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Projeto que prevê a construção e implementação do Museu Aberto do Desenvolvimento Econômico de Caxias do Sul (MADEC).
No ano em que comemora seus 120 anos, a Câmara de Indústria, Comércio e Serviços de Caxias do Sul dá início a um importante projeto:a criação de um museu a céu aberto, idealizado para resgatar e salvaguardar a memória da indústria, do comércio, dos serviços e do desenvolvimento econômico de Caxias do Sul. Missão Instituir-se como um espaço de memória da cidade e do seu desenvolvimento econômico tendo como âncoras a indústria, o comércio e os serviços num diálogo entre paisagem, arte e história para a promoção da experiência do visitante. Visão Ser referência enquanto área de convívio sociocultural da população de Caxias do Sul e turistas, pautando-se na memória e inovação e em espaços planejados para experiências surpreendentes e acolhedoras. Valores Excelência nos serviços e no relacionamento com os visitantes; Valorização do meio ambiente e da cultura como suporte de integração das pessoas; Sustentabilidade econômica, social e ambiental; Gestão pautada no respeito, na ética e na valorização da história local
Geral Desenvolver o anteprojeto arquitetônico - segunda etapa de implementação do Museu do Desenvolvimento Econômico de Caxias do Sul que tem como missão instituir-se como um espaço de memória da cidade e da região a partir do seu desenvolvimento econômico tendo como pilares a indústria, o comércio e os serviços num diálogo entre paisagem, arte, história e memória, turismo e economia criativa. Um complexo que abrigará obras de arte e esculturas em galeria exposta ao ar livre em exposição de longa duração cuja narrativa contará a história do desenvolvimento da cidade, exposições de curta duração bem anfiteatro para realização de programação cultural com foco nas artes ao vivo. Tem por objetivo ampliar o acesso da população aos bens e serviços culturais, apoiar a produção e a expressão cultural nacional, fortalecer a economia da cultura com ações em economia criativa, capacitação e empreendedorismo cultural e proporcionar a fruição de bens culturais que auxiliem na formação da identidade e contribuam para o desenvolvimento do país. Art. 02 V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais - à medida que a implementação do museu a ceu aberto permitirá não somente o acesso à história do desenvolvimento econômico de Caxias do Sul e região mas permitirá a fruição dos bens culturais durante programação plurianual a ser desenvolvida. X - apoiar a inovação em atividades artísticas e culturais, inclusive em arte digital e em novas tecnologias - à medida que os conteúdos, a história será apresentada integrando recursos analógicos e digitais. XV - contribuir para a implementação do Plano Nacional de Cultura e das políticas de cultura do Governo federal - à medida que atende os princípios do Plano Nacional de Cultura previstos no artigo 01 da Lei do PNC; aos objetivos do PNC, conforme art 02 do PNC; e, pelo uso de recurso público, contribui com o governo federal para a implementação e cumprimento das metas do PNC, no tocante à: Art. 01, PRINCÍPIOS DO PNC V - direito à informação, à comunicação e à crítica cultural; VI - direito à memória e às tradições; VIII - valorização da cultura como vetor do Desenvolvimento sustentável; Art. 02 - Objetivos do PNC IV - promover o direito à memória por meio dos museus, arquivos e coleções; VI - estimular a presença da arte e da cultura no ambiente educacional; PNC, Contribuindo, visto o uso do recurso público, com o cumprimento das competências do Estado em: FOMENTAR A CULTURA de forma ampla, estimulando a criação, produção, circulação, promoção, difusão, acesso, consumo, documentação e memória, também por meio de subsídios à economia da cultura, mecanismos de crédito e financiamento, investimento por fundos públicos e privados, patrocínios e disponibilização de meios e recursos. AMPLIAR E PERMITIR O ACESSO compreendendo a cultura a partir da ótica dos direitos e liberdades do cidadão, sendo o Estado um instrumento para efetivação desses direitos e garantia de igualdade de condições, promovendo a universalização do acesso aos meios de produção e fruição cultural, fazendo equilibrar a oferta e a demanda cultural, apoiando a implantação dos equipamentos culturais e financiando a programação regular destes. PRESERVAR O PATRIMÔNIO MATERIAL E IMATERIAL, resguardando bens, documentos, acervos, artefatos, vestígios e sítios, assim como as atividades, técnicas, saberes, linguagens e tradições que não encontram amparo na sociedade e no mercado, permitindo a todos o cultivo da memória comum, da história e dos testemunhos do passado. CAP II 2.4.5 Estimular a compreensão dos museus, centros culturais e espaços de memória como articuladores do ambiente urbano, da história da cidade e de seus estabelecimentos humanos como fenômeno cultural. Cap III - Acesso O acesso à arte e à cultura, à memória e ao conhecimento é um direito constitucional e condição fundamental para o exercício pleno da cidadania e para a formação da subjetividade e dos valores sociais. Os valores culturais do passado e do presente 3.1.9 Garantir que os equipamentos culturais ofereçam infraestrutura, arquitetura, design, equipamentos, programação, acervos e atividades culturais qualificados e adequados às expectativas de acesso, de contato e de fruição do público, garantindo a especificidade de pessoas com necessidades especiais. V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; XVI - apoiar atividades com outras finalidades compatíveis com os princípios constitucionais e os objetivos estabelecidos pela Lei nº 8.313, de 1991, assim consideradas em ato do Secretário Especial de Cultura do Ministério do Turismo. Atende à lei 8313 de 1991 Art. 01 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais por meio de VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; XVI - apoiar atividades com outras finalidades compatíveis com os princípios constitucionais e os objetivos estabelecidos pela Lei nº 8.313, de 1991, assim consideradas em ato do Secretário Especial de Cultura do Ministério do Turismo. