Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 233763Autorizada a captação total dos recursosMecenato

FESTIVAL DA VIOLA CARIACICA

ASSOCIACAO CULTURAL, CIRCENSE E AMBIENTAL UMA FLORESTA
Solicitado
R$ 887,9 mil
Aprovado
R$ 887,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais
Ano
23

Localização e período

UF principal
ES
Município
Vitória
Início
2023-11-06
Término
2026-09-24
Locais de realização (1)
Cariacica Espírito Santo

Resumo

O 3º FESTIVAL DA VIOLA CARIACICA é um festival de música sertaneja de raiz, com ênfase na viola caipira instrumental, durante 03 dias, com apresentações de violeiros em solos, duos e trios de violas regionais e nacionais e concerto de abertura com repertório musical baseado na viola caipira, também conhecida como viola sertaneja, viola cabocla e viola brasileira. O festival terá também mostra competitiva de músicas inéditas, com premiação, de abrangência naciona, com o objetivo de revelar novos talenos e incentivar o intercâmbio e a troca de experiências entre músicos, compositores e intérpretes.

Sinopse

O 3º FestViola de Cariacica, será um Festival de talentos locais e novos talentos, abrindo-se para novas experiências musicais no gênero rural e sertanejo, tendo com a viola, o seu representante mais presente em todo esta edição, com shows de duplas, conjuntos, trios musicais, assim com artistas solo .

Objetivos

1- OBJETIVO GERAL 1.1 - O festival tem por objetivo preservar e promover a cultura caipira por meio de uma de suas mais tradicionais e proeminentes virtudes: o som da viola instrumental e da música sertaneja de raiz, proporcionando uma verdadeira democratização de acesso gratuito a cultura e a música brasileira. O festival ocorrerá durante três dias, com atrações musicais e mostra competitiva. 2 - OBJETIVOS ESPECÍFICOS 2.1 - Promover 4 apresentações musicais sertanejas gratuitas, sendo uma nacional e uma regional; 2.2 - Promover 2 concerto sinfônico de abertura com repertório de música sertaneja de raiz, com enfãse na viola instrumental; 2.3 - Realizar 10 apresentações solos, de demonstração técnica, com especialistas em viola instrumental, em forma de workshops, como aula espetáculo; 2.4 - Realizar mostra competitiva, com premiação, de abrangência nacional e músicas inéditas, na categoria INSTRUMENTAL, sendo aceitas inscrições para músicos executantes de SANFONA (sanfoneiro) e para músicos executantes de VIOLA CAIPIRA (violeiro) visando estimular e promover a música instrumental dedicada à Sanfona e Viola, e na categoria CANÇÃO CAIPIRA, sendo aceitas inscrições de artistas "solo", "duplas" ou acompanhados por instrumentos acústicos (conjunto) visando promover as manifestações musicais inerentes à cultura caipira; 2.5 - Ocupação de espaços públicos, com a realização do evento em área aberta, ao ar livre; 2.6 _ Aumentar a visibilidade de artistas novos e o acesso do público a grupos musicais desconhecidos; 2.7 _ Atingir um número expressivo de espectadores, ampliando assim a exposição e a visibilidade dos trabalhos autorais. 2.8 _ Formação de público e parceiros para a música independente na cidade de realização do Festival; 2.9 _ Consolidação da Região Metropolitana como um mercado efetivo para a música sertaneja de raizl, potencializando ações além do próprio festival; 2.10 _ Circulação dos artistas provenientes de várias regiões do estado e do país; 2.11 _ Divulgação em níveis local, regional, estadual e nacional do festival e dos artistas envolvidos e da mobilização propiciada pelo evento, por meio de parcerias com veículos de comunicação, geração de mídia espontânea e campanha de comunicação do evento; O Inciso fundamentado do artido 02 do Decreto 10.775 de 2021 segue transcrito abaixo.: I-valorizar a cultura nacional, consideradas sua várias matrizes e formas de expressão. VI- Fomentar atividades culturais com vistas a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade XV- Contribuir para implementação do plano nacional de cultura e das políticas de cultura do governo federal.

