| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 00251951000133 | Bravo Caminhões e Empreendimentos Ltda. | 1900-01-01 | R$ 180,0 mil |
| 14053968000190 | AURABRASIL - TRANSPORTES MAQUINAS E EQUIPAMENTOS LTDA. | 1900-01-01 | R$ 160,0 mil |
Obras artísticas, pensamentos, criações inéditas e produtos linkados em metaverso - onde os mundos real, ficcional e virtual se encontram _ é a proposta do projeto CAETANO DIAS _ ÁGUA BRUSCA _ POÉTICAS DE PROCESSO. Os produtos culturais criados serão: O LIVRO biográfico com o conjunto de textos de vários autores sobre a obra de Caetano Dias, além das imagens da obra do artista. O projeto contará também com videoartes criadas em diálogo com O LIVRO impresso; exposição artística de obras inéditas; e a criação d’O LIVRO virtual.
POÉTICAS DE PROCESSO – a publicação impressa apresenta a vasta obra do artista visual Caetano Dias, com imagens dos seus trabalhos; dezenas de textos publicados sobre suas exposições e obras nas últimas décadas, apresentando toda a riqueza estética e artística do autor. A proposta é produzir um ‘coffe table book’, como são chamados os livros de arte que são fontes de consulta e podem ficar em mesas de centro, dada sua beleza estética. ÁGUA BRUSCA - o livro serpente, que é a espinhal dorsal do livro dentro do livro, é uma história de ficção, escrita por Caetano Dias, que estará contida no livro principal. Este conto remonta ao início da história do Brasil, apresentando uma personagem que vive por mais de 400 anos no Raso da Catarina, nordeste baiano. Numa época que a região era banhada por muita água e se podia navegar no Raso. História que deixa na paisagem atual a marca do seu passado, através de um barco, no meio do atual extremo semi-árido. O BARCO – METAVERSO – a ficção e a realidade se imbricam nesta instalação artística. A proposta é instalar um barco cênico no meio do semi-árido do Raso da Catarina, produzindo um ensaio fotográfico que irá integrar O LIVRO e uma exposição. ALFABETO SINESTÉSICO – produto de videoarte, que interage o ambiente físico e o digital. Caetano Dias criou, em 2016, uma instalação a partir do Alfabético Sinestésico de Canudos. A videoarte não só produzirá uma obra audiovisual na região do Raso da Catarina, como também prevê a criação de uma font true type, com este alfabeto (ver página 99 do anexo dossiê). ÍYÁ – MÃE NO RIO – personagens ficcionais do livro ÁGUA BRUSCA ganham vida nessa videoarte que mergulha nos sons das águas em meio a paisagem desértica do sertão baiano. Reflexos e reflexões sobre o nascer, crescer, viver e morrer no corpo e na memória. SITE CAETANO DIAS – a extensa obra do artista, além de ser revisitada em ÁGUA BRUSCA – POÉTICAS DE PROCESSO, também será apresentada em um site inédito http://caetano.dias.art.br/. Além dos trabalhos realizados pelo artista, no site também estará disponível O LIVRO VIRTUAL, com versão em áudio-narração.
