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PRONAC 233479Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

O Vitral dos Trópicos - Festival de Arte

B52 DESENVOLVIMENTO CULTURAL LTDA
Solicitado
R$ 801,0 mil
Aprovado
R$ 798,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa de Patrocínios Banco do Nordeste - CULTURAL 2023/2024
Ano
23

Localização e período

UF principal
PE
Município
Recife
Início
2023-09-14
Término
2024-02-29
Locais de realização (5)
Brasília Distrito FederalJoão Pessoa ParaíbaSousa ParaíbaRecife PernambucoAracaju Sergipe

Resumo

O Vitral dos Trópicos - Festival de Arte é o conjunto de atividades de celebração das artes visuais, com oficinas, palestras, pesquisa, mostra de filmes e catálogo, em caráter deeducação patrimonial e formação,

Sinopse

O arcabouço de atividades que serão realizados, destina-se ao programa de educação artística escolar, a sensibilização e criação entre jovens, ao público universitário de Sousa e cidades do entrorno, bem como a população interessada, em geral. Toda a programação buscará deixar algo a mais nas cidades atendidas. Já estamos dialogando com o Espaço BNB de Sousa e é necessário fazermos um ação de maior alcance sobre essa obra de arte e tudo mais que surge no estilo de vitral que teve origem no nordeste, À partir destas obras criadas e que poucas pessoas sabem da importância delas para a História da Arte Moderna ainda queremos provocar novos núcleos criativos com vidraceiros, artesões e artistas locais experimentando essa linguagem nas artes visuais.. O Festival vai tratar disso também. O estilo Vitral dos TrópicosO Vitral dos Trópicos é a síntese da arte que rompe com os cânones e formalismos do passado, expressa da maneira ousada, liberta, criativa, integrada à arquitetura no modernismo e em total diálogo com a natureza, em plena aceitação e envolvimento da luz que lhe confere força e vibração. Este espírito é que vai nortear o Festival que busca dar visibilidade a importância da obra do Centro Cultural BNB Sousa e fazer desta 'Festa às Artes Visuais" um momento singular de educação patrimonial e de preservação. As ações que vamos realizar: 1. Palestra - tendo seu enfoque sobre o estilo Vitral dos Trópicos, ela vai abordar também sobre a arte integrada à arquitetura; conceitos relevantes do modernismo e do movimento regionalista, como surge este estilo, artistas que vivenciaram o vitral, a obra de arte de Sousa e como ela se insere no contexto do estilo; o legado que está na Paraíba. 2. Oficinas de Percepção da arte - com tratamento destinado aos diferentes públicos, ela será ministrada para jovens, crianças, artistas e criativos, adultos e idosos.O grande objetivo destas oficinas é a sensinilização do olhar e o exercício consciente da observação para se compreender um objeto de arte e ou design. A oficina terá uma parte de sensibilização e ampliação sensorial dos meios de percepção humana, uma parte analítica e uma vivência criativa com ênfase na expressividade das pessoas presentes. 3. Oficina de criação vitral - direcionada aos vidraceiros e estudantes em formação profissional que desejem adquirir mais conhecimento e ampliar suas possibilidades de negócio e oportunidades. As mulheres artesãs de baixa renda vão ser convidadas a participar de uma oficina especial para elas, onde vamos estimular a criação com materiais diversos. 