| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33592510000154 | VALE S.A. | 1900-01-01 | R$ 334,0 mil |
Este projeto visa a circulação do Elefanteatro, um espetáculo que anda, do Pigmalião Escultura que Mexe. O Elefanteatro é uma marionete-palco de 3,2 metros de altura que tem um teatro de bonecos na barriga e cenas que acontecem em janelas e escotilhas no corpo do animal cênico. O paquiderme gigante circulará pelas cidades maranhenses de São Luís, Bacabeira, Santa Rita, Itapecuru Mirim, Anajatuba, Miranda do Norte, Vitória do Mearim e Igarapé do Meio com apresentações de rua itinerantes, adaptadas a todas as idades e acessível à todos os públicos.
SINOPSE DO ESPETÁCULO: Um enorme elefante, um ser sagrado, um ser místico, um ser gigante, caminha acompanhado por uma multidão que ele mesmo forma. Ele aparentemente vem sozinho, sem carregar nada, mas em seu interior há muitas memórias. Um elefante nunca esquece. Dentro dele cabe um mundo. O grande animal cênico tem tripulantes que ele carrega em uma longa jornada, pessoas que ele resgata no caminho por onde ele passa. Eles foram socorridos pelo Elefanteatro e esperam chegar em um lugar bom. Quem precisa de abrigo é sempre o outro, até sermos nós mesmos. No caminho do elefante sempre haverão outros a serem resgatados. A dramaturgia completa segue anexa no campo específico.
OBJETIVO GERAL: Circular com o espetáculo de rua "Elefanteatro" em 08 (oito) cidades maranhenses, promovendo a descentralização do acesso a atividades culturais e fomentando o desenvolvimento artístico das comunidades visitadas, por meio da fruição de um boneco-escultura que possa ser apreciado em múltiplos sentidos, seja pela visão, audição ou tato. Uma marionete gigante que não passará despercebido por ninguém e em nenhum lugar por onde passar. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Realizar 10 (dez) apresentações itinerantes do espetáculo de rua "Elefanteatro" nas cidades de São Luís, Bacabeira, Santa Rita, Itapecuru Mirim, Anajatuba, Miranda do Norte, Vitória do Mearim e Igarapé do Meio, no Maranhão, sendo 03 (três) apresentações em São Luís e 01 (uma) apresentação nas demais cidades. - Atingir, de modo efetivo, um público total estimado de 4.000 pessoas, de diferentes faixas etárias e classes sociais; - Resgatar o gênero dos bonecos populares e a tradição dos espetáculos de feiras e ruas de antigamente, com uma abordagem alegre, dinâmica, ambulante, atraente, cômica e satírica; - Realizar as apresentações em formato que promova a acessibilidade de pessoas com deficiência e mobilidade reduzidas; - Gerar renda aos artistas, atores manipuladores e integrantes do grupo Pigmalião, fomentando a continuidade de seus trabalhos; - Realizar, como contrapartida social em cada cidade visitada, 01 (uma) Oficina de máscaras de papelão, compartilhando o conhecimento e as experiências do grupo para um total estimado de 400 pessoas de diferentes faixas etárias e classes sociais.
