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PRONAC 233064Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Mulheres na Música

SONATA PRODUCOES ARTISTICAS EIRELI
Solicitado
R$ 1,05 mi
Aprovado
R$ 1,05 mi
Captado
R$ 210,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

20.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Erudita
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-03-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (4)
Brasília Distrito FederalSinop Mato GrossoRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

O projeto "Mulheres na Música" prevê a realização de 12 espetáculos de música clássica. O foco será a produção de mulheres artistas que pioneiras, conquistaram e ainda seguem conquistando espaço no cenário da música instrumental e vocal. Produto principal: apresentação Musical. Produto secundário: oficinas/ máster class. Produto secundário: contrapartidas sociais.

Sinopse

A mulher compositora foi apagada da História da Música. Nosso projeto se propõe a resgatar 10 séculos de obras-primas escritas por compositoras, desde a monja alemã que viveu na Idade Média Hildegard Von Bingen até as contemporâneas brasileiras Clarice Assad e Bianca Gismonti, passando pelas obras das extraordinárias Alma Mahler, Chiquinha Gonzaga, Clara Schumann e as jazzistas Peggy Lee e Alice Coltrane, entre outras. O foco será a produção artística de mulheres artistas que pioneiras, guerreiras e desbravadoras conquistaram e ainda seguem conquistando espaço no cenário da música instrumental e vocal. O projeto abordará o tema das mulheres na música da maneira mais abrangente possível: a questão de gênero se entrelaça com a de raça, classe social, origem (centro e periferia), representatividade da mulher compositora brasileira e internacional. O projeto também é plural na escolha das compositoras: do passado e do presente; de diferentes orientações estéticas; internacionais, nacionais, regionais e instrumentistas de diferentes idades e origens. Espetáculos que serão apresentados nas quatro cidades: Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte e São Paulo. 1º espetáculo: “Abram Alas que eu quero passar”- as pioneirasObras de Chiquinha Gonzaga, da monja Hildegard von Bingen, Fanny Mendelsssohn, Dolores Duran, Rebecca Clarke etc. 2º espetáculo - “Contrapontos da paixão” – o protagonismo feminino na vozObras de Clarice Assad, Clara Schumann, Pauline Viardot, Cécilie Chaminade, Lina Pires de Campos, Dinorah de Carvalho, Carmen Vasconcellos, Carolina Cardoso de Menezes, Viúva Guerreiro e Bianca Gismonti etc. 3º espetáculo - “JAZZ, não fica bem para uma senhora?”- O Jazz no olhar femininoObras com instrumentos “proibidos” para as musicistas no século XIX como o violoncelo e os metais em obras de Peggy Lee, Carla Bley, Alice Coltrane etc. INTÉRPRETES (a confirmar): Trio D´Elas (Carolina Faria, Lilian Barretto e Eliane Tokeshi)Duo Cristina Braga (harpista), Ricardo Medeiros (contrabaixo) e Maria Teresa Madeira (piano), Conjunto Jazzmin’s Quartet.

Objetivos

Objetivo Geral - Realizar o projeto Mulheres na Música com 12 espetáculos em quatro cidades brasileiras. Objetivos Específicos _1. PRODUTO PRINCIPAL APRESENTAÇÃO MUSICAL - Realizar 12 concertos musicais onde o protagonismo feminino será a tônica;2. PRODUTO PRINCIPAL APRESENTAÇÃO MUSICAL - Receber um público total de 4.000 pessoas nos 12 concertos;3. PRODUTO SECUNDÁRIO OFICINA/MASTER CLASS - Atender cerca de 120 pessoas nas 4 oficinas / master class;4. PRODUTO SECUNDÁRIO CONTRAPARTIDA SOCIAL - Atender 400 professores e estudantes em 4 encontros de contrapartidas sociais;5. PRODUTO PRINCIPAL APRESENTAÇÃO MUSICAL - Valorizar o papel da mulher na música de concerto;6. PRODUTO PRINCIPAL APRESENTAÇÃO MUSICAL - Colaborar na formação de platéia para a música clássica.

