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PRONAC 233234Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Cândida Revista

MANUELA DE SOUZA DE ALMEIDA LEITE
Solicitado
R$ 156,5 mil
Aprovado
R$ 156,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2023-08-30
Término
2024-08-30
Locais de realização (2)
Belém ParáSão Paulo São Paulo

Resumo

Publicar e distribuiro livro Cândida Revista.

Sinopse

A publicação está dividida em seções da mesma maneira que costuma acontecer com as revistas comerciais. Em Educação temos um texto que fala da importância da relação ensino/aprendizagem, abordando conceitos como experiência e acontecimento, ressaltando a necessidade de uma ação dedicada para a construção de saberes que resultarão em processos de criação que potencializam a existência do ser coletivo. Em seguida, o capítulo Gênese traz o relato de todo o princípio do processo de criação da pesquisa em arte. A crítica genética foi tratada como tema de máxima importância por estarmos alinhados aos conceitos de sujeito pós discursivo que se forma por meio da experiência e que toda criação, em qualquer campo de conhecimento, é resultado de pesquisa e trabalho, nunca apenas de inspiração e dom desconectados com o mundo que o cerca. Para nós a atividade artística de qualidade não vem de expressão individual de alguém dotado de poderes extraordinários, mas de uma situação que envolve tanto o desenvolvimento do artista com teorias e práticas, quanto de uma estrutura político-social que legitima ou desqualifica seu trabalho. Em seguida, na seção Jogos da Vida Doméstica o texto - associado às imagens de jogos de tabuleiro, jogo da velha, quebra cabeça, jogo da memória, dominó, etc - busca ser uma ferramento de interação familiar, trazendo por meio do lúdico ato de jogar, o diálogo sobre a divisão do trabalho doméstico, entre os moradores de uma casa. Em Cozinha, experimentos poéticos sobre os discursos normatizantes dos afazeres domésticos são acompanhados do conto Receita de como matar o anjo/monstro do lar, que é um elogio à Clarice Lispector e Virgínia Woolf. Nas páginas amarelas, o Especial Viagens traz uma série de textos que conectam a pesquisa em arte realizada a conceitos filosóficos, sociológicos, antropológicos, históricos e políticos. Produzindo ressonância entre arte e vida e localizando a situação das mulheres no campo das ciências sociais. No ensaio Pode ser que o azul lhe caia bem, procuramos por meio de imagens, trazer a reflexão sobre questões de gênero que dominam e paralisam a potência de mulheres que poderiam estar experimentando uma vida plena de criação e produção, mas que acabam sendo dominadas por limitações imputadas à elas. Em Novelas da Vida Real, o vídeo Infamiliar e o texto abordam criticamente o cotidiano da mulher dona de casa e sua relação com a dramaturgia televisiva, responsável, assim como as tradicionais revistas femininas, pela doutrinação e construção de códigos de conduta e distribuição de papéis sociais. O experimento poético Infamiliar consiste na composição de um vídeo que apresenta uma "dona de casa" que trabalha assistindo na TV a cena de seu próprio trabalho. Depois que a entediante tarefa habitual termina, ela se senta para descansar assistindo a TV, cujo programa exibe o cenário que expõe a sua imagem nos afazeres domésticos enquanto assiste a TV que mostra sua labuta diária..."repetindo repetidamente"... As imagens numa tela de televisão comumente exibem algo fantástico e espetacular, muito diferente do que o senso comum entende sobre a execução de tarefas domésticas, historicamente reduzidas a atividades da vida privada e não interessantes a apreciação e debate público. Dessa forma a apresentação do vídeo em camadas que se afundam na espessura da tela plana, procura desencadear um estranhamento angustiante que possa romper a fechadura culturalmente produzida que trancafiou a mulher, na modernidade em papéis subalternos, secundários, inferiores, subservientes, dependentes, ordinários, medíocres, insignificantes. Na seção Higiene e Cuidado o vídeo Para lavar a alma vem aliado à reflexão teórica trazem tanto relatos e imagens do processo criativo, considerado importante como referência metodológica não apenas para outros artistas, mas também para melhor compreensão do público em geral sobre como se dá a construção de um trabalho artístico, reforçando nossa perspectiva sobre a importância do ensino em artes, assim como em qualquer campo de conhecimento. O experimento Para lavar a alma é o ato poético que expressa, registra e documenta, a existência e a singularidade do ser-mulher; seja quem for, está ainda hoje encarregada de realizar um dos únicos trabalhos não remunerados do mundo de maneira repetida e infinita. Ao longo de toda Cândida Revista existem diversas imagens de trabalhos artísticos realizados majoritariamente por meio de câmeras fotográficas, assim as imagens de trabalhos instalativos ou fotográficas estão estampando diversas páginas da publicação e os trabalhos apresentados em vídeo são acompanhados de QRCode que, ao serem lidos pela câmera de telefones celulares, levam os leitores para o canal da revista no YouTube, onde os mesmos podem assistir a todos os trabalhos em videoarte apresentados na pesquisa poética.

