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O projeto "Periferia em movimento : Africanidades" chega com a proposta de criar uma programação de oficinas (fixas e itinerantes), ao longo da execução do projeto, apresentações artísticas, entre circo, música e dança,que deem conta da diversidade cultural,sendo espaço de identificação e sociabilidade. As apresentações artísticas acontecerão na Semana de Consciência Negra comemorada no mês de novembro, abertas ao público e gratuitas.
Observação: é importante salientar que , para fins de resposta à diligência, que foi indicada ser a última, dentro da diáspora africana, os espetáculos não seguem a lógica européia, não tem palco italiano, tudo acontece no formato de terreiro, onde o público participa caso se sinta instigado, os personagens como bem disse abaixo são os homens fortes, associando dança, música e fala (por isso consideramos teatro). Coloco tudo isso, porque precisamos ter uma análise culturalista e não tecnicista. Oficinas e espetáculos: 1. DUNDUNBA (espetáculo DE ARTES CÊNICAS- SINOPSE) Dundunba pode ser traduzido como "dança de homens fortes". Um espetáculo de Dundunba consiste em uma roda de improviso formada pordançarinos e percussionistas e pode abarcar diferentes repertórios e níveis de experiência na dança e percussão africanas. O espetáculo tem 60 minutos, posteriormente a roda pode durar 3 horas. Indicação : livre. Público-alvo: jovens artistas *A roda pode ser aberta a qualquer um que queira participar. Duração: uma roda de Dundunba durar até 3 horas, conforme o engajamento dosparticipantes e do público. 2.. OFICINAS DE DANÇA E PERCUSSÃO ( SINOPSE) O Centro Cultural da Guiné oferece oficinas integradas de Dança e Percussão nas quais os alunos aprendem a performar os ritmos tradicionais de Guiné Conacri e a história por trás deles. 3. CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS (SINOPSE_Sourir Sourir — "sorria, sorria" — voltado ao público infantil. Consiste em atividades que giram em torno da contação de histórias , jogos e brincadeirasafricanas de forma a transmitir a cultura e história da Guiné Conacri para crianças. 4.ACORDA TAMBU ( Coletivo Sol de Chita - SINOPSE) A Roda “ACORDA TAMBU” canta e dança sobre não deixarmos o Tambu (tambor jongueiro) dormindo ou esquecido, visa que nossa raiz cultural não morra com as novas tecnologias e o passar do tempo; já que sua essência ancestral oriunda, muitas vezes, de resolução na roda: no tocar um certo Jongo para avisar que alguém não é bem-vindo, que uma criança nasceu, ou até mesmo que vai ter revolta contra patrões. Nesse momento, a tecnologia do Tambu era acionada. “Acordei, acordei quando dei conta que no Jongo já entrei” (trecho da letra do canto “Sol de Chita" de Juliana Ferraz). Observação: os demais espetáculos serão convidados, posteriormente após a captação dos recursos, será aberto um convite público nas redes sociais, para envio da proposta de apresentação, com video, mapa de palco, mapa de luz.
Apresentação: As periferias vêm se afirmando no cenário cultural brasileiro como espaços de produção cultural, abraçando a diversidade como mote para seus projetos, dando voz para uma parcela considerável de artistas, produtores e criadores de conteúdo, que são colocados sob o manto da invisibilidade social. Um processo de ressignificação do espaço urbano e principalmente de laços de pertencimento, resultando em promoção e proteção social. A ABPADEC, Associação Beneficente para o desenvolvimento da cidadania trabalha cotidianamente para criar uma rede de apoio, arranjos sociais que levem arte, conhecimento, atendimentos de assistência social, ampliando o campo de possibilidades para quem vive o dia a dia da comunidade. Nessa perspectiva, a arte em um ambiente periférico surge como potencial meio de acesso cultural e, até mesmo, de transformação sociocultural, uma vez que nesse contexto, "o artista atua como professor nas mais diversas linguagens criativas, procurando capacitar as crianças e adolescentes para novas perspectivas de futuro, mas, sobretudo, serve-se das diversas circunstâncias para se engajar e contribuir com a luta do povo" (SOUTO, 2019, p. 35). A ideia de chamar de Periferia em movimento: Africanidades, é por ser um projeto coletivo,reunindo artistas negros da periferia de São Paulo, para levar arte para espaços públicos, para uma população vulnerável. As ações são bem objetivas: Oficinas, espetáculos e show, gratuitos e realizados dentro das comunidades, é o que estamos delimitando de OBJETO CENTRAL. Será uma programação de oficinas (fixas e itinerantes), apresentações artísticas, que deem conta da diversidade cultural, mas que sejam espaços de identificação e sociabilidade O foco