| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33000167000101 | PETROLEO BRASILEIRO S A PETROBRAS | 1900-01-01 | R$ 800,0 mil |
A presente proposta tem o objetivo de realizar a temporada 2° semestre de 2023 de Concertos noTheatro Municipal do Rio de Janeiro. A Série de concertos é realizada com a Orquestra Sinfonica do Theatro Municipal, que é um dos poucos teatro que possuem uma orquestra. Para as apresentações, prevemos a apresentação de alguns convidados. Na Contrapartida Social, realizaremos palestras educativas para estudantes e professores de escolas públicas, estudantes de música e integrantes de projetos sociais, de forma a atender ao disposto na IN de 01/2023.
APRESENTACAO DE MUSICA ERUDITA - Nesta série serão apresentados 4 concertos e 1 opera em concerto - em 11 apresentações - com a participação especial de solistas e/ou maestros brasileiros convidados. Os concertos serão executados pela Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal sob direção musical e artística do maestro convidado. A série tem o objetivo de valorizar a música de concerto e os artistas brasileiros. Palestra -Palestra Gratuita 1 hora antes de cada apresentacao do concerto e opera de camara, que sera executado no Salao Assyrio ou Auditorio Mario Tavares com disponibilidade de ate 150 pessoas
Objetivo Geral: Oferecer ao público Concertos e Opera de Camara executadas pela Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal e pelo Coro do Theatro Municipal integrantes dos corpos artísticos permanentes da casa , reafirmando a renomada tradição do Theatro de oferecer à plateia com récitas de excelente nível artístico, alem de musicos de complementos , solistas, maestros convidados. Valorizando os artistas brasileiros. Objetivo Específico: A) Produto APRESENTAÇÃO MUSICAL -Na temporada 2023, serão oferecidos 4 títulos de concertos e 1 titulo de Opera de Camara ou Concerto semi encenado, em um total de 11 récitas. Os títulos serão selecionados para compor a temporada lírica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, e serão apresentados pela Orquestra Sinfônica e do Coro da casa, bem como por solistas, maestros convidados. Valorizando os artistas brasileiros.Para publico de 23.376 pessoas B) Produto CONTRAPARTIDAS SOCIAIS -Como Contrapartida Social, será oferecida 1 palestra com o tema do titulo artistico 1h antes das apresentacoes para estudantes e professores de escolas públicas, estudantes de música e integrantes de projetos sociais, comunidade em vulnerabilidade social e necessidades especiais , forma a atender ao disposto as regras da Instrução Normativa de 2023.Apos atendido em prioridade a cota destinada, sera oferecido ao publico em geral. Para publico de 1.650 pessoas. No total serão realizadas 11 palestras para um publico de 150 pessoas por dia, totalizando 1.650 pessoas
O Theatro Municipal vem oferecendo a seu público, desde sua fundação em 1937, grandes temporadas de Concertos, Operas e ballets, nas quais se evidencia a excelência na execução de seus componentes assim como na escolha de seu eclético repertório.O Theatro Municipal do Rio de Janeiro (TMRJ) foi inaugurado em 14 de julho de 1909. É considerado a principal casa de espetáculos do Brasil e uma das mais importantes da América do Sul. Ele é composto por suas instalações físicas e seus corpos artísticos permanentes. Atualmente, com 114 anos de serviços prestados à cultura nacional, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro se mantém como uma das belas casas de espetáculo do país, com capacidade para 2.216 espectadores. Este projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Os seguintes objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91 serão alcançados: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.
