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O projeto tem como produto principal a realização de oficina/workshop/seminário audiovisual, que será dividido em duas etapas, a saber: - etapa 01: oficina teórica de realização audiovisual(terá duração de 15 dias, totalizando carga horária de 120 horas. Ao longo das aulas, os 10 selecionados aprenderão a transformar suas histórias em filmes); - etapa 02: oficina prática de realização audiovisual (gravação/ filmagens) que resultará em 10 filmes de curtas-metragens. O produto secundário do projeto é obra exibida:exibição das obras de curtas-metragens resultante da oficina de realização audiovisual (circuito de exibição ao ar livre nas cidades contempladas pelo projeto).
Não se aplica. OBS: O projeto tem, no geral, classificação livre. Contudo para participar do concurso de histórias/oficinas audiovisuais, o público-alvo são maiores de 18 anos moradores dos municípios contemplados pelo projeto. Na fase da difusão, no circuito de lançamento dos filmes, a classificação é livre, para todos os públicos e de forma gratuita.
Curta Carajás I é um projeto de fortalecimento territorial e comunitário através da valorização de histórias escritas e transformadas em filme por moradores de 10 municípios localizados ao longo dos 892 quilômetros de extensão da Estrada de Ferro Carajás, nos estados do Maranhão e Pará. O projeto de formação, produção e difusão audiovisual resultará na realização e lançamento de 10 curtas-metragens de cerca de 15 minutos, com direção, roteiro e produção de moradores selecionados e participação da comunidade. Por meio do concurso de histórias aberto aos moradores (acima de 18 anos) de 23 municípios ao longo da EFC (exceto São Luiz, Açailândia, Marabá e Parauapebas), 10 textos serão selecionados e seus autores passarão por oficinas audiovisuais preparatórias, durante 15 dias, para posteriormente dirigirem seus curtas-metragens, com a participação da comunidade na equipe técnica e artística da obra. As equipes de filmagem serão formadas por moradores e profissionais de reconhecimento nacional, de forma a contemplar a originalidade da autoria dos moradores e garantir a qualidade técnica dos filmes. O lançamento dos curtas-metragens será realizado em cinema ao ar livre montado em área pública e acessível dos 10 municípios de origem das histórias. O Projeto Curta Carajás divide-se nas seguintes etapas: a) concurso de histórias para a realização de filmes, b) oficinas audiovisuais para autores das histórias selecionadas (roteiro, direção, produção, direção de arte, fotografia, som, edição, finalização, mobilização comunitária, direitos autorais), c) gravação/edição/finalização dos curtas-metragens, d) lançamento dos filmes no Cinema na Praça, e) exibição das obras na TV Trem (se viável), f) produção de um catálogo digital. Curta Carajás I tem por OBJETIVO GERAL possibilitar aos moradores das cidades ao longo da EFC a oportunidade de contar histórias e transformar em filme, registrando a memória, os costumes, os hábitos, as lendas e as peculiaridades destas localidades. Todo o projeto é gratuito e realizados em espaços acessíveis. Os OBJETIVOS ESPECÍFICOS são: - realização do produto principal: oficina/workshop/seminário audiovisual, que será dividido em três etapas, a saber: - etapa 01: oficina teórica de realização audiovisual (terá duração de 15 dias, totalizando carga horária de 120 horas. Ao longo das aulas, os 10 selecionados aprenderão a transformar suas histórias em filmes); - etapa 02: oficina prática de realização audiovisual (gravação/ filmagens) que resultará em 10 filmes de curtas-metragens. - realização do produto secundário: Obra Exibida: exibição da obra resultante da oficina de realização audiovisual (circuito de exibição ao ar livre nas cidades contempladas pelo projeto).
