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PRONAC 233129Apresentou prestação de contasMecenato

VIII Bienal Internacional de Dança do Ceará de Par em Par - Bienal Criança

INDUSTRIA DA DANCA DO CEARA LTDA
Solicitado
R$ 917,9 mil
Aprovado
R$ 917,9 mil
Captado
R$ 668,2 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (4)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33000167000101PETROLEO BRASILEIRO S A PETROBRAS1900-01-01R$ 270,0 mil
08976495000109PORTO DO PECEM GERACAO DE ENERGIA S/A1900-01-01R$ 261,7 mil
73759185000196CIA DE GAS DO CEARA CEGAS1900-01-01R$ 74,5 mil
01256678000100COMPANHIA DE DESENVOLVIMENTO DO COMPLEXO INDUSTRIAL E PORTUARIO DO PECEM - CIPP1900-01-01R$ 62,0 mil

Eficiência de captação

72.8%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
CE
Município
Fortaleza
Início
2024-01-01
Término

Resumo

A VIII Bienal Internacional de Dança do Ceará de Par em Par, ao explorar o eixo "Transversalidade nas Artes", realiza a terceira edição da Bienal Criança, com a oferta gratuita de uma programação artística e formativa na área da dança para e com crianças e adolescentes explorando novas relações entre as artes do corpo, do movimento e da imagem.

Sinopse

A Bienal Internacional de Dança do Ceará é um dos 4 festivais internacionais de dança mais importantes no Brasil. Suas ações estão pautadas na democratização do acesso à cultura, na formação artística em dança, no intercâmbio artístico e cultural e na promoção da dança cearense, reunindo companhias, pesquisadores, pensadores e outros profissionais da dança do Brasil e do mundo. Realizada desde 1997, a proposta da Bienal é trazer novos ares para a cena cearense, oferecendo uma programação baseada nos potenciais e nas fragilidades do contexto local, bem como democratizando o acesso à dança de qualidade a grandes públicos da capital e interior cearense. Durante esses anos passaram por palcos cearenses mais de 400 companhias dos quatro continentes e atingiu, por edição, cerca trinta mil pessoas. Diversos paradigmas foram quebrados, novas plateias foram criadas e novos profissionais foram formados. Baseada nos conceitos de multiculturalismo, neocolonialismo e etnocentrismo cultural e nas dimensões educativa, social e econômica da dança, o evento preocupa-se em ofertar produtos e serviços fora das lógicas ditadas pelo mundo globalizado, contemplando, assim, propostas artísticas mais experimentais, sem pensar no retorno mercadológico imediato e com foco na democratização do acesso à dança. Durante a Bienal, são realizadas as seguintes atividades: - 20 apresentações de dança contemporânea, entre espetáculos, performances e intervenções, de grupos e dançarinos de renome regional, nacional e internacional. - 4 palestras, formando um Seminário que reunirá pesquisadores e professores de dança do Brasil e exterior para discutir questões importantes relacionadas a temáticas específicas, aberta ao público e também direcionada ao público especializado. - 4 Residências artísticas. Atividade de formação de longa duração, para professores de dança e bailarinos. - 4 Curso de aperfeiçoamento/workshop em dança para infância, para profressores de dança e bailarinos. - 4 Percussos de Criação, residência artística que tem como resultado um espetáculo apresentado ao final do processo) - 4 Visitas-guiadas aos espetáculos, visita ao ensaio geral, conversa com artistas e acesso às apresentações, destinada a estudantes de projetos sociais envolvendo a dança. - 4 apresentações de dança para alunos em projetos sociais e escolas públicas. Os convidados do projeto ainda não estão definidos, devido a antecedência do evento. Eles serão selecionados através da escolha da curadoria.