Sobre o Plano de distribuição: Informamos que as quantidades aplicadas no plano de distribuição estão considerando 13 apresentações. O Theatro Municipal possui 2.216 lugares, sendo: 132 lugares - Frisa 456 lugares - Platéia 68 lugares - camarote 346 lugares - Balcão nobre 500 lugares - Balcão superior 724 lugares - Galeria Totalizando 2.216 lugares por apresentação. Considerando que realizaremos 11 apresentações, as quantidade de cada setor foram multiplicadas por 11. 1.452 lugares - Frisa 5.016 lugares - Platéia 748 lugares - camarote 3.806 lugares - Balcão nobre 5.500 lugares - Balcão superior 7.964 lugares - Galeria Totalizando 24.376 lugares O público da Contrapartida Social assegura , no mínimo, 10% do total de beneficiários dos outros produtos cadastrados no PLANO DE DISTRIBUIÇÃO. Sobre a receita de bilheteria: Ressaltamos que a receita prevista no plano de distribuiçao está baseada na lotação total com venda inteira de 90% e promocional 10%. Estimamos que em espetáculo desse segmento, 60% do publico seja meia entrada (idosos, estudantes, cadeirantes, etc...) além disso a média de publico pagamento varia entre 60% e 80%. Essa diferença altera significativamenteo o resultado financeiro da bilheteria. Vale tambem mencionar que do valor arrecadado, são descontados imposto, taxas administrativas das operadoras de bilheterias entre outros.
nao se aplica
A) Produto APRESENTAÇÃO MUSICAL Acessibilidade Física: Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Recursos próprios. A Lei Brasileira nº 13.146 de 2015 institui a Lei de Inclusão da Pessoa com Deficiência, destinada a assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania. O Theatro Municipal do Rio de Janeiro atende às exigências dessa Lei, oferecendo acesso de pessoas com deficiência (PcD) aos locais reservados à plateia, por meio de rampas, elevadores e corredores amplos. Os banheiros também são adaptados à acessibilidade física. O Theatro Municipal disponibiliza um receptivo treinado para auxiliar portadores de deficiência no deslocamento em suas dependências. Acessibilidade para Deficientes Visuais: Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Recursos próprios. Caso um espectador tenha deficiência visual, um facilitador treinado será destacado para auxiliá-lo na locomoção dentro do Theatro. Um facilitador educativo também lerá o programa da ópera para o espectador. Além disso, será criado uma versão do programa virtual com fontes ampliadas e contraste que facilitem a leitura do espectador com baixa visão. Acessibilidade para Deficientes Auditivos: Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: sistema eletrônico de legendagem, que será instalado no palco e fornecerá legendas à plateia como medida de acessibilidade ao conteúdo . B) Produto CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Acessibilidade Física: Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Recursos próprios. O Theatro Municipal do Rio de Janeiro oferece acesso de pessoas com deficiência (PcD) aos locais reservados à plateia, por meio de rampas, elevadores e corredores amplos. Os banheiros também são adaptados à acessibilidade física. O Theatro Municipal disponibilizara um receptivo treinado para auxiliar portadores de deficiência no deslocamento em suas dependências. Acessibilidade para Deficientes Visuais: Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: em planilha . Caso um espectador tenha deficiência visual contaremos com audiodescricao Acessibilidade para Deficientes Auditivos: Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete de libras Caso um ouvinte da palestra tenha deficiência auditiva, será destacado um intérprete de Libras.