Justificativa

Ao tratar de um tema candente na contemporaneidade _ o do espaço e desafios reservados às mulheres na vida profissional, e especificamente na música _ o projeto se abre para as demandas do público, das artistas mulheres, do mercado e da sociedade. A experiência da curadora e da diretora artística na organização de concertos, palestras e cursos voltados a essa temática mostra que há grande interesse, envolvimento e trocas entre todos os envolvidos, intérpretes, público, gestores e gestoras de cultura. O tema deste projeto traz em seu âmago a inclusão: a equidade de gênero na música como um grande desafio. Há, desde sempre, enorme desequilíbrio entre o número de homens e mulheres em orquestras; entre obras executadas de mulheres e homens. O espaço é ainda mais restrito em cargos de liderança, seja na regência, direção artística ou cargos executivos. O projeto tem um olhar ao mesmo tempo histórico e contemporâneo ao resgatar nomes do passado e obstáculos enfrentados, discutindo os que foram superados e os que seguem como desafio. O projeto é totalmente centrado em questões da contemporaneidade ao mostrar a produção de mulheres compositoras, bem como o trabalho de mulheres instrumentistas, discutindo o porquê do apagamento na sociedade, das dificuldades e da desigualdade de gênero na música clássica. Ao trazer informações desconhecidas, ao lado de um repertório de qualidade e igualmente pouco conhecido, o projeto surpreende o público e mostra novas perspectivas de abordagem musical a partir de agora. O projeto se coaduna com os seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91:Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto atinge os seguintes objetivos do Art. 3º da lei 8313/91:Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposições públicas no País e no exterior;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

Plano de divulgação –Assessoria de imprensa5.000 programas20 banners200 cartazetes Flyers digitaisPosts nas redes sociais e site Passagens aéreas e hospedagem –10 PASSAGENSRIO, SP, MT, DF50 DIÁRIAS DE HOTEL50 REFEIÇÕES E CATERING PARA CAMARIM

Especificação técnica

Produto principal– apresentação musical12 apresentações de música erudita com duração de cerca de 60 minutos/cada Produto secundário – Oficinas/ master class04 oficinas de música clássica/master class com duração de cerca de 120 minutos/cada Produto secundário– contrapartidas sociais04 encontros com professores e estudantes da rede pública de ensino com cerca de 120 minutos de duração/cada

Acessibilidade

Produto principal – apresentação musicalAcessibilidade deficientes físicos – os espaços escolhidos para as apresentações já possuem acessibilidade como rampas, cadeiras PCDs etc Acessibilidade deficientes visuais – será disponibilizado serviço de audiodescrição Acessibilidade deficientes auditivos – não se aplicaAcessibilidade para deficiente intelectuais - consideramos que a música é acessível a todos os deficientes intelectuais Produto secundário – Oficinas/ master classAcessibilidade deficientes físicos - os espaços escolhidos para as oficinas já possuem acessibilidade como rampas, cadeiras PCDs etc Acessibilidade deficientes visuais - será disponibilizado serviço de audiodescrição Acessibilidade deficientes auditivos – não se aplicaAcessibilidade para deficiente intelectuais - consideramos que a música é acessível a todos os deficientes intelectuais Produto secundário – contrapartidas sociaisAcessibilidade deficientes físicos - - os espaços escolhidos para os encontros de contrapartida social já possuem acessibilidade como rampas, cadeiras PCDs etc Acessibilidade deficientes visuais - serão disponibilizados profissionais da equipe para ajudarem na localização espacial e informações sobre o concerto Acessibilidade deficientes auditivos – contaremos com intérpretes de librasAcessibilidade para deficiente intelectuais - consideramos que a capacitação é acessível a todos os deficientes intelectuais

Democratização do acesso

Produto principal – apresentação musicalOs ingressos serão vendidos a preços promocionais e serão distribuídas as gratuidades previstas em lei. VALOR DOS INGRESSOS 20 E 10 REAIS Art. 46. O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites:I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;II - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto;III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino;IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem R$50,00 (cinquenta reais).Art. 47. Em complemento às medidas de democratização de acesso, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso:V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores; Produto secundário – Oficinas/ master classAs oficinas serão gratuitas. Art. 46. O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites:I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;II - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto;III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino;Art. 47. Em complemento às medidas de democratização de acesso, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso:V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores;Produto secundário– contrapartidas sociaisOs encontros serão gratuitos e voltados para estudantes e professoresArt. 46. O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites:I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;II - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto;III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino;Art. 47. Em complemento às medidas de democratização de acesso, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso:V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores;

