| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 59285411000113 | Banco Panamericano S/A | 1900-01-01 | R$ 525,2 mil |
| 09023931000180 | Votorantim Corretora de Seguros S.A | 1900-01-01 | R$ 233,0 mil |
| 59588111000103 | Banco Votorantim S.A. | 1900-01-01 | R$ 224,9 mil |
| 48122295002572 | FMC TECHNOLOGIES DO BRASIL LTDA. | 1900-01-01 | R$ 122,6 mil |
| 03767538000114 | BRAZILIAN SECURITIES COMPANHIA DE SECURITIZACAO | 1900-01-01 | R$ 103,0 mil |
| 02682287000102 | Panamericano Arrendamento Mercantil S/A | 1900-01-01 | R$ 95,7 mil |
| 02762113000150 | Brazilian Finance & Real Estate S.A | 1900-01-01 | R$ 50,6 mil |
| 50533876000171 | PANAMERICANO ADMINISTRADORA DE CONSORCIO LTDA | 1900-01-01 | R$ 45,0 mil |
| 32158029000192 | MOBIAUTO EDICAO DE ANUNCIOS ON LINE LTDA | 1900-01-01 | R$ 34,1 mil |
| 08795322000186 | BM Sua Casa Promotora de Vendas Ltda. | 1900-01-01 | R$ 15,1 mil |
O projeto tem como objetivo a formação e inserção de jovens negras em vulnerabilidade social no mercado do audiovisual e novas tecnologias. O programa possui quatro formações, sendo uma formação em cinema de ficção, uma formação em cinema documental, formação em produção de jogos e uma formação em roteiro para séries, que irão ocorrer no formato híbrido, através das plataformas Google Meet e Classroom e presencialmente na sede do Cinema Nosso. O projeto também prevê núcleos criativos e mentorias, workshops de gerenciamento de carreiras, empreendedorismo, gestão financeira e acompanhamento e suporte socioemocional. Todo o programa será oferecido de forma gratuita.
Classificação etária: 18 anos
Objetivo geral:Promover a democratização do ensino profissionalizante em audiovisual e novas tecnologias à jovens mulheres negras, de 18 a 29 anos, através da formação, produção e empreendedorismo audiovisual. Objetivos específicos: Produto principal - FormaçõesPercurso formativo de cinema - 180 horas - Gratuito para todos os alunosPercurso formativo de produção de jogos - 180 horas - Gratuito para todos os alunosPercurso formativo de comunicação e cultura digital - 180 horas - Gratuito para todos os alunos Produto secundário - Workshops/ oficinas5 Workshops de empreendedorismo e gestão de carreira - Gratuito para todos os alunos10 Oficinas de audiovisual - Gratuito para todos os alunos Produto secundário - Mostra Final/ Evento3 maratonas de produção - Gratuito para todos os alunos1 Mostra Final (evento) - Gratuito para todos os alunos
Um dos principais desafios que o Cinema Nosso identifica é a falta de oportunidades para jovens negras na inserção do mercado do audiovisual. O setor ainda é dominado por homens brancos, com alto poder aquisitivo, que tendem a privilegiar suas próprias narrativas e perspectivas, como resultado, jovens negras são frequentemente excluídas dos maiores cargos de liderança em produções audiovisuais, como produção, direção e roteiro. Além disso, a falta de diversidade no mercado também leva a um retrato estereotipado e negativo das mulheres negras nas telas.A pesquisa "Diversidade de Gênero e Raça nos lançamentos brasileiros em 2016", lançada em 2018 pela Agência Nacional do Cinema (ANCINE), identificou essa lacuna, revelando que o número de diretoras negras de longas metragens foi de 0%, o mesmo aconteceu para roteiristas e produtoras executivas. Com relação ao elenco, dentro do universo de 802 pessoas, 651 delas eram brancas e somente 70 eram negras.Os mesmos dados foram abordados na pesquisa "A cara do cinema nacional: perfil de gênero e cor dos atores, diretores e roteiristas dos filmes brasileiros (2002-2021)", elaborada pelo Grupo de Estudos Multidisciplinares da Ação Afirmativa (GEMAA), da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), mostrando que o Brasil mostrado nas telas do cinema é um país predominantemente branco. Apesar da população ser mais da metade da população nacional, as pessoas pretas e pardas representaram apenas 20% dos atores e atrizes que atuaram em papéis de destaque nos filmes brasileiros de maior bilheteria entre 2002 e 2020, apenas 4% do elenco principal desses filmes foi composto por mulheres pretas e pardas. E entre as funções de direção e roteiro, nenhuma mulher negra e parda exerceu tais funções, nos 240 filmes analisados.Esses dados revelam um imenso vácuo entre negros e brancos na cadeia produtiva