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PRONAC 233293Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Festival de Luzes do Rio de Janeiro

VISUAL FARM PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 1,96 mi
Aprovado
R$ 1,96 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-05-31
Término
2025-03-15
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto Festival de Luzes do Rio de Janeiro (FLRJ) ressignificará monumentos, praças e edifícios da Capital Fluminense, criando um novo relacionamento entre os moradores e sua cidade, ao realizar uma exposição de arte digital gratuita que explora as possibilidades da intervenção urbana e tecnologia, com mega-projeções de obras de diferentes linguagens visuais, transformando as ruas da cidade em uma galeria de arte a céu aberto. O Festival de Luzes tem se consolidado na Capital de São Paulo e já está na sua 6ª edição, em 2024 o intuito é ampliar esta oferta de arte e tecnologia para outros Estados do Brasil. Espera-se alcançar, com o FLRJ mais de 100 mil pessoas impactadas direta e gratuitamente em cada uma das instalações.

Sinopse

PRODUTO: FLRJ - Festival de Luzes do Rio de Janeiro O Festival de Luzes ressignifica a arquitetura das cidades, desde os monumentos, praças e edifícios, criando um novo relacionamento entre os moradores e sua a cidade em uma exposição artística gratuita que explora as possibilidades da intervenção urbana, através de lasers, drones, luzes e mega-projeções de obras em diferentes linguagens visuais, transformando, as ruas da cidade em uma galeria a céu aberto. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL 01 - Treinamento de introdução às técnicas de vídeo mapping Treinamento introdutório de operação técnica sobre os equipamentos (hardwares) e operação de programas (softwares) para realização de megaprojeções, dando embasamento profissional para atuação em diversos tipos de eventos (teatro, show, festas, palestras, eventos corporativos, video mapping, etc..), que demande a execução desde simples projeções a videomappings. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL 02 - FESTIVAL SEM LUZES O Festical Sem Luzes transporta pessoas com baixa ou nula visibilidade ao universo do videomapping, em vídeos dos eventos reais, com audiodescrição dupla - tanto a fidedigna, quanto a poética, criada pelos próprios artistas que desenvolveram suas obras para o festival.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS Ampliar a promoção da arte como parte do cotidiano da população, proporcionando uma galeria de arte digital ao ar livre, num formato inovador de mega-projeções e lasers. Contribuir para o desenvolvimento de uma prática artística que busca no espaço urbano uma forma nova e interativa de expressão, para promoção da cidadania através do acesso à cultura com a oferta gratuita de aproximação com a arte. OBJETIVOS ESPECÍFICOS A) PRODUTO: FLRJ - Festival de Luzes do Rio de Janeiro - Realizar 02 noites de espetáculos de Drones na Bahia de Guanabara; 02 noites de Shows de Videomappings noturnos na Rua dos Armazéns; Show de lasers partindo de um ponto alto - Cristo Redentor, Sumaré ou Urca (visível a um raio de 36km); Favela da Rocinha projeção em multiplos pontos; Projeções no Arcos da Lapa; projeções no Parque Arpoador. A quantidade exatada de locais, dias nos locais, e a consequente exigência técnica específica de cada um virá a partir da seleção das obras e dos artistas e de um entendimento curatorial que então definirá em que locais específicos da cidade tais obras dialogam, ou interessam dialogar. - Convidar em suas edições novos artistas, de iniciantes a veteranos, visando abranger em sua curadoria uma gama diversificada (em gênero, sexualidade, cor e classe social) de expressões artísticas para compor um ambiente artístico de intercâmbio, movimento, troca artística e desenvolvimento. - Selecionar, através de curadoria, 06 artistas criadores para integrarem a exposição artística. - Estimular e trazer novas tecnologias no campo da arte visual - em especial com luzes - seja com megaprojeções, mais lasers de alta potência e drones luminosos, buscando sair do lugar comum e criando obras artísticas com as novas tecnologias trazidas e criadas. - Permitir que todo o entorno de seus locais de realização possam se beneficiar economicamente de nosso trabalho. B) PRODUTO: Contrapartida Social - Transformar toda a experiência do Festival de Luzes em um "Festival Sem Luzes" online acessível a pessoas com pouca ou nenhuma visão, e realizar uma distribuição do conteúdo para ONGs e Comunidades cegas nas regiões do Festival, onde a experiência visual é transformada para sujeitos de baixa ou nenhuma visibilidade, visando ainda mais a promoção da cidadania cultural e a acessibilidade da população. - Realizar um treinamento introdutório em projeção, de 4 a 8 horas nos dias precedentes ao Festival, voltado para 15 pessoas interessadas (com foco em pessoas marginalizadas e de baixa renda), das quais 4 serão selecionadas para estagiar no Festival de Luzes.

