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O projeto Escolas Conectadas na Cultura tem como objetivo sustentar o plano anual do Instituto Escola Conectada, cujo propósito é promover o diálogo entre cultura e tecnologia através de intervenções artísticas em escolas públicas, promovendo o mapeamento de ações culturais, workshops e a produção de uma série de podcasts disponibilizados gratuitamente nas principais plataformasde internet, ao longo de 12 meses.
Não se aplica.
OBJETIVO GERAL O objetivo geral do projeto Escolas Conectadas na Cultura é promover as práticas artísticas nas escolas públicas, na forma de um Plano Anual de atividades, e difundir suas manifestações pelos meios digitais, através da produção de podcasts, de vídeos e de conteúdos diversos publicados na web, revelando talentos, incentivando novas linguagens, fortalecendo todo ecossistema cultural nas unidades educacionais, sempre com base no uso da tecnologia e da linguagem audiovisual, potencializando a formação cultural de crianças e adolescentes de baixa renda, das comunidades e periferias, estudantes destas escolas, beneficiando mais de cem mil pessoas. No que diz respeito à referência ao artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021, a presente proposta se alinha ao inciso VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Neste sentido, como objetivos específicos do projeto listamos: - Produto PLANO ANUAL: promover atividades com 10 intervenções em escolas públicas de São Paulo, como pesquisa, workshops e produção de vídeos; - Produto VIDEOS: produzir 10 episódios de podcast reunindo agentes locais da cultura; - Produto PESQUISA: realizar 10 mapeamentos culturais nas escolas públicas participantes; - Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL: realizar 10 workshops nas escolas participantes. Relativamente à Lei n.º 8.313/91, o presente projeto e seu proponente, se enquadram no art. 18, § 3º, alínea f: produção de conteúdo audiovisual de curta e média metragem, podcasts, rádios, TVs educativas e culturais.
A escola, nas sociedades modernas, se constitui no espaço privilegiado da formação cultural de crianças e adolescentes. E isso se dá não apenas na dimensão objetiva, conteudista, da apreensão de conhecimentos científicos mais duros, mas também na dimensão estética, do acesso a repertórios e linguagens que subsidiam a construção da cultura e da própria humanidade em cada educando, sendo elementos fundantes da sua identidade e determinantes para a sua visão de mundo que permanecerão com eles por toda a vida. O caso brasileiro, infelizmente, é marcado historicamente por inúmeras fragilidades estruturais do sistema público de educação: escolas sem equipamentos, professores com baixa qualificação e má remuneração, currículos voláteis, didática desalinhada às expectativas dos alunos. Os resultados do processo de ensino aprendizagem se mostram dramáticos, com gerações após gerações cumprindo o ciclo escolar sem verdadeiramente serem capazes de adquirir os conteúdos mínimos oferecidos, conforme apontam as pesquisas. Esse quadro não apenas prejudica o indivíduo em sua vida adulta, privada, mas também compromete todo o desenvolvimento do país. No âmbito da cultura, este fenômeno é ainda mais sensível, pois a escola pública não se mostra capaz de oferecer satisfatoriamente atividades de acesso, fruição e desenvolvimento das artes no ciclo de aprendizagem dos alunos neste período da vida tão importante em que gostos, hábitos e talentos são semeados e definidos. As artes, portanto, são praticamente alijadas da vida da criança e do adolescente oriundos das periferias e favelas brasileiras que não costumam ter oportunidade e acesso adequado a elas nas escolas do seu bairro. Há que se considerar que todo o universo de alunos atuais é composto pelos chamados nativos digitais, ou seja, nasceram e se desenvolvem após o advento da internet, da portabilidade, dos gadgets, celulares, tablets, e fazem destas ferramentas a base da sua interação com o mundo do conhecimento e porta de entrada para o consumo de conteúdos de entretenimento, da arte e da cultura em geral. Entre os conteúdos disponíveis, os de caráter audiovisual, acessados via plataformas como youtube e demais redes sociais, são o formato mais acessado por crianças e jovens brasileiros. É neste sentido que o projeto Escolas Conectadas na Cultura, em