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PRONAC 233596Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

VÉIO: doador de vida

IKIGAI PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 1,64 mi
Aprovado
R$ 1,64 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-05-01
Término
2025-06-01
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto trata da produção da exposição "Véio: doador de vida", que apresentará obras do acervo particular de colecionadores. Nessa mostra, inédita, desejamos ressaltar a relevância destas obras lendo a produção do artista também a partir dos movimentos artísticos internacionais que contextualizam seu trabalho. Produto principal: exposição de artes. Produto secundário: site.

Sinopse

Cícero Alves dos Santos é um dos artistas plásticos sergipanos com maior visibilidade nacional e internacional na contemporaneidade. Seu nome foi dado em homenagem ao Padre Cícero, o qual muitos sertanejos eram (são) devotos, porém este Cícero é conhecido pelo seu apelido: Véio, contração de velho, cuja alcunha recebeu ainda criança, aos cinco anos de idade, devido a um interesse constante em estar entre os mais idosos, ouvindo histórias e narrativas de sua gente. Nascido em 1947, na cidade de Nossa Senhora da Glória, sertão sergipano, Véio começou a esculpir muito jovem. Seu interesse em “modelar formas” teve a cera de abelha como primeiro suporte e material. Sertanejo, como tantos outros, destinado a trabalhar na lavoura, fez um outro percurso na sua vida, completamente diferente do que o estaria “predestinado”, segundo a tradição familiar. Dividindo-se entre a lavoura e seu desejo de manifestar sua arte, foi criando seu mundo imaginário paralelamente aos acontecimentos do cotidiano. Casou, teve duas filhas, mas nunca deixou seu desejo de manifestar-se artisticamente de lado. Véio conta em entrevistas (NAVES, 2014) que não teve contato com outros artistas e ninguém era capaz de compreender seu desejo pelas formas naquele ambiente rural, sem instrução, repleto de rudeza e preconceitos. Era constantemente questionado quanto a sua orientação sexual pela modelagem na cera, assim decidiu trabalhar com a madeira, diretamente ligada ao ofício de marceneiro, “coisa de homem”. Autodidata, o escultor teve uma luta árdua para chegar ao reconhecimento atual. Véio construiu um mundo que ganhou fôlego e vida, por meio de duas importantes galeristas: Vilma Eid e Maria Amélia Vieira. Ganhou vida e ganhou mundo. Basta dizer que ele é um dos raros artistas brasileiros que teve uma exposição individual de uma centena de peças na Abadia de San Gregório, em Veneza, paralelo à mesma Bienal de Arte da cidade, em 2015. Três anos depois, o artista também ganhou uma poderosa exposição no Itaú Cultural, em São Paulo, com curadoria de Carlos Augusto Calil e Agnaldo Farias, que assim escreveram: “As peças maiores, coloridas, são vistosas, falam alto. São visíveis a distância, criam clareiras ao seu redor, mesmo quando atulhadas, como acontece em seu depósito, oficina e museu. Já as menores, que preservam a textura da madeira crua, são discretas, falam baixo.”. Memória de cálculo Exposição – 20.000 pessoas visitantes - Visitas mediadas – esse público está contido nos 20.000 visitantes – sábados e domingos 6 visitas/dia x 2 dias (sábados e domingos) x 3 meses = 144 visitas mediadas 144 visitas total x 8 pessoas/visita = 1152 pessoas total Sitio de internet – 2.000 acessos

