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Realização de 20 oficinas de percussão afro-brasileira em cidades com até 100 mil habitantes, em quatro mesorregiões de Santa Catarina: Grande Florianópolis, Norte, Sul e Vale do Itajaí. Serão escolhidos locais de fácil acesso aos participantes e a inscrição será gratuita. Cada oficina terá 2 módulos totalizando 4 horas e os participantes receberão certificado. A formação será conduzida pelo proponente com auxílio de um professor assistente e um monitor, visando trabalhar em pequenos grupos e/ou naipes de instrumentos e solucionar dúvidas específicas dos alunos. A produção também se encarrega de providenciar e transportar todos os instrumentos musicais necessários para os alunos utilizarem nas aulas, bem como oferecer material teórico e de referência. Esta proposta inclui também a realização de 10 palestras em formatos variados e a elaboração de um site onde estarão disponibilizados materiais sobre o tema, a pesquisa do proponente e registros das futuras oficinas realizadas.
OFICINAS Inicialmente, a metodologia levará em conta o contexto e o interesse de cada turma de alunos. O processo de ensino/aprendizagem ocorrerá de forma individual e coletiva. As dinâmicas de aprendizagem serão adaptadas conforme a situação de cada espaço e quantidade de alunos presentes. Para facilitar a aprendizagem dos ritmos, as oficinas serão realizadas em formato de roda e terão como suporte a Tablatura para Percussão, um modelo de notação musical alternativa desenvolvida pelo ministrante. Em 2020, esta notação musical foi credenciada por grandes e respeitadas instituições de educação musical, ABEM – Associação Brasileira de Educação Musical, e, FLADEM – Foro Latino-Americano de Educação Musical. Tipos de atividades a serem ministradas: - Realização de oficinas coletivas em formato de roda. - Breve contextualização dos ritmos e dos instrumentos de percussão. - Demonstração técnica da execução de cada instrumento. - Experimentação dos instrumentos. - Explicação rápida e prática de parâmetros rítmicos: pulsação elementar, linha-guia (clave), ciclos rítmicos, circularidade e manulação. - Apresentação do funcionamento da tablatura para percussão. - Uso de onomatopéias e de percussão corporal como estratégia cognitiva. - Utilização de apitos e linguagem visual para a regência do grupo. - Utilização de cantigas populares para estimular a prática da percussão. - Espaço para perguntas e respostas (interatividade). Exemplos de ritmos a serem ministrados: agabi, alujá, aremba, barravento, cabila, capoeira, congo de ouro, daró, jiká, ijexá, kassá, maculelê, catumbi, pixote, maracatu, samba afro, samba de angola, samba duro, samma de roda, samba reggae, tambpr de crioula, tamanquinho, tucaia, vamunha e vassi, entre outros. PALESTRAS Tendo em vista que há vários formatos previstos, girando em torno do tema da percussão afro-brasileira, os conteúdos das palestras serão escolhidos em parceria com a produção local. Nesse sentido, as palestras terão partes expositivas e momentos para diálogos. Temas previstos: - Os ritmos afro-brasileiros em Santa Catarina. - Música, cultura, educação e a importância da cultura afro-brasileira - Notação musical alternativa para instrumentos de percussão popualr (afro-brasileira) - Parâmetros rítmicos aplicados pela etnomusicologia: circularidade, clave ou timeline, etc. - A música africana ocidental e as práticas musicais afro-brasileiras. - As práticas musicas afro-diaspóricas no Brasil sob uma perpectiva etnomusicológica. - Cultura tradicionais: caracterísiticas e ritmos. - As práticas musicais de tradição oral: oralidade e transmissão musical. - Perspectivas contemporâneas das práticas musicais afro-brasileiras. - A importância da atuação das mulheres em seus aspectos simbólicos, práticos, políticos e culturais. - Gestão cultural: trânsitos culturais, espetacularização e a cultura de massa.
