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O Festival Cacauirú tem como objetivo celebrar a cultura Afro-indígena e quilombola de uma forma completa proporcionando entretenimento, agricultura, turismo, geração de renda com pertencimento e protagonizado por pessoas da comunidade Afro- indígenas e quilombolas de uma forma jamais vista em nossa comunidade, visando uma construção de um presente e um futuro melhor para o nosso povo! temos como meta a realização da segunda edição.
nao se aplica
Objetivos Gerais - Valorizar, atráves da música e dança, ritmos que teve suas origens na região africana e indígena; - Valorizar e incentivar a agricultura familiar no territorio de Boibeba-BA, e para além disso incentivar e impulsionar grupos de pequenos artistas, artesões, produtores inserindo em meio a população que certamente fará com que reverbera as suas apresentações. Objetivos Específicos Produto: Festival - Realizar um festival, com foco na cultura afro-indígena e quilombola, da comunidade de Boipeba-BA, estimando atingir um público de 1.000 pessoas no evento e 10 mil virtuais com as divulgações e lives do evento. - Incentivar e impulsionar grupos de pequenos artistas, para que sejam reconhecidos em seus trabalhos de grande impacto cultural e social.- Incentivar e concientizar a comunidade com temáticas de meio ambiente e reciclagem. - Realizar oficinas de hortas na garrafa pet e gastronomia ancestral, experimentação com equipamentos tecnológicos.- Fortalecer pequenas empreendedoras com a gatronomia ancestral e local, espiritualidade, artesanatos e saúde e bem estar. Produto: Contrapartida Social - Facultar uma roda de conversa sobre a temática Cultura Afro-indígenas e ancestralidade estimando a participação de 50 pessoas, sendo divididas em 2 grupos.
Vivemos em um país onde a maioria da população é composta por afrodescendentes, indígenas e quilombolas, que contribuíram para a construção deste país com suas mãos, almas e corações. No entanto, ao observarmos a realidade enfrentada por nosso povo, constatamos uma terrível desigualdade que permeia todos os aspectos da vida, sejam eles sociais, culturais ou tecnológicos. Essa desigualdade é evidente no contexto geral de nossa civilização. Diante disso, torna-se urgente e necessário investir em nosso povo, a fim de promover a inclusão social, a valorização de nossas culturas e o desenvolvimento tecnológico equitativo. Somente através de investimentos significativos e políticas públicas efetivas poderemos alcançar uma sociedade mais justa e igualitária, na qual todas as pessoas tenham as mesmas oportunidades e sejam reconhecidas pelo seu potencial e contribuições. A proposta, ainda, se enquadra nos objetivos expressados no art. 1° da Lei 8.313, sendo I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; Para isso, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do art. 3 da mesma Lei II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.
No Brasil, as populações afrodescendentes, indígenas e quilombolas têm um impacto econômico significativo, movimentando mais de R$ 1,7 trilhão anualmente. No entanto, essas comunidades continuam enfrentando uma situação de marginalização nos campos da educação, do desenvolvimento socioeconômico e da participação política, sem receber o incentivo necessário para superar esses desafios. Segundo dados do IBGE, a população negra representa 56% dos brasileiros. Apesar de ser a maioria, essas pessoas ainda enfrentam obstáculos decorrentes de um contexto histórico de exclusão, agravados pela inação do poder público. Diante dessa realidade, elas têm buscado soluções para superar esses desafios e garantir seus direitos e oportunidades. Nesse contexto, surge o conceito de "Black Money", que envolve a formação de redes para promover a circulação de recursos entre pessoas negras. Essa abordagem busca contribuir para a redução das desigualdades raciais, que historicamente mantêm essas comunidades à margem do sistema financeiro. É fundamental destacar a importância de eventos como o Cacauirú, que fortalecem as comunidades negras, não apenas localmente, mas também no contexto nacional e global. Além disso, é preciso abordar a preocupante perda gradativa da cultura de cultivo próprio de alimentos, que tem ocorrido na região da ilha. Esse fenômeno tem condicionado a população local a um estilo de vida mais dependente de alimentos transgênicos, prejudicando não apenas a saúde dos habitantes, mas também o ecossistema da região da APA. Outra questão alarmante é o apagamento cultural, causado pela falta de incentivo e pela colonização moderna, que tem se mostrado extremamente impactante. Esse fenômeno tem contribuído para o aumento dos índices de pobreza, violência, dependência química, genocídio, analfabetismo funcional e baixa autoestima. Portanto, é fundamental que sejam tomadas medidas para fortalecer o empreendedorismo negro, incentivar a preservação da cultura local e combater as desigualdades raciais de forma abrangente. Somente assim poderemos construir um país mais inclusivo, justo e próspero para todos.
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Acessibilidade: Festivais Acessibilidade Física: O festival será realizado em local com estrutura adequada para pessoas com deficiências físicas e/ou mobilidade reduzida e idosos, como assentos preferenciais e banheiros adaptados. Acessibilidade de Conteúdo: O festival contará com intérprete de libras, além de monitores disponíveis para orientar pessoas com deficiência cognitiva. Acessibilidade: Contrapartida Social Acessibilidade Física: A realização da roda de conversa será adequada a pessoas com deficiências físicas e/ou mobilidade reduzida. Contará com banheiros adaptados. Acessibilidade de Conteúdo: A roda de conversa contará com um intérprete de libras, em caso de participantes com deficiência auditiva e monitores para auxiliar pessoas com deficiência visual e cognitiva.
