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PRONAC 233689Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Festival de Luzes de Florianópolis

VISUAL FARM PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 1,98 mi
Aprovado
R$ 1,98 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-01-01
Término
2024-06-01
Locais de realização (1)
Florianópolis Santa Catarina

Resumo

O projeto Festival de Luzes propõe aressignificação da paisagem urbana,transformando as fachadas de edifícios, os monumentos, o passeio público, e até o céu da cidade em telas para uma exposiçãode arte digital, de luzes e variadas tecnologias que exploram as possibilidades de comunicação e conexão do espaço público com a população da cidade.

Sinopse

PRODUTO: Festival de Luzes de Florianópolis O Festival de Luzes ressignifica a arquitetura das cidades, desde os monumentos, praças e edifícios, criando um novo relacionamento entre os moradores e sua a cidade em uma exposição artística gratuita que explora as possibilidades da intervenção urbana, através de lasers, drones, luzes e mega-projeções de obras em diferentes linguagens visuais, transformando, as ruas da cidade em uma galeria a céu aberto. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL 01 - Treinamento de introdução às técnicas de vídeo mapping Treinamento introdutório de operação técnica sobre os equipamentos (hardwares) e operação de programas (softwares) para realização de megaprojeções, dando embasamento profissional para atuação em diversos tipos de eventos (teatro, show, festas, palestras, eventos corporativos, video mapping, etc..), que demande a execução desde simples projeções a videomappings. O treinamento será realizado com 15 jovens selecionados junto à Secretaria de Juventude, Cidadania e Migrantes, por critérios socioeconomicos, e dentre esses 15 jovens que participarem do treinamento, os 04 que se destacarem serão selecionados para atuar no Festival de Luzes como estagiários. O estágio prevê ajuda de custo e alimentação. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL 02 - FESTIVAL SEM LUZES O Festival Sem Luzes transporta pessoas com baixa ou nula visibilidade ao universo do videomapping, em vídeos dos eventos reais, com audiodescrição dupla - tanto a fidedigna, quanto a poética, criada pelos próprios artistas que desenvolveram suas obras para o festival.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Ampliar a promoção da arte como parte do cotidiano da população, proporcionando uma galeria de arte digital ao ar livre, num formato inovador de mega-projeções, lasers e shows de drones, contribuindo para o desenvolvimento de uma prática artística que busca no espaço urbano uma forma nova e interativa de expressão, para promoção da cidadania através do acesso à cultura com a oferta gratuita de conexão com a arte. OBJETIVOS ESPECÍFICOS A) PRODUTO: Festival de Luzes de Florianópolis - Realizar de 04 a 10 noites de evento, com 06 instalações ao todo (duas em cada local), Largo da Alfândega, Passeio Primavera e Dunas das Rendeiras, com mega-projeções, lasers e 02 voos de drones em locais a definir conforme viabilidade técnica. - Convidar em suas edições novos artistas, de iniciantes a veteranos, visando abranger em sua curadoria uma gama diversificada (em gênero, sexualidade, cor e classe social) de expressões artísticas para compor um ambiente artístico de intercâmbio, movimento, troca artística e desenvolvimento. - Selecionar, através de curadoria, de 06 a 12 artistas criadores para integrarem a exposição artística. - Estimular e trazer novas tecnologias no campo da arte visual - em especial com luzes - seja com megaprojeções, mais lasers de alta potência e drones luminosos, buscando sair do lugar comum e criando obras artísticas com as novas tecnologias trazidas e criadas. - Permitir que todo o entorno de seus locais de realização possam se beneficiar economicamente de nosso trabalho. B) PRODUTO: Contrapartida Social - Transformar toda a experiência do Festival de Luzes em um "Festival Sem Luzes" online acessível a pessoas com pouca ou nenhuma visão, e realizar uma distribuição do conteúdo para ONGs e Comunidades cegas nas regiões do Festival, onde a experiência visual é transformada para sujeitos de baixa ou nenhuma visibilidade, visando ainda mais a promoção da cidadania cultural e a acessibilidade da população. - Realizar um treinamento introdutório técnico em projeção, de 8 horas, nos dias precedentes ao Festival, voltado para 15 pessoas interessadas (com foco em pessoas marginalizadas e de baixa renda), das quais 4 serão selecionadas para estagiar no Festival de Luzes.

