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Dedicado a criar conexa~o entre a força dos saberes tradicionais e as novas tecnologias, o projeto RETRATO (segunda edição) se vale de oficinas de fotografia com tecnologia disponível em aparelhos de telefonia móvel para produção de registros fotográficos de manifestações culturais como elementos fundamentais para preservaça~o das identidades locais e regionais.Os registros produzidos pelos participantes do projeto culminarão em intervenção artística urbana em vias ou espaços públicos de grande circulação das cidades beneficiadas pelo projeto e em uma exposição virtual em plataforma digital específica. Ambas iniciativas serão abertas e totalmente gratuitas _ ações pensadas como forma de democratizar e potencializar o acesso à arte e cultura.
Não se aplica.
Dedicado a criar conexão entre a força dos saberes tradicionais e as novas tecnologias, o projeto RETRATO (segunda edição) se vale de oficinas de fotografia com tecnologia disponível em aparelhos de telefonia móvel para produção de registros fotográficos de manifestações culturais tradicionais como elementos fundamentais para preservação das identidades locais e regionais. Os registros produzidos pelos participantes do projeto culminarão em intervenção artística urbana em vias ou espaços públicos de grande circulação das cidades beneficiadas pelo projeto e em uma exposição virtual em plataforma digital específica. Ambas iniciativas serão abertas e totalmente gratuitas _ ações pensadas como forma de democratizar e potencializar o acesso à arte e cultura. O projeto nasce do desejo de levar aos adolescentes e jovens o conhecimento e oportunidades de explorar tecnologias disponíveis em suas mãos. RETRATO, objetiva, portanto, oportunizar o saber fazer artístico e profissional através de oficinas de fotografia. Os alunos se utilizarão de recursos tecnológicos do aparelho celular, um equipamento de fácil acesso, e serão provocados a criarem conexão entre o saber tradicional e as novas gerações. No campo quantitativo, são objetivos específicos deste projeto: (i) realizar 09 oficinas de fotografia, sendo 03 por estado beneficiado pelo projeto; (ii) oferecer o total de 270 horas/aula, sendo 90 horas/aula em cada estado (30h por oficina); (iii) atender, no mínimo, 63 alunos, sendo 7 por oficina; (iv) realizar 03 exposições virtuais dos produtos fotográficos produzidos durante as oficinas; (v) realizar 09 intervenções artística urbanas com exposições das fotografias produzidas nas oficinas em formato lambe-lambe, sendo 03 por estado, e (vi) premiar os alunos pelos trabalhos artísticos executados, em cada cidade.E´ também um ponto de significativa relevância para esse projeto o acesso diverso. Para tanto, pretende-se oferecer ações de acessibilidade em todas as ações e etapas do projeto. SOBRE AS OFICINAS:Os alunos serão selecionados após divulgaça~o em plataforma digital desenvolvida especialmente para o projeto. Os interessados devera~o preencher formulário de inscrição, disponibilizado na internet e amplamente divulgado. Todas as oficinas serão gratuitas, realizadas em formato virtual e presencial sob a coordenação de 01 professor e integrantes da equipe do projeto. Após a realização das oficinas, os participantes também receberão certificação de participação no projeto. As oficinas terão como finalidade:. Proporcionar o conhecimento sobre fotografia como saber cultural e artístico;. Tornar o aluno apto a compreender a fotografia como elemento de memória, identidade e propulsor da economia;. Provocar o mergulho no modo de vida, saber fazer local, costumes e crenças nacionais para resgate e/ou valorização do saber tradicional, patrimônios e modo de vida;. Promover o desenvolvimento de habilidades práticas para o aprimoramento do saber fazer artístico - fotográfico;. Aguçar no aluno o olhar para criação de possibilidades disponíveis a partir da fotografia;. Proporcionar aptidões e demonstrar oportunidades práticas para atuação na esfera da economia local, regional e criativa, a partir da fotografia. Cumpre lembrar que as oficinas são pensadas como um espaço de troca de experiências, aprendizado e desenvolvimento de percepções mais agudas acerca da fotografia como forma de expressão e tecnologia para visibilidade das comunidades envolvidas. Portanto, o projeto encara as oficinas de fotografia como detentoras do poder de melhorar as habilidades sociais de todos(as) os(as) participantes, o empoderamento, a autoestima, a autopercepção, identificação de necessidades e limitações a serem superadas. Elas podem, em determinada medida, inclusive auxiliar os(as) alunos(as) selecionados(as) a lidarem melhor com as situações em permanente transformação do cotidiano por meio da arte fotográfica, seja retratando expressões, belezas, costumes e manifestações artísticas ou situações do cotidiano. Por fim, as oficinas resultam em exposições virtuais e intervenções urbanas em formato lambe lambe, para potencializar ainda mais a democratização do acesso e a formação de público, além de incrementar a economia criativa local.
