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PRONAC 233614Apresentou prestação de contasMecenato

Reimpressão Graffiti SP

COMG EDITORA E PRODUCAO CULTURAL LTDA
Solicitado
R$ 171,0 mil
Aprovado
R$ 178,7 mil
Captado
R$ 171,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

95.7%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-02-01
Término
2024-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O livro lançado em 2013 foi pioneiro, e ainda hoje é o único a mostrar uma coletânea de 126 grafites, dando voz e nome aos artistas da arte de rua paulistana, hoje reconhecidos nacional e internacionalmente. Mostra grafites que fizeram história, alguns vivos e outros apagados no Beco do Batman e diversas regiões da cidade. O livro é parte da história da arte urbana e homenageia um elenco de 80 grafiteiros, protagonistas de um movimento, que hoje, é um marco da cidade e transformou São Paulo na capital mundial do Graffiti.

Sinopse

O livro lançado em 2013 foi pioneiro, e ainda é um dos únicos que dá voz e nome aos principais autores da arte de rua paulistana, mostrando muitos graffitis que hoje fazem parte da história, seja porque ainda permanecem nos muros da cidade, ou porque já foram apagados. Nos últimos 10 anos, a cena da arte de rua evoluiu muito em diversos aspectos, e o livro Graffiti SP se manteve vivo, vendendo e acompanhando as mudanças. Tornou-se parte da história e, prova disso é sua presença na exposição “Além das Ruas” - como parte da história da arte urbana - em cartaz no Itaú Cultural em São Paulo (junho/julho 2023). Hoje, Binho Ribeiro - que assina o texto de apresentação da do livro Grafitti SP - é renomado artista e curador da street art no Brasil e diversas metrópoles internacionais. A arte de rua paulistana é um marco da cultura de São Paulo, reconhecida como a capital mundial do Graffiti. A origem do grafite vem da transgressão e da ilegalidade. Do hip hop das periferias para o centro da cidade. Por muito tempo foi vista como vandalismo e os grafiteiros como marginais. O movimento quebrou regras e bagunçou hierarquias tradicionais de centro e periferia, preto e branco, rico e pobre, alta e baixa cultura. Uma revolução na estética, no comportamento, tecnologia e comunicação, já incorporados na arte, na moda, na publicidade, no turismo. O Beco do Batman, uma viela desconhecida virou atração turística oficial, e é lugar cheio de visitantes do Brasil e do mundo todo, rodeado de galerias de arte, artistas, um programa típico da cultura paulistana. Hoje, os grafiteiros são heróis, aventureiros, corajosos, artistas bem sucedidos e admirados, que arrebataram as paredes e corações de diversas gerações. Uma arte itinerante, móvel, feita para conquistar, ritualizar, familiarizar e marcar o espaço, o território. Dinâmica, se apaga e se reconstrói. Carrega o ideal de liberdade, do risco e da experimentação. Traz o que cada um tem de único a dizer sem se importar com o julgamento dos outros. Buscam admiração, manifesto e fazem uma arte que não pode ser comprada, mesmo num mundo obcecado por dinheiro. Diálogo entre a obra – o stencil, o mural, o adesivo, com o suporte – a ponte, o muro, o bueiro, o vidro. É a conversa entre a obra artística e a vida nas ruas. Galeria à céu aberto, arte acessível à todos! Estes são valores potentes que inspiram adolescentes e jovens de baixa renda a buscar transformações positivas com exemplos reais e acreditarem que é possível realizar sonhos e melhorar suas vidas e de sua comunidade. Por isso é tão importante a distribuição gratuita dos livros Graffiti SP para esse público. As fotografias de Ricardo Czapski mostram uma coletânea de 123 obras de mais de 80 grafiteiros protagonistas desta manifestação artística que hoje é uma das principais atrações culturais e turísticas de São Paulo, conhecida como a capital mundial do Graffiti. As obras estão identificadas com nomes como Crânio, Speto, Mauro Neri, Enivo, Kobra, Siss, Treco, Mundano, Paulo Ito, entre outros. Textos bilíngue português/inglês.