Justificativa

Dentro das artes visuais, o uso da tecnologia como transformação da arquitetura vem sendo ampliado, difundido e facilitado pelo acesso a softwares, todavia sua execução não é simples nem acessível. O Festival de Luzes visa convidar em suas edições novos artistas, de iniciantes a veteranos, visando abranger em sua curadoria uma gama diversificada (em gênero, sexualidade, cor e classe social) de expressões artísticas para compor um ambiente artístico de intercâmbio, movimento, troca artística e desenvolvimento. Nesta nova edição criamos a ação paralela, o "Festival Sem Luzes", onde a experiência visual é transformada para sujeitos de baixa ou nenhuma visibilidade, visando ainda mais a promoção da cidadania cultural e a acessibilidade da população. A proposta é remixar a arquitetura da cidade com artes em movimento, de forma gratuita e ampla - ampla aqui tanto no sentido de sua amplitude espacial, que pode ser apreciada a longas distâncias, quanto em na gratuidade e facilidade de acesso às diversas camadas da população em locais de grande movimento e fácil acesso ao público. O Festival em todas suas edições prezou para além da gratuidade, permitir que todo o entorno de seus locais de realização possa se beneficiar economicamente de nosso trabalho. A produção foca na realização do objeto artístico e articula com a economia circundante apoio na realização - seja por venda de mercadorias ambulantes (desde pipocas e refrigerantes), a estabelecimentos comerciais (feiras de artesanato, bares, roupas, galerias de arte) a parcerias (com escritórios e lojas) dos entornos da realização. Além disso, a própria execução do Festival de Luzes gera e estimula a economia com contratação de artistas, graffiteiros, seguranças, carregadores, aluguel de maquinário, de equipamentos, hotelaria, passagens, entre diversas outras ações, beneficiando ainda mais o desenvolvimento do setor cultural. O Festival de Luzes é assinado pela VisualFarm e seu presidente, Alexis Anastasiou, pioneiro do videomapping que tem como objetivo ao longo dos anos estimular e trazer novas tecnologias no campo da arte visual - em especial com luzes - seja com megaprojeções, mais lasers de alta potência e drones luminosos, buscando sair do lugar comum e criando obras artístcas com as novas tecnologias trazidas e criadas. A proposta do Festival de Luzes surgiu do anseio de apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores (Art 1º, item III e Art 3º item II, subitem C e E) nas artes luminescentes, inspirado pela experiência de outros festivais internacionais de outras linguagens, tais como a FTB (Festival do Teatro Brasileiro) e o BRLab (de criação audiovisual), o Festival de Luzes visa estabilizar-se no setor como uma referência de criação e ebulição das artes do videomapping, lasers e drones luminosos, criando ambientes propícios para abertura de mercados para artistas e criadores na área. (Art 1º, item II). Na cidade, propõe reduzir as distâncias entre o público e a obra de arte, artista e obra, na intenção de ser mais uma fonte para a produção e promoção do fortalecimento do exercício da cidadania através do acesso gratuito à cultura e arte (Art 1º, item I e Art 3º item IV, subitem A). Os criadores deste projeto acreditam que o acesso participativo à arte coloca o indivíduo na posição de cidadão. A arte retira a pessoa da apatia e a coloca como alguém ativo dentro do contexto social. Alguém que reflete, se manifesta criativamente e propõe mudanças, ampliando assim, a promoção já existente da arte como parte do cotidiano das cidades e das pessoas, contribuindo para o desenvolvimento de uma prática artística que busca no espaço urbano uma forma nova e interativa de expressão. Busca-se potencializar, através da arte, a discussão sobre a apropriação dos cidadãos dos espaços públicos, resultando na participação ativa e efetiva no processo de revitalização da cidade, como exaltação do valor arquitetônico. (Art 1º, item III). Com o planejamento de atrair uma curadoria e artistas visuais digitais (Art 3º item I, subitem B e item II subitem B), desenvolve-se a consciência e o respeito aos valores culturais de outros povos em trocas com artes vindas de outros continentes, e, em rodas de negócios e exposições de artistas brasileiros durante o festival, abrimos oportunidades de circulação de nossos artistas em outros países, contribuindo com o desenvolvimento da consciência exterior quanto aos valores culturais brasileiros e vice-versa, fomentando este tipo de arte no cenário mundial (Art 1º, item VII). Estimulamos a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória, com uma curadoria que age de forma a criar espaços a partir de temáticas, organizando um discurso curatorial e, os artistas em suas criações, trazem conhecimento e cultura para aqueles que fruem da arte no festival (Art 1º, item VIII). Mais uma vez enfatizamos que todas as atividades serão gratuitas, visando estimular o conhecimento dos bens e valores culturais, com ampla divulgação, atraindo os mais diversos públicos para o evento. Nas últimas edições a média de público recebido foi de 100 mil pessoas. Além de todo esse escopo, criamos o Festival Sem Luzes, buscando ampliar, contribuir e facilitar o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais de pessoas de baixa ou nula visibilidade, dando-as acesso à criações diversas e específicas pensadas para este público, colaborando com o acesso e pleno exercício de seus direitos culturais. Dentro da contrapartida Social, inclui-se um treinamento introdutório de técnico em projeção e videomapping e masterclasses de artistas com outros artistas sobre suas técnicas de criação com o objetivo de valorizar e criar mão de obra especializada e estimular a produção cultural local, contribuindo com a valorização de recursos humanos e com o florescimento dos modos de criar e fazer da sociedade. (Art 1º, item II e V) A medida em que o festival cresce e consegue se posicionar com sua periodicidade anual fixa, tais ações logram recorrência e destinar-se-ão a formação, aperfeiçoamento e manutenção de artistas e técnicos (Art 3º Item I, subitem C).

