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PRONAC 233411Projeto não executado por insuficiência de captação de recursosMecenato

19º Festival de Música Instrumental ChorandoSemParar- edição comemorativa do centenário de nascimento de Waldir Azevedo

Fatima Helena Camargo Catalano
Solicitado
R$ 319,1 mil
Aprovado
R$ 319,1 mil
Captado
R$ 2,2 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.7%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Carlos
Início
2023-10-26
Término

Resumo

a)FESTIVAL/MOSTRA: O Projeto refere-se a realização da 19° edição do Festival "ChorandoSemParar" _ Edição Centenário do Nascimento de Waldir Azevedo. b)APRESENTAÇÃO MUSICAL: Série de apresentações de música instrumental que compõe a programação do Festival. c)OFICINA / WORKSHOP / SEMINÁRIO AUDIOVISUAL: Realização de atividades formativas / palestras interativas tradicionalmente oferecidas à comunidade pública escolar e comunidade em geral, como parte integrante da programação.

Sinopse

SINOPSE DA PROPOSTA O Festival ChorandoSemParar é realizado anualmente desde 2004. De acordo com a Lei Municipal de São Carlos SP nº 15.358 de 12/07/2010 ficou estabelecida a inclusão do referido Festival no calendário oficial dos eventos culturais da cidade de São Carlos e consolidou-se como uma tradição cultural de destaque que atrai aproximadamente 15 mil pessoas de toda região, Estado e país. Desde sua primeira edição, o Festival ocorre em Dezembro como fechamento da programação do Projeto de extensão da UFSCar denominado Contribuinte da Cultura, criado em 2003 pela produtora e pesquisadora cultural Fátima Camargo, também responsável pela curadoria e execução de toda a programação do Projeto, desde a primeira edição do Festival ChorandoSemParar. Toda a programação do Festival ChorandoSemParar é livre e gratuita. A 19º CHORANDOSEMPARAR - Uma edição especial Por conta da pandemia, nos dois últimos anos as edições presenciais foram substituídas por programações digitais. A volta do Festival para a Praça XV e paras outros espaços da cidade de São Carlos SP, estava prevista para dezembro de 2022 em sua 18ª edição, em homenagem à pianista Amélia Brandão, a Tia Amélia. Mas precisou ser adiada pela coincidência de datas com o calendário da Copa do Mundo de Futebol. Dessa forma, a 18ª edição que marcaria a volta presencial do Festival na Praça XV, foi remarcada para o primeiro trimestre de 2023. Mas diante de toas as dificuldades advindas desse adiamento, não foi possível realizar a esperada a volta do Festival na Praça. Foi uma edição menor mas, com suas características essenciais preservadas e realizado no Teatro de Arena Municipal, em março do presente ano. Este mesmo ano de 2023, é também o ano da 19ª edição, prevista para dezembro, consolidando a volta do Festival com a presença dos artistas e do público para comemorar a volta presencial do ChorandoSemParar e o centenário de nascimento de Waldir Azevedo. A volta da realização presencial do Festival ChorandoSemParar é certamente um dos mais esperados acontecimentos culturais de nossa região, agora ainda beneficiado com a prática adquirida durante a pandemia das extraordinárias possibilidades digitais que passaram a ser familiares às produções culturais e artísticas. HOMENAGEM EM MEMÓRIA - Cada edição é dedicada à memória de um músico ou musicista brasileiro(a) e a 7ª edição do Festival do ChorandoSemParar em 2010 foi dedicada a Waldir Azevedo. Sendo 2023 o ano que celebra os cem anos do nascimento desse grande compositor e instrumentista, o Festival ChorandoSemParar não poderia deixar criar uma programação especial para marcar essa data. Será um a oportunidade para repetir encontros memoráveis ocorridos em 2010 que marcaram a história do Festival, como o do multi-instrumentista Armandinho Macedo com Andreas Kisser, guitarrista da Banda Sepultura, para tocar Choro. Essa apresentação atraiu um enorme público de fãs de heavy metal para ouvir e aplaudir músicas de Waldir Azevedo, fato muito significativo no que diz respeito aos objetivos do Festival da difusão e formação de público para o Choro e a música instrumental brasileira. Andreas Kisser, embora reconhecido mundialmente como guitarrista de rock, é grande admirador do Choro e da música brasileira. Vale mencionar, que o convite ao guitarrista Andreas Kisser para participar do Festival não foi pelo inusitado de se ver um músico de Rock tocando Choro e sim porque Andreas Kisser é grande admirador de Choro e da música brasileira e toca esse repertório sempre que pode ou tem oportunidade. Levar esse fato a público significa quebrar preconceitos e libertar os jovens do radicalismo, ou melhor, significa um convite à liberdade de aprendera a apreciar e de amar a boa Música, sem restrição de estilos ou gêneros.