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PRONAC 233186Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

PROJETO SÓDOMO - O PODER DA CRIAÇÃO ARTÍSTICA

ASSOCIACAO EDUCATIVA E CULTURAL DIDA
Solicitado
R$ 547,7 mil
Aprovado
R$ 547,7 mil
Captado
R$ 360,8 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (5)
CNPJ/CPFNomeDataValor
01640625000180TECON Rio Grande S.A1900-01-01R$ 216,9 mil
03562124000159WILSON SONS SERVIÇOS MARÍTIMOS1900-01-01R$ 65,9 mil
03642342000101Tecon Salvador S/A1900-01-01R$ 44,5 mil
33411794000135Wilson Sons S.A. Comércio e Indústria1900-01-01R$ 28,0 mil
10320573000156Wilson, Sons Estaleiros Ltda.1900-01-01R$ 5,6 mil

Eficiência de captação

65.9%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Samba
Ano
23

Localização e período

UF principal
BA
Município
Salvador
Início
2024-01-01
Término

Resumo

O projeto "SÓDOMO - O PODER DA CRIAÇÃO ARTÍSTICA" consiste na realização de aulas diárias de artes afrodescendente, focado em dança, percussão e artes plásticas para crianças do ensino básico, em contraturno escolar. Além disso, o projeto irá realizar oficinas mensais sobre Dança e Percussão, aberto a todos os alunos da rede pública de ensino básico de Salvador. Para as mães, professores e alunos da rede pública de ensino de Salvador, será disponibilizado um Workshop "Empreendedorismo cultural Afrodescendente". Todas as atividades serão gratuitas e online.

Sinopse

ANEXO NO PLANO PEDAGÓGICO

Objetivos

Objetivo geral Realizar aulas diárias de artes afro, focado em dança, percussão e artes plásticas para crianças do ensino básico, em contraturno escolar. Objetivos específicos - Realizar todas as atividades de forma gratuita. - Estimular a produção e difusão cultural e artística do patrimônio regional dos afrodescendentes; - Proteger os modos de criar, fazer e viver dos moradores de Salvador ajudando assim a valorizar o seu legado cultural bem como observar nele possibilidade de empreendimento cultural; - Desenvolver a consciência e o respeito à cultura, em especial à afrodescendente representada pelo ritmo, dança e artes plásticas; Produto Curso de Artes Afrodescendente - Realizar aulas diárias de artes afro, focado em dança, percussão e artes plásticas para crianças do ensino básico, em contraturno escolar para 200 crianças. 100 pela manhã e 100 no período da tarde. Produto Oficinas de Dança e Percussão. - Realizar oficinas mensais sobre Dança e Percussão, aberto a todos os alunos da rede pública de ensino básico de Salvador. Será realizado a cada mês em uma escola pública parceira. Serão 500 vagas por mês. Total de 5.000 atendidas. Produto Workshop - Realizar o Workshop "Empreendedorismo cultural Afrodescendente" para as mães, professores e alunos da rede pública de ensino de Salvador, será disponibilizadas 1000 vagas. Serão 10 workshops com 100 vagas cada, 01 por mês durante 10 meses.