Estratégia de execução

Realizações do festival em anos anteriores: INSTAGRAM DO FESTIVAL (todas edições desde 2018) - https://www.instagram.com/festivalluzes/ FLSP 2022 - https://www.youtube.com/watch?v=FC8tS-EWbJM FLSP 2020 - https://www.youtube.com/watch?v=I3c7T9m85Tw FLSP 2019 - https://www.youtube.com/watch?v=9coY51AuTP4 FLSP 2018 - https://www.youtube.com/watch?v=yuUuAtWPCkY INFORMAÇÕES RELACIONADAS ÀS PROPOSTAS QUE CONTEMPLEM MOSTRAS, FESTIVAIS COMPETITIVOS OU NÃO, OFICINAS E WORKSHOPS: a) beneficiários do produto da proposta e forma de seleção; Por se tratar de um projeto de intervenção e ocupação do espaço público, o FLRJ tem o potencial de alcançar milhares de pessoas de todas as classes sociais, idades, etnias, gêneros e níveis de instrução. Suas ações beneficiam a população moradora da cidade de Florianópolis com uma oferta de arte e cultura de forma gratuita, sem necessidade de ingressos ou reservas. O projeto também transformará toda a experiência do Festival de Luzes em um festival audiovisual online acessível a pessoas com pouca ou nenhuma visão, e realizará uma distribuição do conteúdo para ONGs e Comunidades cegas nas regiões do Festival. b) justificativa acerca do conteúdo ou acervo indicado para o segmento de público a ser atingido, no caso de mostra; O conteúdo será selecionado mediante curadoria que buscará um diálogo entre as obras inscritas e espaços na cidade que possam recebê-las, buscando incluir no pensamento o público transeunte do local escolhido. Não há como realizar uma justificativa mais exata neste momento, senão apontar o raciocínio da curadoria a partir do momento em que a seleção estiver realizada. c) detalhamento dos objetivos, das atividades e do formato do evento; O objetivo do festival é transformar o espaço público em uma imensa exposição de arte digital, através da técnica de vídeo mapping, com mega projeções e diversas linguagens artísticas, promovendo novas possibilidades de conexão dos cidadãos com a cidade através da transformação da paisagem urbana, e derrubando as barreiras que por vezes se formam entre a população e a arte. d) indicação do curador, dos componentes de júri, da comissão julgadora ou congênere, quando houver; Por meio da curadoria do diretor artístico do projeto Alexis Anastasiou, curador desde a primeira edição, serão selecionados 10 artistas para expor nessa galeria de arte digital a céu aberto. Os artistas poderão inscrever-se de forma gratuita através do link para o formulário e envio de portifólio disponível online na página do projeto. Serão selecionados os trabalhos que dialoguem com os espaços previstos para as ações, que por sua vez, serão selecionados mediante a apresentação dos trabalhos dos inscritos, buscando diálogos artísticos construtivos com a cidade e sua arquitetura. e) projeto pedagógico com currículo do responsável, no caso de proposta que preveja a instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, à capacitação, à especialização e ao aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura; Pensando também na geração de emprego e renda, o projeto estimula trabalhadores no entorno das instalações e propõe a contratação e qualificação de profissionais para atuar no festival. O treinamento será ministrado por Miguel Souza, Coordenador de Processos Audiovisuais da Visualfarm (Currículo e plano de aulas em "Informações Adicionais) PLANO DE AULASProgramação Dia 1:• Apresentação da programação e didática;• Introdução e apresentação a Informática básica:• Conceitos básicos de informática direcionados a projeção:• Hardware, Softwares e Periféricos• Demonstração de equipamentos físicos.