Objetivo geral Difundir os ritmos afro-brasileiros que fazem parte do cenário atual da música popular de Santa Catarina, por meio de oficinas práticas com suporte teórico, compartilhando pesquisas e estudos sobre o tema, além de promover reflexões críticas, com a intenção de reverberar e se multiplicar a partir de seus participantes. Objetivos específicos - Realizar 20 oficinas de percussão com duração de 4 horas/cada. - Realizar 10 palestras em formatos variados (mesa redonda, roda de conversa, seminários, entrevistas, etc) com duração de 2 horas/cada. - Criar um site para disponibilzar materiais sobre o tema do projeto, agendas e registros das oficinas e palestras. - Imprimir 600 certificados a serem entregues aos alunos e alunas participantes das oficinas. Outros objetivos - Proporcionar momentos de experimentação e de formação cultural mediados por material resultante de pesquisa acadêmica sobre os ritmos afro-brasileiros. - Difundir material de pesquisa sobre os ritmos afro-brasileiros presentes em Santa Catarina. - Estimular o interesse e a apreciação por diferentes manifestações culturais, com destaque para os seus instrumentos de percussão. - Atuar em um circuito cultural formado por cidades normalmente invisibilizadas pelos projetos artísticos. - Identificar comunidades com potencial para se transformarem em pontos culturais e de pesquisa. - Estabelecer parcerias voltadas para o aperfeiçoamento profissional sobre o tema da percussão popular, nas dimensões cultural, artística e pedagógica. - Contribuir para o desenvolvimento da economia criativa local, gerando oportunidades de trabalho e renda para artistas e profissionais da cultura. - Contribuir para a formação de uma sociedade mais crítica, reflexiva e sensível, por meio da promoção da cultura como ferramentas de transformação social. - Promover a inclusão social por meio de estratégias atentas às questões de acessibilidade.
Dados iniciais da Justificativa - Incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 contempaldos neste projeto: I, II, III, VIII e IX. - Objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91 a serem alcançados neste projeto: I (c), III (d), IV (b) e V (c) Justificativa O Projeto Percussão Catarina teve origem em 2010, a partir da pesquisa do músico Luciano Candemil, que por meio da Bolsa de Iniciação Científica do Curso de Bacharelado em Música da Univali (Itajaí), com orientação do professor Dr. Rodrigo Paiva, catalogou 100 instrumentos de percussão que são utilizados nas manifestações folclóricas catarinenses. Desta pesquisa, surgiram iniciativas de divulgação e compartilhamento com a comunidade em geral, em especial por meio da Lei de Incentivo à Cultura da Fundação Cultural da cidade de Balneário Camboriú. Em 2014 foram oferecidas 10 oficinas de construção destes instrumentos com materiais reciclados para alunos da rede municipal. Em 2015, o projeto ganhou forma de uma Aula-Show em que os instrumentos eram apresentados com suas canções características e foi levado a cinco escolas públicas municipais. No ano seguinte foi realizado o lançamento do Livro Musical Didático "Percussão Catarina", distribuído gratuitamente às escolas públicas, centros culturais, instituições e projetos que trabalham com educação musical. Em 2023, o proponente executou oficinas em cidades com baixo IDH, por meio do Prêmio Elisabete Anderle do governo do Estado de Santa Catarina, e percebeu a demanda que há pela temática e técnica de estudo com instrumentos percussivos. O presente projeto é uma extensão do trabalho que vem sendo realizado pelo proponente, com ênfase no ensino de ritmos afro-brasileiros em território catarinense. A escolha por este tema parte da observação sobre a escassez de iniciativas que registrem e disseminem a cultura afro-brasileira