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Produção de uma publicação comemorativa em homenagem aos 80 anos de vida e aos 60 anos de carreira do cantor, compositor e violonista João Bosco (João Bosco de Freitas Mucci, Ponte Nova, Minas Gerais, 1946), com o registro de sua carreira. João Bosco é um dos grandes artistas da MPB, com uma vasta produção musical que mistura e experimenta diversas sonoridades e faz referência a vários gêneros musicais do século XX.
Produto Final: Livro/ Livro de Valor Humanístico. 2. Ciências Humanas d. História Cultural; Publicação em comemoração aos 80 anos de idade e 60 anos de carreira do cantor e compositor mineiro, João Bosco que com seu principal parceiro, Aldir Blanc enriqueceram a música popular brasileira com suas belas composições. Conteúdo da publicação: Fotografias; Partituras e letras de músicas; Discografia; Biografia; Depoimentos e matérias publicadas em jornais e revistas.
I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; Objetivo geral: Produzir e distribuir no território nacional uma publicação comemorativa (com tiragem de dois mil exemplares), de caráter artístico cultural com o registro dos 80 anos de vida e os 60 anos de carreira e a discografia do cantor, compositor e violonista João Bosco. PARA QUÊ: Promover a compreensão da canção como patrimônio cultural e histórico e suscitar discussão sobre seu uso e funções em épocas e sociedades distintas; Reconhecer a importância da memória e do patrimônio cultural na construção da identidade cultural de nosso país.; Reconhecer o potencial da música popular brasileira como palco de grande manifestações culturais e artísticas; Registrar e divulgar a obra do cantor e compositor João Bosco, que numa carreira bem sucedida tem mais de uma centenas de canções, traduzidas em músicas crônicas do cotidiano de nosso país. Seu principal parceiro musical foi Aldir Blanc, falecido em 2020. Fornecer material de pesquisa para professor, estudantes, pesquisadores, artistas e público em geral, através de uma publicação bem cuidada. Objetivo específico: Produção, publicação e distribuição de dois mil exemplares de livro comemorativo, com o registro dos 60 anos de carreira e 80 anos de vida do cantor e compositor mineiro, Joáo Bosco. 600 exemplares serão doados para bibliotecas e centros culturais do país. CONTRAPARTIDA SOCIAL Realização de 03 palestras sobre a trajetória da música popular brasileira com ênfase nos anos 1970, que serão ofertadas gratuitamente. A palestra será gravada e disponibilizada pela internet. Ministrada pela equipe do projeto (Andréa Estanislau e Lucas Nobile). Palestra acompanhada de música (voz e violão); Conteúdo da palestra: Marcos da música popular brasileira (Samba, Era do Rádio, Baião de Luiz Gonzaga); A Era dos Festivais e os anos 1970; João Bosco e Aldir Blanc - apresentação do livro; Música popular brasileira como patrimônio cultural e memória afetiva. Objetivo: Formar público para a o estilo musical "música popular" por meio do contato com o acervo do patrimônio cultural musical brasileiro; Local: Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Belo Horizonte; Periodicidade: uma vez por mes, durante tres meses, com intervalo de 30 dias; Carga horária: 70 minutos; Público: estudantes, professores, pesquisadores, artistas, público em geral. Realização de 03 oficinas "Das esquinas para o mundo: a música como patrimônio cultural", que serão ofertadas gratuitamente. A oficina será ministrada pela proponente, Andréa Estanislau. Oficina acompanhada de música (voz e violão); "Das esquinas para o mundo: a música como patrimônio cultural" é uma oficina que utiliza a música popular brasileira como recurso pedagógico, com o objetivo de introduzir os conceitos de patrimônio cultural, relacionando memória e música ao patrimônio cultural brasileiro. Conteúdo: Conceito de Patrimônio Cultural de natureza material e imaterial;A música popular brasileira como Patrimônio Cultural; Memórias e afetos através da música; Atividades práticas focadas na MPB (desenhos, textos e canto; Devolutiva dos participantes. Objetivos: Reconhecer o patrimônio (material e imaterial), como forma de fortalecer o afeto e o sentimento de pertencimento ao nosso país;Possibilitar aos participantes novas experiências, sensibilidades e a fruição por meio do contato com a música popular brasileira;Estimular o ouvir e pensar a música, visando à promoção da Educação Patrimonial;Formar público para a o estilo musical "música popular" por meio do contato com o acervo do patrimônio cultural musical brasileiro; Público: estudantes, professores, pesquisadores, artistas, público em geral. Locais: Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP) e Belo Horizonte (MG); Público: estudantes, professores, pesquisadores, artistas, público em geral. Periodicidade: uma vez por mes, durante tres meses, com intervalo de 30 dias; Carga horária: 90 minutos;
