sociais, assessoria de imprensa e mídia externa; ● Ofertar ação formativa: capacitar 30 (trinta) estudantes e professores da rede pública de ensino em música, através da oferta de 02 (duas) masterclass, sendo 01 (uma) sobre harmonia funcional e 01 (uma) sobre improvisação. Esta ação formativa busca favorecer a ampliação e a diversificação dos repertórios artísticos e culturais de músicos pernambucanos, e público em geral; ● Homenagear os 120 anos e os 80 anos de nascimento dos músicos Capiba e Naná Vasconcelos, respectivamente, através da promoção de 01 (uma) mesa redonda com a participação de 05 (cinco) convidados especiais, músicos e pesquisadores, visando realizar uma roda de diálogo com troca de conhecimento sobre o legado de nossos homenageados e a representatividade da cultura regional na formação da estética do jazz brasileiro contemporâneo. Esta ação busca promover a memória e a salvaguarda de nossos bens culturais imateriais na música instrumental brasileira; ● Planejar e executar a logística de montagem da infraestrutura e operação do festival; ● Realizar o FESTIVAL PANELA DO JAZZ com 10 (dez) shows de música instrumental, divididos em 2 (dois) dias de evento e disponibilizar, gratuitamente, nas plataformas streamings para o acesso ao público (YouTube, Instagram, Facebook); ● Provocar 01 (uma) intervenção artística-cultural durante o intervalo de cada show do festival _ 08 (oito) intervenções no total, sendo 04 (quatro) de cultura popular/folclore e 04 (quatro) de artes cênicas, ex.: cortejos de maracatu de baque virado e roda de capoeira; performances de malabares e dança contemporânea; ● Promover a linguagem do circo para o público infanto-juvenil através da realização de 01 (um) encontro de palhaçadas como polo alternativo do Panela do Jazz, contando com a performance de 08 (oito) palhaç@s por dia _ 16 (dezesseis) palhaços e palhaças no total; ● Promover a Feira Livre de economia criativa durante a realização do festival, com exposições de 30 (trinta) empreendedores e empreendedoras de gastronomia, artesanato e artes em geral; ● Executar desmontagem do festival; ● Elaborar relatório de execução e prestação de contas do projeto; ESPECÍFICOS (Resultados Esperados): ● Fortalecer e estimular, direta e indiretamente, a vivência da música instrumental no Nordeste brasileiro, fomentando o interesse da população pernambucana para a música instrumental, com vistas a ampliação de plateia e estímulos a formação de novos músicos neste segmento. De modo a contribuir para facilitar, a todos e todas, os meios para livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais _ Artigo 1, Inciso I, da Lei 8313/91; ● Ampliar o espaço de atuação de artistas e grupos de cultura popular e geração de renda, multiplicando o seu público local e nacional, provocando o intercâmbio cultural entre artistas de outras regiões do Nordeste e do Brasil, de modo a promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais _ Artigo 1, Inciso II, da Lei 8313/91; ● Divulgar o gênero da cultura afro-brasileira como expressões artísticas e sua importância na construção da identidade da música instrumental e do jazz brasileiro, de modo a proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional _ Artigo 1, Inciso IV, da Lei 8313/91; ● Homenagear e enaltecer a representatividade de Capiba e Naná Vasconcelos na historiografia da música instrumental e do jazz brasileiro, de modo a estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória _ Artigo 1, Inciso VIII, da Lei 8313/91; ● Fomentar o interesse da população pernambucana para a música instrumental brasileira, com vistas a ampliação de plateia e estímulos a formação de novos músicos neste segmento; ● Promover e estimular a economia criativa das regiões locais através da oferta de espaços a empreendedoras, empreendedores e artistas locais para exposição e comercialização de produtos e serviços ligados ao setor da economia criativa: artesanato, gastronomia e artes, em geral; ● Desenvolver a economia da região: população em geral e comerciantes de comunidades locais e bairros adjacentes; ● Transformar o bairro histórico do Poço da Panela na "cidade" do jazz e da música instrumental brasileira em Pernambuco, com a excelência nas expressões culturais pernambucanas e consolidando-o como patrimônio histórico-cultural da cidade do Recife, de modo a sensibilizar a conscientização de preservação dos bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro _ Artigo 1, Inciso VI, da Lei 8313/91;