Democratização de Acesso: Festival Referente à distribuição gratuita à população, adotaremos o exposto do inciso III do artigo 57 Decreto nº 11453/2023 da presidencia da república para a distribuição gratuita de ingressos, a saber: III - promover distribuição gratuita de obras ou de ingressos; e Nos dias do festival no período da manhã e tarde ofertaremos 12 oficinas culturais gratuítas com temas diversos para o público em geral. Antes do festival, irá ocorrer oficinas gratuitas de dança para crianças/jovens da comunidade de Boipeba, durante um período de 3 meses. Nessas oficinas, serão ensinados movimentos e ritmos típicos da região, visando preparar as crianças para uma apresentação no festival. Além disso, será reservado um horário especial durante as apresentações dos grandes espetáculos da noite, onde as crianças terão a oportunidade de se apresentar e compartilhar o resultado de seu aprendizado com o público. Essa iniciativa tem como objetivo promover a valorização da cultura local, estimular o talento das crianças e proporcionar uma experiência enriquecedora para a comunidade de Boipeba.
Igor Augusto Lino dos Santos - Proponente Responsável pela produção executiva do projeto. Empresário Formado em Contabilidade, Pós graduado em Gestão de Negócios, Leader Coach, Analista de Perfil Comportamental, cursos de extensão em gestão de projetos de impacto. Gestor a mais de 15 anos de experiência sendo 7 anos na área do Terceiro Setor. Atuou como Delegado da Defensoria Pública de SP, Biênio 2020-2022 representando a sociedade civil. Gerencia projetos de lei de incentivo municipal, estadual e federal na área da cultura e esportes, ministra cursos na área de elaboração de projetos. captação de recursos e áreas correlatas, para desenvolvimento do terceiro setor. Diretor executivo de organização social que atua na área da Educação, Cultura, Esportes e Geração de renda. Odara Fernando Queiros de Nascimento - Idealizadora e Produção Cultural Responsável pela produção cultural do projeto. Afro indigena e quilombola não Binário, moradora da ilha de Boipeba . Começou no mundo do empreendorismo aos sete anos de idade vendendo tapioca nas ruas e nas praias da ilha de Boipeba as quais eram feitas pela sua mãe. Entre os dez anos aos dezesseis esteve na escola sempre envolvida com questões artisticas, meio ambiente, reciclagem entre outros. Além disso foi jovem auxiliar de professoras na escola sementes educação alternativa. Aos dezessete trabalhou como atendente de na pizzaria estrela do mar de serviços gerais. Autodidata em produção de chocolates, bombons e barra, na área cultural, atua na organização e execução do festival cacauiru e outras festividades afroindígenas da comunidade de Boipeba. Vinicius Cosmo de Lima Santos Responsável Direção Evento 26 anos, de família alagoana mas nascido no Jaraguá, região norte de São Paulo, sou um apaixonado por tecnologia, cultura e música. Colecionador de discos de vinil, minha pesquisa musical tenta articular os contextos musicais, culturais e históricos, sobretudo quando o assunto é música africana e afro diaspórica. Em 2019, participei da fundação do Afrotech, coletivo de pessoas pretas da área da tecnologia, que tinha por objetivo de impulsionar a carreira e dar visibilidade a profissionais negros de TI. Talita Feliciana dos Santos Responsável pela Direção Cultural Nascida e criada no extremo da zona sul de São Paulo, filha de pais baianos, viajante de forma nômade, mulher negra, pesquisadora a 4 anos, tenho 29 anos, sou cantora e compositora, arte educadora, formada em curso de pedagogia vivencial, trabalhando com arte educação, em um pedacinho do baixo sul da Bahia, foi como conheci Odara Fernandos fundadora do projeto afro indígena Cacauiru, onde juntas produzimos o primeiro festival afro indígena da ilha de Boipeba-BA. Como pesquisadora musical trago comigo experiências musicais em processo de nomadismo, e pesquisas voltadas a musicalidade territorial, preta. Sou Produtora cultural do projeto, cuidarei da parte de capitação de artistas e organização de curadoria, estilos, e movimentações musicais e culturais do projeto, visando atender as necessidades da ilha em incluir artistas regionais a atmosfera artística. A ideia e unir sempre educação e cultura como alicerces do nosso povo, e resgate de identidade. Bruno Souza Artista e coreógrafo arte educador pesquisador da dança a mais de 10 anos, nascido no interior da Bahia, na cidade de Valênça, oriundo da periferia do areal. Sou um jovem candomblessista preto e gay, que acredita na arte/cultura como a única forma de mudança das nossas mazelas sociais. Sou formado em dança clássica pela Escola Municipal de Balé de Santa Catarina, com experiência profissional em dança contemporânea, Jazz e dança afro diaspórica. No ano de 2021, me formei no curso de Pedagogia Vivencial, que me fez atuar como co fundador do Projeto Terra Preta, projeto socioeducativo, motivado pelo desejado de transformação social, tendo como base a pedagogia ancestral, atendendo cerca de 20 crianças e suas famílias que se encontravam em vulnerabilidade social, no período da pandemia do COVID-19.
PROJETO ARQUIVADO.