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PRONAC 233757Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Fio de Conta

HORUS PLANEJAMENTO E GESTAO LTDA
Solicitado
R$ 1,17 mi
Aprovado
R$ 1,17 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Educativos em geral
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Belo Horizonte
Início
2024-03-21
Término
2025-03-20
Locais de realização (2)
Salvador BahiaSão Luís Maranhão

Resumo

Dedicado a contar histo´rias das culturas afrodescendentes que permeiam o universo brasileiro, o projeto FIO DE CONTA se apoia na videoarte para buscar e construir narrativas culturais que conectam Bahia e Maranha~o. Nesse sentido, oprojeto se vale de oficinas de videografia para promoça~o do saber fazer arti´stico e produça~o de videoartes que contam identidades, culturas, costumes, modos de vida, conexo~es, realidades da populaça~o preta e perife´rica, enquanto atos de fe´, resistências e celebraço~es da vida. As videoartes sera~o produzidas por jovens participantes das oficinas e darão origem a instalaço~es arti´sticas em centros culturais de fa´cil acesso e tambe´m em exposiço~es virtuais em plataforma digital especi´fica. Todas as aço~es do projeto sera~o abertas e totalmente gratuitas como forma de democratizar e potencializar o acesso à arte e cultura.

Sinopse

Dedicado a contar histórias das culturas afrodescendentes que permeiam o universo brasileiro, o projeto FIO DE CONTA se apoia na videoarte para buscar e construir narrativas culturais que conectam Bahia e Maranhão. Isso porque estes territórios receberam muitos africanos e descendentes, na história do Brasil, e ao longo dessa trajetória, costumes, crenças, histórias, valores, comidas, modos de vida jejes, mahis, haussas, mandingas, yorubas, nagôs e minas se misturaram e serviram como fonte de muito do que conhecemos de nós. Cumpre lembrar que essas narrativas, memórias, contos e contas constituem um amplo arsenal das visualidades afro-brasileiras e, no campo simbólico, registrar e dar-lhes visibilidade ampliam a circulação dos afetos e sentidos que contribuem para o combate ao racismo tão presente na formação da sociedade brasileira. Desse modo, a partir do olhar dos jovens participantes do projeto, esperamos difundir aspectos fundamentais da representação afro-brasileira e construir novas e genuínas narrativas sobre a população negra no Brasil contemporâneo. Classificação indicativa do projeto e videoartes produzidas a partir das oficinas: Livre.

Objetivos

Dedicado a contar histórias das culturas afrodescendentes que permeiam o universo brasileiro, o projeto FIO DE CONTA se apoia na videoarte para buscar e construir narrativas culturais que conectam Bahia e Maranha~o. Nesse sentido, o projeto objetiva oferecer oficinas formativas para promoça~o do saber fazer arti´stico no campo da videografia e produça~o de videoartes que contam identidades, culturas, costumes, modos de vida, conexo~es, realidades da populaça~o preta e perife´rica, enquanto atos de fe´, resistências e celebraço~es da vida. No campo quantitativo, sa~o objetivos especi´ficos deste projeto:(i) realizar 06 oficinas formativas de videografia, sendo 03 por estado beneficiado pelo projeto;(ii) oferecer o total de 240 horas/aula, sendo 120 horas/aula em cada estado (40h por oficina);(iii) atender, no mi´nimo, 42 alunos, sendo 7 por oficina;(iv) realizar 02 exibiço~es virtuais em plataforma digital especi´fica (youtube e redes sociais do projeto), como forma de ampliaça~o de acesso;(v) realizar 02 instalaço~es arti´sticas em centro cultural de fa´cil acesso para as comunidades participantes do projeto (01 instalaça~o por estado). E´ tambe´m um ponto de significativa relevância para esse projeto o acesso diverso. Para tanto, pretende-se oferecer aço~es de acessibilidade em todas as aço~es e etapas do projeto.

