Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 233039Apresentou prestação de contasMecenato

Peça teatral infantil O Menino que não Sabia Chorar ONLINE

JP DA SILVA NETO PRODUÇÃO CULTURAL
Solicitado
R$ 107,0 mil
Aprovado
R$ 107,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2023-09-01
Término
2025-03-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Encenar, gravar e disponibilizar online a peça teatral infantil "O Menino que não Sabia Chorar"

Sinopse

Bento nasceu sem canal lacrimal e por isso não chora. Ele tem essa e outras questões de saúde complicadas e vive entrando e saindo de médicos. Sua família vive discutindo questões médicas, de saúde, seus pais vivem atarefados com isso. Bento tem uma irmã mais velha, Clarice, que no meio dessa confusão toda se sente deixada de lado e mal tem acesso a seu irmão. Ela não entende muito bem quais são os problemas de saúde de Bento, mas fica fascinada com a história de que ele não consegue chorar. Já ela vive chorando para chamar a atenção de seus pais e avós, que parecem só ter olhos (e ouvidos) para Bento desde que ele nasceu. Um dia ela tem uma ideia: e se ela pegasse seu irmão e o levasse para uma aventura em busca desse choro do qual todo mundo não para de falar? Ela percebe que em meio a tantas preocupações não é só dela que esquecem, mas até mesmo do próprio Bento que entre um médico e outro fica bem sozinho e perdido, já que parece que ninguém conta para ele também o que é que ele tem. Um dia em que todos estavam alvoroçados com alguma questão médica do Bento, ela vê que estão todos distraídos discutindo e pega o irmão pelo braço. Ela mostra a ele um plano: devem passar por algumas aventuras em busca desse choro: devem ver o temido cangaceiro das histórias que sua mãe lhes conta, Deoclécio Girimum, para ver se ele chora de medo. Depois o médico deles, o Doutor César, que deu vacinas a ela, o que a fez chorar de dor (apesar dela lembrar que ele era bem bonzinho), para ver se ele também chora de dor. Depois o seu Ernesto, que mora no final da rua deles e que só conta histórias muito tristes da sua filha que nunca vem lhe ver. Para assim quem sabe Bento chorar de tristeza. E por último, o vovô Caruso (que é a pessoa mais engraçada que eles conhecem) para ver se ele chora de tanto rir com as histórias divertidas dele. Em cada um desses encontros eles vão se deparar com o universo musical diferente trazido pelos personagens com os quais se encontram. Assim, em meio a músicas, diferentes personagens e sentimentos, Bento e Clarice percorrerão uma trajetória de descobertas, rumo ao auto-conhecimento. Se unirão mais, longe do universo protegido que os adultos insistem em criar para eles e que os deixa confusos e os afasta cada vez mais. Ao final, mais unidos, mais fortes e vividos perceberão juntos que esse choro já existe há muito tempo e mora é dentro dele mesmo.

Objetivos

- Principal O objetivo principal deste projeto é produzir infra-estrutura física e material, de divulgação e produção para a peça teatral "O Menino que não Sabia Chorar" e disponibilizá-la gratuitamente em plataforma ONLINE. - Específicos · Encenar em teatro na cidade de São Paulo, gravar e disponibilizar gratuitamente em plataforma ONLINE a peça teatrla infantil "O Menino que não Sabia Chorar". - Previsão de atendimentos 10.000 mil pessoas (online) com gratuídade total e irrestrita.

