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PRONAC 233544Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Economia do Comum: cooperativismo no Paraná

FORMAR PRODUCOES CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 278,3 mil
Aprovado
R$ 278,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
PR
Município
Cascavel
Início
2024-01-10
Término
2026-09-24
Locais de realização (1)
Cascavel Paraná

Resumo

Produzir documentário de curta-metragem, Economia do Comum: cooperativismo no Paraná, com duração de 15 minutos, com formato de vídeo 4K. O documentário tem como tema apresentar uma reflexão sobre o impacto e importância do cooperativismo para uma nova economia mais justa, solidária e moderna. Com depoimentos de especialistas, gestores de cooperativas e trabalhadores cooperados, a intenção é mostrar a importância desse modelo econômico para o sistema social e para vida das pessoas.

Sinopse

Economia do Comum: cooperativismo no Paraná, documentário de curta-metragem, apresentando uma reflexão sobre o impacto e importância do cooperativismo para uma nova economia mais justa, solidária e moderna, com depoimentos de especialistas, gestores de cooperativas e trabalhadores cooperados, a intenção é mostrar a importância desse modelo econômico para o sistema social e para vida das pessoas. Com captação em 4K, a produção documental tem também mostra a organização do cooperativismo no Estado do Paraná, considerada uma das regiões do Brasil com mais cooperativismo em várias áreas de atuação. Com classificação etária, livre, para todos os públicos e idades, conforme normas do Ministério da Justiça.

Objetivos

Objetivo Geral Produção do documentário de curta-metragem, Economia do Comum: cooperativismo no Paraná. Com distribuição online gratuita, o documentário será sobre o cooperativismo no Paraná com o objetivo principal de documentar este modelo econômico chamando a atenção para sua importância e impacto na vida das pessoas. Mostrar depoimentos de trabalhadores cooperados, gestores de cooperativas e especialistas na área sobre o funcionamento e a importância desta economia do comum. Distante do estilo jornalístico, a proposta é criar uma obra com qualidades estéticas cinematográficas próprias, capaz de evocar uma narrativa que demonstre a natureza da cooperação e desta economia participativa, enfatizando os 7 ramos do cooperativismo: agropecuário; consumo; crédito; infraestrutura; saúde; trabalho; produção de bens e serviços; e transporte. Com este produto pretende-se alcançar os ideais que justificam esta proposta, principalmente os elencados no artigo 3º do Decreto Nº 11.453, de 23 de março 2023, com destaque para: " I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e a sua difusão em escala nacional; e V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;" pois, o projeto qualitativamente se propõe a valorizar trabalhadores cooperados e uma economia solidária, com a divulgação estimula a reflexão e a percepção do grande público sobre as novas possibilidades culturais e econômicas desta economia do comum, principalmente por ser divulgado por meio da Internet pode ultrapassar a fronteira do próprio Paraná, e apresentar um tema tão importantes para o país. Outra questão importante deste bem cultural, o vídeo documentário, é que por meio dele pode-se se discutir a indissociabilidade da questão econômica da cultural neste modo de produção. Através da produção do documentário Economia do Comum, vamos valorizar a produção de documentários voltados para o conhecimento e divulgação da realidade do trabalho, sobre este modelo econômico para o nosso País. O vídeo de curta-metragem terá sua exibição pela internet, mas também será divulgado para as Cooperativas do Estado, principalmente com a parceria a ser buscada da Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar), e nas redes sociais da Universidade Parceira (por projeto de extensão). Publicação do vídeo no Youtube e divulgação à imprensa. Objetivos específicos - Produção de documentário de curta-metragem no formato 4K, Economia do Comum: cooperativismo no Paraná, e sua distribuição online gratuita, por meio de site próprio vinculado ao Grupo de pesquisa GCC, suas redes sociais e por meio do Youtube. - Envio do documentário por meio digital para as cooperativas do Paraná por meio da Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar).