Artigo 1º da Lei 8.313/91 II. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V. salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; João Bosco é um artista versátil, cantor, compositor e violonista. É difícil atribuir-lhe um único estilo, pois a vasta produção do artista mistura e experimenta diversas sonoridades e faz referência a diversos gêneros musicais do século XX. Em suas canções, percebe-se a influência do choro e do samba carioca dos anos 1930; além da influência dos boleros populares nacionais dos anos 1940 e 1950 (e que participam de sua formação musical em Minas Gerais). Nos primeiros discos, encontra-se a maneira percussiva de tocar violão _ que o aproxima da bossa nova _, mas com andamento mais acelerado, típico dos violonistas de choro. Outra característica marcante é a divisão rítmica e harmônica das canções, que o aproxima do jazz estadunidense. Nascido em 13 de julho de 1946, na cidade de Ponte Nova (MG), João Bosco de Freitas Mucci saiu de sua cidade para estudar engenharia em Ouro Preto/MG, mas o envolvimento com a música o levou para o Rio de Janeiro na década de 1970. Sua estreia foi no projeto "Disco de Bolso, gravado num compacto simples. O lado A era dedicado a um artista renomado, enquanto o lado B apresentava um artista-revelação. O primeiro disco do projeto foi lançado em 1973, de um lado, Tom Jobim apresentava "Águas de Março". Do outro lado, um desconhecido chamado João Bosco que cantava a primeira parceria dele com Aldir Blanc: "Agnus Sei". Com Aldir Blanc, formado em medicina e com especialização em psiquiatria, as melodias de João ganharam vigor. Com João Bosco, os versos de Aldir ecoavam mais longe. Na voz de Elis Regina a parceria da dupla ganhou interpretações icônicas, dentre elas "O Mestre-Sala dos Mares", "Dois pra Lá, Dois pra Cá" e "O Bêbado e a Equilibrista", que definitivamente tornaram-se clássicos da MPB. João Bosco tem 332 músicas e 656 gravações cadastradas no banco de dados da Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição), tendo Aldir Blanc como seu principal parceiro. Artigo 3º da Lei 8.313/9 II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; Reflexo de fusões, encontros de etnias, classes sociais e religiões, a música popular brasileira ocupa um lugar privilegiado na história sociocultural de nosso país. Para o pesquisador Marcos Napolitano, a música brasileira se constitui em um enorme e rico patrimônio histórico e cultural, sendo ainda uma das nossas grandes contribuições para a cultura da humanidade, pois já atingiu um alto nível de reconhecimento dentro e fora do país. A diversidade da música popular brasileira faz do Brasil um lugar privilegiado não apenas para ouvir música, mas também para pensar a música, motivo pelo qual ela tem sido tema de várias pesquisas e publicações. As décadas de 1960 e 1970 foram determinantes para a consolidação da música popular no cenário nacional, pois, além de ter quebrado barreiras entre grupos sociais, ela ganhou mais espaço nas rádios e na programação de televisão com os festivais da canção, que eram promovidos pelas TV Excelsior (SP), Record de São Paulo, TV Rio e TV Globo (RJ). As formas de se ouvir e consumir música mudou bastante nas últimas décadas e a Música Popular Brasileira (MPB) perdeu espaço na grande mídia, deixando de circular e consequentemente ficando fora do alcance de um grande número de pessoas. Entendemos que a memória musical precisa ser registrada como forma de preservação, caso contrário ela se perde. A memória é um dos principais elementos da constituição do patrimônio cultural, este definido como "os bens de natureza material e imaterial, tomados individualmente ou em conjunto, portadores de referência à identidade, à ação, à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira" (BRASIL, 1988, artigo 216). A memória é considerada elemento fundamental da identidade, conferindo ao indivíduo um sentimento de pertencimento, identificação e diferenciação. Mas o passado e as tradições não passam automaticamente de uma geração para outra; o passado deve ser conhecido, reapropriado e reelaborado. O registro da memória por meio de projetos editoriais, possibilitam que o