"O elefante e´ um animal enorme. Dentro dele cabe um universo" Os bonecos gigantes atraem olhares e chamam a atenção, até mesmo dos mais distraídos. Num mundo tecnológico e acelerado, onde telas e ansiedade ditam nosso cotidiano urbano, é desafiador abrir espaço para o fantástico e a poesia da vida. Por isso, decidimos colocar um grande elefante nas ruas, o elefanteatro! Em seus 16 anos de existência, o Pigmalião Escultura Que Mexe explorou a construção de bonecos em grande escala, descobrindo seu incrível poder de atrair pessoas. O primeiro gigante foi a marionete interativa O Mendigo Marrom (2008). Depois, em 2009, Bira e Bedé, duas senhoras de estatura imponente e 2 metros de altura, flanaram por várias cidades transformando os ambientes e as pessoas que encontravam. Em 2015, criamos um gigante flautista na Toscana, Itália, que liderou um cortejo de crianças musicistas encenando o Flautista de Hamelin. Com o projeto Gigantéia (2016), construímos bonecos gigantes para representar duas personalidades de MG, desfilando em cortejos musicais pelas cidades de Ouro Preto e São João Del Rei. Em 2019, conduzimos um projeto em Villemur-sur-Tarn, na França, com animais gigantes e a comunidade local. Em 2021, penduramos no viaduto de BH o gigante Dudrin, retratando um morador de rua, junto a uma faixa que dizia "o invisível não existe". Em 2022, fizemos uma grande pomba da paz voar suspensa por um balão a gás em Bessiéres, na França. Todo esse conhecimento técnico foram os alicerces para construção desse paquiderme, que já começou sua caminhanda pelas ruas de Belo Horizonte, estreando com 6 apresentações por ruas e parques da cidade, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura e, em breve, ganhará o país e o mundo. Trata-se de um espeta´culo de rua onde o palco caminha ate´ o pu´blico com suas coxias, seu som, seus personagens, tudo dentro. Um animal cênico quadru´pede, com cortinas, luzes, e muitos bonecos em suas entranhas, que atuam nas janelas do corpo do paquiderme. O enorme elefante, um ser mi´tico, um ser gigante, que caminha seguido pela multida~o. Ele vem livre, sem nada nas costas, mas aos poucos alguns personagens va~o aparecendo, montados nele e dentro dele. O elefanteatro tem janelas e escotilhas, de onde surge uma fami´lia que ele carrega em uma longa jornada. Vão sendo resgatados no caminho por onde passa. Eles são socorridos pelo animal e esperam chegar em segurança em um bom lugar. No caminho do elefante sempre haverá outros a serem resgatados. O elefante os acolhera´. Com caráter inovador e de experimentação, o boneco gigante, de forte potência visual e estrutura leve e funcional, é manipulado por atores-manipuladores-tratadores que não só dão vida ao elefante e interagem com ele, como também encenam narrativas com bonecos que aparecem e desaparecem pelo corpo do animal. Um teatro vivo, cheio de comicidade nas situações absurdas provocadas pelo animal que o sustenta, interferindo no andamento das histórias encenadas em alusão aos tradicionais truques e enredos do Teatro de Bonecos popular. Um espeta´culo de rua para grandes multido~es, adaptado a todas as idades, e totalmente acessível ao público, com apresentações em espaços abertos, visíveis tanto de perto como de longe, em prédios, casas ou no trânsito. Esse enorme animal arquitetônico poderá ser visto, tocado, ouvido e interagir com quem cruzar seu caminho. Uma obra artística cujo impacto vai além da apresentação do espetáculo em si. Seus bramidos não passarão despercebidos. Levar esse gigante em diferentes cidades do Brasil, sobretudo aquelas distantes dos grandes centros urbanos, e circular com um espetáculo de rua permitindo o acesso de um maior número de pessoas às manifestações artísticas produzidas no país, exige uma infraestrutura "à altura", cujo custo é desafiador de ser obtido somente por meio de patrocínio direto ou com renda de bilheteria. Por esta razão buscamos o apoio da Lei Rouanet, reconhecendo-a como um instrumento indispensável para concretizar essa jornada artística itinerante. O projeto foi pré-selecionado no edital Chamada Vale de Patrocínios Culturais, conforme email anexo e depende da aprovação no mecanismo para sua realização. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Para cumprimento das finalidades acima, atenderemos aos seguintes objetivos do Art. 3º da referida norma: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
REMUNERAÇÃO DA PROPONENTE: A Associação Cultural Pigmalião, proponente do projeto, será remunerada pelo serviço de Coordenação Geral das ações. DIVULGAÇÃO: Será contratada assessoria de imprensa para veículos locais e estadual e realizado um planejamento de comunicação em parceria com o produtor local, objetivando alcançar o maior número de pessoas das cidades visitadas e respeitando as particularidades de cada local. Contaremos com os seguintes materiais: cartazes;flyers impressos;Distribuidor de impressos;Banner;Carro de som;Anúncios em redes sociais (os anúncios serão feitos com seleção de público por cidade contemplada)Pílulas em vídeo para divulgação em redes sociais; Além da divulgação nas redes sociais do grupo, buscaremos páginas em cada cidade para fortalecer a divulgação do festival. Contaremos com o produtor local para esse mapeamento de divulgadores online e envio de convite via whatsapp.