Justificativa

A Bahia, assim como o Maranha~o foram territo´rios brasileiros que receberam muitos africanos e descendentes. Ao longo dessa trajeto´ria, costumes, crenças, histo´rias, valores, comidas, modos de vida jejes, mahis, haussas, mandingas, yorubas, nagôs e minas se misturaram e serviram como fonte de muito do que conhecemos de no´s. O trajeto de terra que ligou, na histo´ria, Salvador, Sa~o Fe´lix, Carolina, Riacha~o, Mearim, Pindare´ e Sa~o Lui´s constituiu um importante e simbo´lico fio conector de culturas, de entrelaçamento de costumes e contas de vidas e economias (explorato´rias). Casa das Minas, Capela d’Ajuda, Casa da Estrela, Roça do Ventura, o Bogun se transformara na e´poca e vivem ate´ hoje como espaços de resistência, manutença~o e fortalecimento dessas culturas-raiz fonte de muitos dos elementos que compo~em nossa identidade e economia. Nossa cultura, ciência, economia e religiosidade compartilham de elementos comuns presentes no passado dessas comunidades. Cumpre ressaltar, entretanto, que ainda que calundus, candomble´s e a fe´ afro-brasileira tenha ganhado cada vez mais espaço enquanto cultura e manifestaça~o cultural da dia´spora africana no Brasil, lamentavelmente ainda hoje nos deparamos com preconceitos e inju´rias sendo comumente praticadas, em diversas esferas da vida, em espaços pu´blicos ou privados, contra muitas manifestaço~es culturais, seja samba, o funk, o tambor, entre tantas outras. Diante deste cena´rio, o projeto FIO DE CONTA se apoia na videoarte para buscar e construir narrativas culturais que conectam Bahia e Maranha~o. Essas narrativas, memo´rias, contos e contas constituem um amplo arsenal das visualidades afro-brasileiras e, no campo simbo´lico, registrar e dar-lhes visibilidade ampliam a circulaça~o dos afetos e sentidos que contribuem para o combate ao racismo ta~o presente na formaça~o da sociedade brasileira. Assim, a partir do olhar dos jovens participantes do projeto, esperamos difundir aspectos fundamentais da representaça~o afro-brasileira e construir novas e genui´nas narrativas sobre a populaça~o negra no Brasil contemporâneo. Acrescenta-se ainda, como justificativa, as finalidades do projeto, de acordo com o art. 1, da Lei no 8.313, de 23 de dezembro de 1991:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exerci´cio dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalizaça~o da produça~o cultural e arti´stica brasileira, com valorizaça~o de recursos humanos e conteu´dos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestaço~es culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expresso~es culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsa´veis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histo´rico brasileiro;VIII - estimular a produça~o e difusa~o de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memo´ria. E os meios utilizados para o cumprimento destas finalidades expressas no art. 1, atendera~o aos seguintes objetivos, conforme art. 3o da Lei no 8.313:I - incentivo à formaça~o arti´stica e cultural, mediante:c) instalaça~o e manutença~o de cursos de cara´ter cultural ou arti´stico, destinados à formaça~o, especializaça~o e aperfeiçoamento de pessoal da a´rea da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos. II - fomento à produça~o cultural e arti´stica, mediante:a) produça~o de discos, vi´deos, obras cinematogra´ficas de curta e me´dia metragem e filmes documentais, preservaça~o do acervo cinematogra´fico bem assim de outras obras de reproduça~o videofonogra´fica de cara´ter cultural; (Redaça~o dada pela Medida Proviso´ria no 2.228-1, de 2001) Tambe´m se justifica nos termos do artigo 25 da Lei no 8.313, no que tange a:II - produça~o cinematogra´fica, videogra´fica, fotogra´fica, discogra´fica e congêneres; IX - ra´dio e televisa~o, educativas e culturais, de cara´ter na~o-comercial. E, por fim, o projeto se justifica por atender as finalidades do Art. 3, do Decreto 11.453, de março de 2023, de acordo com os incisos:I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas va´rias matrizes e formas de expressa~o;II - estimular a expressa~o cultural dos diferentes grupos e comunidades que compo~em a sociedade brasileira;III - viabilizar a expressa~o cultural de todas as regio~es do Pai´s e a sua difusa~o em escala nacional;V - incentivar a ampliaça~o do acesso da populaça~o à fruiça~o e à produça~o dos bens culturais;X - apoiar aço~es arti´sticas e culturais que usem novas tecnologias ou sejam distribui´das por plataformas digitais; XII - impulsionar a preparaça~o e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produça~o e a difusa~o culturais; XV - apoiar o desenvolvimento de aço~es que integrem cultura e educaça~o. Por essas razo~es e acredidanto na importância desse tema para registro, memo´ria e debate, o proponente deste projeto faz pleito a este mecanismo de fomento à cultura, nos termos do artigo 18.

