| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 54995261000118 | Stoller do Brasil Ltda. | 1900-01-01 | R$ 450,0 mil |
| 60476884000187 | Mahle Metal Leve S.A | 1900-01-01 | R$ 300,0 mil |
| 57040040000184 | Matera Systems Informática S.A. | 1900-01-01 | R$ 19,6 mil |
Aulas de ballet clássico para crianças e jovens oriundos de escolas públicas e de regiões periféricas das cidades em que o projeto será executado. Aulas dadas em locais adaptados nos territórios em que residem os participantes. Durante o ano os alunos serão preparados para apresentações em público, em teatros das cidades em que o projeto será executado.
ESPETÁCULO 1: CoppéliaPRIMEIRO ATOEm uma pequena aldeia na Galícia, vivia um velho e estranho homem chamado Dr. Coppélius. Todos tinham medo dele por sua fama de louco e mágico.Na sacada da casa do Dr. Coppélius havia uma linda garota que sempre ficava imóvel lendo um livro. Swanilda e Franz, um casal de namorados e habitantes da aldeia, achavam estranho o comportamento da menina da sacada que não respondia a nenhum chamado.Franz, quando se viu sozinho com a estranha, fez galanteios. Jogou-lhe um beijo e achou que foi correspondido, o que deu a ele a esperança de aproximação. Swanilda, enciumada, observando a cena de longe, disse a ele que o namoro entre os dois estava terminado.Na praça, os camponeses estão dançando a mazurca, enquanto Swanilda e Franz se encontram novamente. Swanilda quer fazer o teste do triguinho, para comprovar o amor de Franz, mas fica desapontada ao não ouvir nada. Ele insiste que ouve, o que significaria a harmonização do amor entre o casal.Dr. Coppélius, ao sair de casa para beber, acidentalmente deixa cair a chave da porta. Swanilda, ao perceber o descuido do Dr. Coppélius, e determinada a saber quem é a garota, pega a chave e com suas amigas entra na casa do Dr. Coppélius.Dr. Coppélius volta para casa, apurado, ao perceber que perdeu a chave pelo caminho e, ao encontrar a porta aberta, entra para expulsar o intruso. Sem saber que Swanilda havia invadido a casa, Franz coloca uma escada na sacada para visitar a garota misteriosa.SEGUNDO ATOSwanilda e suas amigas entram em uma sala repleta de pessoas que não se movem. Elas descobrem que essas pessoas são, na verdade, bonecos mecânicos em tamanho real. Elas dão corda aos bonecos e se divertem com eles. Swanilda encontra também Coppélia, a tal menina dedicada à leitura, atrás de uma cortina, e descobre que ela também é uma boneca. Dr. Coppéllius entra e flagra as moças. Ele fica furioso com elas, não somente pela invasão, mas também por bagunçar sua oficina. Ele põe todas para fora e começa a arrumar a confusão, mas vendo Franz entrar pela janela, fica muito irritado por ter mais um intruso em sua casa.Depois de acalmados os ânimos, Franz revela que gostaria de conhecer a garota da sacada. O inventor deseja dar vida a Coppélia mas, para isso, necessita de um sacrifício humano, e arquiteta um plano em sua mente. Ele pretende transferir o espírito de Franz para Coppélia, por meio de artifícios mágicos. Então, dá ao rapaz uma bebida, que o deixa adormecido, e começa a preparar a sua mágica.O entanto, Dr. Coppéllius não expulsou todas as meninas. Swanilda ainda está lá, escondida atrás de uma cortina. Ela se veste com as roupas de Coppélia, e preocupada com a vida de Franz, faz um teatro para enganar Dr. Coppélius dando vida à boneca. Swanilda acorda Franz e ativa todos os bonecos para facilitar a sua fuga da casa. Dr. Coppélius