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Produto MODERNIZAÇÃO E EQUIPAGEM DE MUSEUS E ESPAÇOS CULTURAIS: Desenvolver 01 plano (um) museológico com vistas a desenvolver o planejamento estratégico e a atender todos os critérios necessários para o implementação do museu a ceu aberto. Produto MODERNIZAÇÃO E EQUIPAGEM DE MUSEUS E ESPAÇOS CULTURAIS: Desenvolver 01 (um) anteprojeto arquitetônico que permitirá o desenvolvimento do projeto executivo e norteará o desenvolvimento do Museu a Céu aberto ao desenvolvimento econômico de Caxias do Sul Projetos executivos de Arquitetura, Urbanismo e Paisagismo; Projetos complementares para o memorial;
Este projeto atende aos preceitos legais em relação às finalidades da lei de incentivo à cultura referenciado no artigo 1º: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Para alcance das finalidades expressas, a proposta alinha-se aos objetivos previstos no artigo 3: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; além de V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; Espaços de memória existem em todos os lugares e são arranjos voltados à rememoração do passado que nos apresenta os vestígios de como a humanidade chegou ao seu estágio atual e auxiliam na construção do futuro ou na reflexão sobre passado, presente, futuro. Neste sentido, o Município de Caxias do Sul possui um conjunto de instituições, inclusive cadastradas no Sistema Brasileiro de Museus, em que estão presentes alguns elementos que elucidam a história da própria cidade. Em que pese tal fator ser fundamental, a cidade carece de um complexo de memória, vivências e contato com a paisagem cultural articulado e planejado em uma narrativa ordenada e mais ampla. A proposição em que se ancoura o MADEC oferecerá aos munícipes e aos visitantes da cidade a perspectiva de um lugar de memórias e cultura integradas, em um desenho expositivo que articulará a aura da materialidade histórica e narrativa com tecnologias digitais, arquitetura arrojada e um diálogo com a natureza, coisa que poucos espaços no Brasil oferecem, dado que a maioria dos museus do país são tradicionais e quando urbanos, ocupam prédios que não foram projetados para abrigar exposições e acervos. Com base na análise SWOT realizada na etapa preliminar à elaboração do Plano Museológico se pode notar que a implantação do MADEC consiste numa possibilidade de inserir um novo conceito em termos de museu na cidade e no Rio Grande do Sul, dado que os poucos espaços que aliam uma área junto à natureza e a apresentação de exposições, o fazem na modalidade tradicional e com temática bem específicas. O MADEC ao abordar o desenvolvimento da cidade, aposta num espectro narrativo amplo capaz de atrair públicos que tradicionalmente não frequentam museus, especialmente porque seu viés discursivo passa por histórias de vida de pessoas e famílias que fizeram Caxias acontecer, a partir da coragem de empreender. Outro fator importante que se percebeu nas discussões iniciais para a elaboração do Plano Museológico é que a proposta em questão reunirá o que atualmente, em alguma medida é apresentado por empresas e coleções privadas, em pequenos espaços a que o público em geral não tem acesso e a educação patrimonial mais ampla resta prejudicada, logo, ao construir uma narrativa de abordagem coletiva, se potencializa as histórias individuais e se apresenta o mosaico que possibilitou que a cidade crescesse em se desenvolvesse como polo industrial, comercial e de serviços de grande impacto regional e estadual. Considerando a importância do tema, a importância de Caxias do Sul para o desenvolvimento da região e a importância de salvaguarda da nossa memória, considerando o potencial ativo turístico que este museu simboliz e considerando que a presença de todos os entes nesta construção torna-se necessária solicitamos recursos da lei de incentivo à cultura que é essencial para viabilziar os estudos iniciais qualificados. Por fim, solicitamos recursos a esta lei porque entendemos que há relação íntima com todos os artigos e incisos mas especial com estes: Lei 8313 de 1991 Art. 01 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais por meio de VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; - Considerando que os produtos resultantes representam a importante e essencial passo para a construção do museu; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos - Considerando que os produtos resultantes (anteprojeto, o plano museológico e o plano expográfico) partem de estudos e pesrquisas; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais
A implementação do Museu aberto do desenvolvimento econômico de Caxias do Sul é uma oportunidade de criação de espaço que registre a história, ative a memória e ao mesmo tempo seja um espaço para encontro de vocações entre cultura, turismo, economia criativa, lazer e negócios. Propomos que este espaço seja um espaço de lazer e convivência para a cidade de Caxias do Sul, que seja um espaço para o ensino informal e educação patrimonial em especial para o ensino e a valorização da história da nossa cidade que é galgada no trabalho e na fé. Propomos este projeto para iniciar o processo de forma qualificada, com os estudos necessários sendo realizados em profundidade.O anteprojeto arquitetônico, a contratação de museóloga para desenvolvimento do plano museológico qualificado e estudos para o projeto expográfico. Além da exposição de longa duração, propomos a criação do espaço de anfiteatro para a realização de apresentações artísticas bem como espaço de exposições de curta duração. Para isso é muito necessário que façamos os estudos adequados e por não possuir recursos próprios neste momento e entender que atende aos objetivos da Lei de incentivo à cultura e que tem benefício público, é que solicitamos o recurso para este mecanismo. ESTUDOS DE IMPACTO AMBIENTAL E PROJETO TOPOGRÁFICO: Uma vez realizado o alinhamento e metodologia de trabalho de todos, será dado início ao estudo de viabilidade ambiental, que é a análise preliminar de restrições ambientais necessárias para a implantação do Projeto MADEC. No desenvolvimento deste estudo, é feita a caracterização ambiental do terreno e das áreas próximas. Essa caracterização tem como objetivo avaliar os aspectos ambientais que são protegidos por lei, que devem ser mantidos preservados, e identificar as áreas potenciais de ocupação. O estudo engloba ainda a avaliação da topografia, hidrografia, aspectos geológicos e geotécnicos, vegetação, fauna, suas devidas restrições ambientais e legislações aplicáveis. O estudo de viabilidade ambiental é fase preliminar ao licenciamento de todo empreendimento que possa causar algum nível de impacto ambiental. O topógrafo realizará levantamento planialtimétrico cadastral, que é a representação plana das três dimensões georreferenciamento e elaboração de projeto topográfico. Será feito o mapeamento e cadastro de toda a área em questão: divisas, cordões, vias, alinhamentos, cercas, muros, edificações, interferências, vegetação (araucária, xaxim, jerivás e outras), hidrografia, coleta de pontos de níveis e outros itens que venham a serem necessários para a elaboração correta do projeto; Georreferenciamento e Elaboração de projeto topográfico contendo todos os detalhes do imóvel, tais como: angulações, divisas, áreas e medidas reais existentes no local, pontos de nível e vegetação cadastrada bem como a emissão de ART. Conhecendo as características do espaço, é possível desenvolver desenhos técnicos e plantas precisas, minimizando imprevistos e erros. Uma vez realizados estes estudos, o resultado será apresentado em reunião para o grupo e, a partir deste momento, terá início o desenvolvimento do anteprojeto arquitetônico. É importante salientar que todas as etapas serão acompanhadas pela gestora cultural do IVB e pelo arquiteto responsável ou arquiteto representante designado e que a metodologia de implementação segue as orientações do Instituto Brasileiro de Museus e refere-se ao planejamento, ao desenvolvimento de modelos de negócios e ao plano de sustentabilidade que inclui o aspecto arquitônico-urbanístico. Inicia-se o DESENVOLVIMENTO DO ANTEPROJETO. A conceituação dos espaços museológicos é essencial na compreensão das suas dimensões institucional e arquitetônica e onde elas se interseccionam, sendo o estudo da arquitetura de museus essencial na materialização ou compreensão desses espaços, do acervo, da exposição, dos programas educativos e dos diversos públicos. Um bom projeto arquitetônico, além de propor soluções espaciais para as funções básicas das instituições, como pesquisa, comunicação, educação e preservação, deve também equacionar questões específicas do contexto, do plano museológico, dos públicos e dos acervos. Partindo da premissa de que toda construção é precedida por um projeto e que esta não pode ser erguida a partir de apenas uma das etapas do processo projetual, torna-se essencial o desenvolvimento do anteprojeto arquitetônico em diálogo com o plano museológico e plano expográfico. De posse dos estudos ambientais e levantamentos topográficos, a equipe do escritório de arquitetura iniciará o desenvolvimento do anteprojeto, destinada à concepção e à representação das informações técnicas provisórias de detalhamento da edificação e de seus elementos, instalações e componentes, necessárias ao inter-relacionamento das atividades técnicas de projeto e suficientes à elaboração de estimativas aproximadas de custos e de prazos dos serviços de obra implicados. A realização do anteprojeto é destinada à concepção e à representação das informações técnicas provisórias de detalhamento da edificação e de seus elementos, instalações e componentes, necessárias ao inter-relacionamento das atividades técnicas de projeto e suficientes à elaboração de estimativas aproximadas de custos e de prazos dos serviços de obra implicados. Esta etapa inclui a elaboração dos Documentos Para Aprovação (ou “Projeto Legal”), destinada à representação das informações técnicas necessárias à análise e aprovação, pelas autoridades competentes, da concepção da edificação e de seus elementos e instalações, com base nas exigências legais (municipal, estadual, federal), e à obtenção do alvará ou das licenças e demais documentos indispensáveis para as atividades de construção. Serão criados os desenhos técnicos em nível de anteprojeto e desenho técnicos em nível de projeto legal, para aprovações, de acordo com as exigências de cada órgão/concessionária. Projetos técnicos que se relacionam ao projeto arquitetônico que são desenvolvidos de forma paralela, contemplando as etapas de estudos preliminares e anteprojeto de acordo com suas demandas específicas. Após a equipe desenvolverá o memorial descritivo, incluindo conceituação, definição do uso, viabilidade técnica e dos elementos da edificação, especificações dos componentes construtivos e dos materiais construtivos. Para visualização, serão desenvolvidos recursos visuais, analógicos e digitais, com a apresentação de perspectiva, maquetes que ilustrem a solução para apresentação, representando a configuração espacial projetada, sua implantação no terreno e relacionamento com o entorno construído, além de imagens 3D internas e humanização, com indicação de mobiliário e equipamentos básicos, entre outros. E a partir dos estudos acima citados é que serão estimados os custos para o desenvolvimento do projeto executivo, com a criação da planilha orçamentária, cronograma Físico-financeiro preliminar, contendo orçamento analítico e composição dos custos. Cabe aqui salientar que o desenvolvimento das etapas anteriores é vital para a implementação do Museu. O plano museológico é imprescindível para o desenvolvimento de todos os trabalhos desenvolvidos pelo museu, estabelecendo a sua visão, a sua direção e os seus caminhos.O Plano Museológico é o documento que fortalece e reafirma a importância do museu em todos os aspectos, tanto em sua imagem externa como nas metas e estratégias a serem conhecidas e compartilhadas. Por sua importância, o DESENVOLVIMENTO PLANO MUSEOLÓGICO será trabalhado concomitante ao desenvolvimento do anteprojeto arquitetônico. O plano museológico é o principal instrumento de gestão para os museus brasileiros. Trata-se de uma ferramenta de planejamento estratégico, que compreende os níveis estratégico, tático e operacional, iniciada pelo planejamento conceitual por meio da definição da missão, visão, valores, objetivos e diagnóstico da instituição e que alinha os seus programas, projetos e ações, de forma global e integrada. O Plano Museológico permite que a instituição utilize todo o seu potencial para realizar seu trabalho e alcançar seus objetivos da forma mais eficaz possível. A museóloga que compõe a equipe acompanhou o desenvolvimento da ideia desde a primeira reunião e entende-se que é fundamental desenvolver um anteprojeto qualificado já com vistas à gestão do museu, motivo pelo qual o planejamento estratégico e projeto expográfico estão previstos nessa etapa. No cronograma de reuniões também estará previsto a realização de estudos aprofundados sobre cada um dos critérios para o desenvolvimento do plano museológico nos aspectos a) institucional; b) de gestão de pessoas; c) de acervos; d) de exposições; e) educativo e cultural; f) de pesquisa; g) arquitetônico-urbanístico; h) de segurança; i) de financiamento e fomento; j) de comunicação; k) sócio-ambiental. Estes aspectos estão apresentados no anexo complementar Plano Museológico. A elaboração do projeto expográfico passa por estudo preliminar do acervo que for adquirido para a formação do Museu, a produção de conteúdo possível a partir de tais peças, a produção de conteúdo audiovisual para preencher lacunas dada as ausências de materialidade, a produção de peças artísticas evocativas da história que se quer narrar. O projeto expográfico se vincula às primárias exposições do MADEC, aquelas que vão inaugurá-lo e terão caráter de longa, média e curta duração. Nas conversas preliminares se pensa em ter núcleos dentro da exposição de longa duração que possam ser cambiáveis em tempo menor, dando flexibilidade narrativa e caráter de renovação. Esses modelos híbridos vêm sendo testados em dois museus da capital Porto Alegre com sucesso: MARGS e Museu Julio de Castilhos. Considerando que se trata de um museu a ceú aberto, cuja instalação das obras ocorrerá conjuntamente com o projeto executivo arquitetônico-urbanístico, faz-se necessário trabalhar a expografia neste momento. Findados os estudos, serão produzidas publicações com os resultados e serão desenvolvidos materiais para posterior prospecção de investidores, financiadores e apoiadores para o desenvolvimento do projeto executivo. -- O projeto em tela atende ao previsto na legislação vigente Alinha-se è legislação: Lei 81313 Art. 01 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais por meio de VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Decreto 10755 de 2021 Art. 02 XV - contribuir para a implementação do Plano Nacional de Cultura e das políticas de cultura do Governo federal; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; XVI - apoiar atividades com outras finalidades compatíveis com os princípios constitucionais e os objetivos estabelecidos pela Lei nº 8.313, de 1991, assim consideradas em ato do Secretário Especial de Cultura do Ministério do Turismo. IN 01/2022 Art. 02 XV - contribuir para a implementação do Plano Nacional de Cultura e das políticas de cultura do Governo federal; e Plano Nacional de Cultura - PNC LEI Nº 12.343, DE 2 DE DEZEMBRO DE 2010. PRINCÍPIOS Art. 01 V - direito à informação, à