• Apresentação prática da projeção e seus recursos.• Sistemas Operacionais, as mudanças no cenário tecnológico e áreas de atuação• Apresentação da aplicação prática dos métodos a serem estudados.Programação Dia 2:• Sobre a Visual Farm; contexto histórico,• Papel social que a arte exerce;• Processo artístico Brasileiro• Intervenção artística e a necessidade de se expressar• Intervenção Urbana;• Videomapping brasileiro e o pós-modernismo• Apresentação dos ramos de operações e seguimentos: Projeção, mapping, espetáculosde luz e som, voos de drones, lasers e efeitos especiais.• Criação e desenvolvimento de vídeos para agências e produtoras.• Montagem e manutenção de instalações fixas.• Soluções completas para eventos (concepção, desenvolvimento e execução)• Vanguarda Tecnológica• Cases de Sucesso• Apreciação da obraProgramação dia 3• Mapping OutDoor e sua execução• Introdução a projeção• Tipos de projeção• Telas• layouts diversos• Projetores e softwares.• Estaqueamento• Cálculo de Lente• distância de tela• largura de projeção• Pixel e ResoluçãoProgramação dia 4:• Exercícios• Proporção de Tela• Exercícios• Projeções com vários projetores• Tipos de cabos e a Evolução das conexões via cabo:• Cabos de malha metálica e Cabos de Fibra ótica• Como funcionam os cabos: Diferenças entre cabos analógicos e digitais• Entendendo Códigos Binários• Cabos de Vídeo• Exemplificação e análise dos diversos tipos existentes de cabos de vídeo:• RCA ou Vídeo Composto, Vídeo Componente, VGA, DVI -Tipos de DVI, HDMI, - Aevolução do HDMI, DisplayPort• Cabos de Áudio• Exemplificação e análise dos diversos tipos existentes de cabos de áudio :• Evolução da tecnologia em áudio:• RCA, HDMI, Mídi, USB, P1, P2,P3, P10,S/PDIF, XLR f) plano de execução contendo carga horária e conteúdo programático no caso de oficinas, de workshops e de outras atividades de curta duração; Com o auxílio da instituição, serão selecionados 15 jovens junto ao Instituto Pe. Vilson Groh, para participarem de um treinamento de projeção. Esses jovens serão selecionados mediante apresentação de carta de intenção e avaliação socioeconômica. Dos 15 jovens que realizarem o treinamento, os 04 que mais se destacarem serão selecionados para atuar como estagiários na produção do projeto, junto à equipe técnica. Os estagiários receberão como benefício ajuda de custo e alimentação durante o período de trabalho no projeto. O critério de seleção não será a experiência do jovem, mas o balanço entre interesse e vulnerabilidade, buscando criar oportunidades aos que mais necessitam. O treinamento terá a carga horária total de 08 h, divididos em 04 dias de 02h de encontros. O estágio terá a carga horária de 24 horas, em 06 horas por dia distribuídos entre as ações do Festival de Luzes de Florianópolis.