é trabalhar nas seguintes dimensões: · Formação e difusão artística · Regionalidades, cultura popular · Africanidades ( para destacar a cultura afrodescendente) A semana da consciência negra o Palco Africanidades é um evento de encerramento, que celebra a cultura negra, aulas abertas de dança afro, samba rock, entre outras e grupos e artistas da música Soul Black, Cias de Dança que trabalham com a cultura afro-brasileira, além de intercâmbio com artistas africanos que moram no Brasil e/ou estão na ponte Brasil/África, Sarau de poetas, vídeo dança, rodas de conversa e gastronomia afro-brasileira. . Objetivo geral: · Criar um evento anual chamado Periferia em Movimento: Africanidades, atrações da música, dança, teatro, artes plásticas, formação e difusão artística e oficinas formativas de média duração. Objetivos específicos: 1. Realizar a 1ª edição do Festival Periferia em Movimento: Africanidades, com culminância na semana da consciência negra. 2. Contratar 3 oficinas de dança (danças afro, danças urbanas e danças de salão), carga horária de 36 horas por oficina. 3. Contratar 3 oficinas de teatro (máscaras, clown, improvisação) , carga horária de 36 horas por oficina. 4. Contratar 3 oficinas de música (flauta doce e transversal, percussão, canto coral),carga horária de 36 horas por oficina. 5. Contratar 1 oficina de contação de história, 1 oficina de pintura, 1 oficina de criação de vídeos para redes sociais. Apenas durante a semana da Consciência Negra, portanto, seis horas de oficina. 6. Contratar 3 espetáculos de dança, abertura do Festival , intervenção na rua (Flashmob)e encerramento 7. Contratar dois grupos de artistas circenses ( que entram dentro da categoria espetáculo de artes cênicas) de reconhecimento em São Paulo 8. Contratar músicos: Duas bandas ou artistas independentes que tratem da temática racial 9. Realizar uma grande roda de conversa com autoridades representativas do movimento negro, na educação, política, nas artes, com estudantes de escolas públicas e produtoresculturais. Art. 2o Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; VIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural;
Justificativa cultural: O projeto é na verdade a reunião de artistas comprometidos com a qualidade de vida das pessoas nas comunidades, abrir espaços de lazer e entretenimento no seu local de moradia, ressignifica o que é a própria vida, se sentir pessoa de direitos. Periferia em Movimento , porque as oficinas são itinerantes, as apresentações podem ser programadas em diversos espaços da cidade. A cidade de São Paulo, que é um país dentro de uma capital, tem grandes problemas de mobilidade urbana, facilitar o deslocamento garante público, descentralizar diminui o custo para assistir um espetáculo, sabido que é, que as pessoas deixam de ir ao teatro por não se sentirem pertecentes aquele universo. Vale destacar que pensar em uma programação contínua é oferecer conhecimento, permitir que jovens da periferia ampliem seus horizontes, que elevem sua auto estima, que convivam entre si com um olhar mais cuidadoso com o outro, alterando o comportamento que ecoa para além de si mesmo. As oficinas tem ainda um papel fundamental na mitigação dos danos da violência nas comunidades , bem como evitar a própria influência do tráfico, da prostituição e demais violências sociais. Num outro angulo, dá ao artista a possibilidade de levar seu trabalho, com remuneração, para lugares que são de um público desconhecido, vivências que proporcionam experimentos para novas criações. Porém, para realizar este arcabouço cultural, é preciso aprovar nas leis de incentivo e ter empresas que olhem de maneira diferentes para projetos com este foco, que comprem esta ideia e diminuam as distâncias sociais impostas neste país tão marcado pela desigualdade. Seguindo orientações do Ministério da Cultura, segue abaixo os incisos em que a proposta se enquadra: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
O projeto propõe uma programação de oficinas durante seis meses, culminando na semana na Consciência negra com apresentações artísticas protagonizada por artistas negros e negras. Sobre as cartas de anuência: Troquei de lugar, conforme diligência, elas foram feitas pensando na aceitação de participação do projeto, visto que são detentores dos direitos autorais de seus trabalhos já consolidados. Qualquer necessidade de pagamento de direitos autorais, será feito mediante SBAT e ECAD, conforme legislação. Modificamos o CNPJ junto à contabilidade, anexamos novamente aqui na plataforma, assim como o material de comprovação dos artistas que irão participar do projeto e suas devidas cartas de anuência. Espero assim que possamos ter nosso projeto aprovado.
