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O projeto trata da implantação de um Centro de Memória e Estudos da obra de Guimarães Rosa no imóvel localizado na Av. Padre João, 732, em Cordisburgo/MG, com a finalidade de torná-lo um anexo do Museu Casa Guimarães Rosa. O imóvel foi recentemente desapropriado pela Prefeitura e contará com biblioteca, sala de estudo, área para as aulas do Grupo Miguilim e reserva técnica para abrigar o acervo do Museu. O espaço será adequadamente ampliado, reformado e mobiliado segundo as necessidades de cada atividade a ser desenvolvida. O terreno tem 588,80 m² e a construção reformada e ampliada passará a contar com 280 m².
Produto: Reforma do imóvel 1.1 Projetos / Fiscalização: confecção de projeto arquitetônico, de topografia - levantamento planialtimétrico das edificações e situação existente, de projeto básico, de projeto executivo e detalhamento (Mês 01 a 12). 1.2 Projetos Complementares: confecção de projeto de topografia - locação 30 pontos, estrutural de concreto e metálico, de instalações hidro sanitárias, luminotécnico - áreas internas e externas, de instalações elétricas - áreas internas e externas, de rede estruturada de voz, dados e imagem, prev. e combate a incêndio, segurança, de proteção contra descargas atmosféricas, de paisagismo (Mês 2 a 3). 2 - Produção 2.1 Coordenação e Fiscalização da Obra (Mês 3 a 12). 2.2 Produção Executiva: coordenação e acompanhamento de todos os serviços a serem contratados (execução dos projetos e da obra, administração e divulgação), contato com patrocinadores e com o poder público, elaboração de relatórios de metas para prestação de contas (Mês 1 a 12). 2.3 Obras de Execução 2.3.1 Instalação do Canteiro (Mês 3). 2.3.2 Demolições: de paredes, cobertura, piso cimentado, de instalações diversas, banheiros, cozinha e outros. (Mês 3). 2.3.3 Estrutura em Concreto: fundações em concreto, cintamentos, pilares e vigamentos, inclusive armação, forma e disforma (Mês 4 e 5). 2.3.4 Cobertura: engradamento da cobertura em estrutura de aço, colocação de telha cerâmica, emboçamento, laje, impermeabilização com manta asfáltica, colocação de telhado verde, restauração de estrutura em madeira (Mês 6 e 7). 2.3.5 Paredes e Vedações: alvenaria de blocos de concreto, reboco, divisórias (Mês 3). 2.3.6 Esquadrias: colocação de portas, janelas e portão, recuperação e restauração das esquadrias em madeira existentes (Mês 9). 2.3.7 Revestimentos: paredes, emassamento, pintura em tinta acrílica das paredes externas e internas; em tábua corrida, em piso cerâmico do tipo porcelanato retificado, soleiras de granito, peitoril e outros; em concreto armado; forro em madeira; preparo da superfície de esquadrias e estruturas, pintura esquadrias e estruturas em madeira; pintura estrutura metálica da cobertura; resina sobre concreto aparente; verniz imunizante sobre forro em madeira (Mês 9 e 10). 2.3.8 Instalações Elétricas e de Dados: padrão CEMIG aéreo de entrada tipo d6, quadro de distribuição de 24 módulos com barramento; tubulações e pontos de luz para iluminação, pontos de energia, de dados e Internet (Mês 10 e 11). 2.3.9 Instalações Hidráulicas: instalações de água fria embutido, instalações sanitárias e esgoto, louças e ferragens, instalação de bebedouro geminado infantil em inox (Mês 9 e 10). 2.3.10 Instalações de Combate a Incêndio: instalação de extintor de incêndio, sinalização fotoluminescente, indicação rotas, luminária de emergência, abrigo em chapa com suporte para mangueira, mangueira flexível corrugado antichama (Mês 10). 2.3.11 Paisagismo: serviço de poda e limpeza; plantio de grama e de árvores (Mês 12). 2.4 - Mobiliário e Equipamentos: aquisição de estação de trabalho, 46 estantes alta, 15 mesas, 75 cadeiras fixa sem braço, 6 armários, roteador, notebook, projetor full hd, 1 sistema de som (amplificador e caixas de som) + 2 microfones + 4 microfones de lapela+ 1 mapoteca (Mês 5 a 12).çç 3 Administração. 3.1 Pessoal: prestação de serviço pela secretária da AAMCGR (Mês 1 e 12), de gestão administrativo-financeira (Mês 1 a 12), de contador (Mês 2 a 12). 3.2 Material e Manutenção da AAMCGR: execução de pagamentos de manutenção da AAMCGR, de cópias de projeto e outros documentos, de material de escritório e de consumo (Mês 1 a 12). 4 Divulgação Produto: folheto Produziremos uma peça gráfica, um folheto com a seguinte especificação: - 20.000 folhetos - 42 x 22 cm aberto - Impressão 4 x 4 cores em couchê fosco 150g - 3 dobras.
