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A Escola Livre Vila Musical (ELVM) visa democratizar a formação musical de jovens em idade escolar nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Vitória e Florianópolis. Serão 5 modalidades atendidas - violão, cavaquinho, canto coral, percussão e criação de beats - através de aulas coletivas para alunos a partir de 10 anos, buscando o protagonismo juvenil. Como produto secundário, ainda teremos uma série de concertos de música instrumental em escolas da rede pública.
Oficinas musicais, divididas em 5 modalidades - violão, cavaquinho, percussão, canto coral e criação de beats. Além disso, concertos de música instrumental em escolas da rede pública.
Objetivo Geral: Oferecer aulas de música gratuitamente para jovens que não possuem condições financeiras de viabilizar a sua própria formação. Serão 5 modalidades atendidas: violão, cavaquinho, canto coral, percussão e criação de beats - através de aulas coletivas com 05 - 20 integrantes por turma. Objetivo Específico: Realizar três concertos de música instrumental pelas cidades beneficiadas, num total de 18 concertos, em escolas da rede pública; Ampliar o acesso da população aos bens e serviços culturais e apoiar a produção e a expressão cultural, fortalecendo a economia criativa, contribuindo para o desenvolvimento do país como previsto no capítulo 1 - § 2º da na instrução normativa; Atender jovens de intituições públicas como previsto na Seção III | Da Realização das Ações Educativas - Art. 22 § 1º realiza ações educativas destinadas a estudantes e professores de instituições públicas de ensino e como previsto no Art. 22 § 2º o número de beneficiados das ações educativas corresponde, no mínimo, a 80% (oitenta por cento) das pessoas beneficiadas e previstas no Plano de Distribuição. Através das aulas de música poderemos atingir os seguites objetivos específicos:Educação senso-perceptiva; Coordenação psicomotora; Educação espaço-temporal; Estudo do esquema corporal; Criatividade musical; Desenvolvimento do senso de estética; Estímulos para que a criança aprecie a música e se expresse por meio dela; Desenvolvimento integral da criança; Desenvolvimento do ritmo, do ouvido musical e da voz; Estímulo à criatividade por meio da improvisação musical; Desenvolvimento da sensibilidade musical.
A Lei Rouanet tem sido o principal mecanismo de viabilização de projetos culturais e através desse mecanismo será possível atender gratuitamente jovens de escolas públicas que residem e estudam em locais de vunerabilidade social. O Projeto ELVM prevê o aprendizado livre, através da construção do olhar para o aluno sobre duas ópticas: Como aprendiz e como cliente. Ao aderir a escola o cliente espera um resultado, e é a nossa função desenvolver todas as formas e meios para que fique satisfeito e que obtenha os objetivos que pretende, que é aprender música. Durante as aulas de instrumento pode-se abordar percepção dos sons, intervalos dos sons, apreciação musical, análise das partituras, conhecimento de história da música, interpretação, origens de estilos, suas influências, etc. Defendemos a música para todos, infelizmente uma enorme parte da população quando pensa em aprender a tocar um instrumento, deduz erroneamente que não possui capacidades para conseguir. Todos querem estar interados e aprender de alguma forma, e aqui comprovamos, todos podem viver e aprender com a música. A escola de música ELVM é um programa multiplataforma que atua pela ampliação da educação musical no Brasil. São realizadas diversas ações presenciais e digitais, tanto para educadores como para crianças, dando um tratamento 360° ao assunto. Queremos musicalizar o Brasil porque acreditamos no poder transformador da cidadania cultural. Para isso produzimos ações e conteúdos musicais didáticos, de alta qualidade e para acesso de todos através dos registros das aulas oferecidas pelo projeto e disponibilizadas na internet. Cantos, ritmos e sons de instrumentos regionais e folclóricos, de instrumentos elétricos, de latas, de sapateados, de sons tirados do próprio corpo. A plateia não está dentro de um teatro, nem em cima de um palco. Está nas salas, nos pátios e nos jardins das escolas de todo o país. A disciplina é defendida por um dos mais talentosos maestros brasileiros, Heitor Villa-Lobos (1887-1959), que sonhou com a inclusão da cultura musical