4. Estudo da obra de arte de Sousa - o levantamento desta obra, com a sua catalogação, fotografia, estudo da peça será realizado aberto a participação dos inscritos para compreender como se faz um levantamento de uma obra de arte e desta forma, deixar com os interessados em patrimônio local uma vivência de atuação com a pesquisa de obra de arte. Nesta fase, as fotografias e os desenhos esquemáticos serão realizados para dar forma ao tratamento do catálogo. 5. Mostra de filmes de arte - setão oferecidas uma seleção de filmes que vão estimular o debate, a compreensão da arte e a sua importância para uma comunidade. Os filmes serão selecionados tendo em vista o enfoque principal de todo o festival. 6. Visitas guiadas - a visitação ao local vai acontecer ancorada nas projeções dos filmes, oficinas e bate-papo sobre a obra de arte do Centro Cultural. Destinado a crianças e jovens da rede de ensino. 7. Catálogo - o catálogo será produzido com os registros das atividades e será lançado em evento posterior ao Festival, para que possamos prolongar e dar ainda mais alcance e visibilidade ao projeto. 8. Pesquisa complementar, ações preparatórias e estudos - em Sergipe, vamos ter contato com a arquiteta Betânia Uchoa Brendler e coletar dados e conteúdos que vão fazer parte do Festival. Como também em João Pessoa, onde vamos fazer os registros e estudos das obras que estão na cidade - inclusive o primeiro vitral criado por Marianne Peretti, por encomenda de Janete costa - obra primitiva e rara que vamos apresentar durante o festival. 9. Contrapartida de preservação - o festival e a sua forma de articular educação artística, programação festiva, cinema, palestras e estudo de arte como vetores da consciência de preservação patrimonial será objeto de uma apresentação para o público gestor do patrimônio e da preservação do patrimônio artístico do Brasil a acontecer em Brasília.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Oferecer uma programação de educação patrimonial e formação em formato de Festival de Arte, tendo como objeto inspirador uma obra Vitral do local de realização do projeto que vai ser inspiradora dos estudos que buscam evidenciar um estilo de arte que nasceu no Nordeste e que pode contribuir para o surgimento de novos criadores e novas possibilidades para a cadeia produtiva das artes visuais. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Festival - 01 agenda de ações com visitas guiadas, exibição de filmes, observação de obra de arte com o público, estudos, criação autoral nas oficinas,discussões sobre arte e humanismo, criação de estudos de obras vitrais e desenhos. Oficinas - 04 Oficinas para público-alvo distintos e níveis de interesse diferentes durante 01 Festival. Mostra de filmes - 01 mostra com 05 filmes, entre curta, média e longa metragem sobre artes que tenha relação com o modernismo e ou o estilo da obra de inspiração do Festival. Palestra - 01 palestra com 03 convidados especiais, voltada para estudantes, professores e profissionais de artes e arquitetura e público em geral interessado. Pesquisa - 01 pesquisa de arte -organizar e realizar pesquisa de campo para levantamento de obras e dados e pesquisa teórica com entrevistas, fotografias e gravação de depoimentos, envolvendo 03 cidades: Aracajú, João Pessoa e Sousa. A pesquisa está quantificada no campo relativo a distribuição de produto como apresentação de resultados. Catálogo - 600 unidades.