Atendendo as regras previstas nos artigos 27 , 28 e 29 da Instrução Normativa:Serão contratados 1 estagiário no projeto, podendo ser artisticamente ou tecnicamente ou administrativamente que receberá uma ajuda de custo mensal de R$ 1.100,00.- Doação de uma cota de 10% de convites para o projeto social (alunos de escolas públicas estaduais e municipais, associações, ONGs, centros comunitários, e comunidade em vulnerabilidade social ).Com estas ações, o projeto busca atender ao pressuposto definido no Artigo 27 do Decreto 5761, de 27/04/06, no que tange à democratização.Objetivos1 - Possibilitar o acesso de estudantes a espetáculos de grande porte e qualidade;2 - Promover a formação de plateias;3 - Ampliar as perspectivas culturais e artísticas dos alunos, incentivando a formação de uma mentalidade crítica, ética e fundamental ao exercício da cidadania.4 - Criar um espaço de relação entre instituições educacionais e espaços culturais; Atendendo à legislação pertinente a acessibilidade de conteudo nas palestras, faremos a transmisao em Libras. conforme Art 25,28,29, 30 In/23
Com relação a ficha técnica, informamos que o projeto terá a participação do Coro e Orquestra Sinfonica do Theatro Municipal, além disso, planejamos a apresentação de artistas convidados para agregar valor e atrair um maior público. FICHA TÉCNICA Proponente - Associaçao do Amigos do Teatro Municipal (Sr Gustavo Martins de Almeida) - Direçao operacinal e técnica. Advogado que atua na área de direito, como Direito civil, propriedade intelectual, direitos autorais. Perito nomeado na área de contratos de direito autoral com atuação no foro do Rio de Janeiro onde é cadastrado no site do Tribunal da justiça, na área deAssessoria Jurídica e possui vasta experiência em litígios relacionados a responsabilidade civil Direito de arte e propriedade intelectual. É sócio fundador onde realiza palestras sobre direito aplicado ao mercado de arte e entretenimento. Na Associação dos amigos do teatro municipal, o mesmo atua com grande representatividade nesta entidade sem fins lucrativos desde sua constituição em 1.984, nos últimos 10 anos como presidente ,tendo o mesmo experiência no segmento de espetáculos clássicos. Como presidente, o Sr Gustavo Martins não tem nenhuma remuneração na entidade nem em projetos ou espetáculos, sendo seus serviços (todos eles) sem remuneração. Ressaltando o projeto em referência, o mesmo e responsável pela gestão Operacional ,processo decisório incluindo a decisão de títulos que farão parte da programação artística, decisões sobre todas as questões operacionais, aprovação orçamentárias, controle dos gastos dentro do aprovado, bem como, todo acesso e informações de cada projeto no Salic web. Ana Paula Macedo - Direçao Geral Natural do Rio de Janeiro ,formada em administração de empresas inicio a atuação na atividade cultural em 2003 no Theatro Municipal do Rio de Janeiro como assistente de produção passando para coordenação de projetos incentivados em 2004, responsável pela coordenação geral de projetos incentivados, assessoria, consultoria, formatação de projetos, inscrições em editais e leis de incentivos, elaboração de relatórios desde temporada artística de 2004 constante em seus 18 anos de atuação ,Concertos A INFÂNCIA DE CRISTO, CARMEN IN CONCERT, CONCERTOS DE GALA DIVERSOS, CONCERTOS ANUAIS DE ABERTURA DA TEMPORADA,CONCERTO GUSTAV MAHLER, CONCERTOS HSBC, CONCERTO RACHMANINOFF, CONCERTO VERDI,CONCERTO WAGNER, CRISTO NO MONTE DAS OLIVEIRAS, ENCANTAMENTOS DE SEXTA FEIRA SANTA, GALA VERDI,GRANDES MOMENTOS SINFÔNICOS DA ÓPERA ITALIANA, LUZES DA CIDADE, METRÓPOLIS, ORFEU VIVE, PEDRO E O