não se aplica
OFICINAS ( PRODUTO PRINCIPAL) ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: O espaço alugado terá rampas de acesso, corrimão e banheiros adaptados. item na planilha: rampas modulares e desmontáveis. Acessibilidade PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audio-descrição, será fornecido um fone para acompanhar as oficinas. item na planilha: locação de fones , um profissional capacitado para audio descrição Acessibilidade PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: : Tradução em libras. Item na planilha: Interprete de libras. Acessibilidade PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Nos locais teremos um profissional formado em educação especial para lidar com pessoas com sindromes de down, autismos e outras. Item na planilha: Arte educador. ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: O espaço alugado terá rampas de acesso, corrimão e banheiros adaptados. item na planilha: rampas modulares e desmontáveis. Acessibilidade PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audio-descrição, será fornecido um fone para acompanhar as oficinas. item na planilha: locação de fones , um profissional capacitado para audio descrição Acessibilidade PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: : Tradução em libras. Item na planilha: Interprete de libras. Acessibilidade PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Nos locais teremos um profissional formado em educação especial para lidar com pessoas com sindromes de down, autismos e outras. Item na planilha: Arte educador. APRESENTAÇÃO MUSICAL: ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: O espaço alugado terá rampas de acesso, corrimão e banheiros adaptados. item na planilha: rampas modulares e desmontáveis. Acessibilidade PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audio-descrição, será fornecido um fone para acompanhar as oficinas. item na planilha: locação de fones , um profissional capacitado para audio descrição Acessibilidade PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: : Tradução em libras. Item na planilha: Interprete de libras. Acessibilidade PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Nos locais teremos um profissional formado em educação especial para lidar com pessoas com sindromes de down, autismos e outras. Item na planilha: Arte educador.
O projeto é todo gratuito, todas as atividades são livres de cobrança de ingresso. Indicação: Livre Público: crianças acima de 10 anos, jovens, adultos. Inciso/medida do art. 28 da IN nº 01/2023 abaixo será adotada no projeto: III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;
João Leite Ferreira ( ele é responsável pelo processo decisório, pela coordenação geral e gestão financeira, dentro das suas atribuições está a gestão de pessoas, organizar a execução do projeto, suas contratações, agenda, resultados) Certificado de conclusão de curso DIREITO.05.07.2018.Bacharel em Direito. Certificado sebrae SPPela participação ( Qualidade no Atendimento) Faculdade 28 de agostoCertificado. Fundamentos críticos dos pensamentos jurídico.Professor Alisson Leandro Barbate Mascaro . Perspectivas do direito jurídico na sociedade contemporânea..Teoria geral do direito. filosofia do direito.. sociologia do direito. ciência política Centro universitário nove de julho..Globalização e direito internacional.. O papel social do profissional do direito Regiz Ferraz (função no projeto: Coordenador de produção, dentro de suas atribuições está lidar com os artistas, seus contratos, ensaios, logística de execução, pequenos apoios, além de atuar no projeto como músico e professor nas oficinas.) Sobre mimTenho 40 anos, solteiro, sou uma pessoa comunicativa que gosto de música,instrutor de dança (afro,gafieira e samba rock) personal dancer ritmos variados, arte/educação, agente social e cultura.Trabalhei como músico instrumentista em várias bandas de São Paulo, banda 4 estações , musical express, orquestra e coral entre outras bandas da região de São Paulo.Cursos• Arte Educador | 2018• Música e Percussão FUNDAÇÃO ARTES• Teoria Musical e Produção Musical• Noções de informática: Sistema operacional Windows 7 e 10 e Pacote Office 2021• Gestão administrativa e organização • Idioma: Inglês e Espanhol Básico • Experiência profissionalNo ano de 2012 começa atuar como free- lance trabalhando para diversas bandas iniciou tocando com grupos de samba, no decorrer do tempo se expandiu e vem utilizando seu talento de percussionista para bandas de todos os gêneros. Atualmente trabalha como produtor musical. Dirige, organiza músicos, bandas de diversos estilos e cantores, escolhe o estúdio e define o melhor equipamento a ser utilizado. Realiza o controle das sessões de gravação e supervisiona o processo de mixagem, é o responsável por atuar