fica confuso e triste ao encontrar Coppélia sem vida, atrás de uma cortina.TERCEIRO ATOSwanilda está furiosa com Franz e mesmo depois de uma grande discussão nada a acalma. Só há ma maneira de refazer o amor entre o casal: a interferência de um ser divino. Cupido, que com suas flechas certeiras sela o coração dos enamorados, traz de volta a harmonia entre os dois, que logo decidem se casar.ROTEIROPRIMEIRO ATOCena 1 - Swanilda e Franz namoram quando vêm uma jovem, Coppélia, na varanda da casa de Coppélius.Cena 2 - Franz se mostra encantado pela moça enquanto Swanilda, enciumada, tenta conversar com a jovem sem êxito.Cena 3 - Habitantes da aldeia dançam uma Mazurca. Franz e os amigos se juntam a eles.Cena 4 - Um jovem casal da aldeia dança e testa a lenda do triguinho encantado.Cena 5 - Coppélius sai de casa com Coppélia e os amigos de Franz dançam com ela, mas notam que ela é diferente.Cena 6 - Coppélius,irritado, leva Coppélia de volta à casa.Cena 7 - Swanilda dança com suas amigas.Cena 8 - Ao anoitecer,Coppélius sai e, sem querer, deixa cair a chave da sua casa.Cena 9 - Swanilda e as amigas pegam a chave e entram na casa de Coppelius com muito medo.Cena 10 - Coppélius retorna à casa.Cena 11 - Franz tem a ideia de entrar na casa de Coppélius com uma escada apoiada na sacada. SEGUNDO ATOCena 12 - Swanilda e as amigas brincam com os bonecos da casa de Coppélius.Cena 13 - Bonecas Russas dançam.Cena 14 - Bonecas Espanholas dançam.Cena 15 - Swanilda e amigas descobrem que Coppélia é uma boneca.Cena 16 - Coppélius chega e as expulsa de sua casa, mas Swanilda se esconde no lugar onde Coppélia está.Cena 17 - Coppélius, cansado, adormece na cadeira.Cena 18 - Bonecas Escocesas dançam.Cena 19 - Franz entra na casa de Coppélius pela sacada. Coppélius o vê e briga com ele. Franz diz estar apaixonado por Coppélia.Cena 20 - Coppélius, feliz com a revelação de Franz, oferece uma bebida a ele. Franz fica completamente bêbado e adormece.Cena 21 - Coppélius tira Coppélia do seu esconderijo, mas na verdade, ela é Swanilda que vestiu as roupas de Coppélia.Cena 22 - Coppélius, lendo um livro de magia, tenta colocar a força vital de Franz no corpo inanimado de Coppélia.Cena 23 - Swanilda brinca com Coppélius fazendo-o acreditar que ela tem vida, mas, ao final, faz com que ele veja a verdadeira Coppélia despida e inerte.Cena 24 - Antes de sair, ela acorda Franz e lhe mostra a boneca despida, deixando Coppélius desolado.TERCEIRO ATOCena 25 - Camponeses da aldeia dançam.Cena 26 - Um trio de camponeses dança.Cena 27 - Outro grupo de habitantes da aldeia dança.Cena 28 - Franz e Swanilda dançam para celebrar o seu casamento. Fim.
OBJETIVO GERAL Ensinar dança para crianças em idade escolar, que se encontram em situação de vulnerabilidade social e pessoal, visando a montagem de espetáculos de balé e a democratização do acesso a bens culturais às populações das periferias das cidades onde serão feitas as apresentações. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1. Produto CURSO/OFICINA/ESTÁGIO: Atender 350 crianças, adolescentes e jovens, de escolas públicas, selecionadas em regiões vulneráveis e realizar durante 11 meses oficinas de balé, de uma a quatro vezes por semana, para 21 turmas, com diferentes adiantamentos, totalizando uma estimativa de 3.480 horas aula, durante a execução do projeto. 2. Produto ESPETÁCULOS DE ARTES CÊNICAS: Realizar um total de 10 (dez) apresentações de dois espetáculos, um sendo "Coppélia" e o outro a definir.