Justificativa

O presente projeto justifica-se por ser a linguagem teatral a que melhor pode traduzir a história que queremos contar. Acreditamos que é essa a linguagem privilegiada para podermos falar de uma história como a de Bento e mostrar como por meio do universo teatral ela pode ser elaborada de uma maneira alegre e positiva, afinal o palco é onde a diversidade de histórias, trajetórias e universos pode se encontrar. E, o que é mais importante para nós, esse projeto justifica-se pela história teatral instigante que quer contar e que é o centro da pesquisa artística que aqui propomos. Assim, a pesquisa da presente peça junta a trajetória desse personagem Bento, ao de sua irmã Clarice, que por ser irmã desse menino que não sabe chorar vive imersa ela mesma em muitas dúvidas. Ela vê os adultos à sua volta muito preocupados com tudo o que acontece com Bento, e sem dar bola para as muitas dúvidas que ela também tem. Por conta disso, propõe ao irmão essa aventura que realizarão longe das vistas (e das muitas preocupações) dos adultos. O presente projeto justifica-se também por criar um universo lúdico em que a jornada das crianças em busca de conhecimento e afeto se dá de maneira profunda, criando para isso todo um universo estético próprio, o que inclui trilha sonora original que será executada ao vivo no palco pelo próprio Bento, (o ator Thiago França que também é músico) e também será realizada pelos dois outros atores (Ricardo Gelli que emprestará sua versatilidade a diferentes personagens e Camila dos Anjos, a introspectiva e corajosa Clarice) que não são músicos como Thiago, mas cantam e o farão em cena. O presente projeto justifica-se também à medida que poderá criar um universo de reconhecimento para muitas crianças que passam por momentos de dúvidas, de questões complexas de saúde, psicológicas, de relação, escolares, etc. Mais do que fazer uma peça que trate de um tema médico (o que não é nossa vontade aqui) queremos pôr no palco uma história que traga reconhecimento para as muitas questões, dúvidas e medos pelos quais as crianças passam e que muitas vezes são edulcoradas pelos adultos. Entendemos que o teatro pode ser um local nos quais as crianças vejam retratados esses momentos que muitas vezes são jogados para baixo do tapete. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto irá alcançar o seguinte inciso e alínea do artigo Art. 3° da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; O referido projeto ora apresentado é uma readequação, principalmente pela pandemia da COVID-19 no projeto PRONAC 170916, Processo 01400.006745/2017-99 _ peça teatral infantil O Menino que Não Sabia Chorar, que conseguiu captar R$ 90.000,00 (noventa mil reais) e irá solicitar a possibilidade de transferências de recursos entre projetos.

Estratégia de execução

O projeto “peça teatral infantil O Menino que não Sabia Chorar” – PRONAC no. 170916 enquadrado no Artigo no. 18, com valor total aprovado para captação de R$ 694.382,00 consistia em produzir infraestrutura física e material, de divulgação e produção para encenar a peça teatral infantil “O Menino que não Sabia Chorar” em teatro na cidade de São Paulo durante três meses, perfazendo 24 seções a preços populares. A partir da autorização para captação de recursos em 18/09/2017 com o projeto aprovado e publicado no Diário Oficial da União realizamos dezenas de inscrições em editais bem como contatos para possibilitar sua realização. Houve o patrocínio da empresa COMPASS COMERCIALIZADORA DE ENERGIA ELÉTRICA LTDA em 18/12/2018 no valor de R$ 45.000,00 e em 26/11/2019 no valor de R$45.000,00, totalizando R$ 90.000,00: valor total de recursos captados. Conforme determina a Instrução Normativa no.2, de 23 de abril de 2019 pretendemos realizar o projeto a partir de sua gravação e exibição em formato online, disponível gratuitamente em plataformas digitais. Também como determina a I.N. o proponente do mesmo projeto, mas em versão gravada online, será o mesmo: JP DA SILVA NETO PRODUÇÃO CULTURAL. O projeto poderá criar um universo de reconhecimento para muitas crianças que passam por momentos de dúvidas, de questões complexas de saúde, psicológicas, de relação, escolares, etc. Mais do que fazer uma peça que trate de um tema médico (o que não é nossa vontade aqui) queremos pôr no palco de maneira online uma história que traga reconhecimento para as muitas questões, dúvidas e medos pelos quais as crianças passam e que muitas vezes são edulcoradas pelos adultos. Entendemos que o teatro pode ser um local no qual as crianças vejam retratados esses momentos que muitas vezes são jogados para baixo do tapete.

Especificação técnica

Não há edição de livro, revistas e periódicos. Não há cursos/workshops.

Acessibilidade

PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: O produto será disponibilizado de forma online. O teatro onde será encenado e filmado o espetáculo terá acessibilidade física. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição com validação de uma pessoa cega com especialização em Audiodescrição, em trabalho prévio com a roteirista na elaboração do roteiro para não videntes e gravação da locução do roteiro minutado em estúdio profissional. ITEM DA PLANILHA: Item 10, Produção, Audiodescrição ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: A gravação ONLINE terá tradutor/intérprete em LIBRAS – Linguagem Brasileira de Sinais. ITEM DA PLANILHA: Item 14, Produção, Interprete de Libras ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Tradução para o idioma inglês com aplicação da legenda no vídeo. ITEM DA PLANILHA: Item 22, Produção, Tradutor

Democratização do acesso

O projeto irá adotar os seguintes inciso/medidas do Art. 28 da IN nº 01/2023: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; A peça teatral infantil “O Menino que não Sabia Chorar” promoverá a igualdade de oportunidades ao acesso e fruição de bens, produtos e serviços culturais, bem como ao exercício de atividades profissionais, com gratuidade total e irrestrita. A disponibilização da ação com em plataforma ONLINE irá dar maior atenção e acesso as camadas da população menos assistidas ou excluídas do exercício de seus direitos culturais por sua condição social, etnia, deficiência, gênero, faixa etária, domicílio, ocupação. Previsão de 10.000 mil pessoas.