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Conforme o artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021, os objetivos gerais do projeto são: I - abrir espaço para a música instrumental brasileira, tanto no que diz respeito à criação de oportunidades de apresentação para os instrumentistas brasileiros, quanto ao trabalho pela formação de público II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; VII - desenvolver atividades artísticas e formativas que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que promovem a economia da cultura; VIII - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira; IX - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; X - contribuir para a implementação do Plano Nacional de Cult;ura e das políticas de cultura do Governo federal; XI- O objetivo geral do Festival ChorandoSemParar é, portanto, difundir e homenagear a música instrumental e o Choro brasileiro, demonstrando as relações harmônicas, rítmicas e melódicas entre o Choro e outros gêneros musicais (destacados de acordo com o estilo musical do "Homenageado em Memória" da edição). E, para isso, realiza ao longo do ano diversas programações artísticas, que culminam no Festival ChorandoSemParar, com sua série de apresentações públicas no fim do ano. Difundir a música instrumental brasileira entre os convidados estrangeiros através do intercâmbio de arranjos, repertórios, participações em instrumentais com músicos brasileiros e informações sobre a história da música brasileira. Ao longo dos anos, ocorreu um processo de amadurecimento conceitual, que consolida o Festival como um evento amplo de música instrumental brasileira, que se relaciona livremente com a música mundial, mas reserva grande espaço em sua programação para a difundir e destacar o Choro Brasileiro. Sendo assim, firma-se cada vez mais como um festival de música instrumental que busca promover o avanço da música instrumental brasileira em nível internacional. A proposta do Festival promove o encontro de profissionais diversos do cenário cultural, entre músicos, pesquisadores, estudantes e outros interessados nos temas da programação, proporcionando enriquecimento no compartilhamento de conhecimento e ideias. Através de uma programação de atividades em praças públicas e em outros pontos na cidade de São Carlos _ SP (todas com entrada franca), o Festival ChorandoSemParar atinge muitos segmentos da população e da sociedade, cumprindo seu papel como agente cultural de impacto, em nível de alta qualidade musical, inspiração à criatividade e à pesquisa acadêmica, difusão popular e formação de público amplo. Cabe destacar que sendo o objetivo do Festival fomentar a difusão da música instrumental brasileira, a programação é inteiramente voltada aos repertórios instrumentais e por essa razão, desde as primeiras edições, enquadra-se no Art. 18 . OBJETIVOS ESPECÍFICOS: A) PRODUTO FESTIVAL/MOSTRA: Realizar 19° edição do Festival de Música Instrumental "CHORANDOSEMPARAR" na cidade de São Carlos/SP com duração de 3 dias em espaço público, com atividades artísticas e formativas, acesso livre e gratuito com estimativa total de 35 horas de programação. B) PRODUTO APRESENTAÇÃO MUSICAL: Realizar 12 apresentações musicais instrumentais (como parte da programação do Festival), ao longo de 03 dias (sexta, sábado e domingo) sendo dia 1: 1 apresentação de abertura no Teatro Municipal de São Carlos, para 400 pessoas, com acesso gratuito para público em geral com duas horas de duração; dia 2: 3 apresentações de música instrumental em praça pública, duração por apresentação de aproximadamente 2 horas, com público estimado entre 800 e 1200 pessoas; dia 3: 8 apresentações de música instrumental em praça pública, duração por apresentação de aproximadamente 2 horas, com público estimado de 800 e 1200 pessoas, totalizando o dia em 12 horas de programação (das 10h as 22h) de revezamento ininterrupto dos instrumentistas convidados formato que inspirou o nome do Festival. C) PRODUTO OFICINA / WORKSHOP / SEMINÁRIO AUDIOVISUAL: Série de palestras musicais interativas em escolas públicas, durante 2 meses que antecedem o festival (outubro e novembro), à serem realizadas em 10 escolas, sendo 3 palestras em cada uma das escolas, totalizando 30 palestras, cada uma com 1 hora de duração para um público estimado de 1500 alunos.