Objetivos

Objetivos Gerais Democratizar o acesso ao livro de arte Graffiti SP para adolescentes e jovens de baixa renda, através da distribuição gratuita. Dar continuidade à publicação, lançado há 13 anos, um livro vivo, que foi pioneiro ao retratar a arte urbana paulistana e dar nome aos artistas que construíram um movimento hoje reconhecido como um dos melhores e maiores do mundo. Contribuir para a memória da arte urbana, que hoje já tem um lugar na história e o livro Graffiti SP faz parte dela. Muitos dos grafites presentes no livro são marcos importantes que já foram apagados dos muros, como por exemplo, o Batman de Flávio Rossi que deu nome ao Beco do Batman, hoje ponto turístico em São Paulo. Continuar difundindo o grafite brasileiro em países estrangeiros. Continuar inspirando os apreciadores do Graffiti, que de arte marginalizada, hoje decora as paredes de residências, empresas, e trouxe uma transformação positiva na vida de muitos jovens da periferia, que se tornaram artistas profissionais do grafite. Promove a motivação em outros jovens de baixa renda com o exemplo dos grafiteiros que conseguiram melhorar sua vida através de um novo ofício artístico. Estar em consonância com o momento de evidência da arte de rua, que mostra valor histórico, como na exposição "Além das Ruas", no Itaú Cultural, que mostra a linha do tempo do movimento do Graffiti, desde 1960 até hoje, incluindo o livro Graffiti SP na vitrine de livros importantes sobre a arte urbana brasileira. Objetivos Específicos Publicar a reimpressão de 3.000 exemplares do livro Graffiti SP. Realizar a apresentação da Oficina sobre a História do Graffiti de São Paulo para adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social de escolas públicas e organizações da sociedade civil que oferecem educação complementar e de incentivo à arte, leitura e consumo de livros. Esta será a Contrapartida Social do projeto totalmente gratuita. Produzir um audio livro com descrição da imagem de alguns grafites presentes no livro que será destinado para deficientes visuais.

Justificativa

A Lei de Incentivo à Cultura é apropriada para esse projeto por ser artístico, cultural, histórico, e tratar de um tema de interesse e relevância nacional e internacional, que vai contribuir para a valorização e difusão da arte brasileira sem fronteiras ou barreiras econômicas ou sociais. Como se trata de um livro caro para imprimir, seria inviável fazer a distribuição gratuita e sem fins lucrativos. As editoras não investem em livros que não tenham um apelo comercial forte, ou ainda que não vendem em grandes quantidades. Sem o benefício fiscal da Lei de Incentivo à Cultura não seria viável a publicacão desse livro e a realização da ação social de distribuir mais de mil livros para adolescentes de baixa renda. O projeto atende os seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Porque 60% da edição será distribuída gratuitamente, chegando à população de baixa renda e audio livro para acessibilidade de deficientes visuais. II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; O livro Graffiti SP é uma publicação pioneira na promoção da arte de rua paulistana, movimento artístico urbano e periférico, carregado de manifestos e críticas sociais sobre a vida na grande metrópole, feita com recursos dos próprios grafiteiros e grafiteiras, sem nenhum fim comercial. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; O livro Graffiti SP atende essencialmente este inciso, já que valoriza e difunde o conjunto de obras de 80 artistas de rua que construíram a diversidade e a grandeza da cena do graffiti paulistano. IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; Uma das missões fundamentais do projeto é difundir e preservar a produção artística do graffiti paulistano, protagonizada por artistas que representam a diversidade de nossa população, que corresponde à pluraridade de nossa cultura. VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Publicar a continuidade do livro é registrar um momento histórico da arte de rua em São Paulo e cenário artístico geral, mostrando sua diversidade de cores, estilos, artistas conhecidos nacional e internacionalmente, anônimos, em um universo completamente único, sem deixar que ele se apague. IX - priorizar o produto cultural originário do País. O livro Graffiti SP é produto cultural originário do país, e mostra a importância do graffiti como expressão cultural que sintetiza sua principal motivação criativa: o desejo de fazer uma arte ao mesmo tempo profunda e expressiva, que qualquer pessoa possa sentir. Arte daqui e para todos. Uma forma de arte democrática, pública, que representa a realidade brasileira e hoje, nos faz sentir orgulhosos de uma arte brasileira valorizada e apreciada no mundo todo. O projeto atende mais de um dos objetivos do Art. 3º, sendo: II _ Fomento à produção cultural e artística mediante a edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; III _ Preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico; IV _ Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a distribuição gratuita dos exemplares; V _ Apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante a contratação de serviços para a elaboração de projetos culturais.

