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Mangasia é uma exposição que apresenta uma viagem através da arte e histórias dos quadrinhos pela Ásia. Desde suas raízes históricas até as recentes inovações digitais, a exposição olha para o popular mangá, destacando principais criadores, personagens e publicações, aprofundando temas como folclore, momentos históricos e liberdade criativa. O projeto contempla uma exposição de 3 meses, um catálogo, oficinas e encontro de cosplay.
Palestra e visita guiada Será realizada uma palestra e uma visita guiada com o público, na ocasião da abertura da exposição. Nosso objetivo é realizar essa palestra com a curadoria do projeto e especialistas na cultura do Mangá no Brasil. Essas ações desempenham um papel fundamental ao oferecerem uma compreensão mais profunda e contextualizada da arte e da cultura por trás dessa forma de expressão visual. Ao compartilhar conhecimentos especializados sobre os mangás apresentados na exposição, visamos enriquecer a experiência dos visitantes, proporcionando insights sobre a história, influências, estilos artísticos e impacto social dos mangás. A palestra também oferece uma oportunidade valiosa para os visitantes interagirem com o curador, fazerem perguntas e discutirem aspectos específicos da exposição, promovendo um diálogo enriquecedor e uma apreciação mais aprofundada da arte do mangá. Essa palestra será gravada e disponibilizada online. Oficinas Serão realizadas 20 oficinas multidisciplinares com a temática do mangá. A curadoria e desenvolvimento das oficinas serão realizados durante a pré-produção do projeto. Essas oficinas visam proporcionar aos participantes a oportunidade de aprimorar suas habilidades no desenho de mangá, explorar diferentes gêneros e aspectos da narrativa visual, e mergulhar no mundo fascinante da cultura do mangá. Alguns temas previstos: publicação de livros independentes, técnicas de ilustração, ilustração digital, pintura, pintura digital, desenho de anatomia, cosplay, etc. Públicos de todas as idades. Encontro de cosplay O encontro de cosplay no Brasil será um evento que visa reunir "cosplayers" de todas as idades para celebrar sua paixão pelos personagens da cultura pop. Com a presença de dois DJs e um apresentador, o encontro oferece uma atmosfera animada e acolhedora. O ponto alto são as fantasias, onde os cosplayers exibem suas criações e competem por reconhecimento. O encontro objetiva fortalecer a cultura do cosplay no país, permitindo que os participantes compartilhem experiências e se conectem. O cosplay tem ganhado destaque na sociedade brasileira, sendo reconhecido como forma de arte e expressão. Catálogo Será desenvolvido um catálogo abrangente bilíngue (inglês e português) de 200 páginas, que além de apresentar imagens das obras expostas, irá oferecer textos curatoriais ricos em conteúdo. Esses textos fornecerão não apenas informações sobre os artistas e suas obras, mas também explorarão os contextos históricos e artísticos que envolvem o acervo da exposição. Os leitores poderão aprofundar seu conhecimento sobre as influências culturais, movimentos artísticos e tendências estilísticas presentes nas obras e itens de Mangasia. Além disso, o catálogo poderá incluir ensaios de especialistas que discutem temas relacionados à exposição, como a evolução do mangá ao longo do tempo, seu impacto na cultura popular e as conexões entre o mangá e outras formas de arte. Essa abordagem abrangente permitirá que os leitores apreciem as obras de forma mais informada e enriquecedora, compreendendo não apenas sua estética, mas também sua relevância histórica e cultural. O catálogo servirá como uma valiosa ferramenta de referência e uma extensão da experiência da exposição, proporcionando um recurso duradouro para aqueles que desejam explorar e celebrar a arte do mangá. Contrapartida social Temos contemplado no projeto o atendimento a 500 professores e alunos de instituições públicas. O educativo irá realizar atividades formativas e visitas guiadas à exposição para esse público. Essa ação será toda pautada através de um plano pedagógico. Levaremos o público com os ônibus que o projeto pagará.