Objetivos Gerais A missão do Museu Casa Guimarães Rosa é desenvolver e mediar espaços de encontro com a literatura rosiana, por meio da preservação, da pesquisa, da difusão e da interação com a vida e a obra do autor. Nesse sentido, o objetivo geral do projeto é realizar obras civis e adaptações na infraestrutura do imóvel disponibilizado pela Prefeitura Municipal de Cordisburgo ao Museu para o estabelecimento de um Centro de Memória e Estudos da obra de Guimarães Rosa. A edificação, estabelecida em área de 588,80, passará a ter área construída dos atuais 180,90 ampliada para 280m². Além disso, será promovida a instalação de mobiliário adequado às novas funções da instituição, bem como de acessibilidade para pessoas com dificuldade de locomoção. Em atendimento ao Art 02 do decreto 10.555 de 2021, na execução do pronac serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados as seguintes finalidades: I- Valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II- Estimular a expressão Cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; IV- Promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; V- Incentivar a ampliação do acesso da população a fruição e a produção dos bens culturais; VI- Fomentar atividades culturais com vistas a promoção da cidadania cultura, da acessibilidade artística e da diversidade. XI- Estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira. Objetivos específicos Produto: Reforma do imóvelA reforma do imóvel visa: · Ampliar o papel da instituição como agente na formação da cidadania, da educação e da cultura por meio da difusão da obra de João Guimarães Rosa. · Promover o relacionamento integrado das diversas áreas do Museu e com comunidades afins de outros museus, instituições de ensino e pesquisa, entidades culturais, universidades, entre outros. · Garantir acessibilidade, bem estar e satisfação do público visitante. · Desenvolver programas e projetos de qualidade que atendam às demandas institucionais e do público atendido pelo Museu. · Incentivar e valorizar os membros do Grupo de Contadores de Estórias Miguilim e suas diretoras, por meio da criação de um espaço específico para sua formação continuada. · Manter a integridade do acervo do Museu. · Instalar mecanismos de segurança e de prevenção de incêndio. Produto: folheto Produziremos uma peça gráfica, um folheto com a seguinte especificação: - 20.000 folhetos - 42 x 22 cm aberto - Impressão 4 x 4 cores em couchê fosco 150g - 3 dobras.
João Guimarães Rosa (Cordisburgo, 1908 _ Rio de Janeiro, 1957) é considerado por muitos críticos nacionais e estrangeiros como o maior escritor brasileiro do século XX. Sua obra, segundo o historiador Leonardo Magalhães Gomes, é "fruto da arte de um autor que escrevia lentamente, que pensava e pesava cada palavra, ressuscitava aquelas em desuso quando possível e inventava novos vocábulos quando necessário. A criação literária rosiana é uma mistura organicamente construída de esplendor linguístico-vocabular, profundidade psicológica e fantasia criativa, que trata dos temas mais profundos da humanidade com finura e poesia e representa, em grau único em língua portuguesa, o ideal da poiésis grega, da poesia como criação de novos e esplêndidos mundos e personagens". No final de seu texto de curadoria para exposição de longa duração _ Rosa dos Tempos, Rosa dos Ventos - em exibição no Museu Casa Guimarães Rosa, Magalhães Gomes conclui: ... "sua literatura, um dos elementos consolidadores de nossa identidade nacional e cultural, permanece viva a apontar as veredas da eternidade que nos aguarda e do sertão que nos acolhe". Essa magnífica produção literária está contida em nove títulos: Magma (livro de poemas premiado pela Academia Brasileira de Letras em 1937), lançado em 1997; Sagarana (contos) de 1946; Corpo de Baile (livros de novelas, dividido em Manuelzão e Miguilim, No Urubuquaquá no Pinhém e Noites do Sertão) e Grande Sertão: Veredas (romance), ambos de 1956; Primeiras Estórias (contos) de 1962; Tutaméia (contos) de 1967; Estas Estórias (contos), lançado em 