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PRONAC 233146Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Caminhos do Trem

VISTA MULTIMIDIA PRODUCAO DE VIDEO E COMUNICAO DIGITAL LTDA - ME
Solicitado
R$ 296,3 mil
Aprovado
R$ 296,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
Campinas
Início
2024-01-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (9)
São João del Rei Minas GeraisTiradentes Minas GeraisRio de Janeiro Rio de JaneiroCampinas São PauloJaguariúna São PauloJundiaí São PauloRibeirão Preto São PauloSanto André São PauloSão Paulo

Resumo

Projeto de média-metragem com sessenta (60) minutos de duração, em formato 4K, que aborda a importância dos trens para o desenvolvimento econômico do Brasil, sua história, seu legado cultural e os novos projetos para alavancar a utilização desse modal na matriz de transporte brasileira.

Sinopse

Classificação indicativa: Livre para todas as idades. Documentário audiovisual que conta a história do trem no Brasil, sua trajetória de sucesso no passado, sua decadência a partir da década de 1950, até a sua retomada com novos projetos na atualidade. A produção pretende abordar as perspectivas, com os projetos privados de transporte ferroviário, e a memória afetiva representada por inúmeras estações preservadas que hoje abrigam museus ou centros culturais. As cenas do documentário trazem filmagens atuais das linhas férreas existentes; imagens de arquivo dos antigos ramais e suas locomotivas históricas; fotos de arquivo; e computação gráfica das linhas em construção e dos novos trechos projetados. O início do documentário conta a história das primeiras ferrovias brasileiras construídas em meados do século XIX; a evolução das locomotivas; e o processo de estatização da malha férrea na década de 1930. A seguir, o filme mostra a situação da atual malha ferroviária do país no transporte de cargas e de passageiros; seu potencial de expansão; os novos planos de privatização; e os trechos ferroviários preservados e utilizados para fins turísticos no estado de São Paulo. O trabalho pretende evidenciar a dependência do modal rodoviário no Brasil e suas fragilidades e os benefícios das ferrovias sobre as rodovias no transporte de carga e de passageiros. É abordado também o novo marco legal, as obras ferroviárias em andamento e os projetos de construção futuros em várias regiões do país. A memória afetiva também é resgatada, bem como os aspectos culturais das ferrovias do país, ao mostrar as várias estações que se mantêm preservadas e abrigam museus e centros culturais. Por outro lado, é mostrado o abandono do patrimônio histórico em algumas localidades. Por fim, o filme expõe a predominância do caminhão no transporte de carga brasileiro e traz comparativos com o uso e aproveitamento da malha ferroviária em outros países, como por exemplo, Estados Unidos, França e China.

Objetivos

Objetivo Geral Resgatar a importância histórica e cultural dos trens para o Brasil, lembrar a importância da preservação ferroviária, seu legado cultural, bem como evidenciar as perspectivas para o futuro por meio dos novos projetos em andamento que pretendem alavancar e modernizar o transporte ferroviário. Art. 2o Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial. Objetivos Específicos · Realizar documentário de média metragem com duração de sessenta (60) minutos. · Atingir um público formado por fãs de trens ou que valorizam essa forma de transporte; · Alcançar 50 mil visualizações a partir da veiculação em redes sociais e sites de dezenas de entidades; · Lançar o filme nas cidades de Campinas, São Paulo e Ribeirão Preto; · Alcançar plateia de 100 pessoas em cada cidade de lançamento; · Veicular o filme nas redes sociais das entidades entrevistadas e nas das Secretarias de Cultura e de Educação da localidade; · Publicar o filme em canal a ser criado no Youtube; · Divulgar o lançamento do filme nas localidades e também nos grandes jornais do país a partir do trabalho de assessoria de imprensa; · Divulgar o filme para ONGs ligadas à mobilidade e ao transporte ferroviário.