Objetivos

Objetivo Geral _ Produzir a exposição "Véio: doador de vida", que apresentará as mais de 60 obras do acervo particular dos colecionadores mineiros Hugo Fonseca e Mario Jr. Em nossa mostra, inédita para o público carioca, desejamos ressaltar a relevância destas obras lendo a produção artística de Véio também a partir dos movimentos artísticos internacionais que contextualizam seu trabalho. A produção do artista encontra ponto de encontro com a produção de grandes mestres da arte moderna e contemporânea internacional, como Alberto Giacometti e Francis Bacon, sobretudo na sua inventividade ao enfrentar com radicalidade as dificuldades de interpretar a forma humana após as grandes atrocidades no campo político do século XX. Por se tratar de um acervo particular, as obras do artista estavam até pouco tempo guardadas em um espaço na cidade mineira de Conselheiro Lafaiete _ MG, longe dos olhos do público. O projeto visa dar visibilidade à importante produção artística de Véio que, por utilizar-se da madeira, da manufatura e de narrativas comunitárias de seu local de origem, insistentemente é lido de maneira reducionista apenas por meio da chave do popular, do artesanato, sem atenção às implicações classistas de tais categorias históricas. Aqui, com atenção à fortuna crítica do artista, perceberemos um encadeamento de obras que possibilitará diferentes leituras e facetas, "pop" como sua paleta, sublinhando a pluralidade do artista por meio de suas espacializações e relações narrativas entre as obras. Incisos do artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021. Art. 2o Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade. Objetivos Específicos - 1. PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTE - Receber um público visitante total de 20.000 (vinte mil) pessoas na exposição; 2. PRODUTO SITE - Atingir cerca de 2.000 pessoas (duas mil) através dos acessos ao site; 3. PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTE - Realizar 144 visitas mediadas para público espontâneo já visitante da exposição, aos finais de semana, atendendo 1.152 pessoas.; 4. PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTE - Colaborar para divulgação da produção de arte brasileira; 5. PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTE - Colaborar para formação de público para exposições de arte.

Justificativa

Para esta mostra monográfica em torno da produção do escultor brasileiro Véio partiremos da própria fala manifestada pelo artista. Em entrevista, foi ele, Cícero, quem despontou: "dou vida ao que já está morto". Figura incontornável da escultura brasileira contemporânea, seu processo revela-se uma investigação da forma, da matéria, da escultura, da cor, da representação da figura humana e da invenção de outras corporeidades _ a poética de Véio dá corpo às fabulações do artista, conformam uma coreografia com a natureza _ são as formas das madeiras achadas que sugerem ao artista os rumos da criação. Véio reposiciona três elementos que são comumente ligados à produção popular: da escultura em madeira, do uso de ferramentas rudimentares e do aproveitamento das figuras sugeridas por troncos e galhos. Mas a singularidade mesmo de seu corpo de trabalho protesta contra as categorizações. O antropomorfismo de suas obras, sobretudo aquelas de "tronco aberto", embora tenham sido resultado da ação do tempo da natureza, operando por meio da sugestão da forma, aponta para realidades fantásticas, extraordinárias, quase absurdas. Contrapõe-se contra a percepção de que haveria uma narrativa rudimentar a ser seguida, que haveria um caminho natural ou original a ser representado. Véio ousa encontrar na própria realidade as frestas que comportam uma imaginação radical. Em nossa mostra, desejamos perceber a relevância desta produção lendo a produção artística de Véio também a partir dos movimentos artísticos internacionais que contextualizam seu trabalho. A produção do artista encontra ponto de encontro com a produção de grandes mestres da arte moderna e contemporânea internacional, como Alberto Giacometti e Francis Bacon, sobretudo na sua inventividade ao enfrentar com radicalidade as dificuldades de interpretar a forma humana após as grandes atrocidades no campo político do século XX. Se as formas de Giacometti foram reconhecidas como definidoras da compreensão de nossa humanidade após as atrocidades de Auschwitz e da bomba atômica, os impulsos poéticos de Véio _ com sorte _ apontam outras possibilidades. Cicero Alves dos Santos, nascido em Nossa Senhora da Glória, Sergipe, no ano de 1947, conquistou o reconhecimento de seu trabalho borrando as fronteiras caducas entre a matriz de conhecimento popular e os circuitos eruditos da arte brasileira. Ao representar a gente sertaneja, seus costumes e a vida em comunidade no interior do Brasil, Véio torna-se um importante intérprete de uma realidade brasileira marginal, sendo possível inscrevê-lo em uma produção com relevância local indiscutível. Importante figura para a preservação da Mata Virgem sergipana, Véio também fundou sua própria instituição cultural, o Museu do Sertão. Seu trabalho, no entanto, por utilizar-se da madeira, da manufatura e de narrativas comunitárias de seu local de origem insiste sendo lido de maneira reducionista apenas por meio da chave do popular, do artesanato, sem atenção às implicações classistas de tais categorias históricas. Aqui, com atenção à fortuna crítica do artista, perceberemos um encadeamento de obras que possibilitará diferentes leituras e facetas, "pop" como sua paleta, sublinhando a pluralidade do artista por meio de suas espacializações e relações narrativas entre as obras. O que o crítico Rodrigo Naves destacou como um "efeito pop" da cor nas esculturas, somados às suas plurais investidas nas figuras humanizadas, apontam para uma escultura que sobrevive às mazelas. Suas peças entalhadas orientam-se não apenas para a compreensão dos corpos, gestos e cenas que serão representados, mas também para um corpo anterior: a compreensão de que estes grandes volumes de madeiras, árvores perdidas, tombadas, antigas, são por si só corporeidades. O projeto se coaduna com os seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8313/91: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto cumpre os seguintes objetivos expressos no Art. 3o da Lei 8313/91: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.