patrimônio cultural nele registrado, seja reconhecido e conhecido pelas novas gerações, proporcionando o acesso aos bens culturais por meio da preservação e divulgação da memória cultural. Além disso, a disseminação da informação por meio de publicações, possibilita o acesso aos bens culturais e da memória individual e coletiva, pois o indivíduo tem a oportunidade de perceber o patrimônio cultural como parte de sua vida, com a possibilidade de reconhecer suas referências de identidade cultural e usufruí-las. O design editorial, pode ser considerado um suporte de memória de uma época, carregando consigo indícios dos contextos do qual emergiram e circularam. As publicações também contribuem para a valorização, preservação e difusão dos bens culturais e da memória, possibilitando a construção de relações afetivas e vínculos com as comunidades nas quais estão inseridos, além de contribuir para a construção coletiva do conhecimento. Os livros ganham novo significado quando além de despertar a memória afetiva, são portadores de conhecimentos e descobertas para as novas gerações, possibilitando que a memória e o patrimônio cultural sejam registrados e perpetuados. Livros constituem mecanismos de registro, valorização e difusão das manifestações culturais. Uma publicação comemorativa tem um apelo maior para obter a atenção do público para a obra do artista homenageado e consequentemente para a música e a cultura de nosso país. Criando dessa forma a oportunidade de dar mais visibilidade a obra de um artista que ao longo de 60 anos de carreira cantou as mazelas, as virtudes, as dores e amores de nosso povo. João Bosco e Aldir Blanc tem uma parceria frutífera que faz parte do cancioneiro popular, com composições que traduzem tradições individuais e coletivas da cultura popular brasileira. As canções mais conhecidas e executadas dessa parceria são: "O bêbado e a equilibrista", "Corsário", "De frente pro crime", "Kid Cavaquinho" e "Incompatibilidade de gênios". A obra de João Bosco merece um registro a altura de sua valiosa contribuição para a nossa cultura, por meio de uma publicação com o registro dos seus 60 anos de carreira.
Livro Comemorativo - JOÃO BOSCO 80 ANOS Trata-se de um projeto editorial independente. Uma publicação com essas especificações técnicas, seria comercializada por uma editora ao valor de aproximadamente R$190,00. Nossa proposta é disponibilizar o livro por um preço bem abaixo do valor de mercado (R$62,00). Equipe principal do projeto: Andréa Estanislau (proponente): O livro CORAÇÃO AMERICANO foi idealizado como projeto de graduação da Escola de Design da UEMG. No mestrado em Educação e Docência da UFMG desenvolveu um curso de extensão que utiliza a música popular brasileira como recurso pedagógico, com o objetivo de introduzir os conceitos de patrimônio cultural, relacionando memória e música ao patrimônio cultural brasileiro. Lucas Nobile: pesquisador, jornalista e autor de "Dona Ivone Lara: A Primeira-Dama do Samba" (2015/ Sonora Editora) e de "Raphael Rabello: o violão em erupção" (2018/ Editora 34). Idealizador e pesquisador do documentário "Garoto - Vivo Sonhando" ("Menção Especial de Pesquisa" pelo júri do festival In-Edit Brasil 2020). Os demais profissionais (pessoas jurídicas) serão contratados conforme demanda, por isso não consta recolhimento de INSS no projeto. Entendemos que apenas os recursos captados através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, poderemos realizar essa merecida homenagem ao cantor e compositor João Bosco. Viva a Cultura, Viva a nossa MPB! Desde já agradecemos.
Trata-se de uma edição comemorativa de qualidade. Publicação com capa dura e miolo em papel couchê em quatro cores. Impressão offset Capa dura, 4X0 cor, papel couche brilho 150 grs, formato fechado 210X260cm. Laminação fosca à frente. Verniz localizado. Miolo 224 páginas, 4X4 cores, papel couche fosco 115 grs, formato fechado, 210X260, formato aberto 420 X 260. Dobrado, costurado e colado. Guarda, 4 páginas, 4X4 cores, papel offset 150 grs.
Acessibilidade ao conteúdo: ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O livro terá um projeto gráfico com fotos grandes (meia página e página inteira) e tamanho de letra maior, para garantir melhor legibilidade. O contraste das cores que serão utilizadas, também terão o objetivo de proporcionar conforto visual e melhor legibilidade. No site dos autores, será disponibilizado um audiolivro (com os textos que compõem o formato impresso). O audiolivro poderá ser baixado de forma gratuita para os interessados.