1969; Ave, Palavra (contos), lançado em 1970; e Antes das Primeiras Estórias (coletânea dos contos escritos na juventude), lançado em 2012. Portanto, o legado do escritor deve ser cultuado e preservado para as atuais e futuras gerações. Neste sentido, a Associação de Amigos do Museu Casa Guimarães Rosa propõe o presente projeto, que tem apoio e anuência tanto da Superintendência de Museus e Artes Visuais, gestora do Museu Casa Guimarães Rosa, quanto da Prefeitura Municipal de Cordisburgo, responsável pela desapropriação do imóvel objeto das ações ora propostas. Muitos serão os benefícios da disponibilização desse imóvel para uso o Museu Casa Guimarães Rosa, pois será possível implantar áreas adequadas para várias atividades ainda não contempladas pela instituição. Nesse sentido, a construção desse Anexo do Museu, que caracterizará uma clara extensão da área de atuação do Museu, permitirá a criação de: · Um centro de estudos da obra do grande escritor mineiro, nascido naquela localidade, composto de todos os tipos de publicações afins, bem como espaço para atendimento a pesquisadores, professores e público interessado; · Área para as aulas ministradas ao Grupo de Contadores de Estórias Miguilim, composto por cerca de 30 jovens, bem como local para guarda dos pertences dos participantes; · Reserva técnica composta pelo acervo que não está em exposição no Museu e que hoje está guardado em partes na sala da coordenação da instituição e na Reserva Técnica do Museu Mineiro em Belo Horizonte. Essas três atividades são atualmente executadas de forma precária exatamente pela dispersão do seu atendimento. O Museu não tem como receber de forma adequada aqueles que o procuram para pesquisar a obra de Guimarães Rosa, pois os acervos disponíveis estão dispersos, com parte abrigada em Cordisburgo e outra em Belo Horizonte, na reserva técnica do Museu Mineiro. No MCGR, além do acondicionamento inadequado do acervo que não está em exposição, não há um local específico para que o pesquisador possa desenvolver seu trabalho. Isso acontece de forma bem precária e amadora. Da mesma forma, quando há qualquer nova doação para o Museu, não tem como guardar a peça em Cordisburgo, pois os armários administrativos já estão abarrotados. A única opção é trazer a peça para guarda Belo Horizonte, colocando-a na reserva técnica do Museu Mineiro, comprometendo o espaço que seria para abrigar exclusivamente o acervo dessa instituição. Isso se torna um transtorno, pois desmembra o acervo do MCGR e prejudica aqueles que precisam lidar com ele, sejam pesquisadores ou os próprios técnicos da instituição e da Superintendência de Museus e Artes Visuais. A questão da capacitação do Grupo de Contadores de Estórias Miguilim também é bem delicada, já que as aulas são ministradas cada dia num endereço, sem um local fixo ou preparado para tal finalidade. Conforme disponibilidade, são utilizadas salas da Associação de Amigos do MCGR, do Centro de Atendimento ao Turista ou mesmo a área externa do próprio Museu. Nenhum destes locais dispõe de instalações adequadas para a capacitação dos jovens Miguilins. Pode-se verificar, portanto, a pertinência dessa proposta de ocupação do imóvel desapropriado, que contemplará espaços especializados para cada uma das necessidades destacadas acima. Dada a especificidade destas demandas e pelo estado pouco conservado do imóvel faz-se necessária a contratação de profissionais ou empresas especializados em elaboração de projetos arquitetônico e complementares de engenharia, incluindo elétrico, hidráulico, combate e prevenção de incêndio, mobiliário, acessibilidade, entre outros que se fizerem necessários. Com a elaboração desses projetos será possível desenvolver de forma correta a reforma do referido bem público. O projeto se enquadra nos seguintes incisos da LEI 8313/91 Art. 1° I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;
Produto: folheto Produziremos uma peça gráfica, um folheto com a seguinte especificação: - 20.000 folhetos - 42 x 22 cm aberto - Impressão 4 x 4 cores em couchê fosco 150g - 3 dobras.