seu Plano Anual de atividades, pretende atuar de forma a identificar as práticas artísticas existentes e heroicamente resistentes nas unidades escolares participantes, através de mapeamento feito por pesquisadores. Para, em seguida, identificar, exaltar e fortalecer seus produtores, revelar talentos, e amplificar as suas melhores iniciativas. Por fim, todo este conteúdo será devolvido à comunidade escolar através da organização de workshops locais em cada unidade, e difundindo para todo o ecossistema escolar brasileiro através de plataformas digitais, com a produção e veiculação de episódios de podcasts, servindo de inspiração para mudanças profundas e estruturantes em todo o segmento. Acredita-se, portanto, que o projeto Escolas Conectadas na Cultura possa atender demandas não apenas dos educadores e instituições de ensino, mas, especialmente, fazer os próprios alunos se sentirem protagonistas de sua arte, consumindo suas próprias produções, valorizando suas capacidades e poder local. No segmento do audiovisual, o projeto cumpre papel relevante como registro e mecanismo de difusão documental deste universo discreto e pouco visto do produção cultural no ambiente escolar. E o faz de forma ampla, abrangente e democrática, alinhada ao consumo audiovisual dos tempos atuais, que são as plataformas de internet, alcançando o grande público nal telas dos mais diversos aparelhos. Diante do exposto, é possível afirmar que o projeto se enquadra nos incisos I, III, V e VIII do Art. 1º da Lei 8313/91, a saber: contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; e estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Portanto, evidencia-se a necessidade imperiosa da utilização do mecanismo da Lei Federal de Incentivo à Cultura para viabilizar a captação e execução deste esforço pela democratização do acesso à fruição das artes e à formação cultural do público atendido, enaltecendo a relevância destes elementos para a formação educacional e humana de crianças e adolescentes a partir do espaço escolar. Relativamente ao atendimento das finalidades descritas no Art. 3º da Lei 8313/91, o projeto está alinhado aos itens Ic, IIa, IIe, IIIa, IIId, IVb, especificamente: instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; produção de vídeos, de curta e média metragem, outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; realização de exposições, festivais de arte e espetáculos; difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento, proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos. No que diz respeito ao Art. 25 da Lei 8313/91, o projeto se dispõe a estudar métodos de interpretação da realidade cultural, bem como contribuir para propiciar meios, à população em geral, que permitam o conhecimento dos bens de valores artísticos e culturais produzidos por crianças e jovens nas escolas. Entre os incisos que o tipificam, merecem destaque o enquadramento nos de número II e IX, por ter no audiovisual a linguagem de maior ênfase no projeto, dialogando, contudo, fortemente com os incisos I, III, IV, V e VIII, pois o objeto retratado nos vídeos se pautará nas artes em suas diversas linguagens. Ressalta-se que a produção é independente e de caráter cultural-educativo, não comercial. Por fim, sugere-se o enquadramento da proposta no Art. 18 da Lei 8313/91 por estar pautado nos seus itens "f" e "g", a saber: no segmento de produção e difusão audiovisual e na presenravção de patrimônio imaterial da cultura brasileira, respectivamente. Adicionalmente, o enquadramento no referido artigo se baseia no expresso na IN 01/2023, em seu ANEXO IV, item II, subitem "a", que define: produção de conteúdo audiovisual de curta e média metragem, podcasts.
CONTRAPARTIDA SOCIAL - AÇÕES FORMATIVAS CULTURAIS Relativamente ao exposto na IN, será ofertada, a mais, a ação formativa cultural de: 'Palestra e Exposição: Cultura e Tecnologia aliadas da Educação', num total de 10 eventos, beneficiando diretamente 200 professores e 5000 alunos. Esta configuração observa e atende integralmente o disposto no referido artigo. As AÇÕES FORMATIVAS CULTURAIS serão realizadas em 10 escolas públicas parceiras. Após a conclusão de cada etapa de mapeamento, pesquisa e produção de episódio de podcast, 1 escola receberá a devolutiva do processo através de uma imersão local na forma de exposição, em painéis fixos e distribuição de books aos