| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 61550141000172 | Liberty Seguros S.A | 1900-01-01 | R$ 2,00 mi |
O projeto Festival Internacional de Luzes de São Paulo, em 2024 ressignificará monumentos, praças e edifícios da Capital Paulista, criando um novo relacionamento entre os moradores e sua cidade, ao realizar uma exposição de arte digital gratuita que explora as possibilidades da intervenção urbana e tecnologiacom mega-projeções de obras de diferentes linguagens visuais, transformando, as ruas da cidade em uma galeria de arte a céu aberto. Em 2024,em sua 7ª edição - que se torna internacional - espera-se alcançar mais de 150 mil pessoas impactadas direta e gratuitamente em cada uma delas.
PRODUTO: FILBR - Festival internacional de Luzes de SP O Festival Internacional de Luzes de São Paulo ressignifica a arquitetura das cidades, desde os monumentos, praças e edifícios, criando um novo relacionamento entre os moradores e sua a cidade em uma exposição artística gratuita que explora as possibilidades da intervenção urbana, através de lasers, drones, luzes e megaprojeções de obras em diferentes linguagens visuais, transformando, as ruas da cidade em uma galeria a céu aberto. PRODUTO: FESTIVAL SEM LUZES O Festical Sem Luzes transporta pessoas com baixa ou nula visibilidade ao universo do videomapping, em vídeos dos eventos reais, com audiodescrição dupla - tanto a fidedigna, quanto a poética, criada pelos próprios artistas que desenvolveram suas obras para o festival. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL 01 - Técnico Profissionalizante Curso profissionalizante de operação técnica que ensinará o aluno desde as noções básicas sobre os equipamentos (hardwares) e até a operação de programas (softwares) para realização de megaprojeções, habilitando o profissional a trabalhar em qualquer evento (teatro, show, festas, palestras, eventos corporativos, videomapping, etc..), que demande a execução desde simples projeções a videomappings. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL 02 - Masterclass Apesar do videomapping ser uma linguagem, esta é produzida a partir de diferentes técnicas, com diferentes objetivos e intervenções. Técnicas desde as mais artesanais (como desenhos e pinturas digitalizadas) às mais tecnológicas (criação de imagens em diversos softwares de animação). As masterclasses são espaços de trocas entre artistas criadores do Brasil e do mundo para compartilhamento de seus processos artísticos, escolhas de locais, entre outras questões poéticas em torno das artes abraçadas pelo Festival Internacional de Luzes de São Paulo
OBJETIVOS GERAIS Dentro das artes visuais, o uso da tecnologia como transformação da arquitetura vem sendo ampliado, difundido e facilitado pelo acesso a softwares, porém sua execução todavia não é simples nem acessível. O Festival de Luzes visa convidar em suas edições novos artistas, de iniciantes a veteranos, visando abranger em sua curadoria uma gama diversificada (em gênero, sexualidade, cor e classe social) de expressões artísticas - e em 2024, com selecionados internacionais - para compor um ambiente artístico de intercâmbio, movimento, troca artística e desenvolvimento. Nesta nova edição criamos a ação paralela, o "Festival Sem Luzes", onde a experiência visual é transformada para sujeitos de baixa ou nenhuma visibilidade, visando ainda mais a promoção da cidadania cultural e a acessibilidade da população. A proposta é remixar a arquitetura da cidade com artes em movimento, de