A paisagem cultural brasileira é plural, dinâmica e sensível às intempéries da vida socioeconômica do país. Iniciativas valorosas brotam a todo instante, fervilham conteúdo artístico, mas nem sempre reúnem condições para se consolidar além do momento _ seja porque desprezam planejamento sustentável, seja porque sucumbem aos entraves inerentes à seara da cultura, área polvilhada por incertezas e escassez de investimentos. As nuances do cenário forjam um filtro rigoroso por onde passam apenas projetos bem estruturados, economicamente viáveis, socialmente impactantes e culturalmente significativos, com poder de satisfazer as expectativas de quem realiza, apoia, participa, patrocina ou consome. O Panela do Jazz é um festival de música instrumental que carrega a cultura do Brasil em sua identidade, atende a todos os requisitos de um empreendimento cultural bem-sucedido e que contribui diretamente para o desenvolvimento da cultura brasileira. Nas edições anteriores, o festival congregou diversidade artística, interesse público, desenvolvimento econômico, consciência social e transformação comunitária, com shows de música instrumental, performances de artes cênicas, manifestações de cultura tradicional, ações educativas e uma feira de economia criativa local. Todas as atividades são de acesso gratuito para o público, com espaços reservados para portadores de necessidades especiais, e conta com transmissão em audiovisual de toda a programação artística _ disponibilizados gratuitamente nas plataformas streamings. Deste modo, "garantimos o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais" em conformidade com o Art. 1º, Inciso I, da Lei 8.313/91. Assim como, também atende ao Art. 3º, Inciso IV, da mesma Lei, que prevê a "distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos". O festival também desenvolve ações de formação musical em parceria com o Paço do Frevo, como atividade paralela à programação artística, em conformidade com o Art. 3, Inciso I, Alínea "d" da Lei 8.313/91, que prevê "ações destinadas à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos". Observa-se ainda que a gestão do projeto por conta da PRO4, produtora pernambucana, que dispõe de uma equipe de profissionais da região, zelando pela valorização da produção local, e considerando os ganhos em produtividade devido à familiaridade com os aspectos culturais e com a realidade do segmento da produção cultural local _ em consonância com o Art. 1º, Inciso II, da Lei 8.313/91, que sugere: "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais". Bem como, busca revelar o potencial da mulher na música instrumental e em suas especialidades profissionais na cadeia produtiva da cultura, compondo a grade artística e a equipe de produção do festival com mulheres e pessoas do segmento LGBTQIAPN+, como forma de fomento à equidade de gêneros, protagonismo e ao empoderamento e autonomia dessas profissionais da arte _ em consonância com o novo Decreto nº 11.453, Art. 50, Inciso III, da Lei 8.313 que prevê, dentre outras, "a participação e o protagonismo de agentes culturais e equipes compostas de forma representativa por mulheres e pessoas do segmento LGBTQIAPN+". O Panela do Jazz nasceu no bairro do Poço da Panela, Zona Especial de Preservação do Patrimônio Histórico e Cultural do Recife, e renova os laços de uma comunhão alicerçada na pluralidade cultural brasileira, no resgate histórico e no usufruto consciente, produtivo e democrático do espaço público como meio de ocupar as ruas através da celebração da arte e do exercício da cidadania, reacendendo um ambiente propício para combinar música, atividades educativas e economia criativa com valorização dos nossos patrimônios culturais. O festival prestigia o bairro, a cidade, a população e fortalece os valores