Democratização de Acesso (art. 28 da IN nº 01/2023): I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); Serão impressos dois mil exemplares, sendo que 20% (400 exemplares) será destinado a distribuição gratuita para Centros Culturais e Bibliotecas de Escolas Públicas e Bibliotecas Públicas do país, ampliando o acesso à publicação. Pelo menos uma biblioteca de cada capital brasileira receberá um exemplar do livro. Escolas e bibliotecas que fizerem contato, também receberão um exemplar. Ampliação de Acesso: Devido ao incentivo fiscal, o livro será distribuído e comercializado em todo território nacional por um valor abaixo do mercado, possibilitando dessa forma, o acesso a um maior número de pessoas. Vendas serão realizadas através das redes sociais. Valor arrecadado será destinado para cobrir despesas com distribuição dos exemplares. A comissáo de distribuidora e livrarias é de 50% do valor de capa. Trata-se de uma edição comemorativa de qualidade, capa dura e miolo em papel couchê em quatro cores: Capa dura, 4X0 cor, papel couche brilho 150 grs, formato fechado 210X260cm. Laminação fosca à frente. Verniz localizado. Miolo 224 páginas, 4X4 cores, papel couche fosco 115 grs, formato fechado, 210X260, formato aberto 420 X 260. Dobrado, costurado e colado. Guarda, 4 páginas, 4X4 cores, papel offset 150 grs. Valor médio de mercado = R$190,00 Valor a ser comercializado = R$53,00 Valor preço popular = R$35,00 Contrapartida social: Art. 24. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso (Anexo I): IV - além da Ação Formativa Cultural prevista no art. 25 desta Instrução Normativa, realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como: c) cinco palestras de pelo menos uma hora de duração com lista de participação para projetos exclusivamente educativos; art. 28 da IN nº 01/2023 VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Realização de palestras e oficinas (com acompanhamento de música, voz e violão), ministradas pelo proponente sobre a música popular brasileira como patrimônio cultural. A oficina será ofertada para professores e alunos de escolas públicas em atendimento ao Art. 30. § 2º ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: As palestras e oficinas serão realizadas em locais estrutura que tenha contribua com a acessibiliade do público (rampa, corrimão). ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: em todas as oficinas haverá munitores para auxiliar as pessoas que necessitem de mais atenção. art. 28 da IN nº 01/2023 IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; Palestra e oficina serão disponibiliadas em site da internet para o público interessado. Doação de exemplares para bibliotecas públicas e centros culturais.
Equipe profissional do projeto: Andréa dos Reis Estanislau Bueno (proponente) Produtora cultura e escritora; Mestre em Educação e Docência pela UFMG; Graduada em Comunicação Visual pela UEMG (especializada em Design Editorial); Produtora editorial autônoma desde 2011; Idealizadora, produtora e autora do livro CORAÇÃO AMERICANO - 35 ANOS DO ÁLBUM CLUBE DA ESQUINA (Belo Horizonte, 2008, PRAX EDITORA. 2a edição ampliada e atualizada em 2020, sem editora). Função no projeto: Produtora executiva (coordenação geral e editorial) e responsável pela gestão do processo decisório, incluindo atividade técnico-financeira. Lucas Nobile Costa Cardoso (CPF 329.181.548-30) Jornalista, escritor, pesquisador, idealizador e curador da série "Muito Prazer, Meu Primeiro Disco" (Sesc Pinheiros). Também é colaborador da Rádio Batuta (IMS - Instituto Moreira Salles), autor dos livros “Raphael Rabello: o violão em erupção” (Ed. 34/ Rumos - Itaú Cultural, 2018), e de “Dona Ivone Lara: A Primeira-Dama do Samba" (Sonora Editora, 2015. Trabalhou como repórter de música dos jornais Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo, além de ter feito colaborações para Apple Music, O Globo, Bravo!, Rolling Stone, Clarín, Carta Capital, UOL e Prêmio da Música Brasileira. Função no projeto: pesquisador e escritor. As demais funções serão exercidas por empresas contratadas, por esse motivo não consta recolhimento de INSS no projeto.
PROJETO ARQUIVADO.