Artista visual, cineasta, poeta, nascido em Feira de Santana e radicado em Salvador desde a década de 1980, Caetano Dias cursou Letras Vernáculas na UCSAL, entre 1985 e 1987, período que inicia sua carreira artística no Grupo Interferências, criando murais em espaços públicos de Salvador e participando de Exposições Coletivas. Em 1988, realiza a performance "Hormônios de um Cidade", no Teatro ACBEU; e participa do 1º Salão Baiano de Artes Plásticas, no MAM/BA. Nesses mais de 35 anos de carreira artística participou de dezenas de exposições coletivas e individuais; dirigiu diversas videoartes, curtas, documentários e um longa-metragem; ministrou cursos de pintura nas oficinas do MAM/BA; sua obra integra acervos de galerias na Bahia, no Brasil e exterior; além de ser um artista premiado na Bahia, no Brasil e no exterior. Sua obra não privilegia um suporte ou técnica, trabalha com vídeo, pintura, fotografia, obras tridimensionais, instalação multimídia. Como cita a Professora e Doutora em Artes, Claudia Pôssa: "A obra de Caetano Dias tem como um dos eixos a questão do corpo, entendido de forma ampla, não apenas o corpo humano, mas o corpo da cidade, o corpo em transformação, imerso em um espaço e em uma cultura. Um corpo em constante processo de constituição e dissolução que, assim como a memória, outra das grandes questões recorrentes nos trabalhos de Caetano, é feito de marcas e esquecimentos". É nesse contexto da memória e da reverência que a CulturaTAO propõe o projeto CAETANO DIAS _ ÁGUA BRUSCA _ POÉTICAS DE PROCESSO, apresentando uma série de produtos culturais, que dialogando e se inter-relacionam nos ambientes real, ficcional, físico e virtual. São diversas ações, todas com o objetivo de reverenciar a obra e o pensamento de Caetano Dias. O conjunto de textos sobre o artista, é apresentado por autores de renome nacional e internacional nas artes. O livro é composto de 2 capítulos, um é o POÉTICAS DE PROCESSO e o outro é o conto de ficção ÁGUA BRUSCA. Sendo uma publicação dentro da outra. POÉTICAS DE PROCESSO _ a publicação impressa apresenta a vasta obra do artista visual Caetano Dias, com imagens dos seus trabalhos; dezenas de textos publicados sobre suas exposições e obras nas últimas décadas, apresentando toda a riqueza estética e artística do autor. A proposta é produzir um ‘coffe table book’, como são chamados os livros de arte que são fontes de consulta e podem ficar em mesas de centro, dada sua beleza estética. ÁGUA BRUSCA - o livro serpente, que é a espinhal dorsal do livro dentro do livro, é uma história de ficção, escrita por Caetano Dias, que estará contida no livro principal. Este conto remonta ao início da história do Brasil, apresentando uma personagem que vive por mais de 400 anos no Raso da Catarina, nordeste baiano. Numa época que a região era banhada por muita água e se podia navegar no Raso. História que deixa na paisagem atual a marca do seu passado, através de um barco, no meio do atual extremo semi-árido. O BARCO _ METAVERSO _ a ficção e a realidade se imbricam nesta instalação artística. A proposta é instalar um barco cênico no meio do semi-árido do Raso da Catarina, produzindo um ensaio fotográfico que irá integrar O LIVRO e uma exposição. ALFABETO SINESTÉSICO _ produto de videoarte, que interage o ambiente físico e o digital. Caetano Dias criou, em 2016, uma instalação a partir do Alfabético Sinestésico de Canudos. A videoarte não só produzirá uma obra audiovisual na região do Raso da Catarina, como também prevê a criação de uma font true type, com este alfabeto (ver página 99 do anexo dossiê). ÍYÁ _ MÃE NO RIO _ personagens ficcionais do livro ÁGUA BRUSCA ganham vida nessa videoarte que mergulha nos sons das águas em meio a paisagem desértica do sertão baiano. Reflexos e reflexões sobre o nascer, crescer, viver e morrer no corpo e na memória. SITE CAETANO DIAS _ a extensa obra do artista, além de ser revisitada em ÁGUA BRUSCA _ POÉTICAS DE PROCESSO, também será apresentada em um site inédito http://caetano.dias.art.br/. Além dos trabalhos realizados pelo artista, no site também estará disponível O LIVRO VIRTUAL, com versão em áudio-narração. EXPOSIÇÃO METAVERSO _ o artista visual fará uma exposição na ‘Paulo Darzé Galeria de Arte’, apresentando as fotografias da instalação do BARCO, o próprio barco estará exposto, além de outras obras de Caetano Dias. Será um mês de exposição. O projeto conta ainda com uma grande equipe de pesquisadores, editores, produtores e comunicadores para possibilitar a confluência dos diversos produtos e a construção desse metaverso, linkando os ambientes físicos, virtuais, reais e ficcionais. Geral: Promover a revisitação da obra do artista visual Caetano Dias, através da publicação d’O LIVRO: ÁGUA BRUSCA _ POÉTICAS DE PROCESSO. Específicos: - Imprimir 1.000 unidades do livro ÁGUA BRUSCA _ POÉTICAS DE PROCESSO; - Produzir 2 videoartes, com duração entre 3 e 5 minutos, que dialogam com O LIVRO; - Criar um conto ficcional, que será inserido dentro d’O LIVRO; - Promover a acessibilidade d’O LIVRO através da sua áudio-narração; - Construir o site do artista Caetano Dias, para difusão de sua obra e d’O LIVRO; - Realizar a exposição CAETANO DIAS _ METAVERSO, com trabalhos artísticos criados durante o processo de construção d’O LIVRO; - Integrar os diversos produtos culturais criados, nas Redes Sociais, difundindo o conceito do metaverso; - Fortalecer a cena das artes visuais na Bahia, com a construção de um projeto de grande impacto no mercado.