Curta Carajás é uma homenagem ao entrelaçamento entre as cidades, seus moradores e a Estrada de Ferro Carajás. De uma forma democrática e baseada na livre temática, o projeto propõe aos moradores dos municípios que contem histórias, reais ou inventadas, para criar um acervo audiovisual diversificado e original a ser apreciado por milhares de pessoas em sessões, mostras, festivais, na TV Trem ou na internet, possibilitando aos brasileiros de todas as regiões do país, acesso a um conteúdo audiovisual diversificado produzido nas cidades situadas ao longo da EFC. A grande maioria das pequenas cidades não possui salas de cinema, cursos de formação e disponibilidade de equipamentos para filmagem digital, dificultando aos moradores o acesso à produção audiovisual. O projeto promove, gratuitamente, o acesso à formação, produção e difusão dos filmes, contribuindo de forma expressiva para a preservação da memória social dos municípios participantes, valorizando as histórias de vida, registrando saberes para a comunidade, preservando seu conjunto de bens e valores expressos na obra que os próprios moradores constroem. O projeto estimula o resgate e a construção de histórias reais ou inventadas, abrindo caminhos de comunicação, expressão, documentação e criação para moradores de municípios com pouco acesso a bens e serviços culturais. Resgata e aprofunda o vínculo entre moradores, cidades e a ferrovia, além de produzir um rico acervo audiovisual que traduz os modos de ser viver e pensar das comunidades envolvidas. Os filmes produzidos valorizam a identidade geográfica, socioambiental e cultural dos lugares, destacando características e talentos locais. Os participantes do projeto envolvem suas comunidades na produção e realização dos filmes, fortalecendo o sentimento de pertencimento em relação às cidades, e passam de espectadores da própria realidade, para agentes de transformação social do lugar onde vivem. Além dos motivos já apresentados anteriormente para sua realização, o projeto Curta Carajás tentará viabilizar sua execução através da captação de recursos com empresas públicas e/ou privadas através do mecanismo de incentivo a projetos culturais/lei de incentivo à cultura. Em relação à lei 8.313/91, o projeto se enquadra nos seguintes artigos/incisos: - em relação ao art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; - em relação ao art. 3º Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais.
Local de realização: O concurso de histórias do projeto poderá abranger os seguintes municípios ao longo da estrada de ferro Carajás: Bacabeira, Santa Rita, Itapecuru Mirim, Anajatuba, Miranda do Norte, Arari, Vitória do Mearim, Igarapé do Meio, Monção, Santa Inês, Pindaré-Mirim, Tufilândia, Alto Alegre do Pindaré, Bom Jardim, Buriticupu, Bom Jesus das Selvas, Itinga do Maranhão, São Francisco do Brejão, Cidelândia, Vila Nova dos Martírios, São Pedro da Água Branca, Bom Jesus do Tocantins, Curionópolis, etc. A sede do instituto, em Vitória/ES, será a base para a realização das atividades do projeto. As etapas seguintes do projeto (oficina, realização de filme, obra exibida/lançamento), contemplarão os 10 selecionados, de 10 municípios com histórias selecionadas. Resultados esperados: O projeto é uma ação de natureza sociocultural que prevê o processo inclusivo e gratuito de formação/produção audiovisual e a exibição de filmes de curta-metragem por e para moradores dos municípios selecionados ao longo da EFC. O projeto irá realizar uma imersão audiovisual para os 10 autores selecionados por meio do concurso de histórias. A oficina de 120 horas abordará os seguintes temas: criação de roteiro (a partir das histórias selecionadas), direção, direção de arte, produção, direção de fotografia, som, edição/finalização, mobilização comunitária, direitos autorais). Ao final, cada autor selecionado estará apto a dirigir e produzir o seu curta metragem, com o envolvimento da comunidade. As equipes de filmagem irão contar com moradores de cada cidade e profissionais do mercado audiovisual, contratados pelo projeto, proporcionando a continuidade da formação na etapa prática (set de gravações), garantindo também a qualidade técnica dos filmes. Serão realizados 10 curtas-metragens de até 15 minutos, com direção, roteiro e produção dos autores selecionados e suas equipes. Será produzido um catálogo digital reunindo informações das oficinas, filmes, autores, cidades e processos de filmagem disponibilizado no site do Curta Carajás. A etapa de lançamento contemplará 10 sessões do Cinema na Praça, aberto ao público em geral. Cada cidade selecionada receberá o caminhão-cinema, cuja estrutura é composta por um telão de 8m x 6 m, 200 cadeiras, projetor e som digitais, microfones. Estima-se alcançar um público total de 3 mil espectadores nas cidades. Dentre os benefícios proporcionados estão a valorização das pessoas, histórias, paisagens, tradições e memória desses municípios. Pode-se destacar o resgate e a preservação de identidades regionais, a valorização da arte, cultura e do cinema como instrumentos de expressão, sensibilização, conhecimento, desenvolvimento do olhar aguçado e a democratização cultural.