do audiovisual, principalmente para as mulheres. A representatividade e ações com recorte de gênero e raça visando a inserção no mercado do audiovisual e novas tecnologias sempre foram premissas essenciais no nosso trabalho. Todas as atividades oferecidas nos cursos regulares estão alinhadas com nossa proposta político pedagógica baseada na metodologia de ensino STEAM, que prioriza um processo educacional e formativo onde todos contribuem e participam de forma ativa na construção de um conhecimento coletivo, baseado em competências e habilidades, bem como na construção de um protótipo que visa buscar soluções para problemáticas sociais, como o racismo. A proposta se enquadra nos incisos do Art. 1o da Lei n° 8.313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;Serão alcançadas as finalidades do Art. 3° da referida norma:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento depessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos A proposta se enquadra no art.18 da Lei n.º 8.313/21. Art. 18. Com o objetivo de incentivar as atividades culturais, a União facultará às pessoas físicas ou jurídicas a opção pela aplicação de parcelas do Imposto sobre a Renda, a título de doações ou patrocínios, tanto no apoio direto a projetos culturais apresentados por pessoas físicas ou por pessoas jurídicas de natureza cultural, como através de contribuições ao FNC, nos termos do art. 5o, inciso II, desta Lei, desde que os projetos atendam aos critérios estabelecidos no art. 1o desta Lei. § 1o Os contribuintes poderão deduzir do imposto de renda devido as quantias efetivamente despendidas nos projetos elencados no § 3o, previamente aprovados pelo Ministério da Cultura, nos limites e nas condições estabelecidos na legislação do imposto de renda vigente, na forma de: a) doações; e b) patrocínios. § 2o As pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real não poderão deduzir o valor da doação ou do patrocínio referido no parágrafo anterior como despesa operacional. § 3o As doações e os patrocínios na produção cultural, a que se refere o § 1o, atenderão exclusivamente aos seguintes segmentosa) artes cênicas; b) livros de valor artístico, literário ou humanístico c) música erudita, instrumental ou regional; d) exposições de artes visuais; e) doações de acervos para bibliotecas públicas, museus, arquivos públicos e cinematecas, bem como treinamento de pessoal e aquisição de equipamentos para a manutenção desses acervos; f) produção de obras cinematográficas e videofonográficas de curta e média metragem e preservação e difusão do acervo audiovisual; g) preservação do patrimônio cultural material e imaterial h) construção e manutenção de salas de cinema e teatro, que poderão funcionar também como centros culturais comunitários, em Municípios com menos de 100.000 (cem mil) habitantes.
Como o próprio nome versa, o projeto pretende ampliar o universo cultural, senso crítico e inserir jovens negras no mercado audiovisual, identificando uma lacuna no mercado, bem como a demanda de novos espaço para narrativas negras. O projeto pretende proporcionar uma visão ampla das diferentes vertentes e possibilidades narrativas e estéticas do cinema, através da elaboração dos projetos audiovisuais desenvolvidos ao final do projeto e sua produção. Nosso público alvo são jovens negras com idade entre 18 e 29 anos, moradoras de áreas de vulnerabilidade social e oriundas do ensino público.
Ação 1 - Formações - cinema, laboratório de roteiro para séries, produção de jogos e cultura digital para jovens negras de 18 a 29 anos; Ação 2 - Oficinas, workshops técnicos e mentorias de gestão de carreiras; Ação 3 - Mostra Final - Evento presencial com o lançamento dos produtos culturais produzidos pelas alunas durante as formações Os produtos finais a serem entregues serão produzidos pelas alunas durante o percurso formativo a qual passaram: Percurso formativo de cinema - Entrega de filmes curta metragem e roteiros Percurso formativo de produção de jogos - Entrega de jogos digitais e analógicos Percurso formativo de comunicação e cultura digital - Entrega de produtos e projetos digitais A produção desses produtos será realizada na maratona de produção. A maratona de produção é uma ação híbrida, onde as jovens serão desafiadas a criar, produzir e filmar seus filmes em 48 horas.
