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O projeto pretende realizar pesquisa das rotas tropeiras, introduzidas no Rio Grande do Sul e que deram origem aos povoados criados ao longo dos séculos pelo país, e expressá-la por meio de um conjunto de mapas elaborados em uma sequência temporal, desenhados à mão, contendo abas com a sinopses da história para maior compreensão de estudantes, historiadores, pesquisadores, agentes culturais e de turismo.
As mulas e burros (famosos muares, cruzamento induzido pelo homem entre equinos e asininos) estiveram presentes no desenvolvimento de nossa nação em todo o território nacional, seja no ciclo do ouro e diamantes; ciclo da cana de açúcar; ciclo do café e no abastecimento de víveres e mercadorias diversas em todos os povoados criados ao longo dos séculos. Pode até se dizer, que foi o primeiro modal de carga introduzido que atingiu todo o país com seus relevos inconstantes e por vezes muito hostis, ia a qualquer parte, não sendo limitado a superfícies planas como os carros de boi. Tropeiros de tropas xucras: assim são designados os homens e mulheres que há milhares de anos conduzem animais soltos por longas distâncias em trilhas e rotas. Pode ser de gado bovino, de camelos, de suínos, ovinos, de aves, enfim, qualquer quantidade de animais levados soltos de um local a outro. Tropeiros de mulas arreadas ou arrieiros: assim são designados os homens e mulheres que conduzem tropas de animais de carga, levando todo tipo de mercadorias de um local a outro, seja para abastecer o comércio ou no transporte de produções minerais e agrícolas a pontos de escoamento da produção. Mulas e Burros: cruzamento de equinos (égua ou cavalo) com asininos (jumentos ou jumentas), necessitam obrigatoriamente da intervenção humana para cruzarem, resultando daí animais estéreis, ou seja, que não se reproduzem. São diversas as vantagens desses animais em comparação com o cavalo; são mais dóceis, possuem um caminhar mais seguro em terrenos difíceis, transportam mais carga, são mais resistentes, exigem uma alimentação menos elaborada e bem cuidados trabalham por até quarenta anos. Introdução das mulas e burros (muares) na América do Sul: esses animais não existiam nas Américas até a chegada dos Europeus e foram introduzidos pelos espanhóis na conquista de suas futuras colônias A princípio na América do Sul, os espanhóis se valeram dos camelídeos locais (Vicunha, Alpaca, Guanaco e principalmente a Lhama) para o transporte das imensas reservas de prata descobertas no Andes (destaque para Potosí – atual Bolívia; a maior mina de prata da história) para os portos de escoamento. No entanto, a capacidade de carga desses animais era limitada quando comparada aos muares e não se adaptavam a altitudes mais baixas. Em meados do século XVI os muares foram introduzidos na América do Sul através do Peru e já no princípio do século XVII já haviam criatórios de muares no atual Paraguai e na região de Santa Fé, Córdoba, Entre-Rios e Corrientes na Argentina, principalmente para abastecer de animais de carga e tração nas inóspitas minas de prata dos Andes e para trabalhar nas Reduções Jesuíticas espanholas. Já por volta de 1630, toda a produção argentífera dos Andes era realizada no lombo de mulas e burros. No final do século XVII, as minas de prata começaram a apresentar sinais de esgotamento, criando um excedente de muares na região do Prata. As Minas Gerais no Brasil: no final do século XVII, os Bandeirantes descobriram imensas reservas de ouro e depois diamantes na região de Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso no centro do Brasil. Uma verdadeira corrida do ouro para essas regiões causou um caos generalizado; falta de estrutura, víveres e toda sorte de insumos necessários a sobrevivência humana e exploração das riquezas encontradas. Os primeiros Tropeiros trazendo gado bovino para abastecimento da região, vieram dos “Campos da Bahia”- desde o norte de Minas Gerais até outros estados do nordeste brasileiro, principalmente pela “Estrada Real”. O Ciclo do Muar Xucro: as imensas Vacarias do Mar e Vacaria do Pinhais (reservas bovinas de gado solto criadas pelos jesuítas para abastecimento das reduções), do Norte do atual Rio Grande do Sul até o pampa Uruguaio foram alvo de Tropeiros para arrebanhar gado e levá-los até a região central do Brasil. Mas havia necessidade urgente de animais de carga e tração, pois o transporte do ouro era realizado no lombo de escravos a pé - das minas até os portos de