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PRONAC 233406Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Mostra Internacional de Arte Contemporânea, MIAC - Arte e Arquitetura

CANARD PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 2,61 mi
Aprovado
R$ 2,61 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais, culturais, com museografia ou acervos de museus
Ano
23

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2024-05-02
Término
2025-07-27
Locais de realização (1)
Fortaleza Ceará

Resumo

A Mostra Internacional de Arte Contemporânea, MIAC - Arte e Arquitetura irá ocupar a cidade com esculturas monumentais em espaços públicos e exposições com performances em galpões, galerias de arte, centros culturais, além de um aprogramação de debates e palestras. Sua curadoria passa buscar artistas e obras de arte e arquitetura que dialoguem com a cidade: seu povo, seu urbanismo e sua história e propõe uma reflexão acercas das questões de identidade e futuro.

Sinopse

A MIAC - Arte e Arquitetura da cidade de FORTALEZA está em fase de afinação e detalhamento dos conceitos de curadoria e, portanto, a lista de artistas e suas obras que farão parte da programação completa da mostra ainda estão em desenvolvimento. A MIAC - Arte e Arquitetura irá convidar artistas que tenham trabalhos prontos para serem inseridos nos embientes propostos e outras que serão criadas espeficicamente para comporem os espaços onde serão instaladas. A MIAC - Arte e Arquitetura tem, nessa sua primeira edição, a missão de rever a arquitetura da cidade de FORTALEZA através da perspectiva de quem a construiu, não dos designers, não dos gestores das épocas em que a cidade foi planejada, mas daqueles que colocaram, literalmente a mão na massa, tijolos e concretos sobre tijolos e concretos. Dessa forma, o seu foco será afinado sobre o pensamento de África e a diáspora africana: essa cultura fluida e emaranhada de descendentes de africanos que agora se espalha pelo mundo. O dizer e o como dizer para mudar o mundo é uma das questões que envolvem o pensamento curatorial liderado pela pesquisadora, artista e arquiteta mineira Gabriela de Matos que assina a direção artística deste projeto. No centro de todos os projetos está a primazia e a potência da imaginação, da intuição, dos sonhos. É impossível construir um mundo melhor se não se pode primeiro imaginá-lo. A MIAC - Arte e Arquitetura começa nas periferias de FORTALEZA que representam uma força maior destilada da produção arquitetônica africana e diaspórica chegando ao centro da cidade. Nosso projeto social inclui - além da própria exposição que estará totalmente democratizada levando arte, beleza, novas formas e pensamentos para as ruas de FORTALEZA, horizontalizando o acesso a todos transeuntes, passageiros de transportes públicos, motoristas de carros, ciclistas, moradores de rua e visitantes da cidade - agregar grupos de jovens das periferias da cidade para percorrerem por entre as obras para colaborar com a tecitura desse futuro. Seus anseios como jovens se relacionam diretamente com os temas gêmeos desta exposição: descolonização e enraizamento e irão ajudar a fornecer novas práticas futuras e novas formas para a mostra. Eles serão os críticos das obras e o olhar para que possamos, nas próximas edições, ocupar espaços vazios das lacunas da cidade sob o ponto de vista deles. Questões como as relações entre as pessoas e as cidades dentro da ideia de que pessoas constroem as cidades e depois as cidades constroem as pessoas serão discutidas nessa edição para que possamos refletir sobre o futuro que se está construindo para os futuros cidadãos desses territórios. Além da exposição de trabalhos artísticos serão realizados encontros em forma de debates entre pesquisadores de diversas áreas como sustentabilidade, economia criativa, lixo, meio-ambiente, clima e decolonialismo. Tudo isso sempre na ideia de refletir sobre identidade e futuro. Farão parte das mesas jornalistas, filósofos, artistas, arquitetos, economistas, sociólogos, historiadores. O evento terá duração de 3 meses por meio das obras de grande porte em espaços públicos abertos e exposições e performances visuais que irão ocupar espaços como praças, ruas, galerias, museus e centros culturais. A MIAC - Arte e Arquitetura terá duas programações principais paralelas: a mostra de trabalhos artísticos e amostra de debates. Além de intervenções festivas e artísticas, sempre valorizando o público da cena alternativa de FORTALEZA. A curadoria da mostra irá buscar trabalhos com forte apelo sonoro e visual, o que, por sua vez, poderão ser de acesso dos públicos surdos e/ou com deficiência visual sem necessariamente ter recursos extras para isso.