LOBO, RÉQUIEM ALEMÃO, RÉQUIEM DE VERDI, ENTRE OUTROS. Operas: AÍDA, ARIADNE EM NAXOS, A FLAUTA MÁGICA, A VIÚVA ALEGRE Patricia Pontes Telles - Coordenaçao Geral Natural do Rio de Janeiro, Patricia Telles iniciou sua carreira de produção culturaL em 1996 no Theatro Municipal. Trabalhando diretamente no setor de produção EXECUTIVA participando das montagens de grandes espetáculos de : Ballet – “O Quebra Nozes”, “Coppélia”, “O Lago dos Cisnes”; Ópera - “La Bohème”, “Ainda”, “O Barbeiro de Sevilha”, “Ariadne auf Naxus”, “Eugène Oneguine”, “Porgy and Bess”, “Don Pasquale”, “Carmen”; alem de concertos e eventos de outros produtores Em 2013, foi Coordenadora responsável pela companhia de dança El Paso, que funcionou por 3 anos diariamente. com ensaios e espetáculos no final de cada semestre. A partir de 2017 dedicou sua carreira a especialização financeira e de Leis de Incentivo, onde atraves da Produtora Aventura inscreveu e prestou contas de mais de 30 projetos. Leonardo Neiva – Barítono Convidado freqüente das mais importantes orquestras e teatros do país, Leonardo Neiva vem se destacando nos últimos anos como o mais importante barítono brasileiro de sua geração. Uma voz "quente, ensolarada e incandescente" , como descreveu a importante revista alemã Opernwelt após assisti-lo em 2011, em Tristan und Isolde de Wagner. Natural de Brasília, estudou com Francisco Frias na Escola de Música de Brasília e UnB antes de aprimorar-se Itália com Rita Patané e Ernesto Paláci na Italia. Desde sua estréia profissional aos 23 anos, vem colecionando elogios de publico e critica, venceu o concurso internacional de canto Bidu Sayão e desde então é reconhecido como um artista versátil e de grande desenvoltura cênica, capaz de interpretar um vasto repertório. Depois de protagonizar o musical Lês Miserables no Brasil e no México, recebeu em 2009 o XII Prêmio Carlos Gomes de melhor cantor masculino por sua interpretação nas óperas ?Sansom et Dalila? (Grand Prêtre), ?Dido and Aeneas? (Aeneas) e no poema sinfônico ?Kullervo? de Jean Sibelius; em 2013 obteve muito sucesso com musical Ça Ira do astro do rock Roger Waters. Dentre seus principais trabalhos estão Falstaff (Ford), na OSESP, Les Pecheurs dês Perles (Zurga), I Pagliacci (Silvio) e Thais (Athanael) no Teatro Municipal de Santiago do Chile, ?l Barbieri di Siviglia? (Figaro) na estréia da Cia. Brasileira de Ópera, Wozzeck e Carmina Burana" para o Teatro São Carlos de Lisboa, de ?Dialogues dês Carmelites? (Marquis de La Force) e Tristan und Isolde (Kunwernal) e Hänsel und Gretel (Vater) no Festival Amazonas de Opera, Ariadne auf Naxos (Musikleher), Götterdämmerung (Gunther) e o papel titulo de Don Giovanni para o Municipal de São Paulo,?La Bohéme? no Palácio das Artes em Belo Horizonte, Roméo et juliette (Mercutio) no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Participou, em 2013, da estréia brasileira de A midsummer night's dream de Britten, criado o papel de Bottom com grande sucesso. Recentemente, estreou na França na ópera Rienzi, de Wagner no Teatro Capitole de Toulouse, sob direção do veterano Jorge Lavelli, espetáculo lançado internacionalmente em DVD pelo selo OPUS ARTE. Recentemente gravou junto a OSESP a Sinfonia No 10 -?Ameríndia? de Villa-Lobos sob regência de Isaac Karabtchevsky. Homero Velho – Barítono O barítono Homero Velho dedica-se ao canto lírico desde os 18 anos. Estudou nos EUA, onde participou de diversos festivais de ópera, interpretando papéis principais como The Ghosts of Versailles (Corigliano) e Don Giovanni (Mozart). Foi ainda artista residente da National Opera Company. De volta ao Brasil, Homero rapidamente