Justificativa

O corporativismo, um movimento social, cultural e econômico que busca a união em torno de um objetivo comum, tem como marca uma organização em que cada indivíduo é proprietário do seu próprio negócio e parte de um sistema maior, priorizando as pessoas acima dos lucros.De acordo com a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), o corporativismo vai além de um simples modelo de negócio, fortalecendo as práticas econômicas e buscando transformar o mundo em um lugar mais justo e equilibrado, com melhores oportunidades para todos. Esse sistema demonstra a possibilidade de conciliar desenvolvimento econômico e bem-estar social, além de promover a vinculação entre produtividade individual e coletiva, bem como práticas sustentáveis.No estado do Paraná, as cooperativas do setor agropecuário empregam mais de 100 mil pessoas e alcançaram um faturamento de R$ 162 bilhões em 2022. Essas cooperativas são responsáveis por 60% da produção total do estado, com exportações para mais de 100 países, beneficiando mais de 400 mil famílias.O setor que mais atrai novos associados no Paraná é o de crédito, que continua se desenvolvendo com profissionalismo e um contato próximo com as ações locais e regionais. As cooperativas de crédito são as únicas instituições financeiras abertas ao público em cerca de 100 cidades do estado. Somente este ano, o número de membros dessas cooperativas chegou a 2,8 milhões, representando um aumento de 13,3%. Além disso, o número de cooperados contratados ultrapassou 330 mil.No sistema Ocepar, as 223 cooperativas cadastradas estão distribuídas em sete setores: agricultura, saúde, crédito, infraestrutura, transporte, consumo, trabalho, produção e serviços. O número de membros de cooperativas tem aumentado a cada ano, alcançando 3,1 milhões em 2022, um aumento de 14,62%. Isso significa que quase 400.000 novos membros se associaram no último ano.As cooperativas agroindustriais despontam como as maiores corporações em mais de 130 municípios paranaenses, representando mais de 60% da produção agrícola do estado e mais de 80% do valor das transferências econômicas do setor cooperativo.No Paraná, prevê-se que o faturamento do corporativismo cresça 22,24%, ultrapassando os R$ 180 bilhões até o final deste ano. As exportações devem chegar a US$ 7,4 bilhões, e estima-se uma arrecadação de impostos públicos de R$ 4,1 bilhões. As sobras devem alcançar R$ 8,8 bilhões, representando um aumento de 12,24% em relação ao ano anterior.Um dos diferenciais desse setor é que os resultados produzidos permanecem em sua localidade de origem, sendo transformados em milhares de empreendimentos nas áreas rurais e urbanas. Atualmente, mais de 50% da população paranaense está direta ou indiretamente ligada ao corporativismo.Portanto, mais do que os resultados econômicos, as cooperativas proporcionam oportunidades de geração de renda, contribuindo assim para o desenvolvimento social.Na área da saúde, o sistema cooperativo está se recuperando, com mais de 6.800 profissionais de saúde atuando em 36 cooperativas, oferecendo serviços de qualidade nas áreas médica, odontológica, enfermagem, fisioterapia, entre outras.No setor de transporte, mesmo com o aumento dos custos de combustíveis e derivados, as cooperativas continuam se organizando em todo o país, enquanto muitos transportadores individuais abandonam suas atividades. No Paraná, já existem 35 cooperativas com 3.596 cooperados.No âmbito da infraestrutura, o corporativismo tem o potencial de impulsionar avanços na produção de energia além dos padrões dos modelos tradicionais.As cooperativas de prestação de serviços profissionais, como agronomia, turismo, inovação e tecnologia, estão constantemente evoluindo para oferecer um bom serviço aos associados e clientes.Outro aspecto destacado do corporativismo paranaense é a especialização. Somente em 2022, com o apoio do Sescoop/PR, foram realizadas mais de 10 mil ações de capacitação profissional e promoção social para cerca de 200 mil cooperados, líderes e colaboradores.O sistema econômico cooperativo é a base para um desenvolvimento social mais justo e coletivo, e a produção de um documentário sobre o sistema ajuda a promover a cultura cooperativista e o desenvolvimento social.Dados: Sistema Ocepar Este projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Também busca atingir os objetivos previstos no Art. 3° da Lei 8313/91 II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.