Objetivos

Objetivo Geral Fazem parte do objetivo geral da MIAC - Arte e Arquitetura, finalidades compreendidas pelo Art. 2º Na execução do PRONAC, em que serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade, no conjunto das atividades propostas; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais, através da grande quantidade de atividades propostas; VIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural, através das atividades formativas e oficinas; pois A Mostra Internacional de Arte Contemporânea, MIAC - Arte e Arquitetura na cidade de FORTALEZA (CE) - é uma mostra de arte contemporânea com 100% da sua programação oferecida ao público de forma gratuita. A MIAC - Arte e Arquitetura conta com uma enorme diversidade de expressões artísticas produzidas por artistas de diferentes regiões do país e internacionais, dentre elas, exposições, video-arte, instalações, performances, ocupando espaçoas públicos da cidade oferecendo acesso a todos os passantes pedesdres, em veículos públicos e particulares, nas paradas de ônibus, trabalhadores do comércio e visitantes da cidade por ocuparem praças, ruas, parques, galerias e centros culturais. Sendo assim a MIAC - Arte e Arquitetura vai viabilizar gratuidade em diversas ações e ingressos a preços populares em outras, facilitando o acesso à cultura e discussão sobre arte e arquitetura; aproximar diferentes públicos da arte contemporânea, descomplicando-a; possibilitar novas formas de fazer e pensar arte por meio de linguagens que mesclam artes visuais, dramaturgia, performance, música e audiovisual; estabelecer, por meio de um diálogo internacional e nacional, paralelos entre identidade, futuro e arte; promover discussões acerca do consumo e descarte conscientes e a relação entre catadores, a reciclagem e o meio-ambiente. Objetivos Específicos - Realizar 10 esculturas monumentais, instalações artísticas gratuitas em espaços públicos abertos; - Promover 10 palestras gratuítas com 2 horas cada uma; - Realizar 05 exposições, gratuitas em galerias de arte, galpões e centros culturais;