Justificativa

JUSTIFICATIVA Considerando o disposto no Art. 1º da Lei 8313/91, a presente proposta se enquadra nos incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII- estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E destaca-se, considerando o Art. 3 da Lei 8313/91, que a presente proposta alcança os seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; Abaixo consta uma explicação pontual, para justificar o cumprimento e adequação da proposta aos referidos artigos e incisos: São Carlos realiza há 19 anos o Festival ChorandoSemParar _ ação cultural que veio preencher a falta de acontecimentos dessa natureza em uma região rica em produção musical, contando com vários grupos instrumentais, orquestras e bandas marciais. Entre esses grupos, cita-se a Orquestra Experimental da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), a pequena Orquestra da UFSCar, a Orquestra da Escola Livre de Música Maestro João Sepe, as diferentes formações do Projeto Guri, além do Curso de Graduação em Música da Universidade Federal de São Carlos. Vale ainda mencionar a proximidade e o intercâmbio natural com o Curso de Música da Unicamp e com o Conservatório Musical de Tatuí - SP. O Festival ChorandoSemParar é reconhecido pela mídia e pelo público como o evento que reúne o maior número de instrumentistas brasileiros e estrangeiros de primeira grandeza para homenagear o Choro e a música instrumental brasileira. O formato de seu último dia, com duração de 12h - das 10h da manhã às 10h da noite e revezamento ininterrupto dos músicos nos palcos da Praça XV, na cidade de São Carlos SP, consagrou-se como uma deliciosa maratona musical, cujo final ocorre sob os protestos do público, incansável nos aplausos e nos pedidos de bis. A programação combina a participação de três categorias de convidados: talentos locais e regionais, instrumentistas brasileiros de renome internacional e músicos estrangeiros, para tocar o nosso choro e gêneros afins. Além disso, a programação é elaborada com o cuidado de produzir um roteiro dinâmico, com variação de instrumentos solistas, de estilos de choro _ dos mais tradicionais ao elétrico _ e a inclusão de grupos de diferentes gerações. Isso torna a programação atrativa e surpreendente. A partir de 2008 foram escolhidos dois homenageados, sendo um convidado e um homenageado em memória. Em 2008 os escolhidos foram Jacob do Bandolim e o convidado Zé da Velha; em 2009 o homenageado em memória foi Sivuca e o convidado, Hermeto Pascoal; em 2010, Waldir Azevedo e Armandinho, em 2011, Pixinguinha e Jorginho do Pandeiro e em 2012, Benedito Lacerda e Toninho Carrasqueira, em 2013 Ernesto Nazareth e Arthur Almeida Lima, em 2014 Chiquinha Gonzaga e Luciana Rabello, em 2015 a edição Heitor Villa-Lobos trouxe como convidado homenageado o violonista Turíbio Santos, em 2016 a edição Paulo Moura com o homenageado Nailor Proveta, em 2017 a edição Garoto trouxe o convidado Paulo Bellinati. Em 2018 o homenageado foi o maestro Radamés Gnattali e o convidado Joel Nascimento, e em 2019 o homenageado em memória foi Luiz Gonzaga (em especial, seus Choros) e o convidado Oswaldinho do Acordeon. A 17° edição foi elaborada para ser uma homenagem a Raphael Rabello. A 18ª Edição foi dedicada a Amélia Brandão, a Tia Amélia. E a 19ª Edição, objeto da proposta, será em homenagem ao cavaquinista e grande compositor Waldir Azevedo, nessa ocasião comemorando o centenário de nascimento do compositor de um dos mais belos "hinos" de cancioneiro popular do país, o "Brasileirinho" também admirado e interpretado por instrumentistas dos mais diferentes países. O Festival ocorre em São Carlos, cidade que tem uma localização estratégica na região, com facilidade de acesso rodoviário, permitindo que o evento possa ser frequentado por grande público de todo o interior. A principal via de acesso à cidade é através da Rodovia Washington Luís (SP 310) que faz ligação do município à capital paulista. Outras rodovias, tais como a Bandeirantes, Anhanguera, Faria Lima, Thales de Lorena Peixoto Jr. (SP 318), Dr. Paulo Lauro (SP 215), Luiz Augusto de Oliveira (SP 215) também dão acesso ao município;Uma das principais motivações é oferecer oportunidades de apresentação e aprimoramentos aos músicos instrumentistas de nossa região, onde há uma carência local de festivais com esse perfil;Atrai público de todas as idades e classes sociais e de diferentes cidades e estados;Cumpre o papel de difusor da música instrumental brasileira, proporcionando ao público a possibilidade de apreciar o resultado do encontro de artistas consagrados de diversas partes do Brasil e do mundo para tocar a música instrumental brasileira;Promove evento extremamente popular e, ao mesmo tempo, de alta qualidade técnica e artística;Promove a produção artística através da criação de arranjos exclusivos para serem apresentados no Festival;Promove a difusão da importância de compositores e instrumentistas nacionais, de gêneros musicais representativos do país e consequente valorização do patrimônio cultural brasileiro;Oferece programação cultural e artística de qualidade em espaços públicos e abertos.Promove o intercâmbio de informações e ideias entre artistas brasileiros e estrangeiros;É o maior e mais tradicional evento artístico cultural da cidade;Promove o turismo cultural e o desenvolvimento econômico através da utilização de serviços e do aquecimento na movimentação do comércio. Com o apoio da Lei de Incentivo à Cultura, através do PRONAC, será possível propiciar ao público o contato com apresentações culturais de música instrumental, sobretudo do Choro brasileiro, visando apresentar e valorizar a marcante linguagem musical de nosso país. Essas apresentações terão ingresso gratuito e serão realizadas em espaço aberto (praça pública) e outros espaços públicos ou em ambiente virtual, permitindo o acesso de um grande público, democratizando assim a difusão da programação.