Não se aplica.
O elefanteatro é um espetáculo de rua, construído com o objetivo de ser acessível e atender a diferentes públicos. Para isso, previmos o atendimento às seguintes medidas: Medidas de acessibilidade física: As apresentações itinerantes serão realizadas em locais públicos, como ruas, praças e parques. Fizemos um mapeamento por meio do Google Heart ,vídeos no youtube e sites das prefeituras, identificando nas cidades, locais em que o piso facilite o acesso de pessoas com mobilidade reduzida, idosos e cadeirantes e que possam receber as apresentações do Elefanteatro. De todo modo, está prevista na planilha orçamentária a locação de rampa de acessibilidade para utilização onde essa demanda seja necessária.Medidas de acessibilidade de conteúdo: Todas as 10 apresentações do Elefanteatro e as 08 oficinas de máscara, da contrapartida, contarão com intérprete de Libras.Ao final de cada apresentação, pessoas com deficiência visual terão a oportunidade de interagir com o Elefanteatro e com o auxílio das/dos bonequeiras/os, poderão tocá-lo e ouvir a descrição do material e cores que compõem a escultura-marionete, a mecânica por trás dos movimentos e outras informações que ampliem a compreensão e a capacidade imagética desse público. Acessibilidade na divulgação: Todas as postagens previstas para as redes sociais contarão com texto alternativo do tipo "pra todos verem". A divulgação contará, ainda, com o sinal de Libras para indicar que o espetáculo e as oficinas são acessíveis para o público surdo e os vídeos/pílulas de divulgação para redes sociais terão legenda automática ativada. A criação das peças de divulgação levará em conta o contraste cromático, de modo a facilitar a leitura de pessoas com baixa visão.Cuidaremos para que os textos usem linguagem que facilite a compreensão de diferentes públicos, como pessoas com dislexia, surdas, ou do espectro autista.
O Elefanteatro é um espetáculo de rua, sem restrições de identidade de gênero e livre para qualquer faixa etária, com apresentações gratuitas previstas em locais públicos das cidades visitadas, contribuindo para o acesso de diferentes camadas sociais. Além das apresentações, será oferecida gratuitamente, em cada uma das cidades visitadas, 01 (uma) oficina de máscaras de papelão, para crianças e comunidade escolar (estudantes e professoras/es de qualquer idade). A oficina oferece um momento de integração entre crianças, adultos e os artistas do Pigmalião, permitindo a troca de conhecimentos e fomentando a criatividade dos participantes. A descrição detalhada da oficina segue no campo "detalhes técnicos". Além disso, o Elefanteatro tem forte apelo visual pela sua grandiosidade e gera um enorme engajamento de público resultando em diversas publicações de vídeos e fotos nas redes sociais. Essa exposição espontânea proporciona uma visibilidade significativa para o projeto, permitindo que mais pessoas tenham acesso à ele, ampliando o público atendido.Assim, atendemos às seguintes medidas de democratização do acesso previstas no Art. 27 da Instrução Normativa: II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; E no art. 28: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;