Objetivos

GERALRealizar a VIII Bienal Internacional de Dança do Ceará de Par em Par - Bienal Criança, explorando o eixo "Transversalidade nas Artes", com a oferta gratuita de uma programação artística e formativa na área da dança para e com crianças e adolescentes, explorando novas relações entre as artes do corpo, do movimento e da imagem. ESPECÍFICOS - Realizar 24 apresentações de dança contemporânea, entre espetáculos, performances e intervenções, de grupos e dançarinos de renome regional, nacional e internacional, democratizando o acesso ao conhecimento e à arte na primeira infância, gerando grandes possibilidades de fruição, reflexão, criação e produção artística, sendo 4 deles destinados para alunos em projetos sociais, destacando a transversalidade da dança, no contexto da primeira infância, com outras linguagens, entre elas, audiovisual, mídias digitais, pedagogia, antropologia, artes visuais, dramaturgias contemporâneas; ; - Realizar 4 palestras, formando um ciclo sobre dança e acessibilidade que reunirá pesquisadores e professores de dança do Brasil e exterior para discutir questões importantes relacionadas a temáticas específicas, aberta ao público e também direcionada ao público especializado; - Realizar 4 Residências artísticas, gerando um espaço coletivo de expressões de caráter estético, cultural, pedagógico e econômico, gerando novas perspectivas artísticas; - Realizar 4 Workshops/Cursos de aperfeiçoamento em dança para infância, instigando reflexões e criações em torno de questões pertinentes aos modos de organização e às formas de habitar com foco na arte contemporânea; - Realizar 4 Percussos de Criação (residência artística que tem como resultado um espetáculo apresentado ao final do processo), fomentando a a produção da arte contemporânea cearense, em particular a dança e no contexto de crianças na primeira infância; - Realizar 4 Visitas-guiadas aos espetáculos, com estudantes, incluindo a visita ao ensaio geral, conversa com artistas e o acompanhamento das apresentações, para democratização do acesso à cultura e estímulo à formação no campo artístico;