Estratégia de execução

OUTRAS INFORMAÇÕES Hospedagem - Os beneficiários da Hospedagem (conforme Planilha Orçamentária) serão os músicos provenientes de outras cidades e estados que se apresentarão ao longo do Festival. Instrumentistas de São Carlos, e cidades próximas em um raio de 100km, NÃO SERÃO BENEFICIADOS COM HOSPEDAGEM. Homenageado em Memória: Waldir Azevedo é referência como um dos maiores compositores e instrumentistas brasileiros de todos os tempos. Na infância, no bairro do Engenho Novo, costumava apanhar passarinhos que depois vendia. Foi assim que conseguiu dinheiro para comprar seu primeiro instrumento, uma flauta, quando tinha sete anos de idade. Pouco depois, trocou a flauta por um bandolim. E foi para o cavaquinho, instrumento com o qual se tornaria conhecido nacionalmente anos mais tarde. Na década de 1930, quando o violão elétrico entrou na moda, abandonou o cavaquinho por algum tempo. Iniciou a carreira artística em 1940, apresentando-se em programas de calouros com um grupo regional. Venceu premiações desde então. Em 1943, passou a atuar profissionalmente no conjunto regional de César Moreno. Em 1945 soube de uma vaga para cavaquinista no regional de Dilermando Reis, em um programa da Rádio Clube do Brasil. Dois anos depois estava liderando o grupo. Em 1949, gravou seu primeiro disco na Continental interpretando de sua autoria os choros “Carioquinha” e “Brasileirinho”, um clássico da música popular brasileira com inúmeras regravações. Em 1950, gravou seu primeiro disco solo. Nessa época, formou um conjunto e gravou no mesmo ano o choro “Paulistinha” e o frevo “Cachopa no frevo”, de sua autoria. Em 1952, gravou com seu conjunto o choro “Vai levando”, de Risadinha do Pandeiro e Jorge Santos e o baião “Mengo”, parceria com Edinho. Em 1953, gravou “Ave Maria com prelúdio”, de Gounod e Bach, “Brincando com o cavaquinho” e “Vôo do marimbondo”, as duas de sua autoria. Em 1955 gravou os sambas “Na baixa do sapateiro”, de Ary Barroso e “Amigos do samba”, de sua autoria e, com seu conjunto, os choros “meu sonho”, de Risadinha do Pandeiro e “Conversa fiada”, parceria com Jorge Santos. Excursionou pela América do Sul e pela Europa, algumas vezes a convite do Itamarati, na Caravana da Música Brasileira, criada pela Lei Humberto Teixeira. Excursionou ao Oriente Médio com o multi-instrumentista Poly. Teve músicas gravadas no exterior, principalmente em países como Japão, Alemanha e Estados Unidos. Gravou dezenas de LP’s nas décadas de 60 e 70. Em 1979 foi homenageado com um show comemorativo aos seus 30 anos de carreira numa grande roda de choro que contou com a presença de Paulinho da Viola; César Farias; Raphael Rabelo; Ademilde Fonseca; Arthur Moreira Lima; Copinha; Carlos Poyares; Isaías e seus chorões; Paulo Moura; Osmar Macedo e Celso Machado, além de João de Barro, o Braguinha. Em 1980, começou a preparar a gravação de um novo disco, e como era muito meticuloso em seu trabalho, gravou instruções em uma fita cassete tanto para os músicos que o acompanhariam como para o maestro Messias. Faleceu, entretanto, poucos dias antes de iniciar as gravações do novo trabalho. O disco foi gravado postumamente com a presença do músico Canhotinho, que ficou encarregado de substituí-lo. O LP recebeu o nome de “Luzes e sombras”, título de uma composição de sua autoria e teve incluídas as falas gravadas por ele como instrução para a realização do trabalho. Deixou mais de 70 obras de sua autoria e gravou mais de 200 músicas, sendo considerado um marco na história da execução do cavaquinho. Desde então, foi constantemente homenageado. Mais recentemente, em 2011, foi lançado pelo convênio com o ICCA – Instituto Cultural Cravo Albin a caixa “100 anos de música popular brasileira” com a reedição em 4 CDs duplos dos oito LPs lançados com as gravações dos programas realizados pelo radialista e produtor Ricardo Cravo Albin na Rádio MEC em 1974 e 1975. Em 2012, sua composição “Arrasta-pé”, com Klécius Caldas, até então inédita, foi lançada no CD “Lagrimas e Rimas”, da cantora Anna Bello, em interpretação feita em conjunto com Ademilde Fonseca. Em 2014, foi homenageado por Henrique Cazes na Sala Funarte Sidney Miller na série “Memória Musical Funarte em canto e conto” no espetáculo intitulado “Henrique Cazes toca e conta Waldir Azevedo”. - O Festival ChorandoSemParar encerra a programação anual do Contribuinte da Cultura, projeto colaborativo e sem fins lucrativos, criado pela produtora e pesquisadora cultural Fátima Camargo, também responsável pela criação do Festival. A programação é elaborada com a preocupação de produzir um roteiro dinâmico com a inclusão de instrumentistas de diferentes gerações, a variação de instrumentos solistas incluindo os menos previsíveis como gaita, guitarra elétrica, baixo acústico, viola de arco, ukulele, harpa, vibrafone e a variação de estilos de Choro, desde o mais convencional, interpretado por regionais, até os interpretados por Orquestras ou formações instrumentais com diferentes influências, tornando a programação atrativa e surpreendente. O festival busca criar uma atmosfera atraente e motivar a presença