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Elaboração e difusão de uma Biblioteca Virtual (midiateca), com uma coleção de documentos, acervos de imagens, fotografias, textos e materiais didáticos e históricos que contenham conteúdos e informações sobre a ancestralidade da cultura indígena do Médio e Alto Rio Negro, ressaltando o Sistema Agrícola Tradicional da região e toda a Cadeia Produtiva da Economia Indígena Sustentável como Patrimônios Culturais do Brasil declarados pelo IFHAN, em 2010. O projeto contém a elaboração de um Livro e de um Vídeo-Documentário como fatores compensatórios para as comunidades indígenas no que se refere ao fortalecimento da sua visibilidade.
SINOPSE DA OBRA A ideia é desenvolver uma “Midiateca” com objetos históricos-antropológicos catalogados e conteúdos teóricos e visuais, sobre a extensão do Médio e Alto Rio Negro e as culturas indígenas milenares da região, dando importância aos itinerários pedagógicos e culturais que serão expostos no mapa do acervo. Para os usuários, a Biblioteca terá a característica de uma Estante Virtual permanente, de longo alcance, contendo pesquisas de textos e imagens, exposição de livros (citações, análises críticas e comentários), músicas e filmes, jogos e exercícios repositórios de conteúdos, dentro de um modelo de uma Videoteca, com a criação de uma ficha eletrônica para encontrar os objetos no projeto da informação a partir das palavras-chaves criadas. Publicação de um Livro e a filmagem de um vídeo-documentário – “Rio Negro, Última Fronteira Ecológica do Brasil” – sobre a cultura milenar indígena da região e a Cadeia Produtiva da Economia Indígena da Floresta. A Biblioteca, o vídeo e o livro correspondem à faixa etária livre.
OBJETIVOS GERAIS A Biblioteca terá várias utilidades e objetos de estudo, abrangendo diversas áreas do conhecimento desde História, Filosofia, Geografia, Economia, Antropologia, Etnografia e Etno-desenvolvimento, além de temas culturais específicos sobre as comunidades indígenas, com o objetivo de despertar a atenção do público-leitor para a relevância do Rio Negro ser a "última fronteira ecológica do Brasil". A proposta é demonstrar uma representação social que identifique a forma pela qual as culturas indígenas desenvolveram a capacidade exemplar do uso do solo, de classificação, manejo e preservação da floresta tropical, numa perspectiva histórica, difundindo o Sistema Tradicional Agrícola Milenar da região e toda a Cadeia Produtiva da Economia Indígena Sustentável como Patrimônios Culturais do Brasil, e exemplos da diversidade, de suas inteligências e saberes, mostrando à sociedade que a cultura indígena continua viva, com todos os seus significados e diversos conhecimentos ambientais, geográficos e cosmológicos, preservando as condições essenciais que possibilitaram a formação das sociedades amazônicas contemporâneas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - A criação e a montagem da Biblioteca Virtual terão a duração de quatorze (18) meses. Doze (12) meses para a realização das pesquisas, elaboração e revisão de textos. E seis (6) meses para a arte e a edição do material); - A Pesquisa será dividida por partes, realizada em arquivos de Centros de Estudos, Universidades e Organizações Indigenistas e Indígenas no Rio de Janeiro, em outros estados brasileiros e outros países, além da pesquisa de campo nos municípios de Santa Isabel do Rio Negro, Barcelos e São Gabriel da Cachoeira, por toda a extensão do Médio e Alto Rio Negro, tendo por estudo e registro nove (9) aldeias ao longo do rio, até as fronteiras com a Venezuela e a Colômbia; - Publicação de um livro de artigos, expressões e conteúdos sapienciais reunidos, os comentários e reflexões sobre os mesmos e, também, relatos, análises e avaliações das experiências vividas ao longo do projeto, com ilustrações e fotografias. O livro cumprirá a função de um fator compensatório às comunidades contempladas; - Impressão: 2.000 Livros. Capa Dura - Rio Negro, Última Fronteira Ecológica do Brasil - 21x29,7cm - 176P. Revestimento: 35,7x49,3cm, 4x0 cores, Tinta Escala em Couche Brilho LD Suzano 150g. Miolo: 176 pgs, 21x29,7cm, 4 cores, Tinta Escala em Couche Matte LD Suzano 150g. Parana: 22x31cm, sem impressão em Parana 1340g 80x100. Guardas: 42x29,7cm, sem impressão em Off-set Alta Alvura LD 240g. Costurado, Colado, Laminação Fosca, Lados laminação 1(Revestimento), Capa Dura Cartonada (Revestimento), Laminação Fosca, Lados laminação 1(Guardas), Embalagem em Caixas de Papelão (Miolo); - Criação de um Filme-Vídeo-Documentário: Câmera BlackMagic 6k; Lente 70 _ 200mm; Lente Canon 28mm; Lente Canon 14mm; Tripé Manfrotto de cabeça fluída; Microfene de lapela duplo Sony; Microfone de mão Senheiser; Iluminadores de LED; Notebook Vaio e HDs portáteis Sammsung de 3GB. Edição, montagem e finalização de 24 (vinte e quatro) vídeos, 03 (três) para cada comunidade entre 03 (três) e cinco (cinco) minutos para as redes sociais e 08 (oito) vídeos entre 10 (dez) e 20 (vinte) minutos de duração, num total de 32 (trinta e dois) vídeos. Equipe: Editor; Diretor e Finalizador. - A Biblioteca será organizada por uma equipe de professores e pesquisadores do Instituto de História/IH-UFRJ e do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais/IFCS-UFRJ; - Dar sustentabilidade mensal a uma equipe de três (3) professores pós-doutorados, três (3) professores graduados e doutorandos, três (3) bacharéis e cinco (5) alunos bolsistas/pesquisadores, um (1) diretor de produção, um (1) produtor executivo, um (1) assistente de produção e dois (2) jornalistas; - Dar sustentabilidade ocasional a uma equipe adjunta de dois (2) diretores de conteúdo, três (3) colaboradores-articulistas, dois (2) professores, um (1) jornalista, um (1) fotógrafo e um (1) Filmaker para a pesquisa de campo, custos de estúdio, um (1) produtor executivo, um (1) produtor local assistente, um (1) designer, um (1) arte-finalista, um (1) editor, um (1) subeditor, um (1) revisor de textos, um (1) ilustrador e compra de fotos de arquivo; - A ideia é desenvolver uma Biblioteca Virtual com objetos históricos-antropológicos catalogados e conteúdos teóricos e visuais, sobre as culturas indígenas milenares da extensão do Médio e Alto Rio Negro, dando importância aos itinerários pedagógicos e culturais que serão expostos no mapa do acervo; - Constituir uma referência bibliográfica e midiática de amplo e livre acesso para pesquisa e formação de educadores e agentes públicos nos conteúdos didáticos e métodos pedagógicos previstos pela lei 11.645/2008, no campo específico das tradições indígenas no território brasileiro, como também para estudantes universitários e alunos da rede pública de ensino; - Complementar com trabalho de campo a formação de doutores dos Programas de Pós-Graduação em Filosofia e em História Comparada da UFRJ, nos estudos específicos das tradições indígenas no território brasileiro; - Criar e colocar em prática uma estratégica de marketing digital para maximizar a difusão da Biblioteca, contendo as seguintes ações: anúncios no Google, no Facebook, Linkedin, Bing Ads, ‘Inbound’ Marketing, gerenciamento nas redes sociais, uso das técnicas de SEO, sistema de envio de E-mail Marketing; - Dar sustentabilidade mensal a uma equipe de marketing digital: um (1) assessor de comunicação, um (1) social mídia, um (1) assistente de comunicação, um (1) gestor de tráfego, um (1) digital influencer e um (1) designer do material digital; - Dar sustentabilidade mensal a uma equipe para a produção de Podcasts: um (1) jornalista; um (1) produtor executivo e custos de estúdio; - Realizar o evento de lançamento no Auditório da ABL (Academia Brasileira de Letras) com as participações de escritores, artistas e personalidades convidadas, com a presença de ambientalistas, indigenistas e lideranças indígenas; - Realizar um ciclo de seis (6) Palestras e Encontros Críticos destinado ao público, uma (1) a cada dois (2) meses, durante um (1) ano, em espaços culturais do Rio de Janeiro; - Realizar um ciclo de seis (6) Palestras e Encontros Críticos, em escolas públicas próximas aos espaços selecionados, um (1) a cada dois (2) meses, durante um (1) ano, para o cumprimento das contrapartidas sociais.