Estratégia de execução

SOBRE AS OFICINAS:As equipes de produção e comunicação irão realizar mobilização junto ao público-alvo nas cidades beneficiadas pelo projeto e comunicar e divulgar em suas redes digitais (redes próprias criadas especificamente para o projeto) os processos de inscrições e seleção para participação nas oficinas. As inscrições serão feitas, pelos próprios participantes ou responsáveis, via formulário eletrônico, com endereço disponibilizado nas redes digitais do projeto e após o período de inscrições, a Coordenação e o Professor do projeto analisarão as inscrições para realizar seleção e posterior divulgação dos selecionados. Critérios como faixa etária, residência nas localidades beneficiadas, interesse e motivação por aprender e criar videoarte, disponibilidade de participação serão levados em consideração para a participação no projeto. Não há presença de júri no projeto. Os alunos serão selecionados a partir da análise conjunta da Coordenação do Projeto e do Cineastra-Professor-Instrutor.Todas as oficinas serão gratuitas, realizadas em formato presencial sob a coordenação de 01 professor e integrantes da equipe do projeto e, após a realização das oficinas, os participantes também receberão certificação de participação no projeto. As oficinas terão como finalidade:. Proporcionar o conhecimento sobre artes visuais e a videoarte como saber cultural e artístico;. Despertar o aluno para compreender a videografia como elemento de memória, identidade e propulsor da economia;. Provocar o mergulho no seu modo de vida, saber fazer, costumes e crenças para resgate e/ou valorização do saber afro-brasileiro, patrimônios e modo de vida;. Promover o desenvolvimento de habilidades práticas para o aprimoramento do saber fazer artístico;. Aguçar no aluno o olhar para criação de possibilidades disponíveis a partir da videografia;. Proporcionar aptidões e demonstrar oportunidades práticas para atuação na esfera da economia local, regional e criativa, a partir das artes visuais. Cumpre lembrar que as oficinas são pensadas como um espaço de troca de experiências, aprendizado e desenvolvimento de percepções, tanto por parte dos alunos quanto da equipe. Afinal, é um ensinamento da diáspora africana brasileira que toda troca precisa ser justa. Logo, todos ganham! Portanto, o projeto encara as oficinas como detentoras do poder de melhorar as habilidades sociais de todos(as) os(as) participantes, o empoderamento, a autoestima, a autopercepção, identificação de necessidades e limitações a serem superadas. Elas podem, em determinada medida, inclusive auxiliar os(as) alunos(as) selecionados(as) a lidarem melhor com as situações em permanente transformação do cotidiano por meio da videoarte, seja registrando expressões, belezas, costumes e manifestações artísticas ou situações do cotidiano. Por fim, as oficinas resultam em exibições virtuais e instalações culturais em centros culturais de fácil localização, para potencializar ainda mais a democratização do acesso e a formação de público, além de incrementar a economia criativa local. SOBRE AS INSTALAÇÕES ARTÍSTICAS E EXIBIÇÕES VIRTUAISO local (centro cultural de fácil acesso, circulação e com acessibilidade física) que receberá a instalação artística será acordado, em momento oportuno/etapa de pré-produção. Nesta etapa, será solicitada a autorização e a programação devida na grade de atividades do espaço. Este documento será apresentado na Prestação de Contas do projeto. As exibições virtuais das videoartes produzidas nas oficinas, por sua vez, estará disponível em plataforma digital criada especialmente para o projeto (redes sociais do projeto) e também no youtube - essa medida visa aumento de democratização da arte e ampliação do acesso à cultura.