Parati/RJ e posteriormente a cidade do Rio de Janeiro/RJ. Além de improdutivo e oneroso, era um sistema extremamente desumano. A solução encontrada foi levar das regiões argentinas os excedentes de muares para as Minas Gerais, uma verdadeira odisseia, visto que não havia estradas e estrutura para essa viagem de milhares de quilômetros. Além disso, selvas impenetráveis, animais ferozes, índios hostis e doenças, tornaram o Tropeiro um homem ímpar em determinação e coragem. As primeiras tropeadas de muares xucros se iniciou no início do século XVIII, sendo a mais famosa a de Cristóvão Pereira de Abreu - considerado o rei dos tropeiros; abriu estradas, construiu centenas de pontes, balsas, ancoradouros e numa peregrinação de 3 a 4 anos chegou as Minas Gerais em 1733/1734 com duas mil reses de gado bovino e oitocentas a mil muares. Este ciclo, perdurou até meados do século XX, criando um corredor econômico, social e cultural sem igual na América do Sul, mesclando culturas dos Andes a região nordeste do Brasil. Com certeza podemos afirmar que o Tropeirismo de Muares Xucros foi fundamental para a expansão e definição atual de nossas fronteiras, tendo integrado a região sul ao restante do país. A Feira de Muares de Sorocaba: a então Vila de Sorocaba/SP já era um pequeno polo de comércio de gado e outros animais no início do século XVIII. Localizada “no meio do caminho” entre o sul e o norte aurífero, propiciava um clima agradável tanto para “nortistas e sulinos”; nos meses de abril e maio, época das feiras, não era tão quente para os sulistas e nem tão frio para os nortistas. Além disso, o tempo de deslocamento até a feira permitia que os compradores e vendedores de muares retornassem todos os anos para suprir suas necessidades. Talvez, o mais importante (principalmente para a Coroa Portuguesa) era a Ponte sobre o Rio Sorocaba, que facilitava muito a cobrança de impostos (registro) e evitava a evasão de divisas pelo contrabando. Sorocaba permaneceu como o centro de distribuição de muares e sua feira durou até 1897 e aos muares se deve sua pujança atual e vocação industrial, pelo imenso comércio realizado nas feiras pelas indústrias de couros, selarias, arreios, cutelaria, ourivesaria, tecelagem, etc.
Objetivo Geral Resgatar e registrar as rotas do Tropeirismo do Brasil, por meio da cartografia tradicional (até então inexistente nos moldes do projeto), para preservar e enriquecer futuros estudos e reunir os dados pulverizados, ainda disponíveis, para a conformidade de informações sobre esse momento histórico, econômico, social e cultural do país. Será uma ferramenta fundamental para estudos, aulas e palestras. Objetivos Específicos 1. Produto PESQUISA: Realizar pesquisa de campo em museus, bibliotecas, casas de cultura e principalmente com historiadores/pesquisadores em 6 estados e realizar de 2 palestras presenciais sobre a pesquisa. 2. Produto EXPOSIÇÃO DE ARTES: Confecção e exposição de 9 mapas feitos 100% à mão que retrate as rotas dos tropeiros, do ponto de vista geográfico, histórico, demográfico e de vegetação. 3. Produto CATÁLOGO: Digitalização e impressão de 5 mil box com os 9 mapas, para distribuição gratuita dentre as cidades que fazem parte das rotas dos tropeiros e instituições culturais e educação. 4. Produto: CONTRAPARTIDA SOCIAL: Realização de 4 palestras online para alunos de escolas públicas de ensino médio e fundamental e universitários e 7 palestras presenciais em escolas públicas para alunos do ensino médio e fundamental.
Segundo a Associação Cartográfica Internacional (ACI) e ratificada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), é a atividade que se apresenta como o conjunto de estudos e operações científicas, técnicas e artísticas que, tendo por base os resultados de observações diretas ou da análise de documentação, voltam-se para a elaboração de mapas, cartas e outras formas de expressão ou representação de objetos, elementos, fenômenos e ambientes físicos e socioeconômicos, bem como a sua utilização. A cartografia surgiu por volta de 2.500 a.C. quando uma placa de barro cozido foi confeccionada pelos Sumérios, com o lado setentrional da região mesopotâmica, o que é considerado o primeiro mapa da história. O sistema cartográfico contemporâneo nasceu com os gregos nas escolas de Alexandria e Atenas. Hiparco (séc. 11 a.C.) foi quem criou o sistema de coordenadas geográficas de latitude e longitude utilizando-se da matemática e da observação dos astros celestes e Ptolomeu escreveu uma das