JUSTIFICATIVA As sociedades amazônicas contemporâneas são constituídas por um processo histórico rico e complexo de diversidade humana, ambiental e cosmológica. Seus habitantes originários, as diversas sociedades indígenas que as constituem, desenvolveram ao longo de séculos de relação sustentável e ética com os entes naturais um conhecimento abrangente sobre o meio natural e climático potencializando diversidades de sementes e espécies domesticadas, uso de solos e técnicas de cultivo, usos de materiais para suas indústrias, adaptação habitacional à sazonalidade ambiental. Nesse contexto, estudar e conviver com os povos originários da Amazônia e as formas como se relacionam com a floresta, os rios, a fauna e a flora, os ecossistemas, seus saberes, seus cantos, sua literatura oral, não significa apenas um movimento destinado a conhecer o "outro", o "diferente", mas implica conduzir as indagações e reflexões sobre a própria sociedade brasileira contemporânea na qual vivemos. O projeto "Midiateca Rio Negro" trata-se da elaboração e difusão de uma Biblioteca Virtual sobre a cultura milenar indígena do Médio e Alto Rio Negro, tendo como base o reconhecimento da história dos povos indígenas da região, ressaltando a importância do seu Sistema Agrícola Tradicional e toda a Cadeia Produtiva da Economia Indígena Sustentável terem sido tombados pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), como Patrimônios Culturais do Brasil, em 2010. As comunidades indígenas do Médio e Alto Rio Negro possuem um conhecimento ancestral sobre o manejo dos recursos naturais da floresta e dos locais apropriados para cultivar, coletar, pescar e caçar, formando um conjunto de saberes e modos de fazer enraizados na sua cultura. O Sistema de Produção Sustentável da Economia Indígena acontece em um contexto multiétnico e multilinguístico em que os grupos indígenas compartilham formas de transmissão e circulação de saberes, práticas, serviços ambientais e produtos de altíssima qualidade. A função da Biblioteca será a sua identificação e difusão, uma vez que o modo de viver das comunidades é praticado, diariamente, pelas pessoas que o vivenciam, passando de geração a geração, por mais de 3 mil anos. O que se pretende é mostrar a contribuição que a cultura indígena pode dar à sociedade moderna em relação à preservação da Amazônia e à visão de que o Brasil é um Território Indígena Histórico, compreendendo a história indígena brasileira como ponto de partida da discussão nacional para a construção de uma política pública ambiental e de respeito aos povos indígenas, tendo por princípio que a participação popular é um direito sobre as tomadas de decisões, de elaboração, efetivação e fiscalização das políticas públicas ambientais e que a defesa da Amazônia é um dever tanto do Poder Público quanto de toda a sociedade. Não sem razão, o Brasil reconhece e assina convenções internacionais que atestam as sociedades indígenas e seus conhecimentos como patrimônios inalienáveis da Humanidade. Do ponto de vista do entendimento dos processos históricos de formação das sociedades amazônicas, em todas as suas contradições, conquistas e potenciais, tais sociedades constituem um indicador extremamente sensível da natureza da realidade que com elas interage. A sociedade brasileira _ e dentro dela a Amazônia _ se revela nas formas de se relacionar com as culturas indígenas, seja do ponto de vista da aproximação e do reconhecimento de sua riqueza e exuberância cultural, seja da exploração, da indiferença, do desprezo e da negação da cidadania plena. Nos cinco séculos que marcaram a intensificação das relações entre sociedades indígenas e frentes de expansão das fronteiras agrícolas, extrativas e de colonização e assentamento de cidades e vilas, a região recebeu fluxos migratórios variados de brasileiros, europeus, africanos escravizados, árabes e asiáticos. Do período de conquista e dominação, à entrada da região no mercado global capitalista com a borracha da seringueira até a industrialização e o agronegócio, a ferro, fogo e resiliência, um complexo societário se formou envolvendo povos indígenas, comunidades ribeirinhas, extrativistas e fluxos variados de bens e serviços entre cidade de médio e grande porte. Proclamada como a "Terra da Fartura" pelas campanhas dos governos estaduais, antes e depois do ciclo da borracha, milhares de brasileiros, paulistas, mineiros, gaúchos, paranaenses e nordestinos, foram estimulados a migrarem para a Amazônia, onde acabavam envolvidos na violência das relações de trabalho baseadas na escravidão por endividamento do trabalhador. Entender as sociedades amazônicas é entender a formação de sociedades multiculturais como a brasileira, suas condições de formação, seus dilemas, suas desigualdades e seus potenciais de futuro. Neste sentido, o projeto "Midiateca Rio Negro" tem como conceito incentivar a discussão da participação dos índios na história brasileira, caracterizada pela influência de um resgate histórico, social e econômico, amplo e articulado, com a reinvenção do Brasil como um país ‘especial’ que tem um valor cultural consagrado pela Humanidade e apresenta grandes áreas de importância preservacionista que precisam ser protegidas e conservadas para o desenvolvimento de uma economia que contribua com a diminuição das desigualdades. O estudo dos povos indígenas como atores para a compreensão da história brasileira contemporânea ultrapassa a visão exploradora do trabalho e dos recursos naturais, e vem incentivar a construção de uma história ambiental no Brasil, tendo a contribuição da cultura dos índios como elemento fundamental e o grande desafio de formação da opinião pública, com uma base de transmissão de informações sobre a preservação da Amazônia, a responsabilidade perante o Planeta e o futuro das novas gerações, destacando a relevância do Rio Negro como a última fronteira ecológica do Brasil. O projeto pretende afirmar a participação dos índios brasileiros no processo histórico dos diversos "Brasis" que existem em nossa sociedade e a visão de que a Amazônia é um patrimônio de todo o Brasil, percebendo a identidade das sociedades indígenas na perspectiva histórica que evidencia as relações de poder e a utilização dos recursos naturais. O propósito é elaborar uma Biblioteca Virtual e veicular uma Campanha de Solidariedade, que desperte na sociedade, na área acadêmica, nas agências nacionais e internacionais, no público-leitor e consumidor (professores, universitários, alunos do ensino médio e fundamental, jornalistas, artistas e personalidades nos grandes centros urbanos) o interesse pelo consumo responsável dos produtos da Economia da Floresta e da cultura indígena, com conteúdos que contenham impactos socioambientais, culturais, educacionais e econômicos positivos, tendo o compromisso de difundir a percepção de um "Futuro Inclusivo". Solicitamos o enquadramento no Art. 18 por tratar-se de uma obra de referência humanitária, de preservação do patrimônio cultural e de incentivo à leitura. Além, por estar de acordo com os incisos do Art 1º- da Lei no- 8.313/91, o projeto contemplar: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Incluindo as finalidades expostas nos incisos do Art. 3º-: - Preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico; - Estímulo ao conhecimento de bens e valores culturais.