no currículo escolar dos ensinos fundamental e médio. A ELVM atua em cojunto com a escola, as aulas são oferecidas fora do espaço escolar, mas em parceria com as mesmas. A divulgação será feita nas escolas das regiões atentidas e prevêmos que os alunos poderão se apresentar no espaço da escola. Nesse sentido, entendemos que estamos contribuindo para a música na escola: interação por meio dos sentidos. Um dos principais aspectos que a música representa no processo de ensino-aprendizagem é o estímulo ao uso dos sentidos pelo aluno. Qualquer experiência musical, independentemente do estilo e dos instrumentos utilizados, promove maior habilidade de observação, localização, compreensão, descrição e representação em quem toca e quem houve. No que se refere à criação musical, o uso de diversos instrumentos em sala de aula pode evidenciar habilidades desconhecidas, aumentar a interação com objetos e o "saber-fazer", entre outras capacidades tão importantes nessa fase de desenvolvimento pedagógico. Para o aluno, essas habilidades serão aplicadas não apenas no desenvolvimento das próprias aptidões musicais no futuro, como também no aprendizado de outras disciplinas. O estudante com ouvido treinado para a observação de letras e poderá ser também um bom leitor e intérprete de textos. Mais diretamente com relação ao Lei Roaunet, destacamos que o projeto atende: Art. 1° I - contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; IV - protege as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; IX - prioriza o produto cultural originário do País. e Art. 3: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;
Os locais nas cidades onde acontecerão as oficinas serão definidos ao longo do processo de pré-produção do projeto. Serão espaços parceiros, com boa articulação com escolas e agentes locais, num total de 6 pólos de oficinas no Brasil - 3 no RJ, 1 em SP, 1 em Vitória e 1 em Florianópolis. Nossa perspectiva é atender um total de 864 alunos, sendo 144/polo.
Oficinas de música: As oficinas acontecem em ciclo único de 6 meses, no Rio de Janeiro (Grajaú, Maracanã e Cosme Velho), São Paulo, Vitória e Florianópolis. Público-alvo: jovens sem condições de arcar com ensino musical pago. Teremos três polos no Rio de Janeiro, um em Florianópolis, um em São Paulo e outro em Vitória. Total de 6 polos de atendimento. Cavaquinho às terças. Duas turmas por polo, para cinco alunos. Total de 60 alunos beneficiados; Violão às quartas. Duas turmas por polo, para cinco alunos. Total de 60 alunos beneficiados; Percussão às quintas. Duas turmas por polo, para vinte alunos. Total de 240 alunos beneficiados; Canto coral às sextas. Duas turmas por polo, para vinte alunos. Total de 240 alunos beneficiados; Criação de beats às segundas. Duas turmas por polo, para cinco alunos. Total de 60 alunos beneficiados; Conteúdo programático: atividades divididas em dois blocos: Teórico: Período dos meses iniciais das oficinas, com destaque para teoria musical e aspectos teóricos de cada instrumento, canto coral e batidas eletrônicas. Prático: Período principal dos ultimos meses com a prática de cada instrumento e canto coral. Como culminância, teremos concertos com os alunos envolvidos para toda a comunidade. Apresentações musicais: Concertos de música instrumental com cerca de 30 minutos e duração em escolas públicas. Pelo menos três em cada cidade envolvida, com tipos de formações variadas: duos, quartetos, formação de câmara, etc.
Produto principal: Oficinas: Acessibilidade física: as atividades serão realizadas em espaços preparados para atender pessoas com debilidades físicas e dificuldades de locomoção; Acessibilidade de conteúdo: haverá mediador para auxiliar esse público; Deficientes visuais: toda oficina é falada pela pessoa que ministra e seus monitores assistentes, sem necessidade de audiodescrição; Deficientes auditivos: haverá tradutor para LIBRAS em todas as oficinas, quando houver aula teórica e em caso de alunos surdos, o que é raro em aulas de música. Produto secundário: Apresentações musicais: Acessibilidade física: os concertos serão realizados em escolas preparadas para receber pessoas com mobilidade reduzida; Acessibilidade de conteúdo: haverá mediador para auxiliar esse público; Deficientes visuais: Haverá mediador para auxiliar esse público; Deficientes auditivos: haverá intéprete de libras em caso de alunos surdos.