Especificação técnica

Capa brochura em cartão triplex 250g/m² impressa em 4X2 cores e acabamento com laminação BOPP fosca frente. Formato fechado 18,5 X 26,5cm com orelhas 22X22cm. 128 páginas de miolo impressas em 4X4 cores em papel offset 150g/m². Acabamento alceado, costurado, colado hotmelt, dobrado. Acabamento final: Prova digital, Embalados, Shrink individual. Cerca de 120 fotografias de grafites dos muros paulistanos. Legendas com identificação do arttista autor de cada grafite no capítulo final do livro. Bilíngue português - inglês Tiragem: 3.000 exemplares

Acessibilidade

Como esse livro não será lançado ou terá evento em espaços a acessibilidade de deficientes físicos não se aplica. Para acessibilidade dos deficientes visuais será produzido um audio livro com narração do conteúdo do livro, áudio descrição de algumas imagens, que será disponibilizado gratuitamente para instituições que atendem pessoas com deficiência visual como a Fundação Dorina Nowill para Cegos e LARAMARA – Associação Brasileira de Assistência ao Deficiente Visual. Para acessibilidade de surdos nas palestras da contrapartida social, será feita a interpretação em libras.

Democratização do acesso

Conforme Artigos 27 e 28 da Instrução Normativa MINC nº 1 de 10 de abril de 2023 , o projeto atende as seguintes medidas de democratização social. 40% da edição do livro, ou seja, 1.200 exemplares serão distribuídos gratuitamente em escolas públicas, ONGs dedicadas à educação complementar e bibliotecas, para cumprir o caráter social e educativo, Serão 30% da edição atendendo ao artigo 27 da Instrução Normativa MINC nº 1 de 10 de abril de 2023, somando-se 10% da edição atendendo o inciso I do Art. 28 da Instrução Normativa MINC nº 1 de 10 de abril de 2023, como complemento e medida de ampliação de acesso. 10% para distribuição gratuita promocional dos patrocinadores. 10% para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto. 20% da tiragem do livro será comercializada por preço promocional de R$ 39,00 que representa 3% do salário mínimo vigente em maio de 2023. O proponente disponibilizará na internet imagens e registros audiovisuais das atividades e eventos referentes ao produto principal.