OUTRAS INFORMAÇÕES PROJETO PEDAGÓGICO O projeto vem contribuir para a transmissão de informações a respeito da realidade ambiental da Amazônia, tema recorrente e de interesse do público brasileiro e estrangeiro, incentivando a conservação da floresta, a defesa da diversidade e o trabalho realizado pelas Associações Indígenas da região do Médio e Alto Rio Negro, há mais de 35 anos. No momento de excepcionalidade que vive o Brasil, sendo urgente a mobilização de toda a sociedade para as questões voltadas ao desenvolvimento sustentável e, especificamente, para a preservação da Amazônia, a produção do projeto “Midiateca Rio Negro” será uma ação de compromisso com a formação de uma opinião pública mais consciente de suas responsabilidades e com a consolidação de uma civilização ecológica global. Considerando o desafio do Brasil para o gerenciamento de políticas públicas voltadas para a promoção e reparação dos direitos das suas comunidades tradicionais, e a importância do desenvolvimento de ações relativas à participação da opinião pública na criação, controle, execução e crítica das diretrizes em relação à preservação da Amazônia, impulsionar uma ação educativa em defesa do reconhecimento histórico das culturas milenares indígenas e da biodiversidade econômica da região do Médio e Alto Rio Negro será um incentivo à transmissão do conhecimento sobre a importância do desenvolvimento sustentável e do estímulo ao consumo responsável. Deste modo, propomos realizar um trabalho de difusão da história dos povos indígenas do Rio Negro, de inclusão das ações já existentes nas comunidades da região ao mercado de consumo no sudeste do Brasil, com o objetivo de incentivar o fortalecimento da Cadeia Produtiva da Economia da Floresta, contribuir para o crescimento da Educação local e promover a Comunicação e o Turismo como fenômenos empreendedores de inovação na busca de que todo o processo produtivo se torne um pilar de geração de trabalho e renda e da autoafirmação da cultura indígena. É importante ressaltar que o Sistema Tradicional Agrícola do Rio Negro (pimentas, farinhas, tucupi, castanhas, frutas desidratadas, entre outros produtos) e toda a Cadeia Produtiva da Economia Indígena Sustentável (incluindo o artesanato de altíssima qualidade, cestarias, cerâmicas, biojoias, peças de fibras, paxiúba, tucum ou cipó) foram declarados Patrimônios Culturais do Brasil pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), em 2010. E a ‘mandioca’ eleita pela ONU como o alimento do século XXI. O cultivo da ‘mandioca’ é a base desse sistema compartilhado para mais de 20 povos indígenas que vivem na extensão do Rio Negro, nos municípios de Barcelos, Santa Isabel do Rio Negro e São Gabriel da Cachoeira, no noroeste do Amazonas, até as fronteiras com a Colômbia e a Venezuela. Este sistema de criatividade ancestral deve ser entendido como “um conjunto de saberes e modos de transmissão de conhecimentos que se relacionam entre si”. Destacam-se o processo de formação da comunidade, da sua autoidentificação, enquanto comunidade tradicional indígena, bem como o seu cotidiano no tempo presente, intimamente ligado à agrobiodiversidade. A Biblioteca abrigará o acervo do material da pesquisa que será organizado para alimentar as visitas e a utilização do público em geral. A ideia é fazer com que o público se familiarize com o espaço da pesquisa e possa compreender a realidade ambiental da Amazônia e a importância da preservação do Rio Negro, gerando sua própria opinião com o objetivo de difundir as informações para as outras pessoas. A ideia é fazer uma Biblioteca dinâmica, além de ser um local de armazenamento e disseminação de informações históricas (ancestrais), seja também um local que funcione como um espaço de lazer, encontros para reuniões, atividades profissionais, locais de exercício cultural, exposições, entrevistas e depoimentos de lideranças indígenas, antropólogos, ambientalistas, escritores, sociólogos, artistas e personalidades convidadas, a respeito dos povos indígenas do Médio e Alto Rio Negro e do incentivo ao desenvolvimento humano e sustentável na região, tendo por registro algumas aldeias na extensão do Rio Negro, até as fronteiras com a Colômbia e a Venezuela. Como principal elemento, a Biblioteca prevê a discussão sobre a cultura milenar indígena, agindo positivamente na conscientização dos internautas no sentido de que se familiarizem com o significado da ancestralidade indígena e da utilização sustentável dos recursos naturais, “mantendo a floresta viva, em pé, e não colocada ao chão”, aproveitando a oportunidade para ampliar a visão do público que o estudo da relação entre o Homem e o seu ambiente resulta de um conjunto de atitudes morais, sociais, culturais e econômicas. O Rio Negro é um rio sagrado para as comunidades indígenas da Amazônia. É um patrimônio histórico do Brasil que constitui uma base social que abriga 23 comunidades étnicas há pelo menos 3 mil anos compondo um mosaico que, certamente, é o último reduto da diversidade cultural indígena brasileira, e 20 delas estão presentes e disseminadas pelo Brasil à fora. São 750 comunidades espalhadas por toda a extensão do Rio Negro, representantes das famílias linguísticas Tukano, Aruak e Maku, localizadas em um território que abrange 11 milhões de hectares nos municípios de Barcelos, Santa Isabel do Rio Negro e São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas. Os povos indígenas do Brasil ocupam cada vez mais o cenário sociopolítico sobre a importância da cultura indígena brasileira para a compreensão da nossa realidade atual, questionando as tradicionais pressões que apontam para um quadro de degradação generalizada na qualidade de vida das suas comunidades e até mesmo de extinção. Por isso, o projeto reveste-se de características de grande importância e valor cultural, tendo em vista a oportunidade de promover a transmissão de conceitos e valores de preservação do meio ambiente e respeito aos povos indígenas brasileiros entre o público formador de opinião. Além de estimular o público a ter uma visão mais solidária sobre a vida, a extensão da proposta da Biblioteca Virtual aponta para o contexto do agravamento dos problemas sociais gerados pelos modelos de desenvolvimento e de um ambiente minado pela violência socioambiental. A ideia é contribuir para a construção de uma história ambiental no Brasil, tendo a interculturalidade como um dos seus principais apelos e para a afirmação de uma cultura de intercâmbio entre os grupos posicionados de modo desigual no que se refere às condições de acesso da sua própria cidadania. Queremos focar no argumento de que as populações indígenas têm muito a contribuir com a sociedade moderna no que se refere à transmissão dos conhecimentos ancestrais que possuem e no processo de negociação com o Sistema da Educação Pública, objetivando o crescimento de um novo modelo de ensino que possa interferir numa mudança significativa do comportamento da nossa sociedade no futuro. A Educação Escolar Indígena vem se constituindo como uma frente de diálogo entre os saberes tradicionais e os conhecimentos acadêmicos implicando num resultado inovador, articulado à preservação das culturas e das línguas indígenas dentro de um mundo cada vez mais sofisticado e globalizado. Isso significa dizer que estamos diante de uma oportunidade de ampliação dos valores preservacionistas aliados à construção de uma história ambiental tão necessária para a consolidação da democracia social brasileira. Uma visão de união, vindo de encontro à resistência do movimento indígena, com vistas à compreensão do cenário histórico, amplo e diverso, onde se desenvolve o movimento em todo o país, vem estimular o argumento da realização deste projeto, juntamente com a ideia de que a Amazônia é um patrimônio de todos os brasileiros, e que a preservação da floresta e o respeito aos povos tradicionais é um dever da sociedade. Na tentativa de demonstrar a importância da educação indígena como uma forma diferenciada de formação, pretendemos ampliar a compreensão da cultura dos índios no que ela pode