Associação Pigmalião / Proponente - Coordenação GeralO Pigmalião Escultura que Mexe (www.pigmaliao.com) é um grupo teatral mineiro fundado em 2007 na cidade de Belo Horizonte, MG.Transitando pelos encontros das Artes Visuais com as Artes Cênicas, construiu uma trajetória de 16 anos no Teatro de Formas Animadas e é hoje referência no Brasil e na Europa pelo preciosismo na construção de suas marionetes e pela busca de uma manipulação que espelhe o realismo. Em seu repertório, o grupo tem 6 espetáculos, 4 cenas curtas, 2 intervenções e mais de 10 oficinas e laboratórios, com um currículo de circulação por 20 estados brasileiros e 8 países. Além disso, sua sede em BH é há 11 anos espaço de referência de formação e capacitação na linguagem do Teatro de Formas Animadas com uma vasta programação de oficinas e eventos ofertados ao público. Eduardo Félix – Diretor ArtísticoFormado em Escultura pela Escola de Belas Artes da UFMG, com formações complementares em construção de bonecos, atua como bonequeiro e cenógrafo desde 2001. Passou pelos grupos teatrais Catibrum, Giramundo e Armatrux. Fundou e é diretor artístico do Pigmalião Escultura Que Mexe. Ministrou oficinas na Bélgica, Espanha, França, Itália, País de Gales e em várias cidades brasileiras. Escreveu e dirigiu espetáculos como O Presente, primeiro trabalho do Pigmalião; A Filosofia na Alcova, O Quadro de Todos Juntos, que recebeu prêmios e circulou pelo Brasil e Europa, e Macunaïma Gourmet. Juliana Abreu – Coordenação de ProduçãoFormada em Teatro pelo Curso Técnico de Formação de Atores UFMG. Cursou Pedagogia/FAE – UFMG com Ênfase em Gestão e Coordenação Pedagógica, é atriz da Cia de Teatro Toda Deseo, diretora e produtora cultural. Como produtora atuou nos projetos: Espaço cultural Gruta! – Produção e programação desde 2018 até hoje; Mostra de encerramento das atividades NUFAC 2019. Na Cia de Teatro Toda Deseo coordenou as produções Cabaré das Primas –Descontorno Cultural 2019, Espetáculo Glória; Campeonato Interdrag de Gaymada e No Soy un Maricón.Fez a coordenação de produção dos projetos [Micro] Festival de Bonecos Idosos e Criação do espetáculo Elefanteatro (do Pigmalião Escultura que Mexe). Afinal, Cultura - Gestão administrativa e culturalCriada em 2012, a Afinal é uma organização sem fins lucrativos com ampla experiência nas áreas de planejamento, elaboração, gestão e prestação de contas de projetos executados com recursos públicos por meio das leis de incentivo (Rouanet, LEICMG e LMICBH) e de termos de fomento. Atuando em parceria com grupos e artistas de Belo Horizonte e outras cidades de Minas, também realiza projetos próprios como o VIVA 60+ (LMICBH) e o Bora?! Rota de arte e cultura de Nova Lima (Termo de Fomento). Realizou, ainda, 3 edições do RAMPA - treinamento cênico para artistas da música (LMICBH); o Ciclo de Formação Cultural de oficinas de formação e qualificação para gestores (LAB); a 6a. edição da Festa Divina Maravilhosa(LAB); a 2a. edição do FAT - Festival de Artes e Tradições de Tiradentes (Lei Rouanet/ CEMIG) e o espetáculo Do Lado Direito do Hemisfério (Lei Rouanet/ CCBB-SP). É parceira do Pigmalião Escultura Que Mexe na gestão cultural de seus projetos desde 2019. Atrizes/atores bonequeiras/os: Liz Schrickte é atriz, designer e bonequeira e se interessa em explorar as relações entre o ator e o objeto e suas possibilidades imagéticas na criação cênica. Doutoranda em Teatro na Universidade Estadual de Santa Catarina, é Mestre em Teatro pela Universidade de Évora (Portugal) e atriz formada pelo Teatro Universitário da Universidade Federal de Minas Gerais. Participa do Pigmalião Escultura que Mexe desde 2009 como atriz, manipuladora e professora. Fez estágios na França com Duda Paiva, na República Tcheca com o Grupo Lokvar e em Portugal com o Teatro de Ferro. Realizou a direção de manipulação dos espetáculos Escola de Heróis, Passarão, Experimento I e II e Conto Anônimo. Mauro Otacílio ingressou no teatro de bonecos em 2008 pela Cia Navegantes - Teatro de Marionetes. Ator/manipulador/cenógrafo, pesquisa construção de bonecos e adereços com materiais recicláveis. Há 7 anos faz parte do grupo Pigmalião Escultura que Mexe, onde atua, manipula e constrói bonecos e