Especificação técnica

PRODUTO: Festival de Luzes de Florianópolis 04 a 10 dias de ocupações artísticas na cidade, com intervenções em lasers, videomappings, drones, e outras técnicas de artes luminescentes, em livres composições com outras linguagens artísticas. Direitos Autorais - A cada artista será pago seu cachê com direitos autorais inclusos, porém, por vezes as obras são criadas em cima de outras (como graffitties, arquiteturas, canções), as quais serão também pagos direitos autorais, quando for o caso. O projeto Curatorial levará em conta a experiência dos festivais já produzidos pela Visualfarm, tentando traçar um pensamento que possa expressar a pluralidade cultural e a diversidade de manifestações brasileiras, buscando entre os artistas criar mapas, diálogos e traçados culturais, étnicos além de buscar, em ações, significativas trocas entre os artistas, e desses com o público, tendo como foco, a visibilidade dos artistas nacionais. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL 01 - Treinamento de introdução às técnicas de vídeo mapping Treinamento introdutório de 4 dias, com 2 horas por dia. PLANO DE AULAS Programação Dia 1: · Apresentação da programação e didática; · Introdução e apresentação a Informática básica: · Conceitos básicos de informática direcionados a projeção: · Hardware, Softwares e Periféricos · Demonstração de equipamentos físicos. · Apresentação prática da projeção e seus recursos. · Sistemas Operacionais, as mudanças no cenário tecnológico e áreas de atuação · Apresentação da aplicação prática dos métodos a serem estudados. Programação Dia 2: · Sobre a VisualFarm; contexto histórico, · Papel social que a arte exerce; · Processo artístico Brasileiro · Intervenção artística e a necessidade de se expressar · Intervenção Urbana; · Vídeo mapping brasileiro e o pós-modernismo · Apresentação dos ramos de operações e seguimentos: Projeção, mapping, espetáculos de luz e som, voos de drones, lasers e efeitos especiais. · Criação e desenvolvimento de vídeos para agências e produtoras. · Montagem e manutenção de instalações fixas. · Soluções completas para eventos (concepção, desenvolvimento e execução) · Vanguarda Tecnológica · Cases de Sucesso · Apreciação da obra Programação dia 3: · Mapping Outdoor e sua execução · Introdução a projeção · Tipos de projeção · Telas · layouts diversos · Projetores e softwares. · Estaqueamento · Cálculo de Lente · distância de tela · largura de projeção · Pixel e Resolução Programação dia 4: · Exercícios · Proporção de Tela · Exercícios · Projeções com vários projetores · Tipos de cabos e a Evolução das conexões via cabo: · Cabos de malha metálica e Cabos de Fibra ótica · Como funcionam os cabos: Diferenças entre cabos analógicos e digitais · Entendendo Códigos Binários · Cabos de Vídeo · Exemplificação e análise dos diversos tipos existentes de cabos de vídeo: · RCA ou Vídeo Composto, Vídeo Componente, VGA, DVI -Tipos de DVI, HDMI, - A evolução do HDMI, DisplayPort · Cabos de Áudio · Exemplificação e análise dos diversos tipos existentes de cabos de áudio : · Evolução da tecnologia em áudio: · RCA, HDMI, Mídi, USB, P1, P2,P3, P10,S/PDIF, XLR PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL 02 - FESTIVAL SEM LUZES Produção de vídeos curtos (com a duração de cada obra - para videomapping, média de 5min cada, divulgados na internet e em ONGs especializadas em pessoas com baixa ou nula visibilidade, com audiodescrição e descrição poética das ações realizadas no Festival de Luzes.