obras mais importantes, "Geographia", onde discute alguns pontos fundamentais da cartografia.Os mapas, antiga e tradicionalmente feitos usando material de escrita, a partir do aparecimento dos computadores e dos satélites conheceram uma verdadeira revolução e assim, a cartografia, apesar de ser formalmente verificada no campo das artes, tem sido muito valorizada historicamente como arte, além de ciência, como pode ser visto nos diversos museus pelo mundo. É nessa perspectiva que este projeto pretende utilizar a cartografia como uma arte milenar, usando as novas tecnologias e materiais disponíveis hoje no mercado como recurso para desenvolver mapas, com conteúdo temático do Tropeirismo no Brasil, como recurso visual e como obra de arte peculiar que remete á nossa memória cultural, e que ainda pode e deve ser apreciada pelas próximas gerações. Essa nossa história tão esquecida, é comparável às mundialmente reconhecidas "Rotas da Seda", "Caminho de Compostela", "Caminhos Aníbal _o cartaginês", " A conquista do Oeste estadunidense", etc. Creio que o povo de nosso Brasil merece conhecer profundamente essa odisseia repetida ano após ano durante séculos, fundando centenas de cidades, abrindo e preparando o Brasil para seu futuro glorioso. No princípio do século XVIII se iniciou o primeiro modal de transporte pesado no Brasil; o Tropeirismo! Muares xucros trazidos da Argentina atravessando os Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, se encontravam nas feiras anuais de Sorocaba/SP com os compradores oriundos principalmente das Minas Gerais. Esses animais eram levados para o transporte do ouro das regiões mineradoras ao porto de Parati/RJ e depois a Capital do Império, Rio de Janeiro. Em seu retorno, traziam suprimentos essenciais do litoral para abastecer as comunidades mineradoras. Com o esgotamento das minas, esses animais passaram a transportar as safras de café nas regiões do Vale do Paraíba e posteriormente em sentido oeste do Estado de São Paulo das fazendas para os portos; no caso de São Paulo, o porto de Santos. Além disso, já neste tempo se criou uma rede de caminhos para levar aos mais distantes locais do Estado de São Paulo, passando pelo Rio de Janeiro, Minas Gerais e chegando ao estado de Goiás, insumos para a colonização das terras ainda inexploradas. Talvez o maior feito deste projeto é conseguir reunir a "nata" dos historiadores e pesquisadores do Tropeirismo do Brasil, num projeto único que marcará para sempre esse momento histórico, econômico, social e cultural do Brasil, preservando e enriquecendo futuros estudos e unindo numa só voz os "retalhos" da história até então existentes e trazendo uma conformidade ímpar a esse patrimônio imaterial, além _ e se não mais importante, atrair nossos jovens para a continuidade dessa tradição. Considermos necessário ainda o reconhecimento de valor cultural, dos bens de natureza imaterial, nos termos da Constituição da República Federativa do Brasil, o que pressupõe referência à identidade, à ação, à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira. Sabemos como é difícil reunir todas as Secretarias de Cultura, Educação e Turismo de tantos Estados numa agenda comum ao tema; divergências da agenda política, questões orçamentárias e prioridades diferentes tornam um trabalho deste porte quase que impossível. A centralização em um só projeto e a anuência de todos os colaboradores nesse processo, bem como, o aporte da iniciativa privada através do PRONAC, é a única alternativa para seu sucesso. Assim, em conformidade com a Lei 8313/91, este projeto atende aos seguintes artigos: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;
Deslocamentos das fases do projeto: Fase 1: Rio Grande do Sul- Deslocamento rodoviário a regiões de pontos ainda pouco explorados ou com divergências expressivas entre historiadores e pesquisadores, com ênfase nas rotas de contrabando de mulas xucras da Argentina para o Brasil, que entravam pelo Passo de Santana Velho (atual Uruguaiana/RS) e se dirigiam a Viamão/RS costeando os Rios Ibicuí e Jacuí; rota esta que não está presente nos mapas atuais sobre o tema. Mapear todos os pontos descritos nesta rota pelo já falecido Historiador e Professor Raul Pont em seus livros “Campos Realengos” – volume I e II, assim como pesquisar os diversos vaus de passagem sobre o rio Uruguai, como o do Yapeyu, de São Borja, passo do Aferidor, passo dos Garruchos, etc.