Justificativa

A MOSTRA INTERNACIONAL DE ARTE CONTEMPORÂNEA, MIAC - Arte e Arquitetura se fundamenta nos Art. 1º da Lei 8313/91 e Art. 3º da Lei de Incentivo, de acordo com os incisos do artigo 1º da Lei 8.313/91 transcritos abaixo: I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II. promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV. proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V. salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII. desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII. estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX. priorizar o produto cultural originário do País. ... e os incisos e as respectivas alíneas do artigo 3º da Lei 8.313/91 transcritos abaixo: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. A arte se desenvolve de acordo com mudanças que ocorrem na sociedade e já sofreu diversas rupturas dentro de sua história. Para exemplificar o exposto, tem-se o episódio da retirada de um urinol de seu contexto comum e utilitário para ser inserido no interior de uma galeria. Com essa iniciativa, Marcel Duchamp (1887-1968), autor do fato, balança o conceito de arte até então defendido. Assim, a arte entra em um processo de emancipar-se da beleza, de tornar-se pensante, de poder ser produzida por meio de qualquer material de acordo com as intenções do artista. Uma outra mudança que ocorre é com o espectador, que deixa de ser um observador passivo e passa a ser um sujeito que interage com os trabalhos. O que se pode concluir da arte hoje, talvez, é que não há como defini-la por meio de um aspecto, mas, sim, por meio da apresentação de diversas características. Dentre estas, está a presença da própria reflexão sobre a arte. Essa pluralidade de conceitos dialoga com as diversas maneiras possíveis de se produzir arte na contemporaneidade, seja pelo uso de materiais ou temas. O que ocorre no mundo reflete na arte, de maneira a estabelecer uma conexão entre arte e vida. As produções poéticas revelam expressões subjetivas sobre os diversos assuntos, indicando características do artista e desvelando o meio em que ele vive. É possível perceber, também, por meio de um trabalho artístico, a época em que ele foi desenvolvido e a cultura relacionada ao mesmo. A arte é uma necessidade humana e uma forma de comunicação e de educação, visto que sempre existiu, nas diferentes sociedades e através dos tempos, apesar das transformações constantes na maneira de se fazer e pensar arte. No entamto, ao mesmo tempo que ela reflete seu tempo e espaço, ela também é responsável pela mudança na sociedade. Quando artistas se dedicam a pesquisas estéticas, da mesma forma que cientistas pesquisam novas ciências, contribuem para o avanço do pensamento e das experiências humanas. A MIAC - Arte e Arquitetura, Mostra Internacional de Arte Contemporânea, é um evento que visa valorizar os artistas que promovem rupturas poéticas para criar novos modos de se fazer e pensar arte. Investir na pesquisa estética é tão importante quanto investir na pesquisa científica. É investir no futuro. A MIAC - Arte e Arquitetura vem para marcar um marco de mudança. Será grande exposição com obras de esculturas monumentais que interfiram diretamente no urbanismo da cidade e que tenham conexões profundas com a sua história. A mostra não irá contar apenas uma história, ela será uma narrativa que se cria e tece no espaço já existente e pertencente aos seus cidadãos. Ela será marco e guinada: irá marcar um momento efêmero de interferência da arte no cenário urbano para alavancar um processo de reflexão infinito sobre arquitetura e questões contemporâneas para tecer o futuro. Uma exposição de arquitetura empresta sua estrutura e formato a exposições de arte, mas difere da arte em aspectos críticos que muitas vezes passam despercebidos. Além do desejo de contar uma história, as questões de produção, recursos e representação são centrais na forma como uma exposição de arquitetura vem ao mundo. Aqui o gesto essencial é a mudança. A MIAC - Arte e Arquitetura movimenta a arte, a cultura, o turismo e o lazer. Os públicos oriundos de diversos locais poderão ser atraídos para a capital para prestigiar o evento, com acesso facilitado pelos meios de transporte público que levam à FORTALEZA. Desse modo, é possível fomentar a economia e fazer circular renda entre diversos trabalhadores envolvidos no evento: equipes de coordenação, produção, técnicos, motoristas, artistas visuais, dramaturgos, atores, músicos, dançarinos, comerciantes, equipes administrativas, equipes de segurança e limpeza, fotógrafos, intérpretes, designers, artistas diversos e outros profissionais. Os diferentes espaços culturais que irão receber o evento serão beneficiados com a presença dos espectadores que, consequentemente, poderão aproveitar a ocasião para visitar outras galerias, museus, centros culturais, teatros, restaurantes e cafés próximos da mostra. Da mesma forma que movimentam os transportes de taxi e aplicativos, baleiros e pipoqueiras, bares e restaurantes no entorno dos centros culturais. Dessa maneira, o impacto econômico se amplia para beneficiar não somente o setor cultural, mas, também, comercial. Além dos profissionais que serão afetados positivamente de forma direta, há os que serão fortalecidos de forma indireta pela movimentação que o evento irá gerar no público ao percorrer os espaços da cidade. Assim, pode-se sustentar a circulação de renda e estimular a produção dos trabalhadores locais. Em suma, o projeto promove o acesso à arte e à cultura e valoriza a produção dos artistas brasileiros e internacionais. Ao ocupar os espaços internos e externos da cidade com programação artística, o evento enriquece o repertório cultural e econômico da região. A MIAC - Arte e Arquitetura também irá icupar espaços de periferias da cidade de FORTALEZA, bem como se comunicar com professores da rede pública municipal e estadual para que eles e seus alunos possam também circular pelas obras de arte com apoio de profissionais que instiguem suas criatividades e seus olhares críticos sobre as obras, mas, esencialmente também sobre a sua própria cidade.