culturais, a cidadania e, principalmente, a pluralidade, a identidade e o produto cultural originário do Brasil. Desta forma, podemos afirmar que o projeto está em total consonância com o Art. 1, dos Incisos "III", "IV" e "IX", que sugerem: "apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores"; "proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional" e "priorizar o produto cultural originário do País". Com seu patrimônio arquitetônico e cultural, o Poço da Panela carrega uma vocação musical histórica, sendo o primeiro local de onde se tem registro de um concerto de piano em Pernambuco. As nuances históricas são acalentadas pela quase inviolabilidade arquitetônica dos casarios e pela paisagem bucólica do bairro. A conservação enseja uma viagem no tempo e empresta ao festival o cenário adequado para refletir sobre a apreciação e a manutenção dos nossos patrimônios culturais (material e imaterial) _ preceitos que dialogam diretamente com o Artigo 1º, Inciso VI, da Lei Rouanet, que visa "preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro". E, além de sua arquitetura e história, o Poço da Panela é um ambiente bucólico, perfeito para a realização de um festival de música instrumental com excelência performática e contextualizada. Literalmente, o Panela do Jazz é a junção de um ambiente que inspira cultura e história com uma linguagem musical que expira arte e criatividade. Para a realização desta 5ª edição do Panela do Jazz, a curadoria renderá tributos aos músicos Capiba e Naná Vasconcelos e foi concebido para realçar a musicalidade, as manifestações e a representatividade de origens afrodescendentes na identidade do jazz brasileiro contemporâneo, convergindo diretamente com o Art. 1º, Inciso "VIII" da Lei 8.313/91: que sugere "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória". O modelo do Panela do Jazz se equipara, no plano regional, a festivais de porte internacional, com visibilidade para a cadeia produtiva local, garantindo a democratização no acesso gratuito da população à fruição e à produção dos bens culturais e o fomento à produção cultural e artística em geral, em formato híbrido, com transmissão online, para potencializar o plano de difusão e acessibilidade, ampliando o público da música instrumental brasileira e a relevância artística nordestina com abrangência nacional e internacional. Em acordo ao Art. 3º, Inciso II, Alínea "c", que prevê o "fomento à produção cultural e artística", mediante a "realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore". Assim como, também atende ao Art. 3º, Inciso III, Alínea "d", que prevê a "preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico", mediante a "proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais". Toda a atmosfera histórica, artística e cultural como essência e sinergia do projeto, proporcionam um ambiente ideal para a difusão da música instrumental, das artes e da cultura tradicional, concretizando o Panela do Jazz como principal vitrine para o fomento de novos talentos e intercâmbio cultural entre artistas e grupos regionais e nacionais, buscando sempre valorizar as diversas linguagens das artes oriundas de nossas manifestações culturais brasileiras. Desta maneira, solicitamos a aprovação desta proposta no PRONAC com seu enquadramento no Art. 18 da Lei 8.313/91. Ressalta-se que a cena regional tem destaque, considerando que 8 (oito) das 10 (dez) atrações musicais previstas para a programação serão de artistas nordestinos que valorizam em seus repertórios os elementos musicais da nossa cultura regional, buscando incentivar a inovação, a pesquisa e a experimentação nos diversos campos da música instrumental brasileira e das diversas áreas do nosso mosaico cultural.
Link de acesso ao material de todas as edições do Panela do Jazz, contendo: fotos, vídeos e clipagem: https://drive.google.com/drive/folders/1-8NSoGmImqD7Su-Iz_vd3YJCCdHEJs1a?usp=share_link