Ficha técnica

Produção Executiva: JP da Silva Neto Produção Cultural / José Pedro da Silva Neto / Pedro Neto DRT 0004101SP é produtor cultural desde 1999, cientista social, documentarista e artista plástico. Direção: Fabio Brandi Torres É autor e diretor de mais de 30 peças entre adultas e infantis. Entre elas destacam-se as infantis Ciranda das Flores (Indicado como melhor diretor no 9º FETEPP – 2010, melhor autor no Prêmio FEMSA – 2009, melhor diretor - 8º Festival Nacional de Limeira – 2012, Melhor Autor- 9º FETEPP – 2010 e Melhor Autor e Diretor – 37º FENATA – 2009) e A matérias dos sonhos (Ganhador do Prêmio Coca-Cola FEMSA – 2005). Também foi indicado como autor por Pandolfo Bereba (Prêmio FEMSA – 2013 e por O Mata-Burro – Prêmio Shell – 2006). É formado em Comunicação Social (Publicidade e Propaganda) (1991). E tem ainda trabalhos em televisão e rádio. Integrou a Cia Triptal, é diretor da Cia. Prosa dos Ventos e autor do Centro de Dramaturgia Contemporânea. È autor de O Tesouro de Fabergè (1996) - Infanto-Juvenil, publicado pela Editora Didática Paulista. Dramaturgia: Paula Autran Autora do livro de poemas Manifesto de mim mesma, Paula Autran é mestre (e doutoranda) em artes cênicas pela ECA/USP. É formada em história (USP) e jornalismo (PUC). É autora do livro infantil Vovó Rock and Roll (editora Prumo), co-autora da peça infanto-juvenil Tirando um Som (editora Paulus), do relato jornalístico A Volta dos Mutantes (sobre a banda de rock, Editora Publisher Brasil), e de Peças (edição própria) com cinco peças de sua autoria. Teve seis peças encenadas, entre elas a infantil Armário Mágico, com a qual foi indicada como autora revelação no Prêmio FEMSA. A peça também foi adaptada para o Teatro Rá Tim Bum, da TV Cultura. É integrante do Centro de Dramaturgia Contemporânea. Também ministra aulas de dramaturgia e escreve textos jornalísticos. E muito recentemente passou a se auto-intitular escritora. Elenco: Camila dos Anjos, Ricardo Gelli e Thiago França. Camila dos Anjos Atriz. Bacharel em Artes Cênicas pela Escola Superior de Artes Célia Helena (2011), onde foi dirigida por Ruy Cortez, Marco Antônio Pâmio, Daves Otani, e Eduardo Okamoto, Bete Dorgan, entre outros. Fez workshops com Robert Castle, Fatima Toledo e Tata Amaral. No teatro participou das peças Asas Pra Que Te Quero, texto e direção de Aury Porto (1998), Panos e lendas (Companhia Pic & Nic, 2007/2008), texto de Vladimir Capella, direção de Chico Cabrera; Depois Daquela Noite (2011), texto e direção de Miro Rizzo; Dr Faustus Liga a Luz (Companhia Nova, 2011), de Gertrude Stein, direção de Lenerson Polonini; Leila Baby (Cemitério de Automóveis, 2012), texto e direção de Mário Bortolotto; Guarde um beijo meu (2012), texto e direção de Mario Cesar Costaz; Caminos Invisibles... La partida (Companhia Nova, 2013), dramaturgia e direção de Carina Casuscelli e Arquitetura da Dramaturgia (2014), textos: Paula Autran, Marcos Gomes, Luís Indriunas e Denio Maués; Direção: Kiko Rieser, Rafael Bicudo Andrea Tedesco e Fabio Brandi Torres, do (CDC). Tem diversos trabalhos em televisão e cinema, como Noite Perdida (2011), Dir. Filippo Capuzzi Lapietra (Prêmio de melhor filme estrangeiro no “Los Angeles Comedy Festival”/ Selecionado para o “Short Film Corner” do Festival de Cannes). Em 2010, com o curta O nome do gato, Dir. Pedro Coutinho, ganhou os prêmios de melhor atriz nos festivais Art Dèco de curtas e documentários e no 14ºFAM – Festival Audiovisual do Mercosul. Acaba de filmar “Caju com Pizza”, telefilme dirigido por Francisco Ramalho Jr com previsão de estreia na TV Cultura no segundo semestre de 2014. Na