cenários para o grupo. Já se apresentou e ministrou oficinas de construção e manipulação de bonecos por todo o Brasil, alguns países da Europa, América Central e do Sul. Aurora Majnoni é bonequeira, atriz e pesquisadora de máscaras. Formada em Ciências Políticas em Bologna (Itália), trabalhou na produção cultural e cooperação internacional (Senegal e Brasil), tournées artísticas/teatrais (Itália, Brasil, Argentina, México, Peru, França, Espanha, Portugal, Suíça, Grécia, Turquia, Irã, Índia). Já trabalhou com os grupos Giramundo, Catibrum Teatro de Bonecos, Abrapalavra, Orquestra de Ouro Preto. Assinou a direção de arte do espetáculo Conto Anônimo. É integrante do Pigmalião onde participa da gestão, constrói bonecos e máscaras, ministra oficinas e atua nos principais espetáculos do grupo. Igor GodinhoBacharel em gravura pela Escola de Belas Artes da UFMG (2005), onde desenvolveu pesquisa acadêmica intitulada “Policromia na Gravura em Metal”, sob orientação da Professora Lúcia Pimentel, no projeto de iniciação científica (PIBIC/CNPq), no período de agosto de 2003 à agosto de 2004. Ele trabalha como manipulador de marionetes desde 2003, e desde 2010 é integrante do Pigmalião, onde atua como pesquisador, coordenador técnico, ministra oficinas, dirige espetáculos, além de atuar, manipular e construir bonecos. Denilson TourinhoAtor, mestre em Educação pela UFMG, graduado em Letras. Produtor Cultural; idealizador e curador do “Prêmio Leda Maria Martins de Artes Cênicas de Belo Horizonte”; curador do 8º “Festival de Arte Negra”, BH. Foi contemplado com “Troféu Mês da Consciência Negra” da Prefeitura de Contagem/MG; “2º Prêmio Educar para a Igualdade Racial” (CEERT – SP/SP); “Prêmio de Direitos Humanos e Cidadania” do Centro de Luta pela Livre Orientação Sexual (CELLOS – BH/MG). Márcio MirandaMarcio Miranda é ator, músico e bonequeiro, licenciado em Música pela Universidade do Estado de Minas Gerais. Ex-integrante do Grupo Giramundo (espetáculos Miniteatro Ecológico, 20 mil Léguas Submarinas, Lampeão, A Redenção pelos Sonhos), trabalha no grupo Pigmalião Escultura que Mexe desde 2021. É autor do espetáculo Chico Rei, pelo Terno Teatro.Narradores(as)/cantores(as): Isabela Arvelos é atriz e cantora. Graduada em Licenciatura em Teatro pela Universidade Federal de Minas Gerais. Cursou canto e violão popular no Conservatório de Música Dr. José Figueiredo em sua cidade natal Patrocínio- MG, atuou em vários espetáculos teatrais sendo a maioria deles do gênero musical. Recebeu prêmios e indicações como melhor atriz em diversos festivais nacionais.É integrante do Grupo Oriundo de Teatro de Belo Horizonte-MG desde 2012. Atua também como Preparadora Vocal e desenvolve trabalhos de Expressividade vocal em Cena. Tatá Santana é diretor musical, compositor, ator e arte-educador. Bacharel em Interpretação Teatral pela UFMG. Integrante do Grupo Oriundo de Teatro desde 2010. Destaques incluem direção musical no Oficinão do Galpão Cine Horto 2023 e composições para grupos como Elefanteatro e Pigmalião Escultura que Mexe. É preparador vocal em diversos espetáculos. Participou na curadoria do Primeiro Festival Online de Teatro Negro da UFMG. Trabalhos também envolvem trilhas sonoras e direção musical para espetáculos infanto-juvenis e universitários, além da colaboração com o Grupo Nóis de Teatro, de Fortaleza/CE. Enedson GomesAtor, graduado pela UFMG nos cursos de Bacharel em Interpretação Teatral e Licenciatura em Artes Cênicas. Co-fundador do Grupo Oriundo de Teatro e gestor do mesmo desde 2007. Desenvolve seu trabalho como ator desde 1999, com experiencia em espetáculos de trajetórias nacionais e Internacionais.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.