Objetivo Geral A proposta tem como principal objetivo realizar uma exposição sobre o mangá, levando o visitante a adentrar o universo de uma das formas de arte mais populares de hoje, que transcende a página escrita para inspirar filmes, moda, arte e videogames. A mostra visa convidar o visitante a conhecer mais sobre as tradições, histórias e arte do continente asiático, através de uma perspectiva contemporânea que une a cultura oriental e ocidental. Com o objetivo de estimular o conhecimento sobre esta forma de arte, Mangasia apresenta mais de 500 obras que vão desde os desenhos icônicos do livro de mangá de Hokusai (1814) até os webtunes K-Pop (2021), com uma coleção que inclui gravuras em madeira japonesa, pinturas em pergaminho hindu, santuários tradicionais, mídia digital, quadrinhos e ilustrações originais, instalações interativas, moda, escultura e pintura. Para além disso, o projeto objetiva: - contribuir para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Objetivos específicos 1) Realizar uma exposição de artes visuais com duração de três meses na cidade de São Paulo. A exposição contará com uma coleção de mais de 500 obras. Previsão de 100.000 visitantes. 2) Desenvolvimento de um catálogo‐livro com o conteúdo da exposição e textos e fotografias adicionais. O livro terá tiragem de 1.000 (mil) exemplares. 3) Realização de uma palestra e uma visita guiada gratuita. Previsão de público: 50 pessoas 4) Realização de 20 oficinas gratuitas, com oficineiros brasileiros. Previsão de público: 15 pessoas por oficina, totalizando 300 pessoas. 5) Realização de um encontro de cosplay gratuito. Previsão de público: 1.000 (mil) pessoas.
A solicitação de apoio ao projeto Mangasia junto ao Ministério da Cultura, via Lei de Incentivo, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parcerias na iniciativa privada. Dessa forma, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91: I. Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III. Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII. Desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII. Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Ademais, o projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8.313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante realização de exposição de artes, oficinas e catálogo. O projeto se justifica ainda, por trazer uma exposição consagrada mundialmente ao público brasileiro, integrando o país ao circuito das artes visuais contemporâneas. Este projeto, além de proporcionar a colaboração de parcelas da população na visualização da exposição, visa trazer influências socioculturais características de contextos distantes, contribuindo para o intercâmbio multicultural entre a população e o conteúdo veiculado. O projeto se justifica ainda, por realizar uma exposição de artes visuais que foca nos seguintes aspectos: - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, uma vez que busca popularizar a cultura e retirá-la dos circuitos fechados de públicos; - Permitir o intercâmbio cultural entre diversos artistas; - Possibilitar a preservação e difusão dos modos de fazer, inerentes a cada um dos artistas que vierem a participar; - Permitir o contato próximo entre público e obras; - Auxiliar na formação de plateia e público em geral. Além disso, a programação formativa de palestra e oficinas, assim como o encontro de cosplay, serão gratuitos para todos os públicos.
Catálogo O catálogo terá cerca de 200 páginas, porém os aspéctos mais técnicos, como papel, tipo de capa e design, serão desenvolvidos em etapa de pré-produção. Projeto pedagógico O projeto pedagógico da exposição será desenvolvido por uma equipe especializada em etapa de pré-produção do projeto. Engajar os estudantes e professores a partir dos conteúdos abordados na exposição, considerando suas experiências e seus questionamentos, é um dos principais objetivos da equipe educativa durante as visitas mediadas com as escolas. Serão sugeridos percursos e atividades a partir dos temas da exposição, além de um material pedagógico para professores e educadores que queiram aprofundar alguns dos temas abordados durante as visitas, em sala de aula. O plano pedagógico será destinado a estudantes de escolas e universidades públicas, mas não impede que outras escolas e públicos usufruam do conteúdo. Os roteiros pretendem auxiliar no desenvolvimento das competências específicas para cada faixa etária trabalhada, a partir do conteúdo da exposição. A metodologia será criada por uma equipe de educadores especializados em exposições.
