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PRONAC 233759Autorizada a captação total dos recursosMecenato

FESTIVAL DAS JUVENTUDES DA LINHA FÉRREA

ASSOCIACAO COLETIVO ABA TYBA CAT
Solicitado
R$ 529,4 mil
Aprovado
R$ 529,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreendedorismo Cultural
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
ES
Município
João Neiva
Início
2024-01-04
Término
2026-09-24
Locais de realização (1)
Aracruz Espírito Santo

Resumo

O Projeto FESTIVAL DAS JUVENTUDES DA LINHA FÉRREA,vai promover o intercâmbio entre os jovens que atuam nos distritos por onde passa a linha férrea do Espírito Santo,a fim de garantir o direito à cultura e acesso às fontes da cultura nacional, incentivo, valorização, e a difusão das manifestações culturais para desenvolver a cultura de povos de matrizes africanas, apoio às comunidades periféricas e as minorias tais quais, pretos, indígenas, mulheres e a comunidade lgbtqiap+, além dos jovens que se manifestam através do hip hop e da serigrafia alternativa. Para tanto será realizado uma semana de festival para dar visibilidade as juventudes e suas particularidades de acordo com suas áreas de atuação.

Sinopse

PRODUTOS PRODUTO 01 - Realizar um festival de juventudes, com duração de 7 dias, das 09hs da manhã até às 22hs, para sensibilizar a comunidade sobre a importâncias das várias manifestções culturais dos jovens e grupos de jovens que atuam nos municípios da linha férrea do Espírito Santo Nesta atividade será realizado um festival de 07 dias com apresentações artísticas e culturais locais e de todo Estado do Espírito Santo. O evento será realizado em praça pública e contará com a participação de jovens e grupos culturais juvenis das cidades que são cortadas pela linha férrea. Terá toda uma estrutura de palco, som e iluminação, banheiros químicos para oportunizar a realização das atividades e a melhor acomodação do público presente. estima-se receber uma média de 10 apresentações por dia com público estimado de 2 mil pessoas a cada dia do evento. PRODUTO 02 - Criar um banco de dados, cadastrando todos os jovens e grupos de juventudes, que atuam nos municípios da linha férrea, a fim de promover a geração de trabalho e renda no segmento cultural, com a valorização da serigrafia alternativa, da música, dança e outras manifestções culturais, para que a partir deste banco de dados os jovens possam apresentar suas habilidades durante o festival Será realizado um cadastro de todos os jovens e grupos culturais que atuam na região do projeto, para que eles possam apresentar seus trabalhos durante o festival, também será permitido de forma gratuita que os jovens exponham e comercializem seus trabalhos durante os dias de festival no local de realização do evento. Pretende-se buscar parceria com o setor público e privado para padronização de barracas para estas amostras dos jovens, de acordo com a demanda que for levantada pelo banco de dados. Estima-se cadasatrar pelo menos 500 jovens e 50 grupos culturais daquela região. PRODUTO 03 - Realizar 14 palestras sendo 1 pela manha e 1 pela tarde durante os sete dias de festival, 07 oficinas, uma a cada dia, que ajudem no combate à intolerância racial e ao racismo religioso, garantindo o direito a crença da juventude, através de troca de experiência durante a realização do festival. Cada oficina terá carga horária de 04hs diárias Serão realizadas várias atividades de conscientização para a população em geral, tais como: Oficina de instrumentos musicais do candomblé e umbanda; Palestras de conscientização sobre religiosidade de matriz africana e serigrafia alternativa. Palestra sobre juventude e religiosidade; Roda de conversa sobre o poder das folhas para os povos de matriz africana; Apresentação de roda de Xangô para comunidade; Palestra sobre a importância da atuação de terreiros na sua comunidade; Apresentação artística dos povos de matrizes africanas; Exposição de elementos dos povos de matrizes africanas; Oficinas de serigrafia artística.