Justificativa

Em todo o país, a cultura é algo quase inexistente entre as politicas para a infância e adolescência; e ainda mais ausente no que se refere a primeira infância e ao início da adolescência. Junto a essa dificuldade, existem outros entraves a serem suprimidos, como a falta de hábito cultural das crianças/jovens e os impactos negativos advindos da cultura de massa, cuja influência afetam diretamente em seu desenvolvimento. Tal realidade acentua os danos que daí decorrem, prejudicando em larga escala o capital social, cultural e humano do país. Os desafios do acesso à cultura são ainda mais difíceis quando nos deparamos com uma realidade na qual 47% dos brasileiros não realizaram nenhuma atividade cultural em 2015. Ou ainda quando os números revelam que 90% dos habitantes do país sequer assistiu espetáculos de teatro ou dança em toda sua existência. Os dados, apontados segundo a Fecomercio-RJ, reforçam a estimativa que tais indicadores são ocasionados pela falta de estímulo à práticas culturais juntos às crianças e adolescentes, gerando futuros adultos sem habito cultural. Além desse direito ser garantido, é necessário ofertar atividades culturais de qualidade e que possam chegar às crianças e jovens de diferentes contextos sociais, reconhecendo-os como sujeitos culturais que demandam condições adequadas para seu desenvolvimento físico e mental. Pensando nisso, o presente projeto tem como princípio pedagógico, no contexto da Cultura e Infância, tirar a crianças de sua posição de objeto (dos pais, da escola, das teorias, do Estado) e deixar que ela ocupe sua posição de direito, que é ser um sujeito em seu momento específico de vida. Ou seja, proporcionando práticas artísticas em dança onde crianças, teoria e mundo se misturam, focalizando a realidade sob sua ótica e não a partir da ótica do adulto. José Gil, em seu livro Movimento total: o corpo e a dança, afirma de modo incisivo que a tarefa do bailarino é desvencilhar-se dos modelos sensório-motores interiorizados. Realizar tal tarefa é próprio da infância e da adolescência: apreendem o mundo a partir de sua movimentação corporal. O corpo em movimento constitui a matriz básica da aprendizagem infantojuvenil. É experimentando-se corporalmente que os sentidos e a construção do pensamento torna-se acontecimento. Assim, na infância/adolescência pensar é encontrar. Para pensar, há que se deslocar, movimentar-se, significa, portanto, que não estamos instalados no pensar; o pensar não está dado. Desvencilhar-se de modelos sensório motores interiorizados é algo necessário, algo da ordem da atitude, o que possibilita o pensar, uma postura, uma forma de viver. Tudo a traçar, inventar e criar. Pensar tem a ver com propiciar o novo, e o próprio do novo. Não há método para aprender porque não há como antecipar os caminhos pelos quais a experimentação agencia o corpo. Aprender é abrir os sentidos ao que carece de ser pensado. O pensar é um acontecimento imprevisível. Essa infância e adolescência, portanto, são figuras do começo, no sentido de uma imagem que abre a possibilidade de um porvir aberto, inesperado. Ou seja, a infância e adolescência carregam em si a invenção do novo, experimentando o corpo em movimentos possíveis de potencializar o pensamento e dando sentido à realidade. Daí propor o presente projeto elencado dentro da Bienal Internacional de Dança do Ceará de Par em Par. A "Bienal Criança" propõe uma dança que integra, interioriza e se entrega, cujo intuito é dar concretude a singularidade da infância e seus desdobramentos juvenis, construindo uma programação de modo diferenciado, respeitando devidamente o movimento próprio de crianças e adolescentes em seus anos de vida. A BIENAL CRIANÇA reúne atrações artísticas que trabalham com artes para a infância, por meio de narrativas pertinentes à realidade contemporânea do público infantojuvenil, oferecendo conteúdos e estéticas que possam contrapor ao que a indústria cultural oferece. Trata-se de espetáculos que contemplam ações de sensibilização do público: produções coreográficas que buscam parcerias com escolas, creches, centros culturais, centros comunitários, organizações da sociedade civil. Produções artísticas que atinjam também idades diferenciadas, de bebês a adultos, apresentando dramaturgias que dialogam com a diversidade cultural do Ceará, do Brasil e do mundo, revelando inovações nas artes para a infância e adolescência; além de gerar conteúdos acessíveis que dialogam com a realidade da criança contemporânea. A BIENAL CRIANÇA pretende criar espaço de lazer e convívio às crianças e às famílias, possibilitando gestos que possam abrir-se ao riso e ao pensar coletivamente, vivenciando o processo artístico como estímulo ao conhecimento, leituras mais aprofundadas do mundo e da realidade, instigando a imaginação e a criatividade. Com esse foco, a programação busca fazer com que as atividades culturais e artísticas cheguem de diferentes formas ao cotidiano de crianças e jovens, perpassando por seus diferentes ambientes de convívio familiar e comunitário. A parceria com ambientes diferenciados da infância e adolescência, escolas, creches, centros comunitários e culturais, busca inserir as artes no processo de ensino/aprendizagem, estimulando o pensamento crítico de modo a dar subsídios à criança para identificar, analisar e transformar o seu contexto. Importante ressaltar ainda que o projeto em questão pretende mobilizar comunidades de vulnerabilidade social em Fortaleza e cidades como Paracuru, Juazeiro do Norte e Sobral. O intuito é agenciar modos de reforçar a cultura como mobilizadora de pacificação, tendo a criança como protagonista. O projeto também pretende expandir algumas de suas ações para municípios referenciais em dança. Tal iniciativa busca descentralizar propostas atingindo o publico infantojuvenil no interior do estado. Outro aspecto a destacar é a garantia do acesso para crianças e jovens com deficiências físicas e/ou intelectual, ofertando sessões com intérpretes de libras, além de contar com trabalhos artísticos para crianças e adolescentes com autismo. O intuito é garantir acessibilidade e inserir diferentes portadores de deficiência na vida cultural da cidade desde a infância. Ter uma plateia diversificada, contemplando diferentes contextos, independentes de classe social, gênero e cor da pele é um dos motivos de mobilização e criação de estratégias alavancadas ao longo dos anos pela Bienal de Dança do Ceará. Por fim, a BIENAL CRIANÇA é uma iniciativa cujo objetivo é compartilhar conhecimentos e experiências em torno das relações que compõem a cultura e a infância, perpassando por toda a sua dimensão antropológica, social, produtiva, econômica, simbólica e estética de forma intersetorial, qualificando gestores, educadores e artistas cearenses. Por fim, destacamos que o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdoslocais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto também tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;

Estratégia de execução

Não se aplica.

Especificação técnica

Não se aplica.