alunos, mais a realização de uma palestra proferida por membro da equipe especialista no tema. A cada evento um MONITOR irá oferecer apoio logístico e de produção para as atividades, sendo esta, além das peças de comunicação, parte objetiva das despesas necessárias para sua realização tendo em vista que os demais custos já estão integrados às despesas regulares do projeto, incluídas em outros produtos da planilha orçamentária. A comprovação desta estratégia se dará via emissão de "Carta de Agradecimento e Comprovação de Realização de Exposição e Palestra" emitida pelas instituições públicas de ensino, citando a data do evento e o número de beneficiados, além de registro fotográfico da visita e participação. As instituições educacionais beneficiadas pelas AÇÕES FORMATIVAS CULTURAIS serão oportunamente selecionadas e indicadas em relatórios do projeto, obedecendo o critério de fazerem parte da rede pública local de educação. METODOLOGIA E PROGRAMAÇÃO Foco Regional: Bairros de Periferia de São Paulo Foco Institucional: Escolas Públicas Número de Escolas Participantes: 10 Escolas Público Prioritátio: 1) Alunos das Escolas Públicas; 2) Diretores, Professores, Comunidade Escolar; 3) Agentes de Cultura nas Periferias; 4) Produtores de Arte e Tecnologia; 5) Setor de Tecnologia e Informação. Metodologia do Projeto: Serão selecionadas 10 escolas públicas da periferia de São Paulo, a partir de pesquisa prévia, em que se possa identificar aquelas que se destacam pela dinâmica e vitalidade do cenário artístico em suas instalações, lideradas pela comunidade escolar, parceiros da sociedade civil e da cena artística em geral. O foco da pesquisa serão manifestações artísticas que, preferencialmente, tenham um componente de tecnologia e uso de novas mídias. Após esta seleção, terá início o mapeamento interno, em cada unidade, identificando a cadeia de ações, lideranças e protaginistas destes movimentos. Com base neste levantamento serão elaborados os roteiros de podcasts como principal mecanismo de divulgação e reverberação destas práticas inovadoras, para que sirvam de inspiração a outras escolas públicas brasileiras e à políticas públicas para o segmento. Serão roteirizados e produzidos 10 podcasts ao todo, sendo 1 episódio dedicado a cada escola alvo. Em cada episódio, um moderador, âncora do programa, receberá 3 debatedores convidados, sendo 1 representante da iniciativa artística de destaque da escola, 1 representenate do corpo docente da escola, e 1 representante do setor de tecnologia e informação. Ao longo do projeto, a partir do terceiro mês, os epidódios de podcasts começarão a ser publicados na internet, nas principais plataformas abertas e gratuitas, além dos perfis do projeto nas redes sociais. Haverá esforços objetivos para divulgação em outros meios, na imprensa, e impulsionamento de conteúdo em redes sociais para que o público em geral conheça a iniciativa e consuma o conteúdo produzido.
EQUIPAMENTOS, INSUMOS E RECURSOS EMPREGADOS NO PROJETO O presente projeto tem como requisito a adoção de materiais de uso recorrente por produtoras, escolas e empresas. Em sua base de produção, fará uso de computadores, impressoras e insumos de escritório. Sua equipe manterá contato e dará andamento em demandas via aparelhos celulares, smartphones pessoais. Para a etapa de pesquisa, será utilizado caderno, prancheta, aparelho celular, para registros diversos de entrevistas, fotos e vídeos. Na roteirização, será utilizado computador para elaboração dos textos. Para a gravação dos podcasts será contratada uma produtora de vídeo. As gravações ocorrerão em estúdio com completa infraestrutura de iluminação, refrigeração, além de mobiliário padrão de podcast, contando com mesa, cadeiras, monitor, microfones, cabeamento, mais equipamentos de captação de imagem, câmeras, mesa de corte, mesa de edição e demais acessórios pertinentes. Nos workshops nas escolas serão utilizados painéis fixos de piso, mais ebooks, impressos em gráfica, distribuídos à comunidade escolar. A palestra se dará em um auditório ou sala de aula de ampla capacidade, com recurso de microfonação e amplificação de som, mais projetor e tela de projeção. Não há na presente proposta a previsão de aquisição de bens permanentes. Os equipamentos utilizados serão de uso corrente do proponente e dos fornecedores, ou de uso pessoal dos integrantes da equipe técnica.