em Santa Catarina, com incentivo para sua prática e, consequentemente, acesso ao público em geral. Nessa direção é importante acrescentar resultados recentes da pesquisa realizada pelo Instituto Alana que informa que a lei sobre ensino de história e cultura afro-brasileira não é cumprida na maioria dos municípios brasileiros. Conforme aponta a pesquisa "71% das Secretarias Municipais de Educação realizam pouca ou nenhuma ação para implementar a Lei 10.639/03, promulgada há 20 anos para combater o racismo nas escolas" (INSTITUTO ALANA, 2023) A família dos instrumentos de percussão é território fértil: são muitas as formas de obtenção sonora, cores timbrísticas, materiais que percutem e que são percutidos, ritmos, sensações que são despertadas e que remetem a linguagens, lugares e tradições culturais diretamente conectadas ao universo percussivo. Assim, este projeto aborda a forma de utilização dos ritmos pesquisados que são tocados em Santa Catarina, porém ainda invisibilizados, para serem aplicados diversos conceitos característicos das músicas afro-brasileiras, que são amplamente utilizados por arranjadores e pesquisadores nacionais e internacionais, tais como: clave rítmica, circularidade, rotacionalidade, malha flexível e complementaridade (GRAEFF, 2014. SANDRONI, 2001). A direção do trabalho parte dos conceitos de culturas híbridas (CANCLINI, 1997), cultura macro, cultura afro-diaspórica (GILROY, 2001), de raízes ancestrais entrelaçadas pela História da relação Brasil-África (GUERREIRO, 2009. GUERREIRO 2010. PRANDI, 2000) e propõe um recorte regional, investigando em quais pontos há similaridades, influências e trocas culturais com o Estado de Santa Catarina. Assim, a oficina proposta alia a percussão, a pesquisa de ritmos e sons, com características locais e de seus moradores. Partindo dessa perspectiva, as oficinas abordam ritmos afro-brasileiros, como o agabi, alujá, barravento, cabila, congo de ouro, ijexá, maculelê, catumbi, maracatu, samba afro, samba de angola, samba duro, vamunha e vassi. Sendo assim, o trabalho dialoga com as várias rítmicas da diáspora africana espalhadas pelo Brasil e pelo mundo, que atualmente fazem parte do cenário cultural catarinense. A criação do site com disponibilização gratuita dos materiais pesquisados e dos registros das oficinas pretende atingir um público mais abrangente e, pelo formato, de forma permanente. Os conteúdos poderão ser consumidos por artistas, pesquisadores e educadores de todo o Estado e de outras partes do país, visto que seu acesso se dá de forma virtual. Também, o projeto justifica-se pela trajetória, capacidade técnica e experiência do proponente, gerando um produto cultural de qualidade e que tem sua continuidade proposta pelo cunho formativo. Luciano Candemil é compositor reconhecido com diversos prêmios, discos gravados, composições interpretadas por outros artistas e também tem um trabalho de extrema relevância na área acadêmica. É formado em Bacharelado e Licenciatura em Música pela Univali, tem Especialização em Educação Musical pela mesma universidade, é Mestre em Música pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e Doutor em Música pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Trazendo para o contexto do ensino de música contemporâneo, o estudo da música de uma cultura de tradição oral, da qual fazem parte os ritmos afro-brasileiros, pode executar um trânsito de informações entre contextos distintos, fornecendo contribuições para a "construção de novas práticas que deem conta da diversidade de experiências musicais que as pessoas estão vivenciando na sociedade atual" (ARROYO, 2000, p.89). O entendimento dessa diversidade contribuirá para eliminar certos tipos de preconceitos mediante conhecimento que há diferentes maneiras de