comunicação e à crítica cultural; VI - direito à memória e às tradições; VIII - valorização da cultura como vetor do Desenvolvimento sustentável; Art. 02 - Objetivos do PNC IV - promover o direito à memória por meio dos museus, arquivos e coleções; VI - estimular a presença da arte e da cultura no ambiente educacional; PNC, contribuindo, visto o uso do recurso público, com o cumprimento das competências do Estado em: FOMENTAR A CULTURA de forma ampla, estimulando a criação, produção, circulação, promoção, difusão, acesso, consumo, documentação e memória, também por meio de subsídios à economia da cultura, mecanismos de crédito e financiamento, investimento por fundos públicos e privados, patrocínios e disponibilização de meios e recursos. AMPLIAR E PERMITIR O ACESSO compreendendo a cultura a partir da ótica dos direitos e liberdades do cidadão, sendo o Estado um instrumento para efetivação desses direitos e garantia de igualdade de condições, promovendo a universalização do acesso aos meios de produção e fruição cultural, fazendo equilibrar a oferta e a demanda cultural, apoiando a implantação dos equipamentos culturais e financiando a programação regular destes. PRESERVAR O PATRIMÔNIO MATERIAL E IMATERIAL, resguardando bens, documentos, acervos, artefatos, vestígios e sítios, assim como as atividades, técnicas, saberes, linguagens e tradições que não encontram amparo na sociedade e no mercado, permitindo a todos o cultivo da memória comum, da história e dos testemunhos do passado. CAP II 2.4.5 Estimular a compreensão dos museus, centros culturais e espaços de memória como articuladores do ambiente urbano, da história da cidade e de seus estabelecimentos humanos como fenômeno cultural. Cap III - Acesso O acesso à arte e à cultura, à memória e ao conhecimento é um direito constitucional e condição fundamental para o exercício pleno da cidadania e para a formação da subjetividade e dos valores sociais. os valores culturais do passado e do presente 3.1.9 Garantir que os equipamentos culturais ofereçam infraestrutura, arquitetura, design, equipamentos, programação, acervos e atividades culturais qualificados e adequados às expectativas de acesso, de contato e de fruição do público, garantindo a especificidade de pessoas com necessidades especiais. --- Os custos inerentes à apresentação de resultados , tais como produção, edição e audiodescrição de vídeos estão inclusos da rubrica divulgação.
Não se aplica
ACESSIBILIDADE ACESSIBILIDADE Em atenção à legislação de que rege este mecanismo de fomento, à Lei da Inclusão e à recomendação da Norma Brasileira 15599:2008 da ABNT, propomos a contratação de consultoria especializada para acompanhamento da execução do projeto, a contratação de intérpretes e tradutores em libras capacitados para a inclusão, sistema de legendagem, disponibilização em áudio dos materiais impressos que forem usados, PRODUTO RESULTANTE: MODERNIZAÇÃO E EQUIPAGEM DE MUSEUS E ESPAÇOS CULTURAIS | ANTEPROJETO ARQUITETÔNICO O desenvolvimento do anteprojeto e plano museológico visa fazer o estudo para acessibilidade universal do Museu, atendendo o que prevê a legislação: a) Acessibilidade arquitetônica; b) Acessibilidade metodológica; c) Acessibilidade instrumental; d) Acessibilidade programática; e) Acessibilidade atitudinal; f) Acessibilidade comunicacional. Para isso faremos a contratação de consultor em acessibilidade. Em relação à execução do projeto em tela, as medidas de acessibilidade adequadas a ela referem-se à acessibilidade de conteúdo para a difusão dos resultados. Os resultados deste projeto serão publicados em arquivo PDF, em formato dossiê. Este conteúdo também será disponibilizado em vídeo com janela de libras. Acessibilidade física Espaço fisicamente acessível, com rampas para cadeirantes. Acessibilidade de conteúdo O anteprojeto arquitetônico será apresentado de forma online, em vídeo com janela de libras, legenda em português e audiodescrição Itens da planilha de custos: INTÉRPRETE EM LIBRAS. LEGENDAGEM. AUDIODESCRIÇÃO. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS O mesmo mapeamento será feito em relação às demais deficiências. Para deficientes visuais, contaremos com a presença da consultora em acessibilidade que fará as boas vindas e a descrição do espaço. O conteúdo publicado em PDF observará as orientações da ABNT para uso de fontes, tamanhos e cores. Em conteúdos publicados nas redes, descrição de imagens nas legendas. Item da planilha de custos: acessibilidade MODERNIZAÇÃO E EQUIPAGEM DE MUSEUS E ESPAÇOS CULTURAIS | PLANO MUSEOLÓGICO O desenvolvimento do plano museológico visa justamente fazer o estudo para acessibilidade universal do espaço museal, atendendo o que prevê a legislação: a) Acessibilidade arquitetônica; b) Acessibilidade metodológica; c) Acessibilidade instrumental; d) Acessibilidade programática; e) Acessibilidade atitudinal; f) Acessibilidade comunicacional. O resultado deste estudo será publicado em formato PDF, e em formato vídeo contendo janela de libras, legenda em português e audiodescrição. Itens da planilha de custos: INTÉRPRETE EM LIBRAS. LEGENDAGEM. PRODUTO RESULTANTE: CATÁLOGO ACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplica. Produto virtual ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Produção do conteúdo em áudio com audiodescrição para imagens. Item da Planilha de custos: Audiodescrição ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Produção de conteúdo em Português.