Especificação técnica

1. Cada videoarte produzida nas oficinas terá duração máxima de 7 minutos, serão produzidas com equipamentos (aparelhos celulares, microfones, drones, suportes estabilizadores, tripés, entre outros) disponibilizados pelo projeto durante as oficinas e contarão com medidas de acessibilidade em todas as etapas do projeto (acessibilidade física, libras, legenda e audiodescrição). 2. O plano pedagógico das oficinas segue como documento anexo.

Acessibilidade

Oficinas:· Deficiente visual | Audiodescrição – rubrica audiodescrição· Deficiente auditivo | Língua Brasileira de Sinais – rubrica intérprete de libras· Deficiente físico | será realizada em local com acessibilidade/fácil mobilidade Exposição virtual (exibição virtual de videoarte):· Deficiente visual | Audiodescrição – rubrica audiodescrição· Deficiente auditivo | Língua Brasileira de Sinais – rubrica intérprete de libras · Deficiente auditivo | Legenda – legendagem descritiva· Deficiente físico | não se aplica (será virtual) Instalação Artística (exibição presencial de videoarte):· Deficiente visual | Audiodescrição – rubrica audiodescrição + Monitor – rubrica monitor · Deficiente auditivo | Língua Brasileira de Sinais – rubrica intérprete de libras· Deficiente auditivo | Legenda – legendagem descritiva· Deficiente físico | será realizada em local com acessibilidade As medidas de acessibilidade para exibição virtual e instalação artística serão inseridas nos produtos no momento da finalização das videoartes. Outras síndromes e deficiências: Monitor - rubrica Monitor

Democratização do acesso

De acordo com o artigo 27 da IN 01/23, o projeto deve:II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo.Na realidade, todas as ações do projeto serão gratuitas, contemplando mais do que os 10% sugeridos no inciso. De forma complementar, pelo artigo 28 da IN 01/23:IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;As videoartes produzidas serão disponibilizadas no youtube e nas redes sociais do projeto como forma de ampliação do acesso à arte e cultura. Também serão disponibilizados making of das oficinas e das instalações como forma de evidenciar o processo de execução do projeto e produção das oficinas e videoartes. Reforça-se que serão oferecidas medidas de acessibilidade em todas as ações do projeto, como informado em campo acima. De acordo com o Plano de Distribuição, teremos: Oficinas: 42 participantes (atividade gratuita) Exibição virtual: 5000 pessoas (atividade gratuita) Instalação artística: 1000 pessoas (atividade gratuita) Total de participantes: 6042 INDICADORES PARA AFERIÇÃO DO PLANO DE DISTRIBUIÇÃO: O público on-line do projeto será aferido com o número de visualizações das videoartes a partir das plataformas em que serão alocados (no youtube pelo número de visualizações – dado que essa plataforma gera relatórios quantitativos de acesso e visualizações).No caso do público participante das instalações artísticas (exibição presencial), a aferição se dará por lista de presença. Tais indicadores seguirão como relatório de comprovação do número de beneficiários na prestação de contas do projeto.