viver. Consequentemente haverá outras formas de relação humana e outras formas de ensinar e aprender. "A educação é uma prática social (…) cujo fim é o desenvolvimento do que na pessoa humana pode ser aprendido entre os tipos de saber existentes em uma cultura, para a formação de tipos de sujeitos, de acordo com as necessidades e exigências de sua sociedade, em um momento da história de seu próprio desenvolvimento (BRANDÃO, 2017, p.73-74). Mais precisamente sobre a cultura, em especial a cultura afro-brasileira, "é preciso que ouçamos as músicas das etnias formadoras do ethos brasileiro, (...) é preciso que cantemos sua música, que façamos um esforço para tocá-la, conhecendo de perto seus instrumentos, um pouco de seus hábitos e artes em geral" (ALMEIDA, PUCCI, 2011, p.21). Bibliografias ALMEIDA, M. Berenice; PUCCI, Magda Dourado. Outras terras, outros sons: um livro para o professor. 2. ed. São Paulo: Callis, 2011. ARROYO, Margarete. Um olhar antropológico sobre práticas de ensino e aprendizagem musical. Revista da ABEM. n.5, pp.13-20, 2000. BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O que é educação. Brasiliense, 2017. CANCLINI, Néstor García. Culturas híbridas, poderes oblíquos. São Paulo: EDUSP, p. 283-350, 1997. GILROY, Paul. O Atlântico negro: modernidade e dupla consciência. Editora 34, 2001. GRAEFF, Nina. Fundamentos rítmicos africanos para a pesquisa da música afro-brasileira: o exemplo do Samba de Roda. In: Música e Cultura: Revista da ABET, Vol. 9. 2014. GUERREIRO, Goli. Terceira diáspora_Salvador da Bahia e outros portos atlânticos. URL: http://www. cult. ufba. br/enecult2009/19287. pdf,(Acesso: 22 out. 09), 2009. GUERREIRO, Goli. A trama dos tambores: a música afro-pop de Salvador. São Paulo: Ed. 34, 2000. (Coleção Todos os Cantos). INSTITUTO ALANA. Lei 10.639/03: a atuação das Secretarias Municipais de Educação no ensino de história e cultura africana e afrobrasileira / [organização Beatriz Soares Benedito, Suelaine Carneiro, Tânia Portella]. -- São Paulo, SP. Instituto Alana, 2023. PRANDI, Reginaldo. De africano a afro-brasileiro: etnia, identidade, religião. Revista Usp, n. 46, p. 52-65, 2000. SANDRONI, Carlos. Feitiço Decente: transformações do samba no Rio de Janeiro, 1917-1933. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001.
Contrapartida Financeira e/ou Social Todas as ações do projeto serão oferecidas gratuitamente e, ao fim do projeto, será produzido um vídeo com imagens e dados das apresentações para ser veiculado nas redes sociais do proponente e produtora. Estimativa de Trabalho e Renda O projeto envolverá diretamente ao menos 12 profissionais que receberão remuneração de acordo com valores praticados no mercado. De forma indireta, o projeto alcança ainda cerca de 120 profissionais das áreas de transporte, hotelaria, alimentação, técnicos e limpeza, incluindo também os produtores locais. Estrutura e Organização Para a realização das oficinas faz-se necessário uma sala ampla, com cadeiras sem “braços” para o número de inscritos. A produção se encarrega de levar os instrumentos e demais materiais de apoio para uso dos alunos. Continuidade do projeto cultural O projeto em si, com o compartilhamento dos conteúdos didáticos, seja por meio das oficinas, palestras e site, visa multiplicar os efeitos da presente proposta. A partir das aulas, o grupo participante deve se sentir motivado e inspirado em continuar os estudos na área da percussão ou música de forma geral, podendo abrir novas perspectivas profissionais, de formação, socialização e fruição nas cidades onde está. Há exemplos como o GPI - Grupo de Percussão de Itajaí e o GLiP - Grupo Livre de Percussão, em Florianópolis, que nasceram a partir de cursos e oficinas e hoje se consolidam como formações artísticas profissionais.