contribuir positivamente para a sociedade brasileira no sentido de influenciar a construção de políticas de preservação do meio ambiente e de respeito à diversidade cultural, através dos valores milenares que possui. As páginas da Biblioteca serão resultado das Pesquisas que serão desenvolvidas para a sua elaboração, com uma coleção de documentos, acervos de imagens, fotografias, textos e materiais didáticos que contenham conteúdos e informações sobre a história da ancestralidade da cultura indígena no Médio e Alto Rio Negro, tendo a perspectiva da contribuição à construção de uma história ambiental no Brasil, para que se torne uma fonte de pesquisa, com várias utilidades e objetos de estudo. Será organizada por uma equipe de três (3) professores Pós-Doutorados, dois (2) pesquisadores com nível de Mestrado e Doutorado, dois (2) professores Pós-Graduandos, três (3) Bacharéis e 5 Bolsistas do Instituto de História/IH e do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais/IFCS da Universidade Federal do Rio de Janeiro/UFRJ, vinculados ao Laboratório Ateliê de História Indígena e Minorias/LABHIM-IH/UFRJ e ao Laboratório de Filosofias Clássicas e Ancestrais/OUSIA/ UFRJ. A Escola de Belas Artes – EBA-UFRJ – será a responsável pela programação visual da Biblioteca (Web Designer), que será composta pelas seguintes Áreas de Saberes: – Indígenas e Cosmologias; – História e Etnohistória Indígenas; – Etnodesenvolvimento e Projetos de Futuros; – Etnogeografia; – Arte Indígena. Pesquisa de Arquivos A equipe de graduandos atuará na pesquisa dos arquivos da Biblioteca Nacional (https://www.gov.br/bn/pt-br), do Arquivo Nacional (https://www.gov.br/arquivonacional/pt-br), do Museu Histórico e Diplomático do Itamaraty (https://www.gov.br/mre/pt-br/ererio) e do Museu do Índio (https://www.gov.br/museudoindio/pt-br). Os pesquisadores selecionarão as bases bibliográficas e de referências sobre as sociedades indígenas da região, disponíveis nas Universidades (Brasil e outros países), Centros de Pesquisa e Organizações Indigenistas e Indígenas no Brasil e pelo mundo. Os professores coordenarão as equipes supracitadas e a montagem da Biblioteca Digital. Pesquisa na Região O projeto prevê a documentação do Sistema Tradicional Agrícola do Rio Negro, tendo como destaque o cultivo da ‘mandioca’ e os seus produtos derivados, e a diversidade que engloba os saberes ancestrais das comunidades indígenas da região. Com o objetivo de dialogar com a discussão sobre a efetivação dos direitos de cidadania dos povos indígenas do Médio e Alto Rio Negro, propomos registrar o processo produtivo em sete (7) comunidades indígenas: 1 – A Comunidade Multiétnica da Ilha de Duraka Kapuamu, com seis (6) grupos étnicos (arapaso, baré, desano, piratapuya, tariano e tukano), em São Gabriel da Cachoeira, onde se localiza uma Casa da Farinha na qual se produz farinhas de mandioca originárias das “roças coletivas” da comunidade; 2 – O Assentamento dos Produtores Agrícolas Teotônio Ferreira situado nos arredores da cidade de São Gabriel da Cachoeira, com 1.500 famílias multiétnicas; 3 – As comunidades indígenas do Médio Rio Negro, nas Terras Indígenas demarcadas Uneiuxi, Roçado e Terra Comprida, no município de Santa Isabel do Rio Negro; 4 – As comunidades indígenas Baniwa nas aldeias Tucumã-Rupitá e Tunuí Cachoeira; 5 – As mulheres indígenas do Baixo Içana, no Distrito de Assunção e na comunidade Buia Igarapé, na Terra Indígena Alto Rio Negro; 6 – As mulheres indígenas do Alto Rio Negro, nas Terras Indígenas Cué-Cué Marabitanas, em São Gabriel Mirim; 7 – Aldeia Tukano Pari-Cachoeira, na calha do Rio Tiqué, Terra Indígena Alto Rio Negro-AM. A Bacia do Rio Negro é formada por um conjunto de paisagens naturais que abrange imensas planícies, a floresta tropical, campinas, matas de igapó e vegetação de espinheiros e plantas silvestres, com uma multiplicidade de variações que implica no modo de vida das comunidades indígenas, na pesca, na caça, na agricultura e na utilização de materiais para fabricação de artesanatos e das habitações características das aldeias. O argumento do projeto baseia-se na demonstração dessa diversidade natural, tendo a visão do Ecoturismo como uma atividade econômica a ser identificada, pretendendo contribuir para incentivar o turismo na região propondo a documentação de um roteiro com o itinerário caracterizado pelas condições geográficas e socioculturais das Serras Guerreiras de Tapuruquara, relacionando duas (2) das cinco (5) comunidades envolvidas com a atividade (São João II, Uabada II, Cartucho, Abrute e Boa Vista), para a elaboração de um modelo de gestão que busque aliar-se às alternativas locais, inclusive operacionais e de manifestações culturais. A Biblioteca prevê ainda a documentação da Aldeia Poani, dos índios Tuyuka, no Alto Rio Negro, quase na fronteira com a Colômbia, com o objetivo de registrar os trabalhos da Escola Indígena da aldeia, que é uma escola inovadora, chamada de Escola Passeio, na qual a metodologia de ensino é baseada em passeios que são realizados com os jovens alunos indígenas e seus professores na mata, um exemplo bastante interessante a ser divulgado nas escolas da rede pública do ensino fundamental e médio do resto do país. Sobre a Pesquisa na região, será organizado um núcleo multidisciplinar de um (1) historiador, um (1) antropólogo) e um (1) jornalista para a captação de entrevistas orais nas comunidades selecionadas, um (1) fotógrafo e um (1) filmaker para o registro da argumentação iconográfica, acompanhados de um (1) produtor e diretor de conteúdos e um (1) assistente de produção local.
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO PRODUTO 1 – Uma Biblioteca Virtual, “Midiateca Rio Negro”, com uma linguagem livre, criativa, atual, de estudos e pesquisas, plástica, independente, responsável e cidadã, e uma temática voltada para a difusão da cultura indígena milenar do Médio e Alto Rio Negro. 2 – Um Livro – Última Fronteira Ecológica do Brasil” – como fator compensatório para as comunidades contempladas da região do Rio Negro. (Impressão: 2.000 Livros. Capa Dura - Rio Negro, Última Fronteira Ecológica do Brasil - 21x29,7cm - 176P. Revestimento: 35,7x49,3cm, 4x0 cores, Tinta Escala em Couche Brilho LD Suzano 150g. Miolo: 176 pgs, 21x29,7cm, 4 cores, Tinta Escala em Couche Matte LD Suzano 150g. Parana: 22x31cm, sem impressão em Parana 1340g 80x100. Guardas: 42x29,7cm, sem impressão em Off-set Alta Alvura LD 240g. Costurado, Colado, Laminação Fosca, Lados laminação 1(Revestimento), Capa Dura Cartonada (Revestimento), Laminação Fosca, Lados laminação 1(Guardas), Embalagem em Caixas de Papelão (Miolo). ROTAPLAN. 3 – Um filme-vídeo-documentário: Filmaker/Equipamentos: 01 Câmera BlackMagic 6k; 01 Lente 70 – 200mm; 01 Lente Canon 28mm; 01 Lente Canon 14mm; 01 Tripé Manfrotto de cabeça fluída; 01 Microfene de lapela duplo Sony; 01 Microfone de mão Senheiser; 03 Iluminadores de LED; 01 Notebook Vaio e 10 HDs portáteis Sammsung de 3GB. Edição, montagem e finalização de 24 (vinte e quatro) vídeos, 03 (três) para cada comunidade entre 03 (três) e cinco (cinco) minutos para as redes sociais e 08 (oito) vídeos entre 10 (dez) e 20 (vinte) minutos de duração, num total de 32 (trinta e dois) vídeos. Equipe: 01 Editor; 01 Diretor e 01 Finalizador. 4 - Evento de Lançamento no Auditório da ABL (Academia Brasileira de Letras), no Rio de Janeiro, tendo a participação da equipe, de artistas e personalidades convidadas, com a participação de indigenistas, ambientalistas e lideranças indígenas. 5 – Eventos e Palestras. Um ciclo de 06 Palestras e Encontros Críticos em espaços culturais para a difusão da Biblioteca, da Economia Indígena Sustentável do Rio Negro e do movimento indígena brasileiro como ferramentas de garantia de formação da cidadania. 6 - Contrapartidas Sociais: levar para as escolas públicas ao redor dos centros culturais que as palestras ocorrerão a equipe de convidados do projeto para a difusão de informações de qualidade sobre a preservação da Amazônia e a cultura indígena milenar do Rio Negro. Serão 06 eventos de contrapartida social.
