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PRONAC 233690Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

ARTE NAS ESTAÇOES - NORTE E NORDESTE

RKF RIO EMPREENDIMENTOS ARTISTICOS LTDA
Solicitado
R$ 3,58 mi
Aprovado
R$ 3,58 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-05-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (3)
São Luís MaranhãoBelém ParáRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto trata da realização da exposição itinerante "Arte nas Estações - Norte e Nordeste", que apresentará parte do acervo do Museu Internacional de Arte Naïf do Brasil (Rio de Janeiro/RJ) em 02 estações ferroviárias ou espaços culturais em 02 cidades do Norte e Nordeste do Brasil. A exposição será acompanhada de visitas mediadas,atividades voltadas para o público infanto-juvenil e site. O projeto tem os seguintes produtos: Exposição de artes (produto principal), oficinas (produto secundário) e site de internet (produto secundário).

Sinopse

As exposições com as pinturas selecionadas no acervo do Museu Internacional de Arte Naïf trazem uma base curatorial que desmonta a idéia de ingenuidade das peças ao buscar o fundo político na produção desses artistas que narram o cotidiano e o extraordinário do povo. No total serão realizadas 02 mostras, sendo 01 exposição em cada cidade, para possibilitar que todos conheçam as obras expostas por eixos temáticos. Serão expostas cerca de 60 obras (levando-se em conta as dimensões do espaço expositivo). Arte nas Estações - Norte e Nordeste: retoma a experiência de pensar a cultura popular brasileira aliada à cultura de massa. A coleção do Museu Internacional de Arte Naïf do Brasil será embalada pelos ritmos brasileiros do Norte, com toda a complexidade das aparelhagens, guitarradas, maxixes e sarradas que coreografam e encenam as influências musicais afrocaribenhas que encantam o Brasil por meio dos vários ritmos do Norte e Nordeste do Brasil, ganhando versões contemporâneas como o brega funk. Do francês, naïf, é um termo largamente difundido, que significa ingenuidade, aponta para aqueles que não tem pecado ou malícia. O termo brega extrapola o campo musical e é um termo usado para categorizar uma estética exorbitante, glamurosa, resplandescente, que desafia as ideias de harmonia e equilíbrio estético calcados no high brow ou bom gosto burgueses. A partir de uma perspectiva ampliada de cultura, com apreço aos fenômenos digitais, da cultura do espetáculo e de massa, confiaremos numa exposição de arte popular em que as pinturas revelarão a força de amor próprio, celebração e a forças das manifestações comunitárias. Poderemos perceber, a partir da produção dos artistas autodidatas, os reflexos dos preconceitos de gênero e raciais a partir das implicações de classe social: urge repensarmos um sistema cultural, político e estético sensível às questões das grandes maiorias da população. Taisquestionamentos podem ser lidos à luz da Sociologia da Arte, das questões relacionadas ao pertencimento e à distinção de diferentes grupos sociais. Nas caixas de som, nas playlists, no topo das paradas, nas telas dos videokês, nas coreografias de TikTok, nas tradicionais festas populares que atraem milhares de pessoas, nos fones de ouvido, nas picapes dos DJs e nos fundos de quintais: perceber como as alianças populares exaltam e valorizam as cores, as narrativas e as personagens de um país formado por influências díspares e vivazes. Memória de cálculoExposição – 10.000 pessoas visitantes - Oficinas /Visitas mediadas – sábados e domingos2 visitas/dia x 2 dias (sábados e domingos) / semana/cidade = 4 visitas /semana/cidadeEm 6 meses total de viistas será de 4 finais de semana x 6 meses = 24 visitas guiadas Sitio de internet – 3.000 acessos

Objetivos

Objetivo Geral -Produzir a exposição itinerante "Arte nas Estações", que apresentará parte do acervo do Museu Internacional de Arte Naïf do Brasil (Rio de Janeiro/RJ) em 02 estações ferroviárias ou espaços culturais das cidades de Belém/PA e São Luiz/MA. As exposições, com suas 3 divisões temáticas - Sofrência, Entre o Céu e a Terra e A Ferro e Fogo _ percorrerão os espaços. Incisos do artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021.Art. 2o Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades:I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão;II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira;III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional;IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial;V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade. Objetivos Específicos - 1. PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTE - Receber um público visitante total de 10.000 pessoas nas exposições nas 02 cidades;2. PRODUTO SITE - Atingir cerca de 3.000 pessoas através dos acessos ao site;3. PRODUTO OFICINA - Realizar 24 Visitas mediadas para público espontâneo já visitantedas exposições (12 visitas em cada cidade), aos finais de semana, atendendo 480 pessoas nas 02 cidades;4. PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTE - Colaborar para divulgação da produção de arte Naif brasileira;5. PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTE - Colaborar para formação de público para exposições de arte.