de público variado para compartilhar informação e conhecimento sobre nossa música instrumental. A Praça XV, onde é realizada a maior parte da programação do Festival, é próxima da estação rodoviária de São Carlos (20 minutos a pé). Há também linhas de ônibus que deixam o público quase em frente à Praça. Os outros locais utilizados pelo Festival também contam com linhas de ônibus muito próximas. Todas as atividades são livres e gratuitas. Formação de Público: O Festival proporciona a um grande público e de todas as idades a oportunidade de apreciar, conhecer e aprimorar conhecimentos sobre a música instrumental brasileira. Contribui para a formação de público promovendo o interesse, respeito e apreciação do Choro Brasileiro. Um exemplo concreto é o das crianças que ao longo da história do Festival, a princípio participavam levadas por seus pais e hoje, já adultos o fazem por vontade própria. Divulgação: A divulgação do Festival é realizada através de diversas mídias, para alcançar o mais variado público em diversas áreas da cidade: Televisão, Revista, Sites, Redes Sociais, Banners, Outdoors, Cartazes, etc. Não há venda de produtos do Festival. As camisetas produzidas em cada edição são utilizadas pelo elenco e pela equipe de trabalho e o restante doado aos patrocinadores e entidades parceiras como lembrança. Todas as ações relativas a divulgação serão custeadas com a verba destinada aos custos vinculados para divulgação (não constam como ítem na planilha orçamentária). Recolhimentos: Todas as taxas, incluindo ECAD serão custeadas com a verba destinada aos custos vinculados para administração (não constam como ítem na planilha orçamentária). ESCLARECIMENTO ACERCA DOS PRODUTOS INSERIDOS NO PLANO DE DISTRIBUIÇÃO: Buscando a correta descrição dos ítens orçamentários e detalhamento dos custos por produto, foi necessária a inserção do produto APRESENTAÇÃO MUSICAL, pois apenas nesta categoria estão disponíveis ítens especificos como remuneração de músicos, locação de instrumentos musicais, entre outros. Sendo assim, o produto APRESENTAÇÕES MUSICAIS não configura um subproduto dentro do projeto e sim, parte do FESTIVAL como um todo (PRODUTO PRINCIPAL), em média 13 apresentações. No que se refere o detalhamento de cada um dos produtos, foi necessário utilizar a nomenclatura INGRESSO para determinar a gratuidade ao acesso do público, porém, não existe a necessidade do ingresso físico, uma vez que o festival é realizado em Praça Pública, possibilitando acesso e livre circulação do público em geral. Da mesma forma, as atividades realizadas em escolas públicas, também não demandam um ingresso físico. O público informado na descrição dos produtos, refere-se a estimatimativa em números e capacidade projetada respeitando a limitação dos espaços. CUSTOS DE ASSESSORIA CONTÁBIL E JURÍDICA DO PRODUTO FESTIVAL COMPREENDEM AS ATIVIDADES COMO UM TODO.

Especificação técnica

As apresentações serão exclusivamente Instrumentais. PROPOSTA DE ELENCO: A proposta de programação da 19ª edição inclui, nomes como: Camila Silva(cavaquinho); Danilo Brito (bandolim e cavaquinho); Duo Armandinho Macedo (bandolim) e Macedo e Andreas Kisser(guitarra); Duo Rogério Caetano e Gian Corrêa (2 violões de 7 cordas); Alexandre Ribeiro (clarineta); Zé Barbeiro (violão de sete cordas); Milton Mori (bandolim); Roberta Valente (pandeiro), Cleber Silveira (acordeon); Laila Aurore ( ) Mario Manga (violão/Guitarra); Fabio Tagliaferri (viola de arco e ukulelê); Nicola Krassik (violino); Messias Brito (cavaquinho); Big Band do Projeto Guri, além da Orquestra Experimental da UFSCar e talentos locais e regionais mediante inscrições prévias. CONFIRMAÇÃO DO ELENCO Conforme anteriormente mencionado, não é possível garantir a confirmação dos nomes sugeridos acima antes da captação de recursos, mas vale mencionar, como crédito ao projeto, que o histórico das edições anteriores contou com a presença da grande maioria dos convidados propostos. Dessa forma, as sugestões acima cumprem a função de representar conceitualmente a presente proposta. Dentre esses nomes, aqueles disponíveis no momento da contratação definirão o elenco da 19ª edição. Caso seja necessária alguma substituição ou alteração serão preservados o conceito e a qualidade musical que caracterizam a presente proposta e sua temática. PLANO PEDAGÓGICO As atividades são gratuitas e planejadas visando a transmissão de conhecimento, o aprimoramento da apreciação das expressões artísticas, e mais especificamente no presente Projeto, através da Música, linguagem que define e caracteriza a presente programação. Consequentemente, o Projeto almeja a formação de público, o enriquecimento pessoal e da visão de mundo através da Arte. PROPOSTA DE OFICINAS/WORKSHOPS/SEMINÁRIOS: TÍTULO: Chorando de Repente MINISTRANTES: Instrumentistas professores e alunos ou ex alunos do Curso de Música da Universidade Federal de São Carlos ou de outras entidades de ensino de Música e instrumentistas profissionais. PÚBLICO-ALVO: Alunos das escolas públicas de São Carlos, de outras entidades públicas de ensino de Música, integrantes de orquestras de São Carlos e da