"Protagonistas da história do silêncio, vítimas da indiferença e da invisibilidade social, grande parte dos negros (ao longo de décadas) procuraram e só conseguiram sobreviver em territórios desocupados, onde a vida coletiva proporcionava segurança e sentimento de pertencimento". Assim foram construídos as comunidades tradicionais e quilombos. Apesar das narrativas diversas, entende-se aqui simbolicamente essas comunidades como um centro de poder, um espaço de coesão, conjunto de forças de resistências e vida. É nesse sentido que o projeto se apresenta e busca caracterizar e contar histórias de pessoas e espaços com tanta história, marcas, registros, poder e superação. As comunidades tradicionais, seus saberes e cultura são como um símbolo virtuoso e conjunto de memórias que precisa ser exaltado, com respeito e qualidade. Dessa forma, o projeto se justifica por se apresentar diante de um vasto universo a ser explorado, rico de narrativas e de enorme diversidade. Não diferente disso, um universo de mesmo tamanho e fome por apreciar arte que fale da sua realidade, que a represente de forma genuína e que espelhe semelhanças do que se é. Vale acrescentar que quilombos e comunidades tradicionais são portadores de direitos constituídos e muitas das vezes não exercidos por diversas esferas e a fotografia pode ser encarada como uma ferramenta para garantir esse olhar para seus saberes, modos de vida, fontes e formas de investimentos em suas realidades, possibilitando melhoria de suas condições. Portanto, esse projeto é uma iniciativa que procura levar arte em forma de fotografia para espaços constituídos por mãos e saberes que constituem a natureza mais genuína das nossas formas de viver. Acrescenta-se ainda, como justificativa, as finalidades do projeto, de acordo com o art. 1, da Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. E os meios utilizados para o cumprimento destas finalidades expressas no art. 1, atenderão aos seguintes objetivos, conforme art. 3º da Lei nº 8.313:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil;c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos. Por fim, o projeto se justifica por atender as finalidades do Art. 3, do Decreto 11.453, de março de 2023, de acordo com os incisos: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e a sua difusão em escala nacional; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; X - apoiar ações artísticas e culturais que usem novas tecnologias ou sejam distribuídas por plataformas digitais; XII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão culturais; XV - apoiar o desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação.
SOBRE AS OFICINASAs equipes de produção e comunicação irão realizar mobilização junto ao público-alvo nas cidades beneficiadas pelo projeto e comunicar e divulgar em suas redes digitais (redes próprias criadas especificamente para o projeto) os processos de inscrições e seleção para participação nas oficinas.As inscrições serão feitas via formulário eletrônico, com endereço disponibilizado nas redes digitais do projeto e após o período de inscrições, a Coordenação e o Professor do projeto analisarão as inscrições para realizar seleção e posterior divulgação dos selecionados.Critérios como faixa etária, residência nas localidades beneficiadas, interesse por fotografia, disponibilidade de participação serão levados em consideração para a participação no projeto. OFICINAS VIRTUAISAs oficinas virtuais acontecerão via plataforma meet (de mais amplo acesso) e conforme indicado no Plano Pedagógico, as oficinas acontecerão com a seguinte disposição:Oficina Virtual 1: carga horária de 11h, sendo: 2h de aula virtual (História da fotografia, Elementos da linguagem fotográfica e Conceitos básicos de fotografia) + 8h de exercício livre + 1h de aula virtual (revisão da aplicação dos conceitos básicos).Oficina Virtual 2: carga horária de 11h, sendo: 2h de aula virtual (Conceitos avançados de fotografia, fotografia analógica e digital) + 8h de exercício livre + 1h de aula virtual (revisão da aplicação dos conceitos avançados).Suporte Online: Estima-se tempo mínimo de 4h para essa orientação, durante todo o projeto e essa atividade será realizada por plataforma virtual (grupo de