Democrativação do acesso: Considerando que são medidas que promovam acesso e fruição de bens, produtos e serviços culturais, bem como ao exercício de atividades profissionais, visando à atenção às camadas da população menos assistidas ou excluídas do exercício de seus direitos culturais por sua condição socioeconômica, etnia, deficiência, gênero, faixa etária, domicílio, ocupação, para cumprimento do disposto no art. 215 da Constituição Federal e considerando o Artigo 23 da IN 01/2022 entendemos que não se aplica visto que todas as informações geradas pelos produtos resultantes do projeto em tela serão distribuidos 100% gratuitamente. Cabe salientar que o próprio projeto, no âmbito do desenvolvimento do plano museológico, estabelecer as medidas de democratização do acesso quando do lançamento do evento. Em atenção ao art. 24 da IN nº 01/2022, entendemos que as seguintes medidas são pertinentes ao projeto: IV - além da Ação Formativa Cultural prevista no art. 25 desta Instrução Normativa, realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como: c) palestras de pelo menos uma hora de duração com lista de participação para projetos exclusivamente educativos Palestra com a Prof. Dra. Vania Herédia sobre o desenvolvimento de Caxias do Sul nos pilares que sustentam o Museu. Estas oficinas serão realizadas para estudantes de ensino médio que participam de projetos sociais e culturais de Caxias do Sul. g) bolsas de estudo, estágio ou trainee a estudantes da rede pública de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural ao visar ações em economia criativa, empreendedorismo e sustentabilidade culturais. Propõe-se a abertura de bolsa-estágio para estudantes das áreas de museologia, arquitetura e produção cultural --- Realização de 10 palestras para alunos do Ensino Médio de escolas públicas tratando do tema "Desenvolvimento de Caxias do Sul" Palestrante: Prof. Dra.Vania Beatriz Heredia Quantidade de palestras: 10 Sinopse: Caxias do Sul é uma cidade reconhecida internacionalmente por ser um polo metal mecânico. A cidade do lavoro, da fé e da gastronomia farta, heranças da imigração italiana, tem seu desenvolvimento diretamente ligado à atuação da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços. Ao longo de seus 120 anos, a CIC Caxias tem tido atuação decisiva no desenvolvimento da cidade e da região sob diversos aspectos, da infraestrutura ao turismo e à cultura. A Festa da Uva, evento que consagrou Caxias do Sul, é um dos símbolos desta atuação. Criada com o objetivo de promoção e venda do vinho e demais produtos coloniais aqui produzidos, foi um iniciativa da instituição, a partir da sensibilidade dos empresários da CIC a percepção de quão importante esta Festa seria para a divulgação do município e das suas riquezas. Com o passar dos anos, a Festa da Uva passou de feira à celebração da colheita, ritual que faz parte da cultura imigrante. Se durante décadas Caxias encontrou na indústria metalmecânica a sua principal matriz econômica, hoje a cidade passa por uma transformação, inclusive identitária. O desenvolvimento de Caxias do Sul inicia na agricultura, passa pela indústria, comércio e serviços e isso somente se deu através dos saberes e fazeres do povo.
