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Circulação do espetáculo Manifesto Elekô, da Cia de Dança Clanm, que propõe uma relação entre o mito da orixá Obá e as mulheres negras contemporâneas.
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OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Produto Principal: Apresentação Descrição: Realizar 9 apresentações do espetáculo Manifesto Elekô, de sexta a domingo em cada uma das cidades do: Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador, para um público previsto de 1.000 pessoas por cidade, somando 3.000 pessoas, acima de 14 anos e de todas as classes sociais. Produto: Contrapartida social Descrição: Realizar 2 oficinas de dança afro, inteiramente gratuitas, em cada uma das cidades visitadas, com até 50 alunos por oficina, ministrada pelo diretor do espetáculo, Fábio Batista junto a todo elenco do espetáculo. OBJETIVOS GERAIS: · Oferecer 30% de todos os ingressos (aprox. 900 unidades), inteiramente gratuitos e direcionados a escolas públicas, associações, instituições sociais, etc. · Contribuir na diminuição dos preconceitos em relação às histórias dos orixás, verdadeira mitologia brasileira. · Ampliar a discussão sobre as consequências da colonização, com foco em assuntos como solidão da mulher negra. · Rediscutir a importância da arte de matriz africana na produção literária e artístico-cultural no país. · Realizar uma rica pesquisa musical com base no conceito de "Améfrica Ladina", de Lélia Gonzalez, com ritmos afro-brasileiros e caribenhos. · Valorizar e divulgar o trabalho de artistas e personalidades negras no cenário cultural brasileiro. · Oferecer remuneração direta a uma equipe de 30 profissionais negros qualificados. Com base nesses objetivos, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do artigo 2º do Decreto 10.755, de 2021: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; VIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural; XI - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira;
Obá, orixá considerada mais retinta e a mais bela do panteão yorubano, conhecida como a deusa do ébano, liderou Elekô, uma sociedade restrita a mulheres, guerreiras, destemidas e feiticeiras, unidas pela preservação de suas tradições e da terra. Cresceu como um homem dominando o manejo das armas, lutou e venceu guerras. Ao longo de sua trajetória foi enganada, violada, perseguida, cativada e abandonada, aprendeu armas, o arco e a flecha, foi acolhida e acolheu, liderou, ensinou e amou de forma pura e visceral. E por ser mulher, incompreendida. Suas conquistas foram pouco reverenciadas e sua história quase apagada. A temática abordada e o formato são inéditos. A partir de anos de pesquisa, com coletas de depoimentos de historiadores e representantes religiosos renomados, além de teses de mestrado e livros publicados, foi possível construir aqui uma narrativa de um dos principais orixás no Brasil. Portanto, esse espetáculo é rico e propõe amplo conhecimento histórico. O Manifesto Elekô, não possui nenhuma conotação religiosa. Falar sobre orixás não é falar sobre religião, mas contar nossa história ancestral, reconhecendo que a mitologia yorubá é uma das mais importantes bases da cultura brasileira. Na maioria dos países que possuem passado ancestral, seus mitos são reverenciados, mesmo com trajetórias de guerras e injustiças. No Brasil isso não acontece. A Clanm é uma das companhias de danças negras mais reconhecidas do Brasil, inclusive citada no Livro "O Teatro Negro Contemporâneo" de Joel Rufino dos Santos, como uma das cias de grande importância na cultura negra brasileira. Desde a sua fundação, em 2012, já se apresentou em diversos festivais dentro e fora do país. Seus bailarinos possuem reconhecimento internacional e seu responsável, Fábio Batista, já conquistou diversos prêmios ao longo da carreira, é um dos mais renomados professores de dança afro e coreógrafos do país, coreografou o Rock in Rio, a comissão de frente de diversas Escolas de Samba, a Cia Folclórica Junina e hoje ocupa a cadeira de diretor artístico da Estação Primeira de Mangueira, para o enredo de 2023. A representatividade proporcionada pela Cia Clanm impacta na autoestima das novas gerações de dançarinos negros e das comunidades preta e de axé, e atravessa uma realidade marcada pela discriminação, violência e invisibilidade que relega à juventude preta e de axé, ao abandono e ao descaso. O investimento na Cia Clanm de Dança representa não somente um benefício à comunidade negra, mas é uma ferramenta de desenvolvimento para toda sociedade, um avanço no tratamento de questões que são centrais nos conflitos