Justificativa

A produção Naif sempre foi tema de discussões no meio das artes plásticas. Considerada, por muitos uma "arte ingênua" produzida por artistas que não tiveram acesso ao ensino formal das artes, podemos reconhecer sua importância no momento em que dedicamos todo um museu à sua produção.O Museu Internacional de Arte Naïf do Brasil, atualmente fechado sem expectativas de reabertura, situado na cidade do Rio de Janeiro e criado por um francês apaixonado pelo Brasil, possui a maior coleção de arte naïf do país. Com um acervo majoritariamente composto de pinturas produzidas por artistas brasileiros ou que no país viveram e produziram, conta com mais de 6 mil peças que, para felicidade dos curadores, possibilitam a criação de centenas de recortes expositivos para divulgação dessa produção. O deslocamento do eixo Rio/São Paulo e, especialmente a realização das exposições em espaços não criados para isso, traz a discussão do papel da arte, do papel do artista e da importância da aproximação da arte com seu público. Considerando o fechamento do museu, as exposições itinerantes do projeto serão as únicas oportunidades de ter acesso ao precioso acervo. Paralelamente o programa educativo que ocorrerá durante o período expositivo prevê o desenvolvimento e realização de ações educativas e culturais em Belem e São Luiz. O programa visa elaborar processos de relação, diálogos e criação de vínculos com a comunidade escolar - professores, estudantes e educadores -, pessoas com deficiência, moradores e turistas que visitam as cidades. O educativo organiza-se a partir de linhas de ação: 1) Visitas educativas mediadas; 2) Programação Cultural em articulação com o território, 3) Formação com professores e educadores e repositório digital; 4) Acessibilidade e inclusão. Propomos por meio de uma escuta ativa com os públicos estabelecer o desenvolvimento de processos educativos relacionando os acervos e conteúdos já elaborados neste novo recorte curatorial. O objetivo é promover a criação e fortalecimento de vínculos sociais, que contribuam para a articulação de ações educativas, formativas e culturais com a rede escolar, educadores e produtores de cultura locais. Além de elaborar com potenciais públicos da cidade os conteúdos digitais e presenciais que possamos construir juntos com os públicos. O programa educativo promove, portanto, diálogos, intensos e criativos que perpassam as identidades culturais ali presentes. Sendo um programa do tempo presente e atento a essas questões o principal objetivo deste com as ações educativas é oferecer acesso e relação com os conteúdos e com os trabalhos dos artistas visando convergir, contrapor e entrelaçar a memória visual, cultural e musical brasileira. Fomentar múltiplas formas de aprender, gerar e compartilhar conhecimento, atenta à pluralidade de formas de criação e interpretação, por isso destina-se a públicos diversos: pessoas com deficiência, grupo escolares, não escolares, moradores e turistas. O projeto se coaduna com os seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8313/91:Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto cumpre os seguintes objetivos expressos no Art. 3o da Lei 8313/91:Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.

Estratégia de execução

Plano de divulgaçãoRedes SociaisSiteMaterial gráficoPress releases para imprensaPassagens aéreas e hospedagem nas cidades de realização do projeto são destinadas à equipe:coordenação adminstrativo- financeira/gestão, produtor, assistente de produção, produtor executivo, coordenador geral, coordenador artístico, coordenador técnico e montador. Todos esses profissionais são fundamentais para a plena execução do projeto. Alguns profissionais da equipe que utilizarão as passagens e hospedagem: PASSAGENS AEREAS (TRECHOS RIO DE JANEIRO – BELEM, RIO DE JANEIRO – SÃO LUIZ; BELO HORIZONTE – BELEM, BELO HORIZONTE – SÃO LUIZ, SÃO PAULO – BELEM, SÃO PAULO SÃO LUIZ) VALOR TOTAL 94.000,00 HOSPEDAGEM VALOR TOTAL R$ 75.900,00 (fases de pré-produção, montagem, aberturas das exposições e desmontagem) para uma equipe de aproximadamente 17 pessoas.

Especificação técnica

Produto principal – Exposição de artes02 mostras realizadas nas cidades de Belém/PA e São Luiz/ MA, com visitas mediadas voltadas para o público espontâneo.Duração – três meses de duração em cada cidadeMostras reunindo cerca de 60 obras Produto secundário - oficinas Oficinas/ Visitas mediadas – sábados e domingos2 visitas/dia x 2 dias (sábados e domingos) / semana/cidade = 4 visitas /semana/cidadeEm 6 meses total de visitas será de 4 finais de semana x 6 meses = 24 visitas guiadas Produto secundário - Sítio de internetSite bilíngue, com descrição da exposição, lista de obras e fotografias, vídeo com visita guiada pelo Curador, programação e programa educativo, clipping do projeto e ficha técnica.