Justificativa

ARTE E EDUCAÇÃO são as bases do trabalho da Associação Educativa e Cultural Didá. A instituição mantém a Banda Didá (também conhecida como Didá Banda Feminina ou simplesmente Didá), uma banda musical de percussão exclusivamente feminina de Salvador, capital do estado brasileiro da Bahia. Foi fundada em 13 de dezembro de 1993 pelo músico Neguinho do Samba, com o apoio inicial do cantor Paul Simon. A Banda Didá mantém ações sociais e educativas visando a igualdade entre homens e mulheres. Seu nome "didá" é uma palavra iorubá que significa "o poder da criação". Apenas mulheres têm acesso à Sede e trabalhos do grupo, com exceção de meninos até os dez anos de idade; a maioria de seus professores são também mulheres. Seu objetivo principal é dar às mulheres e crianças, a quem suas ações estão voltadas, melhores condições de vida através do binômio arte-educação, além de tratar de questões como a negritude. Sua sede fica num casarão à rua João de Deus, no bairro do Pelourinho. O projeto Sodomo foi pensado e elaborado para atender principalmente as criança em período escolar, no ensino básico. "A criança, desde que nasce, depara-se com um repertório de símbolos e significados construídos pelas gerações que a precederam e, participando das práticas culturais do seu grupo, reconstrói os significados do mundo físico, psicológico, social, estético e cultural. O mundo simbólico será conhecido e ressignificado no convívio e acesso aos jeitos de pensar e fazer e aos códigos, entre eles os códigos da Arte. [...] é na cotidianidade que os conceitos sociais e culturais são construídos pela criança, por exemplo, os de gostar, desgostar, de beleza, feiúra, entre outros. Esta elaboração se faz de maneira ativa, a criança interagindo vivamente com pessoas e sua ambiência (FERRAZ; FUSARI, 1993, p. 42)." As crianças neste momento da vida precisam desenvolver o sentido, não apenas reproduzir o que percebe, mas criar outros sentidos, usar a imaginação para preencher os vazios de sua leitura de mundo, articulando significados próprios para o que observa e percebe. Ao interagir com manifestações artísticas, estéticas e comunicativas do ambiente, entra em contato com o contexto social e cultural que permeia a estruturação do senso estético. E a melhor forma de fazê-lo é através da arte. A dificuldade da criança negra em interagir e ser compreendida e respeitada pelas outras crianças pode ser uma realidade complexa e desafiadora. Enquanto a criança negra cresce, ela se depara com um ambiente que muitas vezes não reflete a diversidade étnica e cultural que a rodeia. Os símbolos e significados transmitidos pela cultura dominante podem não incluir adequadamente a perspectiva negra, o que dificulta a criança negra em se identificar e se sentir valorizada. A criança negra precisa reconstruir significados em relação ao mundo ao seu redor, incluindo aspectos físicos, psicológicos, sociais, estéticos e culturais. Ela busca referências que a auxiliem a compreender sua própria identidade e desenvolver um senso de pertencimento. No entanto, quando os códigos culturais dominantes não refletem a diversidade étnica, isso pode resultar em uma falta de representação e reconhecimento da cultura negra. A interação com outras crianças pode ser afetada por essas barreiras culturais. As crianças que não compartilham da mesma vivência cultural podem não entender ou respeitar as tradições, costumes e expressões artísticas que são importantes para a criança negra. Isso pode levar a um sentimento de exclusão e isolamento, dificultando o desenvolvimento de relações saudáveis e significativas. É fundamental que as crianças tenham a oportunidade de interagir e se engajar com a diversidade cultural desde cedo, para que possam desenvolver uma compreensão mais ampla e respeitosa do mundo ao seu redor. Através da arte e da educação culturalmente inclusiva, as crianças podem ser expostas a diferentes perspectivas, expressões artísticas e histórias que valorizam a diversidade étnica e cultural, incluindo a cultura negra. Ao promover a inclusão e o respeito pela cultura negra, as crianças podem aprender a apreciar e valorizar a diversidade, reconhecendo as contribuições significativas que cada cultura traz para a sociedade. Isso cria um ambiente mais acolhedor e igualitário, onde as crianças negras podem se sentir mais confiantes e empoderadas para expressarem sua identidade e serem compreendidas e respeitadas pelos outros. Em resumo, a dificuldade da criança negra em interagir e a dificuldade das outras crianças em entender e respeitar a cultura negra são desafios que exigem uma abordagem consciente e inclusiva. Através da arte e de práticas educacionais que valorizem a diversidade, podemos proporcionar às crianças um ambiente que promova o diálogo intercultural, a compreensão mútua e o respeito pelas diferenças, contribuindo para uma sociedade mais equitativa e harmoniosa. E indo além, para ampliar o acesso, o projeto oferece um alento e uma luz para as mães e professores da rede pública de ensino que são as aulas de "Empreendedorismo Cultural". Uma forma de entender que a arte e a cultura podem ser uma solução para gerar renda e trabalho e da importância desta na educação. Porém, esse projeto só poderá ser possível se conseguir apoio desta lei. A proposta cumpre com as seguintes finalidades previstas no Art. 1° da Lei 8.313: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; Para cumprir com essas finalidades, ela se enquadra, também, nos seguintes incisos do Art. 3°: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;

Estratégia de execução

não há

Especificação técnica

não há

Acessibilidade

PRODUTO CURSO, OFICINAS E WORKSHOP Acessibilidade física: Os locais onde serão realizadas as atividades serão escolhidos por sua adequação à lei de acessibilidade física que todo local público e privado deve ter. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: não há. Acessibilidade para deficientes visuais: Intérprete de Libras - responsável por ajudar na comunicação entre pessoas ouvintes e com deficiência auditiva ou entre surdos, por meio da Língua Brasileira de Sinais e a língua oral corrente, o português. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: “INTÉRPRETE DE LIBRAS” Acessibilidade para pessoas com necessidades especiais: Monitores - responsável por auxiliar os participantes com algum tipo de necessidade especial como de locomoção, déficit cognitivo e outras. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: “MONITORES”

Democratização do acesso

PRODUTO CURSO, OFICINAS E WORKSHOP Das Medidas de Democratização de Acesso, artigo 27 da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 1, DE 10 DE ABRIL DE 2023 cumprimos toda pois o projeto será totalmente gratuito. Como medida complementar de ampliação do acesso, está prevista a adoção do seguinte inciso do artigo 28 da mesma instrução normativa o: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; Todas as atividades serão transmitidas online.

