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A proposta é a edição do1º livro sobre a história da cidade de São Félix, no Recôncavo Baiano. Separada pelo Rio Paraguaçu da irmã-vizinha Cachoeira, que sempre recebeu toda a atenção histórico-cultural, a cidade de São Felix detem uma cultura rica, uma história igualmente importante e uma beleza natural que desponta no Vale do Paraguaçu. O livro, editado pelo arquivista oficial da cidade, o escritor Oseas Souza, terá tiragem de1000 exemplares distribuídas pelas bibliotecas das escolas da região, arquivos públicos, universidades públicas e instituições de pesquisa e educação.
SINOPSE: A cultura da cidade de São Félix exerce papel fundamental para a economia da comunidade Sanfelixta. Vale lembrar, que na formação de nossa cultura houve a contribuição dos nossos antepassados que não a deixou se acabar com o tempo, e, ainda hoje, sua valorização permanece, o que coloca o povo como exemplo caracterizado de nossa maior riqueza cultural.A cultura local sofre de uma grande falta de atenção dos que não contribuíram nem contribuem com a nossa história, o tema constitui desafio aos que até hoje lutam pela preservação de nossa cultura. A comunidade em geral, principalmente os governantes, devem cultivar a nossa identidade cultural, que é de suma importância para a nossa cidade.Pela razão de estar sempre preocupado em preservar a cultura e nossa história e pelo carinho que tenho pela nossa cidade, resolvi escrever este segundo livro contando a HISTÓRIA DA CULTURA DE SÃO FÉLIX NO RECÔNCAVO BAIANO.Diversos documentos foram perdidos ao logo dos anos e as pessoas mais antigas de São Félix não mais se lembram de algumas ações culturais que por aqui houve, convém salientar que a nossa cultura vem sendo deixada de lado, esquecida desde a década de 1990, portanto, mais do que nunca, devemos resgatar os nossos valores culturais.
OBJETIVO GERAL: - RESGUARDAR A HISTÓRIA DE SÃO FÉLIX, ESPECIALMENTE DE SUA CULTURA, ATRAVÉS DE UMA OBRA DE REFERÊNCIA O objetivo geral obedece aos seguintes princípios do artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021, transcritos abaixo: Art. 2º Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; (...) XI - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira; XII - apoiar as atividades culturais de caráter sacro, clássico e de preservação e restauro de patrimônio histórico material, tombados ou não; Isto porque o material a ser produzido dará a conhecer a história e a riqueza cultural do município, revelando os ilustres filhos da cidade que se destacam nas mais diversas linguagens artísticas e valorizando essa colcha de retalhos da cultura de São Félix como celeiro da nossa expressão enquanto povo baiano. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Editar e imprimir 1000 exemplares do livro "HISTÓRIA E CULTURA DE SÃO FÉLIX - PASSADO E PRESENTE" - Disponibilizar num site específico 1 versão ebook do livro gratuitamente e nas plataformas de streaming (deezer, spotify, youtube, etc) 1 audiobook como forma de acessibilidade - Realizar 1 evento de lançamento com a presença de artistas e autoridades
São Félix é uma cidade pobre. Apenas 9% da sua população possui ocupação formal. A maioria vive de aposentadoria ou de agricultura familiar. Segundo o Censo do IBGE 2017, considerando domicílios com rendimentos mensais de até meio salário mínimo por pessoa, tinha 51.5% da população nessas condições. Apenas 60% de domicílios possuem esgotamento sanitário adequado. A incidência de pobreza é de quase 60%, ou seja, trata-se de uma cidade subdesenvolvida, sem renda oriunda de nenhum extrativismo animal ou vegetal, sem atrativos turísticos fortes, sem indústria ou comércio. A violência se instalou na cidade, a taxa de homicídios é quase 2 vezes maior do que a médianacional, tendo aumentado quatro vezes entre 2005 e 2015. Ela está classificada no Atlas da Violência do IPEA como a 15ª cidade mais violenta do estado, que possui 417 municípios. Num cenário como esse só a arte salva. Por ser uma cidade muito próxima a Cachoeira - separadas apenas pelos 365 metros de