O projeto consiste na realização de: ● 10 (dez) apresentações gratuitas de música instrumental com o foco nos artistas pernambucanos e nordestinos, contando com atrações renomadas no ramo do jazz instrumental brasileiro com reconhecimento internacional. As apresentações terão duração de até uma hora e meia (01h30) e trinta minutos (30 min) para rodagem de palco – durante os intervalos de cada show, serão realizadas intervenções artísticas de manifestações de cultura popular pernambucana e de artes cênicas, com previsão para oito (8) intervenções no total, uma para cada intervalo, sendo 4 (quatro) grupos de cultura popular: maracatu, capoeira, afoxé e caboclinho; e 4 (quatro) grupos de artes cênicas: malabares, teatro de rua, tecido e dança contemporânea; ● 08 (oito) apresentações gratuitas de duplas de palhaços e palhaças no Encontro de Palhaçadas com Improviso – polo alternativo do Panela do Jazz, criado especialmente para o público infantojuvenil e concebido para interagir as linguagens circenses que flertam diretamente com o mundo da arte do improviso como conceito criativo de interação com o público: “o/as palhaço/as e suas palhaçadas”; ● 30 (trinta) barracas de exposição da Feira Livre da economia criativa: empreendedores e empreendedoras locais de artesanato, gastronomia e artes em geral; ● 01 (uma) mesa redonda como cerimônia de abertura do festival Panela do Jazz, com a participação de, pelo menos, 5 (cinco) convidados especiais, dentre eles: músicos, pesquisadores e aficionados da música instrumental brasileira – para uma roda de diálogo e troca de conhecimentos sobre a representatividade da cultura de matrizes africanas no jazz brasileiro contemporâneo, tomando como base as singularidades das estéticas sonoras do jazz criado e produzido atualmente pela cena instrumental pernambucana. Esta atividade também será um gesto em homenagem aos 120 anos e aos 80 anos de nascimento dos músicos Capiba e Naná Vasconcelos; ● 02 (duas) masterclass de música, sendo uma de harmonia funcional e outra de improvisação – esta atividade formativa busca favorecer a ampliação e diversificação dos repertórios artísticos e culturais de músicos pernambucanos: a) Emenda: as masterclass em Harmonia Funcional e Improvisação vinculado ao projeto PANELA DO JAZZ, terá o intuito de instruir aos alunos e às alunas participantes os fundamentos da harmonia popular contemporânea, sistema teórico mais utilizados nas linguagens da música popular brasileira, do jazz, do pop e de vários estilos da música popular atual, em geral. Como, também visa orientar sobre os princípios e regras da improvisação musical para todos os tipos de instrumento, quando o objeto de estudo estiver na esfera da música ocidental e temperada. As Mastercless serão gratuitas, com limites de até 30 participantes por turma e com prioridade para alunos e alunas da rede pública de ensino; b) Objetivo: Tornar o aluno apto a analisar harmonicamente e melodicamente qualquer música ou tema do repertório popular contemporâneo. Do Jazz à música brasileira. Do pop às músicas folclóricas. Mas também orientar o raciocínio da prática da improvisação, em qualquer instrumento musical; c) Público alvo: alunos e alunas da rede pública de ensino em música, que já tenham concluídos a cadeira de Teoria Musical. Se caso não ocupem todas as vagas disponíveis, estas vagas estarão abertas para público em geral; d) Faixa etária: A partir dos 16 anos de idade;
A direção do projeto tem como prioridade a realização de um evento acessível pensando em possibilitar uma experiência com o máximo de autonomia e comodidade para todas as pessoas, disponibilizando área para alimentação, área exclusiva para idosos, gestantes e portadores de necessidades especiais, e adequações de espaço para mobilidade e circulação democrática, exercendo o pleno direito do acesso inclusivo à cultura. Como também a disponibilidade de banheiros químicos tipo PNE de acordo com o item 7.0 da NBR9050. Tendo em vista este maior cuidado com a democratização do acesso ao conteúdo do projeto, a direção também prevê a contratação de tradutores em libras, para a tradução das falas dos artistas e locução do evento, como, também, a criação de divulgação específica para PCDS. Também prevemos legendas em todos os produtos audiovisuais produzidos pelo projeto (divulgação, comunicação e pós-transmissão).