forma gratuita e ampla - ampla aqui tanto no sentido de sua amplitude espacial, que pode ser apreciada a longas distâncias, quanto em na gratuidade e facilidade de acesso às diversas camadas da população em locais de grande movimento e fácil acesso ao público. O Festival em todas suas edições prezou para além da gratuidade, permitir que todo o entorno de seus locais de realização possa se beneficiar economicamente de nosso trabalho. A produção foca na realização do objeto artístico e articula com a economia circundante apoio na realização - seja por venda de mercadorias ambulantes (desde pipocas e refrigerantes), a estabelecimentos comerciais (feiras de artesanato, bares, roupas, galerias de arte) a parcerias (com escritórios e lojas) dos entornos da realização. Além disso, a própria execução do FLSP gera e estimula a economia com contratação de artistas, graffiteiros, seguranças, carregadores, aluguel de maquinário, de equipamentos, hotelaria, passagens, entre diversas outras ações. A proposta de expansão para internacionalização e interestuadualização gera oportunidades dentro do país e, ao mesmo tempo, fora, beneficiando ainda mais o desenvolvimento do setor cultural. O Festival de Luzes de São Paulo é assinado pela VisualFarm e seu presidente, Alexis Anastasiou, pioneiro do videomapping que tem como objetivo ao longo dos anos estimular e trazer novas tecnologias no campo da arte visual - em especial com luzes - seja com megaprojeções, mais lasers de alta potência e drones luminosos, buscando sair do lugar comum e criando obras artístcas com as novas tecnologias trazidas e criadas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS A) PRODUTO: FILSP - Festival Internacional de Luzes de São Paulo - Realizar na região central da capital, durante quatro semanas, uma exposição gratuita de instalações de video-mapping e light-art em espaços públicos, através de diferentes técnicas projetivas, por, ao menos, 04 horas diárias em todos os finais de semana. A quantidade de locais, dias nos locais, e a consequênte exigência técnica específica de cada um virá a partir da seleção das obras e dos artistas e de um entendimento curatorial que então definirá em que locais específicos da cidade tais obras dialogam, ou interessam dialogar. Por este motivo - por se tratar de um festival que demanda uma curadoria prévia, aqui não apontamos locais específicos para sua realização. - Selecionar, através de edital e júri especializado, 10 artistas criadores (nacionais, com ênfase nas cidades participantes e com convidados internacionais) para integrarem a exposição artística e gerar intercâmbio artístico entre as cidades participantes. B) PRODUTO: FSLBR - Festival Sem Luzes - Transformar toda a experiência do Festival de Luzes em um festival audiovisual online acessível a pessoas com pouca ou nenhuma visão, e realizar uma distribuição do conteúdo para ONGs e Comunidades cegas nas regiões do Festival. C) PRODUTO: Contrapartida Social - Realizar um treinamento técnico-profissionalizante em projeção e videomapping, de 4 a 8 horas nos dias precedentes ao Festival, voltado para 15 pessoas interessadas (com foco em pessoas marginalizadas e de baixa renda), das quais 4 serão selecionadas para estagiar no Festival de Luzes. - 04 dos artistas presentes (um de cada Estado) que serão selecionados por chamamento público, darão uma masterclass para outros artistas, compartilhando conhecimentos técnicos e seus processos artísticos na criação de suas obras ali apresentadas.