Objetivos

Objetivo Geral Realizar um festival de juventudes. para promover o intercâmbio entre os jovens e grupos juvenis que atuam nos distritos por onde passa a linha férrea do Espírito Santo, a fim de garantir o direito à cultura e acesso às fontes da cultura nacional com apoio, incentivo, valorização, e a difusão das manifestações culturais desenvolvendo a cultura de povos de matrizes africanas, apoio às comunidades periféricas e as minorias tais quais, pretos, indígenas, mulheres e a comunidade lgbtqiap+, além dos jovens que se manifestam através do hip hop e da serigrafia alternativa, com o intuito de proporcionar visibilidade às juventudes e suas particularidades de acordo com suas áreas de atuação. Objetivos Específicos 1. Realizar um festival de juventudes, com duração de 7 dias, das 09hs da manhã até para sensibilizar a comunidade sobre a importâncias das várias manifestções culturais dos jovens e grupos de jovens que atuam nos municípios da linha férrea do Espírito Santo;2. Criar um banco de dados, cadastrando todos os jovens e grupos dejuventudes, que atuam nos municípios da linha férrea, a fim de promover a geração de trabalho e renda no segmento cultural, com a valorização da serigrafia alternativa, da música, dança e outras manifestções culturais, para que a partir deste banco de dados os jovens possam apresentar suas habilidades durante o festival; 3. Realizar 14 palestras sendo 1 pela manha e 1 pela tarde durante os sete dias de festival, 07 oficinas, uma a cada dia, que ajudem no combate à intolerância racial e ao racismo religioso, garantindo o direito a crença da juventude, através de troca de experiência durante a realização do festival. Cada oficina terá carga horária de 04hs diárias.

Justificativa

A Estrada de Ferro Vitória a Minas, foi aberta em 1904 num pequeno trecho a partir do porto de Vitória e tinha como objetivo principal transportar as culturas da região ao longo do Rio Doce, especialmente a produção de café. O trem passa por 42 municípios, sendo seis deles capixabas: Baixo Guandu, João Neiva, Ibiraçu, Fundão, Colatina e Cariacica. É a ferrovia mais rentável do Brasil e uma das pouquíssimas ferrovias a manter no País, até hoje, os trens de passageiros. Muito importante para o desenvolvimento do Estado do Espírito Santo a linha férrea tornou-se uma referência para a população das Cidades cortadas por ela e principalmente um ponto de referência para os diversos movimentos juvenis que existem na região. Movimentos de jovens de terreiros, hip hop, batalhas de rimas e serigrafia alternativa tem crescido e se tornado constantes para o fortalecimento da cultura juvenil daquela localidade. Os movimentos juvenis crescem a cada dia, jovens de todas as cores, raças, religiões e de diversos outros setores sociais carecem mostrar sua identidade e mostrar que existem e que podem, sim, serem agentes transformadores dentro de seus contextos sociais. Nesse contexto encontramos, por exemplo, o HIP-HOP, movimento que nasceu na década de 70, nos Estados Unidos da América - USA e que hoje é uma representação singular dos conglomerados juvenis ao redor do País e do mundo. Outro movimento, que tem crescido, são as batalhas de rima, idealizada por Bruno de Souza e Geovane Zanardi na Praça dos Estudantes na Cidade de Barueri/SP, tem se tornado uma arte popular que agrega e oferece aos jovens uma oportunidade de expressar suas sensações, críticas sociais e manifestação dos mais diversos sentimentos que incomodam e alegram a juventude. Outro movimento, que ganha força, mas que precisa de maior visibilidade, são os jovens de terreiro. Jovens que buscam dar voz e representatividade para as religiões de matrizes africanas, que foi demonizada e marginalizada desde o processo colonizador do Brasil. Todos esses movimentos se expressam, têm vozes e se expandem por toda região da linha férrea de Aracruz e seus limítrofes. Por isso a importância deles se encontrarem e se enxergarem como jovens capazes de se reconhecerem em suas diferenças e especificidades e principalmente naquilo que eles têm em comum: A luta por igualdade e por direitos, na construção de tecnologias sociais que os fortaleçam. No que se refere ao enquadramento do artigo 1º da lei 8313/1991, nossa proposta está inserida nos seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Com relação aos objetivos da lei 8313/1991, a proposta ora apresentada alcançará os abjetivos apresentados nos incisos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. Segundo o IBGE, entre 2019 e 2020, houve uma queda de participação das pessoas pretas ou pardas tanto no setor cultural quanto em todos os setores. Trabalhadores pretos ou pardos foram os mais afetados pela pandemia. Desde 2014, os trabalhadores do setor cultural têm um nível de instrução mais elevado que os demais ocupados na economia. Em 2020, para a totalidade dos trabalhadores, 22,6% tinham nível superior completo, enquanto no setor cultural, eram 30,9%. Nota-se que a população preta, parda e todas as minorias tais quais mulheres, indígenas, povos de matrizes africanas e lgbtqiap+ foram extremamente afetadas pelo baixo incentivo à cultura nos últimos anos. Os movimentos juvenis têm crescido nas cidades aos arredores da linha férrea que atualmente é atendida pela grande atuação da Empresa Vale, que gera emprego e renda para aquela região, essas organizações são de extrema importância para a valorização cultural da localidade e por isso a necessidade de fortalecer e dar voz, vez e visibilidade a esses jovens.