se estabeleceu como um dos artistas mais requisitados da cena lírica nacional. Sua lista de estreias mundiais é extensa em obras como O Caixeiro da Taverna (G. Bernstein), A Tempestade (R. Miranda), Olga (J. Antunes), O Pescador e sua Alma (M. Lucas), Piedade e Kawah Ijen (J. G. Ripper). Grande intérprete de óperas do século XX, Homero foi Nick Shadow em The Rake’s Progress, de Stravinsky, e teve imenso sucesso de crítica e público no papel de Bottom em A Midsummer Night’s Dream, de Britten, no Teatro São Pedro em São Paulo. Fora do Brasil, o barítono cantou Dr. Malatesta (Don Pasquale, Donizetti), na Ópera de Colômbia e Buenos Aires Lírica. Em Montevideo foi Belcore em L’Elisir d’Amore e Figaro em Il Barbiere di Siviglia . Cantou no Michigan Opera Theatre, em Detroit, o papel de Escamillo (Carmen, Bizet), e fez a estreia europeia de Pedro Malazarte (Guarnieri), no Festival Feldkirch, na Áustria. Homero Velho é também professor de canto na UFRJ. Sávio Sperandio – Baixo A voz e a presença cênica marcantes de Sávio Sperandio o tem tornado um dos artistas mais solicitados do Brasil. Tem se apresentado emóperas nos Teatros Municipais do Rio de Janeiro e São Paulo, Theatro da Paz (Belém), Teatro Amazonas (Manaus), Palácio das Artes de Belo Horizonte, Teatro São Pedro (SP), Teatro Pedro II (Rib. Preto - SP), nos títulos Il Trovatore, La Forza del Destino, Macbeth, Sanson et Dalila, Le nozze di Fígaro, Die Zauberflöte, Falstaff, Don Carlo, Colombo, Romeo et Juliette, Orfeo, Don Giovanni, Gianni Schichi, La Boheme, Lucia di Lammermoor, Il Guarani, Lo Schiavo, Les Troyen, Vec Makropulos, Aida, Joanna de Flandres, Rigoletto, L`Elisir d`amore, Il Barbiere di Siviglia, The Rake's Progress etc. No exterior cantou O Barbeiro de Sevilha (Bartolo) no Theatro Colón de Buenos Aires (2005), no Festival de Ópera de Ercolano/tália (2007) e no Teatro Real de Madrid (2008), L’Italiana in Algeri (Mustafá) no Festival Rossini in Wildbad, Alemanha (2008), Il Viaggio a Reims (Don Profondo) no Rossini Opera Festival de Pesaro (2006) e no Teatro Arriaga de Bilbao/Espanha (2008) sob direção de Emilio Sagi e regência de Alberto Zedda, Don Pasquale (Don Pasquale) no Teatro Real de Madrid (2009), Zelmira (Gran Sacerdote) no Rossini Opera Festival de Pesaro (2009) sob reg. de Roberto Abbado, Una cosa rara (Lisargo) no Palau de les Arts Reina Sofía em Valencia (2010) Recentemente participou das montagens de The Rake's Progress (Nick Shadow) no Teatro Municipal de São Paulo, Nabucco e "Romeo e Julieta" no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, O Caso Makropulos com a Petrobras Sinfônica, Aida em Porto Alegre, O Barbeiro de Sevilha com a CIA Brasileira de Opera na turnê pelo Brasil e La Boheme no Teatro Pedro II em Ribeirão Preto-SP entre outras. Em concertos sinfônicos, tem cantado com as principais orquestras brasileiras (OSESP, OPES, OSMG, OSM SP, Amazonas Filarmônica etc), destacando o Réquiem de Verdi, a Messa di Gloria de Puccini, Messiah de Handel, Réquiem de Mozart, 9ª Symphonie e Missa Solemnes de Beethoven, Paixão Segundo S. Mateus e Paixão Segundo S. João de Bach. Recebeu os seguintes Prêmios: ?Melhor Intérprete de Canção Brasileira? no IV Concurso Internacional de Canto Lírico Carlos Gomes, ?Melhor Intérprete de Canção de Osvaldo Lacerda? atribuído pelo compositor Osvaldo Lacerda e,?Revelação do Ano? no Prêmio Carlos Gomes de Música Erudita (2005). Murilo Neves – Baixo Bacharel em Canto Lírico pela UFRJ, estudou com Ilza Corrêa no RJ e Rita Patanè em Milão. Seus trabalhos mais destacados incluem Raimondo em Lucia di Lamermoorno Festival Amazonas de Ópera, Pistola em Falstaff