Em atendimento ao Art. 25 da Instrução Normativa nº 1 de 10/04/2023, nos termos dos arts. 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, as seguintes ações serão adotadas para acessibilidade: PRODUTO: EXPOSIÇÃO ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: todos os locais já possuem estrutura como corrimões, rampas e banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: - Audioguia com roteiro de visitação à exposição, voltado para todos os públicos, em especial aos deficientes visuais; - Acessibilidade de algumas das obras através de audiodescrição - Desenvolvimento e produção de objeto(s) tátil(eis) para promover o acesso às pessoas com deficiência visual, a ser(em) utilizado(s) em grupos de atendimentos exclusivos à públicos com necessidades especiais. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em todas as sessões. - Acessibilidade das obras e textos através de interpretação em língua dos sinais gravadas em vídeo e disponibilizadas via QR Code. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: monitores e equipe treinados para auxiliar esse público. PRODUTO: OFICINAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Todos os locais já possuem estrutura como corrimões, rampas e banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Linguagem oral ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Equipe treinada para atendimento a esse público no que for necessário. PRODUTO: PALESTRAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Todos os locais já possuem estrutura como corrimões, rampas e banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Linguagem oral ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Equipe treinada para atendimento a esse público no que for necessário. PRODUTO: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Todos os locais já possuem estrutura como corrimões, rampas e banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Linguagem oral ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Educador intérprete de libras ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Equipe treinada para atendimento a esse público no que for necessário.
Em atendimento ao Artigo 27 da Instrução Normativa nº 1 de 10/04/2023, as seguintes ações serão adotadas para amplificação do acesso à exposição e suas programações (oficinas, palestra e encontro de cosplay): I - 10% (dez por cento) dos ingressos da exposição serão para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - 10% (dez por cento) dos ingressos da exposição serão para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - 10% (dez por cento) dos ingressos da exposição serão para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - 20% (vinte por cento) dos ingressos da exposição serão para comercialização em valor popular, de R$39,60 (inteira) e R$19,80 (meia entrada). A parametrização estabelecida no sistema observará o que segue: I - meia entrada assegurada para estudantes em, no mínimo, 40% (quarenta por cento) do quantitativo total dos ingressos comercializados, conforme o § 10 do art. 1º da Lei nº 12.933, de 2013; e II - meia entrada assegurada para idosos em todos os ingressos comercializados, conforme art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003. Os ingressos restantes serão comercializados em um preço médio de R$80,00 (oitenta reais). Em complemento, iremos adotar as seguintes medidas de ampliação do acesso, conforme estipulado no Art. 28. : IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais da exposição; V - garantir a captação e veiculação de imagens da exposição por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos. Estão previstos: 20 oficinas, 1 palestra e 1 encontro de cosplay. VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil - algumas das oficinas serão voltadas ao público infantil; Com relação ao catálogo da exposição, serão adotadas as seguintes medidas: I - 10% (dez por cento) dos catálogos serão para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - 10% (dez por cento) dos catálogos serão para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - 10% (dez por cento) dos catálogos serão para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - 20% (vinte por cento) dos catálogos serão para comercialização em valor popular, de R$39,60. Os catálogos restantes serão comercializados por R$150,00 (cento e cinquenta reais). Além das ações acima, será desenvolvido um projeto pedagógico contendo visitas guiadas e atividades destinado a professores e estudantes de escolas e universidades públicas, com caráter totalmente gratuito, incluindo ônibus para visitação. O projeto pedagógico da exposição será desenvolvido por uma equipe especializada em etapa de pré-produção do projeto. Engajar os estudantes e professores a partir dos conteúdos abordados na exposição, considerando suas experiências e seus questionamentos, é um dos principais objetivos da equipe educativa durante as visitas mediadas com as escolas. Serão sugeridos percursos e atividades a partir dos temas da exposição, além de um material pedagógico para professores e educadores que queiram aprofundar alguns dos temas abordados durante as visitas, em sala de aula. O plano pedagógico será destinado a estudantes de escolas e universidades públicas, mas não impede que outras escolas e públicos usufruam do conteúdo. Os roteiros pretendem auxiliar no desenvolvimento das competências específicas para cada faixa etária trabalhada, a partir do conteúdo da exposição. A metodologia será criada por uma equipe de educadores especializados em exposições.