Estratégia de execução

Plano de divulgação Redes Sociais Site Material gráfico Press releases para imprensa PASSAGENS E HOSPEDAGEM Passagens aéreas e hospedagem na cidade de realização do projeto são destinadas à equipe: coordenação adminstrativo-financeira/gestão, produtor, produtor executivo, coordenador geral, coordenador artístico, coordenador técnico e montador. Todos esses profissionais são fundamentais para a plena execução do projeto. Alguns profissionais da equipe que utilizarão as passagens e hospedagem: Passagens aéreas (trechos ida e volta Belo Horizonte - Rio de Janeiro; trechos São Paulo – Rio de Janeiro) Pré-produção: R$12.000,00 (6 pessoas em 2 visitas técnicas) Produção: R$ 9.000,00 (6 pessoas para a montagem e abertura) Valor total R$21.000,00 Hospedagem (Rio de Janeiro) Pré-produção: R$6.300,00 (6 pessoas em 3 diárias nas visitas técnicas) Produção: R$ 6.300,00 (6 pessoas para a montagem e abertura) Valor total R$12.600,00

Especificação técnica

Produto principal – Exposição de artes 01 mostra realizada na cidades do Rio de Janeiro/RJ, com visitas mediadas voltadas para o público espontâneo. Duração – três meses de duração Mostras reunindo cerca de 60 obras Produto - Sítio de internet Site bilíngue, com descrição da exposição, lista de obras e fotografias, vídeo com visita guiada pelo Curador, programação e programa educativo, clipping do projeto e ficha técnica.

Acessibilidade

Produto principal – Exposição de artes Deficientes físicos - A exposição será realizada em espaço com acessibilidade para portadores de necessidades especiais ou serão realizadas adaptações temporárias nesse sentido. Rubrica – não se aplica por já serem espaços acessíveis Deficientes auditivos – Haverá disponibilização de visitação com intérprete de Libras. Rubrica - valor R$ 4.000,00 Deficientes visuais – Audiodescrição (áudio-guias) – valor R$ 8.000,00 Monitores – valor R$ 80.000,00 Produto - sitio de internet Deficientes físicos – Não se aplica Deficientes auditivos - O site contará com legendagem possibilitando acessibilidade de conteúdo. Intérprete de libras – valor R$5.000,00 Legendagem – valor R$3.000,00 Deficientes visuais – O site contará audiodescrição já prevista nos áudio guias Rubrica – áudio descrição R$ 8.000,00 na exposição

Democratização do acesso

Produto principal – Exposição de artes Acesso totalmente gratuito e previsão para disponibilidade de transporte gratuito para estudantes e professores da rede pública de ensino. Inciso/medida do art. 24 da IN no 01/2022 III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas. Produto - sitio de internet O acesso será totalmente gratuito Inciso/medida do art. 24 da IN no 01/2022 III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas.