Concurso de Histórias – divulgação através de assessoria de comunicação do projeto e mobilizadores comunitários locais. Fichas de inscrição e regulamento com versão impressa e digital. Oficina audiovisual – Terá duração de 15 dias, totalizando carga horária de 120 horas. Ao longo das aulas, os 10 selecionados aprenderão a transformar suas histórias em filmes. As oficinas serão ministradas por profissionais reconhecidos e tratarão dos temas linguagem audiovisual, roteiro, direção, produção, direção de arte, direção de fotografia, som, edição/finalização, direitos autorais, mobilização comunitária. Ao final cada selecionado terá o seu roteiro e plano de produção, para dar início aos trabalhos em sua cidade. Produção dos curtas – serão montadas equipes mistas, compostas por moradores e profissionais do audiovisual. O projeto irá disponibilizar um kit básico de equipamento de câmera e som (câmera HD, lentes, acessórios, equipamento de iluminação básico, microfones direcionais e boom). Cada curta-metragem terá no máximo 15 minutos de duração. As edições serão feitas com o diretor (a) e editor (a) profissional.
Curta Carajás é um projeto de participação livre para qualquer morador dos municípios contemplados do PA e MA, acima de 18 anos. Os interessados são selecionados por meio de um concurso de histórias amplamente divulgado por meio físico, pelas redes sociais, rádios e imprensas locais. Todas as etapas de formação e produção do projeto levam em conta a acessibilidade dos selecionados, desde o translado do município de origem ao local das oficinas, até a organização do plano de produção do filme e a escolha dos locais acessíveis para o lançamento do filme. Embora construídos conjuntamente ao longo das oficinas, os projetos são individuais e personalizados, atendendo às necessidades de cada diretor (a) e suas propostas. Desta maneira, os (as) portadores (as) de necessidades especiais serão atendidos (as) em todas as etapas, através de escolhas conscientes de acessibilidade e de um planejamento compartilhado de forma a facilitar o desenvolvimento da produção, adaptando o processo de realização às necessidades específicas. Outra medida de acessibilidade adotada será a inclusão de audiodescrição, legendagem e libras nos DVDs dos filmes realizados para distribuição gratuita entre instituições públicas das cidades participantes, parceiros do projeto, instituições públicas de ensino e pesquisa ligadas aos direitos humanos, audiovisual, educação, memória, patrimônio cultural e ambiental. O projeto fará a seguinte medida de acessibilidade em seus produtos: - Oficina/workshop/seminário audiovisual: 01 oficina com carga horária de 120 horas de forma de imersão audiovisual contendo o seguinte conteúdo: introdução à linguagem audiovisual, roteiro, direção, direção de arte, produção, fotografia, som, edição, finalização, direitos autorais e mobilização comunitária realizada em espaço acessível e com a presença de intérprete de libras, caso haja necessidade de algum participante. - Curta-metragem: os 10 curtas terão legendas descritivas em português, 01 filme terá audiodescrição, 01 filme terá língua brasileira de sinais. - Obra exibida: as sessões, em sua programação, atenderão ao disposto na legislação, no que diz respeito ao percentual de obras com acessibilidade durante a exibição, além dos espaços serem acessíveis.
Todos os produtos ofertados pelo projeto Curta Carajás são de acessos gratuitos. 1- Produto principal: oficina/workshop/seminário audiovisual, que será dividido em duas etapas, a saber: - etapa 01: oficina teórica de realização audiovisual (terá duração de 15 dias, totalizando carga horária de 120 horas. Ao longo das aulas, os 10 selecionados aprenderão a transformar suas histórias em filmes); - etapa 02: oficina prática de realização audiovisual (gravação/ filmagens) que resultará em 10 filmes de curtas-metragens: Todos os moradores dos municípios contemplados pelo projeto dos estados do PA e MA localizados ao longo da Estrada de Ferro Carajás (EFC), acima de 18 anos, serão convocados à participação no projeto de forma gratuita, desde a etapa do concurso de histórias. O envolvimento democrático das populações vai além do autor selecionado no concurso de histórias. Na etapa de realização dos vídeos, toda a comunidade é mobilizada para integrar as equipes, ocupando funções técnicas, artísticas ou de apoio nas filmagens. A participação das comunidades começa na pré-produção dos vídeos, quando os selecionados mobilizam os moradores por meio de reuniões, palestras e convocações pelas rádios comunitárias ou faixas nas cidades. 2- Produto secundário: Obra Exibida: exibição da obra resultante da oficina de realização audiovisual (circuito de exibição ao ar livre nas cidades contempladas pelo projeto). Na etapa de lançamento dos filmes, o projeto irá montar um Cinema na Praça, criando estratégias junto às prefeituras para o transporte de moradores de áreas rurais ou distantes do centro. As sessões são gratuitas e abertas ao público, reunindo plateias entre 300 e 2 mil espectadores nas cidades. Em relação a medida de democratização de acesso elencada no art. 28 da IN 001/2023, o projeto fará o disposto nos incisos I e IV, a saber: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal.