Ficha técnica

COORDENADORA ADMINISTRATIVA: DÉBORA REGINA DE SOUZA - representante legal da Associação Didá. Coordenação Administrativa de todo o projeto. Contratações, pagamentos, recebimentos. Gestão administrativa. Prestação de contas. Presidente da Associação Educativa e Cultural Didá (2009-2021) Mulher Negra, moradora do Centro Histórico, Coordenadora das oficinas de arte educação com a Escola Municipal João Lino – Salvador (1999-2003); Coordenação geral dos cursos da Associação Educativa e Cultural Didá (2009-2021) Produtora dos shows da Banda Didá (2009-2021) Coordenadora Geral nas ações do Bloco Afro Didá (2009-2021) Responsável da Didá Banda Feminina Produtora do Show da banda Didá em Saragozza-Espanha (2009) Produtora de work shop internacional da Didá em El Salvador (2010) Ganhadora do Troféu UMOJA oferecido pelo Grupo Cultural Olodum em reconhecimento ao seu trabalho social na comunidade do Maciel Pelourinho (2016) Expositora na Roda de Conversa “O legado afro brasileiro”, Pelourinho - 2017 Ganhadora do Troféu Berimbau oferecido pela Câmara Municipal de Salvador em reconhecimento ao seu trabalho social com mulheres e crianças na comunidade do Maciel Pelourinho (2018) COORDENADORA GERAL: MAESTRINA ADRIANA PEREIRA PORTELA Coordenadora de todo o projeto. Gestão e treinamento da equipe. Definição de agenda, materiais, cronograma, oficinas entre outros. Maestrina da Didá Banda Feminina (primeira mulher a reger uma banda percussiva de samba-reggae no mundo), desde 1992 Mulher Negra, percussionista, comunicadora e educadora social. Graduação em Serviço Social - Universidade Norte do Paraná - UNOPAR, conclusão 2015 Pós- Graduada (Especialização) - Gestão de Projetos Sociais - UNIJORGE (2017) Mestranda (em formação): Ciências Sociais -UFBA Ministrou workshop de samba-reggae: Europa, França, Alemanha, Canada, Escola Técnica Federal da Bahia - curso de Eletrônica , conclusão 1995 Curso de Radialismo( Rádio e TV) - CEFET-BA , ano de conclusão 2003 Dança Afro,Espaço X, ano de 1990 a 1994 Produtora, Maestina e percussionista de shows da Banda Didá em Nova Yorque, Uruguai, Argentina, Orlando, Republica Dominicana, El Salvador, Saragozza (1997,1998,1999, 2000) Maestrina, Dirigente e Professora de percussão na Associação Educativa e Cultural Didá (1994-2021) Diretora percussiva e Baterista da Didá Banda Feminina (1999-2021) Produtora de eventos no Projeto Didá (2000-2021) Escritora no livro: Debates sociológicos, educacionais e identitários ( Costa&Cloux), editora KAWO-KABIESILE, ano 2016 Professora de Percussão na FUNDAC (2014-2021) COORDENADORA ARTÍSTICA: ANDRÉA PAULA DE SOUZA Coordenadora das oficinas. Responsável pela formação do conteúdo artístico e coordenação das aulas. Vice-presidente da Associação Educativa e Cultural Didá Mulher Negra, moradora da comunidade do Maciel Pelourinho. Coordenadora do bloco afro Didá. Oficina de Canto livre com o Professor Jô Macedo (2006) Curso de Dança Afro na Associação Educativa e Cultural Didá (2008) Produtora Geral de eventos da Didá Banda Feminina (2009-2021) Produtora no Evento da Didá Banda Feminina em Porto de Galinhas Produtora no show da Banda Didá realizado no Reveillon de Copacabana COORDENADORA PEDAGÓGICA: VIVIAM CAROLINE DE J. QUEIRÓS Coordenadora pedagógica de todas as aulas, oficinas e workshop. Atenderá e orientará alunos e oficineiros nas questões pedagógicas. Formada em jornalismo pela UNIJORGE (2005) Coordenadora Pedagógica do Projeto Acerte o Passo, Baixio – BA (2004-2009) Coordenadora Pedagógica da Creche e Escola Comunitária CMEIA (2001-2018) Pós-graduação em Produção Cultural (2007) Mestrado em Cultura e Sociedade percussionista da Banda Didá em Nova Yorque, Uruguai, Argentina, Orlando (1997,1998,1999, 2000) Apresentadora do Programa Web “Tobossis-Virando a Mesa” (2009-2010) Palestrante Coreografa do Grupo Taiga BSGI Bahia (1999-2016) Cantora no Grupo Águas de Sambas (2014-2018) Relações Públicas da Brasil SokaGakkai Internacional (2015-2018)

Providência

Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$133.000,00 em 07/01/2026.

2026-06-30
Locais de realização (1)
Salvador Bahia