A proposta do Festival Internacional de Luzes de São Paulo surgiu do anseio de apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores (Art 1º, item III e Art 3º item II, subitem C e E) nas artes luminescentes, inspirado pela experiência de outros festivais internacionais de outras linguagens, tais como a FTB (Festival do Teatro Brasileiro) e o BRLab (de criação audiovisual), o Festival de Luzes visa estabilizar-se no setor como uma referência de criação e ebulição das artes do videomapping, lasers e drones luminosos, criando ambientes propícios para abertura de mercados internos e internacionais para artistas e criadores na área, difundindo artistas brasileiros dentro e fora do país (Art 1º, item II). Na cidade, propõe reduzir as distâncias entre o público e a obra de arte, artista e obra, na intenção de ser mais uma fonte para a produção e promoção do fortalecimento do exercício da cidadania através do acesso gratuito à cultura e arte (Art 1º, item I e Art 3º item IV, subitem A). Os criadores deste projeto acreditam que o acesso participativo à arte coloca o indivíduo na posição de cidadão. A arte retira a pessoa da apatia e a coloca como alguém ativo dentro do contexto social. Alguém que reflete, se manifesta criativamente e propõe mudanças, ampliando assim, a promoção já existente da arte como parte do cotidiano das cidades e das pessoas, contribuindo para o desenvolvimento de uma prática artística que busca no espaço urbano uma forma nova e interativa de expressão. Busca-se potencializar, através da arte, a discussão sobre a apropriação dos cidadãos dos espaços públicos, resultando na participação ativa e efetiva no processo de revitalização da cidade, como exaltação do valor arquitetônico de São Paulo (Art 1º, item III). Com o planejamento de atrair uma curadoria e artistas internacionais (Art 3º item I, subitem B e item II subitem B), desenvolve-se a consciência e o respeito aos valores culturais de outros povos em trocas com artes vidas de outros continentes, e, em rodas de negócios e exposições de artistas brasileiros durante o festival, abrimos oportunidades de circulação de nossos artistas em outros países, contribuindo com o desenvolvimento da consciência exterior quanto aos valores culturais brasileiros e vice-versa, fomentando este tipo de arte no cenário mundial (Art 1º, item VII). Estimulamos a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória, com uma curadoria que age de forma a criar espaços a partir temáticas, organizando um discurso curatorial e, os artistas em suas criações, trazem conhecimento e cultura para aqueles que fruem da arte no festival (Art 1º, item VIII). Mais uma vez enfatizamos que todas as atividades serão gratuitas, visando estimular o conhecimento dos bens e valores culturais, com ampla divulgação, atraindo os mais diversos públicos para o evento. Nas últimas edições a média de público recebido foi de 100 mil pessoas. Além de todo esse escopo, criamos o Festival Sem Luzes, buscando ampliar, contribuir e facilitar o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais de pessoas de baixa ou nula visibilidade, dando-as acesso à criações diversas e específicas pensadas para este público, colaborando com o acesso e pleno exercício de seus direitos culturais. Dentro da contrapartida Social, inclui-se um curso técnico-profissionalizante em projeção e videomapping e masterclasses de artistas com outros artistas sobre suas técnicas de criação com o objetivo de valorizar e criar mão de obra especializada e estimular a produção cultural local, contribuindo com a valorização de recursos humanos e com o florescimento dos modos de criar e fazer da sociedade. (Art 1º, item II e V) A medida em que o festival cresce e consegue se posicionar com sua periodicidade anual fixa, tais ações logram recorrência e destinar-se-ão a formação, aperfeiçoamento e manutenção de artistas e técnicos (Art 3º Item I, subitem C).
Realizações do festival em anos anteriores: INSTAGRAM DO FESTIVAL (todas edições desde 2018) - https://www.instagram.com/luzes.sp/ FLSP 2022 - https://www.youtube.com/watch?v=FC8tS-EWbJM FLSP 2020 - https://www.youtube.com/watch?v=I3c7T9m85Tw FLSP 2019 - https://www.youtube.com/watch?v=9coY51AuTP4 FLSP 2018 - https://www.youtube.com/watch?v=yuUuAtWPCkY Sobre Passagens aéreas Os locais de onde traremos artistas serão definidos após a seleção dos trabalhos. Visando iniciar o intercâmbio artístico internacional de VJs, planeja-se iniciar com as duas maiores capitais que possuem festivais, e duas capitais latino-americanas, e artistas de todo o Brasil. Prevemos nesta rubrica, uma média e possibilidades de onde possam vir, sendo 8 passagens interestaduais (Calculados a R$2.000,00 cada trecho) e 4 passagens internacionais (calculadas a R$4.500,00 cada trecho). NACIONAIS · 2pax Salvador X SP, ida e volta. · 1pax Porto Alegre X SP, ida e volta. · 2pax Rio de Janeiro X SP, ida e volta. · 1pax Belém X SP, ida e volta. · 1pax Recife X SP, ida e volta. · 1pax Curitiba X SP, ida e volta. INTERNACIONAIS · 1pax Sidney X SP, ida e volta. · 1pax Berlim X SP, ida e volta. · 1pax Buenos Aires X SP, ida e volta. · 1pax Bogotá X SP, ida e volta.