largura da histórica Ponte D. Pedro II, sua programação acabava sendo limitada pelo pensamento de que a cidade vizinha era o destaque e São Félix pegava a rebordosa dos projetos que vinham para a Cidade Histórica. E assim por muitos anos São Félix girou mesmo como cidade satélite em torno de Cachoeira, consumindo aquilo que lhe era oferecido e principalmente aquilo queestava disponível para o público das cidades. Exceção disso eram a Bienal do Recôncavo e o Festival de Filarmônicas, ambos eventos tinham espaço no Centro Cultural Dannemann, lugar que movimentava a cena cultural de São Félix não apenas com esses eventos e exposições, mas também por ser o museu mais conhecido da cidade. Mas a criação deespaços alternativos como o Ponto de Cultura, o fortalecimento do Centro de Cultura Américo Simas e da Fazenda Santa Bárbara (Casa de Hansen Bahia), a criação do bloco de reggae Gomes e Family que estabeleceu a cidade como pólo regueiro e mais recentemente o São Félix Rock Festival e Festival de Saveiros vieram mostrar que a cidade presépiotem potencial para abrigar também esses espaços e mobilizar público para a cultura. Com isso, muitos shows e espetáculos foram realizados exclusivamente em São Félix, fazendo assim o caminho inverso e trazendo o público de Cachoeira para a cidade.O grande desafio dos grupos culturais de São Félix é fazer com que o público saiba que eles existem. E é nesse sentido que esse projeto se propõe, a ser um material de referência para a divulgação da cultura da cidade e consequente ampliação de sua atuação. Dessa forma a utilização da lei de incentivo se faz fundamental, uma vez que grandes empresas que se encontram no entorno da cidade podem promover esse trabalho e torná-lo ainda mais amplo. A proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; (...) VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; (...) VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Serão alcançados com o projeto os seguintes objetivos do Art. 3° da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos
Eu, OSEAS SOUZA, proponente da proposta , declaro para os devidos fins que obterei a autorização dos titulares dos direitos autorais, conexos e de imagem em relação aos acervos, às obras e imagens de terceiros como condição para utilizá-los no projeto. O item orçamentário Coordenador do Projeto, apontado na planilha, é objeto de remuneração do proponente.
DADOS DO LIVRO: Registro da biblioteca central: 9786500242904 Tamanho A4 (Aberto)Miolo: 532 páginas, coloridas, frente e verso, papel couchê 90g;Capa: 4X0 cores, papel supremo 250g, laminação brilho, sem orelha, encadernação brochura,costurada; TIRAGEM: 1000 exemplares S U M Á R I O Ficha catalográfica 004Foto do Autor 005Biografia do Autor 006Apresentação 007Sumário 008Capítulo 01 – Informativo Cultural 011Capítulo 02 – São Félix Patrimônio Cultural 022Capítulo 03 – Rio Paraguaçu é Cenário Importante da Nossa História 024Capítulo 04 – Independência da Bahia em São Félix 046Capítulo 05 – Aniversário da Cidade 081Capítulo 06 – Festa do Senhor São Félix 100Capítulo 07 – Festa do Senhor Deus Menino 121Capítulo 08 – descobridor da água milagrosa e a Festa de Santa Bárbara 129Capítulo 09 – Festa de Santana Padroeira dos Professores 146Capítulo 10 – Festa da Santa Cruz - Bairro 135 147Capítulo 11 – Carnaval 149Capítulo 12 – Micareta 158Capítulo 13 – São Pedro no Arraial do Chamego 163Capítulo 14 – São João da Praça 166Capítulo 15 – Lavagem do Beco do Fuxico 175Capítulo 16 – Lavagem da Rodagem - Bairro Salva Vidas 179Capítulo 17 – Baba de Saia do Ipiranguinha 180Capítulo 18 – Terreiros de Candomblé 182Capítulo 19 – Rezadeiras 200Capítulo 20 – Samba de Roda 204Capítulo 21 – Consciência Negra 210Capítulo 22 – Núcleo Teatral Expressão 213Capítulo 23 – Sábado de Aleluia 216Capítulo 24 – Trança Fitas 217Capítulo 25 – Capoeira 218Capítulo 26 – Primavera 220Capítulo 27 – Grupo Transforma 221Capítulo 28 – Festival de Rock em São Félix 223Capítulo 29 – Cantores 224Capítulo 30 – Músicos 232Capítulo 31 – Banda Marcial de São Félix 252Capítulo 32 – Clubes 259Capítulo 33 – Cinemas 