televisão realizou diversos trabalhos, entre eles Sandy e Junior (1999, 2000, 2001 e 2002), Retrato Falado (2003), Começar de novo (2004), Essas mulheres (2005), Malhação (2006), Anjos do sexo (2010) e Amor e Revolução (2011). Ricardo Gelli É ator e arte educador, formado pelo Teatro Escola Célia Helena. Entre as mais de 15 peças em que atuou, destaca-se: “Rosa de Vidro”, de João Fábio Cabral, direção de Ruy Cortez (Cia da Memória); “Heiner Müller em Repertório” e “Dr Faustus Liga a Luz”, de Gertrude Stein, direção de Lenerson Polonini (Cia Nova de Teatro); “Os Inadequados”, de Leandro D’Errico, direção de Ralph Maizza (Teatro da Curva); “Leila Baby”, texto e direção de Mário Bortolotto (Cemitério de Automóveis); “A Dama do Mar”, de Henrik Ibsen, direção de Sérgio Ferrara e “Crônicas de Cavaleiros e Dragões – O Tesouro dos Nibelungos”, de Paulo Rogério Lopes, sobre obra de Tatiana Belinki, direção de Kléber Montanheiro; “Genet – O Poeta Ladrão”, de Zen Salles, direção de Sérgio Ferrara, prêmio de melhor ator no Prêmio R7 de Teatro 2014. Também já assinou cenário, adereços e iluminação de alguns espetáculos. No cinema atuou no longa “Pólvora Negra” de Kapel Furman e em mais de 10 curtas, com destaque para: “Landau 66”, direção de Fernando Sanches (Pródigo Films); “O Afinador”, de Matheus Parizi e Fernando Camargo; “Boca Fechada”, de Elder Fraga (Fraga Films), no qual ganhou o prêmio de melhor ator no festival “Art Decò de Cinema”(2013).Trabalhou com vários diretores de renome no cenário nacional, como: Sérgio Ferrara, Mário Bortolotto, Ruy Cortez, Ralph Maizza, Lenerson Polonini, Rui Xavier, Elisa Othake e Kléber Montanheiro. Thiago França Ator, músico e contador de histórias. Graduando em Licenciatura em Música no Centro Universitário Sant’anna. Formado pela Escola Livre de Teatro de Santo André (ELT). Escola de Música do Estado de São Paulo Tom Jobim (Emesp Tom Jobim). Participação no Coral do Mosteiro da Luz (2007). Oficina de Canto, com Tato Fischer. Curso de Sanfona com Lulinha Alencar. Participou de diversos shows como músicos, em parceria com Criastiano Gouveia, Luis Mármora, além do show “Músicas Inquietas” com a Cia do Tijolo no Memorial da Resistência e Sesc Bom Retiro (2014). Participou de diversas peças teatrais, entre adultos e infantis, entre as quais destaca: “Menino Lua”, com a Cia Teatro do Bardo, direção de Fernanda Maia. (Ganhador do prêmio APCA de melhor espetáculo musical para crianças de 2013. Ganhador do Prêmio Femsa de melhor trilha sonora e finalista como melhor ator).“Ciranda das Flores” com a Cia Prosa dos Ventos (direção de Fabio Brandi Torres). Circuito Cultural Paulista; SESCs; Festival das Agulhas Negras (prêmios de excelência em Teatro Infantil, melhor atriz e melhor espetáculo júri popular 2011).“Para Lá das Palavras” com Núcleo Pé de Zamba (2012) e Circuito Cultural Paulista (2014). “Ladeira da Memória ou Labirinto da Cidade” com o Grupo Teatro Ventoforte, direção de Ilo Krugli (2012 e 2013). Espetáculo Indicado a 3 Prêmios Femsa (incluindo melhor espetáculo). “As 4 Chaves”, com o grupo Teatro Ventoforte, direção de Ilo Krugli. Espetáculo participante da edição 2013 do programa Palco Giratório do Sesc Nacional. História de Lenços e Ventos, com o grupo Teatro Ventoforte, direção de Ilo Krugli. Espetáculo (Palco Giratório do Sesc 2013). O Mistério do Fundo do Pote, (Teatro Ventoforte, direção de Ilo Krugli (2013). “Cantata Para um Bastidor de Utopias”, Cia do Tijolo, direção de Rogério Tarifa – ganhador de dois prêmios Shell (Música e Cenário). Cenografia: Natália Lemos e Marcelo Maffei Marcelo Maffei Cenógrafo e artista