Objetivos

Objetivo Geral: Produzir, publicar e distribuir gratuitamente o livro Cândida Revista Objetivos específicos: Produto: livro - produzir, publicar e distribuir gratuitamente 1000 exemplares do livro Cândida Revista.

Justificativa

O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, culturae memória; O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; Nas mais diversas civilizações ao longo da história da humanidade, as mulheres quase sempre estiveram em posição de subalternidade em relação aos homens. Muitas diferenças são encontradas entre culturas separadas por inúmeras geografias e períodos, mas se há uma característica social que une praticamente todas as culturas já estudadas, esta é a sujeição das mulheres em relação aos homens. Ao compreender tais questões, a mulher adquire consciência do que se espera dela e passa a ter condições de soltar os grilhões e assumir muito mais de sua potência em sociedade. Ou seja, Cândida Revista planta uma semente sobre a divisão sexual do trabalho, para que a responsabilidade com o doméstico e com a maternagem seja um dos caminhos para a igualdade de gênero, bem como a equidade salarial e representatividade no campo da arte e da cultura. Por isso, o projeto Cândida Revista, a ser viabilizado pelo Proac, irá propiciar a impressão e distribuição gratuita dos exemplares como forma de resistência na luta pela emancipação das mulheres. Ao se utilizar dos mesmos códigos visuais de publicações como a Revista Claudia, Maire Clair e afins, Cândida Revista traz uma perversão poética quando mantém a forma, mas subverte o conteúdo. Ao folhear a revista, a leitora não vai se deparar com soluções para fazer o marido e os filhos felizes, mas sim um alerta de que o que ela acreditou, ao longo da vida, ser um dom natural é na verdade trabalho não remunerado. A ideia é que esta publicação seja um objeto artístico em diversos aspectos, tanto no que tange a experiência lúdica da ação de folhear as páginas quanto a problematização pela quebra da anestesia, causada pelas relações desgastadas e sufocadas pelo mundo acelerado e, o encontro com caminhos conflitantes da relação de memória entre sujeito e objeto. O conteúdo da revista apresenta obras que se misturam à descrição de processos criativos, reflexões conceituais e socioculturais, fazendo com que a leitora seja absorvida pelas diversas fases e momentos que permearam a construção da obra em si. A partir das cinco entrevistas/conversas com as pesquisadoras convidadas, haverá a distribuição da revista cândida (física) para todas as participantes, como forma de ampliar o acesso à publicação impressa.

Especificação técnica

IMPRESSÃO: Miolo: Formato: 21x28cm Quantidade de páginas miolo: 160 Cores: 4x4 (colorido) Papel: Couché brilho 115g Acabamento: Lombada quadrada Enobrecimento: Sem enobrecimento Extras: Sem extras Capa: Formato: 21x28cm Quantidade de páginas capa: 4 Cores: 4x4 (colorido) Papel: Couché brilho 250g Acabamento: Refile Enobrecimento: Laminação brilho frente Extras: Vinco

Acessibilidade

Publicação de obra impressa: Acessibilidade no aspecto arquitetônico: não se enquadra - não requer qualquer deslocamento para acesso ao conteúdo.Acessibilidade para deficientes visuais: versão falada da obra (mídia digital - QR CODE - com uma versão falada do livro acompanhará o produto - audiolivro com os textos e audiodescrição das imagens).Acessibilidade para deficientes auditivos: não se enquadra - o acesso ao conteúdo da obra é totalmente visual. Acessibilidade para deficientes intelectuais: Uso de ilustrações e imagens para ajudar a complementar o texto, tornando-o mais compreensível. O livro está cheio de imagens claras e de fácil interpretação, que auxiliam na compreensão do conteúdo. Contrapartida social: Acessibilidade no aspecto arquitetônico: será realizada em espaço que atende a todas as exigências legais de acesso a deficientes físicos e idosos.Acessibilidade para deficientes visuais: não se enquadra - a experiência da palestra é sonora, incluindo-se assim deficientesvisuais.Acessibilidade para deficientes auditivos: Tradução para libras.Acessibilidade para deficientes intelectuais: Considerando a dificuldade que a pessoa com deficiência intelectual pode apresentar na abstração,serão utilizadas explicações concretas, bem como exemplos do cotidiano para que a compreensão seja alcançada.

Democratização do acesso

Art. 28. Em complemento, o proponente adotará as seguintes medidas de ampliação do acesso: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; A distribuição do produto do projeto se dará de quatro maneiras: 500 exemplares durante as ações formativas - palestras, entrevistas e conversas com professoras e professores. 200 exemplares por meio de solicitação via preenchimento de formulário. Nessa modalidade a interessada(o) insere suas informações para recebimento de correspondências e a produção enviará a revista via postal. Tanto a publicação quanto o envio serão oferecidos gratuitamente ao público. 100 exemplares serão deixadas em lugares comuns a fim de ampliar o público que terá acesso a seu conteúdo. Bancos de praças, salas de espera, cafés, salões de beleza, bares e outros estabelecimentos comerciais terão inseridos em seu ambiente ao menos um exemplar. Toda a ação será documentada por fotos e/ou vídeos e faremos a observação de reações e possíveis comentários sobre a revista em alguns desses ambientes, onde a leitora(o) não espera encontrar esse tipo de publicação, para produção de relatório posterior. 100 exemplares serão destinadas à divulgação - imprensa, parceria com páginas no instagram, galerias, artistas, curadores e educadores. 100 exemplares serão distribuídos aos patrocinadores. Publicação de todo o conteúdo gratuitamente em plataforma digital.