Justificativa

Existe um legado de arte vitral no nordeste que foi criado em pleno modernismo e tem como principal criadora, Marianne Peretti, além de outros artistas que 'passearam' pela linguagem da arte vitral, entre eles destacam-se Francisco Brennand e Betânia Uchoa. O Estilo surge com a atuação desses artistas que nos ofereceram grandes e belos vitrais, mas precisa ser mais conhecido e novas gerações venham a criar e desenvolver-se na linguagem que guarda forte ligação com a luminosidade do nordeste, pela força do sol dos trópicos. Daí o nome desse estilo: o Vitral dos Trópicos. Esse é um projeto pioneiro no formato de realização e na abordagem temática nos teritórios propostos. Essa é a primeira vez que a B52 Desenvolvimento Cultural atua com recursos do BNB. A empresa tem mais de 25 anos de atuação cultural. Desde o ano de 2010 vimos dedicando especial atenção à arte vitral, tendo dedicado atenção ao legado de obras que estão em Brasília-DF e as obras de Marianne Peretti. Mas havia o desejo de dedicar atenção à obra do BNB que está no Centro Cultural Sousa e levar aos demais Centros Culturais do BNB o sentido maior que é um estilo de vitral que inova em tudo da arte secular europeia e que ele nasceu no Nordeste do Brasil. De como tudo começou Durante 5 anos de pesquisa e estudos sobre a obra da artista Marianne Peretti ficou evidente que o vitral que ela criou se destaca entre todas as formas de expressão adotadas por ela, que domina desenho, pintura, escultura, design de objetos, entre outras. Esse conjunto evidenciou a existência de um novo estilo que tem características peculiares e que inova em tudo na tradição secular da Arte Vitral Universal. A esse estilo dei o nome de ?Vitral dos Trópicos?. Sobre as características desse novo estilo encontramos o Francisco Brennand, entre outros artistas do Recife, que também criou obras que guardam características singulares que nos permite dizer haver um estilo próprio que nasceu no modernismo e nesse lugar. Por força desse conjunto localizado em diversas cidades do país, notadamente em cidades como o Recife, Fortaleza, Sousa e pouco estudado é que vimos propor um festival para comemorarmos esse legado de obras. O que vamos abordar não é sobre o Francisco Brennand e nem sobre a obra de Marianne Peretti, entre outros artistas. O enfoque e objeto de interesse desse projeto é expandir o conhecimento acerca desse novo estilo e fomentar interesse de criação, desejo de criar novas obras... O vitral de que estou falando está em espaços do sagrado, judiciário, espaços privados e condominiais, locais de grande visibilidade e circulação de pessoas, mas que poucas sabem da sua real importância e valor artístico. Daí ser necessário um projeto de largo alcance e de provocação do novo. Das razões A arte vitral é pouco conhecida, pouco estudada, sem amparo na tradição das artes integradas à arquitetura no Brasil e sem registros significativos que pudessem legitimar a existência de um fazer artístico consistente do vitral nestas terras. Os episódios do vitral, na história da arte do Brasil, ficaram como intervenções isoladas, pontuais, ao longo do tempo e não fizeram escola no país, como aconteceu com a escultura, desde o Barroco Mineiro; ou a cerâmica, que se fazem presentes desde os povos originários até os nossos dias ou da gravura e da pintura que teve seu início no Brasil, em Pernambuco, desde o período colonial de domínio holandês. Recentemente fui pega de surpresa com a notícia que um vitral criado neste novo estilo, por Marianne Peretti, havia sido destruído durante a demolição de uma casa, projeto de Vital Pessoa de Melo. A notícia era tão cruel, quanto preocupante. Por que não retiraram a obra vitral antes de demolir a casa? Poderia ser utilizado até no projeto do novo edifício que será erguido no lugar! E a resposta é muito triste: por falta de informação. É muito importante que possamos realizar ações de visibilidade pública abrir novas possíbilidades à cadeia da micro e pequena empresa do nordeste que atuam na cadeira produtiva da arte integrada à arquitetura; Valorizando o potencial e competências de cada lugar, além da construção de uma atmosfera criativa para o desenvolvimento da arte vitral nos locais onde o projeto aconteceu. Também objetivamos dar destaque as obras no estilo que existem no Nordeste, porque será a única forma de agirmos para a salvaguarda deste acervo e a compreensão do surgimento desse novo vitral que precisa ser entendido pela sua importância. Já conseguimos fazer a documentação, o reconhecimento público autoral das principais obras monumentais criadas em Brasília (que eram tratadas como obras de Oscar Niemeyer) e realizamos, por ventura da exposição A ARTE MONUMENTAL DE MARIANNE PERETTI um verdadeiro festival criativo. Agora vamos modelar uma ação dedicada aos Centros Culturais do BNB. A existência desse novo estilo de vitral é algo novo e que precisa de estudos, trocas criativas inspiradas nele, debates, explanações e vivências aprofundados para podermos lhe conferir a salvaguarda e a continuidade com as novas gerações. Nesse sentido esse festival de arte também é inovador e pioneiro. O que torna imprescindível esse trabalho.