271Capítulo 34 – Centro Cultural Santa Bárbara 278Capítulo 35 – Centro Cultural Dannemann 280Capítulo 36 – Casa da Cultura 284Capítulo 37 – Arquivo Público Municipal 307Capítulo 38 – Filarmônica União Sanfelixta 318Capítulo 39 – Compositores do Hino de São Félix 324Capítulo 40 – Colégios Municipal, Particular e Estadual 328Capítulo 41 – Artistas Plásticos 334Capítulo 42 – Artesãs 348Capítulo 43 – Velha Guarda da Cultura Sanfelixta 354Capítulo 44 – Cultura do Fumo 379Capítulo 45 – Cultura dos Negros Escravizados Vindos da África para São Félix 410Capítulo 46 – Cultura dos Índios Tupinambás, Habitantes de São Félix 425Capítulo 47 – Campeonatos Intermunicipal e Interbairros 429Capítulo 48 – Campeonato de Futsal/Vôlei 443Capítulo 49 – Atletas 448Capítulo 50 – Amigos da Sinuca do Grande 451Capítulo 51 – Boxe - Academia Cruel Top Team 453Capítulo 52 – Encontro de Carros Antigos 456Capítulo 53 – Cavalgada 459Capítulo 54 - Bumba Meu Boi 463Capítulo 55 – Farra do Boi 464Capítulo 56 – Estivadores - Tropeiros 467Capítulo 57 – Feira de Amostras 471Capítulo 58 – Culinária 473Capítulo 59 – Comunidades do Distrito de Outeiro Redondo 474Capítulo 60 – A Importância dos Comerciantes para a Nossa Cultura 501Capítulo 61 – Itinerário Cultural 521Capítulo 62 – Memorial Hadson de O. Santos 523Capítulo 63 – Acervo Cultural de Jonas S. Carvalho 528Agradecimentos 533Fontes de Pesquisas 539 Esse produto se enquadra na classificação indicativa A.1.Livre, obedecendo às normas do guia prático da Secretária Nacional de Justiça/MJ e contará com audiodescrição (audiobook), tornando-se assim um instrumento pedagógico e inclusivo.
O projeto, acatando o descrito na Lei 13.146 de 06/07/2015, pretende garantir a acessibilidade a pessoas com deficiência, adotanto as seguintes medidas na sua produção: ACESSIBILIDADE FÍSICA:Local de lançamento com rampas de acesso. Item da planilha: Item nº 20 ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: Audiobook: narração, em língua portuguesa, descrevendo o conteúdo original da obra audiovisual, contendo descrições de elementos visuais e quaisquer informações adicionais que sejam relevantes para possibilitar a melhor compreensão da obra. A audiodescrição é o recurso que permite a inclusão de pessoas com deficiência visual na maioria das linguagens artísticas. No Brasil, segundo dados do IBGE, existem aproximadamente 16,5 milhões de pessoas com deficiência visual total e parcial, que se encontram excluídos da experiência visual e cênica. Pretendemos aplicar esse recurso no E-book, tornando-o um audiobook acessível para deficientes visuais. A acessibilidade nos meios de comunicação é um tema que está em pauta no mundo todo. Os esforços neste sentido visam não apenas proporcionar o acesso a produtos culturais a uma parcela da população que se encontra excluída, como também estabelecer um novo patamar de igualdade baseado na valorização da diversidade. Item da planilha: Item nº11 ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: O livro ou mesmo o ebook são acessíveis para pessoas com deficiência auditiva. No evento de lançcamento haverá um intérprete em libras. Item da planilha: Item nº 17 e 19 ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Audiobook: narração, em língua portuguesa, descrevendo o conteúdo original da obra audiovisual, contendo descrições de elementos visuais e quaisquer informações adicionais que sejam relevantes para possibilitar a melhor compreensão da obra. A audiodescrição é o recurso que permite a inclusão de pessoas com deficiência visual na maioria das linguagens artísticas. No Brasil, segundo dados do IBGE, existem aproximadamente 16,5 milhões de pessoas com deficiência visual total e parcial, que se encontram excluídos da experiência visual e cênica. Pretendemos aplicar esse recurso no E-book, tornando-o um audiobook acessível para pessoas com espectros autistas, síndromes ou dificuldade de leitura ou compreensão da linguagemA acessibilidade nos meios de comunicação é um tema que está em pauta no mundo todo. Os esforços neste sentido visam não apenas proporcionar o acesso a produtos culturais a uma parcela da população que se encontra excluída, como também estabelecer um novo patamar de igualdade baseado na valorização da diversidade. Item da planilha: Item nº 11 e 17