Ficha técnica

Sonata - LILIAN BARRETTO – proponente / coordenação administrativo-financeira/ direção artística Nascida em Franca (SP), Lilian Barretto fez seus estudos com Gilberto Tinetti em São Paulo, e com Gloria Maria Fonseca Costa e Jacques Klein no Rio de Janeiro. Foi premiada nos Concursos de Piano de São Paulo e da Bahia, em 1968, e recebeu uma bolsa do Governo da Polônia para estudar na Universidade de Música Fréderic Chopin em Varsóvia, na classe do Prof. Jan Ekier em 1969/1970. Em 1970 participou do Festival Internacional de Música de Annecy, França, onde teve aulas com Amy Dommel-Dieny e Norbert Dufourcq. De volta ao Brasil, tem tocado como solista com algumas das principais orquestras do país.Além de sua trajetória de solista e camerista, Lilian desenvolveu intensa atividade como produtora artística, diretora de Programação da Fundação de Arte do Rio de Janeiro (FUNARJ), diretora da Sala Cecília Meireles e diretora artística do Theatro Municipal do Rio de Janeiro durante 17 anos.Realizou turnês pela Europa e Brasil, apresentando-se com o violinista brasileiro Paulo Bosisio em Lisboa, Londres, Madri, Oslo e Milão e com o bandoneonista Daniel Binelli na Bélgica, Itália, Rio de Janeiro e São Paulo. Em 1983, na Alemanha, gravou com o tenor Aldo Baldin os “Prelúdios e Canções de Amor” de Claudio Santoro. Em 1984 participou no Congresso Internacional de Mulheres Musicistas em Paris, e nesse mesmo ano recebeu o “Prémio Ordem ao Mérito” do Ministério da Cultura da Polônia.Em 1985 e 1987 Lilian fez estágio profissional na Royal Opera House de Londres, a convite do Conselho Britânico do Rio de Janeiro.No Brasil, tem atuado sob a batuta de Isaac Karabtchevsky, Roberto Tibiriçá, Olivier Toni, Camargo Guarnieri, Simon Blech, David Machado, Julio Medaglia, Helder Trefzger, Y. Sharowski, Roberto Duarte, Diogo Pacheco, Alceu Bocchino e muitos outros.Entre 2004 e 2009 apresentou o espetáculo “Três momentos do amor” em duo com a bailarina Ana Botafogo. Em 2001 foi jurada no Concurso Internacional de Piano Vianna da Motta em Lisboa, Portugal.Em agosto de 2003 e 2004 tocou no “Festival Musical du Château de la Follie” em Ecaussines, Bélgica, e nos Festivais de Música de Grottammare, Rapallo e San Benedetto del Tronto, Itália. Em dezembro de 2004, interpretou Mozart no Festival “Les Nuits Pianistiques” em Marselha, França, com a Orquestra Filarmônica de Baden-Baden regida por Werner Stiefel. Apresentou-se também no Musée Debussy em Saint-Germain-en-Laye, França e no Amiata Piano Festival, na Itália. Em novembro de 2019, foi jurada no Paderewski International Piano Competition em Bydgoszcz, Polônia. De 2008 a 2016 foi Diretora Artística do Concurso Internacional de Piano BNDES do Rio de Janeiro.Lilian Barretto é diretora da Sonata Produções Artísticas e diretora-executiva do Instituto Arte Plena ( www.institutoarteplena.org.br ), bem como diretora artística do Festival Internacional de Piano do Rio de Janeiro. Curadoria e pesquisa - Camila FrescaDoutora e mestra em Musicologia pela ECA-USP. Bacharel em História e Comunicação Social – Jornalismo, atua como jornalista, curadora e pesquisadora especializada em música clássica. É colaboradora da Folha de S.Paulo e da Revista Concerto. Em 2018 e 2019 foi editora de programas e palestrante da Sociedade de Cultura Artística de São Paulo. Entre 2016 e 2019 foi curadora das séries de música de câmara “Cameratas” (Sesc Santo André) e “Em Concerto” (Sescs São Carlos e Bertioga). Entre 2012 e 2016 foi coordenadora musical da Rádio Cultura FM, bem como roteirista e consultora do programa Clássicos (TV Cultura/SP).É autora dos livros Festival de Inverno de Campos do Jordão – 50 anos (Editora da Osesp, 2019) e “Uma extraordinária revelação de arte”: Flausino Vale e o violino brasileiro (Annablume, 2010). Em 2009, publicou um mapeamento da música clássica brasileira no livro Cultural MappingBrazil 2009, editado em Amsterdã pela SICA – Dutch Centre for International Cultural Activities. Em 2011 idealizou e dirigiu o CD “Flausino Vale e o violino brasileiro” (Petrobras/Selo Clássicos), do violinista e maestro Cláudio Cruz, vencedor do Prêmio Bravo! Prime 2011 na categoria música erudita. É convidada regular de júris de prêmios na área de música, como ProAC, Prêmio APCA, Prêmio Concerto e Prêmio Machado Meyer (Orquestra Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo).Finaliza uma biografia sobre o compositor Heitor Villa-Lobos, com previsão de lançamento para 2022 pela Editora Todavia.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.