sociais, culturais, religiosos e econômicos na contemporaneidade. As cidades selecionadas possuem como uma de suas mais importantes bases culturais a tradição mitológica afro religiosa e fazem parte das cidades com mais membros das religiões de atriz africanas do Brasil. Inclusive, nas redes sociais do projeto, São Paulo e Salvador são os locais fora do Rio de maior interação pelos seguidores. Para o Rio de Janeiro, mesmo o espetáculo não sendo inédito, foram propostas apresentações por possuir um público bastante significativo e como nas poucas apresentações realizadas tiveram quase lotação em todos os espaços. Gostaríamos de mais oportunidades para oferecer o Manifesto Elekô ao público carioca. Como o espetáculo possui uma demanda grande e em expansão, com base na experiência anteriores, estimamos 90% da capacidade de cada espaço proposto, totalizando um público previsto de aproximadamente 3 mil pessoas em todas as 9 apresentações. E para que o espetáculo seja acessível, iremos disponibilizar, além dos 10% dos ingressos gratuitos ao patrocinador, também 30% dos ingressos gratuitamente para formação de plateia em instituições, escolas públicas e associações. O restante será vendido a preços populares. Acreditamos que esse espetáculo tem qualidades históricas, narrativas, técnica e artística de excelência e com devido patrocínio, pode alcançar um grande público e assim contribuir com discussões de extrema necessidade para os dias de hoje. Com essas informações, consideramos que o projeto se enquadra nos seguintes incisos do artigo 1º da Lei Rouanet: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; e IX - priorizar o produto cultural originário do País. O Manifesto Elekô pretende, ainda, alcançar os seguintes objetivos de acordo com o artigo 3º da lei 8.313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;
Aprovado em 4º lugar no Edital Prêmio de Dança FUNARJ 2021, o espetáculo de dança Manifesto Elekô, mais novo trabalho da Cia de Dança Clanm, que propõe uma relação entre o mito de Obá e as mulheres negras contemporâneas, teve sua estreia no Rio de Janeiro em 2022 nos Teatros Armando Gonzaga e João Caetano, ambas com 100% dos ingressos esgotados, sendo assistido por aproximadamente 1.400 pessoas em 2 apresentações. Contemplado pelos Editais Fomento à Cultura Carioca - FOCA e do Sesc O Corpo Negro, realizou mais 11 apresentações entre abril e maio de 2023, com sucesso absoluto de bilheteria. Oficina de Dança Afro – O Corpo da ancestralidade a Contemporaneidade. A oficina vai possibilitar uma vivência com um repertório de movimentos da Dança Afro, sob perspectiva do corpo que procura a Ancestralidade Africana através da Dança dos Orixás e encontra seus reflexos na formatação da Dança Negra Contemporânea. O método de compartilhamento de aprendizagem, se inicia com um alongamento e preparação física inspirados na técnica de Lester Horton (moderno EUA) e o processo de pesquisa dos movimentos dos ancestrais será baseado no repertório de aulas desenvolvidas na Escola Carioca de Danças Negras que mescla Orixás Yorubanos e Inquices da Nação Bantu . Em seguida, a oficina é conduzida pelas técnicas de Mercedes Baptista, Gilberto de Assis, Dança Afro Primitiva e Contemporânea. Ao final, os alunos serão introduzidos num processo de construção coreográfica colaborativo, seguindo as multi-linguagens das Danças Negras, a fim de promover um encontro entre o corpo ancestral e o corpo contemporâneo. Oficineiro: Fábio Batista e 7 bailarinas Percussão: Kaio Ventura, Lucas Viana e Yago Cerqueira Apoio Musical: Adriano Souzza, Raquel Terra e Gil Vilela Duração: 1h:30min Quantidade de usuários por oficina: 50 Público: Geral – acima de 12 anos.
Para essa proposta, estamos propondo apresentação do espetáculo em 3 cidades: Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador. Em cada cidade 3 apresentações, totalizando 9 apresentações. Após cada apresentação de 60 minutos, os diretores junto ao elenco farão uma roda de bate-papo com o público presente, em torno dos temas abordados na proposta: solidão da mulher negra e religiosidade afro-brasileira, por aproximadamente 30 minutos. Esta ação contará com um intérprete de libras. Para as cidades fora do Rio de Janeiro, 21 profissionais circulam com o espetáculo: 1 Diretor, 1 Coordenador de Produção, 1 Produtor, 1 diretor de palco, 1 fotógrafo, 1 técnico de som, 1 técnico de luz, 1 intérprete de libras, 7 dançarinas e 6 músicos. As músicas são realizadas ao vivo com violoncelo, violino, teclado e percussão. O grupo possui todos os instrumentos. Os equipamentos de luz e som que a Cia Clanm não possuir ou não tiverem nos espaços de realização, serão locados.