Justificativa

Dentro das artes visuais, o uso da tecnologia como transformação da arquitetura vem sendo ampliado, difundido e facilitado pelo acesso a softwares, todavia sua execução não é simples nem acessível. O Festival de Luzes visa convidar em suas edições novos artistas, de iniciantes a veteranos, visando abranger em sua curadoria uma gama diversificada (em gênero, sexualidade, cor e classe social) de expressões artísticas para compor um ambiente artístico de intercâmbio, movimento, troca artística e desenvolvimento. Nesta nova edição criamos a ação paralela, o "Festival Sem Luzes", onde a experiência visual é transformada para sujeitos de baixa ou nenhuma visibilidade, visando ainda mais a promoção da cidadania cultural e a acessibilidade da população. A proposta é remixar a arquitetura da cidade com artes em movimento, de forma gratuita e ampla - ampla aqui tanto no sentido de sua amplitude espacial, que pode ser apreciada a longas distâncias, quanto em na gratuidade e facilidade de acesso às diversas camadas da população em locais de grande movimento e fácil acesso ao público. O Festival em todas suas edições prezou para além da gratuidade, permitir que todo o entorno de seus locais de realização possa se beneficiar economicamente de nosso trabalho. A produção foca na realização do objeto artístico e articula com a economia circundante apoio na realização - seja por venda de mercadorias ambulantes (desde pipocas e refrigerantes), a estabelecimentos comerciais (feiras de artesanato, bares, roupas, galerias de arte) a parcerias (com escritórios e lojas) dos entornos da realização. Além disso, a própria execução do FLSP gera e estimula a economia com contratação de artistas, graffiteiros, seguranças, carregadores, aluguel de maquinário, de equipamentos, hotelaria, passagens, entre diversas outras ações, beneficiando ainda mais o desenvolvimento do setor cultural. O Festival de Luzes é assinado pela VisualFarm e seu presidente, Alexis Anastasiou, pioneiro do videomapping que tem como objetivo ao longo dos anos estimular e trazer novas tecnologias no campo da arte visual - em especial com luzes - seja com megaprojeções, mais lasers de alta potência e drones luminosos, buscando sair do lugar comum e criando obras artístcas com as novas tecnologias trazidas e criadas. A proposta do FLRJ surgiu do anseio de apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores (Art 1º, item III e Art 3º item II, subitem C e E) nas artes luminescentes, inspirado pela experiência de outros festivais internacionais de outras linguagens, tais como a FTB (Festival do Teatro Brasileiro) e o BRLab (de criação audiovisual), o Festival de Luzes visa estabilizar-se no setor como uma referência de criação e ebulição das artes do videomapping, lasers e drones luminosos, criando ambientes propícios para abertura de mercados para artistas e criadores na área. (Art 1º, item II). Na cidade, propõe reduzir as distâncias entre o público e a obra de arte, artista e obra, na intenção de ser mais uma fonte para a produção e promoção do fortalecimento do exercício da cidadania através do acesso gratuito à cultura e arte (Art 1º, item I e Art 3º item IV, subitem A). Os criadores deste projeto acreditam que o acesso participativo à arte coloca o indivíduo na posição de cidadão. A arte retira a pessoa da apatia e a coloca como alguém ativo dentro do contexto social. Alguém que reflete, se manifesta criativamente e propõe mudanças, ampliando assim, a promoção já existente da arte como parte do cotidiano das cidades e das pessoas, contribuindo para o desenvolvimento de uma prática artística que busca no espaço urbano uma forma nova e interativa de expressão. Busca-se potencializar, através da arte, a discussão sobre a apropriação dos cidadãos dos espaços públicos, resultando na participação ativa e efetiva no processo de revitalização da cidade, como exaltação do valor arquitetônico. (Art 1º, item III). Com o planejamento de atrair uma curadoria e artistas visuais digitais (Art 3º item I, subitem B e item II subitem B), desenvolve-se a consciência e o respeito aos valores culturais de outros povos em trocas com artes vindas de outros continentes, e, em rodas de negócios e exposições de artistas brasileiros durante o festival, abrimos oportunidades de circulação de nossos artistas em outros países, contribuindo com o desenvolvimento da consciência exterior quanto aos valores culturais brasileiros e vice-versa, fomentando este tipo de arte no cenário mundial (Art 1º, item VII). Estimulamos a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória, com uma curadoria que age de forma a criar espaços a partir de temáticas, organizando um discurso curatorial e, os artistas em suas criações, trazem conhecimento e cultura para aqueles que fruem da arte no festival (Art 1º, item VIII). Mais uma vez enfatizamos que todas as atividades serão gratuitas, visando estimular o conhecimento dos bens e valores culturais, com ampla divulgação, atraindo os mais diversos públicos para o evento. Nas últimas edições a média de público recebido foi de 100 mil pessoas. Além de todo esse escopo, criamos o Festival Sem Luzes, buscando ampliar, contribuir e facilitar o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais de pessoas de baixa ou nula visibilidade, dando-as acesso à criações diversas e específicas pensadas para este público, colaborando com o acesso e pleno exercício de seus direitos culturais. Dentro da contrapartida Social, inclui-se um treinamento introdutório em projeção e videomapping e masterclasses de artistas com outros artistas sobre suas técnicas de criação com o objetivo de valorizar e criar mão de obra especializada e estimular a produção cultural local, contribuindo com a valorização de recursos humanos e com o florescimento dos modos de criar e fazer da sociedade. (Art 1º, item II e V) A medida em que o festival cresce e consegue se posicionar com sua periodicidade anual fixa, tais ações logram recorrência e destinar-se-ão a formação, aperfeiçoamento e manutenção de artistas e técnicos (Art 3º Item I, subitem C).