ACESSIBILIDADE 1 – BIBLIOTECA VIRTUAL – “Midiateca Rio Negro”. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O “Quesito de Acessibilidade” para “Deficientes Visuais” no produto “Biblioteca Virtual” vai ser atendido com a produção de ‘podcats’ por ter conteúdos sonoros, tendo acesso ao produto via ‘online’. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES FÍSICOS: O “Quesito de Acessibilidade” para “Deficientes Físicos” no produto “Biblioteca Virtual” ‘não faz sentido’, na medida em que o “acesso ao produto se faz à longa distância”, via “online”. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O “Quesito de Acessibilidade” para “Deficientes Auditivos” no produto “Biblioteca Virtual” será atendido na medida em que a Biblioteca contém conteúdos escritos e as peças audiovisuais serão legendadas. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS Contratação de um técnico desenvolvedor de aplicativo para atender deficientes intelectuais; 2 – LIVRO ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Contratação de um técnico desenvolvedor do sistema braile para a leitura do livro de deficientes visuais;. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES FÍSICOS: O “Quesito de Acessibilidade” para “Deficientes Físicos” no produto “Livro” ‘não faz sentido’, na medida em que o “acesso ao produto se faz à longa distância”, via “online”. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O “Quesito de Acessibilidade” para “Deficientes Auditivos” no produto “Livro” não faz sentido na medida em que o “acesso ao produto” destina-se à impressão gráfica. 3 - VÍDEO-DOCUMENTÁRIO ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O “Quesito de Acessibilidade” para “Deficientes Visuais” no produto “Vídeo” não faz sentido na medida em que o “acesso ao produto se faz à longa distância”, distribuição gratuita na internet. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES FÍSICOS: O “Quesito de Acessibilidade” para “Deficientes Físicos” no produto “Vídeo” ‘não faz sentido’, na medida em que o “acesso ao produto se faz à longa distância”, via “online”. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O “Quesito de Acessibilidade” para “Deficientes Auditivos” no produto “Vídeo” não faz sentido na medida em que o “acesso ao produto” destina-se à veiculação na Internet. 4 – LANÇAMENTO E PALESTRAS Serão 07 Eventos: o evento de lançamento e 06 palestras em espaços culturais da cidade do Rio de Janeiro. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Aluguel de uma Van para o transporte de deficientes visuais de alguma instituição especializada no setor para levar um grupo ao evento de lançamento e a cada uma das palestras, disponibilizando um assistente de produção para a condução interna e descrição do evento. ACESSIBILIDADE AOS DEFICIENTES FÍSICOS: Aluguel de uma Van para o transporte de deficientes físicos de alguma instituição especializada do setor para levar ao evento de lançamento e a cada uma das palestras organizadas um grupo de deficientes (cadeirantes), e a disponibilização de um assistente de produção para acomodá-los adequadamente nos espaços dos eventos e ajudá-los na locomoção dentro dos locais. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Um profissional da Língua Brasileira de Sinais (Libras) estará presente a cada evento para dar suporte de compreensão aos deficientes auditivos. 5 – CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O “Quesito de Acessibilidade” para “Deficientes Visuais” no produto “Contrapartidas Sociais” ‘não faz sentido’, na medida em que o “acesso ao evento nas escolas” é destinado somente aos alunos das escolas públicas. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES FÍSICOS: O “Quesito de Acessibilidade” para “Deficientes Físicos” no produto “Contrapartidas Sociais” ‘não faz sentido’, na medida em que o “acesso ao evento nas escolas” é destinado somente aos alunos das escolas públicas. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O “Quesito de Acessibilidade” para “Deficientes Auditivos” no produto “Contrapartidas Sociais” ‘não faz sentido’, na medida em que o “acesso ao evento nas escolas” é destinado somente aos alunos das escolas públicas.
DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO 1 – BIBLIOTECA VIRTUAL III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais do evento de lançamento e das palestras que serão realizadas e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; 2 – LIVRO Distribuição gratuita para Bibliotecas Escolares; 3 - VÍDEO-DOCUMENTÁRIO Veiculação gratuita na internet e exibição em Escolas Públicas. 4 – LANÇAMENTO E PALESTRAS II - oferecer transporte gratuito ao público indígena, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida; 5 – CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; AMPLIAÇÃO DE ACESSO SOBRE O PRODUTO BIBLIOTECA VIRTUAL: Além das ações de formação cultural relacionadas nas contrapartidas sociais junto às escolas públicas selecionadas, os organizadores do projeto irão promover uma ação permanente nessas mesmas escolas em conjunto e em comum acordo com os professores de história, de arte e de informática, no sentido de estimular a visita permanente dos alunos à BIBLIOTECA VIRTUAL, com a presença mensal (01 vez por mês) de um dos integrantes da equipe do projeto promovendo uma apresentação constante das atividades do projeto para os alunos das escolas públicas.
FICHA TÉCNICA Coordenação Geral – Carlos Eduardo Arcanjo de Oliveira (Presidente do Instituto Solidariedade e Cultura - responsável pelo processo decisório do projeto exercendo a função de coordenação da equipe administrativa-financeira juntamente com os profissionais competentes contratados) Coordenação de Pesquisa - Cesar Lemos Direção de Conteúdo – José Ribamar Bessa Freire Direção de Conteúdo – Carlos Tukano Coordenação em Cosmologias – Fernando Santoro Pesquisa Decolonial Indígena – Damires dos Santos França Pesquisa História Indígena – Andréa Casa Nova Maia Pesquisa História Indígena - Valéria Baniwa Pesquisa História Indígena – Cesar de Miranda e Lemos Pesquisa História Indígena – Maria Antônia Menezes Pesquisa História Indígena – Juliana Chaves Silva Direção de Produção e Editor – Maurício Nolasco Subeditora – Beatriz Cardoso Jornalistas – Angélica Basthi, Renato Martins e Henrique Koifman Arte e Designer – Roberto Dalmaso Revisão de Texto – Rodrigo Trindade Fotógrafo – Paulo Múmia Filmaker – Guilhermo Planel Produção Executiva - Bruno França Consultoria Técnica - João Miranda Assistente de Produção – Flávia Campos Assessoria de Comunicação – Beatriz Santos CESAR LEMOS Bacharel e Licenciado em História (1994/1995) pela UFRJ e Mestre em História pelo Programa de Pós-Graduação em História Política (2000) da UERJ. Doutor em História Indígena pela ESS/UFRJ (2009). Professor de História Regional e Populações Indígenas da Universidade Federal da Fronteira Sul/UFFS, de 2011 até 2017. Professor de História do Brasil no Instituto de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro/IH-UFRJ, a partir de 2018. Mestre em Direito e Multiculturalismo pela Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões/URI - Santo Ângelo/RS. Pós-doutor em Economia pelo Instituto de Economia da UFRJ. Produz pesquisas nos seguintes temas: memória - ferroviários e ferrovia, ensino de História e História do Brasil, etnicidades, sociedades índigenas e afrodescendência - educação especial, políticas públicas - Direito, etnodireito e etnodesenvolvimento - Gênero, Cidadania e relações socioeconômicas. JOSÉ RIBAMAR BESSA FREIRE É doutor em Letras pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Cursou doutorado em História na École des Hautes Études em Sciences Sociales na França. Orienta