Produto Principal: Apresentação Acessibilidade Física e PNE: O projeto atende ao requisito de acessibilidade, exigido por este Ministério da Cultura, uma vez que serão escolhidos locais que possuem toda a infraestrutura necessária para receber portadores de necessidades especiais, idosos e PNE. Acessibilidade para deficientes auditivos: Todas as apresentações e rodas de conversa ao final de cada apresentação, contarão com a presença de intérprete de libras para atender aos deficientes auditivos (Item 19 da planilha orçamentária). Produto: Contrapartida social Acessibilidade Física e PNE: Todas as oficinas também serão realizadas em espaços com toda a infraestrutura necessária para receber portadores de necessidades especiais, idosos e PNE. Acessibilidade para deficientes auditivos: As oficinas contarão com a presença de intérprete de libras para atender aos deficientes auditivos (Item 41 da planilha orçamentária).
O projeto possuirá 3 assessores de imprensa e 3 produtores locais, que irão promover o projeto dentro dos estados propostos, investindo na divulgação direta, em mídias espontâneas de abrangência estadual, tais como jornais, sites, rádios e TVs. As redes sociais do projeto serão alimentadas com, pelo menos, 3 publicações semanais de Feed e Storie ao longo de todo período vigente da proposta. Será lançado um vídeo institucional por cidade visitada e divulgado e impulsionado nas redes sociais do projeto e de todos os parceiros envolvidos, para divulgação nacional. Serão oferecidas sessões de espaço para o patrocinador realizar ações promocionais. A menção ao patrocinador será realizada através de sua logomarca e anunciada nos seguintes veículos/peças de divulgação: •Citação nominativa antes de cada apresentação do espetáculo. •Em todas as peças digitais para as redes sociais do projeto e das instituições parceiras. •03 vídeos institucionais de divulgação - nos créditos. •300 camisetas confeccionadas - nas costas. •5.000 panfletos A3 com dobras, em papel reciclado, com o programa do espetáculo. •Banners na entrada de cada espaço. •Backdrop de 2,50x3,00m Para distribuição dos ingressos, no intuito de atender às obrigatoriedades dos incisos I, V, IX e X do art. 23 da IN SECULT/MTUR nº 1, de 04/02/2022, também ao art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 de julho de 2021 e o art. 8 da Lei nº 12.761, de 26 de julho de 2021: · 30% (900 unidades) serão reservados para distribuição gratuita à população de baixa renda e alunos de escolas públicas. · 10% (300 unidades) serão reservados para distribuição gratuita de divulgação, à imprensa e convidados. · 10% (300 unidades) serão reservados para distribuição gratuita aos patrocinadores, incentivadores e parceiros. · 50% (1.500 unidades) serão vendidos no valor de R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia-entrada). Também, no intuito de atender ao inciso V do art. 21 da IN nº 02/2019, ao público, prioritariamente alunos e professores de instituições públicas de ensino municipais e estaduais, o intuito de conscientizar, valorizar e empoderar a cultura negra e afro-religiosa, serão oferecidas como contrapartida social oficinas de dança afro, ministradas pelo diretor do espetáculo e auxiliadas por todo elenco do espetáculo. Com isso, em atendimento ao disposto no Art. 24 da IN SECULT/MTUR nº 1, de 04/02/2022 do Ministério do Turismo/Secretaria Especial de Cultura, adotaremos: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados; II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; VI - promover o uso do Vale-Cultura para aquisição dos produtos e serviços culturais resultantes do projeto que, eventualmente, venham a ser comercializados, nos termos da Lei nº 12.761, de27 de dezembro de 2012, no caso de não enquadramento da proposta cultural ao parágrafo único do art.22, desta Instrução Normativa, ou além do previsto; VII - comercializar além do previsto na alínea "e", inciso I do artigo 22 desta Instrução Normativa, no mínimo dez por cento em valores que não ultrapassem o preço do Vale-Cultura, nos termos do art. 8ºda Lei nº 12.761, de 2012; fazendo o uso deste mecanismo; VIII - ações culturais de contrapartida com foco na promoção e a participação de pessoas com deficiência e de idosos em concursos de prêmios no campo das artes, cultura e das letras; E, em atendimento ao art. 28 da IN nº 01/2023 abaixo será adotada no projeto: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); II - ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27; IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VIII - realizar atividades culturais nos estabelecimentos prisionais das unidades da federação;