É importante contar com o mecanismo de incentivo fiscal para este projeto, para que se possa garantir a participação nele de pessoas que têm muitas dificuldades de acesso a produtos culturais, em conformidade com o Art. 4º da Lei 8069/90, ECA Estatuto da Criança e do Adolescente, (é dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária) (grifos nosso). Também é importante para oferecer oportunidade a profissionais da dança de transmitirem seus conhecimentos nos cursos e exercitarem a sua criatividade na montagem de coreografias e dos espetáculos. O projeto enquadra-se no Art. 1º da Lei 8313/91, incisos I (contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais), III (apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores) e VIII (estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória) e por meio de sua execução serão alcançados, pelo menos, os objetivos elencados nos Incisos Ia (incentivo à formação artística e cultural, mediante concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil), IIe (fomento à produção cultural e artística, mediante realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres) e IVa (estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos) do Art. 3º da mesma lei. Também o projeto se enquadra como um projeto educativo, em inteira conformidade com o item XLVIII do Anexo I da IN 01/2023 (Projeto educativo: projeto voltado à formação de público na área cultural com plano pedagógico próprio e público-alvo composto prioritariamente por estudantes de qualquer nível escolar ou beneficiários de baixa renda).
Devido às características do projeto e sua longevidade, que lhe confere uma metodologia sólida e muito testada, com muito bons resultados, os próprios patrocinadores têm estimulado a sua expansão para outras cidades, ampliando a sua abrangência. Esse fato também tem proporcionado aos seus integrantes realizar apresentações fora de sua cidade, o que além de muito estimulante, amplia os seus horizontes e repertório cultural. Na planilha financeira o gasto com material para aulas e apresentações foi todo lançado em Campinas porque as compras são feitas de maneira agrupada, por economia e racionalidade, facilitando também a prestação de contas, por contarmos com comprovantes únicos de despesa. Pelo mesmo motivo são lançadas apenas em Campinas as despesas com a coordenação geral, camareira e costureira. A coordenadora geral do projeto é membro da Academia Campineira de Letras e Artes (ACLA) e participa regularmente das reuniões dessa Academia como representante do segmento de dança, valorizando esse segmento na cidade. Vale destacar ainda que esse projeto se iniciou no ano de 2001, timidamente. Com o tempo foi crescendo e obtendo a adesão de diversos patrocinadores, iniciando sua expansão para outras cidades em 2008, com o início das atividades em Mogi Guaçu. Depois atingindo Itajubá em 2016 e, mais recentemente, a cidade de Cosmópolis em 2019 e Mogi Mirim em 2022. A escolha dessas cidades deveu-se ao apoio do poder público municipal, geralmente através das Secretarias de Cultura e/ou Educação, das empresas patrocinadoras nelas sediadas e da disponibilidade de profissionais da dança que abraçaram o projeto, garantindo-se assim condições mínimas para a manutenção do espírito e qualidade do projeto.
PROJETO TÉCNICO E PEDAGÓGICO 1. Resumo dos Conteúdos Ministrados - Aulas práticas de balé clássico seguindo o método RAD para os níveis: primary, primeiro grau, segundo grau, terceiro grau, quarto grau e quinto grau. Para os mais adiantados Intermediate, Advanced I e Advanced II. - Nomenclatura relativa à prática do método. - Dissertações sobre a história da dança, com ênfase em balés de repertório. - Importância da Arte e Cultura na formação do Cidadão. 2. Equipe Técnica - Lucia Teixeira - Coordenadora e responsável técnica - Rosana Presente - Diretora artística, coreógrafa e professora - Daniela Steck - Professora e coreógrafa - Rubén Terranova - Professor e coreógrafo - Carlos Santos - Professor, bailarino e coreógrafo - Keila Muniz - Professora e coreógrafa 3. Objetivo Geral - Ensinar dança clássica para crianças em idade escolar, que se encontram em situação de vulnerabilidade social e pessoal, visando a montagem e apresentação de espetáculos de balé. 4. Objetivos Específicos - Já apresentados na proposta do projeto. 