Acessibilidade

Descrevemos a seguir a medidas de acessibilidade por produto elencado no plano de distribuição. PRODUTO: FESTIVAL/MOSTRA ACESSIBILIDADE FÍSICA: 1- Formação para equipe de produção na área de acessibilidade atitudinal, que diz respeito ao comportamento das pessoas sem preconceitos, estereótipos, estigmas e discriminações. Por exemplo: usar o termo “pessoa com deficiência”, e não “deficiente”; ao falar com uma pessoa com deficiência, dirigir-se diretamente a ela, e não ao seu acompanhante; não tratar a pessoa com deficiência como “coitadinho”. 2 - Realização das ações previstas em espaços acessíveis (acessibilidade arquitetônica) para cadeirantes e pessoas com baixa mobilidade. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: 1 - Será realizada ação de acessibilidade na comunicação oficial da Bienal (redes sociais), com descrição das peças de comunicação que divulgam os espetáculos e com utilização da hashtag #ParaTodosVerem. As atividades serão executadas pela equipe de comunicação contratada para a realização do projeto. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: 1 - Realização das atividades com presença de intérprete de Libras. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: 1- Formação para equipe de produção na área de acessibilidade atitudinal, que diz respeito ao comportamento das pessoas sem preconceitos, estereótipos, estigmas e discriminações. Por exemplo: usar o termo “pessoa com deficiência”, e não “deficiente”; ao falar com uma pessoa com deficiência, dirigir-se diretamente a ela, e não ao seu acompanhante; não tratar a pessoa com deficiência como “coitadinho”. 2 - Realização das ações previstas em espaços acessíveis (acessibilidade arquitetônica) para cadeirantes e pessoas com baixa mobilidade. PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: 1- Formação para equipe de produção na área de acessibilidade atitudinal, que diz respeito ao comportamento das pessoas sem preconceitos, estereótipos, estigmas e discriminações. Por exemplo: usar o termo “pessoa com deficiência”, e não “deficiente”; ao falar com uma pessoa com deficiência, dirigir-se diretamente a ela, e não ao seu acompanhante; não tratar a pessoa com deficiência como “coitadinho”. 2 - Realização das ações previstas em espaços acessíveis (acessibilidade arquitetônica) para cadeirantes e pessoas com baixa mobilidade. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: 1 - Será realizada ação de acessibilidade na comunicação oficial da Bienal (redes sociais), com descrição das peças de comunicação que divulgam os espetáculos e com utilização da hashtag #ParaTodosVerem. As atividades serão executadas pela equipe de comunicação contratada para a realização do projeto. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: 1- Formação para equipe de produção na área de acessibilidade atitudinal, que diz respeito ao comportamento das pessoas sem preconceitos, estereótipos, estigmas e discriminações. Por exemplo: usar o termo “pessoa com deficiência”, e não “deficiente”; ao falar com uma pessoa com deficiência, dirigir-se diretamente a ela, e não ao seu acompanhante; não tratar a pessoa com deficiência como “coitadinho”. 2 - Realização das ações previstas em espaços acessíveis (acessibilidade arquitetônica) para cadeirantes e pessoas com baixa mobilidade. PRODUTO: CURSO / OFICINA / ESTÁGIO ACESSIBILIDADE FÍSICA: 1- Formação para equipe de produção na área de acessibilidade atitudinal, que diz respeito ao comportamento das pessoas sem preconceitos, estereótipos, estigmas e discriminações. Por exemplo: usar o termo “pessoa com deficiência”, e não “deficiente”; ao falar com uma pessoa com deficiência, dirigir-se diretamente a ela, e não ao seu acompanhante; não tratar a pessoa com deficiência como “coitadinho”. 2 - Realização das ações previstas em espaços acessíveis (acessibilidade arquitetônica) para cadeirantes e pessoas com baixa mobilidade. 3 - Serão realizadas as atividades dentro de uma perspectiva de acessibilidade metodológica, também conhecida como acessibilidade pedagógica e diz respeito à queda de barreiras nas metodologias de ensino. Exemplo: quando professores realizam trabalhos e atividades com o uso de recursos de acessibilidade para alunos com deficiência, como textos em braille ou textos ampliados. É também muito presente em ambientes corporativos, na análise dos postos de trabalho adequados aos profissionais com deficiência. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: 1 - Será realizada ação de acessibilidade na comunicação oficial da Bienal (redes sociais), com descrição das peças de comunicação que divulgam os espetáculos e com utilização da hashtag #ParaTodosVerem. As atividades serão executadas pela equipe de comunicação contratada para a realização do projeto. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: 1- Formação para equipe de produção na área de acessibilidade atitudinal, que diz respeito ao comportamento das pessoas sem preconceitos, estereótipos, estigmas e discriminações. Por exemplo: usar o termo “pessoa com deficiência”, e não “deficiente”; ao falar com uma pessoa com deficiência, dirigir-se diretamente a ela, e não ao seu acompanhante; não tratar a pessoa com deficiência como “coitadinho”. 2 - Realização das ações previstas em espaços acessíveis (acessibilidade arquitetônica) para cadeirantes e pessoas com baixa mobilidade. 3 - Serão realizadas as atividades dentro de uma perspectiva de acessibilidade metodológica, também conhecida como acessibilidade pedagógica e diz respeito à queda de barreiras nas metodologias de ensino. Exemplo: quando professores realizam trabalhos e atividades com o uso de recursos de acessibilidade para alunos com deficiência, como textos em braille ou textos ampliados. É também muito presente em ambientes corporativos, na análise dos postos de trabalho adequados aos profissionais com deficiência.