Justificativa

No exterior o trem é responsável pela movimentação de grande parte das mercadorias. Porém, o Brasil é o único país com predominância do caminhão no transporte de cargas. Dessa forma, é fundamental conscientizar a sociedade acerca das vantagens e benefícios de se modernizar a matriz de transporte brasileira e enxergar o transporte ferroviário como alternativa mais barata, eficiente, limpa e inclusiva. Hoje, o Brasil movimenta suas cargas quase que totalmente pelas rodovias. Em 2019, cerca de 60% das cargas foram transportadas pelo modal rodoviário, e apenas 17% circularam pelas ferrovias do país. As ferrovias ainda não são vistas como atrativas devido à baixa velocidade comercial dos trens. Estima-se que, em média, os trens brasileiros correm a 15km/h enquanto os trens norte-americanos a 50km/h, isso reduz a produtividade e o nível de serviço. Os bloqueios impostos pelos caminhoneiros na grave de 2018 evidenciaram a dependência do Brasil do transporte rodoviário, que ainda cresce, apesar de ser seis vezes mais caro do que as ferrovias. Para o transporte de passageiros, as ferrovias podem ser uma opção mais acessível, com passagens até 50% mais baratas do que as de ônibus. Além dos custos menores, o transporte ferroviário também apresenta outros benefícios, tais como: redução de atropelamentos, acidentes e congestionamentos dentro das cidades; aumento da capacidade de transporte; eficiência operacional e redução de custos de transporte; diminuição de emissão de gases poluentes, uma vez que o transporte rodoviário é um dos grandes responsáveis pelos gases tóxicos que contaminam a atmosfera. O transporte ferroviário congrega os defensores do meio ambiente, os que reivindicam o incremento na logística brasileira como aqueles que veem nos trens como memória afetiva pelo legado histórico e cultural das inúmeras estações transformadas em centros culturais. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; E tem por finalidade, dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural.