O Panela do Jazz é um evento gratuito de caráter abrangente, realizado em espaços públicos, e, desta forma, não haverá venda de ingressos, senhas ou convites, e todas as atividades serão abertas com circulação livre. E, como medidas de ampliação de acesso, adotaremos as seguintes medidas previstas no Art. 28 da IN nº 01/2023, Incisos: III- Oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; IV- Disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V- Garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI- Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII- Realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; IX- Estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público;
GESTÃO DO PROJETO – PRO4 (Proponente) A PRO4 é uma agência criativa pernambucana especializada em produção e marketing cultural. Há mais de 12 anos atuando em produção e projetos culturais na elaboração, captação de recursos, gestão de projetos, realização de eventos, festivais, shows, seminários e exposições; e estratégia de marketing em Trade, Incentivos, Brand Experience, Marketing de responsabilidade. Atividades: Realizar a gestão administrativa e financeira do projeto no que concerne ao planejamento, ordenação e controle das despesas, articulação com fornecedores e contratação dos serviços, supervisão e monitoramento das atividades, promoção do festival e elaboração dos relatórios físicos e financeiros. DIRETOR E CURADOR – ANTONIO PINHEIRO DE CARVALHO NETO Profissional da área da produção cultural, com 15 anos de experiência em produção executiva, coordenação e supervisão em eventos culturais. Atualmente é sócio-diretor da produtora PRO4, exercendo o cargo de Diretor de Planejamento e Produção. Desenvolve projetos culturais e consultoria para elaboração, planejamento, formação e gestão de equipes, orçamento e prestação de contas. PRODUTOR EXECUTIVO / COORDENADOR GERAL – MARCÍLIO FARIAS DE MOURA Marcílio Moura é graduado em Gestão e Tecnologia em Eventos e com mais de 28 anos de experiência no setor, tem como trajetória a atuação de produções em grandes eventos importantes. Em 2018 Coordenou a produção do palco da Abertura do Carnaval do Recife de 2018 com o Quinteto Violado, também como Coordenação Geral do evento Semana Bloom 2018, em 2015 e 2017 fez a direção de palco do Festival Hellcifest, em 2013 e 2015 realizou a direção de palco do Festival Contemporâneos, em 2013 a direção de palco do festival Caixa Sonora, em 2012 Coordenou a Produção Técnica do Red Bull Batidas Verticais e em 2010 Red Bull Sound Clash, e atualmente atua como Diretor Técnico do Festival Coquetel Molotov e Coordenador geral do Festival Panela do Jazz. COORDENADORA DE COMUNICAÇÃO – MARCELA FERREIRA DE SOUSA PAES Pós-graduanda em Psicologia Organizacional, Coaching e Inovação pela UNIT-Pernambuco, graduada em Gestão de Eventos pela Faculdade Senac Pernambuco com título de Láurea Acadêmica e prêmio em pesquisa e extensão sobre Marketing de Eventos. Facilitadora e palestrante por mais de 15 anos em temas de desenvolvimento humano, gestão, oratória e comunicação, filosofia e cultura universal. Já atuou como representante da Agência Califórnia - unidade São Paulo, responsável pela coordenação local das ações promocionais do Banco Bradesco no Galo da Madrugada 2023 e São João de Caruaru 2022. ASSISTENTE DE PRODUTOR EXECUTIVO – BRUNA PESSOA CRISTINA PESSOA NORONHA Produtora cultural com 10 anos de experiência atuando em diversas áreas de eventos. Atuou como produtora executiva da Associação Cultural e Musical "A Cocada" – responsável pela produção do grupo "A Cocada" no 32º Festival Del Caribe em Santiago, Cuba, e no 2º Afro Festival Internacional do Panamá, em 2012 e 2013, respectivamente; como também foi responsável pela produção geral do Festival de Cultura Popular Abril Pro Coco. Atualmente trabalha como produtora executiva da empresa PRO4. ASSISTENTE DE PRODUÇÃO GERAL – VANILMA CAVALCANTE DOS SANTOS Produtora Cultural e Agricultora, residente da Comunidade de Remanescentes Quilombolas Águas Claras, localizada na zona rural do município de Triunfo, atua desde a infância em movimentos relacionados a luta de direitos e igualdade racial, e manifestações culturais da comunidade. Em 2008 fundou juntamente com outros membros da comunidade o Grupo Cultural de Coco de Roda Tradição Quilombola. E em 2009 participei da fundação da Festa da Consciência Negra do Quilombo de Águas Claras, junto com outros moradores da comunidade. Ministrou diversas atividades culturais dentro e fora do quilombo como oficinas, palestras e rodas de conversa sobre a valorização da cultura negra. Atualmente é Coordenadora de Políticas para a População Negra no município de Triunfo - PE, função que desempenha desde 2014, onde desenvolve o trabalho de fortalecimento das comunidades Quilombolas e a luta pela igualdade de direitos, incentivo e valorização dos grupos culturais das comunidades quilombolas e descentes de negros.
Projeto arquivado, definitivamente. Transferência de recursos em razão de pedido de arquivamento pelo proponente, encaminhado pelo canal "Solicitações".