BEATRIZ LINDENBERG - Função no projeto: coordenadora geral, curadora Graduada em Comunicação Social na Universidade Federal do Espírito Santo. Fez especialização em Literatura Brasileira Contemporânea na Fundação Nelson Abel de Almeida/ES e curso de especialização em Cultura e Educação na Faculdade Latino Americana de Ciências Sociais, a Flacso/Brasil. Atua como gestora de projetos culturais audiovisuais desde 1995. Fundadora do Instituto Marlin Azul e coordenadora dos projetos da instituição, com especial destaque para o Revelando os Brasis (iniciado em 2004), Projeto Animação/Núcleo Animazul (iniciado em 2002), Curta Vitória a Minas (2014/2015, 2022/2023), Griôs de Goiabeiras, Cine Quilombola, entre outros. PATRICIA CORTES FERREIRA - Função no projeto: produtora É formada em Direito e Administração pela Universidade de Vila Velha (UVV). Atuou como assistente/coordenadora administrativa e financeira do Instituto Marlin Azul durante 17 anos, além de exercer atividades na área de produção/coordenação de projetos da instituição há mais de 15 anos nos projetos Revelando os Brasis, Projeto Animação, Curta Vitória a Minas, entre outros. Exerceu o cargo de consultora administrativa na Secretaria de Direitos Humanos do Governo do Estado do ES. SIMONY LEITE SIQUEIRA - Função no projeto: assessoria de comunicação Formada em Jornalismo e Audiovisual pela Ufes, com pós-graduação em Gestão de Assessoria de Comunicação pela Faesa. Trabalhou como repórter, produtora e apresentadora na Rádio América. Foi repórter do Jornal A Tribuna e escreveu para revistas segmentadas, e para diversos materiais e publicações institucionais. Ministrou aulas na Universidade Bandeirantes de São Paulo (Uniban). Foi subsecretária de comunicação na Secretaria Municipal de Comunicação da Prefeitura de Aracruz e é assessora de imprensa do Instituto Marlin Azul. LUELANE LOIOLA CORREA - Função no projeto: Professora de roteiro e direção - Breve currículo: Formada em Cinema pela Universidade Federal Fluminense. Dirigiu os documentários “Como se Morre no Cinema”, “Sol de Oro no Festival de Biarritz” (vencedor de 11 prêmios nacionais), “A Cidade e o Poeta”, “Machado de Assis” e “Rio, 39,6 Graus”. Montadora e assistente de direção, trabalha com Nelson Pereira dos Santos desde o filme “Memórias do Cárcere”. Assina a montagem de “A Música segundo Tom Jobim”. Foi diretora assistente nos filmes de Hugo Carvana, com quem trabalhou desde “O Homem Nu”. Recebeu prêmio de Melhor Montagem pelos filmes “Áurea”, de Zeca Ferreira, “O Quinze”, de Jurandir Oliveira e “Rio de Memórias”, de José Inácio Parente. Dirigiu o documentário sobre Hugo Carvana. Atua como orientadora de roteiro e direção do Revelando os Brasis desde a primeira edição do projeto. MÁRCIA MEDEIROS - Função no projeto: Professora de edição e editora de imagem - Breve currículo: É editora e diretora. Como editora fez os programas globais “Fama”, “The Voice Kids”, as séries do GNT “Bem Estar”, “Que Marravilha!” e “Liberdade de Gênero”, do diretor João Jardim. Ainda na televisão editou as três temporadas de “O Bom Jeitinho Brasileiro” do canal Futura, a série “Capoeira” da TV Brasil e pelo History Channel, “O Infiltrado”. Em 2017, editou ainda a inédita “#DesdeJunho”, feita pela Noix Cultura em parceria com a EBC. No campo documental editou o filme “Uma Família Ilustre”, de Beth Formaggini, ganhador do Festival Internacional de Lanzarote e do Grande Prêmio de Cinema Brasileiro, ambos de 2016 e “Memória para Uso Diário” do Grupo Tortura Nunca Mais, também dirigido por Beth Formaggini, vencedor do prêmio de Melhor Filme do Júri Popular do Festival do Rio de 2007. Ainda neste campo, editou documentários sobre os artistas plásticos Abraham Palatnik, Iole de Freitas e Cildo Meirelles. Editou os curta-metragens “Maria, Ana Maria, Mariana” e O Casamento de Mario e Fia”, dirigidos por Paulo Halm. É professora de edição em programas de capacitação como “Revelando os Brasis”, “Belas Favelas” e “Projeto Memória: HumanizaRio”.
PROJETO ARQUIVADO.