Ao iniciar o projeto serão definidas as cidades que receberão as oficinas e palestras, de acordo com a logística, interesse, calendário da cidade, e espaço adequado para as aulas e encontros. O projeto contemplará cidades de pequeno porte (até 100 mil habitantes) em quatro mesorregiões do estado de Santa Catarina: Vale do Itajaí, Grande Florianópolis, Sul Catarinense e Norte Catarinense. O local das aulas será viabilizado em parceria com escolas e instituições locais, sendo necessária uma sala ampla, com cadeiras. OFICINAS Cada oficina será conduzida pelo proponente com auxílio de um professor assistente e um monitor, a fim de que se possa trabalhar em pequenos grupos e/ou naipes de instrumentos e solucionar dúvidas específicas dos alunos. Cada oficina ocorrerá em 2 módulos seguidos, num mesmo turno (matutito, vespertino ou noturno), com 2 horas de duração cada, totalizando quatro horas de oficina. Por exemplo: Módulo 1 - 13:30 às 15:30 Módulo 2 - 16:00 às 18:00 Número de vagas: 30 por oficina. Instrumentos musicais que serão utilizados nas oficinas, disponibilizados pelo proponente: tumbadoras (congas), atabaques, timbais, cowbells, agogôs, caxixis, xequerês, tambores graves diversos (ex. surdos de samba, alfaia, etc) e baquetas de diversos modelos e tamanhos PALESTRAS Com o objetivo de atender uma maior diversidade de público e possibilitar discussões e situações variadas, as palestras serão realizadas em formatos variados, podendo ser palestras tradicionais, seminários, participação em mesa redonda, realização de rodas de conversa, tanto em modo presencial quanto remoto. Portanto, sempre girando em torno do tema da percussão afro-brasileira, incluindo os ritmos, os eventos poderão ocorrer em escolas públicas, universidades, instituições e outras organizações. Dessa maneira, visualiza-se a possibilidade da realização de encontros para debater amplamente o diálogo entre cultura e educação, e principalmente a importância da cultura afro-brasileira. Número de vagas: por conta dos formatos variados, os encontros menores serão limitados a 30 vagas; porém nos encontros de maior porte, o limite de vagas estará associado a limitação do espaço, como por exemplo os auditórios. SITE O site será uma ferramenta para disponibilzar materiais sobre o tema do projeto, agendas e registros das oficinas e palestras. Será desenvolvido uma identidade visual para o site, além do registro e compra de domínio para até 5 anos.
Os locais escolhidos terão acesso a cadeirantes, para pessoas com pouca mobilidade e idosos. Haverá monitoria para alunos de educação especial e para pessoas com deficiência visual, além de diversos instrumentos de percussão com possibilidades de adaptação. Cabe ressaltar que o ministrante das oficinas acumula mais de 10 anos de experiência como professor de música da APAE de Balneário Camboriú (SC). Serão também consideradas as seis dimensões da acessibilidade (barreiras: arquitetônica, atitudinal, comunicacional, metodológica, instrumental, programática), conforme a Lei Federal de Acessibilidade (Decreto-Lei 5296 de 2 de dezembro de 2004) que regulamenta as Leis 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica; e 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade em todos os espaços culturais. PRODUTO: OFICINAS (É importante ressaltar que a grande maior parte do tempo das oficinas será dedicada para a prática musical, na qual a comunicação também acontece pela linguagem de gestos corporais e de regência musical). ACESSIBILIDADE FÍSICA: Utilização de sala ampla e térrea, com acesso sem barreiras e obstáculos, com corrimão, possibilitando participar das oficinas com segurança e autonomia; bem como, contando com banheiros acessíveis nas proximidades. Disponibilidade de instrumentos musicais variados, com inúmeras possibilidades de manuseio, incluindo a explicação da sua utilização, e que garantam a participação na execução musical coletiva. Item da planilha orçamentária: os recursos, conforme foram previstos, fazem parte e estão inclusos nos seguintes itens do Orçamento: 5-Prudutor Executivo. 6-Monitores. 7-Produtor. 8-Professor. 9-Professor Auxiliar. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audio descrição (descrição do ambiente, autodescrição da equipe ministrante e descrição dos instrumentos musicais). Disponibilidade de instrumentos musicais adaptados, incluindo o uso de cartelas coloridas e/ou táteis, bem como, a explicação da sua utilização. Item da planilha orçamentária: os recursos, conforme foram previstos, fazem parte e estão inclusos nos seguintes itens do Orçamento: 5-Prudutor Executivo. 6-Monitores. 7-Produtor. 8-Professor. 9-Professor Auxiliar. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Explicação gestual sobre o manuseio dos instrumentos. Uso de instrumentos musicais específicos que garantam a participação pela vibração sonora como o cajon ou cajon de colo, tambores graves, ou outros tipos apoiados em plataformas de madeira. Item da planilha orçamentária: os recursos, conforme foram previstos, fazem parte e estão inclusos nos seguintes itens do Orçamento: 5-Prudutor Executivo. 6-Monitores. 7-Produtor. 8-Professor. 9-Professor Auxiliar. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Uso de linguagem de comunicação adequada pelo ministrante, bem como, o uso de recursos e de estratégias metodológicas que garantam a participação. Adequação dos conteúdos ministrados visando a participação na execução musical coletiva. (Vale ressaltar que o proponente/ministrante acumula 12 anos de experiências com esse perfil de público, trabalhando como professor de música da APAE e outras instiutições correlatas). Item da planilha orçamentária: os recursos, conforme foram previstos, fazem parte e estão inclusos nos seguintes itens do Orçamento: 5-Prudutor Executivo. 7-Produtor. 8-Professor. PRODUTO: PALESTRAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: Utilização de sala ampla e térrea, com acesso sem barreiras e obstáculos, com corrimão, possibilitando participar das oficinas com segurança e autonomia; bem como, contando com banheiros acessíveis nas proximidades. Item da planilha orçamentária: os recursos, conforme foram previstos, fazem parte e estão inclusos nos seguintes itens do Orçamento: 5-Prudutor Executivo. 7-Produtor. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audio descrição (descrição do ambiente, autodescrição da equipe ministrante e descrição dos instrumentos musicais). Item da planilha orçamentária: os recursos, conforme foram previstos, fazem parte e estão inclusos nos seguintes itens do Orçamento: 5-Prudutor Executivo. 6-Monitores. 7-Produtor. 8-Professor. 9-Professor Auxiliar. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de Libras. Item da planilha orçamentária: 3-Intérprete de Libras. PRODUTO: SITE Conforme consta nos objetivos específicos, a criação do site visa disponibilzar materiais sobre o tema do projeto, agendas e registros das oficinas e palestras, entre outros materiais em diferentes formatos, com o intuito de aumentar a visibilidade, obviamente, mas também, e não menos importante, para atender outros públicos, em especial aqueles com problemas de locomoção própria ou coletiva. Item da planilha orçamentária: 1-Webdesigner. CONTRAPARTIDA Conforme consta em "Outras Informações", todas as ações do projeto serão oferecidas gratuitamente. Sendo assim, conforme Instrução Normativa, não haverá a necessidade de propor outras atividades, pois o projeto em sim já se configura como uma grande ação de formação cultural gratuita.
Todas as ações do projeto serão oferecidas gratuitamente, sendo as oficinas realizadas em locais de fácil acesso às pessoas, preferencialmente na região das suas comunidades. A produção também se encarrega de providenciar e transportar todos os instrumentos musicais necessários para os alunos utilizarem nas aulas, bem como disponibilizar material teórico e de referência. Nesta lista, inclui-se também instrumentos de percussão com possibilidades de adaptação. A realização de 10 palestras em formatos variados e a elaboração de um site onde estarão disponibilizados materiais sobre o tema, a pesquisa do proponente e registros das oficinas realizadas, são ações que colaboram para democratizar o acesso. Resposta da 1ª Deligência de 18/08/2023 No que se refere ao art. 28 da IN nº 01/2023, neste projeto serão adotadas os seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); II - ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27; IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;