O projeto se enquadra nos Incisos I, II, III, V, VIII e IX do Art. 1º da Lei nº 8.313/91. Assim como atingem os objetivos do Art. 3º da mesma Lei nos incisos II a) produção de vídeos, II b) edição de obras de arte, II c) realização de exposição, IV b) levantamentos na área da arte, V c). Falar da importância de um projeto que revista a obra do artista visual Caetano Dias é falar da importância do trabalho de Caetano Dias para a cultura baiana e brasileira. A profundidade da sua obra é o grande norteador deste projeto. E são suas próximas frases, que introduzirão o livro ÁGUA BRUSCA _ POÉTICAS DE PROCESSO, que servirão de defesa à esta justificativa: "CONTINUO A MINHA AUTOFAGIA PARA DEPOIS E SOBRE AS MINHAS PRÓPRIAS CINZAS FICAR A FAZER VENTANIA Por CAETANO DIAS ... Eu vinha explorando a ideia de perda de sentido, de vertigem. Primeiro, com a exposição de pinturas na Capela do Museu de Arte Moderna da Bahia - MAM-BA (1996). Depois com as imagens mundanas bidimensionais. Em seguida com a instalação "Sobre a Virgem" (2002), no Paço das Artes, para depois chegar à ideia de algo que se consome, de algo comestível. Tudo isso passa pela noção de autofagia. O que no meu entender, pós-antropofagia, pois não apenas consome-se a cultura do outro, mas simultaneamente consome-se a si mesmo. Aí cheguei à eucaristia do corpo de Macunaíma, ou a autofagia enquanto processo de existência. Nesse momento entra o açúcar como conceito na alegoria do corpo de um Cristo negro (2004) reproduzido em rapadura. Esse corpo de cristais de açúcar é a encruzilhada onde tudo perde sentido para ser pleno em seu caos. ... Ainda sobre as questões que me movem para o que faço, não poderia comentar somente sobre os trabalhos com o açúcar que continuam a avançar independentemente da minha vontade, pois nesse decurso surgiram outras matérias da mesma natureza como urucum, ossos etc. Na viagem pela III Bienal da Bahia (2015), em companhias do também artista Juraci Dórea até a cidade de Canudos, aconteceu algo inesperado, uma experiência sensorial, mística. O desafio era para ser apenas um couro diferente do usado nas instalações montadas por ele nos campos do sertão baiano. O tal couro não encontrei em parte alguma. Porém me deparei com uma saca de urucum na cidade de Monte Santo e também um chocalho desses de boi ou bode. Pareceu-me naquele momento que faria parte do processo, ainda em sua fase inicial. No último instante a ação foi se construindo e de repente me vi envolvido em um ritual com o urucum no Morro da Favela em Canudos. Isso não foi apenas uma performance, mas uma reconexão com o sagrado quando no ocorrido senti o transe, em que de alguma maneira me conectei com a energia do lugar, com a carga histórica do massacre ocorrido ali. Foi tudo muito intenso. É o pó da história brasileira entrando por cada poro do meu corpo. Nunca pensei que viesse a me envolver com algo de caráter místico de maneira tão linda. Depois do auto desfazimento da minha religiosidade, este espaço naturalmente não poderia ficar vazio embora eu não me preocupasse em ocupá-lo com outros sentidos. ... Em 2010, recebi um convite para realizar uma mostra individual no Palácio da Aclamação, em Salvador, que é uma antiga casa de governo localizada no sítio histórico da antiga Vila Velha, primeira ocupação portuguesa em terras da Cidade da Bahia, e onde hoje funciona, também de mesmo nome, o Teatro Vila Velha, onde a Tropicália balbuciou seu início. E juntando o fato de ser uma casa de governo em desuso, quase em ruína, e estando naquele momento em ano eleitoral, aliado a tudo isso estava para mim a presente história