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APOCALIP-SE é um projeto de montagem teatral, que será concebido como um monólogo musical, além de uma contrapartida formativa na área.
"APOCALIP-SE” eÌ? uma obra teatral inédita, sobre o fim do mundo como metáfora de transformação e renovação de um artista. O espetáculo desconstrói a realidade ao redor de um homem de 50 anos, solitário, morador do bairro de Copacabana, durante a pandemia. Essa transformação começa no despertar de um dia qualquer, em que o cotidiano perde seu fraÌ?gil sentido. Copacabana explode em fragmentos de pedras portuguesas brancas e pretas e seus desenhos ondulados, aos quais o personagem se agarrava, não seguem os caminhos de antes. Tudo o que antes parecia conectado estaÌ? frouxo, estaÌ? no ar, flutua e aterra ao mesmo tempo - dissolve e coagula. O apocalipse, aqui, não tem o sentido de destruição, interpretação mais comum, mas sim, o da revelação. O fim do mundo estaÌ?, desse modo, mais proÌ?ximo do fim de como nos identificamos. Falar sobre o jogo do ego com a tecnologia e a revelação, em meio aÌ€ crise do novo Coronavirus, eÌ? uma maneira cataÌ?rtica de fazer a plateia refletir sobre seu proÌ?prio processo, ineÌ?dito em sua geração. AleÌ?m disso, como coletivo, buscar esmiuçar o impacto desse evento pandeÌ‚mico que permaneceraÌ? como refereÌ‚ncia por muitos anos. O espetaÌ?culo seraÌ? concebido como um “monoÌ?logo musical” com 60 minutos de duração. No palco, estaraÌ? o ator e cantor Jorge Caetano, acompanhado de uma banda de muÌ?sicos, liderados pelo compositor e diretor musical Felipe Storino, que criou uma trilha original. O texto eÌ? de Julia Spadaccini e MaÌ?rcia Brasil e a direção seraÌ? de Alexandre Mello e Jorge Caetano. Essa peça comemora os 15 anos da cia casa de Jorge, que busca desenvolver projetos teatrais que tenham como objetivo uma dramaturgia pautada na conexão com os novos comportamentos contemporaÌ‚neos.
OBJETIVO GERAL Produzir uma obra teatral original, com texto e canções inéditas que, através do protagonista, abordará as complexas mudanças de comportamento e novas sensações que a pandemia deflagrou em toda a humanidade. O espetáculo pretende fazer o espectador refletir sobre que mundo novo é esse; que transformações deverão moldar a realidade a nossa volta e as nossas vidas; repensar a sociedade de consumo e o que realmente é essencial, depois que a pandemia acabar e celebrar os 15 anos da Cia Casa de Jorge com a continuidade da companhia teatral, que durante esse período, não interrompeu sua pesquisa e vem se consolidando na cena brasileira, com sua linguagem e pesquisa próprias. Este projeto responde aos seguintes incisos do artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; OBJETIVOS ESPECÍFICOS Estrear a temporada teatral com 16 apresentações de 60 minutos de duração no Rio de Janeiro e 8 em Sâo Paulo; Estimular a produção cultural da Região Sudeste, com uma dramaturgia contemporânea; Promover ações complementares ao espetáculo como conversas e lives entre os artistas e o público; Contribuir para que o acesso à cultura se democratize, oferecendo um percentual considerável de gratuidades por temporada; Oferecer contrapartida formativa em escolas públicas da cidade do Rio de Janeiro com temática teatral.