Fábio Batista (Diretor Geral) - PROPONENTE DA PROPOSTA Graduado em Educação Física na UGF e História na PUC-Rio. Possui formação em dança afro, moderno, contemporâneo, jazz, ballet clássico e danças urbanas. Atuou como 1º Bailarino na Cia Étnica de Dança e Teatro, além de cinema, TV, comerciais, clipes e como coreógrafo de shows na Rússia, Ilhas Maurícius, Chile, Argentina, Qatar, entre outros. Participou de workshops/montagens de espetáculos com David Parsons (EUA), Bill T. Jones (EUA), William Forsythe (EUA), Tom Plinskie (GER), Cia. Martha Graham (EUA), Teatro Talipô (Ilha da Reunião), Balé Guaíra (MG), Zebrinha – Balé Folclórico da Bahia, Elísio Pitta (BA) e Mario Nascimento (MG). Como coreógrafo trabalhou no Carnaval com alas e comissão de frende de diversas escolas, recebendo dois Estandartes de Ouro pela Mangueira (2017 e 2018); Rock in Rio 2017; espetáculos “Pele” (2015 /2016), “Silva” (2017), “Mercedes Baptista” (2106) e Manifesto Elekô 2021. É diretor geral da Cia. de Dança CLANM, diretor de movimento da Cia EMÚ e Diretor Artístico da Mangueira anos de 2023 e 2024. Citado como coreógrafo promissor no livro A História do Negro no Teatro Brasileiro de Joel Rufino dos Santos. Fernanda Dias (Coreógrafa) Atriz, dançarina e pesquisadora de danças negras brasileiras e africanas, com formação na EcoledesSables, no Senegal, África. É mestre em Artes Cênicas pela UNIRIO e Doutoranda em Artes na UERJ tem sua formação na EcoledesSables, no Senegal, África. Artista fundadora de Os Ciclomáticos Cia de Teatro desde 1996, RJ e do Coletivo de Dança Negraação desde 2016. É idealizadora do Laboratório de Dança Raízes do Movimento e do espetáculo Meus Cabelos de Baobá. Kaio Ventura (Diretor Musical e Percussionista) Músico percussionista, capoeirista, dançarino e ogan. Foi diretor artístico do Grupo Kina Mutembua, na Argentina; percussionista do Grupo de Artes Ile Ofé e do Grupo Makala; realizou diversos trabalhos no Afro Reggae; mestre de percussão do I Encontro de Criadores Negros; curso de dança negra contemporânea pelo Coletivo Negra Ação; diretor musical da Escola Carioca de Danças Negras; composição percussiva biográfica do espetáculo Mercedes; educador social da Federação APAE-RIO e CesgranRio. Elaine Rodrigues (Produtora) Formada em produção e sociologia pela Cândido Mendes, em atriz pela CAL, dança indiana clássica e dança afro, além deadministração, empreendedorismo, gestão de pessoas, plano de negócios e planejamento financeiro. Como gestora na SECECRJ foi uma das responsáveis pela inauguração do Rio Criativo e na análise de diversos editais públicos e culturais. É produtora do Museu do Samba e da Cia Clanm de Dança. Integrou a Comissão organizadora da Feira Literária de Tiradentes – FLITI 2022. Ricardo Rocha (Figurinista) Ator pela Escola de Teatro Martins Pena, Design de Moda pela PUC-RIO e Artista Visual pela Universidade Cruzeiro do Sul - SP. Iniciou como figurinista no Ciclo Shakespeare e Mollière para Crianças (2000), contribuiu para a Cia de Ballet da Cidade Niterói, Charles Müller e Claudio Botelho. Recebeu prêmios de melhor figurino com os espetáculos “A Comédia dos Erros” de William Shakespeare (2000), “Viúva, Porém Honesta” de Nelson Rodrigues (2009) e “Coiteiros de Paixões” de Felipe Botelho (2014). Cachalote Mattos (Cenógrafo) Doutorando em Artes pela UERJ, mestre em Artes Cênicas pela UNIRIO e cenógrafo pela UFRJ. Consultor de imagem pelo CTO, trabalhou com Augusto Boal entre 1998 e 2009. Integrante dos coletivos: Cor do Brasil e Siyanda de Cinema Negro. Cenógrafo da Cia de Teatro os Ciclomáticos. Ministrou oficinas em Angola, Senegal, Guiné Bissau, Moçambique, Berlim, Croácia, França,EUA, Taiwan e diversas regiões do Brasil. Realizou