5. Cliente/ Público-alvo - Alunos do ensino fundamental e médio de escolas públicas, na faixa etária de 7 a 18 anos. 6. Carga Horária Completa - 5 turmas x 2 h/semana = 10 h aula/semana clássico (Campinas) - 4 turmas x 3 h/semana = 12 h aula/semana clássico (Campinas) - 2 turmas x 9 h/semana = 18 h aula/semana clássico (Campinas) + 3 h/semana = 6 h aula/semana contemporâneo/moderna (Campinas) - 4 turmas x 3 h/semana = 12 h aula/semana clássico (Mogi-Guaçu) - 2 turmas x 4 h/semana = 8 h aula/semana clássico (Itajubá) - 2 turmas x 2 h/semana = 4 h aula/semana clássico (Cosmópolis) - 1 turma x 0,5 h/semana = 0,5 h aula/semana clássico (Cosmópolis) – pessoal c/ limitações - 1 turma x 2 h/semana = 2 h aula/semana clássico (Mogi Mirim) OBS.: Estão previstas quatro reuniões gerais com os professores ao longo do ano. 7. Metodologia que será aplicada - Segue a escola inglesa RAD, reconhecida internacionalmente pela adequação dos movimentos à idade das crianças e adolescentes em cada grau. 8. Material Didático - Apostilas com o programa escrito RAD a ser desenvolvido na prática. - DVDs de balés de repertório. - CDs com músicas para aulas, balés de repertório e música erudita em geral. - Eventuais textos sobre matérias relativas à dança e à arte e cultura. - Eventuais textos sobre questões comportamentais, higiene, educação etc. PROGRAMA (O Quebra-Nozes) - Livreto de 8 páginas, medida aberto 420 x 280 mm e fechado 105 x 280 mm, miolo em couchê fosco 180 g/m2, 4x4 cores, verniz de máquina frente/verso em todo o material, tiragem de 800 exemplares para duas apresentações em Campinas. PROGRAMA (Espetáculo 2) - Livreto de 6 páginas, medida aberto 300 x 220 mm e fechado 100 x 220 mm, miolo em couchê fosco 180 g/m2, 4x4 cores, verniz de máquina frente/verso em todo o material, tiragem de 400 exemplares para duas apresentações em Mogi Guaçu, 400 para quatro apresentações em Campinas (teatro na periferia), 200 para uma apresentação em Itajubá e 150 para uma apresentação em Cosmópolis.
PRODUTO: CURSO/ OFICINA/ ESTÁGIO ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA – As aulas de balé são oferecidas em muitos locais e diferentes cidades, sendo que a maioria deles já oferecem boa acessibilidade, compreendendo rampas de acesso, corrimãos, banheiros adaptados, áreas de alimentação e de circulação. Contudo, o projeto tem recebido uma baixa demanda de pessoas com deficiências para as aulas de balé. Não sabemos se é porque mesmo para pessoas sem qualquer deficiência, nesse tipo de público das periferias das cidades, o balé ainda é pouco demandado, ou porque a própria deficiência, numa sociedade ainda muito pouco inclusiva, iniba os pais de procurar o projeto. Dada a complexidade da inclusão de pessoas com deficiências em aulas de balé, vale a pena aprofundar na história e no objetivo do projeto. Ele nasce a pouco mais de 22 anos como uma oficina de um programa que acontecia em Campinas nomeado de “Ame a Vida sem Drogas”, patrocinado pela Fundação FEAC. Seu sucesso levou à estruturação de um projeto mais robusto, para atender crianças e adolescentes da periferia da cidade, em situação de vulnerabilidade social e sem oportunidades culturais. Um típico projeto social e cultural. Em 2001, obtivemos a primeira aprovação pela Lei Rouanet e, desde lá, temos obtido sucessivas aprovações. Ao longo desses anos, passaram pelo projeto mais de 4.000 crianças e foi realizada intensa formação de público, que antes não acessava programas culturais. Os resultados são muitos, atestados pelo número e fidelidade de patrocinadores conquistados, mas não cabe aqui se estender sobre esse assunto. Esse preâmbulo é para mostrar o objetivo claro do projeto, que sempre foi muito inclusivo com pessoas em vulnerabilidade social. Até por isso, sempre que aparece uma demanda por pessoa com deficiência, faz-se o máximo para incluí-la nas atividades. Ocorre que é raro isso acontecer. No entanto, temos vários casos de crianças hiperativas, e um caso de uma criança autista, que participou do projeto dos 8 aos 11 anos de idade, frequentando as oficinas e participando das apresentações normalmente. Portanto, sempre levamos em conta, dentro das possibilidades do projeto, os postulados da Lei 13.146/2015 e do Decreto 3298/99 que a precedeu, por entender ser fundamental essa inclusão. O projeto visa um objetivo sociocultural de muito valor, mas nunca deixou