Resposta da Diligência de 18/08/2023 (de próprio "punho) Atividades a serem realizadas pelo proponente: Luciano da Silva Candemil, na condição de responsável legal da MEI Luciano da Silva Candemil 82413711953, e considerando sua experiência na dimensão musical, artística, acadêmica e de produção cultural, será o responsável pela gestão do projeto, contemplando todos os encaminhamentos que envolvem o Ministério da Cultura. Além disso, conforme plano de trabalho e orçamento do projeto, e respeitando o limite máximo permitido ao proponente, será o coordenador geral do projeto, o músico (professor) ministrante das oficinas e o palestrante. Projetos realizados pelo proponente com recursos incentivados nos últimos 5 anos?-Percussão Catarina: Oficina de ritmos afro-brasileiros. Prêmio Elisabete Anderle 2022. Fundação Catarinense de Cultura.-Livro digital e audiolivro: Histórias Especiais Vol.2. Lei de Incentivo à Cultura de Balneário Camboriú. 2022.-EP autoral Dois de Fevereiro. Lei de Incentivo à Cultura de Balneário Camboriú. 2022.-Oficina de Percussão Afro-Brasileira. Edital Aldir Blanc SC 2021. -Livro digital e audiolivro: Histórias Especiais. Lei de Incentivo à Cultura de Balneário Camboriú. 2021.-10 e 11º Festival da Canção de Balneário Camboriú. 2021 e 2022. Luciano Candemil Natural de Florianópolis, atua como músico, percussionista, compositor, professor, pesquisador e produtor musical. Luciano Candemil é doutor em música pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e mestre em música pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Na Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI) obteve as seguintes titulações: Especialização em Educação Musical, Licenciatura em Música e Bacharelado em Música (com Mérito Estudantil). Atua na música popular, em especial com os ritmos de matrizes africanas, participando de shows, gravações, elaboração e execução de projetos culturais, oficinas e workshops. Como compositor tem diversos prêmios em festivais, discos gravados e composições interpretadas por outros artistas. Na área acadêmica tem diversos trabalhos realizados em congressos nacionais e internacionais, bem como, vários artigos publicados nas principais revistas acadêmicas de música no Brasil (OPUS, ABEM, ORFEU), das quais também atua como parecerista. Em 2016 lançou o livro Didático Musical Percussão Catarina. Nos últimos anos teve diversos trabalhos culturais realizados por meio de editais de fomento cultural, a saber: LIC de Balneário Camboriú (2023, 2022, 2021, 2016, 2015, 2014), Lei Aldir Blanc (2021/2022) e Prêmio Elisabete Anderle (2022/2023). Lieza Neves - Produção Executiva Jornalista e produtora cultural há mais de 15 anos, com experiência na elaboração e execução de eventos culturais, como a Feira do Livro de Brusque (2009 - 2017), a Feira Caravanserai (2012 - 2015) e a Mostra Jogral (2017). Atuou como técnica do setor de Cultura no Sesc de Brusque entre 2004 e 2006 e foi Presidente da Associação Jogral de Arte e Cultura de 2012 a 2020. Na produção executiva de projetos - da escrita aos relatórios - aprovou pelo edital Elisabete Anderle da Fundação Catarinense de Cultura a Circulação do espetáculo “Linhas e Tramas” (2017), a Pesquisa e Publicação “Vozes e Memória: o que os antigos falavam” (2019) e na edição de 2022 os projetos “Edino menino e seu violino” e “Vozes e Memória - Museu virtual ”, “Sobre Romeu e Julieta” e “Percussão Catarina”. Pelo edital da LIC de Balneário Camboriú escreveu os projetos e fez produção executiva dos projetos “Histórias Especiais – livro digital e audiolivro” (2021), seu volume II e “Dois de fevereiro – EP autoral” (2022). Em 2021 aprovou 8 propostas no edital da Lei Aldir Blanc de Santa Catarina e em 2020 foram 7 no edital da Lei Aldir Blanc de Brusque. Neste mesmo ano, redigiu e acompanhou a execução de 8 projetos em vídeo pelo edital SC Cultura em Sua Casa da Fundação Catarinense