discussão e orientação via grupos de whatsapp/telegram).Total de atividade on-line: 26 horas OFICINAS PRESENCIAISAs oficinas presenciais acontecerão em data e local previamente acordado com os participantes do projeto. Este encontro tem como ojetivo a prática da fotografia, orientada pelo professor, e a produção de registros que irão compor a exposição e intervenções artísticas. Total de atividade prática: 4 horas Realizadas as oficinas virtuais, os participantes selecionados passam para a etapa prática (oficina presencial) e após isso estarão aptos a receber premiação por participação no projeto. A premiação será realizada com uma espécie de direitos autorais pelos registros que produziram e participarão da exposição virtual e intervenções artísticas. Tal pagamento será realizado via cartão pré-pago, entregue nominalmente para o participante.Os documentos de nota fiscal para emissão dos cartões pré-pagos de premiação, recibos atestando recebimento dos cartões por parte dos participantes, com o respectivo saldo de premiação, assim como registros fotográficos desse processo serão apresentados na Prestação de Contas do projeto.Não há presença de júri no projeto. Os alunos serão selecionados por parte de análise conjunta da Coordenação do Projeto e do Professor, a partir da análise das inscrições realizadas; os prêmios, como dito anteriormente, serão entregues para os participantes que concluírem a etapa presencial da oficina; e a seleção de registros fotográficos produzidos pelos alunos para composição das intervenções artísticas urbanas, assim como da exposição virtual, será feita pelo Curador do projeto.SOBRE AS INTERVENÇÕES ARTÍSTICASO local (muros em vias de grande circulação ou espaços públicos) que receberá a intervenção artística em formato lambe-lambe será acordado com a comunidade, em momento oportuno/etapa de pré-produção. Nesta etapa, após a definição junto à comunidade, será solicitada a autorização devida. Este documento será apresentado na Prestação de Contas do projeto. Estima-se que cada intervenção tenha cerca de 20m2 (vinte metros quadrados).
Não se aplica.
Oficinas (virtual):· Deficiente visual | Audiodescrição – rubrica audiodescrição· Deficiente auditivo | Língua Brasileira de Sinais – rubrica intérprete de libras· Deficiente físico | não se aplica (será virtual) Oficinas (presencial):· Deficiente visual | Monitor – rubrica monitor· Deficiente auditivo | Língua Brasileira de Sinais – rubrica intérprete de libras· Deficiente físico | será realizada em local com acessibilidade Exposição (virtual):· Deficiente visual | Audiodescrição – rubrica audiodescrição (uso do recurso #paracegover)· Deficiente auditivo | não se aplica (são imagens)· Deficiente físico | não se aplica (será virtual) Exposição (presencial):· Deficiente visual | Monitor – rubrica monitor· Deficiente auditivo | não se aplica (são imagens)· Deficiente físico | será realizada em local com acessibilidadeOutras síndromes e deficiências: Monitor - rubrica Monitor
As atividades serão abertas, gratuitas e amplamente divulgadas.Em complemento, o proponente disponibilizará editorial digital com as fotografias produzidas pelo projeto em plataforma virtual gratuita, disponível para acesso e impressão. O público previsto consta do Plano de Distribuição será:Oficinas: 63 participantesExposição Presencial (Intervenção Urbana): 3000 pessoasExposição Virtual: 1500 pessoasTotal de participantes: 4563
Edson Filho (RESPONSÁVEL PELA EMPRESA PROPONENTE E GESTORA) – CORDENAÇÃO GERAL e FINANCEIRAMestre em Ciências Sociais (ênfase em Sociologia Econômica) pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, especializado em Políticas Públicas e Inovação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e em Visão Holística pela Universidade Holística do Brasil, e graduado em Administração pela Universidade Estácio de Sá. Possui experiências focadas na Gestão de Projetos e Novos Negócios e no Desenvolvimento Estratégico e Sustentável das Organizações, com emprego de planejamento, organização e orientação para inovação; de visão crítica e sistêmica dos processos; e valorização e aplicação estratégica dos recursos (humanos), para organizações públicas e privadas de médio e grande porte.Vivas Cultura e