Ficha técnica

Edson Filho (RESPONSÁVEL PELA EMPRESA PROPONENTE E GESTORA) – Coordenador geral, responsável pelas decisões técnicas, operacionais, administrativas e financeiras do projeto.Mestre em Ciências Sociais (ênfase em Sociologia Econômica) pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, especializado em Políticas Públicas e Inovação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e em Visão Holística pela Universidade Holística do Brasil, e graduado em Administração pela Universidade Estácio de Sá. Possui experiências focadas na Gestão de Projetos e Novos Negócios e no Desenvolvimento Estratégico e Sustentável das Organizações, com emprego de planejamento, organização e orientação para inovação; de visão crítica e sistêmica dos processos; e valorização e aplicação estratégica dos recursos (humanos), para organizações públicas e privadas de médio e grande porte.Vivas Cultura e Esporte, Aventura Teatros (Teatro Riachuelo Rio e Teatro Prudential), Experience Rio Carnival (Marquês de Sapucaí/Carnaval Rio), Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, NV Consultoria em Planejamento e Recursos Humanos, Volkswagen Caminhões e Ônibus, Michelin e Alcoa compõem o conjunto de organizações para as quais já atuou em sólidos serviços. Inclui-se ainda, Universidade Estácio de Sá e Centro Universitário Geraldo Di Biase, por onde lecionou nos cursos de graduação e pós graduação.Nos últimos 03 anos atuou nos seguintes projetos: Juventude em Ação, Arte em Cores (2020, 2022 e 2023), Cultura na Praça (2020, 2021 e 2022), Movimenta Pebas (2020 e 2022), Documentário Em Busca da História do Cruzeiro, Som Câmera e Ação, Centro Cultural Tatajuba, Movimenta Pará (2023) e Retrato (2023). PAULA LIBERIA CAMARGOS | PAULA LIBERIA - PRODUÇÃOSeu conjunto de experiências profissionais englobam a produção executiva para a Vivas Cultura e Esportes; Produtora e comunicadora no Instituto Abra Palavra com Aline Cantia; Coordenadora de comunicação na COOPINMINAS – Cooperativa Mineira de Teatro; Gestora no grupo Vertente Corpo-Es’passo; Produtora e apresentadora no podcast Histórias com Café; Coordenadora da 3aMostra InMinas MoTTIM – edição virtual; Planjemento de Comunicação no centro cultural Galpão Cine Horto · 2020 - Assistente de Produção na Empresa “A+Produtora” com Tatiane Soares; Produtora executiva no Grupo Confesso; Produtora no evento cultural Conect- Arte com Eugênio Barba; Produção no CANDEIA III Encontro Internacional de Narração Artística; Coordenação de Produção na Mostra InMinas de Teatro -MG; e Produção na Mostra Tátil – CEFART e Fundação Clóvis Salgado.Além disso, nos anos de 2017 e 2018 esteve a frente da: Produção no I Sons da Cidade – Fernando Chagas e Instituto Abra Palavra; da Produção no evento I e II - Era uma Voz - Instituto Abra Palavra; na Produção no CANDEIA II Encontro Internacional de narração artística; na Produção no filme “Democracia em Vertigem” da Petra Costa; na Produção no espetáculo “UM POUCO DE AR, POR FAVOR” - Cia Pierrot Lunar; na produção do curta metragem - “CINZAS” - Projeto Cine Vida; na Produção do Espetáculo “Manual do Guerrilheirx Urbanx”, direção Marina Viana; na Produção no Filme “Atrás dos olhos das meninas sérias” do Carlos Canela; e na Produção do Espetáculo “Menos de Nós”, direção Adélia Carvalho. 2017 - Produção do CANDEIA I° Festival de Narração de Histórias. LEONARDO DE SOUZA SANTOS | LEO SANTOS - INSTRUTORFotógrafo, roteirista e documentarista, diretor do Documentário de longa Metragem LOGO ALI - ÁFRICA DO SUL(2018), premiado no Festival Internacional de Documentários de Ierapetra, na Grécia, em 2018 e no Festival Impact Docs, nos EUA no mesmo ano. Diretor do documentário COORDENADAS (2019), premiado no Impact Docs Awards 2020, da Califórnia, nas categorias "Curta Documentário" e "Questões Contemporâneas & Conscientização". Autor do roteiro do longa-metragem de ficção FÉ PÚBLICA, semifinalista do concurso de roteiro de longa- metragem do FRAPA (Festival de Roteiro Audiovisual de Porto Alegre) 2020; diretor- produtor da série SANTOS ACADEMY, para a FIFA+, ainda inédito; diretor do documentário "DESAFIO DOS REIS", em fase de finalização; diretor da websérie VINIL DE QUINTA, criada pelo Estúdio M'Baraká, disponível no YouTube; e diretor do documentário de longa-metragem TODAS AS ESQUINAS FALAM DE MIM, também produzido pelo Estúdio M'Baraká.Autor do roteiro para filmar o documentário "A DANÇA PERDIDA COM ALBERTO GRANADO", é idealizador da Favela Academy, uma escola de roteiro audiovisual para moradores de favelas, em fase de implementação. * Os currículos e portfólios da ficha técnica seguem anexados ao projeto.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.