- Deslocamento rodoviário a região das Missões, conferindo e apurando os diversos caminhos que convergiam para Viamão através do caminho dos contrabandistas até aproximadamente o início do século XIX e os caminhos posteriores pelo planalto médio em direção ao Registro de Santa Vitória (divisa entre Rio Grande do Sul e Santa Catarina). Fase 3: Rio Grande do Sul.- Deslocamento rodoviário para as demais localidades “controversas” do Tropeirismo no Rio Grande do Sul, filmagens, fotografias, medições GPS, regiões rurais de antigos caminhos e sítios arqueológicos/ruínas, depoimentos de moradores locais e centros de cultura/prefeituras, etc. Visitarei a região do Vale do Rio Rolante, Santo Antônio da Patrulha (registro de cobrança de impostos), Jaquirana, e adentrando no antigo Caminho da Praia em seu trecho em Palmares do Sul, Mostardas, Rincão Cristóvão Pereira de Abreu, Tavares, Estreito, São José do Norte, Rio Grande, Santa Vitória do Palmar e Chuí . No retorno, ir até a região de Bagé, ponto de entrada de contrabando de gado vacum e muar (?) pela fronteira seca entre Brasil e Uruguai e deste ponto rumar para Tramandaí/RS, Araranguá/SC e subir o Caminho dos Conventos criado por Francisco de Souza e Faria em 1730 e retificado por Cristóvão Pereira de Abreu em 1732, subir até Vacaria/RS e região do Passo de Santa Vitória (registro de cobrança de impostos), Barracão/RS (registro que substituiu o de Santa Vitória), Goio-En/RS (último caminho aberto da direção das Missões para São Paulo). Fase 4: Santa Catarina Deslocamentos: Cidade de Origem- Sorocaba/SP – Cidade de destino – Curitiba/PR / Trechos (17) – Curitiba/PR – São José dos Pinhais/PR – Tijucas do Sul/PR - São Francisco do Sul/SC – Laguna/SC – Conventos/SC – Araranguá/SC – Turvo/SC - Bom Jardim da Serra/SC - Ubirici/SC – Urupema/SC - Lages/SC - Campos Novos/SC – Curitibanos/PR – Taió/SC - Mafra/SC - Porto União/SC e retorno a Sorocaba. Fase 6: Paraná - Deslocamentos: Cidade de Origem- Sorocaba/SP – Cidade de Destino - Castro/PR / Trechos (16) - Castro/PR - Ponta Grossa/PR – Prudentópolis/PR - Guarapuava/PR – Palmas/PR - União da Vitória/PR – São Matheus do Sul/PR -Lapa/PR -Balsa Nova/PR - Campo Largo/PR - São Luiz do Purunã/PR – Palmeira/PR – Carambeí/PR - Piraí do Sul/PR – Tibagi/PR - Jaguariaíva/PR – Sengés/PR e retorno a Sorocaba. Fase 8: São Paulo Deslocamentos: Cidade de Origem – Sorocaba/SP – Cidade de destino - Santo André/SP / Trechos (18) – Santo André/SP – Paranapiacaba/SP - Mogi das Cruzes/SP – Lorena/SP – Jacareí/SP - São José dos Campos/SP – Caçapava/SP – Taubaté/SP – Guaratinguetá/SP – Cruzeiro/SP – Queluz/SP – Bananal/SP - Cunha/SP – Ubatuba/SP – Santos/SP - São Vicente/SP – Cubatão/SP - Santana do Parnaíba/SP e retorno a Sorocaba/SP. Fase 10: São Paulo- Deslocamentos: Cidade de Origem – Sorocaba/SP – Cidade de destino – Itu/SP / Trechos (14) – Itu/SP – Jundiaí/SP - Bragança Paulista/SP - Mogi-Mirim/SP - Mogi-Guaçu/SP - São João da Boa Vista/SP - Casa Branca/SP – Mococa/SP – Batatais/SP – Franca/SP – Igarapava/SP - Ribeirão Preto/SP - Santa Rita do Passa Quatro/SP – Piracicaba/SP – Capivari/SP e retorno a Sorocaba. Fase 12: São Paulo- Deslocamentos: Cidade de origem: Sorocaba/SP / Cidade de destino –Itararé/SP / Trechos (11) – Itararé/SP – Apiaí/SP – Ribeira/SP – Guapiara/SP – Itapeva/SP – Taquarivaí/SP – Buri/SP - Capão Bonito/SP – Itapetininga/SP - Capela do Alto/SP - Araçoiaba da Serra/SP e retorno a Sorocaba. Fase 13: São Paulo Deslocamentos: Cidade de Origem: Sorocaba/SP / Cidade de destino: Itararé/SP / Trechos (9) – Itararé/SP – Itapetininga/SP – Buri/SP - Capela do Alto/SP – Alambari/SP - São Miguel Arcanjo/SP - Pilar do Sul/SP – Sarapuí/SP – Iperó/SP e os distritos do Porto, Varginha, Gramadinho, Viracopos, Pescaria, Areião, Rechan, Campina do Monte Alegre e Araçoiabinha (região rural Itapetininga/SP) – retorno a Sorocaba/SP. Fase 15:Minas Gerais/Rio de Janeiro Deslocamentos: Cidade de Origem: Sorocaba/SP / Cidade de Destino: Pouso Alegre/MG / Trechos (9) – Pouso Alegre/MG –Lavras/MG - São João del Rei/MG – Congonhas/MG - Ouro Preto/MG – Mariana/MG – Sabará/MG – Caeté/MG – Itabira/MG - Parati/RJ e retorno a Sorocaba. Fase 17: Minas Gerais e Rio de Janeiro Deslocamentos: Cidade de origem: Sorocaba/SP / Cidade de destino:Rio de Janeiro/RJ / Trechos (13) – Sorocaba/SP - Rio de Janeiro/RJ - Juiz de Fora/MG – Cataguases/MG – Serro/MG - Diamantina/MG - Governador Valadares/MG - Teófilo Otoni/MG - Vitória da Conquista/BA - Montes Claros/MG - Patos de Minas/MG - Belo Horizonte/MG – Passos/MG - Ouro Fino/MG e retorno a Sorocaba.