Acessibilidade

Produto principal – Exposição de artesDeficientes físicos - As exposições serão realizadas em espaços com acessibilidade para portadores de necessidades especiais ou serão realizadas adaptações temporárias nesse sentido. Rubrica – não se aplica por já serem espaços acessíveis Deficientes auditivos – Haverá disponibilização de visitação com intérprete de Libras.Rubrica - valor R$ 7.000,00 Deficientes visuais –Audiodescrição (áudio-guias) – valor R$ 17.000,00Monitores – valor R$ 60.000,00 Produto secundário - oficinas Deficientes físicos - As oficinas serão realizadas em espaços com acessibilidade para portadores de necessidades especiais ou serão realizadas adaptações temporárias nesse sentido. Rubrica – não se aplica por já serem espaços acessíveis Deficientes auditivos – Haverá disponibilização de visitação com intérprete de Libras Rubrica - valor R$ 7.000,00 - junto com a exposição Deficientes visuais –Audiodescrição (áudio-guias) – valor R$ 17.000,00 - junto com a exposiçãoMonitores – valor R$ 60.000,00 - junto com a exposição Produto secundário - sitio de internetDeficientes físicos – Não se aplica Deficientes auditivos - O site contará com legendagem possibilitando acessibilidade de conteúdo.Intérprete de libras – valor R$4.000,00Legendagem – valor R$9.000,00 Deficientes visuais – O site contará audiodescrição já prevista nos audioguiasRubrica – audiodescrição R$13.000,00 na exposição

Democratização do acesso

Produto principal – Exposição de artesAcesso totalmente gratuito e previsão para disponibilidade de transporte gratuito para estudantes e professores da rede pública de ensino.Inciso/medida do art. 24 da IN no 01/2022III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas. Produto secundário - oficinas Oficinas totalmente gratuitas Inciso/medida do art. 24 da IN no 01/2022III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas. Produto secundário - sitio de internetO acesso será totalmente gratuitoInciso/medida do art. 24 da IN no 01/2022III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas.