Será produzido um livro impresso com tiragem de mil exemplares, dos quais serão disponibilizados o montante de: a) 800 unidades doados para escolas públicas, estadual e particular, bibliotecas, universidades e outras instituições que tenham relação com o ensino e a pesquisas.b) 100 unidades ficarão disponíveis para sorteios e promoções (até dez por cento para distribuição gratuita promocional pelo proponente)c) 100 unidades serão distribuídas entre os patrocinadores (até dez por cento para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores, conforme parágrafo único do art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 julho de 2021) O projeto adotará as medidas dos incisos do art. 24 da IN nº 01/2022 abaixo: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados; II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; Dessa forma atende ao expressamente solicitado no Art. 27 do DECRETO nº 10.755, de 26 de Julho de 2021 não apenas no quesito da porcentagem obrigatória aos patrocinadores, mas também da distribuição gratuita a públicos específicos por lei. O proponente será o responsável pela gestão do processo decisório, incluindo atividade técnico-financeira. O livro também será editado em formato E-book disponível no site específico do projeto e em formato audiobook também disponível no site e nas plataformas de streaming (spotify, deezer, youtube, apple, etc) Esses conteúdos também obedecem aos critérios de classificação indicativa do Ministério da Justiça: A.1.LIVRE Esperamos que o audiobook e ebook alcancem a marca de 1000 visualizações já no primeiro ano do projeto.
PROPONENTE E AUTOR: OSEAS SOUZA Oséas Fernando Oliveira de Souza, nasceu em São Félix, no dia 07 de fevereiro de 1961. Seu pai, o Sr. Sílvio Alves de Souza era o escrivão dos Feitos Cíveis do Fórum, Comarca de São Félix, sua mãe, a Sra. Hildete Oliveira de Souza, era dona de casa. Oséas completou o ensino médio no Centro Educacional Rômulo Galvão, o atual Colégio Estadual Rômulo Galvão, em São Félix.Completando seus estudos, começou a trabalhar na Secretaria do mencionado Colégio. Em 1993, aos 32 anos de idade, por influência de sua mãe e com o apoio do então Prefeito Antônio Carlos Lobo Maia, começou a prestar serviços na Prefeitura de São Félix, tendo seu trabalho reconhecido em diversas áreas da administração municipal. Em 1994, foi convidado pelo mesmo prefeito para servir como assessor no Arquivo Público Municipal de São Félix. Dedicou-se então a fazer vários cursos de especialização nesta nova área de trabalho, inclusive o de Técnica de Arquivos, na cidade de Salvador, promovidos pela Fundação Pedro Calmon e pelo Arquivo Público do Estado da Bahia. Em 1997, foi nomeado definitivamente como o Diretor do Arquivo Público Municipal Dr. Júlio Ramos de Almeida, e, ao longo da sua história no cargo, manteve e vem mantendo osdocumentos históricos em perfeitas condições de conservação, organizando-os e os catalogando, visando a facilitar o acesso de estudantes e pesquisadores. Foi o responsável por significativas inovações no setor, como a digitalização total do acervo, fazendo com que esses documentos possam perdurar para eternidade, obtendo, assim, o acesso digital desses materiais. Desenvolveu diversos mecanismos de incentivo, como a elaboração de um folder ilustrado contendo parte da história da cidade e um quiz cultural anual, tendo como objetivo levar aos estudantes do seu município a um conhecimento mais aprofundado da história do seu lugar de origem. Recentemente, concluiu um dos seus trabalhos mais importantes, escrevendo a grandiosa obra literária sobre a história da cidade de São Félix, denominando-a “História e Memória de São Félix, Cidade Presépio”, expondo fatos e registros históricos desde 1501 até os dias atuais. Esta obra levou aproximadamente, 20 anos para ser concluído, o lançamento aconteceu em 25 de outubro de 2018 no prédio doArquivo Público Municipal de