Plano de Comunicação - Inserção da logomarca dos patrocinadores em todos os mapas físicos, vídeos e imagens referentes ao projeto para serem inseridos nas redes sociais, jornais, palestras em universidades, centros de cultura, museus, prefeituras, secretárias de cultura e turismo, etc. - Poderá ser utilizado no automóvel de deslocamento um “adesivo imã” com o logo dos patrocinadores e do projeto. - Será enviado release e o vídeo documentário a todos os principais canais de TV e jornais do país, inclusive os canais de história, geografia, turismo, e afins, como History Channel, Discovery, Animal Planet, Nat Geo e mídias afins. - Todos os banners e materiais impressos para palestras e exposições terão a logomarca dos apoiadores. - Serão enviados box com os mapas para as empresas patrocinadoras, conforme estipulado no plano de distribuição. Beneficiários das Hospedagens/Viagens: - Francisco José Ferreira - Pesquisador e Desenhista de cartografia. - Andreia Guinter - Produtora Executiva. Consultor, pesquisador e historiador: - Valter Fraga Nunes – Professor Doutor da UFRGS, Pesquisador, Historiador, membro do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul, idealizador do projeto “Introdução do Tropeirismo no currículo das escolas públicas do Rio Grande do Sul” e estudioso da cartografia tropeira há mais de 20 anos – Viamão/RS Demais especialistas que poderão ser consultados: - Sérgio Coelho de Oliveira – Jornalista, Pesquisador, Escritor e Presidente do CEHICAT – Centro Histórico Caminho das Rotas – pesquisa o Tropeirismo, membro do Instituto Histórico e Geográfico e da Academia Sorocabana de Letras de Sorocaba/SP. - Carlos Alberto Solera –Pesquisador, Escritor, Consultor de Turismo rural, Presidente honorário da ABRATURR, Presidente da NATA e Coordenador geral do Projeto Tropeiro Brasil – Curitiba/PR - Eleni Cassia Vieira – Pesquisadora e Fundadora do Museu do Tropeiro de Ipoema/Itabira/MG – Curitiba/PR - Geraldo Bonadio – Jornalista, Advogado, Professor, Pesquisador e Escritor. Membro do Instituto Histórico e Geográfico e da Academia de Letras de Sorocaba/SP. - Adolfo Frioli – Jornalista, Fotógrafo, Pesquisador e Escritor. Membro do Instituto Histórico e Geográfico e da Academia Sorocabana de Letras de Sorocaba/SP - Enedy Fátima Padilha Rosa – Historiadora, especialista em Museologia e Prestadora de serviços da Fundação Cultural Camponevense – Campos Novos/SC - Henrique Paulo Schmidlin – Pesquisador, Escritor e Montanhista – Curitiba/PR - Geraldo Barfknecht – Geólogo, Pesquisador e Montanhista – Palmas/PR - Márcio Kallil Saad Matar Assad – Coordenador Geral da Universidade Livre do Tropeirismo – Lapa/PR - Lucila Maria Sgarbi Santos – Professora, Escritora, Pesquisadora e idealizadora do SENATRO – Bom Jesus/RS - Luiz Antônio Alves – Genealogista, Escritor, Pesquisador e membro do IHGRS e Historiador – Caxias do Sul/RS - Rossano Viero Cavalari – graduado em História, Pesquisador, Escritor, membro correspondente da Sociedade Sorocaba de Letras, fundador da Academia Cruz-Altense de Letras, ex. secretário da Cultura de Cruz Alta/RS (2005 – 2008) e Coordenador dos Museus de Cruz Alta – Cruz Alta/RS - Nilo Bairros de Brum – Promotor Público, Escritor e Pesquisador – São Paulo/SP - Paulo Márcio Leal de Menezes é Oficial Reformado do Quadro de Engenheiros do Exército Brasileiro, Mestre em Sistemas e Computação pelo Instituto Militar de Engenharia (IME) e Doutor em Geografia pela UFRJ. Atualmente é Vice-Presidente para Assuntos Internacionais da Sociedade Brasileira de Cartografia, Vice-Presidente da Associação Cartográfica Internacional (ICA/ACI), Coordenador da Comissão/ Grupo de Trabalho Conjunto da UGI (União Geográfica Internacional) e da ICA em Toponímia e professor adjunto da UFRJ, onde é o coordenador do GeoCart (Laboratório de Cartografia do Departamento de Geografia da UFRJ. Rio de Janeiro/RJ Confeção do mapa: Construção de 9 mapas 100% à mão, tamanho aproximado de 90 x 70 cm em filme de poliéster 75 micra, desenhados com nanquim e pintados com tinta soft pastel fixados com verniz fixador e protetor contra raios UV e intempéries e com desenhos icônicos em 3D do Estado do Rio Grande do Sul, inserindo todas informações pertinentes ao período do século XVIII e XIX. Os Tropeiros se guiavam na imensidão dos campos, através de acidentes geográficos; portanto, cerros, coxilhas, rios, arroios, montanhas, vaus de passagem, registro de cobrança de impostos, etnias indígenas, reduções jesuíticas, fortificações, portos, passos, enfim, todos esses detalhes serão acrescentados ao mapa, tornando-o único e uma excepcional ferramenta para o ensino e palestras sobre o tema. Impressão e Reprodução Impressão de 5.000 Box com 9 mapas em papel couché fosco 115 gr/m2 – CML – 4 x 4 – verniz base d´água frente e verso.