Democratização do acesso

A VIII Bienal Internacional de Par em Par terá 100% de seus ingressos distribuídos gratuitamente. A divulgação do projeto será feita em locais específicos, buscando alcançar uma parcela das pessoas das cidades envolvidas que não têm acesso fácil a esse tipo de expressão artística e cultural, contribuindo para a garantia do acesso à cultura. Não há limite quantitativo de público na apresentações em locais abertos, sendo esperado durante a programação pessoas de diversos perfis – tendo em vista que as propostas artísticas são voltadas a faixas etárias e camadas sociais distintas, no interior e na capital do Ceará, atraindo um público diversificado, sendo o perfil do projeto formar novas plateias, alcançando, sobretudo, o público jovem das classes B, C e D, mobilizando universidades e escolas públicas e privadas, ONGs e o público em geral e tendo como público-alvo direto crianças e indiretamente as famílias, incluindo adolescentes, jovens, adultos, população LGBTQIA+, mulheres e negros. O projeto irá adotar o seguinte inciso/medida do art. 28 da IN nº 01/2023, como forma de democratização do acesso à cultura: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;

Ficha técnica

Coordenação Geral - David Bessa Linhares (Dirigente da instituição proponente, que será responsável pela gestão do processo decisório do projeto) David Bessa Linhares é idealizador e diretor geral da Bienal Internacional de Dança do Ceará. Tem formação em dança pela Ensaio Teatro e Dança, de Brasília (DF), realizada com Graziela Figueroa e Ademar Dornelles (Ballet Stagium), entre 1978 e 1980. Durante este período, atuou como bailarino, ator e acrobata em espetáculos de Hugo Rodas, Maura Baiochi, Ari Pararrayos, Sérgio Ulhôa e Maiara Fagundes. É mestre em Linguística pela Universidade de Sorbonne Paris VII e doutor em Fonética Experimental pela mesma universidade. Entre 1990 e 2001, atuou como produtor cultural da Aliança Francesa de Fortaleza, sendo responsável pela produção do show Mano Negra/Mano Chao e da Semana Amado, trazendo ao Ceará os escritores Jorge Amado, Zélia Gattai e Paloma Amado e o espetáculo “Capitães de Areia”, da Cia. da Arte Andanças, dirigida por Andréa Bardawil. Nos anos 2000 fundou a empresa Indústria da Dança LTDA, que surgiu do interesse de contribuir para a profissionalização e sustentabilidade da Bienal Internacional de Dança do Ceará, bem como, desenvolver e prestar serviços artísticos e culturais, sobretudo na área de dança. Desde então, vem realizando a Bienal Internacional de Dança que a cada ano confirma a opção de trazer para os palcos e praças do Ceará trabalhos que priorizam a pesquisa, a experimentação e o intercâmbio entre continentes para compor a programação artística do festival. Realizações:12 edições da Bienal Internacional de dança do Ceará6 edições da Bienal Internacional de dança do Ceará de Par em ParPrograma de TV terceira margemRevista Olhar/CeDoc BienalConexão Cabo Verde Coordenação Administrativa - Associação dos Produtores de Arte do Ceará (Voluntário) Fundada em 27 de Abril de 2009, a Associação dos Produtores de Arte do Ceará - PROARTE é uma associação civil sem fins lucrativos, social, cultural e educativa, tendo seus objetivos em função da construção de modelos de desenvolvimento social. A associação atua, ainda, no intuito de formar e profissionalizar produtores locais através de encontros de formação e informação sobre as atividades culturais do nosso estado, realizando festivais, simpósios, encontros, mostras, seminários e outras atividades. Atualmente tem comoPresidente Francisco Rafael Ferreira Silva. Possibilitando a inserção dos produtores culturais, numa perspectiva de benefícios para as classes populares, no âmbito da educação, arte,cultura, saúde e justiça, um de seus principais compromissos é a difusão da cultura no estado do Ceará. Entendendo a cultura como uma das maiores catalisadoras da manifestação e expressão do movimento humano, a PROARTE tem, em