Estratégia de execução

Realizações do festival em anos anteriores: INSTAGRAM DO FESTIVAL (todas edições desde 2018) - https://www.instagram.com/luzes.sp/ FLSP 2022 - https://www.youtube.com/watch?v=FC8tS-EWbJM FLSP 2020 - https://www.youtube.com/watch?v=I3c7T9m85Tw FLSP 2019 - https://www.youtube.com/watch?v=9coY51AuTP4 FLSP 2018 - https://www.youtube.com/watch?v=yuUuAtWPCkY INFORMAÇÕES RELACIONADAS ÀS PROPOSTAS QUE CONTEMPLEM MOSTRAS, FESTIVAIS COMPETITIVOS OU NÃO, OFICINAS E WORKSHOPS: a) beneficiários do produto da proposta e forma de seleção; Por se tratar de um projeto de intervenção e ocupação do espaço público, o FLRJ tem o potencial de alcançar milhares de pessoas de todas as classes sociais, idades, etnias, gêneros e níveis de instrução. Suas ações beneficiam a população moradora da cidade do Rio de Janeiro com uma oferta de arte e cultura de forma gratuita, sem necessidade de ingressos ou reservas. O projeto também transformará toda a experiência do Festival de Luzes em um festival audiovisual online acessível a pessoas com pouca ou nenhuma visão, e realizará uma distribuição do conteúdo para ONGs e Comunidades cegas nas regiões do Festival. b) justificativa acerca do conteúdo ou acervo indicado para o segmento de público a ser atingido, no caso de mostra; O conteúdo será selecionado mediante curadoria que buscará um diálogo entre as obras inscritas e espaços na cidade que possam recebê-las, buscando incluir no pensamento o público transeunte do local escolhido. Não há como realizar uma justificativa mais exata neste momento, senão apontar o raciocínio da curadoria a partir do momento em que a seleção estiver realizada. c) detalhamento dos objetivos, das atividades e do formato do evento; e O objetivo do festival é transformar o espaço público em uma imensa exposição de arte digital, através da técnica de vídeo mapping, com mega projeções e diversas linguagens artísticas, promovendo novas possibilidades de conexão dos cidadãos com a cidade através da transformação da paisagem urbana, e derrubando as barreiras que por vezes se formam entre a população e a arte. d) indicação do curador, dos componentes de júri, da comissão julgadora ou congênere, quando houver; Por meio da curadoria do diretor artístico do projeto Alexis Anastasiou, curador desde a primeira edição, serão selecionados 10 artistas para expor nessa galeria de arte digital a céu aberto. Os artistas poderão inscrever-se de forma gratuita através do link para o formulário e envio de portifólio disponível online na página do projeto. Serão selecionados os trabalhos que dialoguem com os espaços previstos para as ações, que por sua vez, serão selecionados mediante a apresentação dos trabalhos dos inscritos, buscando diálogos artísticos construtivos com a cidade e sua arquitetura. e) projeto pedagógico com currículo do responsável, no caso de proposta que preveja a instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, à capacitação, à especialização e ao aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura; Pensando também na geração de emprego e renda, o projeto estimula trabalhadores no entorno das instalações e propõe a contratação e qualificação de profissionais para atuar no festival. O treinamento será ministrado por Miguel Souza, Coordenador de Processos Audiovisuais da Visualfarm (Currículo e plano de aulas em "Informações Adicionais) PLANO DE AULASProgramação Dia 1:• Apresentação da programação e didática;• Introdução e apresentação a Informática básica:• Conceitos básicos de informática direcionados a projeção:• Hardware, Softwares e Periféricos• Demonstração de equipamentos físicos.