Julia Borges Araña, dirigente da Phi Projetos - Direção geral Julia Borges Araña trabalha com artes visuais há 18 anos e é diretora do Instituto URBE e da Phi Projetos, produtora especializada em arte contemporânea, novas mídias e cultura pós-internet. Produziu exposições de amplitude internacional como: Banksy (Shopping Eldorado, 2023), Frida Kahlo (Shopping Eldorado, 2023), Tina Turner (Museu da Imagem e do Som, 2023), Joan Jonas (Pinacoteca, 2020), Björk Digital (CCBB, 2019/2020), Chantal Akerman (Oi Futuro, 2018), Perfume de Sonho, Sebastião Salgado (Instituto Tomie Ohtake, 2016), Eija-Liisa Ahtila (Oi Futuro, 2015), Retumbante Natureza Humanizada, Luiz Braga (Sesc Pinheiros, 2014), Rumos Legado (Itaú Cultural, 2014), Expoprojeção (Sesc Pinheiros, 2013), Stanley Kubrick, com Deutsches Filmmuseum (MIS, 2013), Game On, com Barbican Center (MIS, 2012), Valie Export (Centro de Arte Contemporânea e Fotografia, 2011). É fundadora e diretora do Centro Cultural Homeostasis Lab, dedicado à arte digital desde 2013. De 2013 a 2019 foi responsável no Brasil pela The Wrong Digital Art Biennale. De 2004 a 2012 trabalhou na equipe de produção e curadoria do Itaú Cultural e do MIS‐SP. Possui MBA em Gestão de Bens Culturais, pela FGV e é graduada em Cinema pela FAAP. Lia de Figueiredo Vissotto - direção artística Lia Vissotto fundou a Cinnamon em 2002 prestando serviços de relações públicas para clientes nacionais e internacionais, com foco na indústria audiovisual. A partir de 2007 abriu seu braço de projetos culturais, atuando também no desenvolvimento de conteúdo, formatação, aprovação em leis de incentivo, produção e divulgação de seus projetos e de parceiros, nas mais diversas linguagens. Já desenvolveu trabalhos e projetos envolvendo artistas nacionais e internacionais diversos, como Will Smith, Roman Polanski, Ennio Morricone, Michel Gondry, Björk, Cat Power, Mick Rock, Urbanscreen, Matthew Barney, Jum Nakao, Berna Reale, Criolo e Emicida, Karol Conká, Marcelo D2, apenas para citar alguns. Além da excelência técnica, Lia tem como princípio primordial promover a diversidade em suas equipes e conteúdos, abarcando pessoas e artistas dos mais diversos gêneros e raças. Luiz Mendes - diretor administrativo Luiz Mendes, trabalha com produção de eventos há 25 anos e é diretor administrativo de projetos no DCset group, produtor especializado em experiencias imersivas, projetos inovadores e novos formatos. Produziu exposições e projetos de amplitude internacional como: Banksy (Shopping Eldorado, 2023), Frida Kahlo (Shopping Eldorado e Salvador shopping, 2023), Noronha Weekend (Fernando de Noronha,2022 ), Camarote Salvador (2004 à 2015), King Festival (2013 a 2018), David Guetta Tour (Salvador, 2013 e 2014), Museu de cera Dreamland (Nordeste, 2016), Van Gogh Live (Rio de Janeiro, Brasilia, Goiania, Recife e Fortaleza 2021 a 2023). Luiz Mendes desempenhou um papel fundamental na organização, gerenciando equipes, orçamentos e prazos para garantir o sucesso dos eventos. Curador convidado - Paul Gravett Paul Gravett é jornalista, curador, escritor e radialista, que trabalha na publicação e promoção de quadrinhos desde 1981. Como curador, desenvolveu inúmeras exposições de quadrinhos na Grã-Bretanha e na Europa, incluindo 'God Save The Comics!', uma pesquisa sobre quadrinhos britânicos no National Comics and Image Centre em