de Catharina Paraguaçu e de Diogo Álvares Correia. Está na história que a ameríndia de nome Guaibimpará, filha do Morubixaba Taparica, da nação Tupinambá, casou-se com o português Diogo Álvares Correia, conhecido como "Caramuru". A nau, chegando da Europa, em que vinha Diogo, naufragou no mar do Rio Vermelho, em 1510, e a tripulação da embarcação foi morta pelos tupinambás, sobrevivendo apenas o Diogo por disparar o mosquete sobre uma ave e com isto os indígenas assustados gritaram: Caramuru _ que significa "homem do fogo". Também contou para ser poupado o sonho ou visão da índia Paraguaçu que anteviu o naufrágio da nau. Então, o Caramuru passou a viver entre os tupinambás, e assim teve início a dominação portuguesa sobre os "negros da terra" e seu lugar nativo. Juntei todas essas peças e percebi que havia em minhas mãos um movimento de peças único no jogo a ser articulado para discutir a história em curso e, ao mesmo tempo, recorrer ao passado. Então fiz uma obra, um site specific, que também discutia a política atual e embaralhei todas as peças desse jogo para arremessar sobre as paredes daquela antiga construção histórica. Essa também é a história que dá origem às obras "Bicho Geográfico" e "Delírios de Catharina". O termo delírios faz referência ao sonho da negra da terra e, também, à orgia de sangue ocorrida na ocupação da Bahia e do Brasil durante a colonização portuguesa e na inescrupulosa exploração da mão de obra escrava que ainda perdura em muitas situações na atualidade. Como dito antes, nesse trabalho também temos encruzilhadas somadas em camadas que perpassam a história da Bahia e do Brasil, o território, o poder e seus personagens, além da minha própria história e da minha família". -------------- Assim, dessa energia pulsante, criativa e profunda que surge O LIVRO "ÁGUA BRUSCA _ POÉTICAS DE PROCESSO", de CAETANO DIAS. Um livro de artista, uma reflexão sobre a vida, sobre quem somos, o que fazemos e porque estamos aqui. Sem dúvida, um marco na carreira do artista e na história das artes visuais da Bahia.
Nos anexos do projeto seguem:- Orçamento da gráfica;- Carta de Autorização do artista Caetano Dias;- Dossiê com a obras do artista Caetano Dias e textos para O LIVRO;- Conto ficção Água Brusca (estará dentro d’O LIVRO).
Livro – 1.000 unidades Nº. de páginas: 400, dim. 23,0x30,0x 3,9cm. Capa em 4x0 cores em Couche Fosco 250g. Gravação de chapa - CTP, Laminação Fosca Frente. Guardas em 0x0 cores em Couche Fosco 150g. Laminação Fosca Frente. 320 Páginas - em 4x4 cores em Couche Fosco 150g. Gravação de chapa - CTP. 80 Páginas - em 4x4 cores em Papel Off-White avena IMUNE 90 g. Gravação de chapa - CTP. Colado, Costura de Linha novo, Encadernado Capa Dura.
O conteúdo cultural do projeto consiste em 3 produtos: LIVRO – opção de acessibilidade com a audionarração e disponibilização gratuita na internet VIDEOARTE – com o pacote de acessibilidade necessária (janela de libras, audiodescrição e legenda descritiva) EXPOSIÇÃO – a exposição acontecerá em local com acessibilidade para facilitar a locomoção do acesso físico das pessoas com deficiências motoras.
Cada produto cultura terá um plano de acesso e distribuição: LIVRO – impressão de 1.000 exemplares, sendo: - 10% para os patrocinadores; - 10% para o autor e equipe; - 30% para distribuição gratuita em bibliotecas públicas e comunitárias; - 20% para venda com valor social de R$ 39,00 a unidade - 30% para venda, ao valor de R$ 140,00 a unidade. VIDEOARTE – veiculada gratuitamente na exposição e na internet EXPOSIÇÃO – aberta ao público, gratuitamente e em espaço expositivo com acessibilidade.