plástico. Concluiu a faculdade de licenciatura em Artes Visuais pela Universidade de Belas Artes de São Paulo. No mesmo ano participou da montagem do espetáculo Inocência pelo Cia Satyros como cenógrafo (indicado ao prêmio Shell de cenografia 2006). Trabalha com os Satyros desde então, fez as cenografias das peças Vestido de Noiva de Nelson Rodrigues, em 2008, Liz de Reinaldo Monteiro, em 2008, Justine, de Sade em 2009, Hipósteses para o amor e a verdade, em 2010, Roberto Zucco, de Bernard-Marie Koltès, em 2010 (Indicado ao prêmio Shell de melhor cenografia), Cabaret Estravaganza, criação coletiva, em 2011, Édipo da praça, de Sófocles, em 2013. É cenógrafo permanente da Cia Contraponto e fez o cenário de O Homem com a bala na mão, de Paulinho Faria, em 2013. Fez a cenografia de diversos espetáculos infantis, como Esse rio é minha rua, com os Satyros e Planeta Música, ambos em 2009.Fez a cenografia do vídeo-clipe Jambo dos Visitantes veiculado pela MTV em 2011. Como artista plástico participou de diversas exposições coletivas como: duas exposições na Casa da Xiclet em 2006, Quatro Margens (2013), instalação Tempo em suspensão, na Arte Praia (vencedor do prêmio Arteref em 2013), Novas Perspectivas, na Galeria Solange Viana em 2011. Atualmente, alem de seu trabalho como cenógrafo, se especializa em pintura no Ateliê Aberto do artista plástico Sergio Fingermann (2012 e 2013). Natália Lemos É atriz (DRT: 29.996/SP), formada em arte dramática pela Oficina de Atores Nilton Travesso, artista plástica e arte-educadora. Graduada em Artes Plásticas pela FAAP. Desde 2011 é professora de artes visuais do Ensino Fundamental e médio do Colégio Marupiara. Ilustrou o livro infantil e criou o design gráfico e desenhos de cenário de “Vovó Rock and Roll”, de Paula Autran, pela editor Prumo; Fez a cenografia da peça “A caravana da Ilusão”, com direçnao de Rafael Trufault em 2011. Desde 2008 Integra como atriz e diretora de arte a Cia. Teatro Documentário, contemplada pelas 16a, 19a e 23a edições da Lei de Fomento ao teatro para a cidade de São Paulo. Iluminação: Lui Seixas (DRT: 29.591/SP) é ator e iluminador. Integrante da Cia. EmVersão, do Grupo Folias d’Arte, do Coletivo Artístico Búfalo d’Água e da equipe técnica da Cia. Les Commediens Tropicales. Formado ator pelo Célia Helena Teatro-Escola e operador de luz e eletricista cênico pelo Núcleo de Formação Técnica. Entre 2011 e 2012 cursou iluminação cênica na SP Escola de Teatro. Atua como operador e responsável técnico em iluminação cênica para diversos coletivos e espetáculos teatrais desde 2009. Desenhou a luz de “Denise Desenha nas Paredes”, A Digna Cia., direção: Vinicius Torres Machado; “Vinicius de Vida, Amor e Morte”, Cia. Coisas Nossas de Teatro, direção: Dagoberto Feliz; “Folias Galileu”, Grupo Folias d’Arte, direção: Dagoberto Feliz (Espetáculo vencedor do Prêmio APCA 2013 – Melhor Direção); “Em Cômodos”, Cia. Mamífera, direção: Bete Dorgam; “Muito Barulho por Nada”, Os Barulhentos, direção: Rodrigo Spina; “Epitáfio”, texto e direção: Bernardo Fonseca Machado, com Cia. EmVersão; “As Bodas de Zoé”, Cia. As Bárbaras, direção: Marcella Arnulf; “Duas Vezes por Semana”, Cia. Euquasquatro, texto e direção: Rafael Masini; “Mahagonny”, formatura da Anhembi-Morumbi, direção: Renata Zhaneta, entre outros. Trilha Sonora original: Marcello Amalfi e Vitor Trida Marcello Amalfi Maestro, Arranjador, Produtor fonográfico e Compositor (teatro, televisão e cinema). Mestre em Artes pela Universidade de São Paulo (USP), onde foi bolsista CAPES e realizou estágio PAE de docência no curso de Graduação. Foi aluno de Paulinho Nogueira (violão). Atualmente