PRODUTO: BEM IMÓVEL - REFORMA ACESSIBILIDADE GERAL: a reforma no imóvel que irá abrigar o Centro de Memória e Estudos da Obra de Guimarães Rosa será dotada de completa acessibilidade, atendendo a Lei Brasileira de Inclusão, em vigor para espaços semelhantes, tendo em vista o atendimento a pessoas que convivam com algum tipo de deficiência seja física, visual, auditiva e intelectual. Quando o CMEOGR estiver funcionando, serão utilizados recursos pedagógicos que permitam a plena participação de qualquer tipo de público, considerando suas necessidades específicas. ACESSIBILIDADE PRA PcD FÍSICO: a reforma no imóvel que irá abrigar o Centro de Memória e Estudos da Obra de Guimarães Rosa será dotada de estrutura como corrimões, rampas, banheiros adaptados e qualquer outra especificação necessária ao atendimento de pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida, para que possam se deslocar de forma independente. ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: serão implantadas placas indicativas em Braile e piso tátil para facilitação da circulação de pessoas com baixa ou nenhuma visão. No acervo da instituição, serão disponibilizados títulos em Braille e em áudio. ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: serão implantadas placas indicativas com sinais visuais. ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: contemplada com as ações acima descritas, que atingem positivamente às pessoas com deficiência intelectual. Para além das ações de infraestrutura, será utilizado posicionamento criterioso e atencioso com relação à atenção a este público, quando o CMEOGR estiver funcionando. Estas ações estão sendo consideradas em toda a área do Centro de Memória e Estudos da Obra de Guimarães Rosa. As despesas com as ações de acessibilidade acima descritas estão custeadas na planilha apresentada ao MinC no ato desta inscrição. Produto: Catálogo Acessibilidade: De modo a atender os deficientes visuais, haverá versão em braille do catálogo, conforme previsto na planilha orçamentária
Democratização de acesso inciso/medida do art. 28 da IN nº 01/2023 abaixo será adotada no projeto: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); O projeto hora apresentado atenderá as seguintes medidas de ampliação do acesso: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Como não será cobrado ingresso de acesso ao Centro de Memória e Estudos da obra de Guimarães Rosa, a democratização de acesso está assegurada para toda a população interessada em conhecer suas instalações e acervo. Mobiliário adequado à leitura e à pesquisa estará disponível ao público em geral, garantindo total conforto e digno acolhimento para os amantes da obra de João Guimarães Rosa. Da mesma forma, o acervo, principalmente o literário, a ser acolhido no espaço, terá toda segurança e capacidade de guarda. A edificação a ser restaurada com a realização do presente projeto é bem simples, com acabamento compatível com sua utilização como espaço artístico. Da mesma forma, o mobiliário escolhido será adaptado para acolhimento do público leitor, das ações educativas e especializado para a reserva técnica. Produziremos uma peça gráfica, um folheto com a seguinte especificação: - 20.000 folhetos - 42 x 22 cm aberto - Impressão 4 x 4 cores em couchê fosco 150g - 3 dobras. Os 20.000 folhetos serão distribuídos gratuitamente no MCGR e no Centro de Memória e Estudos da obra de Guimarães Rosa. Ampliação de Acesso O Museu Casa Guimarães Rosa recebe anualmente cerca de 30 mil pessoas, oriundos de várias partes do país. Esse público é constituído de pessoas de todas as idades e classes sociais, incluindo pessoas com dificuldade de locomoção. Com a criação do Anexo da Instituição e instalação do Centro de Memória e Estudos da obra de Guimarães Rosa, calcula-se que as visitas poderão ter um aumento de 10%.