na pré-produção, produção e pós-produção da obra, auxiliando em questões referentes à regulagem de som, desenvolvimento do mapa da música, equipamentos utilizados, mixagem dos instrumentos e vocais, entre outras questões relacionadas. EducaçãoFormação AcadêmicaEnsino Médio CompletoFUNDAÇÃO DAS ARTES - SÃO CAETANOTeoria musical,Percussão Erudita, Percussão Popular e Produção musical Centro de estudos de cultura da Guiné ( Coletivo de Dança Afro, ABAIXO estão os integrantes deste coletivo que ficará a cargo das oficinas e das apresentações artísticas) Função no projeto: ministrar oficinas e apresentação de performances artísticas Desde 2016, o Centro de Estudos de Cultura da Guiné, fundado por Abou Sidibe, promove atividades artísticas, culturais e pedagógicas no bairro daLiberdade. Entre elas: aulas de dança e percussão, saraus e encontros temáticos. A Casa da Liberdade, como é chamado o nosso espaço, tambémhospeda artistas africanos que vem se apresentar em São Paulo e oferece residência para pesquisadores que buscam se aprofundar nos estudos sobre dança afro. ABOU SIDIBÉ (bailarino, coreógrafo) Chegou no Brasil em 2012, formou o grupo Ballet Fareta Sidibé, em 2014, com o qual se apresentou por todo o país.(DRT: 0042635/SP) Em 2015 foi reconhecido como diplomata da Cultura de Guiné Conacri pelo Sindicado de Profissionais da Dança de São Paulo. Tem anos de experiênciacom espetáculos, aulas de dança. Aicha Traoré (bailarina) bailarina formada pelo Ballet Nacional de Merveilles e 20 anos de experiência. Chega ao Brasil em 2016, onde foi recebida pelo Centro Cultural da Guiné e também passou a fazer parte do grupo Fareta Sidibé. Hoje, atua no Centro Cultural da Guiné como professora de dança e cuidadora de crianças. LIRA KIM ( designer e direção de imagem) Formada em Audiovisual pela USP, conheceu Abou Sidibé por meio da equipe do documentário Liberdade (2018), de Pedro Nishi e Vinícius Silva. Contribuiu voluntariamente com Centro Cultural da Guiné durante a pandemia. Atualmente, trabalha com cinema e projetos culturais Sol de Chita ( apresentação artística) Sol de Chita é um coletivo nascido da união de educadoras, que buscam estudar sobre o movimento artístico por meio das danças brasileiras. O Jongo é a essência do foco de pesquisa: uma dança - também conhecida como Caxambu -, tradicional da região do Sudeste, composta por roda cheia deenergia, tambores chamados Caxambu, candongueiro e tambu, e canto que remete luta, brincadeira e ancestralidade. O coletivo Sol de Chita está relacionado com a dança educação: ensinamos o público a dançar e cantar com o conjunto, e essa socialização democratiza a roda, numa composição integrativa entre os presentes, acordando a vivência desta arte dentro de cada participante. Integrantes: JULIANA FERRAZ ( artista performática) Diretora artistica/ dançarina Atriz, Dançarina Afro, Arte educadora , professora de dança afro e danças brasileiras . Participou da Cia de teatrocomo "Do outro lado do Morro Crianças pretas", dramaturgia de Sergio Pires, Pretas em Cena, Teatro de Tabuas e Teatro de Cordel;Diretora do grupo "AFROSOL", de dança afro, fez parte do grupo cia dança africana Balletafro koteban, onde teve maior pesquisa com a dança africana e intercambio. MARCIA LUZIA ( artista performática) Produtora /dançarina Arte Educadora, atriz, dançarina e pesquisadora de danças populares brasileiras. Integrante e produtora executiva do Coletivode Danças Brasileiras "Sol de Chita" e integrante do Coletivo Percussivo "Mulheres do ABC - O Bloco JUCI SANTANA ( artista performática) dançarina / Figurinista Dançarina Bolero de Ravel - direção Camila Nosso - Prefeitura de Ribeirão Pires Rua das Rosas - Direção Pitty Santana - CiaFeijamkarroz Confecção de Figurino Figurinha Carimbada - Direção Pitty Santana -Cia Feijamkarro TALITA ALMEIDA ( artista performática) Atriz/dançarinaAtriz, Arte-Educadora Inclusiva, Professora e Diretora de teatro, Contadora de Histórias e Focalizadora de Danças Circulares Sagradas. Focalizou Danças Circulares Sagradas para professores de inclusão da rede municipal de Santo André e, para funcionários do Banco do Brasil no departamento interno em São Paulo. Atuou nos espetáculos "Nena e Nina" (contação de histórias em parceria com Sophia Aloha e direção de Isabella Veiga) e "Ecordel - teatro em verso e prosa" (texto de Assis Coimbra e direção de Ana Célia Padovan). ZULEIDE MARIA ( artista performática) DançarinaFormada em pedagogia pós graduação em gestão .Dança samba de coco em apresentações em escola. Pesquisadora de danças populares. SHEILA COSTA ( artista performática) dançarinaBibliotecária e estudante de Letras. Integrante do Bloco Afro Expresso Baianista, administradora da página Biblioteca Afroescola e colaboradora do Clube de leitura .Afropalavreando
PROJETO ARQUIVADO.