Estratégia de execução

Esta não é um FESTIVAL no padrão conhecido. É uma Festa das Artes que se enquadra como ARTES VISUAIS / EMPREENDIMENTO. É o guarda chuva de todas as atividade e o público final será a soma do público de todas as atividades propostas. Uma celebração cultural com ancoragem direta na formação e educação patrimonial, tendo como referencial uma obra de arte que é rara e especial. O modelo foi desenvolvido por eu quando ensinava artes para jovens e que realizava uma ação cultural onde a Oficina Francisco Brennand era o fator de toda a mobilização, experimentações, reflexões, criações... de maneira que ao final havia a culminância com a exposição dos resultados obtidos durante o Festival. Ou seja, é uma ação artística de natureza educativa, formativa com uma pedagogia cultural construtivista. A exposição dos trabalhos não configura como um produto final, porque ela acontece como uma consequência, a culminância dos trabalhos criados no local. O Festival é uma ação de HUMANIDADES. A obra que está instalada em Sousa, no Centro cultural Banco do Nordeste é o fator inspirador deste projeto - FESTIVAL DE ARTE - que surge para oferecer ferramentas de envolvimento de toda uma comunidade, com integração de pessoas de todas as idades e classes sociais, níveis de escolaridade e interesse profissionais diversos em torno de um mesmo tema: entender a obra e o estilo de vitral que surge no nordeste do Brasil e inova a técnica e o conceito de vitral e que em Sousa, sertão da Paraíba há uma obra de referência do estilo para ser conhecida, valorizada, obter a salvaguarda e promover a educação patrimonial da comunidade local. O Projeto versa de maneira singular sobre a existência de um novo estilo de fazer vitral que surge no Brasil e que inova a forma de fazer o vitral. Esperamos dar as pessoas a consciência do valor e do bem criativo que o trópico e a sua natureza ofereceu como uma referêncial ambiental para as artes. Articular com a comunidade o sentimento de identificação com a obra do Centro Cultural Sousa é o que mais nos anima com esta experiência. Que temos certeza será exitosa e será replicada em outros locais, para que possamos efetivamente, avançar com a salvaguarda, com a educação e a valorização do patrimônio artístico e cultural material ou imaterial brasileiros. Por ventura de toda a mobilização a ser realizada na Paraíba para o Festival acontecer, vamos otimizar esta movimentação para identificar as demais obras vitrais feitas na capital do Estado e para preparação dos conteúdos do festival, vamos estar em Sergipe, com a Betânia Uchoa, para fazermos o levantamento das obras e de seu pensamento sobre este estilo que surge com a obra que ela também criou, na forma de um registro videográfico para compor a programação. Em Brasília vamos levar a síntese desta experiência como uma palestra para o IPHAN e escolas de arte e aquitetura, para que a experiência seja uma base de referência para outros projetos de educação patrimonial e de preservação. A culminância de toda a preparação vai acontecer em Sousa, a preparação envolve cidades como Recife, Aracaju, Brasília e João Pessoa. A base de preparação do projeto, bem como os estudos sobre o estilo e obra são realizados à partir de Pernambuco. Os desdobramentos da pesquisa e ações de eco na comunidade artística brasileira vão acontecer como previsto no plano de distribuição.

Especificação técnica

Festival de Artes - este formato é pioneiro. Não é um festival em que as pessoas vão para assisitir espetáculos previamente montados. A festa aqui proposta é a experiência que será vivenciada. Será um festival em que as pessoas vão para criar, refletir, estudar, debater, experimentar, exercitar a percepção da obra de arte e ter vivências e experiência criativas em que, quem cria é o público convidado. O festival acontece na estrutura física do Centro Cultural Sousa. E as ações tem como referência inspiradora a obra que é do BNB e está instalada no espaço cultural. Catálogo - com fotos, desenhos e textos que vão trazer toda a catalogação da obra de Sousa e um substrato cuidadoso sobre a programação e resultados do Festival. Em formato A4, 4 x 4 cor e 24pag. miolo: em papel couchê fosco 120 gm, e capa em papel duodesign 300 gm, com grampo. Oficinas - projetor, hd com obras fotografadas, folhas de acetato em diversas cores, tesouras, estilete, colas diversas, folhas de celofane, vidros de diversas texturas, fios de alumínio, alicates, tinta de fosquear, papel cartão, entre outros materiais. As turmas vão receber o material conforme o perfil de público e direcionamento da oficina - crianças não vão ter acesso a estiletes, vidros... - nivelando o conteúdo conforme o direcionamento de público-alvo. Palestra - com o apoio de projeções de obras, detalhamento dos processos de criação e material escrito com as falas dos convidados, os convidados da palestra vão ampliar a percepção do modernismo em pleno sertão de Sousa e como a obra e o prédio do Centro Cultural são elementos importantes para o contexto dos conteúdos que estão sendo oferecidos. Pesquisa - Os levantamentos e estudos a serem feitos em Sergipe com a arquiteta Betânia Uchoa e das obras criadas na Paraíba vão ser consolidados para a produção dos conteúdos a serem levados ao Festival, assim como a obra de Sousa, como instrumentos de educação patrimonial do Festival e de trabalho criatiuvo nas oficinas de criação. Desta forma, estimamos um vídeo de 10 min com Betânia Uchoa que vai abordar sobre arte integrada à arquitetura. Mostra de filmes - serão exibidos no auditório do espaço e as sessões vão ser pensadas de maneira a ter sempre um equilíbrio para a duração ficar agradável e pensada para os diversos públicos - crianças, jovens e adultos. Os filmes legendados terão prioridade na composição da grade.