Estratégia de execução

É importante destacar que o Coletivo Abatyba, neste projeto irácontemplar grupo e projetos quejá atuam nas áreas propostas, tais como a serigrafia alternativa, coordenada pelo jovem Yago Moreira da Silva, a batalha de rimas coordenada pelos jovens Loren Santos Segatto, Pedro Henrique Barbosa da Silva e Cleberson Santos Meira, bem como o as ações de combate a intolerância religiosa que é coordenado pelo jovem Babalorixá Deimissos Campos Moraes. São ações que tem sustentabilidade na região e agora buscam apoio e patrocínio para expandirem-se e firmarem seus espaços dentro do cotidiano de suas regionalidades. Dito isto é importante discorrer sobre cada uma delas: 1. Coletivo Pai João da Caridade É um coletivo cultural e social proposto a fornecer oficinas e eventos relacionados à cultura e a espiritualidade afro-brasileira de terreiro à população de Aracruz e demais regiões gratuitamente e garantir a segurança alimentar e cultura da população beneficiária. No dia dia 15 de maio de 2021 se tornou-se público o trabalho espiritual de dois jovens que movidos por um anseio espiritual decidiram deixar de lado o medo do racismo religioso e numa simples festa de pretos velhos com um pouco mais de 4 pessoas, uma simples mesa de café, e uma fé que ainda não eram capazes de medir fizeram sua primeira gira na qual não tinham ideia do que estavam iniciando. À beira de completar dois anos de terreiro, mesmo passando por situações de intolerância religiosa e preconceito, muitas vezes com lágrimas nos olhos resistiram a todos os obstáculos que os forçavam a desistir. Nesses dois anos viram os pequenos frutos do trabalho no qual conseguiram ser suporte emocional para pessoas que se encontravam em quadros depressivos, alguns nos chegaram relatando até mesmo ter em mente a data no qual poriam fim às suas vidas. Jovens que ao se aproximarem e terem uma vivência mais próxima das atividades da casa decidiram por abandonar a vida no tráfico e encontrar uma forma mas segura de tentar levar as suas vidas. Hoje o coletivo tem um sonho de não somente prestar um auxílio espiritual, mas também cultural e social, porém por serem de uma comunidade periféricae viverem por meio de doações das pessoas que muitas vezes tiram do pouco que possuem, fazem uma corrente do bem para levar amor a mais pessoas e aquilo que começou com dois jovem hoje conta com quase 30 filhos de santo e uma comunidade de consulentes que não é mais comportada no espaço físico existente. 2. Serigrafia Alternativa É uma iniciativa pioneira que visa capacitar jovens de minorias e indivíduos de comunidades periféricas por meio de diversas ações, incluindo serigrafia, produção de cogumelos, tatuagem em pele artificial, desenho e design. Ao combinar expressão artística com habilidades práticas, oferece uma plataforma transformadora para crescimento pessoal, exploração cultural e desenvolvimento profissional para jovens marginalizados. A serigrafia é um meio artístico versátil que permite que os indivíduos expressem sua criatividade enquanto aprendem valiosas habilidades técnicas. Permitindo que os participantes desenhem e imprimam suas próprias obras de arte em diversos materiais, como roupas e acessórios. Ao se envolver nesse processo prático, jovens minorias e indivíduos de comunidades periféricas podem explorar seus talentos artísticos, adquirir habilidades empreendedoras e potencialmente desenvolver fluxos de renda sustentáveis. 3. Batalhas de rimas É um projeto cultural que conta com Mc´s/artistas de várias localidades da Barra do Riacho, Ibiraçu, e João Neiva. É um projeto que tem a intenção de chamar atenção, através da rima, pra importância da linha férrea para a região, Junta mulheres e pessoas LGBTQIA+ em suas ações. Nas batalhas a platéia escolhe palavras e temas e passam aos participantes que vão, por sua vez criarem rimas com a realidade e vivência de cada um. O protesto, o elogio e ate mesmo a sensibilidade individual são expressadas com as mais diversas palavras em forma de rima, levando emoção e contagiando o público.