região. EMENTA: O título "CHORANDO DE REPENTE", além de fazer alusão ao nome do Festival ChorandoSemParar, se refere também ao modo como ocorre o início dessa atividade: mediante planejamento prévio com a diretoria de cada escola: os músicos entram de surpresa nas salas de aula tocando um Choro, de andamento bem alegre, e em seguida iniciam breves palestra palestras e outras atividades interativas para os alunos e professores. Metodologia das PALESTRAS INTERATIVAS - atividades programadas para crianças e adolescentes de escolas públicas e de projetos sociais abordando de maneira lúdica e entremeadas com música, alguns temas como a importância da música instrumental brasileira, os gêneros musicais predominantemente instrumentais como o Choro, o Frevo entre outros, mostrando a diferença entre eles com interpretações ao vivo de trechos de algumas composições e com gravações ilustrativas. Cada edição traz uma nova personalidade musical inspirada no homenageado em memória. Em 2023 será abordado o legado do instrumentista que dá nome à 19ª edição, Waldir Azevedo. Outras questões de afinidade temática fazem parte do conteúdo programado para essa atividade. A intervenção nas escolas busca motivar os alunos e suas famílias a participar também das outras atividades da programação. Dessa maneira, o Chorando de Repente tem a função de preparação e convite ao Festival. A atividade "Chorando de Repente", ocorre há mais de dez anos com a parceria e a coordenação pedagógica conjunta com cada escola participante, mediante planejamento prévio com a Secretária Municipal de Educação de São Carlos SP. Em média, há uma participação de oito escolas públicas por edição. A DURAÇÃO DE CADA PALESTRA E O PERÍODO DE REALIZAÇÃO - cada palestra tem a duração de uma hora (01h) e o Chorando de Repente é a atividade que ocupa, o mais longo período da programação do Festival, tradicionalmente ocorrendo durante os dois meses que antecedem o Festival. COORDENADOR DAS ATIVIDADES: Prof. Dr. Fred Siqueira Cavalcante Desde 2006 é Professor adjunto na Licenciatura em Música da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e no Curso de Educação Musical pela Universidade Aberta do Brasil conveniada a Universidade Federal de São Carlos (UAB/UFSCar) na modalidade de EaD (Educação a distância). Cursou piano e saxofone no Conservatório Dramático e Musical Carlos de Campos de Tatuí, concluiu bacharelado em Música pela Unicamp, mestrado e doutorado em educação pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Atuou em gravações e shows ao lado de músicos como João Alexandre, Guilherme Kerr, Aristeu Pires Junior, Hector Costita, André Juarez, Rogério Boccato, Edu Ribeiro, Jericó da Silva, Marco Abreu,entre outros. Participou também de apresentações ao lado de Djalma Correia, Paulo Moura, Zezo Ribeiro, Leandro Braga, Juarez Moreira e Simone Guimarães. Algumas de suas composições foram interpretadas pela Orquestra Experimental da UFSCar, por combos de jazz brasileiros, estadunidenses e pela Latin American Music Ensemble da Indiana University School of Music. Algumas de suas composições constam como trilhas sonoras de filmes, como é o caso do curta “Sentidos” produzido em 2011 na UFSCar. É músico integrante dos grupos Four Jazz e Hamilton e Seus Estados. Coordena os projetos de extensão MoMA (Mostra Musical dos Alunos da Licenciatura em Música da UFSCar) e Combo Instrumental da UFSCar, além de colaborar na coordenação do projeto Big Band na UFSCar, coordenado pelo professor Glauber L. A. Santiago. Desenvolve pesquisas sobre educação musical, arranjo e análise musical.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE: A) PRODUTO: FESTIVAL/MOSTRA ACESSIBILIDADE FÍSICA: Disponibilização de infraestrutura (Rampas e barras lateiras) e adaptação de espaços/ equipamentos com o objetivo de priorizar ou facilitar o acesso. (PcD físico, PNE, idosos, pessoas com mobilidade reduzida) Item da planilha orçamentária: Não há. A Praça XV dispõe de rampas e barras laterais em locais estratégicos (não há necessidade de elevadores). A praça Dr. Christiano Altenfelder, também conhecida como Praça XV, recebe durante todo o ano feiras de artesanato, shows de música, além de diversos eventos. Seu espaço arborizado propicia revigorar o convívio nos centros públicos, reconquistando a urbis como espaço humano, familiar e acessível a todos. Locais abertos, como a Praça XV, recebem cobertura tênsil (estrutura de tendas tensionadas para cobertura do palco principal, auditório, espaço para orquestras, camarins, tendas de apoio para recepção e apoio técnico) para abrigar tanto os artistas quanto o público. De modo geral, o evento oferece pontos relevantes em prol da acessibilidade por ser totalmente gratuito, aberto e ser realizado em praça pública. ACESSIBILIDE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Confecção do programa e peças de divulgação em Braile; Item da Planilha Orçamentária: Impressão em Braile (produto Festival) ACESSIBILIDE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição antes das apresentações das informações sobre a apresentação (nome do músico ou da banda, nome das