• Apresentação prática da projeção e seus recursos.• Sistemas Operacionais, as mudanças no cenário tecnológico e áreas de atuação• Apresentação da aplicação prática dos métodos a serem estudados.Programação Dia 2:• Sobre a Visual Farm; contexto histórico,• Papel social que a arte exerce;• Processo artístico Brasileiro• Intervenção artística e a necessidade de se expressar• Intervenção Urbana;• Videomapping brasileiro e o pós-modernismo• Apresentação dos ramos de operações e seguimentos: Projeção, mapping, espetáculosde luz e som, voos de drones, lasers e efeitos especiais.• Criação e desenvolvimento de vídeos para agências e produtoras.• Montagem e manutenção de instalações fixas.• Soluções completas para eventos (concepção, desenvolvimento e execução)• Vanguarda Tecnológica• Cases de Sucesso• Apreciação da obraProgramação dia 3• Mapping OutDoor e sua execução• Introdução a projeção• Tipos de projeção• Telas• layouts diversos• Projetores e softwares.• Estaqueamento• Cálculo de Lente• distância de tela• largura de projeção• Pixel e ResoluçãoProgramação dia 4:• Exercícios• Proporção de Tela• Exercícios• Projeções com vários projetores• Tipos de cabos e a Evolução das conexões via cabo:• Cabos de malha metálica e Cabos de Fibra ótica• Como funcionam os cabos: Diferenças entre cabos analógicos e digitais• Entendendo Códigos Binários• Cabos de Vídeo• Exemplificação e análise dos diversos tipos existentes de cabos de vídeo:• RCA ou Vídeo Composto, Vídeo Componente, VGA, DVI -Tipos de DVI, HDMI, - Aevolução do HDMI, DisplayPort• Cabos de Áudio• Exemplificação e análise dos diversos tipos existentes de cabos de áudio :• Evolução da tecnologia em áudio:• RCA, HDMI, Mídi, USB, P1, P2,P3, P10,S/PDIF, XLR f) plano de execução contendo carga horária e conteúdo programático no caso de oficinas, de workshops e de outras atividades de curta duração; Com o auxílio da instituição, serão selecionados 15 jovens da Casa de Cultural da Rocinha para participarem de um treinamento de projeção. Esses jovens serão selecionados mediante apresentação de carta de intenção e avaliação socioeconômica. Dos 15 jovens que realizarem o treinamento, os 04 que mais se destacarem serão selecionados para atuar como estagiários na produção do projeto, junto à equipe técnica. Os estagiários receberão como benefício ajuda de custo e alimentação durante o período de trabalho no projeto. O critério de seleção não será a experiência do jovem, mas o balanço entre interesse e vulnerabilidade, buscando criar oportunidades aos que mais necessitam. O treinamento terá a carga horária total de 08 h, divididos em 04 dias de 02h de encontros. O estágio terá a carga horária de 24 horas, em 06 horas por dia distribuídos entre as ações do Festival de Luzes do Rio de Janeiro