1. Produto PESQUISA: Acessibilidade física: Nos locais das palestras, haverá obrigatóriamente, nas edificações escolhidas, conforme o § 4º e § 5º do Art. 44. da Lei 13.146 de. 06/07/2015, rotas de fuga e saídas de emergência acessíveis, conforme padrões das normas de acessibilidade, a fim de permitir a saída segura da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, em caso de emergência e as mesmas devem atender às normas de acessibilidade em vigor para garantir a livre circulação e acesso à obra exposta. Haverá itens de sinalização. Nos locais onde serão realizadas as palestras, além do descrito acima, para exposição dos mapas, haverá, conforme os § 1º, § 2º e § 3º do Art. 44. da Lei 13.146 de 06/07/2015, reserva dos espaços livres e assentos para a pessoa com deficiência, de acordo com a capacidade de lotação da edificação, observado o disposto em regulamento cabendo sinalização devida. Além disso, os locais deverão atender ao Decreto 9.404 de 11/06/2018, em todo seu artigo 1º, visando garantir a 2% de assentos reservados e acessibilidade para pessoas que fazem uso de cadeira de rodas, 2% para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, assentos para pessoas obesas, bem como os acompanhantes dos mesmos. Para tanto, haverá sinalização para atender as normas vigentes. Acessibilidade para deficientes visuais: Este produto não possui impedimento para acessibilidade de deficientes visuais. Acessibilidade para deficientes auditivos: Para as palestras haverá intéprete de libras. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: 37 2. Produto EXPOSIÇÃO DE ARTES: Acessibilidade física: Nos locais de exposição do mapa, haverá obrigatóriamente, nas edificações escolhidas, conforme o § 4º e § 5º do Art. 44. da Lei 13.146 de. 06/07/2015, rotas de fuga e saídas de emergência acessíveis, conforme padrões das normas de acessibilidade, a fim de permitir a saída segura da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, em caso de emergência e as mesmas devem atender às normas de acessibilidade em vigor para garantir a livre circulação e acesso à obra exposta. Para tanto, haverá sinalização para atender as normas vigentes. Acessibilidade para deficientes visuais: Este produto, não possui condições técnicas de acessibilidade para deficientes visuais, uma vez que trata-se de mapa visual de um período histórico. Acessibilidade para deficientes auditivos: Para as palestras haverá intéprete de libras. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: 37 3. Produto CATÁLOGO: Acessibilidade física: Este produto não possui restrições de acessibilidade física, uma vez que se trata de catálogo (mapa impresso). Acessibilidade para deficientes visuais: Este produto, não possui condições técnicas de acessibilidade para deficientes visuais, uma vez que trata-se de mapa visual de um período histórico, no entanto deficientes visuais poderão ter acesso ao produto do projeto a partir das palestras online, previstas no item de contrapartida social. Acessibilidade para deficientes auditivos: Este produto não possui impedimento para acessibilidade de deficientes auditivos. 4. Produto: CONTRAPARTIDA SOCIAL: Acessibilidade física: As 6 palestras que ocorrerão de forma presencial diretamente com o público (alunos e professores) em ambiente em que já possui acessibilidade física aos mesmos. Haverá palestras online de forma remota e o convite será realizado para alunos de escolas públicas de todo o Brasil. As 2 palestras que ocorrerão no formato online não possuem impedimento de acessibilidade física. Acessibilidade para deficientes auditivos: As 2 palestras que ocorrerão no formato online que possui legendas automáticas (closed caption) na plataforma de vídeos, não gerando custos. Também haverá intérprete de libras. As 6 palestras presenciais ocorrerão de forma presencial diretamente com o público (alunos e professores) e contarão com intérprete de libras. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: 37 Acessibilidade para deficientes visuais: As 2 palestras que ocorrerão no formato online poderão ser ouvidas e os mapas serão descritos pelo palestrante, portanto não possuem impedimento para deficientes visuais. As 6 palestras presenciais diretamente com o público (alunos e professores) poderão ser ouvidas e os mapas serão descritos pelo palestrante, portanto não possuem impedimento para deficientes visuais.