Estratégia de execução

Argumento cinematográfico e plano de Direção do projeto “Caminhos do Trem”: O projeto do documentário “Os Caminhos do Trem” pretende resgatar a história desse meio de transporte no Brasil, desde seu surgimento, até os dias de hoje, com o renascimento de várias ferrovias e a implantação do TAV, o Trem de alta Velocidade, que pretende interligar Campinas a São Paulo e ao Rio de Janeiro. O trem, que praticamente começou em Campinas, que chegou a ter o maior ramal férreo da América Latina, poderá voltar ao município com a modernidade do Trem de Alta Velocidade. Mais que a questão logística, tão fundamental para o progresso brasileiro, nos interessa resgatar as relações entre os caminhos dos trens, o desenvolvimento cultural, os ciclos econômicos e a História do Brasil. Hoje, além da retomada dos trilhos, é cada vez mais comum o restauro de antigas composições ferroviárias, a reconstrução de estações em ruínas ou a reforma de outras para que se preservem esses importantes patrimônios. Em muitas localidades essas paradas de trens se transformaram em centros culturais e em casas de cultura. Exemplo mais célebre disso é o imponente edifício da Estrada de Ferro Sorocabana que hoje abriga a Sala São Paulo, sede da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo e uma das mais importantes casas de concertos e eventos do País. É cada vez mais comum o restauro de trens antigos e a reconstrução de estações em ruínas ou a reforma de outras para que se preserve esses importantes patrimônios que unem cultura, economia e história. Ao resgatar a história dos trens e seus meandros, o documentário “Os caminhos do Trem” vai relacionar o panorama histórico e econômico em suas relações com a urbanização, o crescimento das cidades e a formação do nosso patrimônio cultural. Trata-se de abordagem inédita que poderá não só contribuir com a preservação desse importante patrimônio como fazer com que a audiência tenha mais clareza nas relações entre história, economia, arquitetura e patrimônio cultural. Nos dias de hoje temos o esgotamento das rodovias, os gargalos logísticos do Brasil, o excesso de veículos, os congestionamentos e as questões ambientais, o trem volta à cena novamente. Ele cumpre função ambiental mais sustentável, contribui com a integração e se mostra fundamental para os desafios da modernidade. Depois de ter sido abandonado por mais de 40 anos o transporte ferroviário de passageiros volta à cena com vários novos trechos operando com a iniciativa privada. O país retoma os editais para que os trens voltem aos trilhos e o país possa sair do gargalo logístico que o abandono desse modal causou. Para abordar essa trajetória a proposta é que tenhamos as seguintes entrevistas, em forma de depoimentos: - Cyro Lyra coordenou estudo do Instituto Nacional do Patrimônio Histórico e Cultural sobre patrimônio Ferroviário em SP; - João Bosco Setti, autor de vários livros sobre ferrovias no Brasil; - Henrique Anunciata, pesquisador e autor de tese sobre trens em Campinas; - Hélio Gazetta Filho, da Associação Brasileira de Preservação Ferroviária; - Hélio França, diretor da Associação Brasileira de Transportes Terrestres; - Jaime Waisman, professor da Escola Politécnica da USP, com especialização em Engenharia de Transportes; - José Manoel Ferreira Gonçalves, engenheiro e presidente da Ferrofrente, autor dos livros Ferrovias, Ferrovia Essencial, Um Brasil Sobre Trilhos e Despoluindo Sobre Trilhos; - Maria Inês Mazzoco, museóloga e diretora de patrimônio da São Paulo Railway, a estrada de ferro Santos a Jundiaí; - Marli Marcondes, pesquisadora do Centro de Memória da Unicamp e autora de teses sobre trens e iconofrafia; - Paulo Eskenazi, diretor do museu ferroviário de Jaguariúna – da A Associação Brasileira de Preservação Ferroviária; - Ralph Mennucci Giesbrecht, autor de livros, sites e blogs sobre trens e ferrovias no Brasil e membro da Ass. Brás. de Memória Ferroviária; - Ulisses Semeghini, professor do Instituto de Economia da Unicamp; - Vicente Abate, presidente da Associação Brasileira da Indústria Ferroviária. A abordagem seguira o tom documental com pequenos trechos com locução feminina em off e grande parte da narrativa conduzida pelos entrevistados que darão seus depoimentos, gravados consecutivamente por duas câmeras DSLR formato 4K. Assim, privilegiaremos os testemunhos de estudiosos do tema em detrimento da locução que estará presente em apenas alguns trechos para explicar o tema e permitir nexos entre as falas. Plano de direção: Privilegiaremos os depoimentos testemunhais dos estudiosos dos trens nessa abordagem. Teremos alguns trechos com locução em off para encadeamento das entrevistas. Gravaremos depoimentos com os mais renomados estudiosos da logística brasileira, da memória das ferrovias e com representantes das organizações culturais abrigadas em antigas estações, muitas vezes tombadas pelo patrimônio. As imagens serão gravadas com câmeras profissionais DSLR formato 4K e em toda a série teremos a presença de imagens aéreas gravadas por drones profissionais também em 4k. Para as imagens dos trens no exterior teremos a compra de cenas de arquivo. Da mesma forma, as dos trens e marias fumaças do passado serão mostradas através de fotos e cenas de antigos filmes. Passeios turísticos de antigas marias fumaças restauradas serão mostrados, como: - Anhumas/Tanquinho/Carlos Gomes Campinas (Campinas-SP a Jaguariúna-SP); - Trem dos Imigrantes (Mooca ao Brás - São Paulo); - Trem dos Ingleses (Vila de Paranapiacaba em Santo André-SP); - Expresso Turístico (Trens operados pela CPTM) Jundiaí a Mogi das Cruzes. Em computação gráfica mostraremos o mapa dos atuais passeios de maria fumaça espalhados pelo país e os traçados das futuras ferrovias em licitação. Mostraremos alguns desses passeios turísticos bem como as estações de trens que se transformaram em centros culturais como: - Estação Guanabara (Centro cultural da Unicamp Campinas); - Estação Cultura (Campinas); - Estação Ferroviária Itaici (Indaiatuba); - Estação Socorro (Socorro); - Estação da Luz (Museu da Língua Portuguesa São Paulo); - Estação Júlio Prestes (Sala São Paulo); - Museu Ferroviário (Jundiai); - Complexo Ferroviário Paranapiacaba (Santo André); - Centro Cultural Leopoldina (em obras na Estação Barão de Mauá/Rio de janeiro). Nas entrevistas, com duas câmeras, que ficarão no tripé e nas cenas de estações e do patrimônio ferroviário com uma câmera em Gimbal para termos movimentação dentro dessa dinâmica da logística dos trens. Em todas as localidades teremos cenas realizadas com drones profissionais. Isso contribuirá com a estética dos vídeos, além de propiciar vistas abertas dos trens, seus percursos e suas estações, em regiões de grande beleza. Da mesma forma que nossa miscigenada cultura, as imagens também servirão para mostrar a diversidade de paisagens existentes nas áreas urbanas e rurais cortadas pelos trens.

Especificação técnica

Com narração em off, o média metragem traz entrevistas com especialistas do setor de transporte, historiadores e operadores de linhas-férreas. A produção final tem aproximadamente sessenta (60) minutos. Serão 16 diárias de gravações, com equipe profissional e equipamentos de captação de imagem em formato 4K.

Acessibilidade

Produto principal: documentário Acessibilidade física: Por tratar-se de um projeto audiovisual, com plano de difusão totalmente virtual, a acessibilidade para pessoas com deficiência física não é necessária. Para o evento de lançamento priorizaremos salas de cinema fora do circuito comercial e auditórios de universidades, todos, com acessibilidade para pessoas com deficiência física. Acessibilidade de conteúdo: Legenda descritiva, audiodescrição e intérprete de LIBRAS em todas as versões de edição.