suatrajetória, uma série de importantes realizações em torno das artes cênicas, seja na perspectiva de formação de artistas, seja naprodução de espetáculos ou projetos culturais. Com um trabalho consolidado através de sua atuação como realizadora de projetos culturais, destacam-se os seguintes:• Festival do Teatro Brasileiro cena Baiana etapa Ceará (2009)• Projeto Conexão Cabo Verde (2010)• Brasil em Chile - Chile en Brasil (2010)• 5 Edições da Bienal Internacional de Dança do Ceará - DE PAR EM PAR• 10 Edições da Bienal Internacional de Dança do Ceará• Laboratório de Produção – Curso Técnico em Produção Cultural (2012/2013) Direção Artística e de curadoria - Ernesto GadelhaErnesto Gadelha atuou como bailarino profissional no Brasil, Holanda e Alemanha. É diplomado em pedagogia da dança pelo Instituto de Danças Cênicas de Colônia e pós-graduado em Dança Contemporânea pela Folkwang Hochschule, em Essen, na Alemanha. Ministrou aulas em diferentes países, para diversas companhias, teatros, estúdios e projetos de dança. Foi curador de diversos festivais, assumindo a direção artística da BienalInternacional de Dança do Ceará nas edições de 2009 e 2011 e 2013. Participou de diversas comissões de seleção de editais e festivais de dança. De 2003 a 2007 foi coordenador da área de Dança do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura e coordenou a Escola Pública de Dança da Vila das Artes. Coordenação pedagógica – Rosa PrimoÉ bailarina e professora dos Cursos de Bacharelado e Licenciatura em Dança da Universidade Federal do Ceará – UFC. Doutora, com estágio de um ano no Curso de Dança da Université Paris VIII (França), com bolsa CAPES, tendo finalizado o doutorado (2010) e mestrado (2004) em Sociologia (UFC), ambos com pesquisa relativa a corporeidade dançante. Graduada em Jornalismo (PUC de Campinas – São Paulo). Líder do Grupo de Pesquisa Concepções Filosóficas do Corpo em Cena (CNPq); foi membro da Association des Chercheurs en Danse; coordenadora do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência – PIBID Dança (CAPES); crítica de Dança no Jornal O Povo (CE); coordenadora de Dança da Secretaria de Cultura de Fortaleza (SECULTFOR), e autora do livro “A dança possível: as ligações do corpo numa cena”. Iniciou seus estudos em dança em Fortaleza, em 1977, sob a orientação de Hugo Bianchi e posteriormente Mônica Luíza. De 1989 a 1992, prossegue sua formação em Campinas (SP), na Academia de Dança Lina Penteado. Em 1993 foi para a cidade de São Paulo e fez o Curso de Formação de Atores do Teatro Tuca. Em 1994 foi aluna do Projeto Dança, pela Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, tendo aulas envolvendo seis técnicas de dança e doze disciplinas aplicadas à dança. Atuou como atriz em trabalhos do Grupo de Teatro Tempo, com direção de Roberto Mallet; e na sequencia fez parte do Grupo Teatro de Dança de São Paulo, tendo dançado importantes obras coreográficas de Célia Gouveia. Como coreógrafa, estreou o solo Encanta o meu jardim no Espaço SESC Iracema/CE, em 2014 – agraciado com prêmio pela Secretaria de Cultura do Estado do Ceará (SECULT-CE), pela SECULTFOR, Instituto de Arte e Cultura do Ceará (IACC), e Fundação Nacional de Artes (FUNARTE). Produção Executiva - João Paulo PinhoJoão Paulo Pinho Freitas é ator e produtor cultural, formado em Arte Dramática pela Universidade Federal do Ceará e graduado em Gestão Pública pela Universidade de Fortaleza. Desde 2014 é coordenador de produção da Bienal Internacional de Dança do Ceará. Atua também na área de Educação Ambiental desenvolvendo consultoria em projetos relacionados ao processo de licenciamento ambiental de petróleo e gás. *Ressaltamos que o proponente será responsável pela gestão financeira do projeto, bem como pela produção executiva, acompanhamento da direção artística e mobilização de parceiros.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2024-12-31
Locais de realização (4)
Fortaleza CearáParacuru CearáSão Gonçalo do Amarante CearáTrairi Ceará