PRODUTOR EXECUTIVO E ADMINISTRADOR TIAGO TAO (sócio-diretor da empresa proponente) Formado em Comunicação Social, com Habilitação em Publicidade, e com mais de 20 anos de experiência no mercado cultural. Atua como elaborador e administrador de projetos culturais, produtor executivo e diretor de produção. Com mais de 100 projetos aprovados em editais de diversos e Leis de Incentivo, trabalha em todas as áreas artísticas (audiovisual, artes visuais, artes cênicas, música e patrimônio cultural). Em Artes Visuais, atuou nos projetos: Perambulantes (2010), Fotopoética ou a Arte de Transver o Mundo (2011), Ciclos da Vida (2013), Vale do Grafite (2013), O Gabinete de Alice (2014, 2016 e 2017) - executado em 2016 na Caixa Cultural São Paulo; Ocupação Coaty (2016); Mestre Didi - Revisitações Artísticas (2017); Arte Eletrônica Indígena (2018/2019). Entre os projetos de audiovisual realizado destacam-se: Telefilme Beleza da Noite (2022), Longametragem Nina (2021), documentários Brasil Tupinambá (2021) e As Indigenas da Terra (2023), além da administração de prestação de contas de dezenas de outros projetos de audiovisual para as Chamadas Públicas da Ancine. ARTISTA VISUAL CAETANO DIAS Alberto Caetano Dias Rodrigues (Feira de Santana, Bahia, 1959). Artista visual. Cursaletras vernáculas na Universidade Católica do Salvador, entre 1985 e 1987. O início de suacarreira artística é marcada pela participação no Grupo Interferências, com realização demurais em espaços públicos em Salvador. Em 1988, realiza a performance Hormônios deuma Cidade, no Teatro do ACBEU e uma pintura mural na Praça de Oxum/Terreiro CasaBranca. Desde 1995, ministra curso de pintura nas oficinas do Museu de Arte Moderna daBahia (MAM/BA). Atualmente, sua obra não privilegia um suporte ou técnica, trabalha comvídeo, pintura, obras tridimensionais, instalação multimídia e fotografia digital. OBRAS PRODUZIDAS E EXPOSTAS: Água Benta Geladinha, Confessionário, Corpo Presente/Não Lugares, entre outras. EXPOSIÇÕES REALIZADAS: 1º Salão Metanos/Copenos de Artes Visuais da Bahia (1986), 1º Salão Baiano de Artes Plásticas (1989), Caetano Dias: Pinturas (1989), 7º Salão Paulista de Arte Contemporânea (1989), 1º Bienal do Recôncavo (1991), 4ª Bienal Nacional de Santos (1993), 2º Salão MAM Bahia de Artes Visuais (1995), 28º Festival de La Painture (1996), 7º Salão da Bahia (2000), Metacorpos (2003), BerlinBahia (2019), dentre dezenas de outras. Mais sobre as obras do artista no link: https://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa26794/caetano-dias PESQUISADORA GABRIELA BENJAMIM EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL: Sons da África – maio a julho/2017 – produção de camarim; Amma Chocolate – agosto/2017 a julho/2021 – atendimento ao cliente, auxiliar administrativo, promotora de eventos; EXPOFOOD – Rio de Janeiro/2019 – segunda maior convenção de negócios da América Latina – promotora do evento; BIO BRAZIL FAIR – São Paulo 2018 e 2019 – feira de relações comerciais e troca de experiências – promotora do evento; ARTS DIGITAL MARKETING – julho/2021 a maio/2022 – pesquisadora, redatora e atendimento ao cliente; CulturaTAO – dezembro/2021 a atual – pesquisadora, produtora cultural e auxiliar administrativo: PROJETO QUITÉRIA – apoio administrativo; VIVA LA MÚSICA BRASILIANA – apoio administrativo; NA CORDA BAMBA DO SAMBA – pesquisa e apoio administrativo; YBY YARA – TERRA DO CONHECIMENTO – pesquisa e revisão da finalização da obra; FESTIVAL RUMPILEZZ – ANO 2 – pesquisa e produção de conteúdo digital; HISTÓRIA CANTADA – pesquisa e registro fotográfico; ANTOLOGIA NEGRA – pesquisa e produção editorial; FUNDAÇÃO BALÉ FOLCLÓRICO – pesquisa e assistente de produção; FESTIVAL DE JAZZ DO CAPÃO 2022 – apoio administrativo. PROJETO GRÁFICO SIDNEY SANTOS SILVA Com formação em Design Gráfico e habilitação em Programação Visual e com Especialização em Artes Visuais, Cultura e Criação, desde cedo demonstrou uma afinidade especial