Especificação técnica

PRODUTOS PRODUTO 01 - Realizar um festival de juventudes, com duração de 7 dias, das 09hs da manhã até às 22hs, para sensibilizar a comunidade sobre a importâncias das várias manifestções culturais dos jovens e grupos de jovens que atuam nos municípios da linha férrea do Espírito Santo Nesta atividade será realizado um festival de 07 dias com apresentações artísticas e culturais locais e de todo Estado do Espírito Santo. O evento será realizado em praça pública e contará com a participação de jovens e grupos culturais juvenis das cidades que são cortadas pela linha férrea. Terá toda uma estrutura de palco, som e iluminação, banheiros químicos para oportunizar a realização das atividades e a melhor acomodação do público presente. estima-se receber uma média de 10 apresentações por dia com público estimado de 2 mil pessoas a cada dia do evento. Será confeccionado material de divulgação para redes sociais, além de ampla divulgação nos veículos de mídia da região onde o projeto será aplicado. Será alugado palco 6x8. Será montado uma arena composta por 8 tendas 6x6 para as exposições, palestras e oficinas. PRODUTO 02 - Criar um banco de dados, cadastrando todos os jovens e grupos de juventudes, que atuam nos municípios da linha férrea, a fim de promover a geração de trabalho e renda no segmento cultural, com a valorização da serigrafia alternativa, da música, dança e outras manifestções culturais, para que a partir deste banco de dados os jovens possam apresentar suas habilidades durante o festival Será realizado um cadastro de todos os jovens e grupos culturais que atuam na região do projeto, para que eles possam apresentar seus trabalhos durante o festival, também será permitido de forma gratuita que os jovens exponham e comercializem seus trabalhos durante os dias de festival no local de realização do evento. Pretende-se buscar parceria com o setor público e privado para padronização de barracas para estas amostras dos jovens, de acordo com a demanda que for levantada pelo banco de dados. Estima-se cadasatrar pelo menos 500 jovens e 50 grupos culturais daquela região. PRODUTO 03 - Realizar 14 palestras sendo 1 pela manha e 1 pela tarde durante os sete dias de festival, 07 oficinas, uma a cada dia, que ajudem no combate à intolerância racial e ao racismo religioso, garantindo o direito a crença da juventude, através de troca de experiência durante a realização do festival. Cada oficina terá carga horária de 04hs diárias Serão realizadas várias atividades de conscientização para a população em geral, tais como: Oficina de instrumentos musicais do candomblé e umbanda, com músicos especializados em atabaque e outros instrumentos usados nos rituais. As oficinas terão duração de 04 horas e serão abertas ao público em geral. será distribuído panfletos de iniciação musical percussiva; Palestra sobre juventude e religiosidade. Com duração de 02hs cada palestra, serão ministradas por yalorixás e babalorixás da região. As palestras serão abertas ao público com capacidade para 50 pessoas por palestras. As inscrições serão feitas de forma virtual e in loco; Roda de conversa sobre o poder das folhas para os povos de matriz africana.Com capacidade para até 50 pessoas. As rodas de conversa serão um espaço para que os jovens de terreiro troque experiências com jovens de outras religiões e de outras nações candomblecistas; Apresentação de roda de Xangô para comunidade, será apresentado uma roda de candomblé em praça pública, por um terreiro convidado a fim de desmistificar a demonização que existe com os cultos de matrizes africanas. A roda terá duração de 01hs sendo depois aberto momento para diálogo entre os espectadores e os participantes do ato religioso; Palestras sobre a importância da atuação de terreiros na sua comunidade. Serão oferecidas palestra de 02hs com debate entre os espectadores e os palestrantes, as palestras terão capacidade para 50 pessoas cada. Apresentação artística dos povos de matrizes africanas, pretende-se levar a dança afro para a praça, com apresentações de 30 a 40 minutos cada em dias separados do festival; Exposição de elementos dos povos de matrizes africanas. Uma oportunidade para que o público presente conheça as roupas, adereços e símbolos pertencentes às religiões de matriz africana, caracterizando cada orixá e suas representações e sincretismo. Será uma exposição aberta ao público em geral durante dois dias do festival. Oficinas de serigrafia artística, com duração de 04hs cada oficina, com material doado pelo evento, o oficineiro irá, junto com a turma produzir serigrafia artística. Desenvolvendo métodos teóricos e práticos para a concepção da arte da serigrafia.

