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PRONAC 233414Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

EXPOSIÇÃO REVOLUCIONÁRIAS

Cult. Produções, Documentários, cine & vídeo LTDA
Solicitado
R$ 2,18 mi
Aprovado
R$ 2,18 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
23

Localização e período

UF principal
MG
Município
Nova Lima
Início
2023-09-01
Término
2024-09-30
Locais de realização (3)
Salvador BahiaBelo Horizonte Minas GeraisSão Paulo São Paulo

Resumo

Este projeto consiste na realização de uma exposição itinerante, baseada no livro da proponente "Revolucionárias". O projeto prevê ainda a edição de um catálogo e realização de ações de contrapartida social.

Sinopse

1) Classificação etária: livre 2) Exposição: Uma exposição que tem com ponto de partida um livro, uma pesquisa histórica e social. Contudo, não se limita a reproduzir as imagens analisadas. Convidamos artistas contemporâneos para reinterpretar e mesmo criar imagens inspiradas nas histórias (ainda não contadas) dessas heroínas imperfeitas. Palavras da Coordenadora/curadora/proponente; Foram quase dois anos estudando e percorrendo cidades, museus, arquivos na França e no Brasil, por onde passaram a francesa Joana d’Arc e a brasileira Maria Quitéria, em busca de documentos originais e em contato direto com os locais, pesquisadores e representações sobre essas mulheres. Por isso, alerto que, o que realizo aqui não são propriamente biografias, nem há pretensão de uma rememoração histórica. Sigo um outro caminho: entrelaço esses conhecimentos como meios para abrir reflexões sociológicas atuais e pertinentes, como: a vaidade, a liderança carismática, a religião, as contradições nas relações entre homens e mulheres, as disputas por reconhecimento, dentre outros. Joana e Quitéria são mais do que imagens de mulheres que lutam em momentos decisivos da construção da ideia de nação de seus países. Suas lutas tornam-se símbolo da própria nação, representam-na.

Objetivos

SÃO OBJETIVOS DESTE PROJETO: GERAIS: - Montar e realizar uma exposição itinerante, baseada no livro da proponente "Revolucionárias"; - Editar um catálogo para a exposição. ESPECÍFICOS: 1) Realizar a exposição proposta nas cidades de São Paulo (durante 30 dias) e na cidade de Salvador (durante 30 dias); 2) Imprimir 3.000 cópiasdo catálogo para a exposição; 3) Realizar contrapartida social: 04 circulos de leitura, para alunos e professores de escolas públicas da Grande BH, do livro "Revolucionárias".

Justificativa

Conforme critérios da Lei 8.313, este projeto se justifica, pois: I - contribui para facilitar , a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoia, valoriza e difundi o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - protege as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguarda a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar , fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preserva os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolve a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, o projeto cultural em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderá o seguinte objetivo: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: realização de exposição itinerante, catálogo e círcilos de leitura. POR QUE A LEI DE INCENTIVO À CULTURA? - Apesar do projeto prevê receita de bilheteria, esta é ínfima perto do custo total de montagem nas duas cidades. Logo há a necessidade de recorrer à lei de incentivo. - Cruzar linhas distantes no tempo: uma mulher do século XV com outra do XIX. Joana d’Arc x Maria Quitéria. Apesar das muitas diferenças que as separam, muitas similaridades as unem. Mulheres de origem rural, que compartilham uma incomum vocação militar. Vestem-se de homem. Lutam por uma utopia nacional. Vencem batalhas, onde destacam-se pela ousadia e entram para a história por suas excepcionalidades. Não foi um caminho fácil. Foram questionadas, testadas e tiveram de fazer uso de inteligência, astúcia e capacidades pessoais para romper as desconfianças alheias. E romperam. O que nos interessa aqui é sobre "como" se dá esse caminho. Como duas mulheres comuns, sem recursos financeiros e famílias nobres, conseguem cortar essa linha tão demarcada entre o feminino e o masculino e serem aplaudidas por isso? O que há em comum entre essas histórias tão distantes no tempo e no espaço? A tentativa de encontrar um padrão, uma "figuração universal"2 dessas "mulheres revolucionárias" é o que me faz traçar esse ponto cruz. É importante destacar: elas se distinguem mais do que muitos homens, que lutaram ao lado delas. Joana fez sombra a todos os grandes cavaleiros franceses e ao rei. Maria Quitéria foi o único soldado reconhecido ainda em vida pelo imperador Dom Pedro I, que a recebeu no palácio e a condecorou; mais tarde tornou-se patronesse do exército brasileiro além de entrar para o Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria. Um amalgamado entre os feitos heroicos e o fato de serem mulheres que as levaram a esse patamar. Isso é intrigante em ambas as histórias e as unem em meu ponto cruz central: como essas sociedades, tanto a do séc. XV e (ainda) quanto a do XIX, que restringiam as funções femininas à maternidade ou à reclusão no convento, não só as aceitaram, mas as aclamaram como mulheres e militares? Por que essa sociedade não sufocou a trajetória dessas mulheres, não lhes impediu a ascensão social e simbólica? Ao contrário, elas serão consideradas suas heroínas. Se em meus livros anteriores, trataremos do poder latente do feminino na história do ocidente, simultaneamente, nos interessava compreender aquelas que não foram tão sutis, mulheres que enfrentaram o sistema cultural de forma explícita. Frontal. Assim, depois do sucesso do livro da proponente sobre o tema, há a necessidade de circular seu conteúdo através de uma exposição que ensina o público a cruzar histórias do velho continente com nossa própria história. Além disto, o projeto consiste em um grande incentivo à formação de platéia em artes visuais.