pesquisas de mestrado e doutorado no Programa de Pós-Graduação em Memória Social da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio), especialmente com temas de história social das línguas, línguas indígenas e literatura oral. É professor da UERJ, onde coordena o Programa de Estudo dos Povos Indígenas. Participa do Grupo de Trabalho de Sociolinguística da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa (ANPOLL). Foi consultor do Ministério da Educação para as questões de educação indígena. Publicou vários livros, entre os quais “Rio Babel: a história das línguas na Amazônia (2004) e O Português e o Tupi no Brasil”. CARLOS TUKANO Nascido na Aldeia Pari-Cachoeira em São Gabriel da Cachoeira, no Estado do Amazonas, é natural da etnia Tukano. Vem lutando e acompanhando o movimento indígena há três décadas. Trabalhou com projetos de benefícios direcionados na articulação política, sociocultural e tradicional das etnias residentes e domiciliadas na Calha do Rio Tiquié da Comunidade de Pari-Cachoeira, Terra Indígena Alto Rio Negro – AM, junto às instituições públicas federais, estaduais e municipais, bem como instituições particulares, nacionais e internacionais. Experiências Profissionais: Fundação Nacional do Índio – FUNAI – de 1988 a 1992 (função: chefe de Posto Indígena); Aldeias Infantis SOS Brasil, de 1997 a 2001 (função: Arte Educador); Museu do Índio – FUNAI – Serviço de Atividades Culturais de Divulgações Indígenas – de 1997 a 2007 (função: Educador); Museu do Índio – FUNAI – Vocabulário Básico de Línguas Indígenas do Brasil, em 2005 (função: Tradutor); Aldeia Maracanã – no antigo Museu do Índio, de 2006 a 2013 (função: Liderança Indígena e Cacique da Aldeia Maracanã); AIAM Associação Indígena Aldeia Maracanã, de 2015 a 2018 (função: Fundador e Presidente da Associação); Conselho Estadual de Direitos Humanos do Rio de Janeiro (SEDHIR/RJ), de 2016 a 2018 (função: Membro do Conselho representando os Povos Indígenas); Museu do Índio – FUNAI – Serviço de Atividades Culturais de Divulgações Indígenas, de 2018 a 2019 (função: Educador e Palestrante em escolas, universidades e instituições); CEDIND Conselho Estadual dos Direitos Indígenas do Rio de Janeiro (SEDHMI/RJ), de 2018 a 2023 (função: Presidente do CEDIND). Áreas de Conhecimento: Liderança indígena, Palestrante, Educador, Tradutor, Ator de cinema e televisão, Membro de Conselhos de Direitos Humanos e Indígenas. FERNANDO SANTORO Concluiu o doutorado em Filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, em 1988. Realizou um pós-doutorado em Filosofia na Universidade de Paris IV Sorbonne em 2000 e um estágio sênior na École Normale Supérieure e na Universidade de Paris IV em 2010-11. Foi professor visitante na École Normale Supérieure de Paris nos anos acadêmicos de 2010/11 e 2013. Secretário Geral da Sociedade Brasileira de Estudos Clássicos no biênio 2010/11. Coordenador do Programa de Pós-graduação em Filosofia da Universidade Federal do Rio de Janeiro de 2012 a 2015. Diretor de Programa no Collège International de Philosophie (Paris) de 2013 a 2019. Professor Visitante na Oxford Brookes University de 2019 a 2020 com bolsa do programa Capes/PrInt. Atualmente é Professor Titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Diretor do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ, Coordenador do Laboratório OUSIA de Estudos em Filosofia Clássica e Editor Chefe do periódico Anais de Filosofia Clássica on-line. Publicou 45 artigos em periódicos especializados. Possui 46 capítulos de livros e 6 livros publicados e organizou 5 livros. Orientou 19 dissertações de mestrado e 15 teses de doutorado, supervisionou 5 pós-doutorados, além de ter orientado 25 trabalhos de iniciação científica e 31 trabalhos de conclusão de curso nas áreas de Filosofia e Letras. Atualmente coordena 3 projetos de pesquisa, 3 projetos de extensão e um projeto de ensino. Lidera o Grupo de Pesquisa do Laboratório OUSIA de Estudos em Filosofia Clássica e integra o GdRI do CNRS "Philosopher en Langues. Comparatisme et traduction", o Labex do CNRS "Transfers" e o projeto Capes/Print "Dicionário dos Intraduzíveis". Atua na área de Filosofia, com ênfase em Filosofia Antiga e Poética. Em suas atividades profissionais interagiu com mais de 220 colaboradores em coautorias de trabalhos científicos. Em seu currículo Lattes os termos mais frequentes na contextualização da produção científica e artístico-cultural são: Aristóteles, filosofia antiga, filosofia, linguagem, Platão, poética, ontologia, pré-socráticos e Parmênides. ANDRÉA CASA NOVA MAIA Professora Associada de História do Brasil Republicano e História da Arte do Instituto de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Bolsista de Produtividade do CNPq. Doutora em História social da cultura pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e Mestre e Licenciada em História pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), onde realizou estágio pós-doutoral recentemente. Presidente da Associação Nacional de História Oral (ABHO-2020-2022) e Coordenadora Adjunta do Programa de Pós-Graduação em História Social da UFRJ (PPGHIS-2021-2022). Vice-presidente da Internacional Oral History Association (IOHA- 2012-2014). Jovem Cientista do Nosso Estado - FAPERJ (2013-2015). Atua nos cursos de graduação em História e Ciências Sociais do Instituto de História e do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UFRJ, bem como no Programa de Pós-Graduação em História Social (PPGHIS-UFRJ) e Programa de Pós-Graduação em História Comparada (PPGHC-UFRJ) lecionando e orientando teses e dissertações, bem como monografias e iniciação científica. Coordenadora do IMAM - GP-CNPq, Laboratório de Imagem, Memória, Arte e Metrópole, ativo desde 2010 (www.imam.historia.ufrj.br) e é pesquisadora associada do BR-PHCP/GP-CNPq, Brasil Republicano, Pesquisadores em História política e cultural, bem como do GP-CNPq Imprensa e circulação de ideias no século XIX e XX, além do LEHMT, GP-Cnpq: Laboratório de estudos históricos sobre o mundo do trabalho. É autora de: Apubh-20 anos. História Oral do Movimento Docente da UFMG. (APUBH, 1998), Nos Trilhos do Tempo – Memória ferroviária de Pedro Leopoldo (Mazza, 2003), Encontros e Despedidas: história de ferrovias e ferroviários de Minas Gerais (Argvmentvm, 2009), Lições do Tempo, Temas em História e Historiografia do Brasil Republicano (7 Letras, 2016), Russos em revista (Gramma, 2018), Waldir dos Santos, o sambista operário. História de uma mina de ouro no tempo de Vargas (Gramma, 2019); coorganizadora de Ética e Imagem (C/Arte, 2010), Outras Histórias: ensaios em História Social (Ponteio, 2012), Arquivo Pandemia volume 1 e volume 2 (Editora UFMG, 2020), organizadora de O Mundo do Trabalho nas páginas das revistas ilustradas (7Letras, 2015), História oral e Direito à Cidade (Letra & Voz, 2019), Recortes do Feminino - Cristais de memória e História de Mulheres nos arquivos do tempo (Ed.Telha, 2020), entre outros capítulos e artigos em revistas especializadas. DAMIRES DOS SANTOS FRANÇA Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Filosofia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (PPGF/UFRJ), Mestre em Educação, Especialista em Administração Escolar e Licenciada em Pedagogia e bacharela em Ciências Sociais pela UFRJ. Atua como técnica em assuntos educacionais no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS/UFRJ). É membra dos grupos de pesquisa Coletivo de Pesquisas Decoloniais e Libertárias (CPDEL/UFRJ) e do Grupo de Estudos em Educação Ambiental Desde el Sur (GEASUR/UNIRIO). Atualmente é tutora da CEDERJ e técnica em assuntos educacionais da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Tem experiência