de incluir pessoas com deficiência que o demandam. Aqui vale destacar outro exemplo que vem ocorrendo nas oficinas da cidade de Cosmópolis. Como as oficinas são oferecidas numa escola pública que possui três salas de aulas com alunos com variadas deficiências neurológicas e físicas e, alguns deles, demonstraram interesse pelo balé, foi formada em 2017 uma turma com cerca de 10 crianças, às quais é oferecida uma aula de 30 minutos por semana. Nessa oficina a professora de balé recebe o apoio das educadoras para alunos especiais da escola e, nas apresentações, cada aluno especial dança ao lado de outro aluno sem deficiência. É ainda uma experiência, que foi interrompida durante a pandemia e retomada em 2022, mas que está dando bons resultados e trazendo muitos aprendizados. Há na escola uma aluna surda que faz a oficina com as crianças sem deficiências. Ela fica na primeira fila da turma, bem na frente da professora de balé. Essa aluna consegue fazer leitura labial e gestual da professora. Trazidos esses relatos, entendemos que dentro das condições do projeto, sem desviar de seu objetivo original que é também muito meritório, atendemos satisfatoriamente os postulados da lei 13146/2015 e dos decretos 3298/1999 e 9404/2018. Invocamos ainda o inciso VI do artigo 3º da mesma lei 13146/2015 (adaptações razoáveis: adaptações, modificações e ajustes necessários e adequados que não acarretem ônus desproporcional e indevido, quando requeridos em cada caso, a fim de assegurar que a pessoa com deficiência possa gozar ou exercer, em igualdade de condições e oportunidades com as demais pessoas, todos os direitos e liberdades fundamentais), para reafirmar que dentro daquilo que é razoável, e com as devidas adaptações, temos incluído todas as crianças com deficiências que procuram o projeto e, assim, seguiremos. ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL – Também, para esse tipo de acessibilidade, cabem as explicações acima, com destaque para a experiência que temos executado na cidade de Cosmópolis. ITEM DA PLANILHA FINANCEIRA: Não se aplica pelas razões já expostas no item. PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA - rampas, corrimãos, banheiros adaptados, assentos para obesos, lugares especiais para deficientes físicos e áreas de circulação adequadas. Nas apresentações são garantidos lugares especiais para pessoas com mobilidade reduzida e outras necessidades especiais (art. 25 da IN 01/2023). Os teatros onde normalmente são feitas as apresentações (Teatro José de Castro Mendes, Teatro Sesi Amoreiras, Espaço Cultural Maria Monteiro, todos em Campinas, Centro Cultural de Mogi Guaçu, Theatro Municipal de Paulínia, Teatro Municipal de Itajubá e Auditório Municipal de Cosmópolis) possuem boa estrutura de acessibilidade para pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e idosas. Sempre que nos depararmos com limitações estruturais todo esforço será envidado para garantir acesso a essas pessoas, com a utilização de rampas e/ou praticáveis móveis adaptados e reserva de lugares especiais na plateia, com boa visibilidade. ITEM DA PLANILHA FINANCEIRA: Não se aplica porque os locais das apresentações já possuem esses recursos de acessibilidade. ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL - Neste projeto, já há alguns anos realizamos com muito sucesso antes de cada apresentação, uma locução descritiva resumida do que será apresentado no palco, a qual é traduzida por um intérprete de libras. A cada ano fazemos isso com melhorias, face ao aprendizado obtido com cerca de 100 pessoas com deficiência auditiva que já assistiram aos nossos espetáculos. Além disso, normalmente são contatadas entidades assistenciais que cuidam de pessoas com deficiência auditiva e/ou de fala, visando a distribuição de cotas de ingressos gratuitos para os espetáculos, o que potencializa um maior acesso a pessoas portadoras dessas deficiências. Também, como sempre, haverá gravação em vídeo de um dos espetáculos de forma completa, incluindo essa locução e a tradução em libras. O vídeo será disponibilizado na internet pelo YouTube. No caso de deficientes audiovisuais, quando a deficiência é parcial, eles podem ouvir as explicações dadas antes do início dos espetáculos, que também é traduzida em libras. Normalmente esses deficientes são acompanhados de pessoa guia, que os orienta e