I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
Nome completo: Francisco José Ferreira Função no Projeto: Coordenação técnica e geral do projeto, pesquisador e designer de mapas (desenhista) O proponente deverá realizar a coordenação geral do projeto e orientações aos demais participantes, bem como ser responsável pelas decisões técnicas e estratégicas do projeto relacionadas a execução das atividades de pesquisa. Responsável pela pesquisa presencial nos locais propostos, entrevista com especialistas, compilação dos dados, leitura dos livros relacionados, desenho e elaboração do mapa 100% à mão, lançamento e apresentação do projeto. Curriculum: Fugindo um pouco do tradicional, creio que se justifica um currículo especial a parte de meu currículo oficial em empresas e escolas. Nascido na cidade de Sorocaba/SP em 07/07/1962, filho de Altiva Diniz Ferreira (professora) e de José Ferreira Filho (advogado), iniciei meus estudos com seis anos de idade e a predileção por História e geografia se fez presente de forma marcante. Impulsionado por minha mãe, tornei-me um voraz devorador de livros de história e por consequência de Geografia (matérias concomitantes), sendo eu um colecionador de mapas desde criança aos dias de hoje! Ocorre, que no momento de escolher em meus estudos qual seria minha “carreira profissional”, fui totalmente desencorajado pelos meus pais a seguir a área de Humanas, quase que me obrigando a se dedicar nos estudos para ser médico ou engenheiro; profissões que “davam dinheiro” na época. Enfim, de excelente aluno (e personalidade forte) acabei por me “rebelar”, começou a decair meu aproveitamento escolar e por fim um abandono temporário dos estudos. Com espírito aventureiro, fiz parte por dois anos (1976 – 1978) do Grupo de Espeleologia “Michael Le Bret” de Sorocaba em conjunto com o Centro Excursionista Universitário da USP (SP), onde fazíamos exploração e mapeamento de cavernas na região do Vale do Ribeira, atual PETAR (Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira), onde muitas das cavernas visitadas pelo público foram descobertas e mapeadas por nós. Em abril de 1981, fui para o garimpo de ouro do Peixoto (Alta Floresta/MT), depois para o garimpo Cumarú (atual Cumarú do Sul/PA) e finalmente no garimpo de Serra Pelada em Redenção/PA. Voltando a São Paulo (onde residia então), entre um emprego temporário e outro, esperava chegar a época da seca na região norte (entre abril e novembro) e partia para novos garimpos (Poxoréu/MT – diamantes; Rio Madeira/RO – ouro; entre outros.). Isso até o ano de 1985, quando um acidente de automóvel me devolveu a “sanidade”, além de ter conhecido minha primeira esposa. Pensando em casar comecei a correr atrás dos estudos e de uma profissão fixa, acabando por me tornar Projetista Mecânico. Em 1989 trabalhava na empresa Compela S/A em Itapecerica da Serra/SP e vários engenheiros que trabalhavam comigo, ministravam aulas de Exatas em um colégio particular próximo a empresa. Fui convidado a ministrar aulas de Física, pois era afeiçoado a matéria, mas não me senti seguro o suficiente para tal. Dialogando com a Diretora e proprietária da escola, contei-lhe sobre minha paixão por história e por fim, ela me aceitou como professor substituto, cargo este em que fiquei por dois anos e meio, só parando pela indisponibilidade de tempo em função de um novo emprego distante da escola. Por achar impensável ministrar uma aula de História sem mapas, comecei a rascunhá-los na lousa e depois esboços em papel vegetal para demonstrar onde os fatos se desenrolaram. Para minha grande felicidade, notei um considerável aumento no interesse dos alunos na matéria. Com o advento do maldito Plano Collor, acabei desempregado por nove meses e iniciei uma nova carreira na área comercial em uma Indústria Farmacêutica. Voltei a Sorocaba e reiniciei meus estudos na Universidade de Sorocaba em licenciatura em História, porém, fui obrigado a desistir pela incompatibilidade dos estudos com minhas constantes viagens a trabalho. Rapidamente cheguei a Gerencia da Região do Interior de São Paulo, Mato Grosso do Sul e da Região Sul do Brasil. Rapidamente tive que me mudar para Chapecó/SC, depois para Santa Maria/RS, para Curitiba/PR e Campo Largo/PR. Em 2001 retornei a Sorocaba/SP para assumir um Gerencia Regional que compreendia o interior de São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. Neste interim, iniciei meus estudos na Universidade do Oeste Catarinense em licenciatura em História, e mais uma vez fui obrigado a abdicar do curso para me formar em Propaganda e Marketing por exigência da empresa. Em 2007 assumi um cargo de Gerente Nacional de Vendas numa empresa de Sinalização (Flash Engenharia) para viaturas oficiais, onde percorria todo o Brasil. Em 2015 resolvi me dedicar somente ao que amo fazer; mapas! Após minha experiência ministrando aulas, continuei a fazer meus mapas como um prazeroso hobby, aperfeiçoando dia após dia minha técnica e hoje me dedico integralmente a isso, construindo apenas mapas temáticos/históricos baseados em extensas pesquisas literárias visando a educação e cultura. Nome completo: Valter Fraga Nunes (Viamão/RS) Função no projeto: Consutor/Pesquisador O consultor/pesquisador