é responsável pelo curso de Sonoplastia da (Universidade Federal de São Paulo) UNIFESP. É fundador e diretor artístico e arranjador da Big Band Canella (desde 2004). Anteriormente, coordenou o curso; Composição de trilha sonora original para teatro, na SP Escola de Teatro (2014). Criou e coordenou o Centro Livre de Música; (pref. São Bernardo do Campo, 2009). Coordenou o curso; Trilha sonora e sonoplastia; do Centro de Aperfeiçoamento Teatral da Fundação Nacional das Artes (FUNARTE, 2009). Foi o maestro no VMB 2012 (MTV, 2012) e no programa Inglês com Musica (TV Cultura, 2012). Foi assistente de Abel Rocha (1998-2002) e diretor do coral Collegium Musicum de São Paulo. Dentre os prêmios recebidos destacam-se Melhor Trilha de Longa Metragem Nacional com Nossa Vida Não Cabe Num Opala; (Cine PE, 2009) e Um dos 200 melhores músicos do Brasil (Revista Guitar Player, 1997). Como compositor de música original do teatro, trabalhou com Samir Yasbeck, Naum Alves de Souza, Roberto Lage, Antonio Abujamra, Rodolfo Vasquez, Georgete Fadel, entre outros. Têm canções gravadas por Zeca Baleiro, Gero Camilo e Alaíde Costa. Vitor Trida 28 anos é multi-instrumentista (toca flauta, guitarra, piano, entre outros), cantor e compositor. Há sete anos é integrante da nova formação do lendário grupo de rock Os Mutantes. Ao lado de Arnaldo Dias Baptista, Sérgio Dias Baptista, Dinho Leme, Zélia Duncan, Simone Sou e outros músicos esteve presente na primeira turnê de volta da banda (2006). De lá para cá, com diferentes formações já fizeram shows em diversos festivais de música em países como Estados Unidos, Singapura, Austrália, países da Europa ( Portugal, Espanha, França), entre outros. Além de terem tocado com músicos como Tom Zé. Participou dos dois discos resultantes desse trabalho. Paralelamente a isso está finalizando seu primeiro CD solo, com previsão de lançamento em 2014. Desenvolve trabalhos com trilhas sonoras para documentários, curta-metragem e publicidade em geral. É formado em Ciência da Computação pela PUC/SP. Figurino: Luiza Pannunzio Desenha poesias e gosta muito de escrever. Tem por formação as artes plásticas FAAP - SP. Com a maternidade – é mãe de Clarice, 3 anos e Bento, 2 anos – colocou no mundo O Bebê da Cabeça Quadrada, em que relata as experiências vividas entre fraldas, mamadeiras e os aprendizados infindáveis. E também O Menino que não Sabia Chorar, inspirado no seu guri que nasceu com fenda lábio-palatina e sem canal lacrimal. Escreve e desenha para seus filhos lerem quando crescer em dois tumblrs. Lê para que eles durmam a tempo de que possa sentar para escrever. Escreve para organiza-se. Os sentimentos e também para não esquecer. http://luizapannunzio.com/ Publicou ela mesma dois livros com seus desenhos/poesias em 2012 e 2013, “Todo Amor do Mundo” e “Ontem”, ambos esgotados. Alimenta diálogos domésticos no tumblr em que faz anotações do que melhor ouve e fala com seu marido. Faz colagens de monstros e bichos - Monstruário- para que junto de seus filhos, encontrem um meio de conviver com os medos de todos os dias. Desde 2001 mantém na cidade de São Paulo uma loja onde comercializa tudo o que faz além das roupas que desenha e confecciona no atelier de costura de sua mãe, no interior. Fez pós graduação em jornalismo cultural, na PUC. Porque houve uma paixão dela com as palavras. Fundou em 2014 uma rede de contatos para as mães que como ela, tem filhos que nasceram com fissuras e outros “defeitos” na face. As Fissuradas hoje conta com mais de 5 mil pessoas cadastradas, compartilhando histórias e amor.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.