Ficha técnica

Coordenação adminstrativo-financeira e Geral - a proponente Coordeção Artística – Fábio SzwarcwaldFormado em Economia pela UERJ, tem MBA em Finanças pelo IBMEC, MBA Gestao Empresarial pela FGV. Trabalhou no mercado financeiro por 22 anos (Bancos Garantia, GulfInvest, Banco Votorantim e Credit Suisse). Foi Diretor da Escola de Artes Visuais do Parque Lage de 2017 a 2019 e, em janeiro 2020, assumiu a Diretoria Executiva do MAM Rio ficando até fevereiro de 2022. Hoje é sócio da W3block.É membro do Conselho Internacional do New Museum de NY, do Conselho Consultivo da Osesp, do Conselho de Economia Criativa da Firjan e do Conselho da Cidade do Rio. Membro do comitê estratégico da Oi Futuro, Colunista de Arte Visuais da Veja Rio. Fabio Szwarcwald fez uma gestão exemplar como diretor da Escola de Artes Visuais (EAV) do Parque Lage, no Rio de Janeiro, no biênio 2017-2018. Criou um programa de formação gratuita, que beneficiou 264 alunos com bolsas de estudo integral, sendo 25 para artistas vindos das periferias.Em 2018, arrecadou R$ 1 milhão em crowdfunding para a remontagem da exposição Queermuseu no Rio de Janeiro, que recebeu 40 mil pessoas em 28 dias, atraindo para o Parque pessoas que nunca tinha visitado o local.Durante sua gestão na EAV, captou um total de R$ 4 milhões revertidos em oficinas, palestras, equipamentos para as salas de aula e bolsas de estudos. Em 2 anos e 6 meses foram R$ 85 milhões em mídia espontânea. Gerou força e visibilidade para a instituição, e aumentou em 20% o número de alunos pagos. A Escola virou superavitária e aumentou a visitação em 20%: recebeu 50 mil pessoas por mês. Se tornou o quarto equipamento cultural mais visitado do Rio de Janeiro.Com uma bagagem de 22 anos de experiência em operações financeiras, Szwarcwald desenvolveu em uma das mais tradicionais instituições culturais públicas do Rio de Janeiro um modelo de gestão privada. Fez um trabalho de saneamento das finanças, desenvolveu novos projetos e novo modelo vitorioso de captação com foco na independência financeira. Em janeiro de 2020, apontado pelo Conselho de Administração do museu como o seu novo diretor executivo, iniciou a gestão com a meta de torná-lo mais acessível, acolhedor, diverso, transparente e sustentável economicamente.O compromisso foi ampliar a captação junto a parceiros e empresas privadas, bem como ampliar a visitação e o reconhecimento da programação. Entre os objetivos iniciais estavam investir na formação dos artistas e dos públicos, com a reabertura do Bloco Escola, a oferta de bolsas de estudo e um programa sólido de residências artísticas para os mais variados públicos.Focou nas aberturas de exposições, em uma inédita chamada aberta para a contratação de diretoria artística, no estabelecimento da gratuidade na visitação, e na digitalização da programação. A internet não seria apenas um recurso de emergência, mas uma estratégia de programação, comunicação e de futuro, ampliando o alcance do museu e permitindo seu reposicionamento como uma instituição do presente.Em julho de 2020, quando a Cinemateca do MAM completou 65 anos, um canal de transmissão online foi inaugurado. O público alcançado passou a abranger outras cidades, estados e países.Com todos os desafios vividos em 2020 e 2021, o novo momento do MAM traz um histórico intenso de atividades, com presença constante na cultura da cidade e do país, e com um crescimento bastante expressivo no número de apoiadores da instituição chegando a mais de 28 novas empresas.O novo momento do MAM Rio é o resultado de uma gestão com a convicção de que o museu, como espaço de criação e formação, traz uma contribuição fundamental à vida das nossas comunidades, possibilitando que a arte transforme a vida das pessoas. Curador – Ulisses CarrilhoUlisses Carrilho (Porto Alegre, 1990) é curador da Escola de Artes Visuais do Parque Lage e ex-aluno da mesma escola. Pós graduado em Economia da Cultura (UFRGS), estudou Comunicação Social (PUCRS) e Letras – Português/Francês (UFRGS). Como aluno da Escola, ganhou bolsa-residência para desenvolvimento de projeto no Lugar a Dudas (Cali, Colômbia) onde realizou a mostra “Aquí mis crímenes no serian de amor”.Iniciou sua trajetória como assistente de direção do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul.Integrou a equipe de relacionamento institucional da Fundação Bienal do Mercosul (Porto Alegre) e da galeria Rolando Anselmi (Berlim, Alemanha). Na equipe da curadora Luiza Proença, editou as publicações da 9a Bienal do Mercosul. Contribuiu com textos para o catálogo da 32ª Bienal de São Paulo, além de revistas e periódicos de arte.Sua pesquisa no âmbito da intersecção das artes e da educação mira contra narrativas, críticas à lógica de produção do capitalismo cognitivo. Interessa-se por manifestações de insubordinação, desobediência e indisciplina e uma pesquisa da intimidade como dispositivo pedagógico. Em 2017, participou da residência Intervalo-Escola, em torno de uma escola de floresta na Floresta Amazônica (Rio Tupana e Igapó-Açu).Desde 2015 trabalha na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, com Lisette Lagnado, como assistente de direção e curador assistente. Em 2018, assumiu a curadoria de Ensino e Programa Público da escola. Vive no Rio de Janeiro. Produção Executiva - Izabel CampelloIzabel Campello é sócia fundadora da Faceta Produções, trabalha há mais de 20 anos com projetos culturais, coordenando e produzindo especialmente exposições e museus, Nesse período realizou a coordenação de produção, produção executiva e coordenação de montagem expográfica, além de produção de conteúdo, principalmente para instalações multimídias e interativas.Trabalhou com curadores como Marcello Dantas, Alfons Hug, Marcelo Campos e Marcos Lontra, e em exposições dos artistas Anish Kapoor, Patricia Piccinini, Ivan Serpa, Ai Weiwei, entre outros, trabalhando em projetos realizados nas principais instituições culturais, como Museu de Arte do Rio (MAR), CentroCultural Banco do Brasil (CCBB), Museu do Amanhã e Oi Futuro, entre outros.Responsável pela coordenação de produção e produção executiva do Museu da Gente Sergipana, inaugurado em 2011 em Aracaju, Sergipe. Atualmente o museu é o mais visitado do Nordeste e recebeu em 2018 a Ordem do Mérito Cultural, o maior prêmio do Ministério da Cultura.Foi sócia da Artitude Produções entre 2010 e 2016, entre 2012 e 2015 foi gerente de produção da 32Bits Criações Digitais.Responsável pela coordenação das equipes de produção, design, tecnologia e desenvolvimento de interatividades e aplicativos para meios culturais, entre elas as interatividades do Museu do Amanhã (Rio de Janeiro), da Casa do Rio Vermelho (Salvador) e das exposições: Cazuza Mostra a Sua Cara, Rubem Braga - O Fazendeiro do Ar e Goiânia 80 Anos; entre muitas outras.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.