Os sentimentos que povoaram - e ainda povoam - nosso peito durante o periÌ?odo de isolamento durante a pandemia, foi o mote para a criação de APOCALIP-SE. Assim como o protagonista, enfrentamos novas perspectivas: grandes incertezas e um futuro imprevisiÌ?vel. Falar desse cotidiano, onde o personagem central avalia a sua vida eÌ? uma maneira cataÌ?rtica de fazer a plateia refletir sobre essa experieÌ‚ncia ineÌ?dita. A companhia tem desenvolvido espetáculos em conexão com novos comportamentos contemporaÌ‚neos: A PORTA DA FRENTE, (preÌ‚mios SHELL e FITA 2013); NÃO VAMOS FALAR SOBRE ISSO AGORA, OS ESTONIANOS, O CEÌ?U ESTAÌ? VAZIO e AOS DOMINGOS (indicado aos preÌ‚mios SHELL e CESGRANRIO), foram sucesso de puÌ?blico e criÌ?tica. A equipe desenvolve trabalhos com a cia. a mais de duas deÌ?cadas. Os muÌ?sicos Felipe Storino, Paula Otero e Mauricio Chiari, desde 2011: OUTSIDE, (preÌ‚mios APTR e FITA de melhor ator para Jorge Caetano, e de melhor trilha para Felipe Storino) EDYPOP e BRILHO DA NOITE. A direção da produção ficará a cargo de Maria Dulce Saldanha e a direção geral será de Alexandre Mello, que dirigiu cinco trabalhos da autora. Por tratar de um tema universal, a peça será relevante para todo publico. A CIA CASA DE JORGE, através de APOCALIP-SE, pretende apenas reforçar o que a física quântica ja demostrou, de que a consciência pode modificar a matéria, o que significa que nossa vida depende daquilo que pensamos. Trata-se de um projeto de artes cênicas, com relevância para pleitear recursos da Lei de acordo especialmente com os incisos I, II, III e IX do Art. 1o da lei 8313/91 (I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IX - priorizar o produto cultural originário do País). Esta proposta está contemplada no Art 3o da lei 8313/91 Inciso II a, que estabelece o papel da lei como incentivadora no fomento à produção cultural e artística, mediante realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore e edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes. Por fim, o projeto é marcado pela forte preocupação de contrapartida social, uma vez que são utilizados recursos públicos, sendo assim, esta proposta também se destina a promover acessibilidade e democratização dos resultados à população em geral e oferecer uma contrapartida que consiste na formação artística de alunos da rede pública de ensino no que diz respeito à poética do projeto.
A montagem é um monólogo musical de 60 minutos de duração, e que aborda o fim do mundo como metáfora de transformação de um homem solitário, durante a pandemia. No palco, estará o ator e cantor Jorge Caetano e uma banda de 3 músicos, liderados diretor musical Felipe Storino, que criou 6 canções originais. O texto inédito é de Julia Spadaccini e Márcia Brasil e a direção será de Alexandre Mello e Jorge Caetano. A concepção contará com recursos de multimídia, num cenário que reproduzirá o apartamento do protagonista no bairro de Copacabana. Todo o cenário será composto de telas tipo “rosco”para projeção e o espaço cênico da banda formará um “casulo”, inspirado em Lygia Clark. Apocalipse é uma peça-show que integra música, teatro e imagem pré filmada. APOCALIP-SE é o sexto trabalho criado pela Cia Casa de Jorge, que completará 15 anos em 2022. A direção da produção ficará a cargo de Maria Dulce Saldanha, com realização da JCaetano Produções. Pretende-se estrear o espetáculo na cidade do RJ, fazer uma temporada de 1 mês com 16 apresentações, no Espaço Cultural Sérgio.
O Projeto visa atender às normas de acessibilidade e para tanto a realização dos espetáculos deverá ocorrer em espaços que atendam às normas e Leis vigentes no país no sentido de proporcionar condições de acessibilidade a pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida, nos termos da Lei n° 13.146, de 6 de julho 2015 segundo a qual é instituída a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), destinada a assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania e ainda conforme o disposto no art. 46 do Decreto n° 3.298, de 20 de dezembro de 1999. Neste sentido, é previsto o completo acesso de pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida aos espaços expositivos. O projeto também prevê: PRODUTO - ESPETÁCULO: ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos (Planilha orçamentária: não se aplica) DEFICIENTES AUDITIVOS: sessões com tradução de libras (Planilha orçamentária: intérprete de libras) DEFICIENTES VISUAIS: sessões com audiodescrição (Planilha orçamentária: narrador de áudiodescrição) ACESSIBILIDADE COGNITIVA: sessões com apoio de orientador de público (Planilha orçamentária: assistente) PRODUTO: OFICINAS DE TEATRO Assessibilidade com apoio do corpo escolar ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos (Planilha orçamentária: não se aplica) DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras (Planilha orçamentária: não se aplica) DEFICIENTES VISUAIS: linguagem oral (Planilha orçamentária: não se aplica) ACESSIBILIDADE COGNITIVA: apoio educativo (Planilha orçamentária: não se aplica)
Este projeto conta com apresentações gratuitas e a preço popular, além disso prevê a democratização do acesso à produçao artística financiada, atendendo aos seguintes incisos do Art. 21 da IN 02/2019 do Ministério da Cidadania: ESPETÁCULO IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;
COORDENAÇÃO TÉCNICA E ADMINISTRATIVA: JBCAETANO TEXTO: JULIA SPADACCINI E MAÌ?RCIA BRASILDIREÇÃO: ALEXANDRE MELLO E JORGE CAETANODIREÇÃO MUSICAL: FELIPE STORINOMUÌ?SICOS: MAURIÌ?CIO CHIARI, PAULA OTERO E FELIPE STORINOLUZ: RENATO MACHADOCENAÌ?RIO E FIGURINO: MARCELO MARQUESDIREÇÃO CORPORAL: MAÌ?RCIA RUBINDIREÇÃO DE VIDEOGRAFISMO: CAVI BORGESASSISTENTE DE DIREÇÃO: LAURA ARAÚJODESIN GRÁFICO: BRUNO DANTEPRODUÇÃO: MARIA DULCE SALDANHAREALIZAÇÃO: JCAETANO PRODUÇÕES JULIA SPADACCINI Julia Spadaccini é autora de 20 peças encenadas. Em 2007 criou com Jorge Caetano a Cia Casa de Jorge, onde encenaram: “Não Vamos Falar Sobre Isso Agora”, “Os Estonianos”,“O Céu está Vazio” e “A Porta da Frente”, todas com direção de Jorge Caetano. E “Aos Domingos”, direção de Bruce Gomlevsky. É vencedora dos prêmios SHELL e FITA 2013 por A Porta da Frente" e indicada ao Prêmio Shell 2012 por “Quebra-Ossos” e aos Prêmios Shell e Cesgranrio 2013 por “Aos Domingos”). Na TV é roteirista da série “Segunda Chamada” (2 prêmios APCA), roteirista do programa “Tapas & Beijos”, do filme e série “Chacrinha” e da série “AMORTEAMO”, na Rede Globo. Foi integrante do site “Dramadiário”, roteirista dos Gibis da Editora Globo e roteirista na produtora Jodaf Mixer e Conspiração Filmes. MARCIA BRASIL Ao lado de Julia Spadaccini, Marcia Brasil desenvolve há alguns anos o trabalho de pesquisa dramatúrgica. Agora, dividem a autoria de “Apocalip-se”.Desde 2014 a parceria delas deu origem a vários trabalhos, entre eles: “E se eu não te amar amanhã” dirigido por Sandra Werneck e Michel Blois (2017), “Euforia” dirigido por Victor Garcia Peralta (indicado ao Prêmio Cesgranrio – Melhor Texto Nacional e Melhor ator Michel Blois) e“PI - Panorâmica Insana” de Bia Lessa (vencedor do Prêmio APCA de melhorespetáculo – 2018). JORGE CAETANO - ATOR Formado pela Cal e UniverCidade, estreou com Amir Haddad, em 1989”. Atuou em “Outside” (prêmios FITA e APTR de melhor ator coadjuvante 2012) e em “EDYPOP”, ambos escritos por Pedro Kosovsky e dirigidos por Marco André Nunes. Trabalhou com: Jeffersom Miranda, Miguel Fallabella, Sérgio Britto, Augusto Boal, Aderbal Freire-Filho, Gilberto Gravronsky, Alessandra Vannucci, Bruce Gomlevsky. Em 2015 criou sua própria cia de teatro, a “Casa de Jorge”, com Julia Spadaccini. Dirigiu quatro peças de teatro, indicadas a vários prêmios. Em 2017 criou com Cavi Borges e Patricia Niedermeier um coletivo de cinema onde produziu, roteirizou e atuou em dois longa-metragens: “Reviver” e “Fado Tropical” (filme ainda inédito no Brasil, que teve estreia internacional em 2019, em Lisboa, Portugal, dentro da programação do FESTIN Festival de Cinema Itinerante da Língua Portuguesa. Participou do FFRB – Film Festival Rio-Berlin 2019, mostra de cinema independente e do Inffinito Festival – 2020, circuito Miami e Nova Iorque. Na TV participou da séie “Dependentes” de Marco Altberg para a TV Futura e de várias novelas e minisséries, na Rede Globo, TV Record e na extinta TV Manchete. JORGE CAETANO -- DIRETOR Em 2005, em parceria com a dramaturga Julia Spadaccini, criou a Cia Casa de Jorge, que no ano de 2020 completa 15 anos. Em 2007 dirigiu seu primeiro trabalho: ”Não Vamos Falar Sobre Isso Agora”, em 2008/2009 