A acessibilidade às Pessoas com Deficiência é foco de atenção do projeto Escolas Conectadas na Cultura. Neste sentido, se pauta na Lei no 13.146/2015 - Estatuto da Pessoa com Deficiência e na Norma ABNT-NBR-9050. Em cada unidade escolar em que atua, a coordenação do projeto busca identificar espaços adequados e acessíveis a todas as pessoas e estabelece relações pautadas em políticas inclusivas, incentivando a participação de todos os alunos e comunidade escolar, sem restrições ou obstáculos ao ingresso e à participação nas atividades. Para isso, adota as seguintes medidas: - Prioridade de atuação no andar térreo; - Seleção de salas e ambientes com portas e corredores amplos para tráfego de pessoas com mobilidade reduzida e de cadeirantes; - Treinamento de equipe de produção e equipe pedagógica para acolher e incluir; - Processos inclusivos e democráticos de decisão; - Legendagem e tradutores de libras. Em contraposição aos esforços institucionais, é importante observar que diversos fatores se apresentam como desafios a serem vencidos nesta cruzada inclusiva, tendo em vista elementos presentes no contexto das unidades escolares onde o projeto acontece, tais como: limitações arquitetônicas e urbanísticas; edificações construídos sem adaptações em todos os seus espaços; baixo estímulo das famílias locais para a participação de suas crianças e adolescentes com deficiência nas atividades escolares e em espaços públicos. A presente proposta reconhece o Art. 2o da Lei no 13.146/2015 considerando como pessoa com deficiência aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, e se compromete a auxiliar a sua participação plena e efetiva no projeto em igualdade de condições com as demais pessoas. De forma prática, esse compromisso se traduz na adoção dos artigos e incisos abaixo da referida lei: Art. 3o I: acessibilidade: possibilidade e condição de alcance para utilização, com segurança e autonomia, de equipamentos, informação e comunicação, inclusive seus sistemas e tecnologias, bem como de outros serviços e instalações abertos ao público, de uso coletivo, por pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida; Art. 3o III: ajuda técnica: oferecer produtos, equipamentos, dispositivos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivem promover a funcionalidade, relacionada à atividade e à participação da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, visando à sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social; Art. 3o IV – barreiras: evitar qualquer entrave, obstáculo, atitude ou comportamento que limite ou impeça a participação social da pessoa, bem como o gozo, a fruição e o exercício de seus direitos à acessibilidade, à liberdade de movimento e de expressão, à comunicação, ao acesso à informação, à compreensão, à circulação com segurança. Relativamente à Norma ABNT-NBR-9050, o projeto se pautará nas diretrizes contidas nos itens '10.15 Escolas' e '10.7 Locais de Exposições' observando as orientações e medidas pertinentes nas unidades escolares selecionadas. No que se refere à classificação de MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE às pessoas com deficiência visual e auditiva de acordo com cada produto cultural constante deste projeto, indicamos: # Plano Anual (PRINCIPAL): - Treinamento de equipe de produção e pedagógica em linguagem de libras; - Utilização de linguagem simples tanto oral quanto escrita; - Aplicar formatos aumentativos, ampliados e alternativos de comunicação; - Uso de legendagem e tradutor de libras em publicações e eventos. ACESSIBILIDADE FÍSICA: seleção de espaços com rampas, corrimões, espaços adaptados, treinamento de equipe; ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: oferta de material pedagógico impresso, exposição visual de conteúdos aos deficientes auditivos, formatos aumentativos, linguagem oral. # Vídeo (SECUNDÁRIO): - Aplicar formatos aumentativos, ampliados e alternativos de comunicação; - Uso de legendagem e libras digital. ACESSIBILIDADE FÍSICA: seleção de espaços de gravação com rampas, corrimões, espaços adaptados, treinamento de equipe; ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: exposição visual de conteúdos aos deficientes auditivos, libras digital, formatos aumentativos, linguagem oral, legendagem. # Pesquisa (SECUNDÁRIO): - Treinamento de equipe de produção e pesquisa em linguagem de libras; - Utilização de linguagem simples tanto oral quanto escrita; - Aplicar formatos aumentativos, ampliados e alternativos de comunicação; - Uso de legendagem e tradutor de libras em publicações e eventos. ACESSIBILIDADE FÍSICA: seleção de espaços com rampas, corrimões, espaços adaptados, treinamento de equipe; ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: oferta de material pedagógico impresso, exposição visual de conteúdos aos deficientes auditivos, formatos aumentativos, uso de linguagem oral coloquial. # Contrapartidas Sociais (SECUNDÁRIO): - Utilização de linguagem simples tanto oral quanto escrita; - Distribuição de caderno de atividades para deficientes auditivos; ACESSIBILIDADE FÍSICA: seleção de espaços com rampas, corrimões, espaços adaptados, treinamento de equipe. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: distribuição de cadernos de atividades, linguagem oral coloquial, formatos aumentativos, legendagem.