Estratégia de execução

As passagens aéreas do projeto se referem a artistas, produtores e técnicos que irão à Belo Horizonte montar e expor seu trabalho na mostra. Cabe ressaltar que a MIAC - Arte e Arquitetura conta com um processo curatorial que será realizado após aprovação do projeto em tela, a fins de poder efetivar as confirmações da programação, diante do cronograma estabelecido, a partir desta aprovação. Para que seja traçada uma estratégia de intenção de programação a ser curada, apontamos aqui uma previsão das regiões das quais serão efetivadas compras de passagens de grupos/ artistas desta programação: - 02 pessoas da África do Sul - FORTALEZA/ CE - 02 pessoas da Argentina - FORTALEZA/ CEG - 02 pessoas da Itália - FORTALEZA/ CE - 04 pessoas de São Paulo/ SP - FORTALEZA/ CE - 02 pessoas de Recife/ PE - FORTALEZA/ CE - 02 pessoas do Rio de Janeiro/ RJ - FORTALEZA/ CE - 06 pessoas de Belo Horizonte/ MG - FORTALEZA/ CE - 02 pessoas de Belém/ PA - FORTALEZA/ CE - 02 pessoas de Brasília/ DF - FORTALEZA/ CE - 02 pessoas de Curitiba/ PR - FORTALEZA/ CE - 04 pessoas de Porto Alegre/ RS - FORTALEZA/ CE Estas previsões também foram descritas no campo "deslocamentos".

Especificação técnica

A MIAC - Arte e Arquitetura deve acontecer em 3 meses de duração, com uma programação baseada em 3 eixos: 1º. exposição de esculturas monumentais em espaços públicos abertos na cidade de FORTALEZA que devem começar por alguns bairros da periferia da cidade e entrar para o seu centro, local onde convergem para a vida de moradores, trabalhadores e visitantes. As obras serão selecionadas pela curadoria em diálogo com os artistas para que, juntas, façam parte de uma grande exposição que, para aqueles que visitarem mais de uma obra possam identificar questões conceituais e estéticas para traçar paralelos que liguem uma obra na outra e, assim, possam enriquecer o debate acerta das questões propostas pela mostra. 2º. exposição em galerias de arte, galpões e centros culturais com ocupações de artistas residentes nesses espaços onde poderão criar suas galerias a partir de suas pesquisas dentro dos conceitos da 1ª MIAC - Arte e Arquitetura. 3º. programação de debates sobre as questões que atravessam os conceitos curatoriais da MIAC - Arte e Arquitetura. Nesses 3 eixos, a MIAC - Arte e Arquitetura irá ocupar espaços estratégicos e emblemáticos da cidade. A MIAC - Arte e Arquitetura irá criar um catálogo impresso e digital com conteúdo das obras, suas ideias e informações técnicas, bem como desenhar um guia da programação em forma de mapa da cidade para indicar ao público os locais com programação da mostra, para colaborar com as visitas do público interessado da exposição e para instigar que o público espontâneo acesse também as outras obras da mostra. A MIAC foco Arte e Arquitetura irá promover um seminário para professores da rede pública para apresentar a mostra aprofundando seus temas e conceitos, apresentamdo os artistas selecionados e comentado sobre cada uma das obras. Isso será feito um pouco antes do início da abertura das exposições para que, durante os 3 meses de execução, os professores possam fazer um tour com suas turmas pelas obras da mostra. Esses tours serão oferecidos pela A MIAC - Arte e Arquitetura. Também haverá junto de cada obra uma placa de identifiação das mesmas com a identidade visual da A MIAC - Arte e Arquitetura e explicações sobre a obra, bem como um código QR para informações mais detalhadas da obra e da mostra com seu guia.

Acessibilidade

PRODUTO FESTIVAL/MOSTRA E EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAIS ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA: O evento ocorrerá em espaços sem restrição de acesso físico.Item orçamentário: não há ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: Para as exposições, o evento será naturalmente acessível. Item orçamentário: não há ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: O evento contará com QR Code ofertado ao lado das obras das 05 exposições em galeria, ofertando audiodescrição.Item orçamentário nº 41 ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Os monitores serão instruídos a receber e acompanhar este público, em caso de necessidade.Item orçamentário nº 38 PRODUTO PALESTRA ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA: O evento ocorrerá em espaços sem restrição de acesso físico.Item orçamentário: não há ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: O evento contará com intérprete de LIBRAS nas 10 palestras gratuitas;Item orçamentário nº 1 ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: As ações serão realizadas por meio da oralidade, sendo acessíveis para este público.Item orçamentário: não há ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Os monitores serão instruídos a receber e acompanhar este público, em caso de necessidade.Item orçamentário nº 38