dirigiu e atuou em “Os Estonianos” (espetáculo escolhido por Arthur Xexéu, do Jornal O Globo, como o “espetáculo do mês”, com ótimas críticas de profissionais do teatro), em 2012 dirigiu “O Céu está Vazio” e em 2013/2014 dirigiu e atuou em “A Porta da Frente” (espetáculo ganhador de dois prêmios: FITA E SHELL de melhor texto e indicado aos prêmios FITA de melhpor atriz, melhor atriz coadjuvante e ao Prêmio Cenim de melhor Cia de Teatro.Todas os espetáculos foram sucesso de público e crítica. FELIPE STORINO – DIREÇÃO MUSICAL Compositor, músico e diretor musical. Criou trilhas sonoras originais para os espetáculos "uma coisa que não tem nome (e que se perdeu)", "um bando chamado desejo", "deve haver algum sentido em mim que basta", "e agora nada é mais uma coisa só". com a Cia. Teatro Autônomo, de Jefferson Miranda. Compôs as musicas de: "Outside - Um musical noir" .(Vencedor do prêmio Questão de Crítica de Melhor Direção musical e trilha sonora original e do prêmio APTR 2011 de melhor trilha sonora), “EdyPop”, “Caranguejo Overdrive” (prêmios Shell. APTR e Cesgranrio), “Guanabara Canibal” com Aquela Cia. Atualmente faz as trilhas musicais dos espetáculos de Márcio Abreu. ALEXANDRE MELLO – DIRETOR Alexandre Mello é diretor, ator e professor especializado na preparação de atores e discussão de projetos de criação com jovens artistas. Desenvolve uma dinâmica própria de trabalho há trinta anos e dirige laboratórios de criação no Ateliê Alexandre Mello. Lançou no início da pandemia o programa Pensa comigo no YouTube. É professor de interpretação na Escola de Atores WOLF MAYA. Seu último trabalho de direção foi “Hamlet Candidato” Dirigiu: “O Rinoceronte”, “A Paisagem Daqui é Outra” (Escolhido entre os Dez Melhores do Ano de 2001 pela Crítica de O Globo), “Vassah”, “Vestido de Noiva”, “QUEBRA OSSOS” (INDICADO AO PREMIO SHELL), “UM DIA QUALQUER” (indicado ao PREMIO APTR) e “Até o Final da Noite” de Julia Spadaccini. Em 2018 dirigiu o longa-metragem “RELATO BREVE”. Prêmios e indicações: Shell 1990 pela pesquisa do Grupo Mergulho no Trágico; Prêmio Bolsa RioArte 2002, Indicação ao Premio Shell 2012 por “Quebra Ossos” e Indicado ao Premio APTR 2013 por “Um dia Qualquer”. MARIA DULCE SALDANHA – DIREÇÃO DE PRODUÇÃO Atriz e produtora, em 2002, criou a CINELÂNDIA PRODUÇÕES no Rio de Janeiro, onde produziu, METEORO (2007), escrito e dirigido por Diego de la Texera. O longa recebeu o prêmio de melhor filme no CINEMAFEST PUERTO RICO e melhor trilha sonora no FESTIVAL INTERNACIONAL DE SANTO DOMINGO. Participou de inúmeros festivais internacionais: FESTIVAL INTERNACIONAL DE SAN SEBASTIAN, CHICAGO INTERNATIONAL FILM FESTIVAL, FESTIVAL INTERNACIONAL DE NOVA YORK, FESTIVAL DE TOULOUSE, entre outros. Produziu a trilha sonora e som do curta-metragem O BOLO de Robert Guimarães, premiado nos festivais de São Paulo, Miami e NY. Produziu a primeira etapa de O BEM AMADO, de Guel Arraes, OPARÁ! OPARÁ! de Diego de la Texera. Produziu em 2016 o longa ATRAVÉS DA SOMBRA de Walter Lima Jr., em co-produção com a GLOBO FILMES e TELECINE. Produziu o curta BESO DE BALA, de Diego de la Texera. No teatro produziu o espetáculo musical NA COLA DO SAPATEADO, que também virou documentário. Recentemente, fez a produção executiva da Série de TV documental, intitulada BRASIL DE TODOS OS RITMOS, que será lançada no canal MUSIC BOX BRASIL, em novembro de 2022. MARCELO MARQUES – FIGURINO/CENÁRIO Tem em seu currículo mais de 170 espetáculos de teatro, ao lado de diretorescomo Bibi Ferreira, Roberto Vignatti, Sergio Britto, Jacqueline Laurence, LuisArthur Nunes, Wolf Maia, Gilles Gwizdek, Cininha de Paula e Flávio Marinho.Criou figurines para as Óperas: L'elisir D'amore, Macbeth , Idomeneo , La Fille duRégiment, Ariadne Auf Naxos, Samson Et Dalila, Diálogo das Carmelitas, Tristãoe Isolda, Nabucco e a Valquíria. Criou os figurinos para o show "Opus Brazil" (30anos de relações diplomáticas brasil- china), realizado na ópera de Pequim. Ofigurinista já passou pelas principais salas e festivais brasileiros como festivalAmazonas de ópera, Palácio das Artes, Theatro Municipal do RJ e de SP, trabalhando com diretores renomados como Sérgio Britto e André Heller-Lopes. Foi premiado pelo Sated nas categorias de melhor cenário e melhor figurino.
PROJETO ARQUIVADO.