MEDIDAS DE AMPLIAÇÃO DE ACESSO A proposta assegura, de acordo com a IN 01/2023, a democratização e a ampliação de acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos. No que diz respeito à Democratização de Acesso, em seu Art. 27, o proponente destaca que não haverá comercialização de ingressos. A distribuição será totalmente gratuita ao público de todo o conteúdo, produtos e bens produzidos pelo projeto, assim como das formas de participação, seja fisicamente nos locais de eventos, seja do material publicado em internet. Neste sentido, não se enquadra em nenhum inciso ou subitem listado na IN do respectivo artigo. Relativamento à Ampliação do Acesso, descrita no Art. 28, o projeto prevê a adoção, além da distribuição totalmente gratuita já citada anteriormente, do disposto nos incisos IV, VI, VII, que consistem: 1. na disponibilização na internet dos registros audiovisuais e das exposições; 2. realização gratuita de atividades paralelas aos projetos, como palestras e exposições; e 3. realização de ação cultural voltada ao público infantojuvenil. De maneira mais detalhada, por produto cultural, as medidas de democratização e de ampliação de acesso podem se ver assim distribuídas: # Plano Anual (PRINCIPAL): gratuidade da participação e do acesso à pesquisa, aos vídeos na internet e aos eventos nas escolas, contendo palestra, paineis informativos e ebooks; a previsão de público diretamente impactado por estas ações chega a 110.200 pessoas. O conjunto destas medidas se enquadra no Art. 28, incisos IV, VI, VII. # Vídeo (SECUNDÁRIO): os vídeos em seus 10 episódios de podcast reunindo agentes locais da cultura serão publicados nas principais plataformas de aúdio e vídeo na internet de forma inteiramente gratuita. Esta ação se pauta no Art. 28, inciso IV. # Pesquisa (SECUNDÁRIO): o processo de pesquisa se realizará em 10 mapeamentos culturais nas escolas públicas participantes, a partir de entrevistas com a comunidade escolar, revelando talentos e enaltecendo boas práticas, divulgando gratuitamente seus achados ao público público infantojuvenil em escolas de todo o país. Esta ação se pauta no Art. 28, inciso VII. # Contrapartidas Sociais (SECUNDÁRIO): a devolutiva final de todos os esforços, fruto da pesquisa, do mapeamento, dos vídeos, redundará em eventos de contrapartida social, de formação cultural, realizados no interior de escolas públicas, totalmente abertos e gratuitos, com palestra, exposição e distribuição de material informativo ao público. Esta ação se pauta no Art. 28, incisos IV, VI, VII.
ESCLARECIMENTO INICIAL O proponente, Instituto Escola Conectada, é entidade idealizadora e promotora EXCLUSIVA deste projeto. É uma organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, com o seu propósito de impulsionar a transformação da sociedade por meio da cultura e da tecnologia. Toda a gestão do processo decisório, incluindo planejamento, controle, execução, finalização e prestação de contas do presente projeto são de responsabilidade única e exclusiva do proponente, Instituto Escola Conectada, não havendo qualquer tipo delegação ou intermediação, assumindo esta a responsabilidade por todos os atos pertinentes ao projeto Escolas Conectadas na Cultura. FICHA TÉCNICA - DIRIGENTES DA PROPONENTE Tomas Fuchs - Presidente da Proponente Não exercerá função executiva ou remunerada no projeto. Mas, como dirigente estatutário da proponente, estará responsável pelas decisões técnicas, operacionais, administrativas e financeira do projeto. FICHA TÉCNICA - PROFISSIONAIS - NÃO DIRIGENTES DA PROPONENTE Marcos Pinheiro – Coordenador Geral Jornalista formado pela PUC-RJ, trabalha há 18 anos com gestão de projeto socioculturais. Desde 2014 atua diretamente no impulsionamento do setor, mobilizando produtores, doadores e projetos. Atualmente é coordenador do Instituto Escola Conectada, liderando as atividades de promoção da cultura através das ferramentas da tecnologia. Integra o comitê científico do Festival de Captação da ABCR e já fez palestras sobre captação de recursos em vários estados do Brasil. Ana Paula Silva – Coordenadora Técnica Graduada em Psicologia, com especialização em gestão de programas e projetos socioculturais. Conta com vivência em análise, avaliação, acompanhamento e desenvolvimento de projetos, articulação de redes, monitoramento e avaliação. Alan Maia – Assistente Técnico Formado em Comunicação Social, atua na produção de projetos culturais desde 1995, nas áreas do teatro, da música, rádio, televisão e ações vinculadas ao impacto social através da cultura. O conjunto da equipe será formado por outros profissionais que já atuam no projeto e será expandida com novas contratações de profissionais nas áreas de pesquisa, roteiro e produção audiovisual.
PROJETO ENVIADO PARA ARQUIVAMENTO.