explica o que está ocorrendo no palco. Pessoas com deficiência intensa têm muito maior dificuldade de assistir espetáculos de artes cênicas, mas caso desejem podem se fazer acompanhar de guia como no caso já referido, embora isso ocorra raramente. Em ambos os casos, quando somos informados, procuramos dar atenção especial para acomodá-los na plateia, além de disponibilizar ingresso gratuito para o(a) deficiente e o(a) acompanhante. Mais comum, no entanto, é o desejo desses deficientes acessarem os espetáculos em suas casas, por meio de vídeos gravados e disponibilizados com audiodescrição (AD). Portanto, apresentaremos essa inovação nos vídeos gravados das apresentações que serão disponibilizados no canal YouTube. ITEM NA PLANILHA FINANCEIRA: 9, 23, 33 e 44 (intérprete de libras), 7, 13, 31, 39 (audiodescrição) e 11, 28, 37, 48 (vídeo)
PRODUTO: CURSO/ OFICINA/ ESTÁGIO O acesso aos cursos/oficinas oferecidos no projeto será totalmente gratuito, incluindo aí as aulas, todo o material exigido para a prática e o transporte quando as aulas forem na academia. Lembrando que a maioria das aulas são oferecidas nas regiões onde residem as crianças e adolescentes, o que facilita a participação sem exigência de transporte. A seleção dos novos alunos será feita pela coordenação do projeto e professores, levando-se em conta a matrícula em escola pública e critérios técnicos, tais como: musicalidade, ritmo, coordenação motora, físico, flexibilidade, interesse e disponibilidade. Os alunos são atendidos gratuitamente no projeto, frequentam escolas públicas, são provenientes de famílias que, em sua maioria, vivem situação de vulnerabilidade social, são beneficiárias do bolsa família e CadÚnico. Por essas razões considera-se que o projeto atende com sobras o inciso II do artigo 27, da IN 01/2023 (mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo) e o inciso I do artigo 28, da IN 01/2023 (doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento)), uma vez que praticamente a totalidade dos atendidos vive em vulnerabilidade social e são todos atendidos gratuitamente. PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS O acesso às apresentações dos espetáculos será totalmente franqueado, com ampla divulgação nas regiões onde o projeto é executado, favorecendo as famílias com menor acesso a bens culturais. Serão reservados dois ingressos por participante do projeto, por apresentação, propiciando que seus familiares possam garantir presença na plateia dos espetáculos. Nada impede que outros familiares e amigos acessem os ingressos gratuitos nas bilheterias dos teatros, submetendo-se ao mesmo critério de distribuição estabelecidos para o público em geral. Todos os demais ingressos, incluindo aqueles reservados para convidados da imprensa, dos patrocinadores e da produção do espetáculo serão distribuídos na bilheteria dos teatros, em conformidade com o art. 27, § 8º, da IN 01/2023 (a distribuição gratuita prevista no inciso II do caput, deverá ocorrer, preferencialmente, nos pontos de venda do produto cultural). Aqueles convidados que não pegarem os ingressos reservados, até 15 minutos antes do início estabelecido para a apresentação, perderão esse direito e os ingressos serão distribuídos a quem estiver aguardando na fila comum de distribuição. Como está estimado um público de 2.900 pessoas acessando todas as apresentações, o atendimento ao inciso II do artigo 27 e ao inciso I do artigo 28, da IN 01/2023, exige a distribuição gratuita, de caráter social e educativo a 20% desse público, ou seja, 580 ingressos. Como serão distribuídos gratuitamente dois ingressos por aluno, para seus familiares, só essa ação atingirá, no mínimo, 700 pessoas em vulnerabilidade social, beneficiárias do bolsa família e CadÚnico, atendendo os requisitos dos mencionados artigos da IN 01/2023. Entende-se que essas medidas, além da disponibilização das gravações dos espetáculos no YouTube, como exigido no inciso IV do artigo 28, da IN 01/2023 (disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, dasatividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal), garantirão ampla acessibilidade aos espetáculos. Na planilha financeira nos itens 7, 11, 13, 28, 31, 37, 39 e 48 estão previstos recursos para a gravação em vídeo das apresentações com audiodescrição. Essas gravações serão postadas na internet, no YouTube.