Acessibilidade

PRODUTO: FLRJ - Festival de Luzes do Rio de Janeiro - Exposição de arte digital em espaço público. O projeto é, por sua natureza, acessível a sujeitos surdos e a pessoas com mobilidade reduzida, uma vez que suas projeções são feitas para serem vistas, e por sua magnitude, podem ser vistas à distância nas vias públicas. Ou seja, a via pública sendo acessível, certamente o festival também o é. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Dentre as ações de divulgação, haverá também divulgações em libras para pessoas surdas ou com baixa audição, e legenda descritiva no conteúdo online. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Além desses, o "Festival Sem Luzes", que faz parte da contrapartida, transformará os conteúdos criados em acessíveis a sujeitos cegos ou de baixa visibilidade através de audiodescrição, e serão distribuídos pela internet a ONGs relacionadas a este público.

Democratização do acesso

A gratuidade está no cerne do projeto Festival de Luzes, uma vez que sua premissa é atingir de forma irrestrita aos cidadãos de Florianópolis, incitando a valorização e preservação do patrimônio público e ao mesmo tempo aguçando o interesse pelas artes visuais. Nesse sentido, essa contrapartida colabora diretamente para o escopo do projeto e beneficia diretamente o público alvo. Para além da gratuidade, uma campanha de divulgação ampla contribuirão para a democratização do acesso aos eventos. Como medida para democratização do acesso, alem das acima mencionadas, conforme o inciso IV do art. 28 da IN nº 01/2023, o projeto prevê: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como treinamentos;

