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A TRAVESSIA - UMA REALIDADE FICCIONAL é um espetáculo de dança e tecnologia. Um documentário físico, que conta a história da caminhada atravessando a maior praia do mundo, 240km em 7 dias do Rio Grande doSul até o Chuí, realizada pela equipe em 2017. É um espetáculo que aborda memórias físicas e psicológicas de um processo de reflexão, espiritualidade e superação de limites. E pesquisa a união das linguagens das artes da presença com a realidade virtual. Serão realizadas 6 apresentações do espetáculo.
Espetáculo de dança 3 sessõesDuração da apresentação: 1 horaClassificação: 10 anos
Objetivo Geral: - Realizar temporada do espetáculo no Plano Piloto. Objetivos Específicos: A) Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: realizar 3 apresentações do espetáculo de dança A TRAVESSIA - UMA REALIDADE FICCIONAL com entrada gratuita. B) CONTRAPARTIDA SOCIAL: Realizar 2 ensaios abertos do espetáculo.
A Lei de Incentivo permite a realização do projeto com qualidade técnica e remuneração conforme tabela dos sindicatos, gerando sustentabilidade do mercado e levando entretenimento de qualidade para o público de Brasília. Juana Rondon vem criando espetáculos próprios desde 2010 em uma busca de identidade artística e vontade de contar histórias. O ponto de partida criativo sempre foi a temática, o conceito, seguindo para a construção da narrativa/roteiro/dramaturgia. Começou convidando diretores para dar forma à história criada, sempre buscando novos olhares e formas de fazer, em 2010 no primeiro espetáculo próprio convidou um diretor de teatro, em 2013 convidou uma diretora da dança e em 2016 convidou um diretor de cinema. A partir de 2017, com o resultado desses primeiros três trabalhos, criou o Núcleo de Pesquisa da Cena _ KOH e começou a pensar em assumir a direção. Ainda pela busca da identidade artística, por uma linguagem que te represente, pela vontade de contar histórias e principalmente para estruturar o trabalho, que hoje ela se identifica com o nome e função "Dramaturgista". Essa descoberta recente de uma nova função chega durante a pesquisa e vivências no Mestrado do PRODAN/Salvador em 2022/2023. O novo espetáculo vem sendo gerado desde 2017, que com a pandemia dilatou o tempo de execução, mas que tem como conceito primordial a construção de uma dramaturgia a partir de uma experiência vivida pela equipe. Em dezembro de 2017 viajamos para o Rio Grande do Sul, mais especificamente na cidade de Cassino, para viver a jornada de caminhar 240 km, até o Chuí, em 7 dias. Em busca de mapear e viver um desafio limite, um teste físico e emocional, sem preparo específico para essa experiência. Uma batalha onde o corpo não dá conta e as armadilhas do psicológico se tornam cada momento mais complexas. Foi escolhido esse trecho do Brasil para ser o campo de pesquisa e laboratório criativo do espetáculo, uma vivência imersiva, por ser um espaço de terra inóspito, onde vive-se um isolamento da rotina urbana. Com intenção de levantar repertório de movimento e emoção através da memória do corpo, física e psicológica. A caminhada não passa por cidades, então, se perde sinal de telefone e internet no caminho, ficando-se totalmente sem comunicação com o mundo. Com mar do lado esquerdo e areia de deserto do lado direito, a caminhada segue assim em toda a sua extensão. O que pode provocar um desafio mental pela falta de alteração de paisagem, de controle de pensamento, pois se anda quilômetros com a sensação de não saber quanto falta. Entendemos que caminhar por si só gera autoconhecimento, pensamentos, reflexão, estar com você, mesmo que em grupo. Queriamos fazer uma jornada de extremos, na qual existe cansaço, fome, limites que geram desconforto. Os sete dias se passaram lentos e insuportáveis, se transformando em diário de bordo. As anotações se misturavam entre escrever sobre quilometragem, sobre dores no corpo, bolhas nos pés e insights de mentes inquietas. Pensamentos que passavam pela memória afetiva, memórias de infância, músicas que faziam companhia, vontade de desistir, unindo ao choro, falar sozinho, curativos, medo de morrer, satisfação e alívio ao chegar no acampamento de cada dia, hora do banho e da comida. O objetivo maior sempre foi, até mesmo antes da viagem, provocar reflexão no público sobre o que estamos fazendo com nossas vidas, e o quanto devemos nos colocar em risco ou fora da área de conforto. O que vale a pena fazer na vida? Você sai da sua zona de conforto? Que limites permeiam suas bordas? Com a velocidade que a vida está passando e a necessidade que temos de conseguir fazer tudo que desejamos, reforçamos a importância de vivermos uma experiência concreta, que seria nos dar um tempo para presenciar acontecimentos e sensações específicas e mais intensas, estar presente. Pois a experiência, nesse viés, é um ambiente e um momento que o mundo se dispõe a viver cada vez menos, e muitas vezes observado apenas na vida do outro distante e não-concreto.
DiversidadeTemos um elenco e equipe técnica com diversidade de pessoas brancas, pardas e pretas. Temos dança contemporânea, coco, house e diversidade de estilos de dança. Apresentamos uma parte do Brasil pouco explorada, em área sem cidades, terra sem lei, que era conhecida por campos neutrais, onde aconteciam naufragios. Alguns visivéis até hoje. Os faróis mais afastados do Brasil. Multiplicidade de saberesTrabalhamos entre a dança e a tecnologia, entre a dança e o cinema, buscando acima de tudo uma experiência. Propoe diálogoO público participa desde a fila de entrada, sendo convidado a conhecer o local da experiência previamente através de óculos de realidade virtual. Durante o espetáculo alguns são convidados a entrar em cena para ver novas possibilidades de realidade virtual. Após os espetáculos realizaremos bate-papo com os interessados. AncestralidadeO pensamento decolonial que nos fez escolher/acolher diversos estilos de dança, para sair do eurocentrismo e incluir danças e ritmos brasileiros.Trabalhamos a reflexão da origem e ancestralidade feminina na experiência de 3 mulheres e suas vivências e conexões. Trabalhamos com diversos coreógrafos para valorizar diferentes formas de mover. Novas formas de fazerO trabalho desenvolve pesquisa entre dança e tecnologia, entre documentário e ficção, entre o real e o cênico. Utiliza de realidade virtual e realidade aumentada, que não é tão comum em espetáculos.