na área de Educação atuando, principalmente, nos seguintes temas: educação ambiental, formação de professor, educação indígena. VALÉRIA MARQUES BATISTA BANIWA Graduada em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Amazonas (2008). Possui Licenciatura Plena em Ciências Sociais - UFAM - (2010), e Especialização em Políticas de Enfrentamento a Violência Doméstica (2012). É Mestre em Sociologia pela Universidade Federal do Amazonas (2019) e Doutoranda em Psicossociologia de Comunidades e Ecologia Social-UFRJ (2021). Atuou profissionalmente na ORV como supervisora de projetos (2020), na Fundação Vitória Amazônica - FVA (2017/2019) como Técnico de Projetos Sociais/Formação de Professores. Foi professora de Sociologia em Escolas Públicas Estaduais- SEDUC/AM (2011-2016), monitora de Educação Ambiental no Museu da Amazônia Reserva Adolpho Duck (2009/2011), estagiária da assessoria de projetos sociais e formadora nas comunidades ribeirinhas indígenas e rurais do Amazonas na Secretaria de Articulação de Políticas Públicas aos Movimentos Sociais e Populares (2008). Tem experiência na área de Sociologia, com ênfase em Sociologia Contemporânea, atuando principalmente nos seguintes temas: políticas públicas, teoria sociológica, educação ambiental, saúde indígena, psicossociologia de comunidades e ecologia social. CESAR DE MIRANDA E LEMOS Bacharel e Licenciado em História (1994/1995) pela UFRJ e Mestre em História pelo Programa de Pós-Graduação em História Política (2000) da UERJ. Doutor em História Indígena pela ESS/UFRJ (2009). Professor de História Regional e Populações Indígenas da Universidade Federal da Fronteira Sul/UFFS, de 2011 até 2017. Professor de História do Brasil no Instituto de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro/IH-UFRJ, a partir de 2018. Mestre em Direito e Multiculturalismo pela Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões/URI - Santo Ângelo/RS. Pós-doutor em Economia pelo Instituto de Economia da UFRJ. Produz pesquisas nos seguintes temas: memória - ferroviários e ferrovia, ensino de História e História do Brasil, etnicidades, sociedades indígenas e afrodescendência - educação especial, políticas públicas - Direito, etno-direito e etno-desenvolvimento - Gênero, Cidadania e relações socioeconômicas. MARIA ANTÔNIA MENEZES RAMALHO Bacharel e licenciada pelo Instituto de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IH/UFRJ). Atualmente é professora assistente na rede privada de ensino. Possui interesse na área de História do Brasil Colônia, em especial nos temas: história indígena, escravidão e relações interétnicas. JULIANA CHAVES SILVA Bacharel em Serviço Social pela Universidade Federal Fluminense (2008). Bacharel e licenciada em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2023). Membro do Laboratório Ateliê de História Indígena e Minorias (LABHIM-UFRJ). MAURÍCIO NOLASCO Iniciou suas atividades profissionais como jornalista em 1979 em algumas redações no Rio de Janeiro (O Dia, Jornal do Brasil, Última Hora), voltado para o jornalismo político e ambiental. Foi editor de economia no jornal Tribuna da Imprensa no final dos anos 80. De 92 a 96, assessorou o Consulado de Angola em projetos culturais naquele país. Entra para o movimento social no ano de 2002, fundando o Instituto Bandeira Branca, tendo coordenado um projeto patrocinado pelo Programa Cultural da Petrobras, por 10 anos consecutivos, com sede na Zona Portuária. Durante esse período, produziu e dirigiu vários espetáculos e apresentações com grandes músicos da MPB, na Sala Cecília Meireles, Teatro João Caetano, Tom Jobim, Fundição Progresso, Circo Voador, entre outros espaços. É escritor com o seu primeiro livro lançado, “Geografia dos Infiéis”, em 2018, no Circo Voador. Possui mais cinco outros títulos. Como coordenador do Instituto Solidariedade e Cultura executou contratos com a Ligth e a Braskem, arregimentando artistas, músicos, escritores e poetas, para a realização de projetos incentivados. Exerce as atividades de Comunicação Institucional e Planejamento Estratégico da instituição. BEATRIZ CARDOSO Diretora na Lettera Brasil Comunicação, partner da Trama Criações de Arte, é editora da TN Petróleo desde 2000. Formada em Jornalismo pela Faculdade de Comunicação de Santos (FACOS), foi bolsista do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) na primeira turma de Mestrado em Jornalismo Científico e Tecnológico da Universidade Metodista de São Paulo (Rudge Ramos). Com 39 anos de jornalismo, já atuou como repórter especial, colunista, editora, subeditora e colaboradora de diversas publicações (jornais, revistas e sites, como O Estado de São Paulo, Revista Manchete, Isto É, entre outras) e como correspondente e colaboradora de revistas e agências internacionais (Análisis, Los Tiempos, Latinoamericana Press, etc). À frente da Lettera Brasil, tem atuado como consultorade comunicação para organizações de distintos segmentos, com ênfase em petróleo e gás, energia, química e petroquímica, tecnologia, meio ambiente e saúde. Pela TN Petróleo, recebeu prêmios e menções honrosas por suas reportagens, sendo vencedora do 3º- Prêmio da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip-2003) e três vezes menção honrosa, na categoria Revista. Foi reconhecida pelo Prêmio Especialistas como uma das principais jornalistas do país na categoria Construção Naval e Offshore. Foi uma das responsáveis pela criação e projeto editorial da revista digital Think Energy, do Instituto Brasileiro do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (IBP), em parceria com a Trama Criações de Arte. ANGÉLICA BASTHI Formação acadêmica em Comunicação e Cultura pela Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (ECO-UFRJ). Especialização em Política e Sociedade (IESP-UERJ). Graduada em Gestão de Direitos Humanos pela Universidade Cândido Mendes. Pós-graduada em Docência para o Ensino Superior (UCAM). Formação em Inglês no Spring International Language Center da University of Arkansas e no Programa de Aperfeiçoamento em Inglês da Fulbrigth no IBEU (RJ). Cursos de atualização: Assessoria de Imprensa em Crises Empresariais; Questões Ideológicas na Cobertura da Mídia e Planejamento e Gestão de Relacionamento com a Mídia (Petrobras), além do curso de Roteiro para Cinema e TV (com José Louzeiro). Trabalhou nas redações da Gazeta Mercantil, Revista Manchete/ Grupo Bloch Editores, Amiga, Mulher Hoje, Boa Forma, Raça Brasil, Consumidor Moderno, Tribuna da Imprensa, Ecologia e Desenvolvimento, Rádio MEC, Globo Filmes, entre várias outras revistas, informativos, editoras e produtoras de cinema e vídeo. RENATO MARTINS Formado em Jornalismo pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP). Foi redator da editoria de Exterior da Folha de São Paulo. Repórter, redator e locutor do serviço em Língua Portuguesa da Rádio Coréia – KBS (Korean Broadcasting System) em Seul, Coreia do Sul, com “frilas” para a BBC de Londres, Rádio France International, Rádio e Televisão Portuguesa, Rádio Vaticana, Teledifusão de Macau e Jovem Pan. Foi editor-assistente de Política Exterior, Primeira Página e Opinião para a Folha de São Paulo. Foi também editor-assistente e editor-adjunto de noticiário internacional do Broadcast – serviço de noticiário econômico e financeiro em tempo real da Agência Estado. Atualmente, co-publisher e editor do mundoinvisivel.org. HENRIQUE KOIFMAN Jornalista. Seu maior desafio é ser capaz de traduzir qualquer tipo de saber ou informação para os diferentes tipos de público, com diferentes estratégias e objetivos. E isso inclui da compreensão e entendimento de um novo assunto e da definição da melhor maneira para formatá-lo como comunicação à produção e/ou implementação