São Félix Após o lançamento do primeiro livro, dedicou-se a elaborar mais um livro, atendendo vários pedidos de amigos, trata-se da Cultura nossa cidade. Acatando a ideia começou a escrever em 14 de janeiro de 2019, O novo livro com o tema “A CULTURA DE SÃO FÉLIX PASSADO PRESENTE”. OBS* O proponente será o responsável pela gestão do processo decisório, incluindo atividade técnico-financeira. PREFACIO: FABIO BATISTA PEREIRA Possui Mestrado em História da África, da Diáspora e dos Povos Indígenas(2016). Graduou-se em História pela Universidade Estadual de Feira de Santana (2001). Foi bolsista do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ), na modalidade Iniciação Científica. Tem artigos publicados em livros e jornais. É professor da Rede Estadual de Ensino. Leciona e presta assessoria pedagógica na área de ensino e aprendizagem em escolas da rede particular de ensino: CAB/FADBA. Coordenador do I e II Simpósio de Humanidades/CAB/FADBA - 2018-2020. Atuou como Coordenador do Estágio Supervisionado do Normal Médio do Colégio Estadual Edwaldo Brandão Correia. Foi Coordenador do Centro Noturno de Educação da Bahia (CENEB), além de exercer a função de Diretor Geral da Unidade de Ensino Médio e Colégio Estadual Padre Alexandre de Gusmão (2014-2018). Possui Curso de Gestão Escolar. Tem sido convidado para proferir palestras em universidades, escolas e participar de programas para televisão e rádio: CANAL NOVO TEMPO (2019) GLOBO REPÓRTER (TV Globo-2017), Programa APROVADO (TVBahia-2016), Comentarista da Festa da Boa Morte (TVE/BAHIA-2011), Atuou na mobilização do Fórum de Gestores(as) das Escolas do Campo da Bahia (2017). Assinou artigos no Jornal Correio de São Félix-Ba, concedeu entrevistas para os Jornais O Guarani (Cachoeira-Ba) e Correio da Bahia. Foi o Orador Oficial do 13 de Março (Cachoeira-Ba/2017), Foi Orador Oficial do 2 de Julho (São Félix-Ba/2017), 25 de Junho (Cachoeira-Ba. Foi secretário do Conselho Curador do Monumenta/Ministério da Cultura. Atuou como coordenador do Ponto de Cultura Terreiro Cultural entre 2005-2008 e realizou diversas atividades junto ao Pouso da Palavra (espaço cultural criado pelo Poeta Damário da Cruz). Como músico integrou a primeira formação do Gege Nagô (grupo musical fundado sobre a influência de Mateus Aleluia, remanescente do Tincoãs), além de participar de diversos movimentos sociais. Músico, participou da FLICA ON LINE (2020), LIVES DO CINETHEATRO CACHOEIRANO, do Projeto SONS DA SENZALA (2017), realizou Show Musical por ocasião do Sorteio da Loteria /Caixa Econômica (2017), Festa Literária Internacional de Cachoeira/VARANDA CULTURAL DO SESI/2017, Projeto a Casa da Cultura Convida/São Félix-Ba (2017) EDITORAÇÃO: ALBERTO DOS SANTOS SÁ fos – EDITORA DIGITAL EDITOR CHEFE / REVISOR / DIAGRAMADOR FOTÓGRAFO de 1983 até os dias atuais L&A ASSESSORES DE PUBLICIDADE LTDA. REPÓRTER FOTOGRÁFICO - 1978 a 1979 EMPRESA BAIANA DE JORNALISMO S/A FOTÓGRAFO - 1982 a 1983 PRODUÇÃO: CARINE ARAUJO Jornalista, formada pela Universidade Federal da Bahia, Carine Araújo é produtora cultural há 17 anos, e há 12 dirige a Tabuleiro Produções. Premiada duas vezes pela Funarte, atuou no cinema como cineclubista, logo depois assumindo a Diretoria de Produção do Conselho Nacional de Cineclubes, onde produziu festivais como o de Atibaia e Bahia Afro Film Festival. Foi responsável pela produção local do premiado filme Pau Brasil, a produção executiva da Mostra Curto Encontro realizada simultaneamente em todos os 13 espaços culturais da FUNCEB, além de produzir os documentários Capela D’ajuda já deu sinal e A vida na Boa Morte, ambos para a TVE, Viva São João e Preservar Igarassu, ambos para o IPHAN, todos eles com finalidade de registro como patrimônio, além de trabalhar no registro de manifestações carnavalescas no interior da Bahia, através da Tabuleiro Produções. Produziu o Festival IN Bahia, patrocinado pela Caixa, os Festivais do Licor e Cachoeira Agosto do Blues, com patrocínio da Bahiatursa, além de produzir diversos eventos pela Bahia e Brasil, como a Corrida do Carteiro e Festival de Saveiros.
PROJETO ARQUIVADO.