Angoulême, França e a primeira exposição dedicada ao escritor Alan Moore e seus colaboradores no Palais des Beaux-Arts em Charleroi, Bélgica. Como Diretor de Projeto do The Cartoon Art Trust em Londres, ele trabalhou em homenagens a Carl Giles e Charles Schulz, criador do Peanuts, e The 100 British Cartoonists of the Century. Suas exposições recentes incluem: retrospectivas sobre Jack Kirby, Tove Jansson e Posy Simmonds; “Comics Unmasked: Art & Anarchy in the UK”, para The British Library, Londres; e 'Mangasia', uma exposição itinerante de quadrinhos asiáticos para o Barbican Immersive. Desde 2003, Paul é o diretor do Comica, responsável pelo Festival Internacional de Quadrinhos de Londres, The Observer / Faber / Comica Graphic Short Story Prize e The Sophie Castille Awards for Comics in Translation. Dentre os livros que publicou estão: Manga: 60 Anos de Quadrinhos Japoneses (2004), e co-autor, com Peter Stanbury, de Romances Gráficos: Stories To Change Your Life (2005), Great British Comics: Celebrating A Century Of Ripping Yarns & Wizard Wheezes (2006) e The Leather Nun & Other Incredibly Strange Comics (2008). É também o editor de The Mammoth Book Of Best Crime Comics (2008) e 1001 Comics You Must Read Before You Die (2011). Atualmente ele continua a escrever sobre quadrinhos para vários periódicos e vive em Londres. Consultores de conteúdo da Exposição Mangasia: Japão: Akiko Mizoguchi, Maholo Uchida, Mai Suzuki, David d'Heilly Coréia do Sul: Kim Nak-ho China: Coco Wang, Wangning Hong Kong: Gordon Lo Cingapura e Malásia: Ct Lim Tailândia: Nicolas Verstappen Indonésia: Hikmat Darmawan Filipinas: Tristan Lapoussière, Randy Valiente Índia: Pinaki De Taiwan: Li-chin Lin Artistas em destaque: Hokusai Katsushika (Japão, 1760 -1849) famoso por suas gravuras em blocos de madeira e A Grande Onda de Kanagawa, Hokusai foi um artista ukiyo-e que reescreveu o termo mangá para denotar seus desenhos de sketchbook, que ele afirmava terem sido feitos por “um pincel que enlouqueceu”. A integração de gravuras em bloco de madeira em negrito com textos de Hokusai e outros mestres vivem de forma estilística, e são frequentemente referenciadas, na mangá contemporânea. Tezuka Osamu (Japão, 1928-1989) foi um artista cômico inovador e animador pioneiro, considerado o Walt Disney da mangá japonesa. Suas primeiras animações incluíram a primeira versão em preto e branco de seu Pinóquio robótico, Tetsuwan Atomu ("Astro Boy"), feito para a televisão em 1963. Hur Young-Man (Coréia do Sul, 1947) é um artista sul-coreano manhwa. Ele é conhecido como um maestro de múltiplos gêneros de manhwa (nome sul-coreano para quadrinhos). Ele é autor de mais de 150.000 páginas para mais de cem séries, que incluem títulos: Gaksital (1974), Spider Silk (1981), Oh! Hangang (1987), escritor Kim Se-yeong), Beat (1994), Sikgaek (2003). Lat (Malásia, 1951) cresceu em uma comunidade de aldeia, um kampung em Kota Bahru, Perak, Malásia. Em 1964, seu primeiro desenho animado foi impresso em Majallah Filem, uma editora de Singapura, mas teve sua grande chance aos 13 anos de idade quando Sinaran Brothers em Penang publicou seu livro de quadrinhos Tiga Sekawan (Three Friends Catch a Theif, 1964). Desenhando desde pequeno, seus desenhos animados se tornaram parte da vida e da cultura malaia, particularmente sua muito amada história em quadrinhos semi-biográficos The Kampung Boy (1979). Abhishek Singh (Índia, 1982) é um romancista gráfico indiano aclamado por suas interpretações únicas de mitos e filosofias antigas que instigam temas ambientais, identidade universal e unicidade espiritual. Abhishek nasceu em Gwalior e estudou Animação e Design de Cinema no Instituto Nacional de Design da Índia. Abhishek também projetou e desenvolveu propriedades de animação para a rede Cartoon, Honk-kong e Índia, e foi diretor de arte na UTV Arjun, o príncipe guerreiro. Jenny Fax (Taiwan, 1979) é uma designer de moda baseada em Tóquio. É conhecida por unir cosplay com alta costura, desenhando desfiles de passarela inspirados em memórias pessoais, mangá japonês e moda kawaii. Kaavad Makers (Índia) - “kaavad” é um santuário portátil que combina sequencias visuais sem palavras com performance verbal contando a história do folclore tradicional indiano baseado no Mahabharata, Ramayana e os Puranas. Tais práticas podem ser consideradas os primeiros ancestrais na árvore genealógica dos quadrinhos e são criadas por carpinteiros habilidosos da Índia. Kusumoto Maki (Japão, 1967) tem trabalhado para subverter o que ela vê como sexismo, estereótipo e patriarcado ainda comuns na mídia de massa do Japão, incluindo na mangá produzida por mulheres. Mizuno Junko (Japão, 1973) começou a publicar seus trabalhos no início dos anos 2000. Mizuno faz um remix dos tradicionais olhos grandes do "kawaii", ou "cuteness in girls' comics", com um estilo retrô inspirado no clássico mangá de Tezuka Osamu. Esta combinação produz seus distintos - e perturbadores - vôos de fantasia, muito distantes das expectativas tradicionais de mangá produzido por mulheres. Special Comix (Nanjing)/Cult Youth (Beijing) são coletivos de quadrinhos da próxima geração da China que auto-publicaram antologias subterrâneas, sem aprovação do estado ou distribuição oficial, por artistas independentes cujos quadrinhos questionam tanto o capitalismo quanto o comunismo. Tagame Gengoroh (Japão, 1964) é um mangaka cult famoso por sua homoerótica para adultos, mudou sua produção para um drama familiar de mercado de massa, para transmitir ao público as realidades das relações homoafetivas e da homofobia na sociedade japonesa contemporânea. Vannak Anan Prum (Camboja, 1979) é sobrevivente do tráfico de pessoas. Enquanto procurava trabalho na fronteira tailandesa com o Camboja, foi detido como escravo em um barco de pesca, suportando trabalho árduo e tratamento infernal por quatro anos cansativos. Após sua fuga, uma organização de direitos humanos o ajudou finalmente a voltar para sua família. De volta ao Camboja, ele fez desenhos do que se lembrava para explicar seu paradeiro durante seus anos como escravo dos tempos modernos. Embora nunca formalmente educado ou treinado em arte, Vannak criou quadrinhos detalhando sua odisséia pessoal. Em 2012, Prum recebeu o Prêmio de Defensor dos Direitos Humanos do Departamento de Estado, entregue a ele diretamente pela então Secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton. Nguyễn Quang Sáng (Vietnã 1932-2014) foi um escritor prolífico e documentarista de guerra e mudanças políticas no Vietnã. Mangasia destaca uma de suas obras mais populares, Ivory Comb, uma história de um soldado de Viet Kong durante a Guerra Civil. Lista completa de artistas: https://airtable.com/shrXM2rl1H5JT05gz/tblXplMd36F4YbTyA
PROJETO ARQUIVADO.