Ficha técnica

Marina Gonzalez Funções no projeto – dirigente da empresa proponente. Autora e Coordenadora editorial Ricardo Czapski Função no projeto – autor das fotografias Douglas Kenji Watanabe Função no Projeto – Editoração Eletrônica e Produção Gráfica Curriculo Marina Gonzalez Editora, Produtora Cultural, redatora e autora de livros infantis. Vive em São Paulo/SP desde nascida em 19/06/1960. Formada em Comunicação Social com bacharelado em Publicidade e Propaganda pelas Faculdades FMU/FIAM em 1981, atuando como publicitária e profissional de marketing por 16 anos, experiência que aplica em trabalhos de narrativa e posicionamento de marca, redação de textos, podcasts e peças de comunicação. Desde 2000 é dirigente da Comg Editora e Produtora Cultural, que cria e produz livros de arte, biografias e corporativos, feitos sob medida para autores e empresas. Elabora, faz captação de recursos e gestão de todas as etapas de projetos realizados com editais e leis de incentivo fiscal como Rouanet e Proac. É autora dos livros "Para Quem Quer Ver Além - lições de vida de Dorina Nowill", publicado pela Panda Books em 2003, Graffiti SP publicado pela Comg Editora em 2013 e "Tibúrcio”, seu primeiro livro infantil publicado pela editora Girassol em 2020. Atualmente investe na realização de projetos com ação social de distribuição de livros infantis para crianças de baixa renda, em escolas públicas e OSCs dedicadas à educação complementar no contraturno escolar. Um projeto pessoal e independente, que pretende desenvolver e expandir em breve, com a parceria de instituições que trabalham em prol do livro infantil. Projetos Realizados 2023 - Projeto Catrevagem. Livro infantil a ser publicado pela Comg Editora. - Elaboração de projeto para a Lei Rouanet do acervo de Angelo de Aquino. - Narrativa da marca Olhar Social, com Inmix Branding e Design Digital. - Projeto Zeladores de Voduns de Márcio Vasconcelos no Edital CCBB. - Produção de conteúdo e redação de textos para os projetos e redes sociais da Olhar Social – Instagram @olharsocial_ - Apresentação da História do Graffiti para grupo de alunos da ONG Pró-Saber. Trabalho Voluntário. 2022 - Projeto Tibúrcio. Distribuição gratuita de 1.500 livros para crianças de baixa renda em escolas públicas, com contação da história, áudio livro para deficientes visuais, interpretação em libras para crianças surdas, conversas, fotos e sessão de autógrafos com os alunos e material pedagógico para atividades em sala de aula. - Projeto Catrevagem. Livro infantil aprovado no Proac ICMS. Captação de patrocínio. - Gestão do projeto “Terras D’Água Pantanal” na Lei Rouanet, livro de Luciano Candisani, Vento Leste Editora. - Participação como autora convidada da SELIBI – Semana do Livro e da Biblioteca, SESI. 2021 - Elaboração de projeto de peça teatral Infantil, baseada no livro "Tibúrcio" no Promac e Proac. - Elaboração de vídeo aula, apostila e apresentação sobre Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil para Contrapartida Social da Lei de Incentivo à Cultura. 2001 a 2020 - Publicação da 3a edição do livro Mangalarga Marchador do Brasil e 1a. edição inglês do livro Marcha Brasil 14 Mil, Comg Editora. - Publicação da 2a edição do livro Graffiti SP. Comg Editora. - Publicação da 2a edição do livro Marcha Brasil 14 Mil. Comg Editora. - Publicação da 1a. edição do livro Marcha Brasil 14 Mil. Comg Editora. - Publicação da 2a. edição do livro Manga-larga Marchador do Brasil. Comg Editora. - Produção Editorial do livro e exposição fotográfica Poema Sujo – fotografias de Márcio Vasconcelos, curadoria Diógenes Moura e textos de Ferreira Gullar. Vento Leste Editora. - Produção Editorial do livro Na Trilha do Cangaço – o sertão que Lampião pisou de Márcio Vasconcelos. Vento Leste Editora. - Publicação da 1a. edição do livro Mangalarga Marchador do Brasil. Comg Editora. - Publicação do livro Graffiti SP, fotografias de Ricardo Czapski. Comg Editora. - Produção editorial do livro Caminhando com Portinari, do