Especificação técnica

PRODUTO: Festival de Luzes do Rio de Janeiro 04 a 10 dias de ocupações artísticas na cidade, com intervenções em lasers, videomappings, drones, e outras técnicas de artes luminescentes, em livres composições com outras linguagens artísticas. Direitos Autorais - A cada artista será pago seu cachê com direitos autorais inclusos, porém, por vezes as obras são criadas em cima de outras (como graffitties, arquiteturas, canções), as quais serão também pagos direitos autorais, quando for o caso. O projeto Curatorial levará em conta a experiência dos festivais já produzidos pela Visualfarm, tentando traçar um pensamento que possa expressar a pluralidade cultural e a diversidade de manifestações brasileiras, buscando entre os artistas criar mapas, diálogos e traçados culturais, étnicos além de buscar, em ações, significativas trocas entre os artistas, e desses com o público, tendo como foco, a visibilidade dos artistas nacionais. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL 01 - Treinamento de introdução às técnicas de vídeo mapping Treinamento introdutório de 4 dias, com 4 horas por dia. Plano de aulas: - Aula 01 - Operações de projetores, tipos, lentes, e técnicas basicas de instalações - Aula 02 - Instalação lógica - Modos operacionais e introdução à operação de softwares para projeções. - Aula 03 - Criação e operação de software - técnicas avançadas e detalhes técnicos no dia a dia da execução. - Aula 04 - Exercício prático - Criação (curta) e Instalação de uma projeção simples. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL 02 - FESTIVAL SEM LUZES Produção de vídeos curtos (com a duração de cada obra - para videomapping, média de 5min cada, divulgados na internet e em ONGs especializadas em pessoas com baixa ou nula visibilidade, com audiodescrição e descrição poética das ações realizadas no Festival de Luzes.

Acessibilidade

A) PRODUTO: FLRJ - Festival de Luzes do Rio de Janeiro - Exposição de arte digital em espaço público. O projeto é, por sua natureza, acessível a sujeitos surdos e a pessoas com mobilidade reduzida, uma vez que suas projeções são feitas para serem vistas, e por sua magnitude, podem ser vistas à distância nas vias públicas. Ou seja, a via pública sendo acessível, certamente o festival também o é. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Dentre as ações de divulgação, haverá também divulgações em libras para pessoas surdas ou com baixa audição. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Além desses, o "Festival Sem Luzes", que faz parte da contrapartida, transformará os conteúdos criados em acessíveis a sujeitos cegos ou de baixa visibilidade e serão distribuídos pela internet a ONGs relacionadas a este público.

Democratização do acesso

A gratuidade está no cerne do projeto Festival de Luzes, uma vez que sua premissa é atingir de forma irrestrita aos cidadãos do Rio de Janeiro, incitando a valorização e preservação do patrimônio público e ao mesmo tempo aguçando o interesse pelas artes visuais. Nesse sentido, essa contrapartida colabora diretamente para o escopo do projeto e beneficia diretamente o público alvo. Para além da gratuidade, uma campanha de divulgação ampla contribuirão para a democratização do acesso aos eventos. Como medida para democratização do acesso, alem das acima mencionadas, conforme o inciso IV do art. 28 da IN nº 01/2023, o projeto prevê: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;