Justificativa

A necessidade do uso do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais para realização do 3º FEST VIOLA CARIACICA, dá-se diante de um cenário econômico bastante instável nos últimos anos, com uma estagnação orçamentária do setor público, principalmente os municípios, que cada vez menos investe na área cultural, o que tem significado, na prática, uma recorrente redução real dos investimentos públicos na economia criativa. Desta forma, para a concretização do projeto passa a ser mais do que necessário e estratégico o uso de incentivo a projetos culturais, pois alia uma produção cultural que precisa ser levada para apreciação pública, ao incremento do mercado de trabalho por meio da contratação de diversos profissionais que fortalece e dinamiza a cena cultural onde ocorrerá o evento. Com a realização do festival toda a cadeia criativa local é impulsionada, possibilitando a comunicação das potencialidades locais em torno do saber e fazer musicais. Neste sentido, considera-se que o projeto pode ser um agente dinamizador da vida cultural e econômica local e regional. O festival terá uma programação gratuita durante 03 dias em cada cidade, envolvendo apresentações com artistas nacionais e regionais, sendo que as principais atrações serão as apresentações de violeiros e concertistas eruditos e de concerto sinfônico com repertório musical baseado na viola caipira, também conhecida como viola sertaneja, viola cabocla e viola brasileira. Também haverá mostra competitiva, que deixará em evidência tudo o que está sendo produzido em torno da viola e do jeito tradicional de ser do sertanejo. O Festival da Viola Cariacica, agrega artistas, público, pesquisadores e produtores desse nicho musical que, apesar de não ter o espaço merecido na grande mídia, tem uma produção e uma adesão cada vez mais crescente. É só ver o quanto é feito em torno desse ritmo, tendo a viola como carro-chefe. São festivais e encontros de Norte a Sul do Brasil, evidenciando que é um estilo presente na alma do brasileiro. Na mostra competitiva, com premiação, poderão inscrever-se para participar todas as pessoas que cumpram integralmente as exigências do regulamento da mostra, sejam elas nascidas ou residentes em qualquer parte do território nacional. Poderão ser inscritas somente músicas inéditas (que não tenham sido gravadas ou divulgadas comercialmente por qualquer meio audiofonográfico na apresentação ao vivo, o uso da viola caipira como instrumento principal. Cada compositor poderá inscrever, no máximo, 02 (duas) composições. Todas as inscrições serão gratuitas. A realização do festival é de grande importância para a valorização do patrimônio musical local, uma vez que Cariacica se caracteriza pelo seu rico patrimônio material que retrata suas identidades, já que o festival, se concentra na praça Marechal Deodoro da Fonseca, localizada na sede, berço histórico do município. A viola está tão ligada à cultura do Brasil que pode ser encontrada em diversos estilos musicais, desde as canções clássicas do campo até os mais modernos rocks experimentais. Solo, duo e trio de violas dos principais ritmos e gêneros da música caipira como cururu, cateretê, pagode, caipira, e outros, destinando-se a violeiros iniciantes e avançados. Ela também se destaca na moda de viola, um gênero musical interiorano em que se mesclam ritmos como a toada, a cantiga, a vira e a modinha. Os violeiros, com sua música sertaneja, baseada originalmente no som característico da viola, foram gradualmente conquistando público nas regiões urbanas do país. Com isso, introduziu-se nas cidades uma temática musical mais típica das zonas rurais. Essa é uma das bases do sucesso, nas grandes cidades do Brasil, do gênero musical chamado de "sertanejo" — palavra que vem de "sertão".

Estratégia de execução

A divulgação do festival poderá ser ampliada para além do que está previsto na planilha orçamentária, viabilizada por parcerias com redes de televisão e jornais para publicação, sem custos de anúncio em jornal e chamadas em TV.