PRODUTO: Festival Internacional de Luzes de SP 04 a 10 dias de ocupações artísticas em cada uma das cidades, com intervenções em lasers, videomappings, drones, e outras técnicas de artes luminescentes, em livres composições com outras linguagens artísticas. Direitos Autorais - A cada artista será pago seu cachê com direitos autorais inclusos, porém, por vezes as obras são criadas em cima de outras (como graffitties, arquiteturas, canções), as quais serão também pagos direitos autorais, quando for o caso. Projeto Curatorial - A primeira edição internacional levará em conta a experiência dos festivais já produzidos pela Visualfarm, tentando traçar um pensamento que possa expressar a pluralidade cultural e a diversidade de manifestações brasileiras, buscando entre os artistas criar mapas, diálogos e traçados culturais, étnicos além de buscar, em ações, significativas trocas entre os artistas, e desses com o público, tendo como foco, a visibilidade dos artistas nacionais no cenário internacional. PRODUTO: FESTIVAL SEM LUZES Produção de vídeos curtos (com a duração de cada obra - para videomapping, média de 5min cada. Cerca de 10 a 15 vídeos por cidade), divulgados na internet e em ONGs especializadas em pessoas com baixa ou nula visibilidade, com audiodescrição e descrição poética das ações realizadas no Festival Internacional de Luzes do Brasil. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL 01 - Técnico Curso técnico de 4 dias, com 4 horas por dia. Projeto Pedagógico: - Aula 01 - Operações de projetores, tipos, lentes, e técnicas basicas de instalações - Aula 02 - Instalação lógica - Modos operacionais e introdução à operação de softwares para projeções. - Aula 03 - Criação e operação de software - técnicas avançadas e detalhes técnicos no dia a dia da execução. - Aula 04 - Exercício prático - Criação (curta) e Instalação de uma projeção simples. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL 02 - Masterclass Masterclass promovida pelo artista selecionado pela curadoria. (Faz sentido aqui mencionar que, uma vez que os artistas só serão convidados após a etapa de captação, seus projetos pedagógicos para a Masterclass só existirão em um segundo momento, não sendo possível de serem entregues aqui).
O projeto é, por sua natureza acessível a sujeitos surdos e à pessoas com mobilidade reduzida, uma vez que suas projeções são feitas para serem vistas, e por sua magnitude, podem ser vistas à distância nas vias públicas. Ou seja, se a via pública for acessível, certamente o festival também o é. Logo, dentre as ações de divulgação, haverá também divulgações em libras para pessoas não ouvintes ou com baixa audição.
A gratuidade está no cerne do projeto Festival de Luzes, uma vez que sua premissa é atingir de forma irrestrita aos cidadãos de São Paulo, incitando a valorização e preservação do patrimônio público e ao mesmo tempo aguçando o interesse pelas artes visuais. Nesse sentido, essa contrapartida colabora diretamente para o escopo do projeto e beneficia diretamente o público alvo. Para além da gratuidade, uma campanha de divulgação ampla contribuirão para a democratização do acesso aos eventos.