Ficha técnica

Coordenação Administrativo-financeira – Gestão – Ikigai Produções – Ana Carolina Iglesias A Ikigai é uma produtora fundada em 2015 com o objetivo de propor e executar projetos culturais de alto impacto. Por meio de extensa experiência com projetos incentivados, vem elaborando, produzindo e coordenando projetos de restauro de prédios históricos, de criação de centros culturais, produção executiva de filmes e documentários e exposições de arte. PROJETOS REALIZADOS E EM ANDAMENTO: - Restauro da Estação Ferroviária de Barra do Piraí (RJ) – projeto incentivado via lei federal de incentivo à cultura (PRONAC 180849 e PRONAC 185747), com patrocínio da MRS Logística, no valor aprovado de R$ 3.831.715,89 - coordenação de projeto – inicio 2018 e entregue em dezembro 2022 – trata-se do restauro da antiga Estação Ferroviária da cidade para a transformação do prédio em um centro cultural para o município de Barra do Piraí. O centro cultural contará com um museu da história ferroviária, café, salas multiuso, auditório e sala de música. - Restauro da Estação Ferroviária de Paulo de Frontin (RJ) – projeto incentivado via lei federal de incentivo à cultura (PRONAC 185747 e PRONAC 193912), com patrocínio da MRS Logística, no valor aprovado de R$ 4.545.141,81 - coordenação de projeto – início 2018 e previsão de entrega jul 2023 – trata-se do restauro da antiga Estação Ferroviária da cidade para a transformação do prédio em um centro cultural para o município de Paulo de Frontin. O centro cultural contará com um café, salas multiuso, centro de informações e espaço sobre o eng. Paulo de Frontin. - Arte nas Estações - 1a edição - MG – projeto incentivado via lei federal de incentivo à cultura (PRONAC 201292), com patrocínio da Vale, no valor aprovado de 2.506.690,20 - coordenação de projeto - início em fevereiro de 2023 e em fase de execução - Nove exposições itinerantes que apresentaram parte do acervo do Museu Internacional de Arte Naif em três cidades mineiras, Ouro Preto, Congonhas e Conselheiro Lafaiete. Além das exposições gratuitas, o projeto realiza um amplo projeto educativo voltado para crianças e professores das escolas públicas da região. https://artenasestacoes.com.br/ Coordenador Artística – Fábio Szwarcwald Formado em Economia pela UERJ, tem MBA em Finanças pelo IBMEC, MBA Gestao Empresarial pela FGV. Trabalhou no mercado financeiro por 22 anos (Bancos Garantia, GulfInvest, Banco Votorantim e Credit Suisse). Foi Diretor da Escola de Artes Visuais do Parque Lage de 2017 a 2019 e, em janeiro 2020, assumiu a Diretoria Executiva do MAM Rio ficando até fevereiro de 2022. Hoje é sócio da W3block. É membro do Conselho Internacional do New Museum de NY, do Conselho Consultivo da Osesp, do Conselho de Economia Criativa da Firjan e do Conselho da Cidade do Rio. Membro do comitê estratégico da Oi Futuro, Colunista de Arte Visuais da Veja Rio. Fabio Szwarcwald fez uma gestão exemplar como diretor da Escola de Artes Visuais (EAV) do Parque Lage, no Rio de Janeiro, no biênio 2017-2018. Criou um programa de formação gratuita, que beneficiou 264 alunos com bolsas de estudo integral, sendo 25 para artistas vindos das periferias. Em 2018, arrecadou R$ 1 milhão em crowdfunding para a remontagem da exposição Queermuseu no Rio de Janeiro, que recebeu 40 mil pessoas em 28 dias, atraindo para o Parque pessoas que nunca tinha visitado o local. Com uma bagagem de 22 anos de experiência em operações financeiras, Szwarcwald desenvolveu em uma das mais tradicionais instituições culturais públicas do Rio de Janeiro um modelo de gestão privada. Fez um trabalho de saneamento das finanças, desenvolveu novos projetos e novo modelo vitorioso de captação com foco na independência financeira. Em janeiro de 2020, apontado pelo Conselho de Administração do museu como o seu novo diretor executivo, iniciou a gestão com a meta de torná-lo mais acessível, acolhedor, diverso, transparente e sustentável economicamente. O compromisso foi ampliar a captação junto a