Ficha técnica

DIREÇÃO ARTÍSTICA / CURADORIA: Alexis Anastasiou - PROPONENTE O Diretor Artístico atuará na concepção do projeto como um todo, no conceito artístico que será adotado, na disposição dos elementos dentro da exposição e na curadoria dos artistas, seus serviços são necessários desde a pré-produção devido seu caráter criativo, de composição do projeto, e ele fica até o final do festival verificando que as obras sejam exibidas conforme a proposta do projeto, além de, neste olhar, preparar e vislumbrar a continuidade do projeto, tendo em vista quais as possíveis melhores propostas para um evento no ano seguinte. É um trabalho perene. Alexis Evangelos Anastasiou é um dos VJs pioneiros na arte de vídeo mapping no país. Desde a década de 90, Alexis foi responsável pelo uso de projeções em suportes que vão além da tela convencional, realizando projeções em edificações desde 2004. Nesse ano, fundou a Visualfarm, empresa que há mais dez anos atua na área de novas linguagens visuais, produzindo conteúdo e estrutura na produção de eventos, espetáculos e festivais no Brasil e no mundo. Foi responsável em 2008 pelo primeiro espetáculo de projeção mapeada no Brasil, realizado na fachada no Teatro Municipal de São Paulo. Em 2010 liderou a equipe da Visualfarm para a projeção mapeada do Cristo Redentor no Rio de Janeiro, com o projeto que ficou conhecido como o Abraço do Cristo, no qual criou uma ilusão de ótica na estátua, dando a impressão que o monumento abraçava a cidade. Essa instalação foi premiada no festival de Cannes, no Clio Festival e no New York Festival no ano de 2011. Em 2010, realizou a primeira edição do Festival Vídeo Guerrilha, de forma independente e sem patrocínios. O evento tinha como intuito transformar a arquitetura urbana noturna da Rua Augusta em São Paulo em uma galeria a céu aberto. Com a participação de diversos artistas e coletivos, o Vídeo Guerrilha teve mais duas edições em 2011 e 2012. Passou pela cidade de Campinas em 2015, e também por Angola em 2014, a convite do Ministério da Cultura Angolano. O Festival Vídeo Guerrilha recebeu em 2011 da Associação Paulista de Críticos de Arte - APCA, o prêmio de Melhor Iniciativa Cultural. Movido pela inquietude de realizar instalações com projeções visuais em ambientes diversos, Alexis realiza intensa pesquisa e experimentações em encosta de montanhas e cortinas d’água, locações essas que necessitam de técnica especializada, produção de imagens em forma especial e uso de lentes a longa distância. A frente da Visualfarm, Anastasiou já projetou imagens em encostas como o Pão de Açúcar, Chapada dos Veadeiros e Serra da Capivara. Em 2017, participou da Antartic Biennale, realizando projeções em mapping nas geleiras na Antártica. Idealizou em 2015, em parceira com a Associação Parque Minhocão, a primeira edição do Festival Chave do Centro, evento esse que ajudou a firmar o Elevado Minhocão como um centro de lazer e convivência urbana. Em sua segunda edição, em 2017, o Festival foi contemplado com o Prêmio Media Architecture Biennal – na categoria Arquitetura Participativa, em Pequim. Reconhecidamente um dos profissionais mais experientes no mundo, com o uso de projeções em prédio e montanhas, Alexis já ministrou cursos e palestras para o Nimk-Montvideo (Amsterdã, 2010), Bienal de Frankfurt (2013), Ministério da Cultura Angolano (2014) e Columbia College (Chicago, 2016). A frente da Visualfarm, idealizou, produziu e coordenou eventos de multimídia de grande porte, tais como abertura dos Jogos Militares (2011), Inauguração da Arena do Grêmio (2012), Reinauguração do Estádio Beira Rio (2014) e Abertura GAME XP (2017), no qual realizou a maior tela de games do mundo para a primeira edição do Game XP, no Rock’n Rio 2017. Principais realizações:· 1° Espetáculo de Mapping no Brasil – Circuito Luzes de São Paulo, no Teatro Municipal de São Paulo. Dez/2008 · 2° Espetáculo de Mapping no Brasil – Museu do Ipiranga, Dez/2009 · Projeção Mapeada na encosta do Pão de Açúcar. Rio de Janeiro,Jul/2010 · Projeção Mapeada no Cristo Redentor. Rio de Janeiro, Out/2010. · Abertura dos Jogos Militares, Engenhão, Rio de Janeiro, Jul/2018 · Elle Summer Preview – Mapping no Boing 737 da Gol, aeroporto de Santos Dumond, 2015. · Acervo B3 no Masp, mapping na fachada do Museu Mas p em São Paulo, Jun/2018. · Festival Vídeo Guerrilha, edições de 2010, 2011,2012 em São Paulo/SP · Festival Vídeo Guerrilha em Luanda, Angola. Ago/2014. · Festival Vídeo Guerrilha em Campinas/São Paulo 2015. · Virada Cultural 2017, Mappping no Teatro Municipal de São Paulo. · Festival Chave do Centro – São Paulo/SP 2015 e 2017. · Mappping em Geleiras, Antarctic Biennale, Antártica, mar/2017 · Abertura GAMEXP, Rio de Janeiro, set/2017 · Festival Luzes. São Paulo/2018, 2019, 2020. Prêmios:2011 - APCA – Associação Paulista de Críticos de Arte - Os melhores das artes em 2011 – Melhor iniciativa Cultural – Vídeo Guerrilha, 2ª Ed. - Arte Pública. 