de Cultura, bem como do vídeo “Pastor de Camelos” pelo edital RespirArte da Funarte. Cleyton Medeiros - Professor assistente Natural de São José, é graduado no curso de Bacharelado em Bateria e Percussão pela UNIVALI, Licenciatura em música pela UNIVALI, pós graduando em Musicoterapia pela CENSUPEG. Atua na área de performance musical como músico percussionista participando de shows e gravações; como educador musical na rede pública e privada; como pesquisador em música e cultura com ênfase para as questões afro-brasileiras. Participa também de festivais e eventos específicos, ministrando oficinas e palestras sobre música e áreas afins. Tem um trabalho autoral lançado recentemente, o disco ELETRO CURIMBA, onde une a percussão brasileira com a tecnologia da música eletrônica. Em 2020 participou do projeto de gravação “Os ritmos do candomblé em Santa Catarina”, realizado em parceria com os músicos Luciano Candemil e Willian Camargo. Em 2023 é um dos professores do projeto Percussão Catarina: oficina de ritmos afro-brasileiros, que está circulando pelo estado catarinense por meio do Prêmio Elisabete Anderle 2022. Willian Camargo - Professor assistente Natural de São José, Santa Catarina, atua como músico, percussionista e professor de percussão popular, em especial com o universo dos ritmos afro-brasileiros. É alabê do terreiro de candomblé Ilê Axé Omin Babá Oxaguian. Desde 2021, ministra aulas de ritmos de candomblé como mestre oficineiro no “Projeto Arte e Cultura por toda São José”, via edital da Fundação Municipal de Cultura e Turismo. Em 2020 participou do projeto de gravação “Os ritmos do candomblé em Santa Catarina”, realizado em parceria com os músicos Luciano Candemil e Cleyton Medeiros. Em 2021 foi contemplado pela Lei Aldir Blanc em Santa Catarina com o projeto Oficina de Ritmos e Cânticos do Candomblé. Em 2023 é um dos professores do projeto Percussão Catarina: oficina de ritmos afro-brasileiros, que está circulando pelo estado catarinense por meio do Prêmio Elisabete Anderle 2022. Magno Pizon - Monitoria das oficinas e produção local das oficinas Brasiliense, multi-instrumentista, compositor e arranjador. Começou com a música aos 8 anos com o violão. Com 15 anos inicia aulas particulares em Florianópolis, integrando bandas de rock na mesma época. Com 21 anos se muda para São Luís, no Maranhão, sendo convidado para a Banda da Escola de Música do Maranhão, dando início assim a carreira de músico profissional nos grupos folclóricos de São Luís, artistas locais, e as rodas de samba e choro. Em Itajaí formou-se no Conservatório de Música Popular Carlinhos Niehues, onde participou em diversos grupos de estudo, como: Choro, Banda do Conservatório e Camerata. Ainda em Itajaí, já acompanhou os artistas, Susi Brito, Bel Bandeira, Andressa Flores, entre outros. Marcio Rodrigo Souza e Silva - Design gráfico Formado em Música/Percussão (UFSM-2003) e atua na pesquisa e realização de projetos de edição sonoros e visuais. Realiza gravações em home studio para composições musicais e locução. Fez a captação de voz e mixagem da audiodescrição do filme “Por onde você anda?” (2022), da revista em quadrinhos “Cura”, do filme documentário “Canto ao Mar”, de 5 vídeos do 3° FestiRua Online (2021), e do filme “Vento Solar” (2019). Fez a edição de imagens e sonorização do vídeo “Pequenos Estranhos”, que integrou a Maratona Virtual de Florianópolis em 2020. Atuou na produção da websérie “Sob a Lua Cigana” (2021), realizada por meio do edital de Apoio às Culturas de Florianópolis. Thiago Furtado - Assessoria de imprensa Jornalista formado pela Universidade do Vale do Itajaí (Univali). Entre 2014 e 2015, assinou a coluna Varal Cultural, no Jornal O Combativo, com circulação nas cidades de Itapema, Bombinhas e Porto Belo, em que realizava entrevistas com artistas e produtores culturais, escrevia perfis de agentes de cultura, publicava crônicas e poemas. Possui trabalhos na área do jornalismo documental, com foco na preservação e valorização do patrimônio imaterial – sobretudo através do projeto Retratos de Porto Belo.
Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$8.839,12 em 02/04/2026.