deverá ser responsável por apoio na pesquisa a cerca sobre algumas das rotas dos mapas propostos, bem como particularidades e características e costumes das localidades. Curriculum: Biólogo pela UNISINOS, Mestre em Botânica pela UFRGS; associado correspondente da Academia Sorocabana de Letras; membro da Comissão Gaúcha de Folclore; autor de diversas publicações de artigos em livros, revistas, jornais relacionados ao Tropeirismo; participação com palestras, oficinas, exposição, etc., em vários eventos nacionais e internacionais sobre Tropeirismo; idealizadores do Projeto Pedagógico e Cultural “Tropeirismo nas Escolas”; mais de 40 anos no Movimento Tradicionalista, com foco, principalmente nos usos e costumes do gaúcho, sendo nos últimos 20 anos, dedicados ao Tropeirismo; fundador e vice-presidente do Fórum Permanente de Cultura de Viamão; criador de Asininos e Muares. Nome completo: Andrea Guinther Função no projeto: Produção Executiva O produtor executivo será responsável por administrar as atividades relacionadas à execução do projeto e seu cronograma, bem como o controle e guarda de documentos, assessorando o proponente com informações e dados sobre o andamento da execução financeira. O produtor deverá ainda realizar o agendamento das viagens, planejamento das despesas em cada localidade, orçamento e compra de materiais e contratação de serviços, controle da documentação de comprovação dos recursos utilizados, distribuição dos mapas e acompanhamento do plano de divulgação. Curriculum: Formada em Sistemas Biomédicos, atuou durante um período da sua carreira na área da saúde e engenharia hospitalar, auditoria interna e aplicação dos processos de qualidade, possuindo grande experiência na área de vendas, rotinas administrativas e área financeira e gerenciamento. Desde 2015 atua como assistente de produção de Francisco Stein, na Stein Mapas, realiza contato com fornecedores, profissionais e público envolvido nas pesquisas e até os clientes finais das obras, sendo a principal responsável pela organização, planejamento e acompanhamento de todo o processo. Organiza as exposições, cuida da logística e transporte de todo o material, montagem e desmontagem e ambientação de cada evento. Realiza a manutenção dos meios de divulgação e mídia com informações e mantém atualizados os canais de comunicação da Stein Mapas com o público. Também é responsável pela área de vendas e produtos da Stein Mapas. Nome completo: Maysa Mazzon Camargo Função do projeto: Assistente de Produção O assitente de produção deverá ser responsável pela organização dos documentos e comprovantes para prestação de contas e documentos fiscais, acompanhamento dos documentos a serem enviados para contabilidade, acompanhamento dos extratos bancários e comprovantes de pagamentos, acompanhamento dos comprovantes de execução das atividades propostas, elaboração de relatório final de prestação de contas financeira e técnica. Curriculum: Nascida em Sorocaba-SP, tecnóloga, atua a 14 anos no terceiro setor e desenvolveu trabalhos em diversas organizações em Sorocaba e outras regiões do Brasil, em diferentes frentes. Produziu em 2004 o livro, Pela Lente do Amor, do fotógrafo Carlos Signorini, realizado pela Imprensa Oficial do Estado, posteriormente traduzido para o idioma italiano. Realizou a co-elaboração do plano de negócios, sob supervisão de Raquel Barros, vencedor do Prêmio Empreendedor Social 2005 (Ashoka - McKinsey & Co.) – Empreiteira Escola – Construção Civil com tijolos ecológicos para mulheres em vulnerabilidade que culminou na construção 16 casas em 2 condomínios sociais, num projeto financiado pela Petrobrás Social. Foi produtora de conteúdo do Guia para Facilitadores - Desafio, um manual de empreendedorismo em formato de gincana, realizado pela Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH) em parceria com a Associação Lua Nova, disseminado em 13 municípios de 8 estados e DF, e posteriormente, a tradutora para idioma espanhol do conteúdo disseminado pela Rede Latino Americana RAISS. Em 2009 foi co-desenvolvedora do Jogo das Habilidades impresso e distribuído pela SEDH em parceria com a Associação Lua Nova e posteriormente colaborou na migração do jogo para a plataforma do Facebook, realizado com a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (SENAD). Durante os anos de 2010 e 2011 trabalhou na Fundación Alia2 com foco na prevenção, rastreamento e combate a redes de pedofilia na Internet e Fundación Tomillo com projetos de recolocação profissional de imigrantes, ambas em Madrid, Espanha. Em 2014 fundou o Instituto VAI/Contraproposta, do qual é conselheira, que atua com ações e fortalecimento comunitário e cultura. Atualmente tem desenvolvido trabalhos na área de design de informações e produção de conteúdo visual para livros e cartilhas, realiza avaliação e desenvolvimento de conteúdo escrito e gráfico. Em 2018 foi produtora do projeto Zye: Um Olhar Haitiano sobre Sorocaba. Atuou como sistematizadora no Programa de Valorização Social do SESC Sorocaba - Capacitação para Empreendedorismo Socioambiental. Foi produtora executiva do projeto Expedições Criativas, com foco em economia criativa, apoiado pela Lei Aldir Blanc e PROAC-SP.
PROJETO ARQUIVADO.