Especificação técnica

Documentário de curta-metragem com 15 minutos de duração, com captação em 4K, utilizando duas câmeras e trilha sonora original, com uso de efeitos de vídeo. Sendo exibido e disponibilizado online de forma gratuita. Com classificação etária, livre, para todos os públicos e idades, conforme normas do Ministério da Justiça.

Acessibilidade

Produção. O documentário contará com os serviços de intérprete de libras, legenda descritiva e narrador de audiodescrição. DECLARAÇÃO: Em respeito ao disposto no artigo Art. 25. da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 1, DE 10 DE ABRIL DE 2023” o proponente se compromete a atender, no que couber ao disposto: As propostas culturais apresentadas ao mecanismo Incentivo a Projetos Culturais do Pronac deverão conter medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto sempre que tecnicamente possível, nos termos dos arts. 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018.

Democratização do acesso

Produção. O documentário terá sua produção presencial e exibição virtual por meio da internet. Site do projeto, redes sociais e Youtube. O site do projeto será produzido em parceria com Grupo círculo de conversas sobre linguagem comunicação e artes – GCC e o Laboratório de Linguagem Comunicação e Artes do GCC (LLCA/GCC) da Universidade Estadual do Centro-Oeste, Unicentro. A estimativa de público por meio online é abstrata, mas estimamos que no decorrer da divulgação e das ações que planejamos a expectativa que o vídeo seja visto por no mínimo 100 mil espectadores pelos múltiplos canais de divulgação (IES e Sistema de cooperativas, Site do GCC, assessorias de comunicação da IES, Youtube)