Especificação técnica

OUTDOORS - Outdoor de quadro simples, medindo 9,00 x 3,00 m, em Papel de 75 a 90 g/m2, para divulgação da programação, locais e datas de realização do festival e dos patrocinadores para um maior número possível de público. BANNER/FAIXA ADESIVA/FAIXA DE LONA/SAIA DE PALCO/TESTEIRA/PÓRTICO – Neste item serão produzidos os seguintes produtos: 01 de Saia para palco, 01 faixa tipo banner para o pórtico, 10 bandeiras personalizadas para a área externa do festival, 05 banners. Em todos constará a marca da mostra e dos patrocinadores. Faixa confeccionada em lona, impressão digital, medindo 12 x 2 m para ser utilizada no pórtico de entrada principal da área do festival. Saia de palco confeccionada em lona, impressão digita, medindo 8 x 0,80 m. Bandeiras Personalizadas - Tamanho 0.22x0.33, em tecido 100% poliéster, com fio de alta resistência, para uso externo, estampada em processo digital de alta resolução, com cores vibrantes e duráveis. Tarja na cor branca e ilhoses em latão cromado. Banners - Em lona, Impressão digital, medindo 1,00 x 1,40 m, acabamento: cordão, bastão e ponteiras. FILME/VT INSTITUCIONAL ACIMA DE 30"/INFORMATIVO ELETRÔNICO - Será produzido durante o mês que antecede e nos dias do festival um informativo na Internet com boletins, matérias e banners de divulgação de todas as atividades do festiva. No informativo constará todos os patrocinadores. FOLDER - cor 4/4, tamanho 15,5 x 21 cm, couchê 115, 02 dobras/03 abas, com a programação da mostra e divulgação dos patrocinadores, para serem disponibilizados ao público

Acessibilidade

Orientando-se pelas legislações concernentes ao assunto, mais especificamente pelo artigo 215 da Constituição Federal, artigo 1º, inciso I da Lei nº 8.313/91, artigo 44, inciso II do Decreto 5.761/06 e nos artigos 22 e 23 da Instrução Normativa nº 1/2012, este projeto garantirá, quando de suas apresentações, a infraestrutura necessária para o acesso de pessoas com necessidades especiais, mobilidade reduzida e de idosos com fileira de cadeiras preferenciais reservadas com antecedência. O espaço de realização do festival tem rampas de acesso, garantindo boa circulação em cadeira de rodas; Estacionamento com vagas reservadas; Banheiros adaptados; Palco acessível com altura que proporcionará boa visibilidade; Em atendimento à norma ABNT NBR 15599:2008, será fornecida a descrição resumida, utilizando gravação de áudio (audiodescrição) clara e objetiva, de todas as informações do ambiente onde serão realizadas as apresentações, desde o palco até a plateia, favorecendo, aos deficientes visuais, possibilitando que desfrutem integralmente do evento.

Democratização do acesso

Para garantir o atendimento ao Artigo 30 da Instrução Normativa 001/2013, proporcionando a mais ampla democratização de acesso às ações do Projeto, serão adotadas as seguintes medidas: - O festival será totalmente gratuito e sem nenhum tipo de cobrança; - Publicação, na internet, dos conteúdos registrados da programação cultural, e autorização para registro em meio audiovisual ou outras mídias, para fins de distribuição e difusão; - Garantia do registro, por veículos públicos de comunicação, das atividades do festival, a fim de atrair ao maior número possível de pessoas; - O festival será em local e horários de fácil mobilidade urbana de modo a promover maior afluência de pessoas, com transporte público ou demais alternativas democráticas de transporte de fácil acesso pela população; - O festival será em local próximo a populações urbanas periféricas; - Permissão para captação de imagens das atividades e autorização para veiculação por TVs públicas.