Especifidades técnicas e artÃsticasUtilizaremos projetores, óculos de realidade virtual. No mais apenas linóleo e luz do teatro.O público será convidado a experimentar os óculos VR no hall do teatro e ver o cenário que se passa a história. Entrando na sala com o cenário na mente, podendo imaginar livremente como tudo aconteceu.São 3 bailarinas e 1 dançarino. Temos como diferencial a participação de coreógrafos da cidade na criação das coreografias, que com diferentes formas de se mover, darão particularidades a cada cena da história.A concepção e direção é de Juana Rondon, que desenvolveu essa pesquisa durante o Mestrado em Dança na UFBA, Salvador.
PRODUTO: ESPET�CULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, corrimão, banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição em uma das sessões. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em uma das sessões.
Pelo inciso/medida do art. 28 da IN nº 01/2023 abaixo será adotada no projeto:I - Todos os ingressos são gratuitos, porém ainda deixaremos 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social para grupos e instituições, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento);IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais do espetáculo em realidade virtual, referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, dois ensaios abertos;
Roda Gigante Marketing Cultural - ProponenteFunção: Produção Executiva Empresa especializada em Gestão de carreira, Marketing de Entretenimento e Produção Cultural. Desde 2011 atuando com projetos próprios e atendendo clientes no DF e a nÃvel nacional. Juana RondonFunção: Diretora, Dramaturgia, Pesquisadora e Bailarina Com especialização em Gestão de PolÃticas Públicas Culturais com foco em Produção pela UNB, e especialização em Direção Teatral pela Faculdade Dulcina de Moraes. Hoje cursa Mestrado em Dança pela UFBA. Atuou na Espaço Z com lançamentos de cinema e Marketing de Entretenimento de 2004 a 2006, e de 2008 a 2009. Foi Coordenadora de Produção do ECCO – Espaço Cultural Contemporâneo de 2006 a 2008. Trabalha com marketing de entretenimento, gestão e produção cultural pensando na profissionalização do mercado. Atua com espetáculos próprios, oficinas, treinamentos e colabora na direção de shows e espetáculos. Em 2017 criou o KOH –Núcleo de Pesquisa da Cena e em 2020 lançou o livro O OLHAR NA DANÇA. Bailarina e atriz há 30 anos, tem participado de diversos espetáculos e festivais. Paola LuduviceFunção: Pesquisadora e Bailarina Iniciou os estudos de Ballet Clássico aos cinco anos no Studio de Dança Regina Maura, em BrasÃlia-DF, onde permaneceu por dez anos. Após este perÃodo, continuou a prática com Giselle Santoro e Rita Barreto. Em 2005, apresentou na Gala de abertura do XV Seminário Internacional de Dança de BrasÃlia. Em 2007, integrou a Cia. de Dança Atmos, como qual apresentou o espetáculo ‘Glass’ (2008) de ballet moderno, sob a direção de Janson Damasceno e Scheyla Silva. Em 2010, participou como bailarina do espetáculo ‘Somos todos Brasileiros’ do Unicirco Marcos Frota, durante a temporada de três meses em que esteve em BrasÃlia. No mesmo ano, participou do espetáculo ‘Fuxico’, inspirado na obra Tocaia Grande de Jorge Amado, patrocinado pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC). Participou como bailarina da Ópera Carmen no III Festival de Ópera de BrasÃlia, em 2013. No ano seguinte, começou a praticar dança contemporânea com a coreógrafa Jana Marques, tornando-se integrante do grupo Azzo Dança em setembro do mesmo ano. Com o Azzo Dança, apresentou os espetáculos: Um Em Pares, em Maio de 2015; e Clarice Lispector em Movimentos, em março e abril de 2017, projeto financiado pelo FAC. No mesmo também foi ensaiadora. Jéssica RayaneFunção: Bailarina Estudante do Curso de Licenciatura em Dança no Instituto Federal de BrasÃlia, ministra aulas de Ballet Clássico, Dança Contemporânea, Jazz Dance e Expressão Corporal nas Escolas Leonardo da Vinci e na Pueri BilÃngue Candanguindo. É bailarina na companhia Rodrigo Cruz Cia de dança, foi premiada em 1° lugar no duo livre no Festival Taguatinga Dança 2019.É criadora de conteúdo digital no Instagram @jr.dancing empreendendo no mundo da dança, vendendo vários materiais de dança na internet. Arte educadora e idealizadora do projeto Corpo-Casa que tem como objetivo difundir a dança para crianças e jovens de comunidades carentes. Na área de Produção Cultural teve participação no Projeto de extensão - Construindo a Equidade de gênero Coordenado por Larissa Ferreira (IFB) na função de Pré-produção; Foi assistente de produção no Centro de Dança do DF; Foi assistente de produção - Ballet Kiev Brazilian Tour 2018 (Balé Solidário); Foi assistente de produção da pesquisa que gerou o livro com DVD O olhar na Dança.
DILIGÊNCIA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.PROJETO LIBERADO PARA DECISÃO DO ANALISTA.