Ficha técnica

EQUIPE TÉCNICA PRINCIPAL Documentário Economia do Comum Nome: Francismar Formentão Função no projeto: Coordenador, Diretor geral e Produtor.Possui graduação em Comunicação Social pela Universidade Paranaense (2004); Especialização em Comunicação, Educação e Artes pela Universidade Paranaense (2006); Mestrado em Letras - Linguagem e Sociedade na linha de pesquisa Linguagem e Cultura pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná - Unioeste (2008). Doutorado em Comunicação e Cultura na linha de pesquisa Tecnologias da Comunicação e Estéticas pela Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ (2014) com tese defendida sobre estética e cinema. Tem experiência na área de Comunicação, Linguagem, Educação e Artes, atuando principalmente nos seguintes temas: filosofia da linguagem, teoria da comunicação, cinema e estética.É professor da Universidade Estadual do Centro-Oeste – Unicentro desde o ano de 2009. Leciona disciplinas no curso de graduação em Jornalismo e Publicidade e Propaganda. Entre as várias disciplinas trabalhadas, destaque para Fundamentos cinematográficos. Atuou como professor orientador e professor de disciplina especial no Programa de desenvolvimento da Educação do Paraná (PDE) entre os anos de 2010 e 2015, com destaque para produções no campo do cinema e audiovisual. Atuou na coordenação do curso de especialização em Mídias na Educação (Entre 2011 e 2018), com disciplinas e orientando diversos TCCs. No campo da prática extensionista foram diversos projetos integrando universidade e comunidade, com destaque a participação do projeto “Morro Alto vai ao cinema” (2014-2016) e “Cine Jordão” (2017-2018), este último como coordenador. Ambos projetos foram financiados pela Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (SETI-PR), e se tratavam de uma ampla ação de formação de cinema em comunidade, em que crianças participavam de oficinas de produção cinematográfica e do desenvolvimento de filmes. Também coordenou uma sala de cinema no Campus Santa Cruz da Unicentro entre os anos de 2016 e 2018.Participou na coordenação de equipe por duas oportunidades no Projeto Rondon, Operação Centro Nordeste Alagoas (2010) e Operação Centro-Norte/Goiás (2009), desenvolvendo diversas atividades de extensão universitária em contato com a comunidade destas localidades. Nome: Clério BackFunção no projeto: Diretor cinematográfico.Diretor de Cena, filmmaker e fotógrafo. Graduado em Publicidade e Propaganda e comespecialização em Artes Visuais. Tem experiência nas áreas de fotografia e produçãoaudiovisual publicitária e corporativa com trabalhos premiados em concursos nacionais e internacionais. Seus ensaios fotográficos foram exibidos em exposições nacionais e com participação em festivais de cinema no Brasil, Europa e Estados Unidos. Foi professor do curso de Comunicação Social da Universidade do Centro-Oeste (Unicentro) por 4 anos e do Centro Universitário Campo Real (10 anos) nas áreas de fotografia, Produção audiovisual, linguagem sonora e visual . Diretor de cena, fotografia e editor durante 9 anos na Nucleo Video Produções, uma das maiores produtoras de filmes publicitários do Paraná. Atualmente focado em trabalhos que buscam uma identidade autoral e voltada à produção de conteúdo para redes sociais e plataformas narrativas. Trabalhando como filmmaker da Equipe Storytellers by para projetos de grandes empresas e artistas no universo da músico, focada em produção documental, sessions e shows. Anderson Costa. Função no projeto: Produção de imagem e Apoio na divulgação.Graduado em Comunicação Social (Jornalismo), Pós-Graduado em Cinema e TV (Universidade Tuiuti do Paraná), Mestre em Filosofia da Linguagem (Universidade Estadual de Ponta Grossa). Professor dos cursos de Jornalismo, Fotografia, Publicidade e Propaganda, Arquitetura e Design Gráfico no Centro Universitário Univel (Cascavel). Coordenador e Diretor de Arte da Creare (Agência Experimental de Comunicação Integrada da Univel). Diretor de Criação na Agência Bebop Comunicação e Marketing. Diretor de Arte na Agência Lup On Off Marketing e Design. Douglas Kuspiosz. Função no projeto: Assistente de produção.Formado em Comunicação Social: Jornalismo, na Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro), em Guarapuava, e mestrando em Comunicação, na Universidade Estadual de Londrina (UEL). Possui experiência na produção audiovisual - em conteúdo voltado ao jornalismo de web - e na produção de documentários. Durante a graduação, em 2016, escreveu, dirigiu e produziu o documentário “Santa Cruz Ocupado”, vencedor do Prêmio Expocom em 2017. Também venceu o Prêmio Expocom com o projeto multimídia “Os Protetores da Natureza”, em 2017, e com a reportagem em áudio “Teorias de Gênero: Por Que Discutir?”, em 2016. Silnei Scharten Soares. Função no projeto: Roteirista. Pesquisador. Graduado em Comunicação Social, especialista em Produção Cinematográfica, mestre e doutor em Comunicação. Corroteirista e codiretor do curta-metragem “A vida do outro”, premiado nos festivais de cinema de Gramado e Brasília. Foi professor universitário em cursos de Comunicação e Design, orientando disciplinas e cursos de roteiro e produção audiovisual. Coordenou a área de vídeo do NEAD/UAB (Núcleo de Educação a Distância/Universidade Aberta do Brasil) da UNICENTRO (Universidade Estadual do Centro Oeste) no Paraná. Rafaela Waithmann Santana. Função no projeto: Edição de vídeo e Apoio na divulgação.Formada em Comunicação Social: Publicidade e Propaganda, na Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro). Atualmente cursando “Profissão Social Media Manager, na Escola Britânica de Artes Criativas e Tecnologia (EBAC).Possui experiência com edição de vídeo publicitário para TV. Atuou no mercado de trabalho com captação, edição e pós-produção audiovisual voltada à web. Também possui experiência como social media.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.