2013 - 4º Grand Prix - Prêmio Caio – Marketing de Destinos. 2013 – 4º Prêmio Caio - Personalidade do Ano – Serviços e Eventos. 2014 – Idea Brazil Promotion – 3º Lugar – Categoria Serviços Promocionais e para Eventos – Penalty Virtual. 2016 – Melhor fornecedor Sul e Sudeste – Ampro Globes Awards 2016. 2018 – Prêmio Media Architecture Biennal – Categoria Arquitetura Participativa - Festival Chave do Centro. DIREÇÃO GERAL: Thales Vitorino - Experiência de 16 anos com Produção de Eventos, realizando o planejamento e organização de grandes projetos, show, ações promocionais, blitz, evento esportivo, desfiles, prêmios, convenções e feiras; - Pesquisas de novos fornecedores, produtos e orçamentos com o objetivo de oferecer aos clientes alternativas diferenciadas no mercado; - Análise e validação dos processos, contratos e produtos na gestão de serviço terceirizados; - Negociação de custos com fornecedores e condições de descontos em compras de grandes volumes; - Conhecimento em projeção visual; - Domínio na elaboração de planilhas de custos e controle de faturamento; - Recrutamento, contratação, treinamento (briefing) e coordenação de Staff de produção e montagem; - Acompanhamento da criação e produção de peças para o merchandising dos eventos com a inserção de marcas de cliente e patrocínios; - Coordenação e acompanhamento do desempenho das equipes de merchandising, varejo e a distribuição e controle de material de merchandising; - Desenvolvimento e implantação de pontos de vendas e gerenciamento de equipe com foco em metas e resultados; - Atuo na compilação de material fotográfico, controle de autorização de uso de imagem e notícias, clipping digital e impresso; - Contato, atendimento de empresas patrocinadoras e recebimento de artista e diretores. COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO: Gustavo Valezzi Sua experiência artística de ator soma-se a uma carreira de produção e gestão de trabalhos culturais. Em 2014 aprofunda-se em produção cultural e gestão de projetos. Trabalhou como produtor de grandes eventos da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo em 2015 e 2016 – dentre a executiva, foi produtor de palco de diversos shows e responsável pela documentação da contratação dos artistas. Logo começa a dar consultoria em projetos culturais, auxiliando desde o pensamento à execução, após uma longa experiência de escrita e administração de projetos junto da Sorella Produções, onde foi responsável pela escrita e assistente de captação de projetos incentivados. Ministra cursos de prestação de contas no Cultura e Mercado a partir de 2021. Idealizador e responsável pelo PLiJ – Prêmio Literário de Jacareí/2018. Foi parceiro das produtoras Sim Cultura (destaque para produção do TeatroSOLO, do argentino Matías Umpierrez em São Paulo), Sorella Produções (captação de recursos e gestão de projetos incentivados) e Périplo Produções (produção internacional). Fez parte da coordenação de produção internacional do Feverestival de 2014, 2015 e 2020. A partir de 2019 se especializa em gestão financeira de projetos públicos, sendo o responsável pela gestão financeira do Feverestival em 2021, e com a OnStage Lab, da gravação audiovisual de Músicas de Superfície, de Fabiana Lian e Vladmir Safatle, as palestras, cursos e shows de On Stage Talks e Mestres OnStage. Realiza consultoria e escrita de projetos para a On Stage Lab, assim como para BrLab e Klaxon Cultura Audiovisual. Tudo isso entre suas próprias produções, tais quais a circulação de Oba Nu Mun (Lúcia Kakazu), @biscoitagens, contemplado em dois editais ProAC. É parceiro e especialista do Cultura e Mercado, ministrando o curso de prestação de contas do ProMAC, bem como escreve artigos sobre cultura esporadicamente para seu portal. No final de 2021 ainda, realizou a produção executiva de Tem Um Rio Na Biblioteca da Companhia da Cultura, através da Lei Rouanet, em uma turnê por MG, PA e TO, com 64 apresentações em escolas públicas. Em 2022 faz a produção executiva das atividades reflexivas da MITsp (Mostra Internacional de Teatro), faz a produção executiva no estado de São Paulo do espetáculo francês Le Voyage de Rézé (em parceria com a Aliança Francesa e a Sorella Produções), do espetáculo Momo, o Senhor do Tempo (em parceria com a Périplo Produções) em São Paulo e Araraquara, produz a temporada de repertório do Grupo do Latão com três espetáculos no SESC Santos e é parceiro na produção do grupo Yuyachkani (Lima, Peru) no festival MIRADA, também realizado pelo SESC Santos.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.