Acessibilidade

O Coletivo ABA TYBA, sempre se preocupou em ser um espaço acessível permitindo que pessoas com diferentes tipos de deficiências ou com mobilidade reduzida possam participar e usufruir plenamente das atividades artísticas, culturais e formativas promovidas pela instituição, pois acreditamos que para que os espaços culturais sejam universalmente acessíveis, eles devem oferecer a todos os visitantes pleno acesso aos seus espaços e conteúdos, independentemente das condições sociais, sensoriais, cognitivas ou físicas. Todos os produtos do projeto será projetado e adaptado para permitir o acesso e a circulação de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida às suas atividades, isso inclui rampas de acesso, elevadores, banheiros adaptados, sinalização tátil, entre outros recursos. Os materiais e informações relacionados ao projeto estarão disponíveis em diferentes formatos acessíveis, como texto em braille, audiodescrição, legendas, língua de sinais. Ao realizar nossas apresentações, performances ou exposições, é necessário considerar diferentes formas de expressão artística e adaptar as atividades para atender às necessidades de diferentes públicos. O Coletivo ABA TYBA, ficará responsável por sensibilizar e capacitar a equipe envolvida no projeto cultural para lidar com a diversidade de público e suas necessidades específicas, realizando avaliações periódicas com a comunidade envolvida para identificar pontos de melhoria e obter feedback do público, especialmente das pessoas com deficiência. Garantir que espaços culturais sejam acessíveis e inclusivos, incluindo a adaptação de instalações para pessoas com deficiência é uma responsabilidade social de nossa instituição. Para tanto vamos desenvolver programas específicos voltados para a inclusão de grupos que historicamente têm menos acesso à cultura, como comunidades de baixa renda, minorias étnicas, pessoas em situação de vulnerabilidade social, pessoas LGBTQIAP+, comunidades tradicionais e ribeirinhos, a fim de que estas pessoas possam participarem ativamente dos processos de execução de nosso projeto. - Para promover o acesso, aos produtos previstos nesse projeto, às pessoas com deficiência visual, auditiva e intelectuais iremos adotar todas as medidas a seguir: a) Audiodescrição - narração adicional roteirizada, em língua portuguesa, integrada ao som original , contendo descrições das ações, linguagem corporal, estados emocionais, ambientação, figurinos, caracterização de personagens, bem como a identificação e/ou localização dos sons. b) Legendagem descritiva ou Legenda para surdos e ensurdecidos (LSE) - consiste na conversão do texto oral para o texto escrito de uma língua para outra, dentro de uma mesma língua ou de uma língua de sinais para uma língua escrita, levando-se em conta, na composição das legendas, a redução textual decorrente das restrições de tempo, espaço na tela, número de caracteres, conveniência de supressão ou acréscimo de informações, segmentação, alinhamento, fonte e local de cada legenda na tela e velocidade de leitura. Devem ser explicitadas informações de efeitos sonoros, música, sons do ambiente, silêncios significativos e aspectos paralinguísticos do discurso perceptíveis pela entonação ou pela emissão de sons não verbais – como choro ou riso –, bem como adicionada a identificação dos falantes; e c) Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS - forma de comunicação e expressão, em que o sistema linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constitui um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil, com intérprete de libras em todas as ações dos produtos propostos. d) Locais Acessíveis - As ações serão realizadas em espaços que tenham acessibilidade tais como: rampas, corrimãos, elevadores, banheiros acessíveis, estacionamento e portas medidas acessíveis para cadeira de rodas. Todas as medidas previstas para a acessibilidade estarão disponiveis em 100% das ações pretendidas nos produtos do projeto.