FICHA TÉCNICA A dirigente fará a coordenação geral do projeto, contratando todos os demais colaboradores, contatando patrocinadores, selecionando juntamente com a equipe os participantes, definindo os locais de execução do projeto e a função de cada colaborador, definindo os temas dos espetáculos, dias e locais das apresentações, fazendo os pagamentos e preparando a prestação de contas, com apoio de um contador, e preparando o relatório final com toda a documentação exigida. LUCIA HELENA NEGRI TEIXEIRA - 69 anos, dirigente, coordenadora geral. ● Dirigiu em 2022 os espetáculos “A Cor Dar”, apresentado em Campinas, Mogi Guaçu, Cosmópolis e Itajubá e “O Quebra-Nozes”, apresentado em Campinas e Mogi Guaçu. ● Dirigiu em 2021 o espetáculo "Acreditar", apresentado em Campinas e Mogi Guaçu. ● Dirigiu em 2020 o espetáculo "O Natal da Esperança", apresentado em live nos canais YouTube e Instagran. ● Dirigiu em 2019 o espetáculo “A Alma da Terra”, apresentado em Campinas, Mogi Guaçu e Itajubá, a “2ª Noite de Arte”, apresentada em Campinas e “O Quebra-Nozes”, apresentado em Paulínia. ● Dirigiu em 2018 os espetáculos “As Estações” e “1ª Noite de Arte”, apresentados em Campinas e “O Quebra-Nozes”, apresentado em Campinas, Mogi Guaçu e Itajubá. ● Dirigiu em 2017 o espetáculo “As Estações”, apresentado em Campinas e Itajubá e “O Quebra-Nozes”, apresentado em Campinas e Mogi Guaçu. ● Dirigiu em 2016 o espetáculo "Coppélia", apresentado em Campinas e Itajubá e "O Quebra-Nozes", apresentado em Campinas e Mogi Guaçu. ● Dirigiu em 2015 o espetáculo "A Arte de Ser Feliz", apresentado em Campinas e em Mogi Guaçu e "O Quebra-Nozes", apresentado no Teatro Municipal Castro Mendes em Campinas. ● Dirigiu em 2014 as "Gala 2014", apresentadas em Campinas e Mogi Guaçu e o ballet "O Quebra-Nozes", apresentado no Theatro Municipal de Paulínia. ● Dirigiu em 2013 as "Gala 2013", apresentadas em Campinas e Mogi Guaçu e o "Concerto de Gala", juntamente com a pianista Sonia Rubinsky, no Teatro Municipal Castro Mendes. ● Dirigiu em outros anos vários espetáculos tais como: Giselle, Um Natal Mágico, Meio Ambiente Musical, La Fille Mal Gardée, A Fantástica Fábrica de Natal. ● Participou das produções das óperas "Don Giovanni" (2005) e "Lo Schiavo" (2004), apresentadas no Teatro Municipal Castro Mendes com a Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas. ● Portadora de DRT como bailarina e coreógrafa. ROSANA MARIA PRESENTE - 64 anos, diretora artística, examinadora da Royal, professora e coreógrafa. ● Graduada em Relações Públicas pela PUC Campinas ● Graduada como bailarina advanced II pela Royal Academy of Dance (RAD) of London ● Pós-Graduada pela RAD em: - Anatomia relativa à dança - História da dança - Música aplicada a dança - Psicologia no ensino da dança ● Examinadora da Royal Academy of Dance of London, em nível internacional, do método RAD aplicado nos cinco continentes. ● Dançou como 1a bailarina da Academia Lina Penteado de Campinas os ballets: O Lago dos Cisnes, Don Quixote, entre outros. ● Montou e dirigiu vários ballets de repertório, tais como: Paquita, Don Quixote, Coppélia, O Quebra-Nozes, La Fille Mal Gardée, Giselle, entre outros. ● Portadora de DRT como bailarina e coreógrafa. RUBÉN DANIEL TERRANOVA - 71 anos, professor de balé moderno e coreógrafo. ● Coreografou em abril/2017 para o Ballet de Astana, no Cazaquistão. ● Bailarino, professor, coreógrafo e pesquisador de dança moderna. ● Iniciou os estudos de dança na Escola Municipal de Bailados, Buenos Aires, Argentina. ● Dançou em teatros da Argentina, Espanha, Itália, Chile e Brasil. ● Ministrou cursos e workshops: Ballet Ismael Guiser, Raça Companhia de Dança, Ballet Stagium, Dança Ribeirão