DIREÇÃO ARTÍSTICA / CURADORIA: Alexis Anastasiou - PROPONENTE O Diretor Artístico e Curador atuará na concepção do projeto como um todo, no conceito artístico que será adotado, na disposição dos elementos dentro da exposição e na curadoria dos artistas, seus serviços são necessários desde a pré-produção devido seu caráter criativo, de composição do projeto, e ele fica até o final do festival verificando que as obras sejam exibidas conforme a proposta do projeto, além de, neste olhar, preparar e vislumbrar a continuidade do projeto, tendo em vista quais as possíveis melhores propostas para um evento no ano seguinte. É um trabalho perene. DIREÇÃO GERAL: Thales Vitorino COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO: Gustavo Valezzi ALEXIS EVANGELOS ANASTASIOU Alexis Evangelos Anastasiou é um dos VJs pioneiros na arte de vídeo mapping no país. Desde a década de 90, Alexis foi responsável pelo uso de projeções em suportes que vão além da tela convencional, realizando projeções em edificações desde 2004. Nesse ano, fundou a Visualfarm, empresa que há mais dez anos atua na área de novas linguagens visuais, produzindo conteúdo e estrutura na produção de eventos, espetáculos e festivais no Brasil e no mundo.Foi responsável em 2008 pelo primeiro espetáculo de projeção mapeada no Brasil, realizado na fachada no Teatro Municipal de São Paulo. Em 2010 liderou a equipe da Visualfarm para a projeção mapeada do Cristo Redentor no Rio de Janeiro, com o projeto que ficou conhecido como o Abraço do Cristo, no qual criou uma ilusão de ótica na estátua, dando a impressão que o monumento abraçava a cidade. Essa instalação foi premiada no festival de Cannes, no Clio Festival e no New York Festival no ano de 2011.Em 2010, realizou a primeira edição do Festival Vídeo Guerrilha, de forma independente e sem patrocínios. O evento tinha como intuito transformar a arquitetura urbana noturna da Rua Augusta em São Paulo em uma galeria a céu aberto. Com a participação de diversos artistas e coletivos, o Vídeo Guerrilha teve mais duas edições em 2011 e 2012. Passou pela cidade de Campinas em 2015, e também por Angola em 2014, a convite do Ministério da Cultura Angolano. O Festival Vídeo Guerrilha recebeu em 2011 da Associação Paulista de Críticos de Arte - APCA, o prêmio de Melhor Iniciativa Cultural.Movido pela inquietude de realizar instalações com projeções visuais em ambientes diversos, Alexis realiza intensa pesquisa e experimentações em encosta de montanhas e cortinas d’água, locações essas que necessitam de técnica especializada, produção de imagens em forma especial e uso de lentes a longa distância. A frente da Visualfarm, Anastasiou já projetou imagens em encostas como o Pão de Açúcar, Chapada dos Veadeiros e Serra da Capivara. Em 2017, participou da Antartic Biennale, realizando projeções em mapping nas geleiras na Antártica.Reallizou para o Elle Summer Preview – Mapping no Boing 737 da Gol, aeroporto de Santos Dumond, 2015.Idealizou em 2015, em parceira com a Associação Parque Minhocão, a primeira edição do Festival Chave do Centro, evento esse que ajudou a firmar o Elevado Minhocão como um centro de lazer e convivência urbana. Em sua segunda edição, em 2017, o Festival foi contemplado com o Prêmio Media Architecture Biennal – na categoria Arquitetura Participativa, em Pequim.Reconhecidamente um dos profissionais mais experientes no mundo, com o uso de projeções em prédio e montanhas, Alexis já ministrou cursos e palestras para o Nimk-Montvideo (Amsterdã, 2010), Bienal de Frankfurt (2013), Ministério da Cultura Angolano (2014) e Columbia College (Chicago, 2016). A frente da Visualfarm, idealizou, produziu e coordenou eventos de multimídia de grande porte, tais como abertura dos Jogos Militares (2011), Inauguração da Arena do Grêmio (2012), Reinauguração do Estádio Beira Rio (2014) e Abertura GAME XP (2017), no qual realizou a maior tela de games do mundo para a primeira edição do Game XP, no Rock’n Rio 2017.Prêmios:2011 - APCA – Associação Paulista de Críticos de Arte - Os