fotógrafo Alan Nielsen, Terra Virgem Editora. - Produção do livro San Paolo de Vincenzo Scarpellni, 2a edição, português/italiano, Comg Editora. - San Paolo de Vincenzo Scarpellini – produção editorial. Textos de Gilberto Dimenstein, editora Publifolha. - Mar de Homens de Roberto Linsker – produção executiva das exposições fotográficas na Caixa Cultural em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Salvador. - SP 450 de Araquém de Alcântara – produção da exposição fotográfica e lançamento do livro no Mercado Municipal SP. - Mulheres da Amazônia de Pedro Martinelli – produção editorial, captação de recursos, produção da exposição e evento de lançamento no Museu da Casa Brasileira, SP. Patrocínio Natura e Governo do Estado do Amazonas. - Inclusão Digital para Microsoft – produção de exposição fotográfica e eventos de lançamento do livro no MIS em SP e Congresso Nacional em Brasília. Currículo Ricardo Czapski Empresário, Fotógrafo, Escritor, Palestrante, Administrador de Empresas. Autor do livro Graffiti SP, 2013, Comg Editora. Profissional de Inteligência em Marketing e administração de patrimônio. Sócio fundador da WFlow desde 2017, organização especializada em assessoria patrimonial. Conselheiro e Diretor da ABAAI – Associação Brasileira dos Agentes autônomos de investimento. Mestrado - Administração (Inteligência em Marketing) - Pontifícia Universidade Católica (PUC) - 2003 Pós-graduação - Comunicação com o Mercado - Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) - 1996 - Graduação - Administração de Empresas - Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUCC) - 1991 Ricardo foi educado em uma família de artistas e profissionais, de significativo papel na arte e cultura brasileiras. Seu avô, Wolfgang Pfeiffer, pesquisador europeu, importante professor de História da Arte e ativo participante do cenário artístico brasileiro, foi diretor do MAC USP, entre os anos de 1978 e 1982. Quando Ricardo tinha 17 anos, passou uma semana com o avô no Museu Louvre, em Paris, que passava in loco seus conhecimentos de mestre ao neto. Uma experiência que marcou sua vida e, podemos pode valer mais que muitos cursos de arte que pudesse ter feito. Há mais de 10 anos vem fotografando a arte de rua paulistana, formando um acervo com mais de 10 mil imagens dos Graffitis presentes nos muros da cidade de São Paulo. Tem outros trabalhos publicados são nas áreas onde atua profissionalmente como administrador de patrimônio. Áudio Livro publicado em 2003 - “Planejamento Financeiro Pessoal”, Editora Universidade Falada Co-autor do Livro Marketing Titânico, 2001 Professor e palestrante atuante, do SESI SP para mais de 20 mil ouvintes nos últimos 5 anos. Currículo Douglas Kenji Watanabe Douglas Kenji Watanabe é graduado em Comunicação Social pela Escola Superior de Propaganda e Marketing – ESPM. Trabalhou nas agências de propaganda Marques da Costa Propaganda – MCP – e Z+G Grey em estúdio de arte e em direção de arte. Trabalhou também na Dezign com Z, escritório de design gráfico, com abordagem de embalagens e produtos. Na área editorial trabalhou em escritórios como M.A.S e BEI Comunicação. Atua com Leticia Moura desde 2002 – amizade de longa data, que começou quando os dois eram estagiários na MCP – e hoje é seu braço direito e responsável pela a área editorial no Cj31. Designer gráfico com ênfase na área editorial trabalhou para inúmeros livros para a Pinacoteca do Estado de São Paulo e para a editora Vento Leste, como os livros dos fotógrafos Renato Machado com Cânions e balões, Luciano Candisani com AquaPantanal, Dani Tranchesi, com 3 é 5, João Marcos Rosa, com Diário de um outono particular. Mais livros de fotografias de Adriano Gambarini, como Raízes e Rio Negro, além de exposições de Jac leirner, Mira Schendel, Julião Sarmento, Muntadas, Mona Hatoum, Nuno Ramos. Desenvolve e adapta capas de livros para a editora Globo, HarperCollins, Ediouro, Trama, Nova Fronteira e DCL.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.