Ficha técnica

ELENICE MOREIRA LEITE – (Dirigente da entidade proponente) - Coordenação de Produção – Produtora Cultural, atriz, palhaço, formada em Administração de empresas - Membro do Conselho Municipal de Cultura - fez cursos com os mais renomados profissionais em meados dos anos 80 e 90 - Fundadora com outros artistas da Cia Ataque Cardíaco de Teatro - Participou de vários festivais: São José do Rio Preto, João Pessoa, Teixeira de Freitas e Guaçuí, - Participou do programa de TV infantil na TVE Rataplan - Atualmente, além da produção de espetáculos em nível nacional e local, com seu grupo de teatro realiza apresentações de teatro empresa para : Vale- Arcelor – Petrobrás , Faesa entre outras empresas - Produtora Executiva do Festival Nacional de Teatro Cidade de Vitória, desde a sua terceira edição em 2007 e do 2º Fest Viola Cariacica. EMERSON RENATO DA SILVA – Coordenação Geral - Músico profissional com atuação em Várias bandas no ES - Produtor musical de vários artistas regionais - Luthier profissional de instrumentos musicais de cordas) - Produziu o DVD 100 anos de viola caipira - Produtor de eventos artísticos: 1° Fest Viola de Cariacica - 2° Fest Viola de Cariacica - Festa da cidade de Cariacica 2013/2014 – Participação em diversos festivais em todo Brasil Itapina - São Pedro de Itabapoana e Marataízes - Produtor e apresentador do Programa Roda de Viola na Rede TV. ERNANDES ZANON GUIMARÃES - Coordenação Geral e Captação de recursos - Jornalista. Diretor de Produção - Ex presidente do Sindicato de Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões do Estado do Espírito Santo - SATED-ES. -Gestor público na área cultural - Diretor, roteirista de vídeos, assistente de produção cinematográfica - integrou a equipe de produção do Festival Vitória Brasil de Dança, promovido pela Secretaria de Estado da Cultura e do Festival de Teatro Cidade de Vitória, promovido pela Secretaria de Cultura da Prefeitura de Vitória - Produtor da edição capixaba do Festival Mix Brasil - integrou a equipe de produção do Festival de Cinema e Vídeo de Vitória,promovido pela Secretaria de Cultura da Prefeitura de Vitória. LOURDES FÁTIMA LANDUCCI DE MORAES- Coordenação de Produção - Em 1984 iniciou seus estudos musicais com Arrigo Barnabé, entrando no mesmo ano no Coral da USP, onde teve aulas de técnica vocal com Helena Maiakovski, lá permanecendo até 1990 - Teve aula de guitarra com Felipe D¨Ávila. E contrabaixo na Fundação das Artes-SP - Em 1990 , em viagem pela Paraíba, conheceu uma Cia Capixaba de Circo e Teatro, e nunca mais se separaram, fez curso de Clown com o ator e palhaço Luiz Carlos Vasconcelos - Na TV produziu na Paraíba atrações artísticas para programa do PT - Produziu também como assistente, dos shows de Luiz Melodia, Banda Beijo, Daniela Mercury - Em 1993, já em Vitória- ES então a necessidade de produzir os próprios trabalhos, fundou junto com Elenice Moreira a produtora RÁTIMBUM Produções de Artes - Articuladora cultural, recebeu o prêmio de reconhecimento por sua atuação na área cultural - Fundadora da produtora RÁTIMBUM PRODUÇÕES DE ARTES, escreve roteiros e dirige para teatro empresa - Produtora Executiva do FESTIVAL NACIONAL DE TEATRO CIDADE DE VITÓRIA desde a sua terceira edição em 2007. Artistas previstos, inicialmente, para contratação para as apresentações musicais: ARTISTA NACIONAL LUCAS REIS & THÁCIO - Produtores, cantores, compositores, arranjadores e músicos, que representa a renovada música sertaneja, com um inconfundível estilo que mescla, juventude universitário, romantismo e sertanejo de raiz. Seus nomes são respectivamente Lucas Cássio dos Reis Rosa (nascido em 21/12/1992) e Thácio Cândido Silva (nascido em 20/10/1991). Em Uberlândia - MG, ainda crianças, ouviam canções do sertanejo no som do avôs e tios, principalmente nas vozes de Tião Carreiro e Pardinho, Bambico, João Mulato e Douradinho, Goiano e Paranaense, Marcos Violeiro e Adalberto e Cleyton Torres. Existem outras influências, nacionais, como João Paulo e Daniel, Gian e Giovani, Felipe e Falcão, Mato Grosso e Matias, Raça Negra, SPC. Iniciou-se a carreira em 2005, na cidade de Uberlândia - MG. Participavam de torneios de viola e faziam abertura de shows com artistas já consagrados. Neste período, estudaram canto. No ano de 2013 a dupla mudou o cenário da música sertaneja com seu estilo único e inovador. A partir daí, surgia de pessoa a pessoa, sem gravadora e continua na luta por um espaço e reconhecimento. Em Julho de 2015 gravaram o seu 2º DVD contando com participações especiais de João Carreiro, Munhoz e Mariano, Jads e Jadson e Rio Negro e Solimões, lançamento gradativo nas páginas da Internet a partir de Janeiro de 2016. ARTISTA REGIONAL CRISTAN GREIK - Nascido em 1975 na cidade de Ibatiba - ES, o cantor country CRISTIAN GREIK chega ao seu sexto ano de carreira, Já consagrado em todo território do Espírito Santo já se apresentou em Minas Gerais, São Paulo, Bahia e Rio de Janeiro. Esse cowboy se diverte muito com o público e com suas músicas, na maioria das vezes todas voltadas para o seguimento country, e tem orgulho em dizer que está resgatando o mesmo. Cristian Greik tem o jeitão de caipira e o bom e velho estilo dos cowboys de rodeio, participa de provas do rodeio completo na modalidade Team Rouping (Laço em dupla). Seu show consiste em muita música country, forró, sertanejo e a moda bruta de viola. Qualidades; irreverência, profissionalismo, autenticidade, interatividade e alegria; Estes são sinônimos de CRISTIAN GREIK, o cowboy BRUTO, PESADO E ARROJADO. ARTISTAS INSTRUMENTISTAS FERNANDO DEGHI - De formação erudita, Fernando Deghi, paulista, pesquisador, compositor, arranjador e instrumentista, desenvolve o seu trabalho em torno da composição, recuperação, divulgação e ensino de viola brasileira, de 10 cordas e caipira, desde 1989. Iniciou seus estudos na área musical em 1975, sendo grande parte desta trajetória dedicados a estudos intensos na prática violonística e inúmeros concertos individuais e duo. Suas composições exploram as possibilidades deste instrumento, sobretudo em termos das muitas afinações possíveis, aventurando-se neste universo infindável, através dos mais variados estilos musicais recorrendo a uma metodologia voltada ao desenvolvimento, quer técnico, quer de repertório. Fernando Deghi é o autor dos livros Viola brasileira e suas possibilidades”(2001), Ensaios para Viola Brasileira” (2003), Iniciação a Arte da Viola Brasileira (2007), Navegares (2011), e Ensino à Distância de Viola. Possui três CDs gravados: Violeiro Andante (2000), Brasil Violado (2004) e recentemente Navegares, lançado em junho de 2011. Deghi está, ainda, presente na coletânea Veredas da Atlântida- uma caminhada simbólica, lançado na Ilha Madeira em 2005, e no CD-Navegantes Lisboa em 2007. Interpretou sinfonia 40 de Mozart no Cd Viola em Concerto -2011 onde foram reunidos os ícones da viola brasileira. Se apresentou em renomados centros musicais de São Paulo e de diversos estados brasileiros. Apresenta-se desde 2003 em vários países, Portugal, Espanha, Alemanha, Ilha da Madeira, Colombia, França. Participação em vários trabalhos como arranjador e compositor. Em 2005 participou do ano do Brasil na França-Festival D’Ille de France a convite de produção francesa. Participou como ator e músico na novela “Escrava Isaura” exibida pela Rede Record em 2003, 2004, 2005 e sendo reapresentada em edição especial em 2007 . Para a novela “Bicho do Mato”, também Rede Record, sua participação foi como compositor, tendo três obras de sua autoria na trilha sonora da novela, Cavalgada, Sertão do Canto, Riacho Doce. Além da área musical é formado em cinema. Atualmente é curador e director geral do INSTRUMENTA VIOLA em sua 3º edição em parceria com SESC-Paraná e UFPR. Selecionado pelo SESC NACIONAL para o SONORA BRASIL TOURNÉE 2015/2016 - 2015- SUL E SUDESTE /2016-NORTE, NORDESTE E CENTRO OESTE. ÍNDIO CACHOEIRA - Nascido em Junqueirópolis/SP e ex motorista, hoje é um mestre da viola caipira e fabrica seus proprios instrumentos alem de fabricar rabecas e harpas. É metade da dupla Indio Cachoeira e Cuitelinho. LEVI RAMIRO - Natural de Uru, pequena cidade do interior Paulista, hoje residente em Pirajuí, o violeiro e artesão que se iniciou na música tocando violão popular. Em meados de 1995 adotou a viola como principal instrumento, absorvendo seu universo cultural que veio de encontro com suas raízes, motivo pelo qual ampliou sua produção musical, tanto na arte de tocar como na de fabricar o instrumento. Com base nos valores da cultura caipira e misturando elementos que formam nossa Música Brasileira, Levi Ramiro celebra em suas composições, a poesia e a simplicidade da vida interiorana. IVAN VILELA - De Itajubá, é um compositor, arranjador, pesquisador, professor e violeiro brasileiro. Ivan Vilela é professor da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA). Em 2010, a TV Cultura exibiu o especial Ivan Vilela sobre o instrumentista. É diretor da Orquestra Filarmônica de Violas. É também endorsed das cordas Giannini. Cursou a faculdade de História antes de ingressar no curso de Composição musical da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), onde conclui o bacharelado em Artes, Composição Musical em 1994, e o mestrado em Composição Musical em 1999. Obteve o doutorado em Psicologia Social pela Universidade de São Paulo, com a tese Uma história social da música caipira[7] em 2011. Foi indicado para o Prêmio Sharp 1998 na categoria Revelação Instrumental pelo CD "Paisagens"[6][8]. Em 2002 foi agraciado com a "Medalha Carlos Gomes. Em 2009, o instrumentista participou de apresentação solo com a Orquestra de Câmara Villa-Lobos. Entre as peças tocadas estão O sertão, paisagens, Armorial de Ivan Vilela, e Prelúdio das bachianas nº 4 de Heitor Villa-Lobos. FERNANDO SODRE - Músico expoente da efervescente nova geração de instrumentistas brasileiros, o mineiro Fernando Sodré destaca-se por sua ousadia, inovação e busca constante pelo aperfeiçoamento técnico. Aos 35 anos, é reconhecido como uma das mais importantes vozes da viola no mundo, universalizando-a numa excursão por territórios nunca antes visitados. Sodré consolida-se como um real alquimista deste timbre incomum, desbravando novas possibilidades de veiculação do instrumento, até então associado quase exclusivamente à cultura caipira. Como instrumentista, compositor e arranjador, Sodré constrói uma trajetória ímpar. Apresentam diálogos entre diferentes gêneros: do choro ao jazz, do baião ao flamenco; todos unificados por seu estilo e toque personalíssimos, desenvolvidos a partir de estudos e adaptações técnicas para a execução da viola brasileira num ofício de versatilidade.Influenciado por músicos de peso como Tom Jobim, Raphael Rabelo e Milton Nascimento, e por artistas internacionais como Pat Metheny e Paco Del Lucia, Sodré alcança em seu trabalho uma roupagem nada habitual. A pluralidade de suas referências faz dele um compositor surpreendente, capaz de nos fazer passear por diversos universos em apenas uma faixa. Fernando imprime seu olhar próprio a cada nota, mas sem excluir a liberdade de improvisação dos grandes