Acessibilidade

Na diligência estou sendo solicitada de informações de 04 tipos distintos de acessibilidades, mas no próprio corpo da planilha no sistema Salic (que está logo acima) só estão sendo solicitadas 02 formas distintas de acessibilidade (ambas de forma genérica). Ver logo acima desse campo de preenchimento e que copio aqui: "O campo Acessibilidade deve conter informações quanto à Acessibilidade Física e Acessibilidade de Conteúdo.A Acessibilidade FÍSICA deve oferecer facilitadores para a locomoção no espaço físico (banheiros, rampas, guias tãteis).A Acessibilidade de CONTEÚDO deve prever medidas para compreensão do projeto (Libras, Braille, audiodescrição, legenda descritiva, visita sensorial)." Vejam que até no sistema SALIC WEB a lógica de orientação está como era antes. Mas na análise, pedem com as mudanças recentes na legislação. Assim é o caso desse edital, que saiu em janeiro e com as regras de acessibilidade antigas. E que ao andar neste ano, muitas e positivas mudanças nos permitem tratar esse tema de uma outra forma. Mas esse projeto foi refido pela norma do edital aos modos antigos. Desta forma, compreendendo haver a necessidade de mediarmos entre as exigências 'antes' das mudanças da Lei e as exigências 'depois', nosso compromisso é de dedicar atenção e esforços para oferecer da melhor forma e com o maior alcance, as condições exigidas atualmente. Num esforço antecipado e dar mais esclarecimentos, abaixo segue melhor detalhado as alterações que já conseguimos assegurar. Após a visita preparatória ao local, vamos ter mais elementos para apresentar um plano de acessibilidade mais atualizado ainda, sem deixar de ser seguro, ao mesmo tempo. Acessibilidade física - as atividades do Festival vão acontecer no Centro Cultural Banco do Nordeste Sousa que passou recentemente por uma grande reforma e desta forma, o espaço foi aprimorado para receber os diversos públicos com as suas necessidades elementares para uma boa mobilidade, bem como usos do espaço físico ajustados as suas especificidades. TODAS AS ATIVIDADES vão acontecer no CENTRO CULTURAL BNB SOUSA e ele está adaptado com rampas, corrimão, wc adaptados... para todas as atividades! Acessibilidade de conteúdo Para deficientes visuais - através de sons e obras de arte tátil vamos oferecer uma estrutura comunicacional para os conteúdos chegarem ao público com deficiência visual, permitindo assimilar a experiôência oferecida - na palestra, mostra de filme e visitas guiadas. OFICINAS, PALESTRAS - Para deficientes auditivos - intérprete de libras. A linguagem de libras deverá estar presente nos dias de programação que tenhamos inscritos com necessidade de mediação. O plano de acessibilidade vai ser construído em comum acordo com o entendimento dos gestores do Centro BNB SOUSA e demais agentes que conhece o perfil do público deficiente que circula no local. As normas vigentes da Lei de Inclusão serão consideradas e garantidas. Outras providências: MOSTRA DE FILMES - os conteúdos de filmes serão priorizados os que tem legendas. PALESTRAS - Os temas abordados nas palestras vão estar disponibilizados em textos escritos e ancorados com power point de imagens e textos. As demais ações de Acessibilidade de Conteúdo deverão ser definidas em comum acordo com o gestor do local, uma vez que devemos nos adequar ao que o município oferece de serviços de acessibilidade, bem como a realidade que os espaços oferecem para construirmos