diversos trabalhos de cenografia em teatro, cinema, eventos e exposição. Ana Gregório (Dançarina) Educadora e bailarina sindicalizada em Dança Afro. Ministrou aulas de dança durante oito anos no projeto social Germinal Mel. Atuante no Carnaval (assistente artística, coreógrafa e bailarina de Comissões de Frente) e no mundo junino (bailarina). Passou por algumas Companhias de dança: Cia Dança Sobre Rodas, Cia Étnica de Dança, Cia Makala, Cia Livre de Dança, Cia Ileofe, no teatro com Espetáculo Favela (onde viajou pra Holanda), e atualmente Cia Clanm. Ana Pérola (Dançarina) Dançarina profissional e professora de samba no pé há 15 anos. É ganhadora do concurso internacional de samba no pé de 2019, mesmo ano que recebeu o Estandarte de Ouro pela comissão de frente da G.R.E.S. Portela. Como atriz participou da minissérie Subúrbia, na rede Globo, com personagem de antagonista. Recentemente participou do programa Quesitos, do apresentador Milton Cunha pelos eu canal do YouTube. Laíza Bastos (Dançarina) Bacharel em História da Arte pela Uerj e em Segurança Pública e Social pela UFF. Professora com especialização em dança show e samba no pé. No carnaval desde 1992, participou de comissões de frente, guardiã de mestre sala e porta bandeira, alas coreografadas e rainha de bateria. Como coordenadora de ala de passistas, conquistou inúmeras e diversas premiações. Fundadora do projeto #BoraSambar. Como atriz e bailarina: Ore Cia Artística e Cia Laboratório de Arte Negra em Movimento e Cia Clanm. Co-Autora do espetáculo O Samba atualizando a ancestralidade do Lundu, Jongo, Caxambu, Moçambique e Capoeira, repórter LIESA/Rio Carnaval. Sabrina Sant’Ana (Dançarina) Cantora, coreógrafa, artista-dançarina, professora de dança de salão, de dança afro e Princesa do Bloco afro Ilê Aiyê, primeiro bloco afro da Bahia. Formada pela Escola de Música Villa-Lobos, em canto popular, erudito e empercussão. Na dança,é formada pela Escola de Dança Jaime Arôxa, onde atuou como membro da Cia. Participou do Musical Ole O Lapa, com direção de Carlos Leça e Ginga Tropical como cantora e dançarina. No Carnaval, já teve participações em comissões de frente e em carro de som. Atualmente é diretora artística da Imperatriz Leopoldinense. Eloah Vicente (Dançarina) Formada pelo C.A.D.M e bailarina sindicalizada pelo SPDRJ desde 2012. Especializada em ballet, jazz e depois agregando stret dance e stilleto e ginástica rítmica. Começou atuando em escolas mirins de Carnaval passando por vários setores (ala coreografada, passista, bateria, composição de carro e comissão de frente). Esteve em escolas consagradas como Unidos de Padre Miguel, Paraíso do Tuiuti, São Clemente, Império Serrano, Império da Tijuca, Porto da Pedra, Mangueira, Mocidade, entre outras. Participou de festivais nacionais e internacionais. Enya Moreira (Dançarina) Possui formação em danças acadêmicas ballet, jazz, hip hop e dança contemporânea, também trabalha com carnaval como passista, atualmente na Unidos de Vila Isabel. É instrutora de samba no pé e na comissão de frente da Porto da Pedra 2022 e da Viradouro 2023. Tayssa Souza (Dançarina) Estudante de educação física, bailarina e professora formada e sindicalizada. Em sua bagagem artística possui experiências com ballet, contemporâneo, jazz, hip-hop e festivais. Premiada no Festival Internacional Danzamérica, na Argentina. Participou da Comissão de Frente da Império da Tijuca em 2022, consagrada uma das melhores Comissões da Série Ouro no ano. Em 2023 foi destaque da Comissão de Frente da Tuitui, premiada com estandarte de ouro. Raquel Terra (Violoncelista) Licenciada em música pelo Conservatório Brasileiro do Estado do Rio de Janeiro. Possui curso de regência com o maestro Roberto Duarte. É professora de música do Espaço Cultural da Grota e integrante da Orquestra de Cordas da Grota e integrante e fundadora do quarteto Nina's. Participou da trilha do curta metragem “Minha História é outra”. Nas artes cênicas trabalhou com o Grupo EMU e foi diretora musical na Cia Ávida de teatro pela peça Omi do leito ao Mar, contemplada com o 4° prêmio CBTIJ. Diretora musical e instrumentista do espetáculo Bordador de Mundos em 2022.
PROJETO ARQUIVADO.