músicas, instrumentos utilizados etc.). Item da planilha orçamentária: Monitores ACESSIBILIDE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição do ambiente onde serão realizadas as apresentações (desde o palco até a plateia) Item da planilha orçamentária: Monitores ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Tradução simultânea em Libras nos eventos e vídeos de divulgação. Item da Planilha Orçamentária: Intérprete de Libras (produto Apresentação Musical) ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Monitoria especializada inclusiva para acompanhamento e atendimento em todas as apresentações. Item da Planilha Orçamentária: Monitores B) PRODUTO - APRESENTAÇÃO MUSICAL: ACESSIBILIDADE FÍSICA: Disponibilização de infraestrutura (Rampas e barras lateiras) e adaptação de espaços/ equipamentos com o objetivo de priorizar ou facilitar o acesso. (PcD físico, PNE, idosos, pessoas com mobilidade reduzida) Item da planilha orçamentária: Não há. A Praça XV dispõe de rampas e barras laterais em locais estratégicos. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Confecção do programa em Braile; Item da Planilha Orçamentária: Impressão em Braile (produto Festival) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição antes das apresentações das informações sobre a apresentação (nome do músico ou da banda, nome das músicas, instrumentos utilizados e etc). Item da planilha orçamentária: Monitores ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição do ambiente onde serão realizadas as apresentações (desde o palco até a plateia) Item da planilha orçamentária: Monitores ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Tradução simultânea em Libras nos eventos e vídeos de divulgação. Item da Planilha Orçamentária: Interprete de Libras ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Monitoria especializada inclusiva para acompanhamento e atendimento em todas as apresentações. Item da Planilha Orçamentária: Monitores C) OFICINA/WORKSHOP/SEMINÁRIO: ACESSIBILIDADE AUDITIVA: Tradução do conteúdo falado por um intérprete de Libras Item da planilha orçamentária: Interprete de Libras ACESSIBILIDADE VISUAL: Disponibilização em Braille dos materiais impressos que forem usados Item da planilha orçamentária: Impressão em Braile ACESSIBILIDADE VISUAL: Narração de conteúdos de forma descritiva sem dependência de suportes visuais Item da planilha orçamentária: Monitores ACESSIBILIDADE FÍSICA: Piso tátil para deficientes visuais (PcD Visuas e Cegos) Item da planilha orçamentária: Não há. Todos os espaços são escolhidos a partir do critério da acessibilidade, devendo possuir piso tátil, rampa de acesso, cadeiras adaptadas, barras laterais, estacionamento exclusivo para pessoas com deficiência e idosos. Assim, todos os locais selecionados são acessíveis. ACESSIBILIDADE FÍSICA: Disponibilização de infraestrutura (Rampas e barras lateiras) e adaptação de espaços/ equipamentos com o objetivo de priorizar ou facilitar o acesso. (PcD físico, PNE, idosos, pessoas com mobilidade reduzida) Item da planilha orçamentária: Não há. Todos os espaços são escolhidos a partir do critério da acessibilidade, devendo possuir piso tátil, rampa de acesso, cadeiras adaptadas, barras laterais, estacionamento exclusivo para pessoas com deficiência e idosos. Assim, todos os locais selecionados são acessíveis. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Monitoria especializada inclusiva para acompanhamento e atendimento em todas as apresentações e atividades. Item da Planilha Orçamentária: Monitores

Democratização do acesso

DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO O projeto adotará as seguintes medidas para democratização do acesso, conforme Art. 28 da IN 01/2023: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA: 01- Proponente: Fátima Camargo Catalano. Responsável pela concepção, curadoria, gestão administrativa, financeira, direção artística e executiva. É Graduada em Letras e pós-graduada em Semiótica pela Unesp. Tem atuação como pesquisadora musical, roteirista e produtora cultural há mais de 30 anos, no Brasil e no exterior. É mentora e diretora do Projeto Contribuinte da Cultura. Criou o espaço cultural Café com Letras (São Carlos-SP 1988/96 e coordenou sua programação artística do espaço, incluindo apresentações musicais, workshops, palestras, performances, saraus, entre outros. Entre muitas outras atuações e atividades também foi responsável pela criação e ainda dirige o projeto colaborativo, sem fins lucrativos denominado Contribuinte da Cultura, cuja finalidade é a criação e produção contínua de conteúdo cultural. O Contribuinte da Cultura é projeto de extensão UFSCar e foi iniciado em 1999. Fátima criou e fez a direção artística do espetáculo cênico-musical “Viva Dalva!” - elenco de 17 artistas e participação do cantor Pery Ribeiro, filho da cantora homenageada, Dalva de Oliveira. Obteve Prêmios da Secretaria de Estado da Cultura e dos Correios. 