as soluções voltadas aos interessados. PESQUISA - é um trabalhomeio e realizado para atender o produto final. As ferramentas de acessibilidade para ter contato com os dados da pesquisa vão estar nas oficinas, palestras e no catálogo. Dessa forma, já atendidos pelo o que está disposto no projeto. CATÁLOGO - será disponibilizado por meio digital uma obra na internet para quem não puder ter acesso ao local. ACESSIBILIDADE ATITUDINAL - na equipe temos oficineiros com transtorno de ansiedade. A equipe de criação e produção receberá treinamento para atuar ncom o público PcD e vai estar acompanhada de profissional psicólogo, conforme a disponibilidade de em Sousa, para acolher e mediar público com deficiência intelectual. Registro importante: as acessibilidades que assumimos o compromisso aqui estão diretamente relacionadas ao que nos foi exigido em formulário padrão do edital BNB, no início do ano e da forma que foi aprovada, tendo a planilha apenas os gastos como proposto no projeto Compreendemos a importância das exigências, mas na época que o projeto foi inscrito no edital BNB, nem o banco fez as exigÊncias que me são apresentadas agora e nem tivemos a inserção destas variantes todas no orçamento do projeto. O que torna dícifil, depois de tudo consolidado, rever à luz de uma norma que está sendo apresentada bem depois de consolidado o projeto no edital. Ainda não tivemos a capacitação do MINC sobre a Rouanet para nos atualizar e agora fica impossível atender a exigência desta forma. Essas exigências não podem ser exigidas após o projeto ser apresentado e consolidado. Elas devem vir em edital para serem consideradas e atendidas. Não temos orçamento para tantos serviços como a diligência solicita. O fator segurança do deficiente visual em meio a uma oficina com vidros é outro tema delicado. são materiais cortantes, perigosos. Há algo acima que se relaciona com a vida das pessoas. Por razão de força maior. Vidro é vidro. Lâminas cortantes, ferramentas de perigoso manejo e que requer local e pessoal de apoio capacitados para atender tal demanda. O projeto não tem orçamento e nem estrutura para tal. A acessibilidade intelectual é outro fator que requer nosso apreço e atenção. O elemento vidro é algo que não nos dá tanta tranquilidade de trabalhar sobre este contexto de acessibilidade. Os diversos níveis do TEA, do autismo... isto é assunto sério e delicado demais. Envolve vidas e patrimônio vitral de terceiros. A lei exige, mas ela se responsabilizará pelos riscos a obra, patrimônio de terceiros? Quem vai arcar com as responsabilidades? Há um fator de risco e de responsabilidade com o acervo rara e as vidas, perante os riscos evidentes de público diverso de um padrão que não aseguro ter pessoal na cidade para atender tal demanda. Esse fator não pode ser relegado. A cidade é pequena, no interior do sertão e não conhecemos quem possa oferecer com segurança e eficácia, na cidade, os serviços exigidos e que nos assegurem a qualidade do atendimento a exigência. Quando falo 'na cidade' é porque os profissionais que são especializados do local geralmente conhecem e sabem o real perfil de gravidade dos deficientes de suas cidades. Não é desconsiderar a oferta de serviços do local e nem negar os meios da experiência ao público em pauta. Mas é necessário estar seguro da oferta responsável que vamos assumir a da responsabilidade perante o espaço cultural que é o detentor da obra rara (vitral!!).