melhores das artes em 2011 – Melhor iniciativa Cultural – VídeoGuerrilha, 2ª Ed. - Arte Pública.2013 - 4º Grand Prix - Prêmio Caio – Marketing de Destinos.2013 – 4º Prêmio Caio - Personalidade do Ano – Serviços e Eventos.2014 – Idea Brazil Promotion – 3º Lugar – Categoria Serviços Promocionais e para Eventos – PenaltyVirtual.2016 – Melhor fornecedor Sul e Sudeste – Ampro Globes Awards 2016.2018 – Prêmio Media Architecture Biennal – Categoria Arquitetura Participativa - Festival Chave do Centro. JOSÉ THALES VITORINO PEREIRA - Experiência de 16 anos com Produção de Eventos, realizando o planejamento e organização de grandes projetos, show, ações promocionais, blitz, evento esportivo, desfiles, prêmios, convenções e feiras; - Pesquisas de novos fornecedores, produtos e orçamentos com o objetivo de oferecer aos clientes alternativas diferenciadas no mercado; - Análise e validação dos processos, contratos e produtos na gestão de serviço terceirizados; - Negociação de custos com fornecedores e condições de descontos em compras de grandes volumes; - Conhecimento em projeção visual; - Domínio na elaboração de planilhas de custos e controle de faturamento; - Recrutamento, contratação, treinamento (briefing) e coordenação de Staff de produção e montagem; GUSTAVO VALEZZI Sua experiência artística de ator soma-se a uma carreira de produção e gestão de trabalhos culturais. Em 2014 aprofunda-se em produção cultural e gestão de projetos. Trabalhou como produtor de grandes eventos da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo em 2015 e 2016 – dentre a executiva, foi produtor de palco de diversos shows e responsável pela documentação da contratação dos artistas. Logo começa a dar consultoria em projetos culturais, auxiliando desde o pensamento à execução, após uma longa experiência de escrita e administração de projetos junto da Sorella Produções, onde foi responsável pela escrita e assistente de captação de projetos incentivados. Ministra cursos de prestação de contas no Cultura e Mercado a partir de 2021. Idealizador e responsável pelo PLiJ – Prêmio Literário de Jacareí/2018. Foi parceiro das produtoras Sim Cultura (destaque para produção do TeatroSOLO, do argentino Matías Umpierrez em São Paulo), Sorella Produções (captação de recursos e gestão de projetos incentivados) e Périplo Produções (produção internacional). Fez parte da coordenação de produção internacional do Feverestival de 2014, 2015 e 2020. A partir de 2019 se especializa em gestão financeira de projetos públicos, sendo o responsável pela gestão financeira do Feverestival em 2021, e com a OnStage Lab, da gravação audiovisual de Músicas de Superfície, de Fabiana Lian e Vladmir Safatle, as palestras, cursos e shows de On Stage Talks e Mestres OnStage. Realiza consultoria e escrita de projetos para a On Stage Lab, assim como para BrLab e Klaxon Cultura Audiovisual. Tudo isso entre suas próprias produções, tais quais a circulação de Oba Nu Mun (Lúcia Kakazu), @biscoitagens, contemplado em dois editais ProAC. É parceiro e especialista do Cultura e Mercado, ministrando o curso de prestação de contas do ProMAC, bem como escreve artigos sobre cultura esporadicamente para seu portal. No final de 2021 ainda, realizou a produção executiva de Tem Um Rio Na Biblioteca da Companhia da Cultura, através da Lei Rouanet, em uma turnê por MG, PA e TO, com 64 apresentações em escolas públicas. Em 2022 faz a produção executiva das atividades reflexivas da MITsp (Mostra Internacional de Teatro), faz a produção executiva no estado de São Paulo do espetáculo francês Le Voyage de Rézé (em parceria com a Aliança Francesa e a Sorella Produções), do espetáculo Momo, o Senhor do Tempo (em parceria com a Périplo Produções) em São Paulo e Araraquara, produz a temporada de repertório do Grupo do Latão com três espetáculos no SESC Santos e é parceiro na produção do grupo Yuyachkani (Lima, Peru) no festival MIRADA, também realizado pelo SESC Santos.
EXPIROU O PRAZO DE APRESENTAÇÃO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO PROJETO.