Democratização do acesso

O filme será lançado nas cidades de Campinas, São Paulo e Ribeirão Preto, - cidades retratadas no filme - e veiculado nas redes sociais das entidades entrevistadas e nas das Secretarias de Cultura e de Educação das localidades de forma totalmente gratuita. Teremos assessoria de imprensa para divulgar o lançamento e também para os grandes jornais do país. Dezenas de ONGs ligadas à mobilidade receberão links do filme. Assim sendo, o plano de distribuição da proposta está de acordo com o art. 27 da Instrução Normativa 01/2023, visando assegurar a democratização do acesso aos produtos, bens e serviços culturais produzidos. Ainda, adotaremos como medida de ampliação de acesso, o exposto no inciso X do artigo 28 da IN nº 01/2023 do MinC, a saber: X – outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC): - Ofertar o média-metragem para canais educativos e para operadores de streaming para potencializar o acesso às realizações. Plataformas de distribuição: Teremos um site e um canal no Youtube com o nome ‘Caminhos do Trem’ para publicarmos vídeos, inclusive as entrevistas na íntegra com trechos além dos utilizados no corte final da edição. Também enviaremos links da edição para todos os entrevistados e todas as organizações, associações e empresas que trabalham com memória férrea, patrimônio ferroviário, transporte turístico e logística ferroviária. Na Associação Brasileira de Preservação Ferroviária – que realiza o passeio da Maria Fumaça entre Campinas e Jaguariúna - manteremos um monitor com a exibição permanente do vídeo nos dias de funcionamento do trem turístico.

Ficha técnica

Marcos Ernesto Rogatto - [será remunerado pelas rubricas de Diretor e roteirista na planilha orçamentária] CPF 016.760.188-16 Diretor e roteirista Doutorando (incompleto) da Unicamp em Sociologia; mestrado em Multimeios - Instituto de Artes Unicamp; superior em Comunicação Social - Jornalismo PUCC; Ciências Sociais - Antropologia – Unicamp. É diretor e proprietário da produtora Vistamultimídia desde 2007. Foi diretor de Comunicação da Prefeitura Municipal de Campinas, de 2012 a 2013. Colunista e instrutor na Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Organizacional) de 2010 a 2016. Foi membro do GENN (Grupo de Estudos de Novas Narrativas) – Aberje / ECA - Universidade de São Paulo - 2012 a 2016. Diretor, Roteirista, fundador e autor de projetos especiais na Produtora Studio Eletrônico - Campinas - 1988 até 2007. Colaborador do jornal Gazeta Mercantil - 2006 a 2008; Repórter da Rede Globo nos telejornais "Bom Dia São Paulo" e "SP 3ª Edição" - São Paulo 1986 a 1987. Um dos organizadores da exposição "Epopeia Editorial" – Editora Abril - MASP 1987. Repórter da Revista Veja, Editoria Artes e Espetáculos, São Paulo 1985 e 1986. Estagiário, em Jornalismo, na TV Manchete Campinas – 1984. Maria Helena Portinari [será remunerada pela rubrica produtor na planilha orçamentária] CPF 058.547.608-00 Produtora Jornalista com 30 anos de experiência em Comunicação Organizacional, Mídia Eletrônica e Assessoria de imprensa na CPFL Energia e CPFL Cultura. Trabalhou como roteirista nas produtoras Studio Eletrônico e Vista Multimídia (freelancer), foi repórter do Jornal Correio Popular – Campinas, Jornal de Domingo - O Estado de São Paulo, Jornal Diário do Povo – Campinas e Jornal Diário do Grande ABC – Santo André. Joel Camargo Pereira [será remunerado pela rubrica cinegrafista] CPF 120.799.648-36 Cinegrafista e diretor de fotografia Atua há 22 anos na área da captação de cenas tanto de filmes comerciais como de programas de TV, vídeos institucionais e documentários. Participou da equipe de gravação das séries “Café Filosófico” e “Balanço do Século XX: Paradigmas do Século XXI” projeto cultura da CPFL, veiculadas pela TV Cultura. Já trabalhou para 8 diferentes produtoras de vídeos. Frederick Monteiro [será remunerado pela rubrica de edição de imagem] CPF 270.629.348-95 Editor É formado em Filosofia pela Unicamp, e tem especialização em edição pelo SESC/SENAC. Atua há 20 anos com edição, finalização e computação gráfica. Também já desenvolveu roteiros e dirigiu curtas metragens.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

São Paulo