O Sr Eduardo Nelson de Senna, dirigente da instituição proponente do projeto, será o responsável pela gestão do processo decisório, incluindo a atividade técnico-financeira Seguem abaixo os currículos da equipe: ANDRÉA DE M. MATOS - Coordenadora Geral Economista, casada, natural de Belo Horizonte/MG, CPF: 476.947.936-00 / CI M-1.650.903, Residente na Rua Leopoldina, 312/1501, Santo Antônio, BH/MG - Cel. (31) 99957 35 13, e-mail andreamagmatos@gmail.com Graduação e Pós-Graduação · Ciências Econômicas pela PUC/MG, em Belo Horizonte (1984). · Ciclo básico da Escola de Belas Artes da UFMG, em Belo Horizonte (1980/82). · Pós-graduação no Programa de Capacitação Administrativa da Cia. Vale do Rio Doce (CVRD) pela COPPEAD/UFRJ, no Rio de Janeiro (1985). Trabalhos Profissionais na Área de Gestão Cultural · Em 1994, comecei a atuar na área cultural, em 1999, criei a VIA SOCIAL - projetos culturais e sociais, e posteriormente criei a Editora Gomes. Em ambas atuei como diretora presidenta, sendo sócia majoritária até o início de 2015. Na empresa, fui responsável pela elaboração e gestão de projetos e programas, viabilizados com recursos oriundos de leis de incentivo à cultura, prêmios, concursos culturais ou convênios públicos, como: Ø Área de Patrimônio – Belo Horizonte/MG: Construção e Aparelhamento do novo prédio do Museu Histórico Abílio Barreto (MHAB) – 1995 a 2005; Modernização e Ampliação da Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa (BPELB) – 1999 a 2006; Informatização do Acervo da BPELB – 2002 a 2006; Revitalização do Museu Mineiro (MM) - 2002 a 2004; Reforma e Aparelhamento do Arquivo Público Mineiro (APM) – 2000 a 2008; Implantação do V&M BRASIL Centro de Cultura (restauração do antigo prédio do Cine Theatro Brasil) – de 2006 a 2014. Ø Área de Patrimônio – outras cidades: Revitalização do Museu Casa de Juscelino (MCJ) em Diamantina/MG - 2002; Projeto Guignard no Museu Casa Guignard (MCG) em Ouro Preto/MG-2005; Implantação do Centro Cultural da Fundação Dom Cabral em Nova Lima/MG-2002; Revitalização do Museu Casa Guimarães Rosa (MCGR) em Cordisburgo/MG–2006/12; Construção e Aparelhamento do Centro Cultural USIMINAS (CCU) em Ipatinga/MG – 1998 a 2003; Diagnóstico do Museu Náutico da Bahia – Forte da Barra (Salvador/BA), Implantação do Centro Cultural do Forte São Francisco Xavier da Barra (Vila Velha/ES), Criação da Biblioteca Pública Municipal (Vitória/ES), Casa Porto das Artes Plásticas (Vitória/ES), propostos pela Fundação PROMAR – 1999 a 2003; 2ª Etapa da Restauração dos Elementos Artísticos da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição de Sabará – 2007/13; Portal Guimarães Rosa (Cordisburgo/MG) – 2009/10. FERNANDO PIMENTA MARQUES - responsável pelo projeto arquitetônico e pela fiscalização da obra CI: MG59632, Cpf: 163.632.646/34, Registro Profissional: CAU A10249-0 (Arquiteto Urbanista),Cart. Profissional no. 0461499 série 001-0 MG, Insc. PIS/PASEP 105.53085.38-4 - Endereç: Rua Joanésia, 56, Serra, BH MG / CEP: 30240.030 whatsapp: (31) 9 8775 6609 E-mail: fpmarques54@gmail.com FORMAÇÃO PROFISSIONAL· Bacharel em Arquitetura pela Escola de Arquitetura da Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte / MG, 1983; curso pós-graduação Latu sensu “Arte e Cultura Barroca”, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto / MG, 1986. ATIVIDADES PROFISSIONAIS Atuação na área projetos de arquitetura, restauração/requalificação e museografia: edificações residenciais diversas em Belo Horizonte, Uberlândia, Passos, Abaeté e outras;edificações institucionais diversas incluem Museu Histórico Abílio Barreto (BH/MG, 1993-2001), Espaço Cultural do Centro Alfa – Centro Internacional de Tecnologia de Gestão da Fundação Dom Cabral (Nova Lima/MG, 2001), Museu Manuelzão (Três Marias/MG, 1999 – 2022), Edifício-sede da Prefeitura Municipal (Três Marias/MG, 2005); Centro de Memória do Trabalhador da Indústria (Contagem/MG, 20011-2015); outros.Atuação na área de planejamento