Ficha técnica

DIREÇÃO ARTÍSTICA / CURADORIA: Alexis Anastasiou - PROPONENTE PRODUÇÃO CULTURAL: Daniela Silva DIREÇÃO GERAL: Thales Vitorino CURRICULOS ALEXIS ANASTASIOU - PROPONENTE Alexis Evangelos Anastasiou é um renomado VJ e pioneiro na arte do vídeo mapping no Brasil. Desde a década de 90, ele tem sido responsável por projetar imagens em suportes que vão além das telas convencionais, alcançando edificações e montanhas com projeções de grande impacto visual. Em 2004, fundou a Visualfarm, uma empresa líder em produção de eventos, espetáculos e festivais, que há quase duas décadas tem deixado sua marca no Brasil e no mundo. Entre seus protagonistas estão a primeira exibição de projeção mapeada no Brasil, no Teatro Municipal de São Paulo em 2008, e a icônica projeção mapeada do Cristo Redentor no Rio de Janeiro, conhecida como o "Abraço do Cristo", que recebeu prêmios no festival de Cannes, Clio Festival e New York Festival em 2011. Além disso, Alexis idealizou e produziu o Festival Vídeo Guerrilha, envolvendo a Rua Augusta em São Paulo em uma galeria a céu aberto, e também levou o festival para Campinas e Angola. Com sua vasta experiência, ele ministrou cursos e palestras em instituições renomadas ao redor do mundo, e sua empresa Visualfarm coordenou eventos de grande porte, como a abertura dos Jogos Militares, inaugurações de estádios e abertura da GAME XP. Seu trabalho inovador e impactante no campo do vídeo mapping rendeu-lhe vários prêmios, incluindo o Prêmio Media Architecture Biennal pelo Festival Chave do Centro em 2018. Como Diretor Artístico/Curador atuará na concepção do projeto como um todo, no conceito artístico que será adotado, na disposição dos elementos dentro da exposição e na curadoria dos artistas, seus serviços são necessários desde a pré-produção devido seu caráter criativo, de composição do projeto, e ele fica até o final do festival verificando que as obras sejam exibidas conforme a proposta do projeto, além de, neste olhar, preparar e vislumbrar a continuidade do projeto, tendo em vista quais as possíveis melhores propostas para um evento no ano seguinte. É um trabalho perene. DANIELA SILVA Especialista em Música e Práticas Sociais pela CENSUPEG - Centro Nacional de Ensino Superior, Pesquisa, Extensão, Graduação e pós graduação – Curtiba/PR.Bacharel em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Santa-UFSM/RS. 2004- 2006 Instrutora de artes cênicas, produtora cultural na Secretaria de Cultura de Santa Maria – Casa da Cultura - Santa Maria/RS. 2007 -2016 – Professora de Artes, Gestora Pública – Gerente de Cultura do Município de Xaxim/SC, atuando gestão e produção cultural de eventos das mais diversas linguagens, cerimonial; gestão do Departamento de Cultura e Biblioteca Pública Municipal. Participação em festivais Nacionais e Internacionais de Artes Cênicas, Festival Internacional de FiH2 de Curitiba, encontros de Bandas Musicais nacionais, encontros de Corais (nacionais e internacionais). Presidente do Colegiado de Cultura da Região AMAI/SC (2009-2011/ 2013-2016) Assessoria na implantação de Sistemas Municipais de Cultura (região AMAI). 2016-2017 - Sesc – Serviço Social do Comércio SC- Unidade Chapecó/SC – Técnica em Cultura: desenvolvimento e produção local de projetos e circuitos de circulação nacional como Palco Giratório, Sonora Brasil, Circuitos de Música, Rede Sesc de Teatros, Rede Sesc de Galerias, EmCena Catarina, Baú de Histórias, Arte da Palavra, entre outros. Curadora do projeto Em Cena Catarina 2017; Curadora Circuito Sesc de Música 2017 – Debatedora no Festival Nacional de Teatro de Chapecó (2016/2017); curadora do Festival Nacional de Teatro de Chapecó (2018); Atualmente: Produtora cultural atuando na Maratona Cultural (2018 e 2019), Circuito Cultural (2019), Festival de Teatro Isnard de Azevedo (2019), Dance Joaçaba (2019), Maratona Virtual 1a e 2 aed (2020), Museus Virtuais (2019 e 2020). Atua também na área de produção de eventos corporativos ou de esfera pública; formatação de projetos para leis de incentivo e plataformas de financiamento à cultura; produtora musical em assessoria de bandas e shows; gestora e consultora de carreira para músicos e companhias de artes cênicas. THALES VITORINO José Thales Vitorino Pereira possui 16 anos de experiência na Produção de Eventos, destacando-se pela habilidade no planejamento e organização de projetos de grande porte, shows, ações promocionais, eventos esportivos, desfiles, convenções e feiras. Sua expertise inclui pesquisa de fornecedores, negociação de custos e condições, elaboração de planilhas de custos e controle de faturamento. Além disso, é responsável pelo recrutamento, treinamento e coordenação de equipes, bem como pelo acompanhamento da criação e produção de peças de merchandising. José Thales também tem experiência em gerenciamento de pontos de vendas e equipe, compilando material fotográfico e controlando autorizações de uso de imagem. Seu perfil profissional destaca-se pela capacidade de lidar com clientes, patrocinadores, artistas e diretores.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.