Produto principal: oficinas - Todas as atividades terão acesso gratuito; Correspondendo às proposições da IN: VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuveni e III - desenvolver atividades em locais remotos ou em áreas habitadas por populações urbanas periféricas; Produto principal Concertos Todas as atividades terão acesso gratuito; Correspondendo às proposições da IN: VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuveni e III - desenvolver atividades em locais remotos ou em áreas habitadas por populações urbanas periféricas;
Rafael Galhardo/REM Vila Musical - Coordenação Geral e arministrativo-Financeira Complexo de estúdios de música no Rio de Janeiro, com pólos no Cosme Velho, Grajaú e Maracanã, além de uma escola de música ativa nas unidades do Grajaú e Maracanã. Rafael Gualhardo é o Socio proprietário da rede de estúdios Vila Musical onde realiza ensaios e gravações de artistas como Lulu Santos, Maria Rita, O Rappa, Maria Bethania entre outros. Trabalha ha 12 anos no mercado de entretenimento, audio e luz, realizando a produção técnica e operação de PA e monitor de artistas como Seu Jorge, Jorge Vercillo, Boca Livre, Zé Renato, Blitz, Thiago Abravanel, Simone, entre outros. Direção de produção | Thiago Ramires e Priscila Seixas Priscila Seixas - Doutoranda em Mídia e Cotidiano pela UFF com pesquisa sobre a midiatização da Lei Roaunet. Mestre em Ciência da Arte pela UFF, Bacharel em Produção Cultural pela UFF. Desde 2009 atua como professora do Senac Rio, atuando como coordenadora da pós EaD em Gestão Cultural e Artes Visuais e hoje como professora da Faculdade de Tecnologia em Hotelaria. Sócia fundadora da Burburinho Cultural desde 2006. Atua como gestora de projetos culturais incentivados, operando nas leis de incentivo à cultura federal, estaduais e municipais. Do Rio de Janeiro para o mundo, hoje trabalha com projetos em outros estados, realiza exposições itinerantes e tem como um dos seus principais clientes cooperações internacionais. Já esteve à frente da gestão dos principais espaços de cultura da cidade maravilhosa – Sala Baden Powell, Sala Sidney Miller e Teatro Cacilda Becker. Ganhou o prêmio de uma das melhores iniciativas sócio culturais do estado em 2011 com o projeto Cordel com a corda toda. Em 2016 assumiu a programação e a sociedade do Casarão Floresta – reduto da música carioca. Thiago Ramires - Formado em Produção Cultural pela UFF e Mestre em Comunicação e Cultura pela ECO Pós-UFRJ com pesquisa de Graduação e Mestrado no campo da indústria da música e construção do ídolo pop. É Gerente de projetos da Burburinho Cultural desde 2010 e já atuou como educador em diversos cursos na área, incluindo PRONATEC, IFRJ e no DEGASE, a antiga FEBEM. Foi responsável pela concepção e Direção de produção dos projetos de residência artística, no RJ, da Sala Baden Powell, Sala Sidney Miller e, em SP, Sala Guiomar Novaes, além de ter criado e coordenado diversos projetos, desde eventos até ações e programas culturais de maior complexidade. Erickson Chandorra | Coordenação pedagógica Exerce a atividade como professor de música e violão no bairro, Vila Isabel, desde 2000. Contribui com a promoção da cultura transmitindo conhecimento durante as aulas particulares e por meio dos trabalhos coletivos de práticas de conjunto, oportunidade que autores musicais brasileiros sã estudados. A construção de repertórios para apresentações, permite mergulhar na obra do autor, e dessa forma contribuindo para o conhecimento, bem como o bem estar social para o indivíduo e o do bairro através das apresentações em espaços públicos que realiza com parceiros como associações de moradores e escolas de músicas privadas. Ministra aulas de violão junto com Teoria musical para diversos níveis sociais e diferentes níveis de conhecimento, as aulas podem ser presenciais ou online. A atuação de forma presencial presta indo nas casas das pessoas, presto serviço à escola de música do bairro e recebe aluno em sua residência. * Idealizador do projeto 2002-2006 em levar aulas de violão para condomínios residenciais atuando como professor no Clube do Violão Popular Brasileiro – oficinas de Ritmos Brasileiros, núcleo TIJOLINHO – C.H.B.M – Andaraí – RJ. * Em novembro de 2009 entra para Estúdios VILA MUSICAL como professor de guitarra e violão, em janeiro de 2010 a funda a ELVM se tornando CEO da Escola Livre Vila Musical, função que exerce até os dias de hoje 2020. Atualmente a ELVM possui em média 160 alunos com um calendário de apresentações regulares de bandas e artistas formados pela escola, fundador da BIGBAND da ELVM em 2013 e da BIGMANDALA BAND em 2019 são bandas formadas por alunos iniciantes com 22 crianças com repertório moderno e atual que se apresenta em espaços públicos, promovendo a cultura e o bem estar social. Os professores serão definidos ao longo do processo de pré-produção.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.