Democratização do acesso

Conforme o art. 28 da IN nº 01/2023, o inciso abaixo transcrit0o, se referem as medidas que serão adotadas pelo projeto: Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); - TODA A PROGRAMAÇÃO TEM DESTINAÇÂO GRATUITA EM 100%. IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; (ESPECIFICAR - TODAS AS ATIVIDADES SERÃO ABERTAS E GRATUÍTAS!!) VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; IX - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; e X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC). (ESPECIFICAR QUAIS AS MEDIDAS SUGERIDAS): Medidas consolidadas na proposta que são extraordinárias: Acesso gratuito total as atividades; Programa de visitação escolar com ênfase a acolhida dos segmentos das camadas sociais mais carentes; Mobilização para participar das oficinas, os artesões e vidraceiros da cidade, afim de potencializar novos trabalhos e oportunidades de renda; Envolvimento de jovens de baixa renda nas atividades de percepção da obra de arte e estímulo ao desenho de vitrais contemporâneos, estimulando o surgimento de uma nova cadeia de produção de vitral na cidade; Inclusão de mulheres artesãs e artífices populares, de baixa renda, nas oficinas de arte vitral.

Ficha técnica

Ficha Técnica Proponente e Gerenciamento do Projeto - B52 Cultural Direção de Arte - Estúdio Eymael / Fábio Eymael e Claudio Tavares Assessoria de Imprensa - Verbo Comunicação Palestra - Roberto Ghione Oficinas - Coordenação e projeto - BT Help's Fotografias - Hans von Manteuffel Idealização, produção e pesquisa - Tactiana Braga Breve resumo da B52 Cultural Música, cinema, fotografia, projetos especiais, cursos e artes integradas são matéria-prima da B52 Cultural que tem mais de 25 anos de atividade. Planejamento e gestão em diversos segmentos da cultura e turismo cultural com resultados no Brasil e no exterior fazem parte da rota de voo. Desenvolveu entre outros projetos, a turnê europeia das principais bandas do Movimento MangueBeat, ?Mangue in the world?, em parceria com a Copacabana Filmes, fez o longa-metragem ?Espelho D?Água?, o Serra Negra Ecofestival, em parceria com a Universidade Cândido Mendes ? RJ, trouxe o curso de Gestão Cultural em Pernambuco e realizou o projeto especial ?Encourados? que além de livro, exposição, CD e circuito expositivo no Nordeste, finaliza com a aplicação de todo o acervo da exposição para a criação do primeiro equipamento cultural do Sertão Central, em Salgueiro, denominado ?Memorial do Couro?. Os projetos especiais ?Paralelos ? Todos somos Humanos? e o ?Documento Marianne Peretti? são também iniciativas sob os cuidados de Tactiana Braga, que dirige a empresa. Acerca do tema dos Vitrais dos Trópicos e arte vitral moderna, a B52 realizou uma agenda intensa desde 2010, onde destacam--se: 2010 a 2016 - ?Documento Marianne Peretti? ? idealização, realização, produção e curadoria/coordenação geral do projeto especial que investiga e revela as importantes contribuições da artista para a história da arte vitral universal e para a arte integrada a arquitetura moderna. Produtos desenvolvidos: 2012 - Missão da especialista do Centre André Chastel/Sorbonne para estudar e catalogar o vitral de Marianne Peretti, França ? organização e coordenação; 2012 ? Missão de localização do primeiro vitral de Marianne em Paris, na Escola de Aprendizes de Eletricidade da França ? localização, identificação, requalificação do painel e solicitação de recuperação e catalogação da obra. Essa ação culminou na catalogação dela como Patrimônio de Paris - organização e coordenação; 2013 ? Reinauguração da obra da Escola dos Aprendizes da Eletricidade de Paris (França), instalada em 1971 após o restauro e assinatura da artista. Presença de Marianne Peretti e corpo diplomático do Serviço Cultural do Brasil. Produção e filmagens; 2014 - Capacitação dos Guias Turísticos de Brasília para o suporte de visitação das obras da artista por ventura da COPA no Brasil. Com a presença da artista. 