com o mundo editorial. Coordenou, no período de 1998 a 2010 o Núcleo de Design da Pró-Reitoria de Extensão da Universidade do Estado da Bahia (UNEB) quando foi incorporado à Editora desta Universidade. Atualmente atua como coordenador de design e supervisor de estágio desta editora. Seu portfólio é composto por mais de 600 obras dos mais diversos públicos. Entre elas: Independência do Brasil: Lutas e Símbolos de Uma Guerra na Bahia (2023), Antologia Negra de Ildásio Tavares (2022), Foto Síntese de Heloísa Lima (2021), A Cidade e Seu Duplo (2020), A Pré-Revolução Brasileira (2019), entre dezenas de outros títulos. EDITORA SELMA SOARES DE OLIVEIRA Doutora pelo Programa Multi-institucional e Multidisciplinar em Difusão do Conhecimento UFBA (2018). Possui graduação em Museologia pela Universidade Federal da Bahia (1993) e mestrado em Artes Visuais pela Universidade Federal da Bahia (1997). Atualmente é professora assistente da Universidade Estadual de Feira de Santana, atuando na graduação, no Programa de Pós-Graduação em Desenho, Cultura e Interatividade e no Programa de Pós-graduação em Desenho Lato Sensu. Durante os anos de 2007 a 2010 e 2014 a 2015 dirigiu o Centro Universitário de Cultura e Arte da UEFS. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Teoria e História da Arte e Arte Brasileira, atuando principalmente nos seguintes enfoques: Arte Educação, Cultura, Memória e Identidade, Produção Cultural, Museus, Feira de Santana, Arte Cristã, Arte popular e Arte Barroca. Entre os anos de 2006 e 2007, atuou na área de educação especial, no Centro de Apoio Pedagógico de Feira de Santana. Trabalhos na área de memória; identidade da comunidade feirense. Na área de produção cultural destaque para: Projeto Bando Anunciador UEFS/CUCA (2007/2010), Exposição "Eurico Alves Boaventura: Memória, Poesia e Sertão" (2009) e curadoria da exposição Projeto Terra do artista plástico Juraci Dórea na Université Paris 8 – Franca (2008). Livros publicados: Imagens de Roca - uma coleção singular da Ordem Terceira do Carmo de Cachoeira (2014); Cuca em Cena (2012); Cultura e Artes Plásticas (2003). Livros organizados: Projeto Nordeste de Artes Plásticas (2003). Demais produções bibliográficas: O acervo do Museu Regional de Arte (2015); O universo museal do projeto terra (2008); Estudo para uma iconografia franco-amadiana (2012); Projeto Chocalho de Cabra (1997), entre dezenas de outros trabalhos. ASSESSORIA DE IMPRENSA E REDES SOCIAIS DAYANNE PEREIRA Jornalista pela Faculdade da Cidade do Salvador (FCS); Doutoranda e mestre em Midiatização e Indústria de Mídiano Programa de Pós Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas da Universidade Federal da Bahia (PósCom/UFBA). Pós graduada em Comunicação Estratégica e Gestão de Marcas na (PósCom/UFBA). Atua com: Jornalismo digital; Fotografia; Assessoria de Comunicação e Imprensa; Comunicação Integrada de Marcas; Comunicação Interna; Marketing Digital; Diagramação no InDesign; Edição básica de fotos no Photoshop; Edição de sites e blogs no Wordpress. Experiência profissional - Agência de Comunicação com serviços de relacionamento com a mídia,produção de conteúdo, comunicação institucional, gestão de mídias sociais,fotografia entre outros. Agência de Notícias Ciência e Cultura da Ufba - Editora Cultural e Jornalistaagosto de 2011 - abril de 2012 (9 meses). Revista Bahiana – Jornalista - agosto de 2011 - agosto de 2011 (1 mês); Salvador e Região, Brasil - Jornalista na 4º edição da revista. MAM BA - Assessora de imprensa - agosto de 2009 - outubro de 2010 (1 ano 3 meses) - Jornalista; Assessoria de imprensa; Atualização do site; Fotografia. Além de realizar a Assessoria de Comunicação de dezenas de projetos culturais, destacando: Telefilme Beleza da Noite (2022), Cirandas do Brincar (2023), Coletânea Bicentenário da Independência do Brasil na Bahia (2023).
EXPIROU O PRAZO DE APRESENTAÇÃO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO PROJETO.