A Acessibilidade está no cerne das ações do Cinema Nosso, que além de realizar os projetos de Formação Audiovisual, também executa o Cinema Inclusivo, projeto que há 10 anos traz sessões de cinema com bate papo para crianças em situação de vulnerabilidade social e com transtorno de espectro autista e adultos com algum tipo de deficiência ou transtorno mental. Assim, nossa preocupação é sempre atender aqueles que possuem algum tipo de limitação ao acesso à linguagem do cinema, seja como público, seja como produtor e buscamos oferecer as ferramentas necessárias para que esse acesso seja viável.Também é importante ressaltar que o Cinema Nosso, em sua sede, dispõe em seu primeiro andar uma sala de cinema com rampas de acesso a cadeirantes, bem como um banheiro totalmente adaptado, permitindo também a alunos que tenham alguma limitação em mobilidade, o acesso às aulas. Neste caso, realizamos nossas atividades, prioritariamente em nosso primeiro andar. Serão adotadas as seguintes medidas para o produto principal (formações):Audiodescrição Serão adotadas as seguintes medidas para o produto secundário (oficinas/workshops):Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS Serão adotadas as seguintes medidas para o produto secundário (eventos):AudiodescriçãoLegendagem em todos os produtos audiovisuais
Desde sua fundação, o Cinema Nosso prioriza suas ações com o foco em jovens de periferia que não tem o acesso a ferramentas de produção de narrativas e os seus modos de fazer, assim, todas as nossas atividades previstas são oferecidas gratuitamente.Ao final do projeto, será realizada uma Mostra dos jogos desenvolvidos por crianças e adolescentes como encerramento do projeto. O evento será aberto às participantes, amigos e famílias das mesmas, assim como toda a comunidade local. - Para o produto principal O acesso será feito através de inscrição em formulário da própria instituição Serão adotadas as seguintes medidas presentes no art. 27 da IN nº 01/2023: II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo Serão adotadas as seguintes medidas presentes no art. 28 da IN nº 01/2023: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal - Para o evento O acesso será feito através da divulgação de data e hora do evento Serão adotadas as seguintes medidas presentes no art. 27 da IN nº 01/2023: II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo Serão adotadas as seguintes medidas presentes no art. 28 da IN nº 01/2023: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal - Para as oficinas e workshops O acesso será feito através de inscrição em formulário da própria instituição Serão adotadas as seguintes medidas presentes no art. 27 da IN nº 01/2023: II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo Serão adotadas as seguintes medidas presentes no art. 28 da IN nº 01/2023: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal - Todas as atividades serão no formato híbrido (presenciais e virtuais); - Iremos disponibilizar na internet, como no site e redes sociais institucionais, bem como para mídias parceiras, os registros das oficinas em vídeo e fotos; - As atividades virtuais serão exibidas no canal do youtube do Cinema Nosso: https://www.youtube.com/user/cinemanosso; - Todas as atividades são 100% gratuitas para o público alvo
Mércia Britto Coordenação geral - responsável pelas decisões técnicas, financeiras, operacionais e administrativas do projetoDoutoranda em Governação, Conhecimento e Inovação na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra (FEUC). Mestre em Intervenção social, Inovação e Empreendedorismo na Universidade de Coimbra, Portugal. Possui Formação Executiva em Cinema e Televisão – FGV Management, Graduada em Serviço Social pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro.Sócio-fundadora e diretora executiva do Cinema Nosso, organização social com 20 anos de trabalho em inovação audiovisual. É diretora do Festival Super Hacka Kids e da Game Jam Delas. Faz parte da equipe de consultores em Economia Criativa do Sebrae/RJ e na In.Esdi - Incubadora de Empresas de Design da Esdi/Uerj. Atua com movimentos sociais e audiovisual desde 1997, é membro da plataforma internacional de gestores culturais, Proyecta Cultura desde 2004 e faz parte do conselho de diversidade da ABRAGAMES. Rafaela Baia Administração Produtora há treze anos, com formação em Gestão do Entretenimento iniciou sua carreira como produtora teatral na Cia de Teatro Tumulto. Depois produziu espetáculos da Cia dos Comuns (Cia de atores e atrizes negros) dentre outras Cias. Na televisão produziu os programas Espelho com 250 episódios já exibidos e o programa O Bagulho é Doido, ambos com exibição no Canal Brasil, o Inter programa Parabólico e programa Minha Rua - Canal Futura. Natalia Capano Coordenação de produção Possui mestrado em Direitos Humanos pela Universidade de Padova, na Itália, e MBA em Gerenciamento de Projetos. Tem trabalhado nos últimos 10 anos em gerenciamento de projetos de impacto social. Gabriela Gonçalves Equipe pedagógica Pedagoga formada pela Faculdade de Educação da UFRJ e atual mestranda de Relações Étnico Raciais da CEFET. Atuou como Coordenadora Pedagógica na Escola de Economia