12 a 14 de Novembro de 2014 ? Homenagem à Marianne Peretti - Seminário Internacional ?O Resgate da Arte dos Vitrais?, Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro. 2015 a 2016 - Publicação do livro ?Marianne Peretti ? A ousadia da Invenção? em parceria com a Edições SESC SP. O livro foi finalista ao Prêmio Jabuti. À partir da pesquisa de fundamentação téorica, as palestras foram concebidas sob o comando do M. Yves Lo-Pinto Serra, diplomata e amigo pessoal da artista que dedicou especial atenção à promoção da obra e artista, na França e no Brasil, as atividades foram desenvolvidas pela especialista na obra de Marianne que está estudando o surgimento do Vitral dos Trópicos, Tactiana Braga.: Palestras já realizadas: Março de 2015 ? Palestra no Salão do Livro de Paris, Pavilhão do Brasil; Outubro de 2015 - Faculdade de Arquitetura, Universidade de São Paulo. Com a presença de MP; Outubro de 2016 - Centre International du Vitrail de Chartres (França); Março de 2017 - Salão do Livro de Paris (França), convite da Embaixada do Brasil na França; Agosto de 2017 - Recife, convite do IAB-PE, presencia de MP impedida pela Isabela Peretti; Setembro de 2017 - Victoria, Seicheles, convite da Aliança Francesa; Outubro de 2017 - Paris (França), convite da Maison de L?Amerique Latine; Novembro de 2017 - Congresso Nacional, Brasília, convite do Departamento de Patrimônio da Câmara dos Deputados; Abril de 2018 - Troyes (França), convite da Cité du Vitrail; Outubro de 2017, Chartres, França, convite do Centro Internacional do Vitral; Outubro de 2017, Paris, França, convite da Maison de L'Amérique Latine; Março de 2018, Grasse, França, convite da Universidade de Grasse; Abril de 2018, Le Havre, França, convite da Universidade de Le Havre, Departamento de Ciência Politica; Maio de 2018, Nice, França, convite da universidade Provence- Côte d'Azur; Junho de 2018, Nice, França, convite da Associação Brasil Azur; Setembro de 2018, Saint-Raphaël, França, convite da Universidade do Este; Novembro de 2018, Cannes, França, convite de Cannes Cultura; Dezembro de 2018, Toulouse, França, convite da Escola Superior de Arquitetura; Marzo de 2019, Biot, França, convite do Museu Histórico da Cerâmica e do Museu Chagall; Junho de 2019, Valauris, França, convite da Associação dos Artista e do Museu Picasso; Junho de 2019, Le Havre, França, convite do departamento da Cultura da Prefeitura; 2014 - ?Marianne Monumental? - realização, direção e produção do curta que fundamenta as missões para encontros com os especialistas do vitral da Europa que começam a estudar a obra da artista; 2014 a 2017 ? ?Uma Mulher e uma Cidade? - direção, produção e realização em parceria com a TV CÂMARA, Congresso Nacional /FUNDARPE do curtametragem documentário;2016 a 2018 - Colaboração para a campanha dos jovens do curso de Ciência Política e Prefeitura da Cidade do Le Havre para a recuperação e recolocação da escultura ?Les Oiseaux? na Praça Pública do Espaço Cultural Oscar Niemeyer, Le Havre, França. Marianne desenhou uma base para esta nova fase da obra; 2016 ? 14 e 15 de junho - Seminário Internacional ?A Arte Monumental de Marianne Peretti?, com a participação de especialista da França e Brasil; 2016 - Recuperação do painel vitral ?Alumbramento?, obra do Senado que teve a sua primeira exposição pública; 2016 ? Reinstalação do ?Alumbramento? no Salão Branco do Congresso Nacional, porta principal de acesso das casas do legislativo; 2017 - ?A Gênese Criativa da Catedral? ? concepção curatorial e produção da galeria permanente que faz parte do circuito de visitação à Catedral Metropolitana de Brasília; 2017 - ?A Gênese Criativa da Catedral? ? concepção, textos e produção da publicação do catálogo em francês e português da Catedral Metropolitana de Brasília; 2018 ? Exibição do Curta-metragem ?Uma Mulher e Uma Cidade?, em comemoração aos 90 anos de Marianne Peretti, no Espaço Cultural Le Corbusier, Embaixada da França, Brasília-DF; Os desdobramentos deste projeto ainda estão acontecendo até hoje com os estudos avançados sobre a existência de um novo estilo de fazer vitral que denomino de ?O Vitral dos Trópicos?. Currículo dos demais colaboradores seguem nos anexos . COMPROVAÇÕES: Resumo de Links de documentos audiovisual sobre o tema: https://www.youtube.com/watch?v=8xWBB5j6m18&t=55s https://www.youtube.com/watch?v=n5tSMq-csXQ https://www.youtube.com/watch?v=V5l2pjOxFHU https://www.youtube.com/watch?v=W9bTmza76Fs&t=55s Documentário da B52 Cultural com a TV Câmara. Feito à partir da pesquisa de levantamento de dados dos vitrais da cidade de Brasília, a Capital do Brasil. Link: https://www.youtube.com/watch?v=2ipKW9VOwAs&t=14s Link sobre o processo criativo: https://www.youtube.com/watch?v=nH-A2SC9WlM Link de matéria sobre o livro: https://www.youtube.com/watch?v=W9bTmza76Fs Link de matéria sobre o livro: https://www.youtube.com/watch?v=8xWBB5j6m18 Link de matéria na TV do STJ: https://www.youtube.com/watch?v=Py3RgzDBxb4

Providência

PROJETO ARQUIVADO.