do que foi planejado; seja sozinho ou mobilizando e coordenando equipes multifuncionais; in loco ou em rede; em um ou mais idiomas; em texto, imagem e ação. Começou a carreira como repórter em veículos da grande imprensa, nas editorias de cultura, automóveis, gastronomia e aventura, depois passei a redator e editor. No segmento corporativo, tem grande experiência na produção e edição de conteúdo e no desenvolvimento de ações de comunicação para os segmentos de Petróleo e Gás, Logística, Mineração e RI para grandes empresas, como Petrobras, Vale, Anglo, BNDES, Grupo Pestana e UNIMED, envolvendo equipes e especialidades as mais diversas. ROBERTO DALMASO Jornalista e Designer Gráfico, sócio-diretor da Trama Criações de Arte, desenvolve soluções de comunicação há 20anos para clientes de diversos segmentos no mercado. Egresso da Agência Casa – TV Globo e Manchete, foi sócio-diretor de arte da TelagráficaArte e Produção – especializada na criação de peças gráficas e cenográficas para a TV Globo (gerente da Agência Casa) e Manchete (responsável pela coordenação e planejamento de campanhas institucionais na mídia impressa). Junto com o designer e publicitário Valmir Pinto Ferreira, fundou há 20 anos a Trama Criações de Arte, empresa que atua no planejamento e construção de sites, produção de mídias digitais e impressos, livros, apresentações institucionais e materiais de marketing, integrando design e conteúdo, abrangendo serviços desde a criação de logomarcas e guia de identidade a projetos de comunicação, com a geração de conteúdos até o suporte digital ou físico. A Trama conta com as parcerias da Lettera Brasil Comunicação e da Ivens Consult, especializadas no desenvolvimento de informações estratégicas para organizações de médio e grande porte, com uma equipe de jornalistas especializados em diversos segmentos: petróleo e gás, energia, química, meio ambiente, qualidade e compliance. Foi um dos responsáveis pela criação de título, logomarca e projeto gráfico da revista digital Think Energy, do Instituto Brasileiro do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (IBP), em parceria com a Lettera Brasil Comunicação. RODRIGO TRINDADE Jornalista multimídia com 15 anos de experiência em atividades de comunicação da informação: repórter, redator, pesquisador, produtor de conteúdos, editor e revisor de texto. Formado em Comunicação Social pela Universidade Estácio de Sá e em Letras pela Universidade Anhanguera. Trabalhou nos Portais FGV e SRZD do jornalista Sidney Rezende e nas redações dos jornais O Dia e Lance. PAULO MÚMIA É fotojornalista e antropólogo visual. Trabalha desde 2001 nas áreas de jornalismo, institucional, foto documentarismo e em segmentos culturais como FUNAI e UNESCO. Nas últimas décadas tem desenvolvido projetos de investigação etnográfica e antropológica com povos indígenas do Brasil, assim como trabalhos foto jornalísticos durante os Jogos Mundiais dos Povos Indígenas, as manifestações de 2013, a Copa do Mundo de 2014 ou os Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio 2016, entre outros. Com o Rio de Janeiro como tela, documenta cada Carnaval como se fosse o primeiro. O seu trabalho esteve em exposição no MAR (Museu de Arte do Rio de Janeiro), Centro Cultural Laurinda Santos Lobo, Baukurs. É formado em Museologia pela Universidade do Rio de Janeiro (UNI-RIO), com pós-graduação / Lato Sensu em Fotografia Como Instrumento de Pesquisa nas Ciências Sociais (UCAM). Quando não está fotografando, nem torcendo pelo América, Múmia gosta de beber um bom chopp e de ajudar a namorada a memorizar o último samba enredo da Acadêmicos de Santa Cruz. GUILHERMO PLANEL Jornalista com pós-graduação em imagem pela PUC-Rio, é natural de Montevideo – Uruguai e desde1971 vive no Rio de Janeiro. Como diretor, roteirista e produtor em seus principais filmes, desenvolve trabalhos na área audiovisual de filmes para cinema e televisão para o Brasil e América Latina. Além de documentários, o diretor trabalha na realização de séries de animação para TV, filmes corporativos e videoclipes. BRUNO FRANÇA Repórter especial de política e economia, entre outras editorias jornalísticas (cidade, políticas municipal, estadual e federal, internacional, saúde, ciência, educação e tecnologia, cultura e esporte), produção de entrevistas, matérias gravadas ou ao vivo, âncora, edição de textos, imagens, áudios e vídeos, locução e produção em geral. Formado em Jornalismo e Pós-graduado em Sociologia pela UERJ. Trabalhou nas Rádios MEC, Mundial e Roquette Pinto. Editor-chefe do Programa Nação Brasil da Rádio Livre 1440 AM-RJ. JOÃO MIRANDA Setor Contábil: Balanços/Demonstrações Contábeis; Balancetes; Demonstração de Resultados; Análises periódicas; Apuração e controle de Lucro Presumido; Controle de estoque; Controle de saldo de caixa; Consultoria Contábil e IRPJ; Emissão de livros obrigatórios (Diário Razão e outros). Elaboração da Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ), Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF), PERD/DCOMP e DIMOB. Elaboração de informações importantes para a estruturação de planejamentos tributários e definição de metas gerenciais e/ou produtivas. Elaboração de Demonstrações Contábeis e Livros Contábeis anuais. Prestação de Contas. THAÍS FONSECA Pós-graduada em Ciências Políticas pela Universidade Católica de Pernambuco (PUC-PE) e graduada em Comunicação Social, especialização em Jornalismo, pela Universidade Salgado de Oliveira (UNIVERSO-RJ). Atuou como repórter, chefe de reportagem, apuradora, subeditora, produtora de texto e de conteúdo, assessora de comunicação em vários veículos, entre eles: Folha de São Paulo (Sucursal Rio), Jornal O Povo (RJ), Rádio Capibaribe (PE), A Voz da Favela e Portal Agência de Notícias da Favela (RJ), Portal Eu (PE), Portal do Instituto de Terras e Reforma Agrária do Estado de Pernambuco, Revista Let’s Go (PE). Possui curso avançado em inglês e intermediário em francês e espanhol. Habilidades em práticas de comunicação interna e externa, assessoria a empresas, produção de material institucional, endomarketing e comunicação corporativa, relações institucionais, gerenciamento, coordenação de projetos e equipes. FLÁVIA CAMPOS DE LIMA Jornalista com dois anos de formação. Escreve para a revista “Guiaar”. Determinada em pesquisas no campo da política, economia, meio ambiente, cidades e cultura, com experiência em matérias nessas áreas. Formação em gestão empresarial, informática, web designer, inglês e espanhol. BEATRIZ SANTOS Formada em Comunicação Social e Jornalismo pela Universidade Veiga de Almeida (UVA). Pós-Graduação em Jornalismo Esportivo pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Possui inglês avançado e espanhol intermediário. Domínio em todo o pacote Microsoft Office (EXCEL, WORD, POWERPOINT, etc.). Noções de ilustração, InDesign e Photoshop (Veiga de Almeida). Conhecimento especializado sobre Gestão de Mídias Sociais e Marketing de Conteúdo: Facebook Ads, Instagran Ads e Google Ads (Certificação Contenuto Comunicação e Rock Content). Conhecimento sobre E-commerce e Inbound Marketing (certificação Rock Content). Curso SEO (Contenuto Comunicação). Analytics Avançado (Certificação Google Academy) e WordPress (Certificação Rock Content). Experiências profissionais: Analista de Marketing Digital na Agência InsideOut. Colaboradora do Mídia Ninja Futebol Feminino e do Blog Esportivo Salve a Seleção; Analista de Mídias Sociais da Cacau Moda Feminina e do Evento “Qual o Seu Talento?”; Produtora de Conteúdo das Mídias Sociais do Site Rolé no Rio; Colaboradora no Portal Mídia Criativa; Recepção e Divulgação nas Mídias Sociais no Evento Secom UVA; Produtora de conteúdo da Agência UVA.
PROJETO ARQUIVADO.