* INSTITUTO ITALO VICTOR BERSANI - GESTÃO DO PROCESSO DECISÓRIO * Caliandra Paniz Troian - Coordenação Geral Produtora cultural, pesquisadora, curadora e gestora de projetos. Graduada em Relações Públicas pela Universidade de Caxias do Sul, com Pós-Graduação Lato Sensu em Gestão Cultural: cultura, desenvolvimento e mercado (SENACSP), extensão em Administração Pública da Cultura pela UFRGS/Ministério da Cultura e extensão em Gestão de Bens Culturais pela FAI. Formação complementar em Gestão estratégica da cultura, Políticas Culturais, Marketing Cultural e Plano Museológico e Planejamento estratégico de Museus, Acessibilidade em Museus. Especialista em planejamento, execução e gestão de projetos e programas e culturais, atua na na área. É Diretora de Cultura e Educação da Câmara de Indústria e Comércio de Caxias do Sul (CIC), da qual está vice coordenadora. Gestora de projetos do Instituto Ítalo Victor Bersani. Membro do Colegiado Setorial do Teatro (2021). Foi conselheira de artes cênicas no Conselho Municipal de Política Cultural de Caxias do Sul por duas gestões (2016 e 2018). Em 2017 foi eleita Presidente do Conselho, sendo a presidente mais jovem até o momento. Através deste, integrou a Comissão Pró-Maesa, Comissão da Feira do Livro e Comissão Pró-Conferência de Cultura. Membro do Comitê de Crise do setor cultural, representando a CIC. Foi membro do conselho gestor da Rede de Pontos de Cultura de Caxias do Sul (2010 a 2015). Integrou a Comissão Especial de Incentivo à Cultura de Caxias do Sul (COMIC/2018-2019). Integra a Comissão Avaliadora do SET Universitário PUC/Famecos para projetos na categoria Responsabilidade Socioambiental desde 2013. ESCRITÓRIO DE ARQUITETURA - TAGIR FATTORI - Arquiteto Urbanista responsávelFORMAÇÃO● Arquitetura e Urbanismo, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), 2000;● AutoCAD 2D e Revit Architecture;● Inglês.EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL● Arquiteto Fundador da TFA;● Arquiteto Fundador da STA;● Arquiteto Júnior - EnergoProjekt, Belgrado/Sérvia (2000). - THAÍS ZIMMERMANN SUZIN - Arquiteta UrbanistaCAU/RS A136945-8 | thais@tfarq.com.br | 54 992436374FORMAÇÃO● Mestrado em Administração - Programa de Pós-Graduação em Administração (PPGA-UCS),bolsista PROSUC/CAPES, em andamento - 2021-2022;● Arquitetura e Urbanismo, Universidade de Caxias do Sul (UCS), 2017;● AutoCAD 2D, Revit Architecture, SketchUp, CorelDraw, Pacote Office, Lumion, Vray forSketchUp, Twinmotion e Spss;● Inglês e alemão.EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL● Arquiteta Urbanista Associada - TFA (2016 até então);● Secretária do IAB Núcleo Caxias (2020 até então);● Estagiária - SMART Arquitetura e Engenharia (2015-2016); Forma & Espaço (2012-2013);BMP Architekten (2010);● Agente de Inovação e Design SEBRAE/RS (2014).PREMIAÇÕES E MENÇÕES HONROSAS● Best Paper no 2nd International Conference on Network Enterprises and LogisticsManagement (NETLOG, 2021);● Menção Honrosa pela participação na equipe do concurso BID UrbanLab Natal (2017);● Menção Honrosa pelo trabalho de conclusão de curso emitida pelo IAB/RS (2017). - JOÃO VITOR HARTMANN - Arquiteto UrbanistaCAU/RS A195617-5 | joaovitorhartmann@gmail.com | 54 996980856FORMAÇÃO● Arquitetura e Urbanismo, Universidade de Caxias do Sul (UCS), 2020.● AutoCAD 2D e 3D, Revit Architecture, SketchUp, CorelDraw, Pacote Office, Lumion,3DSMax + Corona Renderer, Photoshop;● Inglês.EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL● Arquiteto Urbanista - TFA (2018 até então);● Estagiário - Fernanda Pescador Interior Design (2015-2017).PREMIAÇÕES● Menção Honrosa no Concurso 032 da Projetar.org - Rua do Futuro (2019). - FRANCHESCOLI MASCHIO - Arquiteto Urbanista, CGI e Desenhistafdmaschio.arqui@gmail.com l 54 999319422FORMAÇÃO● Arquitetura e Urbanismo, Universidade de Caxias do Sul (UCS), 2017;● 3D Studio Max, AutoCAD, Revit, SketchUp , Photoshop, Illustrator, Premiere, Lightroom,V-ray, Corona Render, CorelDraw, Pacote Office, Marvelous Designer, SolidWorks;● Desenho à mão livre e nanquim;● Inglês.EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL● Cofundador e Diretor de Criação - Bw5 (2015 até então);● Criação - Arko Imagem (2011-2013);● Gestor de Obra - RD Incorporações (2009-2010)● Estagiário - Jéssica de Carli Arquitetura (2008-2009)● Estagiário (Topografia) - SAMAE Caxias do Sul - PAULO ALBERTO GUIZZO - Arquiteto UrbanistaCAU/RS 192206-8| pauloalberto.arq@gmail.com | 54 999889804FORMAÇÃO● Arquitetura e Urbanismo, Universidade de Caxias