no Teatro Solís em Montevideo e Peter Quince em A Midsummer Night’s Dreamno Parque Lage/RJ. Apresentou-se no Theatro Municipal do Rio de Janeiro (Colline em La Bohème, Angelotti em Tosca, Il Frate em Colombo, entre outros), Theatro Municipal de São Paulo (Colline em La Bohème, Il Doge di Venezia em Fosca), Teatro São Pedro/SP (Le Bailli em Werther) e Palácio das Artes em Belo Horizonte (Raimondo em Lucia di Lammermoor, Roucher em Andrea Chénier). Participou de diversas edições do Festival Amazonas de Ópera, como Polyphemus em Acis and Galatea, Zuniga em Carmen, Samuel em Un Ballo in Maschera, Harasta em A raposinha Astuta, entre outros. Com a OSB Ópera e Repertório atuou como Trulove em The Rake’s Progresse Trouffaldino em Ariadne auf Naxosno TMRJ, e Adraste em Renaudna Sala Cecília Meireles Julianna Santos – Diretora Cênica Julianna Santos é graduada em Direção Teatral pela UFRJ. Em 2003, ainda na universidade, iniciou seu trabalho com assistente de direção da ópera, ?Le Nozze di Figaro?de Mozart. Desde então começou a trabalhar como assistente de direção nos principais teatros de Ópera do país, participando da montagem de aproximadamente 80 diferentes produções. Participou de cinco edições do Festival de Amazonas de Ópera , onde em 2019 dirigiu a opera Alma de Claudio Santoro, que recebeu premio da Revista Concerto 2019 por votação popular. Em 2018 dirigiu Acis e Galatea de Haendel e em 2013, a Ópera ?O Morcego? de Johaan Strauss, em Em 2017 dirigiu La Tragedie de Carmen no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Durante quatro anos, fez parte da equipe fixa de Direção Cênica do Theatro Municpal de São Paulo, assumindo a função de Diretora Residente, acompanhando o processo de montagem e prestando assistência de direção a todos os renomados diretores cênicos convidados. Nesse período foi responsável pela direção de remontagem das operas La Boheme e Cavalleria Rusticana, trabalhando com grandes nomes da lirica nacional e internacional. Ainda em 2018 dirigiu na Escola de Musica da UFRJ a opera A Flauta Magica de Mozart. Trabalhou também como assistente no Palacio das Artes de Belo Horizonte e Theatro São Pedro em São Paulo. No Festival de Inverno de Petrópolis remontou as óperas Cosi Fan Tutte e As Damas Trocadas. Em 2010 dirigiu o concerto cênico ?Máscaras? no Theatro Municipal de Niterói e também a ópera ?La Traviata? em versão reduzida para piano no CCJF. Por cinco semanas acompanhou o processo de remontagem da ópera ?Rapto no Serralho? de Mozart na ?Opera Company of Philadelphia?. Foi assistente dos diretores: André Heller-Lopes, Andrea de Rosa, Arnaud Bernard, Caetano Vilela, Carla Camuratti, Cesare Lievi, Davide Livermore, Filippo Tonon, Giancarlo Del Monaco, Henning Brockhaus, Pier Francesco Maestrini, Livia Sabag, Marco Gandini, Mauro Wrona, Stefano Poda, William Pereira, e trabalhou com os maestros: Alain Guingal, Eduardo Strausser, Ira Levin, Luiz Fernando Malheiro, Jacques Delacote, Jader Bignamini, John Neschling, Marcelo de Jesus, Michelangelo Mazza, Miguel Campos Neto, Oleg Caetani, Ramon Tebar, Roberto Minczuk, Silvio Viegas , Victor Hugo Toro e Yoram David. CORO O Coro do Theatro Municipal do Rio de Janeiro é um coro existente na cidade do Rio de Janeiro e um dos corpos artísticos do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Atualmente formado por 95 cantores de sólida formação musical e que frequentemente se apresentam como solistas nos principais teatros do Brasil, o grupo atua em concertos e óperas principalmente com a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e com o Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, além