músicos que emprestam talento aos seus projetos. Colecionador de inúmeros prêmios, inaugurados em 2001 com o Prêmio Jovens Instrumentistas BDMG, Fernando destaca-se no cenário nacional não apenas pela originalidade de seu trabalho, mas também por seu virtuosismo e refinamento técnico. Assim, vem conquistando presenças musicais de parceiros experientes, ao lado dos quais desdobra propostas de vanguarda, com novos caminhos e experimentos sonoros. Já dividiu palcos com nomes ilustres da musica brasileira como Juarez Moreira, Hamilton de Holanda, Enéias Xavier, Almir Sater, Toninho Horta, Roberto Correa, dentre outras estrelas de primeira grandeza. Dono de musicalidade e criatividade incomuns, Sodré surpreende o público a cada trabalho. Em seu primeiro disco, "Fernando Sodré" (2005), reuniu diversos instrumentos e vozes ao lado de sua viola, contando com as participações de parceiros fundamentais para seu engajamento no universo musical, como Ivan Correia, Aloísio Horta, Chico Lobo, Paulo Sérgio Santos, Tatá Sympa, Carlinhos Ferreira, Emília Chamone e Mariana Nunes. No segundo álbum, "Rio de Contrastes" (2007), patrocinado pela Petrobrás via Lei Federal de Incentivo à Cultura, Sodré convidou um time de verdadeiras feras: Thiago do Espírito Santo (contrabaixo), Gabriel Grossi (harmônica), Márcio Bahia (bateria), Daniel Santiago (violão) e a participação especial de Hamilton de Holanda (bandolim de 10 cordas). Em junho de 2013 e janeiro de 2014, lançou respectivamente em Belo Horizonte e São Paulo, seu terceiro álbum, "Viola de Ponta Cabeça". Desenvolvido com recursos próprios, arranjos e direção musical assinados por Sodré, acompanham sua viola os músicos Irio Júnior (piano), Esdra Neném (bateria), e Enéias Xavier (contrabaixo). Este último, além de integrar todas as faixas, dirige "Tão Bosco", música de sua autoria. "Party in Olinda", de Toninho Horta, igualmente conta com a participação do autor, que toca guitarra, violão, e também dirige a faixa. O álbum traz influências de toda uma trajetória, apresentando releituras ousadas de clássicos como "Passarim" e "Samba do Avião", de Tom Jobim, "Ponteio", de Edu Lobo, "Lamentos do Morro", de Garoto, e "Jongo", de João Pernambuco; com participação de Alvimar Liberato (violão). Fernando mostra ainda mais três músicas autorais inéditas: "Chamaminas"; com participação de Gabriel Grossi (Harmônica); "Sagarana" e "Viola de Ponta Cabeça", música que dá nome ao trabalho. ORQUESTRA FILARMÔNICA DO ESPÍRITO SANTO - Considerada um dos mais importantes organismos culturais do Estado, a Orquestra Filarmônica do Espírito Santo (OFES) foi criada em 1977, a partir de um projeto elaborado pela professora de piano Sônia Cabral, então Coordenadora de Música Erudita da Fundação Cultural do Espírito Santo. Nascida como Orquestra de Câmera do Espírito Santo, o conjunto, embrião da futura orquestra, era formado por músicos contratados da Banda de Música da Polícia Militar, professores e alunos da Escola de Música, com destaque para o casal Alceu e Vera Camargo, pioneiros na formação dos músicos de cordas. Após uma pequena fase como Orquestra Clássica, ela tornou-se a seguir, Filarmônica, até firmar-se como Orquestra Sinfônica do Espírito Santo, em 1986, com a criação de seu quadro próprio e específico, contendo 125 vagas de músicos. O projeto, marco na história da orquestra, foi elaborado por Dª Sônia Cabral, então Chefe da Divisão de Música Erudita, sendo publicado no Diário Oficial de 30 de setembro de 1986. Em 1993 a orquestra voltou a se chamar Filarmônica. Um dos pontos positivos é a alta identificação da população capixaba com a orquestra, tida como uma referência no Estado

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.