2007 a 2011. Criou o Centro Cultural e Ponto de Cultura Canal Aberto Espaço 7, contemplado através de edital do Ministério da Cultura conjuntamente com a Secretaria de Estado da Cultura. Fátima Camargo e também responsável pela criação e direção das 18 edições Festival Internacional de Música Instrumental denominado ChorandoSemParar, na cidade de São Carlos SP.(2004 a 2022) É Membro do Conselho Gestor do Campus USP de São Carlos e Presidente do Instituto Mário de Andrade - São Carlos SP- 02- Duas assistentes de direção: 1- Gabriela Caresia Wexell Severo Como assistente de direção na pré produção, execução e pós produção. Responsável também pela documentação e gestão de dados nas seguintes edições do Festival: Projeto Contribuinte da Cultura - São Carlos - Produção do 16º Festival CHORANDOSEMPARAR. 2019 Projeto Contribuinte da Cultura - São Carlos - Produção do 17º Festival CHORANDOSEMPARAR. 2021, Projeto Contribuinte da Cultura - São Carlos - Produção do 18º Festival CHORANDOSEMPARAR. 2022, Formação Acadêmica Universidade São Judas Tadeu (USJT) - SP Licenciatura em Letras - Português e Inglês - 2016. Experiência Profissional: Vencer – Instituto de Qualificação Profissional –São Paulo – SP Auxiliar Administrativa – 2011. Centro Popular de Cultura (CPC UMES) - São Paulo - Coordenadora CineTeatro Denoy de Oliveira. 2012-2018. 2- Daniela Zigante é jornalista formada pela Universidade de Ribeirão Preto (Unaerp), com mais de 20 anos de atuação no mercado de comunicação. Tem experiência em produção de telejornais, assessoria de imprensa, marketing digital, relações públicas, gestão e produção cultural, organização e divulgação de eventos artísticos. Atualmente, cursa especialização em Educação e Tecnologias com habilitação em Recursos de Mídias na Educação e Gestão de Ensino a Distância, na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). 03 - Coordenador Pedagógico: Fred Siqueira Cavalcante Cursou piano e saxofone no Conservatório Dramático e Musical Carlos de Campos de Tatuí, concluiu bacharelado em Música pela Unicamp e mestrado e doutorado em educação pela Universidade Federal de São Carlos-UFSCar, com pesquisas voltadas para a área de educação musical. Desde 2006 é professor no curso de Licenciatura em Música da mesma universidade, onde atualmente é vice-coordenador. É músico integrante dos grupos Four Jazz e Hamilton e Seus Estados. Coordena os projetos de extensão MoMA (Mostra Musical dos Alunos da Licenciatura em Música da UFSCar) e Combo Instrumental da UFSCar, além de colaborar na coordenação do projeto Big Band na UFSCar, coordenado pelo professor Glauber L. A. Santiago. Desenvolve pesquisas sobre educação musical, arranjo e análise musical. 04 - Assistente Operacional e Orçamentária: Elisângela Porfírio Shiwa É formada em Direito e Pós-Graduada em Direito Civil pelo Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas – FMU. Foi assistente jurídica e consultora na área trabalhista. Posteriormente trabalhou na Rede LFG, um dos maiores cursos jurídicos preparatórios para concursos, como Assistente Administrativo, Assistente de Pós-Graduação e Professora Tutora, nos Cursos de Pós-Graduação de Direito Civil e Direito do Consumidor, da Universidade Anhanguera-Uniderp/LFG. Desde 2021' trabalha no Projeto Contribuinte da Cultura como assistente administrativa. 05 - Diretor de palco: Luiz da Silva Netto (Netto Rockfeller) Guitarrista e produtor musical, tendo também vasta experiência como diretor de palco. Como guitarrista, está na ativa há vinte e dois anos e já excursionou por diversos países da América do Sul, do Norte e Europa. Dividiu o palco com grandes expoentes do blues e gêneros afins, entre eles: Igor Prado, Flávio Guimarães, Solon Fishbone, Fernando Noronha, Danny Vincent, Fred Sun Walk e Blues Etílicos. No ano de 2017 foi vencedor do prêmio Profissionais da Música, com o gaitista Flávio Guimarães, com quem tem dois discos lançados. Há sete anos está à frente do estúdio de gravação e selo fonográfico Blue Crawfish Records, em que já gravou mais de quarenta artistas e possui vinte e três álbum lançados. Como diretor de palco, atuou nas dez últimas edições do Festival Internacional de Música Instrumental ChorandoSemParar. 06 - Coordenadora de mídias Suzana Amyuni é jornalista e escritora. Graduada em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Unimep – Universidade Metodista de Piracicaba, possui pós-graduação em Gestão da Comunicação pela mesma universidade e diversos Cursos de Aperfeiçoamento em Redes Sociais. Há mais de 20 anos no mercado, foi editora do Portal G1 e repórter da EPTV, da TV Unimep e da TV USP, professora de produção de conteúdo em redes sociais na pós-graduação do Senac de Jundiaí e tem 4 livros publicados. Nos últimos 10 anos, vem trabalhando com gestão de redes sociais, produção multimídia, redação e edição de livros, além de assessoria de imprensa. 07 - Gestão Financeira e Administrativa - Proponente: Fátima Camargo Catalano. Responsável pela gestão administrativa e financeira e também pela concepção, curadoria, direção artística e executiva desde a primeira edição do Festival ChorandoSemPArar, conforme descrição acima, no item 01 da ficha técnica.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2024-03-28
Locais de realização (1)
São Carlos São Paulo