Democratização do acesso

Democratização de Acesso Sabe-se que nem todos os indivíduos têm o costume de frequentar espaços que promovam atividades artísticas. A dificuldade do acesso à eventos culturais é um problema em nosso país e, por esse motivo, são importantes as Leis de Incentivo à Cultura. Por meio delas, é possível oferecer, de forma crescente, programações artísticas com acesso democratizado e para públicos diversificados. Para que a arte contemporânea seja desmistificada é necessário que existam meios que possibilitem o direito à frequentação e consumo de produtos culturais, o que, consequentemente, aumenta o interesse por tais manifestações. A Mostra Internacional de Arte Contemporânea - Arte e Arquitetura visa oferecer produções artísticas que se apresentam por meio de formas e estruturas diversas (performances, exposições, projeções, instalações) e em espaços diferentes, como praças, galerias, museus e centros culturais. Desse modo, é possível ampliar a formação de plateia para além de espaços físicos internos, visto que o evento ocorrerá majoritariamente em ambientes externos para chegar aos transeuntes e passageiros e veículos públicos e particulares, bem como moradores de rua e trabalhadores dos comércios. Assim, mais importante do que objetivar compreender a arte, é permitir uma aproximação entre a arte e as diferentes pessoas. Além, a cidade de FORTALEZA possibilita que moradores de variados locais visitem a MIAC - Arte e Arquitetura, visto que o sistema de transporte público abrange a capital e, também, outras cidades da região metropolitana. Em sua programação, a MIAC - Arte e Arquitetura promoverá eventos artísticos e formativos em escolas da rede pública localizadas na cidade de FORTALEZA para aproximar jovens das periferias da cidade e de baixa renda do universo das artes, especialmente das artes contemporâneas para que possam adquirir intimidade com o que elas representam e com os locais onde forem instaladas, na sua cidade, ganhando, assim, também, uma noção de pertencimento daqueles espaços. Nessas visitas as obras e galerias de arte onde estarão as exposições, os jovens serão instigados a adquirirem um olhar livre e, ao mesmo tempo, crítios sobre aqueles espaços. E, com isso, se tornarão os reais críticos da MIAC - Arte e Arquitetura. PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAIS: - 10 esculturas monumentais gratuitas; - 05 exposições/performances gratuitas; Ampliação de Acesso Além disso, como medida de ampliação de acesso, conforme artigo 28 da IN, serão realizada: - 10 palestras gratuitas e abertas para toda comunidade (VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;)