urbano e regional e setor público: consultoria na área de preservação do patrimônio cultural para os governos municipais de Carmo da Mata, Paulistas, Moeda, Pains, Belo Vale e outras;Técnico da Diretoria de Patrimônio Cultural da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte, 1998-2001;Coordenador do PAC cidades Históricas IPHAN/Unesco (2012-2014);Diretor de Promoção do IEPHA MG (2015 a 2018); Diretor de Memória e Patrimônio do IEPHA MG (2019 a 2020);Atuação na área de educação: VANILDA JÚLIA PINTO - Gestora Financeira e responsável pela Prestação de Contas CPF: 025192006-26, Data de nascimento: 16/01/1974, Endereço: Rua dos Cruzeirenses, 200 A, Milionários, BH- MG, 30620-210, E-mail: vanildajulia@gmail.com tel: (31) 97342 9649 Formação Contadora- graduada na PUC Minas Pós graduada em administração de empresas pela Fundação Getúlio Vargas - FGV Bacharel em Sistemas de Informação pela Faculdade Cotemig Atividades Profissionais A partir de 2016 atua na prestação de serviços administrativos, financeiros e escritórios, organização de feiras, congressos e exposições, treinamento em desenvolvimento profissional e gerencial. Atividades desenvolvidas na área cultural · Assessoria na elaboração, captação de recursos e produção executiva do projeto: Programação Cultural dos Museus Estaduais, CA:136080033 · Assistente Administrativa do projeto: Mostra da Diversidade Cultural Imagens da Cultura Popular - Pronac: 184426 – LFIC · Gestão administrativa do Projeto: Consolidação do Sistema Estadual de Museus de Minas Gerais – junto ao IBRAM, SEC-MG · Produtora executiva e gestora administrativa financeira do projeto: Manutenção e Formação de Contadores de Estórias Miguilim - CA: 0518/001/2017 FLÁVIO VIGNOLI CORDEIRO - Designer da logomarca, das peças gráficas, das placas indicativas Identidade: MG 3.466.990 / SSP MG /CPF: 031.718.566-70 /Data de Nascimento: 21/02/1970 / Rua Capelinha, 279-302 – Serra, CEP: 30.220-300, Belo Horizonte - Minas Gerais/ Celular: (31) 999790657/ e-mail: flaviovig1@gmail.com FORMAÇÃO ACADÊMICA: Graduação em Desenho Industrial com habilitação em Design Gráfico – Escola de Design / UEMG Pós Graduação Lato Sensu em “Artes Plásticas e Contemporaneidade” – Escola Guignard / UEMG Mestrado em Artes – Escola de Belas Artes / UFMG FORMAÇÃO PROFISSIONAL: Designer Gráfico e Designer de Exposição Diretor Artístico, Cenógrafo e Iluminador – RPMT: 3232 Professor de Design Gráfico e Design de Interiores – FEA/FUMEC de 2004 a 2016 nas disciplinas de cenografia, expografia, sinalização e design de livro ÁREAS DE PESQUISA: Design de exposição; design de livro; cenografia; editoras artesanais brasileiras; tipografia; arte popular; artesanato tradicional PROJETOS DE CURADORIA / DESIGN DE EXPOSIÇÃO / DESIGN GRÁFICO: “Memorial do Legislativo Mineiro” (2018), “Pareidolia: colagens de Roberto Marques” (2015), “A imaginação da matéria de Minas” (2014), “Mitos: metamorfose na biblioteca” (2011), “O cartaz no teatro” (2011), “Centro de Artesanato – 40 anos” (2009), “20 anos do BDMG Cultural” (2008), “O Livro de Angela” (2008), “Grupo Galpão” (2006), “Noemisa e Ulisses – poesia em barro” (2004), “15 anos do BDMG Cultural” (2003). PROJETOS DE DESIGN DE EXPOSIÇÃO / DESIGN GRÁFICO: “Museu Casa Alphonsus de Guimaraens” / Mariana (2018), “Museu Casa Guignard / Ouro Preto” (2017), “Advânio Lessa” (2015), “Museu Tipografia Pão de Santo Antônio / Diamantina” (2015), “Assis Horta” (2013 / 2015), “Museu Casa Guimarães Rosa / Cordisburgo” (2010), “Guerra dos Emboabas – 300 anos depois” (2009), “10 Escritores de Diamantina” (2008), “Sertão Encarnado” (2008), “Restauração da Igreja Matriz de Sabará/Sabará” (2008), “Rosa dos Tempos, Rosa dos Ventos” (2006), “O Amanuense Cyro dos Anjos” (2006), “50 anos do Grande Sertão: Veredas” (2006), “Coleção Rita Adelaide” (2006), “Arte Mineira: raízes e modernidade” (2005), “400 Anos do D.Quixote” (2005), “45 Anos de Teatro – em três atos de paixão” (2001).
PROJETO ARQUIVADO.