Esporte, Aventura Teatros (Teatro Riachuelo Rio e Teatro Prudential), Experience Rio Carnival (Marquês de Sapucaí/Carnaval Rio), Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, NV Consultoria em Planejamento e Recursos Humanos, Volkswagen Caminhões e Ônibus, Michelin e Alcoa compõem o conjunto de organizações para as quais já atuou em sólidos serviços. Inclui-se ainda, Universidade Estácio de Sá e Centro Universitário Geraldo Di Biase, por onde lecionou nos cursos de graduação e pós graduação.Diego Henrique Ribeiro – PRODUÇÃOGraduado em Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda, especialista em Formação Holística pela UHB/SP e Gestão Empresarial pelo SENAC/SP (em andamento). Atua na área cultural desde 2006 nas áreas de gestão e produção de projetos e eventos. Na iniciativa privada exerceu os cargos de Assessor de Comunicação do projeto Plug Minas; Produtor Executivo da atriz Gorete Milagres, do Grupo Ponto de Partida e da Rubim Produções, realizando diversos espetáculos e turnês em nível nacional; e Gestor Cultural e Produtor Gráfico da DUO Informação e Cultura/ DUO Editorial, onde também contribuiu para a criação e desenvolvimento da plataforma própria de Educação à Distância – EAD|DUO. Na esfera pública, exerceu os cargos de Gerente do Teatro Municipal Geraldina Campos de Almeida, Pará de Minas/MG; e Diretor de Eventos do Governo do Estado de Minas Gerais.PAULA LIBERIA - PRODUÇÃOSeu conjunto de experiências profissionais englobam a produção executiva para a Vivas Cultura e Esportes; Produtora e comunicadora no Instituto Abra Palavra com Aline Cantia; Coordenadora de comunicação na COOPINMINAS – Cooperativa Mineira de Teatro; Gestora no grupo Vertente Corpo-Es’passo; Produtora e apresentadora no podcast Histórias com Café; Coordenadora da 3aMostra InMinas MoTTIM – edição virtual; Planjemento de Comunicação no centro cultural Galpão Cine Horto · 2020 - Assistente de Produção na Empresa “A+Produtora” com Tatiane Soares; Produtora executiva no Grupo Confesso; Produtora no evento cultural Conect- Arte com Eugênio Barba; Produção no CANDEIA III Encontro Internacional de Narração Artística; Coordenação de Produção na Mostra InMinas de Teatro -MG; e Produção na Mostra Tátil – CEFART e Fundação Clóvis Salgado.Além disso, nos anos de 2017 e 2018 esteve a frente da: Produção no I Sons da Cidade – Fernando Chagas e Instituto Abra Palavra; da Produção no evento I e II - Era uma Voz - Instituto Abra Palavra; na Produção no CANDEIA II Encontro Internacional de narração artística; na Produção no filme “Democracia em Vertigem” da Petra Costa; na Produção no espetáculo “UM POUCO DE AR, POR FAVOR” - Cia Pierrot Lunar; na produção do curta metragem - “CINZAS” - Projeto Cine Vida; na Produção do Espetáculo “Manual do Guerrilheirx Urbanx”, direção Marina Viana; na Produção no Filme “Atrás dos olhos das meninas sérias” do Carlos Canela; e na Produção do Espetáculo “Menos de Nós”, direção Adélia Carvalho. ● 2017 - Produção do CANDEIA I° Festival de Narração de Histórias.MARCELO AUGE – INSTRUTOR e CURADORNatural de São Paulo e apaixonado por arte em geral. Aos 10 anos já estudava teatro, fazia aulas de piano e apreciava com atenção e amor a sétima arte. Graduado em Comunicação Social, morou também nos Estados Unidos e Europa, onde estudou Cinema, rádio e televisão. A fotografia aconteceu como consequência dessa paixão pela arte e desde 2010 se dedica única e exclusivamente a ela. Reconhecido nos mercados de moda, esporte e publicidade, desenvolve também um trabalho autoral composto em séries temáticas com reprodução limitada de cada obra. Realizou exposições individuais e colaborativas no Brasil e América Latina e já fotografou estrelas nacionais e internacionais como Demi Lovato, Dulce Maria, Marília Gabriela, Rodrigo Faro, Sergio Marone e Reynaldo Gianechinni. Na bagagem de projetos estão marcas conhecidas como Apple, SmartFit, UFC, Mahamudra Brasil, Facebook, New Era, Ades, Mellita, Bio Ritmo e Nike; Possui um olhar atento, sereno e paciente; fatores fundamentais para captar imagens que visam principalmente registrar “realidades” "movimentos". Suas temáticas: Esporte, o cotidiano comum urbano, natureza, retratos e abstrato.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.