Especificação técnica

Catálogo: Formato: A4 Páginas: 60 Capa - Cartonada 4x0 cor Miolo: papel couchê fosco, 140 grs - 4x4 cor Texto: Português Impressão: 3.000 unidades.

Acessibilidade

A Acessibilidade neste projeto, se dará: Na Exposição: ACESSIBILIDADE FÍSICA: os dois locais onde acontecerão à exposição terão necessariamente acessibilidade à portadores de necessidades especiais como rampas, elevadores e banheiros adaptados, corrimão, etc. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: teremos intérprete de libras, audionarração e monitor especial para espectros especiais (custo na planilha Exposição). Na contrapartida Social: ACESSIBILIDADE FÍSICA: as escolas onde acontecerão as contrapartidas sociais terão necessariamente acessibilidade à portadores de necessidades especiais como rampas, elevadores e banheiros adaptados, corrimão, etc. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: teremos intérprete de libras e audionarração (custo na planilha Contrapartida Social).

Democratização do acesso

A democratização neste projeto, se dará: - Doação de 30% dos ingressos em cada localidade; - Venda de 20% dos ingressos à preço popular (ingresso social), no preço de R$ 10,00; - Doação de 100% dos catálogos produzidos. Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar, além do previsto no inciso I, do art. 44, do Decreto 5.761, de 2006, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados;

Ficha técnica

Isabelle De Melo Anchieta (Proponente) - A proponente exercerá e receberá pelas funções Coordenação Geral e Curadoria. Ela também será responsável por todas as decisões estratégicas e financeiras do projeto. Doutora em Sociologia pela USP, estuda a História Social Ocidental através das Imagens (artes plásticas, fotografia, cinema e redes sociais). Conquistou a distinção acadêmica por unanimidade com a tese “Imagens da Mulher no Ocidente Moderno” com a banca composta pelos historiadores: Fernando Novais, Lilia Schwarcz, o antropólogo italiano Mássimo Canevacci, o sociólogo Ferdinando Martins e a pró-retora de cultura da USP e orientadora da tese Maria Arminda do Nascimento Arruda. Isabelle recebeu, também em 2014, prêmio na Competição Mundial Jovens Sociólogos promovida pela Associação Internacional de Sociologia (ISA), com apoio da UNESCO em 2014. Com artigo intitulado “A sociedade de rostos” trata da crescente importância da imagem humana e sua circulação nas redes sociais na promoção de novas formas de identificação e integração social. Em 2008 recebeu prêmio nacional de Jornalismo pelo Rumos Itaú Cultural como professora de Jornalismo Cultural. Tem dois livros publicados pela instituição: “Sete Propostas para o Jornalismo Cultural” (2009) e “Mapeamento do Jornalismo Cultural no Brasil” (2008). A pesquisadora é tambémcolaboradora das revistas “Sociologia” e “Mente e Cérebro” da Scientific American. Seus artigos são adotados em disciplinas nas universidades de língua portuguesa como a Universidade de Coimbra, a Universidade da Madeira e a Universidade de Nova de Lisboa, em Portugal e também na Universidade Lusófona, em Cabo Verde. Leciona em universidades brasileiras desde 2001, como a Universidade Mackenzie em SP. Graduou-se na PUC quando recebeu o prêmio de "Destaque Acadêmico" do curso de Jornalismo. Foi apresentadora e editora de texto do Jornal da Rede Globo Minas e roteirista de documentários pela TV Cultura. Artistas convidados: Israel Kislansky (Salvador, Bahia), é referência em escultura figurativa e fundição de obras de arte em metal no Brasil. Radicado na capital paulista desde 1983, Israel Kislansky é formado em artes visuais pela Faculdade Santa Marcelina. Rosana Paulino (São Paulo, 1967) foi a primeira artista negra brasileira a ganhar uma exposição individual na Pinacoteca do Estado de São Paulo. Apresentou a exposição "A Costura da Memória". A exposição trata das questões decoloniais e de gênero no Brasil. Rosana é doutora em Artes Visuais pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo e especialista em gravura pelo London Print Studio. Suas obras têm como foco principal as questões sociais, de etnia e de gênero que dizem respeito à mulher negra na sociedade brasileira. Sônia Gomes (Caetanópolis, Minas Gerais, 1948). Artista visual. Suas obras são impregnadas de visualidade pictórica, ao mesmo tempo que se inscrevem no espaço tridimensional. Transitam entre texturas sutis de fios de tecido e estruturas robustas. Os trabalhos evocam a memória e a ação do tempo sobre as coisas e revelam outros paradigmas estético. Sonia Gomes, foi a primeira mulher negra viva a ter uma exposição individual no Masp, 2018. Miguel Gontijo mora em Belo Horizonte. Ele iniciou seus estudos na Escola Guignard e, em 1978, formou-se em história pela Faculdade de Filosofia de Belo Horizonte. É pós-graduado em arte e contemporaneidade pela Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG). Possui obra em várias entidades públicas no Brasil e exterior. Em 2011, Miguel ganhou o Prêmio Mário Pedrosa, concedido pela Associação Brasileira de Críticos de Arte, na categoria linguagem contemporânea. Moisés Patrício trabalha com fotografia, vídeo, performance, rituais, e instalações em obras que lidam com elementos da cultura latina e afro-brasileira. Entre as exposições das quais participou destacam-se Bienal de Dakar no Museum Of African Arts (Senegal, 2016), “Quilombo: vida, problemas e aspirações do negro” – Galeria Lago, Inhotim. 2022. “A Nova Mão Afro Brasileira” no Museu Afro Brasil (São Paulo, SP, 2014) e “Papel de Seda” no Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos – IPN Museu Memorial (Rio de Janeiro, RJ, 2014).

Providência

PROJETO ARQUIVADO.