e Passo de Arte. ● Coreografou os grupos: Rama, Galpão a, Studio A, Sandra Godoy, Ballet Expressão, Corpo Livre, Coreto Cultura, Laboratório de Dança e Cia de Dança de Campinas. ● Trabalhos coreográficos premiados em festivais no Brasil e exterior: Enda Brasil, Festival de Dança de Joinville, Passo de Arte, Dança Ribeirão, Festival de Danza de Cuba, Festival de Dança de Barna (Bulgária). DANIELA STECK – 53 anos, professora de balé clássico, coreógrafa. ● Iniciou os estudos de ballet clássico em Campinas na Academia de Ballet Lina Penteado. ● Graduada pela Royal Academy of Dance de Londres (advanced). ● Integrou como solista a Cia de Dança Lina Penteado. ● Desenvolveu estudos de dança com bolsa (2 anos), nível superior, na RAD Londres. ● Formou-se pela Imperial Society of Teachers of Dancing - ISTD, na Inglaterra. ● Admitida como solista no Performing Group, UK, sob a direção artística de Stuart Beckett. ● Selecionada internacionalmente com Bolsa integral para atender o 24th International Summer School da RAD em Londres, Inglaterra. ● Convidada a frequentar o Solo Seal (RAD) sob orientação de Mrs. Afreda Thorogood e Mr. David Wall, ambos do Royal Ballet. ● Classificada para a final do concurso Noreen Busch Awards, Inglaterra, UK. ● Retornou à Cia. de Dança Lina Penteado, sob a direção artística de Sacha Svetloff. Apresentou-se por toda a Região Sudeste, Nordeste e Sul do Brasil. ● Recebeu Bolsa de estudos integral para atender The 9th Annual Ballet Teacher Seminar and Student Conference - Russian Method, na Universidade de Michigan, EUA. ● Aperfeiçoou-se no método Russo, participou de workshops em dança-teatro e integrou o Grupo de Dança Ismael Guiser, em São Paulo. ● Professora de ballet nas academias: Lina Penteado, Cisne Negro, Bio Ritmo, Grupo de Dança Phalibis, Instituto de Orientação Artística (Jundiaí), Iris Ativa - Lina Penteado e Ballet Harmonia. CARLOS SILVA SANTOS – 32 anos, professor de balé clássico e moderno, coreógrafo. ● Iniciou seus estudos de ballet clássico aos 10 anos no Projeto Dança e Cidadania em Campinas, onde teve sua formação pautada no método da Royal Academy of Dance, finalizando o ciclo Advanced II com distinção, em 2010. ● Iniciou sua carreira internacional em 2011, quando foi convidado para integrar a companhia Joburg Ballet, em Joanesburgo, África do Sul, estreando com o ballet “Romeu e Julieta” e, nesse mesmo ano, estreou como solista principal em “A bela Adormecida”. ● Trabalhou na companhia Joburg Ballet até o ano 2014, tendo interpretado papéis principais em Le Corsaire, Giselle, Coppélia e O Quebra-Nozes. Participou da montagem de Cinderela, versão de Ian Mc Donald, interpretando uma das irmãs más. Trabalhou como convidado na companhia Youth Dance Company Tshwane, também na África do Sul. KEILA MUNIZ – 28 anos, bailarina, professora e coreógrafa ● Graduada em Educação Física – Bacharelado pela Faculdade Educacional Anhanguera. ● Graduada como bailarina intermediate, advanced I e II pela RAD Royal Academy of Dance of London. ● Iniciou os estudos de ballet aos 10 anos de idade na Academia de Ballet Harmonia, no Projeto Dança e Cidadania. ● Integrou a Cia de Dança de Campinas da Academia Ballet Harmonia. ● Participou de festivais de dança, tais como: Festidança e Seminário Internacional de Dança de Brasília. ● Participou de cursos de atualização dos programas da Royal Academy of Dance para professores. ● Atuou como solista em ballets como: “Coppélia”, “O Quebra nozes” e “Giselle”. ● Foi convidada para participar da “Gala de Ballet” em São Paulo. ● Atua como professora, bailarina e coreógrafa na Academia Ballet Harmonia e na IAD Lina Penteado.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.