do Sul (UCS), 2017;● 3D Studio Max, AutoCAD, Revit, Photoshop, Illustrator, Premiere, Lightroom, V-ray, CoronaRender, CorelDraw, Pacote Office, Marvelous Designer;● Fotografia;● Inglês.EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL● Cofundador e Diretor de Criação - Bw5 (2015 até então);● Diretor de Criação - Arko Imagem (2010-2013);● Graphic Designer - Edicopy (2006-2009). - RAFAEL DAN SOKABE -Arquiteto UrbanistaCAU/RS A154608-2 | rafaeldan10@hotmail.com | 41 991618810FORMAÇÃO● Arquitetura e Urbanismo, Universidade de Caxias do Sul (UCS), 2018;● AutoCad 2D, Revit, Sketchup, CorelDraw, Photoshop, Lightroom, ProCreate, Pacote Office,SU Podium for Sketchup, Artlantis;● Animação 2D e ilustração;● Inglês.EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL● Kodama Arquitetura e Urbanismo (2020 até então)● Arquiteto - Rossi Arquitetura e Urbanismo (2018-2020);● Estagiário - Hangar Incorporadora (2012-2014); Tabata Betiol Arquitetura (2016-2018); DORIS ROSANGELA FREITAS DE COUTO - Museólogoa Responsável Museóloga, Curadora Independente e Gestora de ProjetosICOM 126492 | COREM 0226-I | doris.couto@hotmail.com | 53 984581085● Mestrado em Museologia e Patrimônio, Universidade Federal do Rio Grande do Sul(UFRGS), 2020;● Pós-graduação em Politicas Culturales de Base Comunitaria, FLACSO Argentina, 2018;● Graduação em Museologia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), 2018.● Gestão de projetos, curadoria, documentação museológica, pesquisa de acervo, relatóriosinstitucionais, plano museológico, política de gestão de acervos;● Completo domínio da plataforma Mais Brasil;● Espanhol.EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL● Diretora do Museu Júlio de Castilhos, Porto Alegre (até então);● Elaboração e gestão de projetos do Museu de História da Medicina do Rio Grande do Sul,Ecomuseu da Cultura do Vinho e Instituto Acessibilizar;● Ministra cursos sobre elaboração e gestão de projetos na Federação de Associações deMunicípios do RS (FAMURS desde 2005 e Departamento de Prefeituras Municipais (DPM)desde 2018, além de ministrar cursos in company para órgãos públicos e sociedade civilsobre o tema;● Residente IBERMUSEUS no Museu do Vinho de Alcobaça, Portugal (2018). Vania Beatriz Heredia - Historiadora e Pesquisadora. Bacharel e Licenciada em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (1984), graduada em Filosofia pela Universidade de Caxias do Sul (1973). Mestre em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (1978) e doutora em História das Américas pela Universidade de Gênova, sede descentralizada em Turim Itália (1992).Pós-doutora em História Econômica pela Universidade de Padova(2002) e em Antropologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro em 2013. Professora Titular da Universidade de Caxias do Sul, atua na graduação e na pós-graduação. Juliana Nascimento Martins - Topografia e estudos de impacto ambiental. Possui graduação em Licenciatura Plena e Bacharelado em Ciências Biológicas pela Universidade de Caxias do Sul (UCS), Caxias do Sul, RS. Especialização em Desenvolvimento Sustentável e Manejo Ambiental, pela Universidade do Planalto Catarinense (UNIPLAC), Lages, SC. Proprietária da empresa Tecniflora Assessoria e Planejamento Florestal Ltda., onde atua na elaboração de laudos técnicos, mapeamento de uso e ocupação do solo, projetos ambientais e licenciamento ambiental. Tem experiência na área de Ecologia, com ênfase em fauna, atuando principalmente na área de primatologia e mastoozologia Milena Scheid - Consultora em Acessibilidade Comunicacional Doutora em Educação pela Universidade de Caxias do Sul (2022), com pesquisa intitulada " Processo de Inclusão, Aprendizagens e Acessibilidade: Imersões com Pessoas com Deficiência visual" . Especialista em Audiodescrição pela Universidade Estadual do Ceará(2018). Mestre em Linguística Aplicada pela UNISINOS (2012) onde desenvolveu pesquisa relacionada ao processo de construção colaborativa de textos em língua inglesa. Possui graduação em Licenciatura Plena em Letras- Português/Inglês(2002) e pós-graduação em Formação para a Educação a distância(2005) pela Universidade de Caxias do Sul. Tem experiência na área de Ensino de línguas, com ênfase em Língua Inglesa geral e ensino bilíngue, atuando principalmente no seguinte tema: ensino e aprendizagem de línguas, bem como em Educação a distância como tutora e professora. Atua, desde 2017, como audiodescritora roteirista, elaboradora e revisora de material didático .
PROJETO ARQUIVADO.