Democratização do acesso

DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO A democratização do acesso à cultura visa romper com as desigualdades e promover a participação ativa de todos os indivíduos na vida cultural de uma sociedade. É um princípio fundamental para a construção de uma sociedade mais justa, inclusiva e enriquecedora. Pensar a democratização do acesso aos bens e produtos culturais é a busca pelo desenvolvimento plural das culturas de todos os grupos em relação com suas próprias necessidades, numa concepção política em que o público é mais do que espectador é ator atuante e participante da ação cultural. Para tanto nosso projeto prevê as medidas previstas no artigo 27 inciso I e no artigo 28 da instrução normativa 01 de 10 de MAIO de 2023. Tais como; INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01, DE 10 DE MAIO DE 2023 CAPÍTULO IV DA ACESSIBILIDADE E DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO À CULTURA Art. 27. O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; Art. 28 IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; e X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC). Além das medidas previstas em lei nossas atividades sugerem as seguintes medidas de democratização: - lançamento do projeto para a população, com evento de apresentação e abertura (Será transmitido pela internet e terá ampla divulgação nas redes sociais e mídia local); - exibição de todas as ações pelas redes socias, através de lives e transmissões ao vivo; - Execução do projeto para jovens e grupos de jovens que atuam nos municípios da linha férrea do Espírito Santo, com um olhar para a inclusão (PCDs, pessoas LGBTQIA+, indígenas, ciganos e outras populações vulneráveis), pretende-se trazer essas pessoas para dentro do festival, apresentando suas potencialidades culturais. (Será transmitido pela internet e terá ampla divulgação nas redes sociais e mídia local, além de busca ativa por jovens e grupos culturais que se enquadrem dentro do perfil do projeto, para que eles participem das atividades).

Ficha técnica

SAMANTHA MOREIRA DE SOUZA - Presidenta da Associação, irá exercer suas atividades de forma voluntária para o projeto. Informamos também que a dirigente a responsável por toda a gestão orçamentária e administrativa do processo decisório do projeto. Nacionalidade: BrasileiraEstado Civil: SolteiraData de Nascimento: 02/03/1998 CURSOS EXTRACURRICULARESCurso: TÉCNICO EM RECURSOS HUMANOSEntidade: CEET – CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TÉCNICA O dirigente proponente da institução irá exercer suas atividades de forma voluntária para o projeto. Informamos também que a dirigente proponete ser a aresponsável por toda a gestão do processo decisório do projeto. Pedro Henrique Barbosa da silva - organizador do festival, tendo a responsabilidade de fazer as incrições e captar os grupos para as apresentações. Pedrohbarbosa2012@hotmail.com Experiência Profissional (Diversas áreas de atuação) • Produtor Cultural – Autônomo • Coordenador de Coletivo Cultural • Promoter de Eventos • Reservas - Acomodação dos artistas. • Compra de passagens - Recepção - Cronograma das atividades Formação Cultural ∙ Formação cultural obtida pelas seguintes práticas: ∙ Produção Cultural ∙ Captação de recurso financeiro parceria e patrocínio. ∙ Organização de eventos em praça pública Loren Santos Segatto - Sub coordenadora do festival, fazendo a articulação dos grupos de hip-hop Lorensegatto1@gmail.com Experiência Profissional (Diversas áreas de atuação) • Produtora Cultural – Autônomo • Coordenadora de Coletivo Cultural • Promoter de Eventos • Reservas - Acomodação dos artistas. Formação Cultural ∙ Formação cultural obtida pelas seguintes práticas: ∙ Produção Cultural ∙ Registro audiovisual de atividades meio comprobatório ∙ Organização de eventos em praça pública Yago Moreira da Silva - responsável pelas oficinas de serigrafia Serigrafeiro alternativo Deimisson Campos Moraes - Babalorixá, responsável pela organização das atividades de contra a intolerância religiosa. Nascido em 14 de janeiro de 2000 natural da cidade de Aracruz-ES, cursando administração pela Unicessuma e sacerdote da tenda espírita de umbanda são Miguel arcanjo que também se localiza na cidade de Aracruz-ES cidade essa cortada pela via férrea da vale e na qual nasce o coletivo de juventude de terreiro.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.