parceiros e empresas privadas, bem como ampliar a visitação e o reconhecimento da programação. Entre os objetivos iniciais estavam investir na formação dos artistas e dos públicos, com a reabertura do Bloco Escola, a oferta de bolsas de estudo e um programa sólido de residências artísticas para os mais variados públicos. Focou nas aberturas de exposições, em uma inédita chamada aberta para a contratação de diretoria artística, no estabelecimento da gratuidade na visitação, e na digitalização da programação. A internet não seria apenas um recurso de emergência, mas uma estratégia de programação, comunicação e de futuro, ampliando o alcance do museu e permitindo seu reposicionamento como uma instituição do presente. Em julho de 2020, quando a Cinemateca do MAM completou 65 anos, um canal de transmissão online foi inaugurado. O público alcançado passou a abranger outras cidades, estados e países. Com todos os desafios vividos em 2020 e 2021, o novo momento do MAM traz um histórico intenso de atividades, com presença constante na cultura da cidade e do país, e com um crescimento bastante expressivo no número de apoiadores da instituição chegando a mais de 28 novas empresas. O novo momento do MAM Rio é o resultado de uma gestão com a convicção de que o museu, como espaço de criação e formação, traz uma contribuição fundamental à vida das nossas comunidades, possibilitando que a arte transforme a vida das pessoas. Curador – Ulisses Carrilho Ulisses Carrilho (Porto Alegre, 1990) é curador da Escola de Artes Visuais do Parque Lage e ex-aluno da mesma escola. Pós graduado em Economia da Cultura (UFRGS), estudou Comunicação Social (PUCRS) e Letras – Português/Francês (UFRGS). Como aluno da Escola, ganhou bolsa-residência para desenvolvimento de projeto no Lugar a Dudas (Cali, Colômbia) onde realizou a mostra “Aquí mis crímenes no serian de amor”. Iniciou sua trajetória como assistente de direção do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul. Integrou a equipe de relacionamento institucional da Fundação Bienal do Mercosul (Porto Alegre) e da galeria Rolando Anselmi (Berlim, Alemanha). Na equipe da curadora Luiza Proença, editou as publicações da 9a Bienal do Mercosul. Contribuiu com textos para o catálogo da 32ª Bienal de São Paulo, além de revistas e periódicos de arte. Sua pesquisa no âmbito da intersecção das artes e da educação mira contra narrativas, críticas à lógica de produção do capitalismo cognitivo. Interessa-se por manifestações de insubordinação, desobediência e indisciplina e uma pesquisa da intimidade como dispositivo pedagógico. Em 2017, participou da residência Intervalo-Escola, em torno de uma escola de floresta na Floresta Amazônica (Rio Tupana e Igapó-Açu). Desde 2015 trabalha na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, com Lisette Lagnado, como assistente de direção e curador assistente. Em 2018, assumiu a curadoria de Ensino e Programa Público da escola. Vive no Rio de Janeiro. Produção Executiva - Izabel Campello Izabel Campello é sócia fundadora da Faceta Produções, trabalha há mais de 20 anos com projetos culturais, coordenando e produzindo especialmente exposições e museus, Trabalhou com curadores como Marcello Dantas, Alfons Hug, Marcelo Campos e Marcos Lontra, e em exposições dos artistas Anish Kapoor, Patricia Piccinini, Ivan Serpa, Ai Weiwei, entre outros, trabalhando em projetos realizados nas principais instituições culturais, como Museu de Arte do Rio (MAR), Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), Museu do Amanhã e Oi Futuro, entre outros. Responsável pela coordenação de produção e produção executiva do Museu da Gente Sergipana, inaugurado em 2011 em Aracaju, Sergipe. Atualmente o museu é o mais visitado do Nordeste e recebeu em 2018 a Ordem do Mérito Cultural, o maior prêmio do Ministério da Cultura. Foi sócia da Artitude Produções entre 2010 e 2016, entre 2012 e 2015 foi gerente de produção da 32Bits Criações Digitais.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.