de atuar com solistas convidados. Fundado por um decreto em 1931, o coral efetivamente se apresentou pela primeira vez em 03 de agosto 1933 na montagem da ópera Andrea Chénier, sob regência de seu primeiro maestro titular Santiago Guerra. Desde a sua criação, o grupo já foi dirigido em diversas ocasiões por importantes maestros como Oscar Leone, Gianni Lazzari, Norberto Molla, Andrea Morosini, Romano Gandolfi, Nelson Nilo Hack, Henrique Morelenbaum e Genzon Martinelli. Em 1975, após a aposentadoria de Santiago Guerra, o coral foi dirigido interinamente por Celso Cavalcanti de Albuquerque, que atuava como maestro assistente, e Zuinglio Faustini. O maestro Andrés Máspero foi nomeado titular em 1978, cargo que ocupou até 1982. Nesse período, o Coro do Theatro Municipal do Rio de Janeiro foi considerado um dos melhores do mundo em seu gênero pela revista Opera News. Com a saída de Máspero, o maestro Manuel Cellario assumiu a direção do grupo, permanecendo até 2000, quando se aposentou. Seu assistente, Maurilio dos Santos Costa, foi nomeado titular em 2001, permanecendo até 2013. Atualmente o maestro titular do coro é Jésus Figueiredo. ORQUESTRA SINFÔNICA Uma das mais importantes orquestras do país está de aniversário. Criada há 90 anos, a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro (OSTM) revela talentos, apresenta obras-primas de compositores nacionais e internacionais, consegue atrair plateias do mundo todo para ouvir e assistir a música de concerto neste templo cultural histórico do país. Fundada em 02 de maio de 1931, a OSTM tem uma trajetória com muitas. curiosidades como o nome de Francisco Braga, o primeiro maestro titular do Theatro e autor do Hino da Bandeira. A Orquestra fez a primeira apresentação no dia 05 de setembro de 1931, às vésperas da data comemorativa da Independência do Brasil. O concerto de estreia da Orquestra Sinfônica contou com a participação de Tito Schipa, considerado um dos maiores tenores italianos da primeira metade do século 20, que gostava muito do Brasil, onde vinha com a Companhia Lírica da Itália. Compositor, professor do Instituto Nacional de Música e criador da Sociedade de Concertos Sinfônicos, Braga foi aluno do compositor francês Jules Massenet e participou ativamente da história do Theatro Municipal, desde os primeiros anos. Ele comandou o espetáculo de inauguração do Theatro Municipal, em 14 de julho de 1909, ao lado do amigo e contemporâneo Alberto Nepomuceno. E foi o maestro que lançou, nos concertos, a música do talentoso compositor Heitor Villa-Lobos. Francisco Braga foi um dos maiores responsáveis pelo Theatro ter, hoje em dia, o Coro e a Orquestra Sinfônica, porque participou da comissão criada nos anos de 1930 para estudar a implementação dos corpos estáveis do Municipal do Rio e transformar isso em lei. Foi então nomeado o primeiro maestro da OSTM, e acabou sendo o regente que mais realizou concertos no TMRJ, onde ficou até meados de 1935, quando se afastou por problemas de saúde. O maestro selecionou os primeiros 60 músicos da Orquestra que foram recrutados através de concurso público. Depois de Braga, sucederam-se no comando da OSTM inúmeros regentes como Henrique Spedini, Mário Tavares, Henrique Morelenbaum, Silvio Barbato, Guilherme Bernstein Seixas, Roberto Minczuk, Silvio Viegas, Tobias Volkmann, Cláudio Cruz, Luiz Fernando Malheiro, e atualmente o americano Ira Levin, que também é Diretor Artístico. Cenografo, Figurinista , Iluminador serão contratados para o projeto. Palestrantes para contrapartida social, serão contratados para o projeto.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.