Criativa Polo Criativo em 2017 e atualmente coordena o projeto de formação "Empoderamento e Tecnologia - Jovens Negras no Audiovisual" no Cinema Nosso. Saulo Silos PesquisadorCientista Social formado pela UFF, Saulo é pesquisador e atua com pesquisas e estudos de comunidades remanescentes de quilombo em todo o país. Já prestou serviço para UNESCO, Fundação Ford, INCRA, Plano CDE, DataFolha, Litro de Luz Brasil e outros. Sarah Nery Equipe pedagógica É jornalista, mestre em Comunicação e Cultura (ECO/UFRJ) e doutora em Educação (Proped/UERJ). Professora da Escola de Cinema Darcy Ribeiro, onde ministra cursos de Roteiro Transmídia desde 2017, e professora no curso técnico de Roteiro para Mídias Digitais do Nave-Rio/CEJLL de 2013 a 2018. Atualmente também é professora na Unicarioca (cursos de Jornalismo, Publicidade e Marketing). Publicou dois livros: “Tenho cara de pobre: Regina Casé e a periferia na TV” (Multifoco, 2012) e “#Ocupa: uma experiência educativa” (NEFI, 2018). Atualmente desenvolve a plataforma de cursos online e presenciais narratividade.digital e propostas de atividades para escolas em multiletramento.digital. João Tavares Analista de produção audiovisual Formado em Cinema pela Estácio de Sá. Trabalha como produtor, editor e educador sempre na linha Cinema e Educação fazendo atividades cineclubistas e oficinas com os alunos na rede pública. Nicole Rachid EducadoraNicole faz parte do time criativo do Nubank e é graduada em Estudos de Mídia na UFF. Trabalhando com realidade aumentada desde 2018 e tendo criado para marcas como Universal Music e Multishow, liderou comunidades oficiais da Meta (regional) e da Niantic (global) sobre essa tecnologia, e atualmente é embaixadora do Women Techmakers, projeto do Google que busca empoderar mulheres na área tech. Na educação criativa, foi tutora na Cannes Lions Academy em 2022, na França, além de ter ministrado diversos workshops de realidade aumentada em empresas e universidades. Marcella Pizzolato Design Marcella Pizzolato é formada em Publicidade e tualmente é Diretora de Arte na Chá Produções e possui o De Criah, onde é pensada a construção de materiais a partir de narrativas sociais. Ela também atuou como Designer/Diretora de Arte no Observatório de Favelas do Rio de Janeiro e participou da construção da identidade de projetos importantes para a atuação em direitos humanos no estado do Rio. Formada em 2020 pelo Cinema Nosso no curso de Produção de Jogos pelo projeto Empoderamento e Cinema: Jovens Negras no Audiovisual e hoje também atua na instituição como educadora no projeto LAB CN. Ministrou alguns Workshops e cursos trazendo em pauta o design social, dentre eles na Adobe Brasil, Malungas 2021, NARRA e Fala Tu. Paloma EducadoraPaloma é bacharel do curso de Cinema e audiovisual pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). Trabalhou em diversos projetos audiovisuais nos setores de sonorização, atuação e produção. É formada em técnica de áudio pela PRACATUM - Escola de Músicas e Tecnologias e em Radiodifusão pela RUC - Rádio Universidade de Coimbra, onde cumpriu estágio e trabalhou como técnica para diversos programas e publicidades da estação. Luiz Barbosa EducadorLuiz trabalha com tecnologia há 3 anos, mas possui experiência na sala de aula há mais de 10 anos. Já deu aulas de inglês, de francês e agora de programação. É músico e ator levando criatividade para a tecnologia sempre que possível. Estudioso de Design UI e Desenvolvimento Front-end. Milena Manfredini EducadoraMILENA MANFREDINI é cineasta, antropóloga e curadora independente. Formou-se em Antropologia, com ênfase em Antropologia da Arte e da Cultura pela PUC-RIO e estudou cinema nas escolas Darcy Ribeiro, Escola Livre de Cinema de Nova Iguaçu, Cinema Nosso, AIC - Academia Internacional de Cinema, dentre outras. Cursou artes visuais na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Dirigiu e roteirizou os filmes "Eu Preciso Destas Palavras Escrita" (2017) filme sobre a vida e obra do artista contemporâneo Arthur Bispo do Rosário; "Camelôs" (2018) filme sobre os vendedores ambulantes da cidade do Rio de Janeiro; "Guardião dos Caminhos" (2019) filme sobre espaço urbano e dimensão do sagrado; "Cais" e "Mãe Celina de Xangô" (ambos em processo de finalização). Atua como curadora em mostras e festivais de cinema e é idealizadora e curadora da Mostra de Cinema Narrativas Negras. Projeto voltado à pesquisa, exibição e visibilização das filmografias negras. Também exerce as funções de pesquisadora, professora e consultora no campo audiovisual. Carolina Rocha - EducadoraMulher negra, candomblecista, escritora e militante. Mestre em história pela UFF e doutoranda em Sociologia no IESP/UERJ. É pesquisadora da Coordenadoria Experiências religiosas africanas e afro-brasileiras, racismo e intolerância religiosa, vinculada ao Laboratório de História das Experiências Religiosas (LHER-UFRJ). Autora do livro: “O Sabá do Sertão: feiticeiras, demônios e jesuítas no Piauí Colonial”, Paco Editorial, 2015. Membro da Associação Brasileira de História das Religiões (ABHR) e do Congresso Brasileiro de Pesquisadores Negros (COPENE).
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.