Ficha técnica

Manuela Leite - Proponente - Coordenação Geral Doutoranda em Artes Visuais pela ECA-USP. Mestra em Artes Visuais pela USP. Graduanda em Artes Visuais pela UAM. Graduada em Fotografia pela UNESA. Membro do Grupo de Pesquisa Póeticas da Multiplicidade (GPPM-USP-CNPQ-CAPES). Atuou como professora de fotografia do Projeto Olhar Sócio Ambiental da UFPI, financiado pelo Ministério da Cultura, também foi docente dos cursos de extensão em Fotografia Digital da Universidade Estácio de Sá em 2009 e 2010. Entre 2011 e 2014 foi diretora e professora de fotografia na Casa das Artes Visuais (CAV - PB). Atua também como fotógrafa freelancer há quinze anos, tendo sido requisitada para documentar fotograficamente exposições em espaços que incluem o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Participou de exposições individuais e coletivas no Rio de Janeiro, São Paulo, Moscou, Olinda, João Pessoa, Maceió, Florianópolis e Vinhedo. Desde 2009 atua também na área de produção cultural, já tendo prestado consultoria, formatado e aprovado diversos projetos em leis de incentivo à cultura. Como produtora realizou exposições de artistas como Evandro Teixeira, Renan Cepeda, Alberto Campos, João Lobo, Chico Dantas, Sidney Azevedo, Shiko, João Beltrão, Antônio David entre outros. Atualmente continua seu trabalho como professora, artista visual e produtora cultural no Rio de Janeiro e em São Paulo. Natalie Mirêdia - Produtota Executiva Mestre em Artes Visuais pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, trabalha com processos artísticos, arte contemporânea, arte educação e produção cultural. Atualmente é artista educadora da EMIA - Escola Municipal de Iniciação Artística em São Paulo. Como produtora, realizou projetos com responsabilidade financeira através de diversos prêmios da Secretaria de Estado da Cultura e da Secretaria Municipal de Cultura de Vitória, no Espírito Santo. Dentre os projetos contemplados, coordenou o Performe-se, festival nacional de performance em diversas instituições capixabas, a exposição coletiva Territórios Internos, na Casa Porto das Artes Plásticas, a exposição coletiva CORPO-EXPERIMENTO no Museu de Arte do Espírito Santo, o Acompanhamento em Artes Visuais intitulado Indagações Poéticas no Palácio da Cultura Sônia Cabral e o projeto de residência MATA CORPO VERDES ENTRANHAS. Importante ressaltar que a artista e produtora tem experiência na concepção e desenvolvimento de projetos, desempenhando desde a escrita, a coordenação geral, a produção executiva, operacional, o acompanhamento da planilha financeira e a prestação de contas. Em todos os projetos que coordena atua também como artista participante e organiza as publicações resultantes como editora. Além dos projetos contemplados em editais direto, a artista já participou de inúmeras convocatórias em salões de arte, mostras e exposições nacionais e internacionais, como no Instituto Tomie Ohtake, nas Caixas Culturais do Brasil, na Academia de Teatro de Helsinki, no Centro Le Lieu en Art Actuel, Canadá, no Núcleo Arts Centre, Reino Unido, no Centro Cultural Manzana de la Riviera, Paraguai, entre outros. Carime Elmor - Assessora de Imprensa Mestranda em Artes Visuais no Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais (PPGAV) da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), bacharela em Jornalismo pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e pós-graduada (especialização lato sensu) em Escrita de Não-Ficção pelo Instituto Superior de Educação Vera Cruz. Atua como scout literário na produtora audiovisual Conspiração Filmes, foi repórter de cultura no jornal Tribuna de Minas, redatora na CNN Brasil e assistente de comunicação na editora Todavia. Como assessora de imprensa, prestou serviços para a Café8 e a Trovoa, tendo atuado em projetos relacionados à arte e cultura, como o Festival Coquetel Molotov e o Baile do Menino Deus, bem como em diversos lançamentos de álbuns musicais, tanto de bandas, quanto de artistas solo, como: Thiago Pethit, Dingo Bells, Teago Oliveira, Tagua Tagua, Rafa Castro, Julie Neff (Canadá), Cordel do Fogo Encantado, entre outros. Lucas Mattiole - Designer Gráfico Formação em Design e MBA em Marketing, inovação e experiência do cliente pela PUC, trabalhou na comunicação e design das empresas: Elemídia, JCDecaux; trabalhando marcas grandes como Itaú, Vivo, Unilever, Alpargatas, VR e Sem parar em projetos ON e OFF. Na Callflex e trabbe, criou marcas, lançou produtos, aprimorou usabilidade de aplicativos e formou equipes autônomas e multiplicadoras, no marketing e experiência de usuário. Atualmente parceiro de design na Santillana Educação e associado no marketing da Pulsar Invest.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.