Ficha técnica

Fernando Zugno (proponente) Responsável pela idealização e gestão administrativa financeira do projeto. Graduado em teatro pelo Teatro Escola de Porto Alegre – TEPA – em novembro de 2005; Graduado em Comunicação Social, especialização em jornalismo, pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – PUCRS – em agosto de 2010. De 2006 a 2012 foi produtor do festival internacional de artes cênicas, Porto Alegre em Cena, do qual foi curador de 2012 a 2017 e diretor geral de 2017 a 2021. De 2017 a 2020 foi coordenador de Artes Cênicas da Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre. Em 2012 abriu a produtora Artworks Produções, encarregada de montar espetáculos de teatro, dança e música, circular com essas e outras produções e criar ações de artes cênicas com espetáculos de diversas origens. Montou obras como Inimigos de Classe de Nigel Williams, Marxismo, Ideologia e Rock’n’roll de Tom Stoppard, O Lugar Escuro de Heloisa Seixas. Trabalhou com a Cia. Brasileira de Teatro de Marcio Abreu, Sarau Produções e eventos como Canoas Tango, Canoas Jazz, concerto de Bibi Ferreira e Elza Soares e a estreia da Godspell, a Esperança. Nos últimos anos participou de festivais, seminários e reuniões na Alemanha, França, Espanha, Grã Bretanha, Australia, Peru, Chile, Argentina e Estados Unidos. Hoje é diretor da empresa de produção artística e cultural Canard Produções. Em 2020 criou a revista de arte Corpo Futuro da qual é curador e editor chefe, em 2021 abriu a produtora cultural Canard Produções com a qual realiza projetos com o Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul e criou o selo Mostra Internacional de Arte Contemporânea, MIAC com a qual realiza diversos projetos de valorização da arte e cultura brasileira. Gabriela de Matos Diretora artística do projeto Gabriela de Matos é criadora do projeto Arquitetas Negras (@arquitetasnegras), que tem como objetivo mapear a produção das arquitetas negras brasileiras e divulgar seus trabalhos. Ela se dedica a explorar o debate racial na arquitetura e mostrar a importância da contribuição de profissionais negros para diminuir a desigualdade. Em 2020, Gabriela de Matos foi eleita a Arquiteta do Ano pelo Departamento Rio de Janeiro do Instituto de Arquitetos do Brasil. Seu trabalho merece ser prestigiado para que, cada vez mais, as mulheres negras tragam sua contribuição para a arquitetura. Em 2023 é uma das curadoras de um dos pavilhões da Bienal de Arquitetura de Veneza e é colaboradora da Bienal de São Paulo. Antono Esteves Colaborador artístico e pedagógico do projeto Antonio Esteves do Nascimento Júnior, natural de Ataléia, extremo leste de Minas Gerais, radicado em Belo Horizonte. Arquiteto e Urbanista formado em 2007 pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, atua em Belo Horizonte na área de arquitetura e interiores e no Brasil afora na área de licenciamento. Co-autor da cenografia do espetáculo O Firme Soldadinho de Chumbo, produzida pelo Grupo Galpão no Oficinão de 2017,dirigida por Simone Ordones. Em 2018 esta cenografia figurou na Mostra IMAGINA[trans]forma[inter]ação no Rio de Janeiro e, em 2019 foi selecionada para a mostra dos estudantes Quadrienal de Praga em 2019. Atualmente atua como Arquiteto em projetos de sistemas prediais de prevenção e combate a incêndio e cursa o Curso de Teatro do Galpão Cine Horto. Leticia Vieira Produtora artística do projeto Atua desde 1993 no mercado de produção cultural, tendo produzido inúmeros projetos em diferentes eixos do campo artístico, como shows, espetáculos teatrais, projetos especiais, festivais e mostras entre outros. É diretora da Primeira Fila Produções desde 2013.Iniciou como produtora realizando mais de 20 espetáculos teatrais na cidade de Porto Alegre, trabalhando com grandes nomes da cena local e nacional. Na produção na área da música já trabalhou em diversas produções nacionais e internacionais de nomes reconhecidos no cenário musical. Recentemente desenvolveu os projetos Festival de Primavera do Multiaplaco Theatro São Pedro, Mistura Fina, todas as quintas feiras no foyer do Theatro São Pedro e, desde 2015, coproduz o projeto Acústicos RS, levando shows acústicos de reconhecidos artistas gaúchos. Como gestora, produtora e programadora trabalhou por 4 anos na Feira do Livro de Porto Alegre, 5 anos no Teatro do Clube de Cultura, 03 anos na TOP Agência, 5 anos no Theatro São Pedro, entre outros. Como técnica especializada, trabalhou com 4 anos no FUMPROARTE - Fundo Municipal de Apoio à Produção Artística e Cultural/ SMC desenvolvendo editais nas mais diferentes áreas entre elas, na área do audiovisual, formatando editais junto ao Fundo Setorial do Audiovisual, aprovando editais de co-financiamento entre o FSA e a PMPA.Além de inúmeros outros projetos na área de eventos e gestão de outras empresas, trabalhou ainda por 10 anos no Porto Alegre em Cena - Festival Internacional de Teatro e recentemente como coordenadora do FESTERI - Festival de Teatro para Crianças.Atua ainda como ministrante do curso de Produção Cultural e Formatação de Projetos de Leis de Incentivo e editais por 5 anos para o Teatro Escola de Porto Alegre – TEPA e, desde 2008 segue, até hoje, o mesmo curso na Casa de Teatro de Porto Alegre. Daniela Ramirez Gerente administrativa do projeto Especialista em Gestão da Produção Cultural pela Escola Castelli (2014) e graduada em Comunicação Social - Habilitação em Jornalismo pela Universidade Feevale (2010). Há mais de dez anos atua na elaboração e na gestão de propostas para todos os segmentos da cultura, desde festivais de teatro, música e cinema, à publicação de livros e restauro de bens integrantes do patrimônio histórico. Destaca-se a participação em grandes festivais, como o Festival Internacional de Artes Cênicas Porto Alegre em Cena (2018 a 2020), o Porto Alegre Jazz Festival (2014 a 2020), o Festival de Cinema de Gramado (2012 a 2014), e atua também na administração dos projetos do espetáculo A Sbórnia Kontratr’acka, além de inúmeros outros projetos e eventos.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.